Orgulho e inclusão: seguradoras discutem o papel das empresas no acolhimento à população LGBTQIA+

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No mês do orgulho LGBTQIA+, a CNseg – Confederação das Seguradoras promoveu o webinar “Orgulho e Inclusão LGBTQIA+: o papel das empresas engajadas”, reunindo lideranças do setor para compartilhar histórias, iniciativas e desafios em torno da diversidade sexual e de gênero no ambiente de trabalho. O evento foi mediado por Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e teve como convidados Yuri Fernandes, jornalista e criador da websérie LGBT+60; Patrícia Penhalber, diretora de Riscos da Zurich LATAM; e Regis Oliveira, superintendente de Pessoas e Cultura da Youse Seguros.

Em tom franco e inspirador, o encontro demonstrou que empresas que promovem a inclusão vão além da responsabilidade social: elas têm o poder de transformar vidas e realidades. “Ambientes inclusivos não são só justos: são mais criativos e produtivos”, reforçou Yuri Fernandes. Ele ressaltou que diversidade amplia não só a representatividade, mas também a capacidade de inovação das empresas. “Quando você coloca pessoas com histórias diferentes na mesma sala, a criatividade e a qualidade das decisões aumentam. Isso é comprovado”, destacou. Ao longo de sua fala, ele compartilhou o caso de Vic, um colaborador trans da empresa de tecnologia C&T, que reconheceu sua identidade de gênero após ações educativas promovidas internamente.

“A empresa não só criou um ambiente seguro, como ajudou Vic a se reconhecer como trans e conduzir sua transição com apoio institucional. Hoje ele é head de desenvolvimento e aprendizagem. Se a empresa não tivesse promovido esse letramento, teria perdido um talento e uma liderança”, contou Yuri. O jornalista também citou o Corporate Equity Index, índice internacional que avalia boas práticas de inclusão com base em quatro pilares: proteção legal, benefícios equitativos, cultura corporativa inclusiva e responsabilidade social.

“Eu transicionei no mercado de seguros”

Em um dos momentos mais marcantes do encontro, Patrícia Penhalber, diretora de Riscos da Zurich LATAM, compartilhou sua jornada pessoal como mulher trans no setor segurador. Com 20 anos de experiência em empresas de tecnologia e risco, ela afirmou que transicionou após mais de uma década de carreira e que, mesmo sendo uma executiva, ainda enfrenta situações de exclusão.

“Passei dez anos em Madri e uma temporada em Hong Kong, e essa vivência me fez entender a importância dos múltiplos recortes – ser LGBT, mulher, latina, executiva. Por isso pedi para participar de um grupo de afinidade na Zurich, e hoje sou patrocinadora do grupo LGBTQIA+”, relatou.

Patrícia defendeu que as empresas devem revisar cláusulas e perfis de risco que possam, ainda que indiretamente, excluir pessoas LGBTQIA+. “Se uma seguradora não oferece cobertura ou impõe condições discriminatórias a pessoas trans, por exemplo, ela está contribuindo para a exclusão. Precisamos olhar com atenção para isso”, alertou. Ela também reforçou que saúde suplementar com acesso digno para pessoas trans é uma das maiores urgências do setor.

“Não basta contratar. É preciso escutar”

Regis Oliveira, da Youse Seguros, ressaltou a importância da escuta ativa como elemento-chave na construção de uma cultura inclusiva. “O PowerPoint aceita tudo. Mas inclusão real só acontece quando sai da apresentação e vira prática”, afirmou. Ele contou que a Youse tem investido em formação da liderança, criação de vagas afirmativas e ações de letramento contínuo.

“Não adianta abrir vaga afirmativa se a pessoa, ao entrar, não encontra espaço, não tem escuta ou não é tratada com equidade. A sexualidade precisa estar em segundo plano quando falamos de desempenho, liderança e crescimento”, pontuou.

Regis compartilhou ainda sua experiência pessoal como pai em uma família homoafetiva, destacando as barreiras enfrentadas para registrar filhos, acessar serviços públicos e matricular crianças na escola. “Quando meu filho foi ao posto de saúde, não havia campo para dois pais. Na escola, nunca tinham recebido um casal homoafetivo. Mas fomos escutados, e a escola criou um projeto de diversidade familiar que hoje faz parte da grade”, contou. Para ele, esse é o caminho: sensibilizar pelo exemplo, dialogar e agir.

Representatividade que transforma

Claudia Prates, ao mediar o debate, reforçou o papel das seguradoras como agentes de mudança social. “Representatividade salva vidas, mas também transforma perspectivas. É um ciclo que começa com escuta e termina com impacto – no negócio, na cultura e na sociedade”, afirmou. Ela também lembrou que a CNseg mantém ativa a Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão, com o objetivo de promover trocas, benchmarks e boas práticas entre as empresas do setor.

