Ace, Mapfre e Tokio Marine ficam com seguro da Petrobrás

plataformaFonte: jornal Estado de S.Paulo

O consórcio formado pelas seguradoras Ace, a japonesa Tokio Marine e a espanhola Mapfre ficou com o seguro bilionário da Petrobrás. Com importância segurada de mais de USj$ 100 bilhões, a apólice, considerada a maior do Brasil e uma das maiores do mundo no setor de petróleo, abrange riscos operacionais, de petróleo, responsabilidade civil e transportes. O seguro da Petrobrás, que deve gerar prêmios entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões, na prática, foi renovado pela Ace que já detinha o contrato anterior, pois comprou a carteira de grandes riscos do Itaú Unibanco no ano passado, até então líder do consórcio. A Mapfre permaneceu no grupo, e a Tokio Marine entrou no lugar da Bradesco Seguros. No balanço divulgado na semana passada, a estatal reportou um rombo de R$ 6 bilhões com fraudes investigadas pela Operação Lava Jato.

Sincor-SP promove oficinas de empreendedorismo

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O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) promove, de 19 a 21 de junho, em Atibaia (SP), as “Oficinas de Empreendedorismo”, que integra o módulo Capacitação do Programa Corretor de Seguros Empreendedor.

A programação do evento, que deverá reunir mais 1.200 corretores de todo o Estado de São Paulo, será pautada por temas como liderança, administração e vendas. A ideia é aprimorar o perfil inovador do corretor de seguros por meio de conteúdo diferenciado e dinâmicas corporativas.

Para mais detalhes, como preços para associados e cônjuges, além de inscrições, os interessados devem acessar http://goo.gl/23OJ2K .

Oficinas de Empreendedorismo
Local: Tauá Hotel Atibaia
Endereço: Rodovia Dom Pedro I, Km 86 s/n – Usina São Paulo – Atibaia/SP
Data: 19 a 21 junho

Modelo da BB Seguridade será usado para ajudar Petrobras

Depois de chamar a atenção do mundo com o IPO da Brasil Seguridade há dois anos e da preparação para o IPO da Caixa, também em seguridade, na semana passada, o mercado segurador brasileiro volta ao holofote do planeta como solução para salvar uma empresa que já foi a maior do Brasl e hoje é a mais endividada do mundo em seu segmento. O presidente Aldemir Bendine afirmou que vai usar o modelo da BB Seguridade para tirar a Petrobras da crise, informa manchete do Valor. A ideia foi usar todos os segmentos de seguridade e, junto com sócios estratégicos, criar uma empresa privada, sem amarras da gestão de uma empresa estatal. O mercado gostou da iniciativa e o IPO foi um sucesso, levantando R$ 11,5 bilhões, dinheiro que capitalizou o banco. É o seguro em sua função: proteção em momentos de caos.

http://www.valor.com.br/empresas/4019598/bendine-adotara-modelo-de-parceria-do-bb-na-petrobras

Tokio Marine cresce 32% em seguro de carro no primeiro trimestre de 2015

marcelo goldmamRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, registrou crescimento de 32% nas vendas do Seguro Automóvel no primeiro trimestre de 2015, em relação ao mesmo período do ano anterior. A Companhia é destaque no segmento, apresentando o melhor desempenho no mercado brasileiro nos últimos três anos entre as principais empresas, de acordo com dados da Superintendência Nacional de Seguros Privados (Susep).

“A Tokio Marine tem uma agilidade muito grande para implantar novos produtos e serviços, visando sempre a melhoria na qualidade da entrega, o que atrai a cada dia novos Clientes e Corretores para trabalhar com a Companhia”, afirma o Diretor-Executivo de Produtos Massificados da Seguradora, Marcelo Goldman.

Após bater a marca histórica de um milhão de veículos segurados no final de 2014, a Seguradora lançou no início deste ano três grandes novidades para o mercado. A primeira foi a implantação do Cotador Tokio Auto (CTA), ferramenta muito moderna e de fácil utilização, que proporciona rapidez e praticidade nas cotações do seguro individual. A segunda é a Renovação Antecipada, condição inovadora, que concede desconto para renovações transmitidas até sete dias antes do vencimento da apólice anterior, quando o pagamento é à vista.

