Seguridade participa com 29,2% do lucro do banco Bradesco no semestre

bradesco seg tri 2015O lucro líquido ajustado do 1o semestre de 2015 foi de R$ 8,7 bilhões, 20,6% acima do resultado de R$ 7,2 bilhões no mesmo período de 2014, correspondendo a R$ 3,35 por ação, e rentabilidade de 21,9% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado. Quanto à origem, o ganho é composto por R$ 6,2 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 70,8% do total, e por R$ 2,5 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total.

Segundo comunicado divulgado hoje pela manhã ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso, os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram o montante de R$ 30,7 bilhões no 1o semestre de 2015, evolução de 19,3% em relação ao mesmo período de 2014. As provisões técnicas alcançaram R$ 164,6 bilhões, apresentando uma evolução de 15,3% em relação ao saldo de junho de 2014.

No quadro, a evolução dos trimestres.

Abaixo o release distribuído no período da tarde:

O Grupo Bradesco Seguros, com atuação multilinha no mercado segurador brasileiro e presença em todas as regiões do país, fechou o primeiro semestre de 2015 com crescimento de 19,4% sobre igual período do ano anterior e faturamento de R$ 30,2 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Desde 2006, o Grupo Segurador registra crescimento médio anual acima de 14%.

O lucro líquido registrou evolução de 21,5%, superando os 13,5% apresentados no primeiro semestre de 2014, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 25,8%, acima dos 25% verificados em 2014, na mesma base de comparação.

Na comparação com a primeira metade de 2014, os segmentos de Vida e Previdência e Saúde apresentaram evolução de dois dígitos – 26,1% e 21,6%, respectivamente.

– Não obstante o bom desempenho alcançado, a Bradesco Seguros segue mobilizada, em busca da identificação e criação de soluções cada vez mais alinhadas às demandas do mercado, visando atender, plenamente, às necessidades atuais e futuras dos clientes – afirma o Presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, destacando o desenvolvimento de um novo sistema operacional – a Plataforma Integrada de Seguros -,que unificará todas as linhas de negócios do Grupo, possibilitando a obtenção de resultados ainda melhores em sua estratégia de atuaç ;ão.

De janeiro a junho de 2015, os ativos financeiros do Grupo Segurador cresceram 16%, totalizando R$ 179 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro.

O volume de provisões técnicas apresentou aumento de 15%, alcançando R$ 164,5 bilhões, contra R$ 142,7 bilhões no mesmo período de 2014.

No segmento de Previdência Privada, a evolução ultrapassou os 30%, refletindo a recuperação do setor iniciada em 2014.

Já no segmento de Saúde, o destaque foi a Carteira de Pequenas e Médias Empresas, que cresceu 37,7% em faturamento, aproximando-se de um milhão de vidas. Desde 2012, os prêmios desse segmento, que abrange de 3 a 199 vidas, vêm mantendo crescimento acima de 35%.

Cabe ressaltar ainda, a melhora, no semestre, do Índice de Eficiência Administrativa, que recuou de 4,3% para 4% – quanto menor o índice, melhor a performance –, refletindo, sobretudo, o benefício gerado com a racionalização de gastos.

– Todas essas realizações têm como base o grande diferencial da Bradesco Seguros, que é a solidez de uma marca tradicional e vitoriosa, como o Bradesco, lastreando uma seguradora especialista no que faz, e que está presente em todos os segmentos de negócios, e em todo o país – conclui Marco Antonio Rossi.

S&P rebaixa rating de seguradoras após mudar escala do Brasil para negativa

ratingDepois de alterar a perspectiva dos ratings da República Federativa do Brasil em moeda estrangeira e em moeda local na escala global de estável para negativa, a Standard & Poor’s (S&P) alterou a perspectiva das notas de seguradoras brasileiras para negativa. Segundo comunicado divulgado nesta terça-feira, a agência alterou a perspectiva dos ratings atribuídos na escala global à Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS), à Sul América Companhia Nacional de Seguros e à Sul América para negativa. Também reafirmou os ratings na escala global dessas entidades.

