É preciso avançar no “agrado” ao cliente, afirma estudo da Capgemini

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O número de clientes que avaliam suas experiências como positivas caiu drasticamente em todo mundo, revela o 8º Relatório Mundial sobre Seguros (World Insurance Report – WIR), publicado pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Efma. Apesar dos esforços das seguradora s para atender às crescentes exigências de seus clientes, as experiências classificadas por eles como positivas caíram 3.7 pontos percentuais, passando dos 32.6% em 2013, para 28.9% em 2014. A maior queda ocorreu na América do Norte (8.3 pontos percentuais), seguida pela América Latina (5.3 pontos percentuais) e Europa (3.4 pontos percentuais). O Brasil, apesar da queda de 2.5 pontos percentuais (para 28.7% em 2014), subiu duas posições no ranking mundial, chegando à 14ª posição.

“A queda no percentual de experiência positiva dos consumidores combinada com o número crescente de novos acontecimentos do mercado – como o surgimento de análises de dados, mudanças regulatórias e incertezas econômicas – podem ser vistos como ameaças, demandando que as seguradoras se tornem centradas nos clientes, para não correrem o risco de perdê-los para concorrentes”, declara o diretor de vendas e marketing da Capgemini Global Financial Services, Jean Lassignardie.

A Geração Y está aumentando suas exigências e rebaixando as avaliações de suas experiências com suas seguradoras.

Consumidores entre 18 e 34 anos de idade, que representam de um quarto a um terço da população em diversos mercados, são um desafio para as seguradoras, já que geralmente exigem um atendimento de alto nível em todos os canais digitais. A pesquisa Voice of the Customer, do WIR, revelou um declínio nos níveis de experiências positivas dos clientes da Geração Y com as seguradoras em 2014, o que contribuiu para a queda das avaliações no mundo inteiro. A diminuição do índice foi mais pronunciada nos países desenvolvidos, como os da América do Norte, por exemplo, onde as avaliações positivas das experiências dos clientes da Geração Y caíram 10.9%, e recuou 5.4% na região da Ásia Pacífico. No Brasil, o cenário foi bem diferente: o levantamento mostrou um crescimento de 5.5% deste índice, apesar de ter caído 2.3% na América Latina.

Considerando este cenário, as seguradoras correm o risco de perder este importante segmento de clientes para concorrentes mais ágeis, a menos que consigam melhorar seus serviços digitais e oferecer experiências mais personalizadas – totalmente integradas em todos os canais. As empresas precisarão priorizar mídias sociais, canais móveis e on-line para engajar seus clientes, conforme apontado pelo WIR, que revelou que mais de 50% dos clientes da Geração Y os classificaram como importantes na maioria das regiões.

Seguradoras são deficientes em várias áreas essenciais que podem melhorar a experiência dos clientes

O WIR revelou que as seguradoras deixam a desejar em sete competências essenciais, que podem ajudar a melhorar a experiência dos clientes e capitalizar com oportunidades apresentadas pelas tecnologias disruptivas que surgiram no mercado. As pontuações mais baixas das seguradoras se referem à sua capacidade de estar regularmente conectadas e engajadas com os clientes, além da visão holística de seus dados e histórico de atendimento.

O relatório revelou que a maioria das seguradoras se conectam com seus clientes apenas em um nível muito básico. Elas oferecem serviços por meio de uma ampla variedade de canais, mas a experiência nestes canais é offline. Da mesma forma, a maioria das corporações não mantém um relacionamento com a regularidade necessária, nem personaliza conteúdos para diferentes segmentos. Os agentes de seguros também têm dificuldades para obter uma visão completa do histórico de interações com seus consumidores. Grande parte delas coleta e armazena os dados dos clientes, mas muitas não estão conseguindo tirar proveito das análises para identificar os diferentes comportamentos e preferências, obtendo uma visão abrangente e em tempo real dos usuários.