O evento trouxe à tona a necessidade de ações concretas e estruturadas – que vão desde o letramento interno e revisão de políticas até a criação de produtos mais inclusivos. E reforçou que o compromisso com a diversidade precisa ultrapassar as datas comemorativas: deve estar no centro da cultura corporativa e no cotidiano das decisões.

Desafios destacados pelos participantes:

  • Revisão de cláusulas contratuais e critérios de risco que excluam pessoas LGBTQIA+;
  • Inclusão de pessoas trans com acesso igualitário à saúde e benefícios;
  • Letramento contínuo da liderança e criação de vagas afirmativas com acompanhamento;
  • Representatividade verdadeira nas campanhas e nos cargos de liderança;
  • Escuta ativa e espaços seguros para expressão e pertencimento;
  • Comunicação inclusiva em processos seletivos e produtos;
  • Adoção de políticas explícitas contra LGBTfobia, com canais seguros para denúncias.

Bradesco Saúde investe em linha de plano regional em Goiás

Com a proposta de oferecer produtos cada vez mais personalizados, desenvolvidos com foco na necessidade local de seus beneficiários, a Bradesco Saúde lança o Bradesco Saúde Regional Goiás. O novo produto está disponível para empresas de todos os tamanhos e perfis, nos segmentos SPG (seguro para grupos de 3 a 199 pessoas, destinado a pequenas e médias empresas que possuam CNPJ ou CAEPF) e Empresarial (a partir de 200 pessoas).

A novidade se destaca por conciliar preço competitivo e a qualidade de uma rede selecionada de hospitais, de clínicas de consultórios e de serviços. “O Bradesco Saúde Regional Goiás marca um importante avanço na nossa estratégia de regionalização, trazendo um produto bastante atraente para as empresas locais, a partir de uma rede com prestadores presentes na capital, Goiânia, e em cidades que concentram populações expressivas, com grande potencial para a contratação do plano de saúde”, destaca Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

“Goiás foi escolhido para o lançamento por sua relevância estratégica. Nossa expectativa é expandir esse modelo para outras partes do Brasil, sempre em parceria com prestadores qualificados e um cuidado completo, priorizando a prevenção e a promoção de saúde”, sinaliza Pablo Guimarães, superintendente sênior comercial das regiões Centro-oeste, Norte e Nordeste.

Com opções de contratação nas acomodações em quarto ou em enfermaria, o Bradesco Saúde Regional Goiás oferece cobertura ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, com atendimento de urgência e emergência, consultas, exames, terapias, internação e cirurgias, inclusive parto.

Presente em 21 municípios do estado (lista abaixo), o novo produto possui parceiros relevantes na composição da rede, como o Grupo Santa, por meio do Ânima Centro Hospitalar, em Anápolis. Além dele, a rede referenciada conta com outros prestadores de destaque, como os hospitais Santa Helena, do Coração, dos Acidentados e da Criança, além da Ela Maternidade e do Ver Hospital de Olhos, todos em Goiânia; O Ver Hospital de Olhos, em Anápolis; O Hospital Maria Cândida Teixeira, em Nerópolis e o Hospital Santa Mônica, em Aparecida de Goiânia. E, ainda, a rede de laboratórios Sabin, para exames.

Telemedicina, Psicologia Online e Clube+Saúde

O Bradesco Saúde Regional Goiás também oferece acesso facilitado a psicólogos pelo app Bradesco Saúde, consultas pelo Saúde Digital – a telemedicina da Bradesco Saúde –, além do Clube+Saúde, que reúne descontos e cashback em produtos e serviços de saúde e bem-estar.

Coparticipação e Reembolso

O novo produto possui modelos distintos de coparticipação, que ajudam a tornar o plano ainda mais competitivo para empresas de diferentes perfis, com redução de até 23% no prêmio em compararação a produtos sem essa contrapartida. No caso do segmento SPG, a coparticipação é de 30% com limite de valores em reais, o que contribui para tornar o produto mais atrativo para as pequenas e médias empresas. Para o Empresarial, há a flexibilidade de opções de percentuais, de acordo com a preferência da empresa contratante. Os beneficiários têm à disposição o reembolso específico para consultas e honorários médicos de paciente internado.

