Votação popular vai eleger o vencedor do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana

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Está aberta até o dia 17 de novembro de 2015, a fase de votação popular do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana, iniciativa da Lynx Consultoria em parceria com a Liberty Seguros. Esta é a segunda edição da premiação. A votação está disponível no site www.premiosinallivre.com.br.

Neste ano, foram 59 projetos inscritos, um crescimento de 20% em relação a 2014. Cinco finalistas eleitos por uma comissão julgadora concorrem ao prêmio de R$ 10 mil. Pessoas físicas e jurídicas de todo o Brasil que promovam iniciativas engajadas na questão da mobilidade, com projeto em andamento ou implementados, puderam se inscrever.

Os finalistas são os projetos:

§ Bike Anjo: iniciativa que ensina as pessoas a pedalar, para que possam usar a bicicleta como meio de transporte, ou quem já pedala, a se comportar no trânsito urbano

§ BikeIT: plataforma web de cartografia colaborativa, que serve para avaliar a receptividade dos estabelecimentos (comerciais ou não) com pessoas que chegam de bicicleta

§ Projeto Multa Moral: distribui advertências com o intuito de conscientizar os motoristas que estacionam indevidamente em vagas para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida

§ Que Ônibus Passa Aqui?: projeto colaborativo de sinalização dos pontos de ônibus das cidades brasileiras, para auxiliar as pessoas que precisam de informação sobre as linhas que passam em determinado local

§ Zumpy – Caronas de Verdade: aplicativo de carona solidária, que tem o objetivo de reduzir o número de veículos nas ruas, conectando pessoas que fazem trajetos similares

A entrega do prêmio acontecerá no dia 25 de novembro, em São Paulo, e terá a presença dos cinco finalistas, além de um debate com especialistas em temas como inovação, urbanismo e mobilidade urbana.

“O crescimento do número de inscritos no Prêmio Sinal Livre demonstra o engajamento da sociedade em transformar os espaços urbanos”, diz Larissa Vecchi, Gerente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros. “A Liberty Seguros acredita nessa mudança e quer estimular as pessoas a pôr em prática ações que contribuam para uma mobilidade urbana cada vez mais eficiente”, finaliza.

O prêmio faz parte do Projeto Sinal Livre da Liberty Seguros, uma inciativa que tem como objetivo de educar, engajar e conscientizar a população sobre a necessidade de trazer mais segurança e tranquilidade no ir e vir das pessoas.

Seguradoras têm iniciativas de educação financeira aprovadas para a concessão do Selo ENEF

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No segmento de Seguros e Previdência, três empresas tiveram suas inciativas de educação financeira selecionadas e poderão utilizar o Selo ENEF, programa que reconhece projetos que contribuam para disseminar ações alinhadas à educação financeira e que estejam em consonância com os critérios estabelecidos pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), a partir do dia 1º de janeiro de 2016. São elas: a Allianz Seguros com a inciativa “My Finance Coach”; a Brasilprev Seguros e Previdência com “Projetos de Vida na Ponta do Lápis”; e a Mongeral Aegon com a “Semana de Educação Financeira Mongeral Aegon”. A listagem completa está disponível no portal www.vidaedinheiro.gov.br.

Membro do CONEF desde 2010, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdências Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) participa dessa mobilização multissetorial em torno de ações de educação financeira no Brasil, coordenando a execução e definindo planos, programas e ações da ENEF, ao lado de outras instituições. Para a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, é necessária uma mudança de comportamento para um consumo financeiro mais responsável da população. “A educação financeira é um instrumento fundamental para que consumidores e investidores possam desenvolver habilidades e segurança para se tornarem mais preparados a verificar oportunidades de mercado e ter consciência dos riscos assumidos”, avalia.

