Liberty Seguros apoia temporada 2015 do Fronteiras do Pensamento

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A Liberty Seguros é uma das empresas parceiras das edições de São Paulo e Porto Alegre do projeto cultural Fronteiras do Pensamento. O evento, que teve início esta semana, conta com a participação do biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins.

Ao longo dos próximos seis meses, o evento trará para as conferências figuras que são referência em seus campos de atuação. Pensadores, cientistas e de áreas multidisciplinares vão discutir, sob diversos pontos de vista, sobre como cooperar e conviver na nova sociedade urbana e conectada. Assim, o tema desta temporada é: “Como viver juntos”.

“Apoiamos iniciativas que estejam de acordo com nossos valores, como o Fronteiras do Pensamento, um evento inovador que propõe a reflexão de pensadores de todo o mundo. A Liberty Seguros acredita que discutir os desafios atuais da sociedade, como a questão da mobilidade urbana, é o passo inicial para gerar transformações duradouras”, afirma Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

As conferências em São Paulo acontecerão no teatro Teatro Cetip do Complexo Ohtake Cultural, em Pinheiros, e em Porto Alegre no Salão de Atos da UFRGS, na Av. Paulo Gama, 110. Mais informações sobre o evento pelo site http://www.fronteiras.com.

Sobre a Liberty Seguros

A Liberty Seguros atua no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os dez maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 2,6 bilhões e uma carteira com mais de 1,3 milhão de segurados, tem cerca de 1,5 mil funcionários, em 69 pontos de vendas em todo Brasil. Com mais de 13 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com mais de 100 soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos e está presente em diversos canais de venda. É pioneira em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity) e é especialista na venda no canal Concessionária, por meio da marca Indiana Seguros.

Previdência aberta registra R$ 9 bilhões em contribuições em março de 2015

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As contribuições feitas por titulares de planos abertos de caráter previdenciário somaram R$ 9 bilhões em março de 2015. No mesmo mês do ano anterior a captação foi de R$ 5,8 bilhões. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 71 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Os dados da FenaPrevi mostram também que o sistema registrou em março deste ano 91.896 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. O estoque de participantes em planos contratados por empresas alcançou o total de 3.091.471 pessoas e, nos planos individuais, 8.893.634 pessoas, contratantes de 10.351.330 planos.

Em março deste ano, de acordo com a Federação, a captação líquida (diferença entre captação e resgates) fechou o ano com saldo positivo de R$ 4,7 bilhões. No mesmo mês do ano anterior o saldo foi de R$ 2,8 bilhões.

De acordo coma FenaPrevi, os planos individuais foram os que mais receberam recursos dos participantes em março. Foram R$ 8 bilhões em novos depósitos, já considerados os recursos destinados a planos para menores (R$ 185,2 milhões). Já os planos contratados por empresas registraram aportes de R$ 808,7 milhões.

Com o desempenho dos planos abertos de caráter previdenciário em março, a carteira de investimentos fechou o mês com R$ 461 bilhões, expansão de 20% em relação aos R$ 383,6 bilhões em março de 2014.

Na análise por tipo de produto, a carteira de investimentos do VGBL passou de R$ 249,6 bilhões em março de 2014 para R$ 316,3 bilhões em março de 2015. Já a carteira do PGBL passou de R$ 81,9 bilhões para R$ 92,6 bilhões no mesmo mês em 2015.

A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 51,1 bilhões em março deste ano, enquanto que o valor no mesmo mês do ano anterior foi de R$ 51,6 bilhões.

Claudia Dill é a nova CEO de Seguros Gerais da Zurich para América Latina

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O Zurich Insurance Group (Zurich) anunciou hoje a designação de Claudia Dill como CEO de Seguros Gerais para a América Latina. Dill se reportará diretamente a Mike Kerner, CEO de Seguros Gerais do Grupo e começará a desempenhar suas novas responsabilidades imediatamente. Ela mudará para São Paulo, no Brasil, após a conclusão dos procedimentos do visto de entrada no país.

Claudia Dill trabalhará junto a Edson Franco, CEO de Global Life LatAm, para continuar com o posicionamento e o crescimento da Zurich na Região. Dill ingressou à Zurich em 1999 e é a atual Chief Operating Officer (COO) de Seguros Gerais, desde julho de 2012. Anteriormente, desempenhou funções como Head of Global Business em Nova York, assim como COO e Chief Financial Officer de Seguros Gerais na Europa.