Cidades de abrangência do Bradesco Saúde Regional Goiás:

  • Abadia de Goiás
  • Anápolis
  • Aparecida de Goiânia
  • Aragoiânia
  • Bela Vista de Goiás
  • Bonfinópolis
  • Corumbá de Goiás
  • Goianápolis
  • Goiânia
  • Goianira
  • Guapó
  • Hidrolândia
  • Inhumas
  • Leopoldo de Bulhões
  • Nerópolis
  • Nova Veneza
  • Pirenópolis
  • Santo Antônio de Goiás
  • Senador Canedo
  • Terezópolis de Goiás
  • Trindade

Bradesco Vida e Previdência anuncia Fábio Magalhães Tobias como diretor comercial

A Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, anuncia Fábio Magalhães Tobias como novo diretor comercial da Companhia. A nomeação do executivo faz parte das movimentações estratégicas realizadas neste ano, que têm como destaque a nomeação de Bernardo Castello à presidência empresa, e visa impulsionar os resultados nos segmentos de Vida e Previdência, fortalecer a parceria com corretores e manter a posição de vanguarda da empresa no mercado.

Com sólida experiência no segmento e há 28 anos na seguradora, Fábio ocupou, nos últimos 13 anos, o cargo de Superintendente Sênior da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros. Ao longo de sua trajetória, atuou como para as regionais Sul, São Paulo e Rio de Janeiro/Espírito Santo, além de sua recente posição na matriz da Companhia, contribuindo para o aprimoramento dos processos de venda e pós-venda realizados pelos corretores.

“Assumir a diretoria comercial da Bradesco Vida e Previdência representa um compromisso com a continuidade e o aprimoramento de iniciativas que reforcem a importância da proteção financeira. Pretendo intensificar o relacionamento com os corretores, reconhecendo seu papel essencial na disseminação da cultura do seguro e na ampliação do acesso a soluções que atendam às necessidades dos brasileiros”, ressalta o executivo.

AXA no Brasil dá dicas de gerenciamento de risco no Dia do Caminhoneiro

Fonte: AXA

No Dia do Caminhoneiro, a AXA no Brasil reforça seu compromisso com a proteção e valorização dos profissionais das estradas. Para marcar a data, a seguradora compartilha orientações essenciais sobre gerenciamento de risco no transporte de cargas.

Segundo levantamento anual da NSTECH, o roubo de cargas segue concentrado na região Sudeste, responsável por cerca de 80% das perdas registradas em 2024. Embora São Paulo e Minas Gerais tenham apresentado leve queda nos índices, o Rio de Janeiro acendeu um alerta: o estado saltou de 18,9% em 2023 para 25% do total de prejuízos no ano passado. Os trechos urbanos continuam sendo os preferidos das quadrilhas, especialmente em áreas de alta densidade populacional e baixa presença policial. Cargas fracionadas e alimentos seguem entre os itens mais visados, por sua facilidade de revenda e alto giro comercial.

O gerenciamento de risco desempenha um papel fundamental no monitoramento e na análise de dados para ampliar a segurança nas operações logísticas. Por meio da AXA Torre 360, solução desenvolvida para aumentar a proteção dos clientes de Seguro Transporte, a seguradora alia tecnologia de ponta à inteligência de dados para tornar os trajetos mais seguros, resguardando tanto as cargas quanto os motoristas.

“Serviços de gerenciamento de risco devem ser encarados como um investimento, e não como custo. Na AXA Torre 360, disponibilizamos diversas soluções tecnológicas aos nossos clientes, como painéis que consolidam todas as informações relevantes para a atuação dos analistas, um monitoramento mais efetivo, visão de dono e uma maior rapidez em atuações operacionais. A combinação entre tecnologia, inteligência artificial e análise de dados fortalece a segurança das frotas, aumenta a eficiência operacional e reduz custos com decisões logísticas mais assertivas”, destaca Denis Maelaro, diretor de P&C e Specialties da AXA no Brasil.

Cuidar da saúde dos caminhoneiros e caminhoneiras também é fundamental para garantir o bem-estar e a segurança para realizarem seu trabalho. O dia a dia de quem trabalha dirigindo um caminhão é repleto de desafios, com horas seguidas na estrada, um alto nível de estresse e falta de cuidados adequados com o sono.

“A segurança nas estradas é um trabalho conjunto. Com tecnologia, informação e atitude preventiva, conseguimos proteger não apenas os caminhoneiros, mas também o negócio dos nossos clientes”, conclui Maelaro.

Por isso, neste Dia do Caminhoneiro, a equipe de Gerenciamento de Risco da AXA reuniu cinco dicas para o cuidado da saúde dos motoristas e cinco tecnologias que podem contribuir para trajetos mais seguros nas estradas. Confira:

 

Cinco cuidados com a saúde dos caminhoneiros: 

1.       Tenha uma alimentação saudável e cuide da hidratação

2.       Tenha uma rotina de sono disciplinada

3.       Pratique exercícios físicos e fique atento à postura no volante

4.       Faça check-ups médicos regulares

5.       Não se esqueça de usar protetor solar

 

Cinco dicas de gerenciamento de risco:

 

1.       Telemetria 

O que é: Sistemas que coletam e analisam dados em tempo real do veículo (velocidade, frenagens bruscas, rota, tempo de direção, etc.).
Benefícios: Permite identificar comportamentos de risco, aprimorar treinamentos e agir preventivamente antes de incidentes.