O CONEF

O CONEF é formado por representantes das seguintes instituições: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

A AEF-Brasil

A AEF-BRASIL é uma associação sem fins lucrativos, criada por quatro entidades do mercado financeiro, a Anbima, a BM&FBOVESPA S.A, a CNseg e a FEBRABAN, com objetivo de auxiliar o governo na implantação da ENEF. Essas quatro entidades financiam todas as despesas administrativas da AEF-BRASIL, que tem convênio com o CONEF para desenvolver os projetos e ações previamente aprovados pelo órgão.

Governo altera limite de investimento para empresas de seguros privados

Fonte: Folha – FÁBIO MONTEIRO, DE BRASÍLIA

O governo decidiu alterar os limites para aplicação de recursos dos entes regulados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). A nova norma, que atualiza as regras criadas em 2005, permite que empresas que atuam com previdência complementar, seguros, resseguros e capitalização possam realocar ativos em uma maior variedade de investimentos.

A decisão foi tomada em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional, convocada na noite de ontem. “A norma anterior [sobre esse mercado] era de 2005, então é natural que você depois de um tempo faça uma reforma geral”, disse Fernando Ligiéro, assessor da secretaria executiva do Ministério da Fazenda.

Uma das principais mudanças propostas pelo CMN foi dividir em quatro categorias e estabelecer limites específicos de alocação de recursos para cada um dos seguintes seguimentos: entidades de previdência complementar aberta; fundos de aposentadoria programada individual (Fapi) e entidades de previdência complementar aberta voltada a grandes investidores; seguradoras e resseguradoras locais que têm operações em moeda estrangeira; e demais seguradoras e empresas de capitalização.

As novas regras permitem maior diversificação na aplicação dos recursos das empresas que atuam nesse mercado. No caso dos ativos de previdência complementar tradicional, por exemplo, os gestores poderão aplicar até 70% dos recursos em opções de renda variável, como o mercado de ações.

O governo também espera estimular aplicações que possam gerar mais recursos ao setor de infraestrutura. Para isso, ele criou um limite adicional de 5% para aplicações que tenham como destino projetos desse setor.

“Por exemplo: em princípio, o limite máximo de aplicação em debêntures é de 25%. Mas se os títulos servirem para financiar projetos de infraestrutura, a instituição poderá aplicar em debêntures até 30%”, disse em nota o Ministério da Fazenda.

Jayme Garfinkel assume presidência interina da CNseg

cnseg logoA Confederação das Seguradoras informa que “em face do acidente que vitimou Marco Antonio Rossi, ocorrido no último dia 10, a CNseg comunica que, nos termos do seu estatuto, a Presidência da Confederação passará a ser interinamente exercida pelo seu 1° vice-presidente, Jayme Brasil Garfinkel, membro do Conselho de Administração da Porto Seguro.A CNseg agradece as inúmeras manifestações recebidas pelo falecimento de Marco Antonio Rossi, ao tempo em que reafirma que continuará a honrar a herança de Rossi na defesa da ética, transparência, diálogo e valorização do mercado segurador brasileiro”.

O comunicado é assinado pela diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Já começaram as inscrições para o 9º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo

Miguel Perez Jaime, novo CEO da Allianz SegurosRelease

Estão abertas as inscrições do 9º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. Até o ano passado, o concurso adotava dois temas, Seguros e Sustentabilidade – Mudanças Ambientais. Essa edição chega com uma novidade: a inclusão do tema Educação. Jornalistas de todo o país que tiveram matérias sobre o assunto veiculadas em meios de comunicação impressos e on-line agora também podem se inscrever no Prêmio.

Em março deste ano, a Allianz, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, lançou o primeiro seguro de automóvel com benefício social do Brasil. “O recém-lançado Allianz Auto Instituto Ayrton Senna despertou o nosso interesse em também incentivar o debate de fatores que podem colaborar para o aumento da qualidade da educação no país e reconhecer matérias que ressaltam os seus benefícios sociais. A inclusão do tema Educação no prêmio de jornalismo reafirma o nosso compromisso em auxiliar o desenvolvimento da sociedade brasileira”, diz Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros.