A terceira é a Cotação à Jato, sistema para Frotas que garante preço na ponta para seguros de 3 a dez itens e agilidade de retorno aos Corretores para seguros acima de dez itens. “Nossos parceiros que estão em campo trabalhando com o Cotador Tokio Auto (CTA) nos transmitem uma excelente avaliação desse novo sistema. Com relação à Renovação Antecipada e Cotação à Jato, essas ações já são um sucesso de vendas”, comemora Goldman.

A expectativa do executivo é manter o crescimento da carteira de Automóveis até o final deste ano. No portfólio, estão incluídos os seguros Auto, Auto Clássico, Auto Frota, Caminhão e Utilitário Carga. Desde 2011, a Tokio Marine trabalha fortemente para aumentar e solidificar sua participação no ramo. Dobrou seu market share de 3% para cerca de 6% e teve um significativo aumento da produção: de R$ 640 milhões, em 2011, para cerca de R$ 1,857 bilhão, em 2014.

Allianz Auto Instituto Ayrton Senna é foco de campanha publicitária que estreia neste domingo

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A Allianz Seguros lança neste domingo, 26, a campanha publicitária do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o primeiro seguro de automóvel do Brasil que conta também com o Marketing de Causa como diferencial competitivo, pois parte do valor de cada apólice emitida será repassada ao Instituto Ayrton Senna. “Com o slogan ‘Seu carro e você protegidos.

https://www.youtube.com/watch?v=Jnm3yz5oimA

O futuro de milhares de crianças e jovens garantido’, convidamos os consumidores a contribuir para a educação pública brasileira”, afirma Felipe Gomes, diretor executivo de Gestão de Mercado e Estratégia da seguradora. A expectativa da Allianz é que cerca de 75 mil crianças e jovens, ao longo de cinco anos, sejam beneficiados.

A campanha iniciou no YouTube, contando com a história do ex-piloto de Fórmula 1™ Érik Comas, que teve a vida salva por Senna durante os treinos para o Grande Prêmio da Bélgica de 1992. Agora, a campanha, que tem assinatura da Ogilvy, chega às telinhas, em versões de 30” e 60”, por meio da TV aberta e TV por assinatura, além de rádio, revistas para o trade e salas de cinema selecionadas das redes Cinépolis e Cinemark.

Além de reforçar a essência da marca Allianz, que é o “cuidado”, como Ayrton teve com o piloto francês e os consumidores poderão ter com as crianças e jovens do Brasil, traz detalhes do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna. Dentre os serviços oferecidos no produto, estão os 20 dias de carro reserva com ar condicionado, guincho sem limite de quilometragem, reparos residenciais, entre outros.

Allianz agiliza pagamento de sinistro em Xanxerê

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Desde ontem, 23, uma equipe da Allianz Seguros está em Xanxerê, cidade de Santa Catarina que foi atingida por um tornado na tarde da última segunda-feira, 20. O maior número de clientes atingidos é da carteira Empresarial. Assim sendo, o atendimento a esses segurados será priorizado e a indenização acontecerá no menor prazo possível.

A companhia também monitora o índice de avisos de sinistros das carteiras de Residência e Automóvel. Em relação a essa última, a Allianz informa que as oficinas estão prontas para receber os veículos por ela segurados, porém, caso fiquem lotadas, haverá a possibilidade de transferir os automóveis para estabelecimentos de localidades próximas. O principal intuito é agilizar o atendimento ao cliente.

Aviso de sinistros ou informações: 08007777243 ou no número (11) 3171-5360.

Caixa Seguradora agiliza atendimentos na região atingida por tornados em SC

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A Caixa Seguradora antecipa o pagamento de indenizações para os clientes que tiveram prejuízos por causa dos tornados que atingiram Xanxerê e outras cidades do Oeste de Santa Catarina nesta semana. Uma equipe de técnicos da área de seguro residencial e empresarial está na cidade catarinense desde o dia do incidente para agilizar o atendimento. Os clientes com cobertura para vendavais têm recebido o pagamento em tempo recorde: apenas três dias.