 

2.       Câmeras de fadiga e atenção (DMS – Driver Monitoring System)

O que é: Câmeras internas com sensores que detectam sinais de cansaço, distração ou uso indevido de celular.
Benefícios: Emitem alertas ao motorista e relatórios à central, prevenindo acidentes por sonolência ou desatenção.

 

3.       Sensores IoT e rastreamento inteligente de carga

O que é: Dispositivos conectados que monitoram, em tempo real, localização da carga, condições do baú e status do veículo.
Benefícios: Reduz riscos de roubo, extravio ou avarias e possibilita respostas rápidas em situações críticas.

 

4.       Plataformas preditivas de gestão de manutenção

O que é: Softwares com IA que preveem falhas mecânicas com base em sensores e dados históricos.
Benefícios: Evita panes, diminui o tempo de inatividade da frota e garante segurança ao manter os veículos em condições ideais.

 

5.       Botões de pânico e integração com sistemas de emergência

O que é: Dispositivos acessíveis ao motorista que, ao serem acionados, enviam alerta com localização à central e/ou à polícia.
Benefícios: Proporciona resposta rápida em casos de roubo, sequestro ou acidentes, reforçando a segurança dos motoristas.

APTS elege nova diretoria e se prepara para retomar atividades

por Márcia Alves

Com suas atividades suspensas nos últimos anos, a Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) se prepara para retomar os trabalhos. Com uma trajetória de 42 anos de atuação em prol da disseminação do conhecimento em seguros, a entidade está agora sob novo comando. A nova diretoria, eleita em assembleia geral realizada em abril, tem à frente Evaldir Barboza de Paula, que atuou como secretário e diretor financeiro nas gestões anteriores.

Evaldir explica que vários fatores levaram à paralisação temporária das atividades da APTS, como o falecimento do presidente anteanterior, em 2019, e, posteriormente, a pandemia. À essa altura, segundo ele, a entidade já possuía despesas que foram se acumulando ao longo do tempo. “Como diretor financeiro nas últimas gestões, decidi assumir todos os compromissos financeiros para que APTS ficasse em dia”, diz.

Com o término do mandato do presidente Octavio Milliet, Evaldir decidiu se candidatar ao cargo, sendo eleito por aclamação em assembleia realizada em abril. Ele afirma que antes de retomar as atividades, a APTS precisa ter suas finanças saneadas. Para tanto, a solução encontrada pela diretoria, respaldada pelos Conselheiros, foi vender a sede própria, localizada no Largo do Paissandu, centro histórico da capital, para ressarcir aos credores.

“A venda do imóvel é inevitável para fazer frente às despesas acumuladas. Mas, tenho a esperança de que, após resolvida esta questão, a APTS possa retomar suas atividades, voltando a realizar os seus consagrados eventos, que tanto contribuíram para prover conhecimento ao mercado, da forma como idealizaram seus fundadores”, diz. O seu antecessor, Milliet, reconhece a persistência de Evaldir. “Desejo muito sucesso”.

Diretoria forte

O novo presidente da APTS sabe que terá desafios pela frente, mas assegura que está confiante no habitual apoio do mercado. “A APTS construiu uma sólida trajetória, sempre focada no debate e na oferta de conhecimentos para o aperfeiçoamento dos profissionais, e isso é reconhecido pelo setor”, diz. Ele conta que uma providência para facilitar a operacionalização foi a reformulação do estatuto.

A mudança, realizada há dois anos, possibilitou, entre outras novidades, a criação do Conselho de Administração. Com isso, a formatação da nova diretoria ganhou força com a participação de nomes consagrados do setor, como Jayme Garfinkel, ex-presidente do Conselho da Porto, Boris Ber, presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, ex-superintendente da Susep, além de outras lideranças.

Na nova gestão, Evaldir resgatou a composição de Diretores Nomeados, com especialistas no comando das áreas-chaves para a entidade, que preza pela boa técnica de seguros. Por enquanto, já foram nomeadas as diretorias técnica, jurídica e de eventos. Tais iniciativas contam com a anuência da diretoria executiva, incluindo o diretor financeiro Luiz Macoto Sakamoto. 