No Prêmio, podem ser inscritas matérias impressas, on-line, de rádio e TV, sendo que cada jornalista pode concorrer com quantas reportagens desejar. Além de trabalhos elaborados pela imprensa, também são aceitos aqueles produzidos por empresas públicas, privadas, associações e ONGs. Esses últimos devem versar sobre Sustentabilidade e terem sido publicados ou veiculados em mídias voltadas ao público interno.

As inscrições encerram em 2 de setembro de 2016. Todas as reportagens inscritas serão analisadas pelo Comitê de Seleção e Julgamento, que indicará os cinco finalistas das subcategorias. Os jornalistas que chegarem a essa fase, receberão certificado. Já os vencedores, que serão apontados por um segundo Comitê, o de Premiação, ganharão certificados, troféus e R$ 15 mil. Os dois júris são formados por jornalistas, professores universitários e técnicos e especialistas em cada um dos temas.

Capitalização acumula reservas de R$ 30,7 bilhões até setembro

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De acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional de Capitalização – FenaCap, o segmento distribuiu, até o mês de setembro, R$ 761 milhões em prêmios a clientes contemplados. O valor corresponde ao pagamento de R$ 4 milhões em prêmios por dia útil do período. A região Sudeste foi a que teve mais sorteados na Capitalização no período de janeiro a setembro de 2015. Dos de R$ 761,2 milhões pagos a clientes contemplados, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, juntos, responderam por R$ 356,3 milhões, 46,8% do total. Também ficou em destaque o Rio Grande do Sul, que distribuiu R$ 138 milhões em prêmios, ficando atrás apenas de São Paulo.

Já as reservas técnicas, montante dos depósitos efetuados por clientes de títulos de capitalização e que são devolvidos sob forma de resgates ao fim dos planos, tiveram crescimento de 6,3%, em comparação a igual período de 2014, chegando a R$ 30,7 bilhões. Esse desempenho sugere que as pessoas estão permanecendo por mais tempo com seus planos, o que vai ao encontro dos resultados apontados pela pesquisa qualitativa realizada pela FenaCap em parceria com o Instituto Overview, no primeiro semestre do ano. “O levantamento apontou que os clientes enxergam o prazo de carência e o ‘pênalti’ para quem saca antes do prazo final, previstos na maior parte das modalidades de títulos de capitalização, como benefícios, porque contribuem para desenvolver o hábito de guardar dinheiro, desestimulando os resgates antecipados”, avalia Marco Barros, presidente da FenaCap.

Outros resultados da pesquisa indicaram, ainda, que a Caderneta de Poupança e os Títulos de Capitalização são os instrumentos mais conhecidos e considerados pelo universo consultado – integrantes das classes B, C e D, na hora de escolher uma solução financeira. O principal sonho dos entrevistados, segundo a pesquisa, continua sendo o de comprar a casa própria. A surpresa ficou por conta do segundo lugar na lista dos desejos: o custeio do estudos desbancou a compra do carro, que sempre foi imbatível nessa posição. “Os resultados evidenciaram, mais uma vez, a simpatia do brasileiro pelos sorteios. A possibilidade de ser premiado e subir de patamar na escala social, antecipando a realização de sonhos é vista como um incentivo adicional para manter o dinheiro guardado até o fim do plano”, observa Marco Barros. A total do faturamento das 17 sociedades de Capitalização que operam no país, de janeiro a setembro, alcançou R$ 15 bilhões.