Seu conhecimento e trajetória de êxito comprovados ao longo de seu período na Zurich, assim como sua experiência em funções de liderança variadas e cheias de desafios, foram para ela uma boa preparação para esse próximo desafio.

Lucro de seguradoras registra alta de 33% no primeiro trimestre de 2015

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O lucro líquido acumulado das companhias seguradoras, no primeiro trimestre de 2015, apresentou alta de 32% em relação ao mesmo período de 2014, saltando de R$ 4,3 bilhões para R$ 5,7 bilhões. Essa é uma das conclusões da edição de maio da “Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, publicação assinada pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) e que traz um mapeamento mensal do mercado de seguros. De acordo com o documento, a atual política de juros aliada aos ajustes nos custos das companhias explicam essa boa performance.

Essa edição traz a análise dos faturamentos dos ramos de capitalização, seguros elementares e de pessoas. O primeiro apresentou queda de 2% em dados acumulados até março de 2015. Esse desempenho, contudo, repete um comportamento verificado em outros ativos populares da economia como a caderneta de poupança, por exemplo, que tem registrado mais saques do que depósitos. A causa é a dificuldade da população em poupar nos mesmos níveis de anos anteriores.

O segundo teve variação inferior a 7%, nos três primeiros meses de 2015, mas a expectativa é que esses números apresentem melhora a partir do segundo semestre deste ano. Já no segmento de pessoas, a variação acumulada de receita foi de 10%.

Com base na manutenção da rentabilidade das seguradoras, a Carta de Conjuntura estima o que o setor repetirá ao longo de 2015 um crescimento no mesmo patamar do ano anterior, 10%. Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Alexandre Camillo, essa perspectiva é um inquestionável indicativo da força da indústria do seguros. “Para confirmar tal projeção, empreender é a palavra de ordem. Os corretores de seguros têm consciência de sua responsabilidade e sabem que contam com o apoio do Sincor-SP, que permanece focado na criação e estímulo do ambiente estável para os negócios da categoria”.

IRB prepara oferta de ações estimada em até R$ 4 bilhões, informa o jornal Estado de S.Paulo

Fonte: jornal O Estado de S.Paulo

O ressegurador IRB Brasil Re está selecionando os bancos que vão estruturar a sua abertura de capital que pode movimentar de R$ 3,5 bilhões a R$ 4 bilhões,apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. Além dos seus acionistas Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, que devem coordenar a operação, outras duas instituições estrangeiras devem ser escolhidas nas próximas semanas para a definição do sindicato.

O objetivo é enviar o pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em junho, logo após a conclusão da abertura de capital da Par Corretora, que tem exclusividade na venda de seguros nos canais da Caixa Econômica Federal. Ambas devem servir, segundo fontes, de termômetro para o IPO bilionário da Caixa Seguros, previsto para o terceiro trimestre deste ano.

A oferta do IRB deve ser primária, ou seja, o capital movimentado irá para o caixa da empresa. No entanto, ainda não foi batido o martelo quanto à possibilidade de parte da oferta ser secundária (neste caso, os recursos captados vão para os sócios). Parte dos sócios já teria escolhido por uma oferta somente primária, mas esse ponto ainda pode sofrer alteração, de acordo com a mesma fonte.

Isso porque especula-se no mercado a possibilidade de o Itaú Unibanco se desfazer de parte ou da totalidade de sua participação pelo feto de o investimento no IRB não ser foco de atuação da instituição. Desde o ano passado, o banco tem reduzido o risco da sua operação em seguros, focando somente nos negócios distribuídos no varejo bancário. O Itaú vendeu a carteira de grandes riscos em 2014 para a americana Ace e já sinalizou ao mercado que poderá se desfazer de outros ativos.

Privatização. A abertura de capital do IRB marca o último passo do seu processo de privatização. O movimento foi aprovado pelo conselho de desestatização da companhia e deveria ocorrer até 2018. No entanto, em entrevista à imprensa em 2013,o presidente do IRB, Leonardo Paixão, afirmou que pretendia preparar a empresa para o IPO até 2015, para poder aproveitar as janelas de mercado.

Fundado em 1939, o IRB detinha o monopólio do mercado de resseguros até 2007. O resseguro é uma espécie de seguro do seguro, usado para diluir os riscos em grandes contratos, como apólices de grandes plataformas de petróleo ou hidrelétricas.

Com a abertura do setor e aumento da concorrência, a companhia perdeu participação de mercado e foi forçada a se reestruturar para ser mais competitiva. Desde então, mais de 100 companhias desembarcaram no País.