Abordagem centrada é essencial para o sucesso

Para reverter a baixa avaliação recebida, as seguradoras devem ir além das tentativas iniciais de criar uma abordagem centrada nos clientes, migrando para um engajamento mais eficaz que combine as experiências vividas nos campos tradicionais e digitais. As companhias precisam se desenvolver digitalmente para acompanhar as crescentes exigências do seu público. Mas isso não pode prejudicar o seu relacionamento com seus corretores pois, como o WIR revelou, são justamente eles que geram o maior número de experiências positivas para os consumidores, representando quase 10% a mais do que no ambiente digital. Esta diferença sugere que os serviços digitais atuais fornecidos pelas empresas de seguros estão causando a deterioração dos níveis globais da experiência dos clientes. Não basta apenas aprimorar seus canais para atender melhor seus clientes; elas precisam garantir que eles funcionem de maneira integrada em qualquer ponto de contato com o cliente. “É necessário fazer investimentos regulares em todos os tipos de canais, pelo menos em um futuro próximo”, diz Jean Lassignardie.

O relatório mostrou que os consumidores brasileiros interagem com a sua seguradora por meio de mídias sociais e canais móveis com uma frequência maior do que a média global. 38% dos clientes entre 18 e 34 anos disseram ter este contato semanalmente via internet (enquanto, globalmente, este número é de 25%), 31% por meio de dispositivos móveis (contra a média global de 20%) e 25% pelas mídias sociais (18% mundialmente). Este engajamento pode significar um diferencial competitivo para as empresas que estão investindo neste tipo de interação aqui no Brasil.

Aprimorar a experiência se torna essencial à medida que as mudanças do setor de seguros se concretizam

É importante que as seguradoras ajam imediatamente para aprimorar as experiências dos clientes, pois o setor enfrenta uma maré de mudanças que podem desafiar e abalar as empresas que não estiverem preparadas. Estima-se que as análises de dados (big data analytics) causarão o maior impacto no setor, tendo em vista que 78% dos executivos² afirmam que essa é a principal força disruptiva, seguida das variações regulatórias (46%) e incertezas econômicas (42%). Também foram mencionados: mudanças demográficas (35%), condições ambientais extremas (15%), novos concorrentes de outros setores, como a Google e Amazon (22%) e novas tecnologias, como Internet das Coisas e telemática (21%).

“Se considerarmos apenas as margens de lucro, pensaremos que tudo vai bem para as seguradoras”, diz o secretário geral da Efma, Patrick Desmarès. “Mas a deterioração das avaliações positivas das experiências dos clientes mostra claramente que as seguradoras estão deixando de atender as necessidades do mercado. Isso é preocupante, principalmente considerando a forte ligação entre experiência positiva com lealdade dos assegurados e lucratividade, além dos impactos causados pelos disruptores do mercado

Indicador que mede confiança recua de novo

quedaFonte: Fenacor

O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor), teve queda no mês de junho, fechando em 71,6%. Após dois meses de aumento, houve uma variação negativa de 4,4%.

O ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil. Esse indicador é o resultado de três variáveis: Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (Ices), Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras (Icer) e Índice de Confiança das Grandes Corretoras (ICGC).

No semestre, na comparação entre dezembro de 2014 e junho de 2015, o índice teve variação de -13,7%. Em dezembro, a pesquisa entre as empresas mostrou um percentual de 82,9%. Todos os indicadores componentes do cálculo tiveram queda, no mesmo período. O ICGC (índice das grandes corretoras) marcou variação de -18,4%, a maior queda percentual.

Cada índice da tabela acima reflete a visão de três segmentos do setor de seguros: seguradoras (Ices), resseguradoras (Icer) e corretoras (ICGC). O índice é calculado de 0 a 200, em pesquisa com 100 companhias do setor.

Segundo o economista e consultor da Fenacor, Francisco Galiza, a queda de 13,7 pontos percentuais no ICSS no semestre é um reflexo da instabilidade econômica do período no Brasil. A situação da economia continua difícil. “É um momento de cautela e observação. No cenário macro, para o segundo semestre, tudo dependerá de questões como controle da inflação e volta do crescimento. E, para o setor de seguros, de observar também novas oportunidades”, analisa.

Um exemplo, segundo Galiza, do cenário atual de mudanças é o setor de automóveis, responsável por 45,9% dos novos contratos de seguros e que manteve queda nas vendas. “Para 2015, a estimativa atual é um decréscimo de 20% na venda de veículos zero. Este resultado impactará o setor de seguros, mas é possível termos bons resultados se houver uma compensação com venda de outros produtos”, explica.

No mês de junho, em relação ao crescimento da economia, 84% das resseguradoras acreditavam num segundo semestre pior ou muito pior que o primeiro. Entre as seguradoras, o índice registrou 82%, sendo que nenhuma empresa do segmento acredita em melhora.