Fórum debaterá os desafios atuais e o futuro da Saúde Suplementar no Brasil

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A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) promoverá, nos dias 24 e 25 de novembro, o 1º Fórum da Saúde Suplementar, que terá como tema Sobrevivência do Setor de Saúde Suplementar – Propostas, Metas e Responsabilidades. O evento discutirá estratégias que contribuam para assegurar a sustentabilidade da Saúde Suplementar no país. Ao final, o encontro proporá à sociedade metas e compromissos, que dependerão do engajamento de todos os entes para que gerem resultados – empresas, Governo, órgão regulador, prestadores de serviços e consumidores – diante dos desafios apresentados pelo cenário nacional. Com palestrantes brasileiros e internacionais, o Fórum terá quatro painéis e acontecerá no Hotel Hilton São Paulo Morumbi. As inscrições podem ser feitas no site: www.forumsaudesuplementar.com.br

O primeiro painel – ObamaCare, Experiência da Reforma para a Sobrevivência do Setor – abordará as mudanças no modelo de saúde dos Estados Unidos, traçando paralelos e contrastes com o sistema brasileiro. Ezekiel Emanuel, professor da University of Pennsylvania, apresentará histórico e contexto da implementação do programa Obamacare, com análise dos desafios políticos e econômicos enfrentados. Emanuel participou ativamente do desenvolvimento do Obamacare, como conselheiro especial do Governo dos Estados Unidos. A mesa de debate – formada por Mauricio Lopes, Vice-Presidente da SulAmérica, e Florentino Cardoso, Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) – traçará paralelos e contrastes entre os sistemas brasileiro e norte-americano, que se caracteriza por um alto índice de adesão ao sistema privado. Tal análise pode contribuir para a evolução do mercado no Brasil.

O segundo painel – Informação como Agente de Mudança/Transformação – tratará, entre outros assuntos, do uso da tecnologia da informação, em especial o Big Data, com o objetivo de racionalizar os gastos com assistência médica. A ideia é promover o acesso a informações econômico-financeiras e sobre tecnologias médicas de forma a prover o consumidor para que faça as melhores escolhas, buscando a viabilidade do sistema. David Newman, Diretor-Executivo do Health Care Cost Institute (HCCI), apresentará cases norte-americanos. Martha Regina de Oliveira, Diretora de Desenvolvimento Setorial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Juliana Pereira, Secretária Nacional do Consumidor (SENACON), e Luiz Augusto Carneiro, Superintendente-Executivo do Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS), discutirão formas de capacitar o consumidor de planos e seguros para o bom uso dos serviços assistenciais.

O painel Organização da Assistência e Remuneração discutirá a construção de um modelo de atenção integrada ao paciente e os papéis de cada agente envolvido. Jay Cohen, Chairman do Monarch HealthCare, discorrerá sobre o Accountable Care Organization (ACO) – construído com base nesta prestação integrada e coordenada de serviços, de forma que todos respondam pelos atos sobre os quais têm responsabilidade de gestão. O debate terá participação de Cláudio Lottenberg, Presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Irlau Machado, Presidente da NotreDame Intermédica, e Leandro Tavares, Diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS.

O quarto painel, no segundo dia, terá como tema Preservando o Acesso – Diversidade de Produtos, com a participação de três palestrantes. O economista José Pastore, Presidente do Conselho de Emprego e Relações de Trabalho da FecomercioSP, apresentará a visão do empresariado sobre a elevação dos custos com planos de saúde nas empresas. Cesar Lopes, Health & Group Benefits Leader da Towers Watson no Brasil, comentará as estratégias adotadas em diferentes países para conter a escalada dos custos em saúde. Flávio Bitter, Diretor da Bradesco Saúde, abordará iniciativas das operadoras e seguros de saúde para minimizar a elevação dos custos. O painel terá três debatedores: José Carlos de Souza Abrahão, Diretor-Presidente da ANS, Deborah Ciocci, Juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo, e Tarcísio Godoy, Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda.