A equipe da Seguradora que está na região conta com reguladores de sinistro, o consultor e o gerente da filial Santa Catarina. Eles atendem a população na agência da CAIXA de Xanxerê enquanto a central de relacionamento faz uma busca pelos clientes que possam estar com problemas, uma vez que a telefonia, a energia e a internet estão com acesso limitado na região. Uma equipe de assistência técnica também foi designada exclusivamente para minimizar os danos dos clientes do seguro residencial. “Estamos fazendo de tudo para minimizar o sofrimento das famílias da região”, explica o gerente de seguros residenciais da empresa, Federico Salazar.

Um Mundo Sem Água Faz Seguro?

secaFonte: Jornal do Corretor de Seguro, por Elaine Lisboa

Em um futuro não muito distante, a Terra está devastada. As constantes agressões à natureza resultaram em um mundo sem água, onde as pessoas tomam banho com vapor, pescam em mares de areia e bebem a água que vem de reservatórios, captada pela chuva, evento raro de acontecer. A sinopse apocalíptica é do filme brasileiro Acquária, produzido em 2003, com roteiro de Claudio Galperin e Flavia Moraes. É apenas mais um dos diversos filmes de ficção científica que preveem a falta de água no mundo. O que antes parecia inimaginável, pura projeção da cabeça de roteiristas e diretores, hoje passa a ser cada vez mais real para a população. O Brasil enfrenta a pior seca dos últimos 84 anos, período em que começaram a se fazer medições do fenômeno. A região Sudeste, a mais afetada, já se antevê diante do racionamento. Segundo a Sabesp, se as chuvas insistirem em não cair no sistema da Cantareira, serão cinco dias por semana sem nenhum tipo de abastecimento.

Para o coordenador de estudos de regulação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Gustavo Féres, caso os cenários de racionamento se concretizem, as perdas financeiras serão consideráveis. “A situação afeta a expectativa de agentes econômicos que, em um cenário de incerteza de oferta de energia e disponibilidade de água, adiam suas decisões de investimento. As crises hídrica e energética tendem a agravar o cenário econômico para 2015, que já é bastante pessimista.” A conjunção tem sido observada de perto pelas resseguradoras. A Munich Re publicou recentemente o estudo NAT CATS 2014: Whats going on with the weather?, que dedica uma das transparências para a situação do Brasil. O material aponta que, somente no Sudeste, mais de 27 milhões de pessoas foram afetadas pela seca no ano passado, causando um prejuízo de US$ 5 bilhões. Outro relatório, agora produzido pela AON, intitulado “2014 Annual Global Climate and Catastrophe Report”, também registrou a situação do Brasil, apontando a seca como um dos eventos mais caros da história do País, tanto na esfera macroeconômica, como para o setor de seguros.

“Pelo segundo ano consecutivo [2013-2014], o evento mais caro no Brasil foi a seca intensa que afetou, principalmente, a região Sudeste, devastada pela falta de chuvas, deixando reservatórios operando com 3% a 5% da capacidade de armazenamento”, aponta o estudo. Em fase de mudanças As variáveis climáticas no Brasil não são um fato novo. Eram, na verdade, aguardadas por especialistas. O artigo científico “A indústria de seguros e as mudanças climáticas no Brasil”, assinado por Edna Ferreira Peres e Joanília Neide de Sales Cia, da Universidade de São Paulo (USP), aponta que as alterações no clima devem afetar seriamente 325 milhões de pessoas por ano e, em cerca de duas décadas, esse número deve dobrar, atingindo o equivalente a 10% da população mundial. “Espera-se que a disponibilidade de água potável, produção de alimentos e diversos ecossistemas sejam comprometidos, além da ocorrência de eventos extremos sofrerem mudanças consideráveis em decorrência de aumentos na temperatura global”.

Os prejuízos financeiros podem chegar a US$ 340 bilhões até 2030. Em entrevista dada ao portal Exame.com, o engenheiro Julio Cerqueira Cesar Neto, especialista na área hídrica, sinalizou o tamanho do problema. Segundo ele, quando acabar o volume morto da Cantareira, a população deixará de ter 30 metros cúbicos por segundo e não tem da onde tirar esse volume de água em um curto prazo. Antes da crise, a vazão retirada do reservatório era de 31 metros cúbicos por segundo. Hoje, esse número baixou para 14. Se acontecer dessa forma, deve-se esperar que a prioridade seja dada aos hospitais, polícia, bombeiros e escolas. Em outros locais como estabelecimentos comerciais, é possível ter uma redução do horário de funcionamento, férias coletivas forçadas e, até mesmo, demissões. De acordo com o gerente de negócios do Banco Nacional de Empregos (BNE), Adriano Gonçalves, a crise está levando o mundo empresarial a encontrar novas formas de poupar dinheiro e uma delas é a redução de contratações.