Focando em rentabilidade, a pesquisa mostra boas expectativas para as seguradoras: 60% delas esperam um segundo semestre um pouco melhor. O mesmo ocorre para 54% resseguradoras. Isto se explica porque estes dois tipos de empresas possuem suas reservas em aplicações, que rendem juros, o que permite certa compensação, mesmo havendo queda com a receita. O mesmo não acontece com as corretoras, que lucram apenas sobre as vendas: ou seja, 57% esperam piora.

Entre seguradoras e resseguradoras, a maior expectativa quanto ao faturamento é a de manutenção, mas com leve tendência de baixa. Em seguradoras, 56% das empresas esperam continuidade e 9% alguma melhora.

Presidente da FenaPrevi avalia tendências do mercado durante 3º Encontro do CSP-MG

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A indústria de seguros tem fôlego para continuar crescendo mesmo diante das adversidades do atual cenário econômico. A afirmação foi feita pelo presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento, durante o 3º Encontro do Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), realizado na última terça-feira, 7 de julho, em Belo Horizonte.

Nascimento foi convidado pelo presidente da entidade, João Paulo Moreira de Mello, para falar sobre o atual cenário do seguro de pessoas, as perspectivas do mercado e o papel que corretores e seguradoras tem que desempenhar neste momento. “As previsões para o setor não se alteraram mesmo porque já estávamos preparados para os possíveis impactos da crise, pois sempre temos uma visão de longo prazo. Claro que vivemos um cenário atípico. É preciso que fiquemos atentos para os efeitos que ele venha a trazer para o mercado”, alertou o executivo, dirigindo-se à plateia que lotou o auditório para assistir a palestra.

Entre as estratégias da FenaPrevi para fomentar o mercado, estão o investimento em educação financeira e securitária a fim de conscientizar o cidadão, a qualificação do corretor por meio do processo de certificação, obtendo assim a melhoria dos canais de distribuição, o desenvolvimento de novos produtos que atendam às necessidades dos consumidores. Como exemplo, estão o VGBL Saúde e do Universal Life, muito consumido nos EUA e países europeus. Esse produto permite a capitalização de parte do prêmio do seguro.

“Uma das nossas preocupações é com a formação e a capacitação dos corretores e forças de vendas. É preciso que todos estejam atentos para identificar o perfil de risco do cliente e o momento de vida daquele cidadão a fim de oferecer o produto mais adequado. O uso de meios eletrônicos é essencial nesse processo porque o torna mais eficiente e ágil para o cliente”, ressaltou. “O corretor que seguir esses passos com certeza será mais bem-sucedido no mercado”, arrematou Nascimento.

Durante a palestra, o presidente da FenaPrevi também fez uma análise detalhada do cenário econômico nacional e internacional nos últimos anos. Ele mostrou como os modelos de desenvolvimento adotados pelos governos impactaram os países, principalmente os emergentes.
Nesse aspecto, o executivo questiona o sistema implantado no Brasil em contraponto ao modelo chinês. O presidente da FenaPrevi lembra que o governo chinês canalizou seus investimentos para a área de infraestrutura e fomento da indústria, já o Brasil optou pelo estímulo ao consumo, incentivando o crédito. “Essa estratégia não se mostrou assertiva, já que o resultado é o que vemos hoje. Baixo crescimento do PIB, volta da inflação, perda de poder de compra dos salários e aumento da dívida pública, citando alguns”.

Depois da palestra, formou-se uma mesa-redonda coordenada pelo vice-presidente do CSP-MG, Mauricio Tadeu Morais. No debate, além de João Paulo Mello e Osvaldo do Nascimento, também participaram os executivos Gustavo Germano e Luiz Carlos Gomes, representantes das instituições beneméritas do clube, Maria Filomena Branquinho, presidente do Sincor-MG, e Marcelo Braz, representando o Sindseg MG/GO/MT/DF. Nascimento respondeu a uma série de perguntas feitas tanto pelos integrantes da mesa como pelo público.

O encerramento do evento foi feito pelo presidente do clube, João Paulo Mello, que parabenizou o presidente da FenaPrevi pelo pronunciamento e agradeceu o apoio das beneméritas na realização do evento. “O papel do CSP-MG é fomentar discussões a respeito do desenvolvimento do mercado como vimos hoje, além de investir na capacitação dos agentes do mercado, como corretores e seguradores”, finalizou.