“Ao longo da trajetória histórica da APTS, muitas mudanças ocorreram na sociedade e também no mercado de seguros. Mas, o que não mudou foi o carinho pela APTS. Muitos dos que passaram por seus eventos guardam o desejo de retribuir o conhecimento adquirido. Por isso, estamos trabalhando fortemente para sanar a situação financeira e reposicionar nossa querida APTS. Vamos juntos nesta missão!”, diz Macoto.

HDI Seguros apoia estreia do Cine Autorama no Paraná com sessões gratuitas em Londrina e Maringá

Fonte: HDI

A HDI Seguros é patrocinadora do Cine Autorama, projeto de cinema drive-in itinerante, que chega pela primeira vez ao Paraná, com sessões gratuitas em Londrina e Maringá. Viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o evento faz parte da agenda de projetos incentivados da companhia, que visa promover bem-estar, entretenimento e experiências memoráveis para as pessoas.

Com uma programação para toda a família, o Cine Autorama contará com filmes de diferentes gêneros – entre eles, clássicos como Curtindo a Vida Adoidado, sucessos recentes como Ghostbusters: Apocalipse de Gelo e produções nacionais como Arca de Noé –, todos exibidos ao ar livre em uma super tela inflável, com estrutura acessível e espaço também para quem deseja assistir fora do carro. Durante as sessões, a HDI Seguros levará ao público uma série de ativações voltadas ao cuidado com os veículos, incluindo brindes especiais com itens para o dia a dia do carro, além de kits personalizados e uma área exclusiva para vivenciar o evento de forma ainda mais especial.

Pensando também na segurança e no conforto dos motoristas durante o evento, a HDI disponibilizará um guincho exposto nos locais das exibições e motos de auto-socorro equipadas para atendimento emergencial, especialmente para casos de pane na bateria – algo comum em noites frias ou quando o carro precisa ficar ligado por mais tempo, como acontece nas sessões drive-in. A ação reforça o compromisso da seguradora de estar sempre próxima, oferecendo suporte real em momentos que importam.

O Cine Autorama no Paraná é viabilizado por meio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais, com patrocínio da HDI Seguros. Em Londrina, a iniciativa conta com apoio do Norte Shopping e da Secretaria Municipal de Cultura e em Maringá, da Prefeitura por meio das Secretarias de Cultura e de Esporte e Lazer.

Zurich divulga Relatório de Sustentabilidade de 2024

Nesta semana, a Zurich Seguros divulga o seu Relatório de Sustentabilidade de 2024, um ano marcado por desafios e avanços para a empresa em sua agenda ESG. O documento, em sua quinta edição, condensa os resultados alcançados pela companhia em relação à sustentabilidade, inovação e resiliência.

Em 2024, a Zurich continuou priorizando a transição climática e a responsabilidade social corporativa, mantendo firme o propósito de alcançar emissões líquidas zero (net-zero) até 2050 em seguros e investimentos, e até 2030 em suas operações próprias.  

Um passo importante foi dado globalmente com o lançamento, em setembro, do Plano de Transição Climática, que reúne um conjunto de ações para impulsionar a transição para uma economia net-zero, com foco em clientes e empresas investidas, além de buscar aumentar a resiliência da sociedade diante dos riscos físicos do clima, integrando soluções de prevenção, adaptação e reconstrução em produtos e serviços de seguros.  

Na frente de investimentos, além da meta de atingir net-zero até 2050, a Zurich assumiu vários compromissos intermediários. No Brasil, mais de 32.000 toneladas das emissões financiadas já foram reduzidas da carteira de investimentos da seguradora desde 2021. 

Já na subscrição, a meta é reduzir em 20% a intensidade de emissões associadas ao portfólio de grandes clientes corporativos até 2030 (base 2019). Vale observar também que a Zurich aprimorou a sua análise e gestão de risco para os setores que mais contribuem para as emissões do portfólio da seguradora, priorizando clientes com planos de transição energética com metas intermediárias e mensuráveis. 

Além disso, o plano prevê ações contemplando a evolução das operações e da cadeia de suprimentos – nesta última frente, o objetivo é que 75% dos gastos globais com compras gerenciadas estejam com fornecedores que adotem metas baseadas na ciência até 2025 e metas de emissões líquidas zero até 2030. No Brasil, aliás, já ocorreu uma redução de 76% das emissões em operações desde 2019. 

“Muitas empresas têm metas net-zero declaradas, e isso é muito importante. Mas aqui, estamos falando sobre um plano global de transição, que determina exatamente quais serão os caminhos para atingirmos essas metas. Isso ainda é bastante inovador”, explica Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da Zurich Seguros. 