Em janeiro, o portal identificou uma queda de 10% em relação ao mesmo período de 2014. Por outro lado, a procura por mão de obra mais acessível, como estagiários, parece ser a tendência. Nesse item houve aumento de 30% nas contratações. O coordenador do Ipea aponta que as perdas econômicas deverão afetar, sobretudo, os setores de atividades que utilizam grandes quantidades de água, que podem se ver obrigados a reduzir ou mesmo paralisar atividades, como é o caso do setor de alimentos e bebidas. “Que empresário estaria disposto a realizar altos investimentos em tecnologias que exigem o uso intensivo de água e energia se a disponibilidade desses recursos não está garantida? Deve-se levar em conta ainda possíveis gastos adicionais para se adaptar a esse novo cenário de escassez. Indústrias e estabelecimentos comerciais podem ser levados a investirem na abertura de poços artesianos ou no aluguel de geradores de energia.

Esses gastos adicionais podem impactar o custo de produção das empresas, afetando sua competitividade e reduzindo suas margens de lucro”, pontua Féres. O problema é que a maioria dessas situações não está prevista pelo seguro. As três seguradoras entrevistadas nesta reportagem afirmam que as ocorrências não proveem garantias no setor. “Em geral, esses episódios são classificados como força maior e não estão amparadas nos contratos de seguro”, explica o diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, Felipe Smith. O diretor executivo da Yasuda Marítima Seguros, Mario Jorge Pereira, reforça que os fatores não são causados por uma eventualidade, como prevê o princípio do mutualismo, que caracteriza o seguro. “Essas são situações que não acontecem de uma hora para a outra e decorrem de uma série de decisões por parte dos gestores do estabelecimento. Por isso, é que não há uma modalidade de seguro que as contemple”, detalha Pereira.

Crise x venda de seguros E como fica o mercado de seguros diante de uma realidade caótica? É possível vender seguros na crise? Para Féres, a demanda tende a aumentar, principalmente dos produtos voltados a riscos climáticos. “O seguro contra riscos climáticos é um segmento que tende a crescer consideravelmente ao longo dos anos. Caso os cenários de mudança climática se concretizem, teremos aumento de temperatura, ondas de calor, secas prolongadas e aumento do nível do mar. Nesse contexto, a demanda por seguros só deve se expandir”, acredita o especialista. A situação impacta não apenas as áreas rurais do País (veja box sobre seguro rural), mas também uma série de setores. Dada a complexidade na análise de risco, é possível prever florestas com maior vulnerabilidade a incêndios, a saúde humana exposta a mais doenças, assim como a atividade agrícola, biodiversidade, manejo florestal, geração de hidroeletricidade e transporte fluvial sendo afetadas.

Essa é a opinião do diretor vice-presidente da Nobre Seguradora, Claudio Amaral Caldas. Segundo ele, em todas essas áreas se tem a presença do seguro, com maior exposição aos riscos. “Considerando as projeções de pagamentos de sinistros, poderíamos ter aumento de sinistralidade das carteiras de seguros envolvidas que, de certa maneira, forçariam a um aumento nos custos futuros dos produtos. Ainda assim, o seguro cumpriria seu importante papel socioeconômico quando permitiria um cenário melhor no retorno e reintegração das atividades afetadas”, destaca Caldas. Portanto, ele diz que sim, o mundo sem água faz seguros. “Seguros contra seca já são oferecidos mundialmente. A informação é a principal matéria-prima de uma seguradora. Estatísticas consistentes e adequadas trarão previsibilidade para as seguradoras, que terão condições de ofertar produtos que sejam bons para os dois lados: segurador e segurado”, continua.