Seguro do bem: Caixa Seguradora doa salvados para famílias carentes de Macaé

macaeA Caixa Seguradora doou milhares de roupas, bolsas, cobertores e outros itens infantis para uma ONG de Macaé, no Rio de Janeiro. O material foi recuperado depois que uma grande loja de confecções para crianças da cidade sofreu um incêndio no fim de junho.

Felizmente, o incêndio não teve vítimas e a loja tinha um seguro da Caixa Seguradora, que indenizou o estabelecimento e ficou com todos as mercadorias resgatadas, chamadas de “salvados”. Depois de fazer a vistoria do local, a Companhia decidiu doar os itens em bom estado para uma instituição que atendesse a crianças e adolescentes. Foi escolhida a ONG Casa do Abraço.

A doação vai fazer a alegria de centenas de crianças. Foram usados um caminhão-baú e três carros de passeio no transporte do material doado. “Para nós foi uma imensa satisfação e alegria”, diz o coordenador geral da ONG, Jeferson Marcos.

A maior parte das roupas foi distribuída para as famílias carentes da comunidade atendida pela ONG e o restante será vendido em um bazar para arrecadar fundos para a instituição.

Novo estudo do Lloyd’s destaca implicações de longo alcance dos ataques cibernéticos

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O Lloyd’s e o Centro de Estudos de Risco da Universidade de Cambridge estão lançando hoje um novo relatório, Business Blackout. Esse relatório em conjunto é o primeiro a examinar as implicações de um grande ataque cibernético para os seguros, usando a rede elétrica dos Estados Unidos como exemplo.

Este relatório apresenta um cenário onde hackers derrubam partes da rede elétrica dos EUA deixando 15 estados americanos, incluindo Washington DC, no escuro e 93 milhões de pessoas sem energia. Especialistas preveem que tal cenário resultaria num aumento nas taxas de mortalidade já que sistemas de saúde e segurança falhariam, o comércio sofreria, pois os portos não poderiam operar, haveria interrupção no fornecimento de água uma vez que as bombas elétricas não funcionariam e caos nas redes de transportes, devido ao colapso da infraestrutura.

O impacto total na economia americana está estimado em $ 243 bilhões, aumentando para mais de $1 trilhão na hipótese mais extrema do cenário. Esta simulação de ataque cibernético mostra o amplo leque de sinistros que poderiam ser desencadeados pela interrupção na rede elétrica americana, com um valor total em sinistros pagos pela indústria de seguros estimado em $ 21,4 bilhões, podendo aumentar até $71,1 bilhões na versão mais extrema do cenário.

Falando sobre o novo relatório, Tom Bolt, diretor de gerenciamento de performance do Lloyd’s, disse: “Este cenário mostra o enorme impacto e estrago que poderia resultar de um grande ataque cibernético nos EUA. A realidade é que o mundo moderno, digital e interconectado cria condições para danos significativos, e sabemos que existem pessoas mal-intencionadas com habilidades e interesses em causar danos.”

“Como seguradores, precisamos pensar nestes tipos de riscos complexos e interconectados e nos certificar de que fornecemos seguros inovadores e completos contra riscos cibernéticos, de modo a proteger empresas e governos. Este tipo de seguro tem potencial para ser uma ferramenta valiosa para melhorar o gerenciamento e a resiliência contra riscos cibernéticos.” “Governos também tem um papel a cumprir. Precisamos que eles ajudem a compartilhar dados, para que possamos avaliar precisamente os riscos e proteger as empresas.”

Santander recomenda compra para seguradoras e espera alta de 25%

Fonte: Infomoney

A equipe de análise da Santander Corretora divulgou relatório em que comenta o setor de seguros no Brasil. Os analistas da instituição financeira decidiram recomendar compra para os papéis da Sul América (SULA11) e BB Seguridade (BBSE3) e manutenção para a Porto Seguro (PSSA3).

Em relação à Sul América, a corretora comenta que, apesar da habitual sazonalidade fraca no segundo trimestre, os dados da Susep (órgão regulador de seguros) mostram uma melhoria sólida para a empresa no seguro automotivo, com crescimento dos prêmios acima do setor e expectativa de índice de sinistralidade em baixos níveis.