Nathalia complementa que, após o lançamento do novo plano global de transição climática, o trabalho feito pela unidade brasileira foi adequar esse plano e objetivos ao contexto local. A estratégia teve como fundamento o Guia Net Zero, da The Climate Drive, uma ferramenta que auxilia organizações alcançarem a neutralidade em carbono através da definição de metas e objetivos claros. 

“No Brasil, atuaremos em quatro frentes: conectar sustentabilidade e crescimento financeiro; criar e aprimorar soluções que ajudam clientes e parceiros a mitigar riscos ambientais e sociais; tornar nossos processos e sinistros mais eficientes, reduzindo impactos socioambientais; e criar programas de empoderamento econômico, priorizando grupos minorizados”, elenca Nathalia. 

Ainda no contexto brasileiro, em dados econômicos, ao longo de 2024, a Zurich implementou a estratégia de diversificação de produtos e canais de distribuição e de crescimento orgânico, com resultados expressivos. O volume de prêmios emitidos alcançou R$ 7,3 bilhões, com um crescimento de 14% em relação ao ano anterior.  

Com relação aos projetos relacionados diretamente às linhas de negócio, foram 194,5 toneladas de resíduos destinados corretamente através do Zurich Recicla só em 2024, projeto conectado os seguros de automóvel e celular. No Selo Verde, iniciativa reconhece oficinas de reparo automotivo referenciadas da companhia com práticas sustentáveis, já são mais de 320 oficinas certificadas. Nos seguros massificados, em 2024 foram compensadas mais de 7 mil toneladas de CO2 equivalente, através de projetos de reflorestamento, conservação florestal e geração de energia renovável. 

A companhia também avançou em indicadores de diversidade, avançando significativamente na equidade de gênero em percentuais na liderança entre seus colaboradores. Na frente social, foram mais de 8 mil horas voluntárias doadas, com 88% dos colaboradores engajados no Programa de Responsabilidade Social Corporativa da empresa. Programa este que, só em 2024, destinou mais de R$ 17 milhões a diversas instituições sociais e impactou mais de 2,5 milhões de pessoas. 

“Temos mostrado que o bom desempenho financeiro do negócio pode e deve caminhar com a evolução de nossos indicadores de sustentabilidade”, pontua Nathalia. “Não pode ser diferente quando pensamos em um futuro mais sustentável para todos”. 

Novo formato de relatório

Uma das novidades do relatório da Zurich é o formato GRI (Global Reporting Initiative), um padrão internacionalmente reconhecido para a elaboração de relatórios de sustentabilidade corporativa, que traz mais clareza e transparência à divulgação do desempenho da empresa nos aspectos ambientais, sociais e de governança. 

“Apesar de não ser uma exigência regulatória, nós escolhemos adotar esse formato porque estamos comprometidos em compartilhar nosso progresso e desafios com uma metodologia clara, atestada internacionalmente e aplicável a diferentes mercados. Essa transparência é fundamental para posicionar nosso setor como um parceiro estratégico na transição climática de diferentes stakeholders”, finaliza Nathalia. 

Valor Econômico publica a Revista de Seguros

dyogo oliveira cnseg

O Valor traz hoje a tradicional revista de seguros com 28 matérias sobre os diversos temas do setor. O mercado de seguros está entre os que exibem crescimento constante e expressivo nos últimos anos. Em 2024, a expansão nominal de 12,2% na arrecadação, de R$ 751,3 bilhões, superou a de sinistros, com alta de 7,8%, e veio diversificada pelos vários ramos dessa indústria que promete, para 2025, desempenho semelhante, com alta de dois dígitos. “O ano foi muito positivo para a indústria. A sociedade aumentou a percepção da necessidade do seguro, tanto pelos efeitos da pandemia quanto pelos eventos climáticos e pela conjuntura econômica favorável, somada às ações das seguradoras de diversificação de produtos, de linhas de atuação e de canais, além da entrada de empresas no mercado e do aumento da digitalização”, diz Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg.

UM SETOR EM EBULIÇÃO

Por ser um setor extremamente pulverizado, não há um ranking das maiores corretoras de seguro no Brasil, a exemplo do que existe entre as seguradoras, embora as estatísticas extraoficiais apontem que as primeiras posições estejam com aquelas diretamente ligadas a instituições financeiras. Mas as corretoras independentes mostram que têm apetite para disputar o mercado e alterar esse cenário nos próximos anos.

MARCO LEGAL DE SEGUROS

Um dos principais desafios do setor de seguros em 2025 é, sem sombra de dúvidas, a adaptação à nova Lei nº 15.040/2024, conhecida como Marco Legal dos Seguros, que representa a maior reforma do setor segurador nas últimas seis décadas. “A nova lei revoga os dispositivos do Código Civil que tratavam do contrato de seguro, foi discutida com todos os os atores do setor e tem o objetivo de modernizar e aprimorar as regras dos contratos de seguros, conferindo mais segurança jurídica às transações e aproximando o Brasil de países com regulação moderna, como Alemanha, Japão e Reino Unido”, afirma Alessandro Octaviani, titular da Susep.