Em 2010, o IRB iniciou um processo de desestatização, que resultou na aquisição de 20,51% do IRB pela BB Seguridade, em 2013,que passou a compor o bloco de controle com o Tesouro Nacional, Bradesco, Itaú e o Fundo de Investimentos em Participações Caixa Barcelona, da Caixa Econômica.

Em dezembro passado, o ressegurador teve a provada a reforma do seu estatuto social para alterar o número de ações e contemplar papéis em tesouraria, aumentando rumores sobre sua abertura de capital. Com isso, a fatia da BB Seguridade foi alterada de 20,51% para 2043%.

Com 34% de participação de mercado, o IRB registrou lucro líquido de R$ 130,2 milhões neste primeiro trimestre, com crescimento de 2114% em relação ao mesmo intervalo de 2014. O ressegurador tem patrimônio líquido de R$ 2,8 bilhões e R$ 13,5 bilhões em ativos totais.

Procurado, o IRB não comentou. Os bancos acionistas, questionados pela reportagem, também não se pronunciaram.

Caixa Seguradora passa a comercializar seguro viagem

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A Caixa Seguradora lança o Seguro Viagem, produto com coberturas e assistências para clientes que viajam dentro e fora do território brasileiro. Online, o novo produto é o primeiro do mercado a cumprir a resolução 315/2014 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que determina que as despesas médicas, hospitalares, odontológicas e a repatriação funerária passem a se tornar coberturas nos produtos para viagens – assim como já acontece com as indenizações por morte e invalidez permanente.

“O fato de as seguradoras assumirem a responsabilidade pelo cumprimento das coberturas do seguro viagem fortalece o mercado e garante ainda mais segurança ao cliente tanto no processo de contratação quanto no uso das coberturas, caso seja necessário”, comenta o diretor de seguros de vida da seguradora, Cesar Lopes.

O produto oferece oito tipos de planos que atendem necessidades variadas dos turistas. Além das coberturas regulamentadas recentemente pela Susep, os segurados podem contratar ainda perda ou extravio de bagagem, cancelamento de viagem e assistências como orientação em caso de perda de documento ou cartão de crédito, serviço de assistência funeral e reserva de hotel para acompanhante em caso

Susep ganha prêmio de melhor órgão supervisor da América Latina

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) recebeu o prêmio de melhor órgão supervisor da América Latina durante a realização do 4º Fórum Latino-americano de Seguros e Resseguros, organizado pela revista inglesa Reactions. Criada em 1981 e bastante conceituada no meio, a publicação é voltada para o mercado internacional de seguro e resseguro. O evento foi realizado em Miami (EUA) na noite desta segunda-feira (26). A escolha da Susep se deveu, principalmente, às mudanças que estão sendo planejadas e implementadas no órgão com o objetivo de aprimorar a supervisão dos mercados de seguros, previdência complementar aberta e capitalização.

O prêmio foi entregue ao superintendente da Susep, Roberto Westenberger, que assumiu o cargo em março de 2014 e vem promovendo profundas mudanças na autarquia. “Este prêmio não foi concedido pelo que a Susep é, mas pelo que ela está sendo. Estamos no meio de um intensivo processo de modernização, e o prêmio aumenta a nossa convicção de que estamos no caminho certo”, afirmou Westenberger.

Entre os projetos em desenvolvimento que fazem parte do plano de modernização da autarquia da Susep está a implantação do projeto do seguro eletrônico, que visa o aprimoramento do sistema de dados enviados pelas empresas do setor à Susep; implantação do processo eletrônico, que vai acabar com os processos em papel; revisão e melhoria da formação dos gestores da superintendência; priorização da cadeia de valor, que vai orientar o órgão em relação aos seus objetivos; e gestão de riscos e controles internos, que interferem na produtividade do trabalho desenvolvido pelos servidores.

Comprar seguro requer sensibilidade, intuição e firmeza nas negociações

11287120_1051570434871725_436463492_nJá está no ar a edição 120 da revista Gerencia de Risco e Seguros da Fundación Mapfre. No caderno Brasil, entrevista com a presidente da ABGR, Cristiane Alves. “Acredito que todos, resseguradoras, seguradoras e corretores, deveriam cuidar de seus talentos, educar de forma profunda seus novos funcionários, para que eles realmente entendam as nossas demandas e possam nos atender bem. Recebendo a excelência, talvez as queixas relacionadas a preço diminuam.”