Várias modalidades de seguros podem observar aumento na demanda, o que pode trazer boas oportunidades para os corretores de seguros que souberem aproveitar o cenário para alavancar os negócios. Mario Jorge Pereira diz que “os seguros empresariais, de operações logísticas, seguro garantia, seguro ambiental, seguro de responsabilidade civil e seguro engenharia são alguns dos que têm perspectiva de alta.” Ele destaca que haverá também maior observância por parte das empresas em se precaver de eventuais perdas relacionadas aos riscos climáticos. As demandas da sociedade e o aumento de leis e regulamentações ligadas às questões ambientais aumentarão as responsabilidades e riscos para as organizações. Além disso, para que novos meios de geração de energia, captação de água, entre outros pontos, passem a figurar no mercado serão necessárias obras substanciais de infraestrutura, bem como operações logísticas de relevância.

“Isso vai fazer com que os seguros relacionados a essas áreas entrem em ação para dar tranquilidade aos empreendedores”, comenta o executivo. Comprometimento mundial E o mercado segurador não apenas está se preparando para essa nova realidade, como firmou compromisso mundial para trazer soluções. No ano passado, 66 presidentes de algumas das maiores seguradoras e resseguradoras do planeta assinaram a Declaração de Risco Climático da Associação de Genebra, estabelecendo compromissos para promover ações de mitigação e adaptação. Durante o encontro, realizado em Toronto, no Canadá, as lideranças concordaram em seguir uma série de princípios que firmam o papel que o seguro pode desempenhar nos esforços globais para a redução dos riscos climáticos. E já é possível ver o engajamento do mercado para conscientizar o consumidor a reduzir o consumo de água e energia, não apenas dando dicas, mas também premiando colaboradores.

Os segurados da Zurich, por exemplo, contam com uma Consultoria Ambiental gratuita, serviço que analisa caso a caso e indica meios de reduzir o consumo. O trabalho é acompanhando pela EcoAssist Serviços Sustentáveis, que já colhe os frutos. Um levantamento feito pela empresa aponta que, em menos de dois anos, os segurados economizaram cerca de 40 mil m³ e 600 mil kWh. A Seguros Unimed chegou a levar um grupo de 15 funcionários para assistir ao jogo Palmeiras x Ponte Preta em seu camarote. A escolha foi simples: os profissionais que apresentassem a maior economia na conta de água entre dezembro e janeiro ganhariam ingressos. “Estamos muito satisfeitos com os resultados e estimulados a criar novas campanhas como essa. Já temos um bom número de participantes que, inclusive, trouxeram bons exemplos de como usar conscientemente a água”, disse, em nota, o superintendente de relações institucionais da companhia, Fernando Poyares.

Fonte: Comunicação Sincor-SP (JCS)

Fonte/Autor.: SINCOR – SP

Brasilprev tem novo diretor comercial e de marketing

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Sergio Peres é o novo diretor comercial e de marketing da Brasilprev, uma das maiores empresas do mercado brasileiro de previdência privada aberta e especialista nesse segmento.

Natural de São Paulo, antes de ingressar na Brasilprev o executivo foi funcionário de carreira no Banco do Brasil por 40 anos. Lá, atuou como diretor de distribuição, além de ter ocupado as superintendências de negócios e varejo de diversas regiões, tanto da capital paulista quanto do interior, assim como as de outros estados, como Ceará e Rio Grande do Norte.

Formado em administração de empresas pelo IES Senador Fláquer (Santo André – SP), Sergio possui MBA Executivo em Gestão Avançada de Negócios pelo Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (INEPAD), também em São Paulo, além de MBA em Marketing e MBA Aperfeiçoamento em Finanças, ambos pela PUC (RJ), e MBA Formação Geral para Altos Executivos pela FIA-USP (SP).

Susep é indicada ao Reactions Latin American Insurance and Reinsurance Awards

Fonte: CNseg

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba de ser indicada ao Reactions Latin American Insurance and Reinsurance Awards na categoria Melhor Instituição Regulatória.

Reconhecido pelo mercado como um prêmio que valoriza a excelência de empresas, equipes e indivíduos, além de respeitado por seu perfil, independência e rigor nos processos de seleção, a premiação, organizada pela revista inglesa Reactions, atrai os altos executivos da indústria de seguros, proporcionando uma excelente oportunidade de incremento da rede de relacionamentos.

Os vencedores do Reactions Latin American Insurance and Reinsurance Awards serão conhecidos durante o jantar de gala que será realizado no Eden Roc Renaissance, em Miami Beach, em 26 de maio, primeiro dia do 4º Fórum Latino-americano de Seguro e Resseguro, que acontece no mesmo local.