Fechando o evento, Marcio Coriolano, Presidente da FenaSaúde e Presidente da Bradesco Saúde e Mediservice, e José Cechin, Diretor-Executivo da Federação, apresentarão sumário das propostas e metas discutidas, nas áreas do uso da tecnologia da informação, adoção de modelos assistenciais alternativos, novas formas de remuneração e criação de novos produtos, entre outras. A proposta do 1º Fórum da Saúde Suplementar é estabelecer uma agenda de transformação positiva do segmento no Brasil, garantindo a viabilidade do sistema no médio e longo prazo por meio do equilíbrio econômico-financeiro, assegurando a prestação de serviços assistenciais de qualidade ao consumidor.

1º Fórum da Saúde Suplementar

Local: Hilton São Paulo Morumbi – Avenidas das Nações Unidas 12.901 – Torre Leste – Brooklin Paulista – São Paulo, SP

Data: 24 e 25 de novembro de 2015

Site: www.forumsaudesuplementar.com.br

Inscrições: até 23/11, por meio do site do evento

Valor Especial Governança: Crise aprimora transparência

logo-valor-economico-v2A crise traz duas frentes para a governança no mercado segurador: aprimora a transparência das companhias e faz com que elas exijam um grau elevado de governança dos candidatos na compra de apólices de seguro, principalmente de crédito, de responsabilidade civil ou de linhas financeiras, afirma Gustavo Galrão, superintendente da Argos Seguros e presidente da comissão de riscos financeiros da Federação Nacional de Seguros Privados (FenSeg). “Durante o processo de análise de risco para contratação de uma apólice de seguros, a governança corporativa é um diferencial. Informações que traduzam de forma clara e concisa o nível de solvência e posicionamento da empresa no mercado permitem que a a seguradora defina de forma mais consistente e com menor margem de erro o grau de risco para aquela apólice”, afirma.

http://www.valor.com.br/financas/4314128/crise-aprimora-transparencia

Valor Especial Governança: Seguradoras já têm modelos avançados

logo-valor-economico-v2Em especial sobre Governança Corporativa no Valor, matéria aborda a indústria de seguros mundial passa por uma revolução em termos de governança corporativa com a entrada em vigor, depois de duas décadas de discussões, das regras de Solvência II na Europa a partir de 2016. Seus impactos positivos chegam ao Brasil, uma vez que gigantes como Allianz, AXA, Mapfre, Zurich, HDI, Liberty e AIG estão entre os principais grupos que atuam no país. “O Brasil é o quinto país na lista dos que praticam os modelos mais avançados de regulação de seguradoras, superado por Austrália, Canadá, Japão, e México”, afirma Roberto Westenberg, titular da Susep.

http://www.valor.com.br/financas/4314138/seguradoras-ja-tem-modelo-avancado

Bloomberg: Bradesco busca R$ 800 milhões com venda da área de seguros de grandes riscos

Fonte: Bloomberg Cristiane Lucchesi

O Banco Bradesco (BBDC4), segundo maior banco do Brasil em valor de mercado, está negociando a venda da área de seguros de grandes riscos por cerca de R$ 800 milhões (US$ 210 milhões) para a Swiss Re AG, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto.

O negócio que o Bradesco está planejando vender protege projetos de construção e de infraestrutura, assim como imóveis e equipamentos corporativos. O banco pretende focar em seguros de varejo, disse a fonte, que pediu anonimato pois as negociações estão em andamento.

Os maiores bancos do Brasil têm recuado na área de seguros de grandes riscos após o aumento da concorrência e depois que a expansão prevista em obras de infraestrutura no país não se materializou. O Itaú Unibanco Holding, maior banco do país, concordou em vender sua seguradora de alto risco à Ace, com sede em Zurique, no ano passado, por R$ 1,52 bilhão.

O presidente do Itaú, Roberto Setubal, disse em dezembro que o banco continuaria abandonando os negócios de seguros que não se encaixam em sua estratégia principal.

Representantes do Bradesco e da Swiss Re preferiram não comentar as negociações. Marco Antônio Rossi, presidente da divisão de seguros do Bradesco, faleceu em um acidente de avião na terça-feira.