A S&P também mudou a perspectiva dos ratings na Escala Nacional Brasil da Sul América Companhia Nacional de Seguros e da Bradesco Seguros de estável para negativa e reafirmamos seus ratings. Reafirmou os ratings na Escala Nacional Brasil da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS) e a perspectiva permanece estável, segundo comunicado ao qual teve acesso o blog Sonho Seguro.

Foram rebaixados os ratings na Escala Nacional Brasil da Sul América S.A., de ‘brAA’ para ‘brAA-‘. A perspectiva é negativa. “Também rebaixamos o rating atribuído à dívida senior unsecured da seguradora, de ‘brAA’ para ‘brAA-’”, informa o comunicado. A perspectiva negativa em ambas as escalas da SulAmérica reflete a restrição vinda dos ratings soberanos porque o negócio de seguros da empresa e seu portfólio de investimentos são altamente expostos ao risco soberano brasileiro.

A perspectiva negativa dos ratings na escala global da AGCS Re Brasil e dos ratings na escala global e escala nacional da SulAmérica e da SASA reflete o fato de que existe uma possibilidade maior do que uma em três de rebaixarmos os ratings na escala global dessas entidades nos próximos dois anos, espelhando uma ação similar no soberano.

A perspectiva negativa na escala nacional da Bradesco Seguros espelha aquela de seu controlador; um rebaixamento nos ratings na escala nacional do Bradesco resultaria em ação similar nos de sua subsidiária de seguros.

A perspectiva estável do rating na escala nacional da AGCS Re Brasil reflete as restrições dos ratings na escala global, os quais são limitados pelo rating em moeda local do soberano, o qual é acima do rating em moeda estrangeira. Para rebaixarmos os ratings na escala nacional da AGCS Re Brasil, teríamos primeiro de rebaixar o rating em moeda local do soberano em dois ou mais degraus, o que é altamente improvável.

Copom eleva Selic a 14,25%, o que beneficia resultado financeiro de seguradoras

mercadoO Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 14,25% ao ano, sem vies. Essa é a sexta alta consecutiva da Selic e o maior patamar desde outubro de 2006. A decisão foi tomada por todos os membros do Copom. Segundo o comunicado, “o Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no final de 2016. Em doze meses, a inflação já está no dobro da meta.

Obviamente a taxa de juros elevada atrapalha o desempenho da economia e por isso não é comemorada pelos empresários, uma vez que reduz o poder de compra do consumidor entre outras implicações negativas para o crescimento do país. No entanto, avalia o blog Sonho Seguro, o mercado segurador se beneficia, uma vez que 90% das suas provisões técnicas estão aplicadas em títulos do governo. Dados da consultoria Siscorp calculam reservas de R$ 586 bilhões, considerando-se seguros, previdência, capitalização e saúde complementar. Com isso, o resultado financeiro das seguradoras cresce a cada elevação determinada pelo Copom.

Com esse novo aumento, a taxa de juros reais, que desconta dos juros nominais a inflação dos últimos 12 meses, está agora em 4,92%. É a maior do mundo, de acordo com um ranking com 40 países formulado pela Infinity Asset Manegement e o site MoneYou. Em seguida vem China (3,40%), Filipinas (2,77%) e Tailândia (2,60%). Em último estão Rússia (-3,30%), Argentina (-11,15%) e Venezuela (-28,97%), segundo divulgou o portal Exame.

Chubb anuncia promoção de novo Superintendente Regional Comercial

Rodrigo_PecoraroRelease

Rodrigo Pecoraro foi promovido a Superintendente Regional Comercial da Chubb Seguros e será responsável por desenvolver e expandir os negócios e oportunidades no Estado de São Paulo, envolvendo Capital e Interior, que hoje corresponde a 61% do volume de produção da Chubb no Brasil. Formado em Administração de Empresas, com MBA em Finanças pela FGV, o executivo está na Chubb desde 2011 e possui mais de 14 anos de experiência no mercado segurador.