MARCO LEGAL RESSEGUROS

O novo Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024), que entra em vigor em dezembro, e a alta na taxa de juros do Brasil têm potencial de mexer no atual equilíbrio de forças entre as empresas locais e as internacionais no mercado de resseguros, avaliam executivos do setor. Em 2024, o mercado brasileiro de resseguros somou R$ 26,05 bilhões, com um crescimento de 4% em relação ao ano anterior. Desse total, as empresas locais – nacionais e multinacionais constituídas no Brasil – ficaram com a maior fatia: 54,5% .

COOPERATIVAS

O setor de seguros se prepara para uma mudança estrutural com a entrada em vigor da Lei Complementar nº 213/2025, que regula a atuação de cooperativas e associações de proteção patrimonial como operadoras de seguros. A legislação, sancionada em março e atualmente em processo de regulamentação pela Susep, abre espaço para novos modelos de negócio em um mercado historicamente concentrado.

CRÉDITO DE CARBONO

Os cálculos feitos pelo setor de seguros estimam que tal obrigação legal pode movimentar algo ao redor dos R$ 9 bilhões. “Essa obrigação coloca em risco a solvência das empresas e é, na prática, inexequível”, afirma Alexandre Leal, diretor técnico de estudos e relações regulatórias da CNseg.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

A conta das mudanças climáticas chegou. Enchentes, secas e vendavais vêm elevando a sinistralidade e forçando o setor de seguros a rever estratégias e preços. No Brasil, o desafio é maior: com baixa penetração e poucos dados históricos confiáveis, as seguradoras enfrentam dificuldade para mensurar riscos, fazer a precificação e oferecer proteção efetiva à população. “Sem ampla base de segurados, há mais seleção adversa e prêmios altos. A falta de dados dificulta o aprimoramento dos modelos atuariais”, explica Cláudia Prates, diretora de sustentabilidade da CNseg.

INCÊNDIOS

Responsáveis por intensos prejuízos causados ao meio ambiente, à sociedade e à produção agrícola brasileira, os incêndios mobilizam atenções do mercado segurador e do poder público, diante das previsões de temperaturas acima da média em várias regiões, especialmente na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal. Espera-se, ainda, menos chuva nessas regiões, dada a menor intensidade prevista para o fenômeno La Niña.

FUNDO EMERGENCIAL

a devastadora enchente no Rio Grande do Sul no fim de abril de 2024 estabeleceu um novo patamar de riscos, tornando evidente que as mudanças climáticas estão intensificando eventos extremos e aumentando prejuízos decorrentes de alagamentos, deslizamentos, secas e queimadas. A CNseg, entidade que representa as seguradoras, vem trabalhando para criar um seguro social contra catástrofes.

LETRAS DE SEGUROS

É comum no cotidiano de grandes empresas que elas sejam alvo de processos dos mais variados tipos: trabalhistas, fiscais e administrativos. Ao começar o julgamento da causa, o juiz pede um valor como garantia. Mas esse valor pode ser substituído por apólices de seguradoras, cujo sinistro ocorre se a empresa não cumprir as obrigações previstas.

RIO GRANDE DO SUL

Já faz mais de um ano que o Rio Grande do Sul enfrentou uma das piores enchentes de sua história, em abril e maio de 2024. Ao longo daquelas semanas, chuvas e inundações afetaram mais de dois milhões de pessoas – foram 183 mortes, 478 municípios impactados e estimativas de prejuízos que vão de R$ 89 bilhões a R$ 100 bilhões.

DIGITALIZAÇÃO

O uso intensivo de dados e a digitalização da jornada do cliente – da contratação e atendimento à gestão de riscos – vem transformando o setor de seguros, mas inovar em um mercado altamente regulado não é fácil. Para abrir espaço aos novos entrantes, a Susep criou o Ambiente Regulatório Experimental, ou Sandbox Regulatório, que está em sua terceira edição, no qual empresas selecionadas podem testar produtos e modelos de negócio.

OPEN INSURANCE

O sistema digital para a conexão de consumidores a instituições dos mercados de seguros, previdência privada e títulos de capitalização deve chegar em 30 de junho a um ponto nevrálgico. Nesse dia, o sistema de seguros aberto, ou open insurance (Opin), conclui sua terceira fase sem que as primeiras transações entre clientes e seguradoras possam ser efetivadas.