Comprar seguro requer sensibilidade, intuição e firmeza nas negociações. Uma tarefa que Cristiane Alves, a primeira mulher a presidir a Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco, tem exercitado desde 1990, quando iniciou sua carreira na corretora cativa do grupo Pirelli. Nesses 25 anos, passou por todas as áreas, fez cursos, se especializou e acumula uma experiência peculiar numa profissão em que um simples detalhe pode salvar uma empresa de acidentes de grandes proporções. Além de presidir a ABGR, é a gerente de seguros da CSN, uma das maiores siderúrgicas da América Latina e o segundo maior exportador de minério de ferro do Brasil. Veja a seguir os principais trechos da entrevista concedida para a Revista Gerência de Riscos.

Confira a edição no link
http://www.fundacionmapfre.com.br/Portal/Fundacao/Arquivos/Download/Upload/1281.PDF?utm_source=linkpdf&utm_medium=paginaRevistaGR&utm_campaign=GR120

AXA fecha acordo com SulAmérica para adquirir a divisão de grandes riscos

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SulAmérica e AXA, que desde 2006 mantêm uma parceria de sucesso no Brasil em seguros de ramos elementares, anunciam nesta data que fecharam um acordo para a aquisição por parte da seguradora francesa, através da AXA Corporate Solutions Brasil e América Latina, da divisão de grandes riscos da seguradora brasileira. O acordo, avaliado em R$ 135 milhões, prevê a incorporação pela AXA de toda a carteira de grandes riscos da SulAmérica no Brasil, incluindo as operações referentes ao seguro DPVAT.

“Para a AXA Corporate Solutions, essa aquisição representa uma aceleração em um mercado core para o Grupo, agrega um excelente time à companhia e garante um passo significativo na direção da ambição da AXA para o Brasil”, reforça Philippe Jouvelot, CEO da companhia no Brasil.

Para estreitar ainda mais a parceria entre as duas empresas, SulAmérica e AXA Corporate Solutions também estabeleceram os princípios de acordo de cooperação comercial visando à colaboração recíproca na distribuição de produtos que complementem seus respectivos portfólios, em especial os ramos em aquisição.

“A cooperação entre as duas companhias proporcionará novas oportunidades para explorarmos sinergias conjuntas, de forma complementar, permitindo que possamos desenvolver uma atuação focada e eficiente, garantindo que a melhor expertise de cada parceiro seja aplicada em benefício dos clientes e corretores”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

A carteira negociada com a AXA contempla apólices que oferecem cobertura nos ramos de incêndio, transportes, responsabilidade civil, riscos nomeados, riscos operacionais, riscos de engenharia, riscos diversos e cascos, tendo como característica importâncias seguradas de montante elevado. Em 2014, esta carteira gerou receita de prêmios R$ 220,5 milhões.

O negócio permitirá também que a AXA expanda muito rapidamente sua presença geográfica no país. Ainda no primeiro ano de atividade, a empresa passa a contar com operações no Rio de Janeiro, além de São Paulo e Curitiba.

Como ocorre em transações semelhantes, esta também está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores brasileiros. O fechamento definitivo está previsto pelas empresas para antes do final de 2015.

Reservas de capitalização crescem 10,6%

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De acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), o mercado de capitalização atingiu R$ 30,2 bilhões em reservas técnicas já no primeiro trimestre do ano. O valor total aplicado, que garante a devolução dos recursos dos clientes dos títulos de capitalização, cresceu 10,6% em relação ao mesmo período de 2014. De janeiro a março, os resgates do setor avançaram 10,08% em comparação aos três primeiros meses do ano passado, atingindo R$ 3,8 bilhões.

“Quem busca disciplina encontra nos títulos o instrumento ideal. Como existe o mecanismo da carência e a regra de que somente ao fim do prazo de vigência do título é possível resgatar 100% do que acumulou, o consumidor assume um compromisso com ele mesmo de reservar uma parte de sua renda em vez de gastar todo o seu dinheiro. Além disso, a possibilidade de realizar um sonho, um projeto de vida, é um estímulo e tanto. Os sonhos mobilizam as pessoas e tornam o hábito de guardar dinheiro mais prazeroso, incentivando o planejamento e contribuindo para a organização das finanças pessoais”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap – Federação Nacional de Capitalização.

No mesmo período, foram distribuídos mais de R$ 226 milhões em premiações, o que corresponde a R$ 3,6 milhões entregues a clientes sorteados por dia útil nesses três primeiros meses. O faturamento das empresas alcançou R$ 4,8 bilhões, as regiões Centro-Oeste e Norte foram as que mais contribuíram para esse resultado, registrando um crescimento de 6,19% e 4,98% respectivamente nesse primeiro trimestre.