Rodrigo Pecoraro, que ocupava o cargo de Gerente Comercial de Ramos Elementares no Brasil, terá como principal meta promover a expansão geográfica da companhia no Interior do Estado. “Tanto a Capital como o Interior apresentam grande potencial e possuem muitas oportunidades a serem exploradas. Por isso, encaro este novo desafio com as melhores expectativas possíveis”, declara.

Qual o impacto no setor de seguros se o Brasil perder o grau de investimento?

sustentabilidasdeOs impactos em seguros são significativos. Para definir o rating, as agências levam em consideração a situação econômica. No caso do Brasil, que vive uma crise e tanto gerada, em boa parte, pelos escândalos de corrupção, o selo de bom pagador pode ser retirado, uma vez que a previsão do PIB é negativa, a inflação está muito acima da meta considerando-se os últimos 12 meses, desemprego em alta, investimento em baixa, gastos excessivos do governo e meta de superávit primário, o dinheiro que deve ser separado para pagar os juros da dívida, reduzida na semana passada e com pouca chance de avançar diante de todo o cenário macroeconômico.

Caso o Brasil perca o grau de investimento, inclusive, os três IPOs previstos pelo governo para arrecadar recursos, entre eles IRB Brasil RE e Caixa Seguraridade, ficam comprometidos, uma vez que o Tesouro é acionista das duas empresas. Fora esse impacto no setor, que tem sido a bola da vez no mundo em razão de ser o responsável por três emissões de ações na bolsa brasileira, há outros problemas.

Em um recente estudo sobre o mercado segurador brasileiro que o blog Sonho Seguro teve acesso, a Moody’s afirmou que a concentração dos investimentos em títulos soberanos brasileiros pode restringir a qualidade dos ativos e diversificação do perfil global das seguradoras. Esses títulos, que estão atualmente classificados com Baa2 (negativo), são responsáveis por aproximadamente 90% do total investido da indústria de seguros.

Como resultado, qualquer alteração no rating soberano teria um impacto direto nos fundamentos de crédito das seguradoras brasileiras, através de medidas como a qualidade dos ativos, adequação de capital ajustado ao risco e flexibilidade financeira. Uma mudança no perfil de crédito soberano do Brasil também pode afetar a avaliação do ambiente operacional do país, incluindo o ponto de vista do risco sistémico, força econômica, força institucional e suscetibilidade ao risco de evento, informa a Moody’s em relatório confidencial enviado a alguns investidores.

Para quem não sabe, grau de investimento é uma espécie de selo de bom pagador, que dá segurança ao investidor disposto a fazer uma aposta no país. Apesar da crise de 2008, que trouxe uma certa descredibilidade para as agências de rating, os investidores institucionais, como fundos de pensão internacionais, seguradoras e fundos de investimentos seguem as recomendações das agências de classificação de risco para nortear seus investimentos. Algumas resseguradoras e seguradoras estrangeiras também tem em seu compliance interno só fazer negócios com companhias que tenham determinado rating.

Para complicar, clientes das seguradoras que dependem de crédito vão ser obrigadas a pagar juros maiores. As pessoas comuns também serão afetadas, pois os juros aumentam. Assim, os investidores vão procurar investimentos mais seguros, como em países como Estados Unidos. Com a saída de recursos do Brasil, a cotação do dólar tende a subir, o que já esta acontecendo, alimentando ainda mais a alta da inflação. Inflação alta, custo elevado e demanda de consumo reprimida, o temor é de que os poucos investimentos no calendário sejam suspenso e, com isso, mais cortes de empregos para que as empresas equilibrem seus custos.

Uma situação que ninguém deseja, mas que está nas mãos de políticos que tentam se manter no cargo a qualquer custo. Mesmo que o custo seja esse. Infelizmente. Mas há esperança de que tudo mude. Afinal, o Brasil é um país que surpreende a todos. Vamos torcer que agora nos surpreenda com boas decisões.