A tendência favorável no segmento automotivo, combinada com a receita da companhia, deve ajuda-la a registrar um lucro líquido razoável, na visão dos analistas. Eles estimam um preço-alvo de R$ 17,00 por ação para o papel – o que totaliza um potencial de valorização de 12,21% em relação ao fechamento do dia 7 de julho de 2015.

SulAmérica transfere carteira de seguro habitacional para a Pan Seguros

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A Sul América S.A. (BM&FBOVESPA: SULA11) (“SulAmérica”) vem a público informar que sua controlada indireta Sul América Companhia Nacional de Seguros (“SALIC”) celebrou nesta data com a Pan Seguros S.A. contrato visando a cessão e transferência de parte da sua carteira de Seguro Habitacional em Apólices de Mercado (“SH/AM”), constituída pela apólice coletiva de SH/AM contratada pela Caixa Econômica Federal (“CEF”), na qualidade de estipulante (“Apólice CEF”).

A operação ora comunicada foi negociada pelo preço de R$ 60 milhões, sujeito a determinados ajustes futuros conforme as condições estipuladas no contrato de cessão. Os prêmios emitidos em 2014 na Apólice CEF foram de R$83 milhões.

O Seguro Habitacional tem por objetivo cobrir, de acordo com os termos da Apólice e da regulamentação aplicável, danos físicos ao imóvel adquirido, construído ou reformado por meio de financiamento imobiliário, bem como, em casos de morte ou invalidez permanente do segurado, a quitação junto ao agente financeiro, do saldo devedor da dívida relativa ao referido financiamento.

A operação está alinhada com os objetivos estratégicos da SulAmérica e os recursos líquidos que vierem a ser obtidos quando de seu fechamento contribuirão para suportar o crescimento orgânico da Companhia nos demais segmentos em que atua. A SulAmérica continuará operando normalmente as demais apólices que emitiu no ramo SH/AM.

A efetivação da transferência ora informada está condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes previstas no contrato, incluindo a aprovação prévia da Superintendência de Seguros Privados de acordo com a regulamentação aplicável.

Rio de Janeiro, 8 de julho de 2015.

Arthur Farme d’Amoed Neto

Diretor de Relações com Investidores

Seguradora Líder-DPVAT paga 186 mil indenizações no primeiro trimestre de 2015

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De janeiro a março de 2015, foram pagas 186.029 indenizações do Seguro DPVAT em todo o Brasil, o que corresponde a um aumento de 15% na comparação com o mesmo período do ano anterior, aponta o Boletim Estatístico da Seguradora Líder-DPVAT. Nos últimos anos, o número de pedidos de indenização por Morte vem diminuindo: queda de 5% no comparativo com o primeiro trimestre de 2014, mas a quantidade de indenização por Invalidez Permanente aumentou em 20%, principalmente, em relação aos acidentes com motos. Do total de indenizações, 6% (11.760) são referentes a indenizações pagas por Morte e 15% (28.279) por reembolso de despesas médicas (DAMS).

Mais de 145 mil pessoas receberam indenização por Invalidez Permanente no primeiro trimestre de 2015. Em 2014, foram 121,7 mil. Os acidentes com motos corresponderam a 80% das indenizações dessa cobertura, confirmando uma tendência já verificada em levantamentos anteriores.

As estatísticas da Seguradora Líder-DPVAT mostram, ainda, que os homens continuam sendo a maioria esmagadora das vítimas de trânsito: 75% do total dos acidentados segurados. Quando analisado o tipo de vítima, verifica-se que 64% (119.747) são motoristas, 19% (34.575) passageiros e 17% (31.707) pedestres.

A faixa etária mais atingida no período foi a de 18 a 34 anos, representando 52% do total das indenizações pagas, o que corresponde a 96.639 indenizações. Em seguida, vem a faixa etária de 35 a 64 anos, representando 38% das indenizações (71 mil). A faixa de 0 a 17 anos equivale a 6% (11.139), enquanto a faixa de 65 anos ou mais, 4% (7.011) das indenizações pagas no período analisado.

Como solicitar o Seguro DPVAT

Criado em 1974, o Seguro DPVAT, administrado pela Seguradora Líder-DPVAT, indeniza todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sem necessidade de apuração da culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre, e o prazo para solicitação da indenização é de até 3 anos a contar da data do acidente, para os casos de Morte ou reembolso de despesas médicas (DAMS), e no caso da Invalidez Permanente este prazo tem início na data da ciência da invalidez pela vítima.