Mapfre cresce 3,4% no Brasil e registra receita de R$ 9,3 bilhões

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

Release

wilsontonetomapfreA Mapfre obteve no Brasil no primeiro semestre de 2015 um resultado antes de impostos de R$ 1,5 bilhão (443 milhões de euros), o que representa aumento de 41% em moeda local e 32% em euros. O volume de prêmios foi de R$ 8,1 bilhões (2,5 bilhão de euros), uma redução de 1,2% em relação ao ano anterior. A diminuição se deve, entre outras razões, pela retração do seguro rural. O Brasil mantém posição de segundo país com maior volume de receitas no grupo.

Para o CEO Regional do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “mesmo em um ambiente econômico local complexo conseguimos incrementar nossos resultados fundamentalmente em razão da boa performance do resultado financeiro, contenção de gastos administrativos e manutenção das margens da maior parte dos negócios subscritos. Acreditamos que nos próximos meses retomaremos a trajetória de evolução e teremos rentabilidade acima do mercado, mantendo a perspectiva de crescimento dos resultados em relação ao ano anterior.”

Na América Latina, a Mapfre contabilizou prêmios de 5 bilhões de euros no primeiro semestre, 4,4% a mais que no mesmo período do ano anterior, e o lucro antes dos impostos 22,3% maior. A América Latina já aporta 38,5% dos prêmios e 40,5% dos lucros antes de impostos da MAPFRE no mundo.

A Regional América Latina Sul (Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) registrou diminuição de volume de prêmios de 9,2%, chegando a 1,3 bilhões de euros, com destaque para o crescimento do Peru, com um aumento de 44%, e do Chile, com um aumento de 25%. O lucro antes de impostos desta região reduziu 1,5%, registrando 87 milhões de euros. Os prêmios provenientes da América Latina Sul representam 10% do total de receitas da MAPFRE no mundo.

Já a Regional América Latina Norte (Costa Rica, El Salvador, Guatemala Honduras, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana), que representa 9,1% do total das receitas do Grupo, cresceu 82,6%, chegando a 1,2 bilhões de euros. Destaque para a evolução do México, com um crescimento de 105%. O lucro antes de impostos dessa região cresceu 6%, e acumulou 46 milhões de euros.

Cifras Globais

A receita da Mapfre entre janeiro e junho de 2015 atingiu 14,5 bilhões de euros, representando um aumento de 5,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios aumentaram 3,3%, chegando a 12,2 bilhões de euros. Durante o primeiro semestre de este ano, o destaque foi o crescimento dos seguros não vida na maioria dos mercados estratégicos (España, Estados Unidos, Turquia y México) e do resseguro. Além disso, desde junho deste ano foram consolidadas as contas da operação de linhas diretas na Itália e Alemanha, que aporta mais de 58 milhões de euros em prêmios.

No mundo, o lucro antes de impostos da MAPFRE chegou a 814 milhões de euros, enquanto o lucro líquido ficou em 316 milhões de euros, o que representa uma queda de 31%, afetado, entre outros motivos, pela sinistralidade excepcionalmente alta nos Estados Unidos e pelo aumento de taxa impositiva em alguns países, como Brasil e Colômbia.

“Estes fatores extraordinários registrados no primeiro semestre não influem sobre a nossa capacidade de geração de negócios rentáveis. No segundo semestre haverá uma grande melhoria e temos certeza de que os resultados obtidos no ano passado serão superados. Além da evolução dos negócios, temos ainda os importantíssimos ganhos de capital gerados pela venda do CatalunyaCaixa”, ressaltou o Presidente de MAPFRE, Antonio Huertas.

Ratings

A Standard & Poor’s corrigiu a classificação “BBB+” da Mapfre e das suas filiais Mapfre RE e Mapfre Global Risks para “A”. A Moodys subiu igualmente a classificação da MAPFRE GLOBAL RISKS e da MAPFRE ASISTENCIA de “Baa1” para “A3”, com perspectiva positiva. A A.M. Best manteve a perspectiva de diversas filiais do Grupo como “estável” e a qualificação de estabilidade financeira em “A”.

O Conselho de Administração da Mapfre aprovou a nomeação da brasileira Maria Letícia de Freitas Costa como Conselheira independente. A nova Conselheira tem longa experiência no âmbito de consultoria estratégica internacional e no mundo financeiro e empresarial, além de grande conhecimento da realidade social e econômica do Brasil. Esta nomeação reforça a continuidade e fortalecimento da diversificação geográfica e profissional do Conselho de Administração da MAPFRE.

Programa Conexão da Liberty Seguros traz Bernardinho para conversar com corretores

liberty logoRelease

O Programa Conexão, da Liberty Seguros, iniciativa para reforçar o relacionamento da empresa com corretores, lança neste mês mais uma ação do pilar Conectados para Encantar, o Conexão com Bernardinho. O primeiro evento, que acontecerá na sexta-feira, 31 julho, em São Paulo, trará a palestra com o técnico da seleção brasileira de vôlei masculino e embaixador da seguradora no Brasil. Além da palestra, os corretores convidados participarão de uma sessão de fotos, ação interativa com Bernardinho e coquetel.

Neste ano acontecerão mais cinco edições do Conexão com Bernardinho, uma em cada regional comercial em que a companhia atua (Sul, Interior de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas/Centro Oeste e Nordeste).

O Programa Conexão é formado por quatro pilares: Conectados para Comunicar, Conectados para Treinar, Conectados para Incentivar e Conectados para Encantar. Como parte desse último pilar, a Liberty Seguros reúne ações para o fortalecimento da parceria, como oportunidades de enriquecimento profissional e de superar expectativas.

“Mais do que estar sempre em contato, nosso objetivo é encantar os corretores, proporcionando experiências únicas e inesquecíveis”, diz Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros.

Tokio Marine apresenta novo cotador de seguros de automóveis

tokio marineRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, apresenta o Cotador Tokio Auto (CTA). A ferramenta possibilita uma nova forma de cotar os seguros Auto, Auto Clássico, Caminhão e Utilitário Carga com rapidez e confiabilidade.

O cotador foi desenvolvido com base nas opiniões dos Corretores que comercializam os produtos da seguradora. O projeto-piloto foi colocado à disposição dos profissionais para comentários e sugestões de melhoria no mês de fevereiro e recebeu sugestões de aperfeiçoamento e diversos retornos positivos. Após os ajustes, o CTA está disponível desde junho no Portal Nosso Corretor e pode ser acessado também em smartphones e tablets.

“Mesmo com o expressivo desempenho registrado na carteira de automóvel nos últimos três anos, a Tokio Marine continua investindo para ser uma referência no mercado e o lançamento do CTA faz parte dessa estratégia. Queremos manter o patamar de crescimento, sustentados pelos pilares de qualidade e compromisso do time de Colaboradores, qualidade dos produtos e qualidade na entrega dos serviços aos Parceiros de Negócios e Clientes”, afirma o Diretor-Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman. Segundo os últimos dados oficiais divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), de janeiro a maio de 2015 a Seguradora cresceu 28,5% em Seguro Automóvel em comparação ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado registrou um aumento de apenas 4,9%.

Por ser mais moderno, o CTA possibilita que melhorias, ajustes e a implantação de novas condições, coberturas e serviços ocorram com mais agilidade e sejam informadas em tempo real aos Corretores.

Simultaneamente ao lançamento do cotador, a Companhia traz ao mercado novidades com foco nos produtos Auto e Auto Clássico, como a cobertura que permite dobrar o prazo de garantia para indenização dos veículos 0km. Enquanto a prática do mercado é assegurar a indenização de veículos por perda total com valor de carro novo em até 90 dias, a Tokio Marine agora oferece a opção para estender os prazos de 180 dias para 1 ano no Tokio Marine Auto, e de 90 dias para 180 no Tokio Marine Auto Clássico. “Essa é uma grande vantagem, principalmente para os Corretores que trabalham em concessionárias”, avalia Goldman.