A vítima ou os herdeiros legais não precisam contratar nenhum tipo de atravessador. Solicitar o Seguro DPVAT é gratuito e existem pontos oficiais, como as agências dos Correios. A própria vítima ou beneficiário pode ir a um ponto oficial de atendimento em posse da documentação completa para dar entrada no benefício. Com a documentação correta, a indenização é paga em até 30 dias.

São três tipos de coberturas para o Seguro DPVAT: Morte (R$13.500); Invalidez Permanente (até R$13.500, variando conforme gravidade da lesão) e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares – DAMS (até R$2.700, de acordo com despesas efetivadas e comprovadas).

Para saber qual é a documentação necessária, locais oficiais de atendimento ou informações sobre o andamento do pedido, a vítima pode ligar, gratuitamente, para o telefone 0800 022 12 04 ou pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br

Inscrições para o Selo ENEF terminam no dia 12 de julho

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Desde o dia 12 de maio, quando foram abertas as inscrições para o Selo ENEF, programa que reconhecerá iniciativas que contribuam para disseminar ações alinhadas à educação financeira e que estejam em consonância com os critérios estabelecidos pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), 48 instituições já se cadastraram para obter o reconhecimento do Selo e 34 projetos foram inscritos. No próximo domingo, dia 12 de julho, termina o prazo para cadastro das propostas que pode ser feito por meio do site www.vidaedinheiro.gov.br .

Membro do CONEF desde 2010, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdências Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) participa dessa mobilização multissetorial em torno de ações de educação financeira no Brasil, coordenando a execução e definindo planos, programas e ações da ENEF, ao lado de outras instituições. Para a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, é necessária uma mudança de comportamento para um consumo financeiro mais responsável da população. “A educação financeira é um instrumento fundamental para que consumidores e investidores possam desenvolver habilidades e segurança para se tornarem mais preparados a verificar oportunidades de mercado e ter consciência dos riscos assumidos”, avalia.

Para o Selo ENEF, as iniciativas de educação financeira poderão ser apresentadas por órgãos ou entidades, públicas ou privadas, de forma individual ou em conjunto. É importante ressaltar que uma iniciativa é um conjunto de ações coordenadas e continuadas que contribuem para o alcance dos objetivos da ENEF. O selo será concedido à iniciativa e não às ferramentas educacionais de forma isolada e terá a validade de quatro anos. O processo de concessão será realizado e revisto a cada dois anos.

Os interessados poderão inscrever iniciativas de educação financeira que tenham metodologia pedagógica de desenvolvimento adequada ao público beneficiário. De acordo com o regulamento, as iniciativas poderão envolver ações à distância ou presenciais, deverão ser gratuitas ao público-alvo e não terão objetivo de promoção comercial de produtos ou serviços. Podem ser abordados conteúdos como: cidadania, consumo responsável, orçamento pessoal e familiar, poupança e investimento, crédito, autonomia, prevenção, planejamento financeiro, empreendedorismo, defesa do consumidor/investidor, sistema financeiro nacional, educação fiscal e mudança da condição de vida.

A ENEF foi instituída pelo Decreto nº 7.397 como política de Estado permanente e tem como objetivo contribuir para o fortalecimento da cidadania ao fornecer e apoiar ações que ajudem a população a tomar decisões financeiras mais conscientes. A CNseg também apoia a Semana Nacional de Educação Financeira, promovida pela ENEF desde 2014.

O CONEF

O CONEF é formado por representantes das seguintes instituições: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

A AEF-Brasil

A AEF-BRASIL é uma associação sem fins lucrativos, criada por quatro entidades do mercado financeiro, a Anbima, a BM&FBOVESPA S.A, a CNseg e a FEBRABAN, com objetivo de auxiliar o governo na implantação da ENEF. Essas quatro entidades financiam todas as despesas administrativas da AEF-BRASIL, que tem convênio com o CONEF para desenvolver os projetos e ações previamente aprovados pelo órgão.

Marcos Couto vai para o conselho e Gibran Marona assume Tempo Assist

A Folha de S.Paulo informa que a Tempo Assist, que atende seguradoras e financeiras, tem um novo presidente-executivo. Gibran Marona assume o cargo no lugar de Marcos Aurélio Couto. O novo executivo atuou nos últimos cinco anos como vice-presidente da Tempo USS, braço do grupo. Couto passa a ser presidente do conselho de administração.