No serviço de Vidros, os planos foram segmentados, ampliando as opções de ofertas para os clientes. A Companhia manteve os serviços já existentes no Plano Básico (para-brisas, vidros laterais e traseiro) e reposicionou o Plano Completo (Básico + retrovisores, faróis e lanternas), tornando-o similar ao padrão de mercado. Em paralelo, a Tokio Marine criou o Plano VIP (Completo + Reparos de para-choques + Reparos de arranhões), que passa a ser um dos mais diferenciados do mercado.

A seguradora também passou a oferecer um desconto promocional no CTA, a Super Oferta. A dedução é oferecida em algumas oportunidades diretamente no sistema por tempo limitado. De acordo com Goldman, a concessão de desconto real time tem como principal objetivo atrair os Parceiros de Negócios a cotar ainda mais os seguros da Tokio Marine. “Com o novo sistema de cálculo e estas melhorias nas coberturas e serviços, temos confiança de que continuaremos nossa trajetória de sucesso na comercialização de seguros de Automóvel”, finaliza o executivo.

Generali adquire empresa líder mundial em tecnologia de automóvel

generaliRelease

O Grupo Generali adquiriu 100% do controle da MyDrive Solutions, uma start-up inglesa líder no uso de ferramentas de análise de dados e de perfil de estilos de condução. Esta operação permitirá à seguradora ofertar produtos sob medida para os clientes e com preços mais adequados aos motoristas de menor risco.

Em linha com a estratégia anunciada em maio no Investor´s Day, a aquisição da MyDrive possibilitará a criação de uma nova área especializada em soluções telemáticas para servir todos os segmentos e unidades de negócios da seguradora, permitindo ao Grupo obter excelência na análise de dados. A transação permitirá à Generali melhorar a sua plataforma operacional e desenvolver produtos mais inteligentes, inovadores e adaptados às necessidades específicas dos clientes, que será o principal beneficiado pela conectividade e análise de dados.

“A aquisição da MyDrive é um passo importante na implementação da nova estratégia do Grupo Generali com foco no cliente e ampla utilização de novas tecnologias e ferramentas de análise de dados. A MyDrive é um centro de excelência para definir perfis comportamentais e estamos desenvolvendo diversos projetos na área da telemática onde pretendemos nos tornar a melhor opção de seguro para conectividade e inovação.” afirmou Valter Trevisani, Diretor de Seguros e Resseguros do Grupo Generali.

A MyDrive usa os dados dos clientes obtidos a partir de uma série de instrumentos tecnológicos, como os Black Boxes ou smartphones, para formular algoritmos de previsão e definir avaliações e pontuações sobre a conduta dos usuários, possibilitando ao cliente receber propostas mais adequadas ao seu perfil.

Zurich confirma que avalia uma oferta para comprar RSA

zurich_Logo_4c [Konvertiert]O grupo Zurich confirmou nesta manhã que está avaliando uma oferta potencial de RSA Insurance Group plc. O comunicado ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso, divulgado pela matriz, ressalta que a confirmação de avaliar a negociação não constitui uma firme intenção de fazer uma oferta e não pode haver nenhuma garantia de que qualquer oferta será feita.

O grupo RSA possui 17 milhões de clientes e está presente em mais de 140 países. Com mais de 300 anos de atuação no segmento, a Companhia apresenta iniciativas pioneiras, soluções de qualidade e excelência na prestação de serviços.

No Brasil, o grupo está há mais de 60 anos e atua com foco em seguros corporativos e de afinidades. No País, a RSA Seguros disponibiliza coberturas sob medida para Frota de Automóveis, Pequenas e Médias Empresas, Transportes e Afinidades, além de facilidade de processos, ferramentas de cotação e emissão na ponta, agilidade na resolução do sinistro, diferenciais em assistências e benefícios, e pacotes de cobertura diferenciados para diversos tipos de atividades. Para as PMEs, a RSA Seguros oferece soluções específicas e facilidade nos produtos Vida, Pequenas Frotas e Empresarial.