CONCORRÊNCIA E TECNOLOGIA

A movimentação no mercado de seguros para automóveis promete manter a competição em alta em meio à necessidade de novos modelos de negócios e de entendimento do atual perfil do consumidor. Para ter sucesso, as seguradoras vêm aumentando os investimentos em tecnologia digital, inteligência artificial (IA) e outras ferramentas que proporcionem apólices bem mais customizadas. O otimismo, por sua vez, permanece, com previsões de expansão de 4,3%, nos cálculos da CNseg.

INSURTECH

Segundo o estudo Latam Insurtech Journey, apoiado pela Mapfre, a América Latina tem 502 insurtechs, 206 delas no Brasil, onde o índice de mortalidade do segmento despencou de 12% para 7%. Esse desempenho foi apoiado por iniciativas regulatórias, como o funcionamento de intermediárias para oferecer e distribuir produtos em nome de seguradoras (MGAs) e a criação do sandbox para novatas testarem produtos.

CUSTOMIZAÇÃO DOS PRODUTOS

A movimentação no mercado de seguros para automóveis promete manter a competição em alta em meio à necessidade de novos modelos de negócios e de entendimento do atual perfil do consumidor. Para ter sucesso, as seguradoras vêm aumentando os investimentos em tecnologia digital, inteligência artificial (IA) e outras ferramentas que proporcionem apólices bem mais customizadas.

PREVIDÊNCIA PRIVADA

A previdência privada aberta vivenciou, durante 2024, um dos melhores anos em termos de captação líquida, com crescimento de 41,2%. No ano, os novos aportes em planos do tipo superaram os resgates em R$ 60,8 bilhões. A tendência de alta se manteve até janeiro deste ano, porém os ventos mudaram ainda no primeiro quadrimestre de 2025.

POPULAÇÃO MAIS CONSCIENTE

Marco Yamada, advogado no escritório Mandaliti, enxerga a população mais conscientizada sobre a importância da poupança previdenciária. “A incorporação de tecnologia no relacionamento com o cliente tem sido elemento-chave nessa trajetória. Outro avanço é o papel da previdência como vetor da educação financeira, com a contratação crescente de planos voltados à formação educacional de crianças e jovens”, diz.

SAÚDE

O setor de saúde suplementar no Brasil vem apresentando recuperação financeira significativa desde meados de 2024. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), divulgados em 3 de junho, mostram um lucro líquido expressivo das operadoras de planos de saúde. Nos primeiros três meses de 2025, foram R$ 7,1 bilhões, um salto de 114% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse valor corresponde a 7,7% da receita total de R$ 92,9 bilhões. É o maior resultado líquido da série histórica desde 2018.

CAPITALIZAÇÃO

Durante muito tempo, os títulos de capitalização foram vistos apenas como produtos de sorteio. Isso mudou. Impulsionados por mudanças regulatórias recentes, esses títulos passaram a cumprir função estratégica no mercado: servir como garantia em contratos públicos, financiamentos e operações de crédito, seja para pessoas físicas ou jurídicas.

MICROSSEGUROS

Um profissional autônomo sofre um acidente de trânsito, fratura a perna e precisa passar por cirurgia. Durante a recuperação, fica impossibilitado de trabalhar e enfrenta dificuldades financeiras. Por sua vez, o falecimento de uma pessoa idosa costuma ser um momento difícil para a família, que, além da dor da perda, tem que lidar com os custos do funeral.

PODER FEMININO

A participação da mulher na contratação de seguros deu um salto nos últimos dez anos em quase todos os ramos individuais, mostrando uma tendência que chama a atenção das seguradoras. Em alguns segmentos, como vida, previdência e residencial (de propriedade), os avanços são acima de dez pontos percentuais e ultrapassam a representatividade dos homens no bolo total, o que é atribuído ao maior protagonismo feminino como chefes de família, em posições de liderança no trabalho e no empreendedorismo.

SEGURO RURAL

A área coberta pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) havia quase triplicado entre 2018 e 2021, elevando-se de 4,625 milhões para 13,676 milhões de hectares. Mas recuou vigorosamente no ano passado, para 7,168 milhões de hectares, passando a representar 7,6% da área plantada em todo o país, ante a 16,3% em 2021.

SEGURO CELULAR

Os celulares se tornaram peça-chave no dia a dia das pessoas, mas a contratação de seguro que protege os aparelhos ainda é baixa. Hoje, cerca de dez milhões de aparelhos estão segurados, segundo a FenSeg. Mas a estimativa é que existam 265 milhões de celulares no Brasil, segundo dados da Anatel.

SEGURO GARANTIA

O seguro garantia para obras com cláusula de retomada vem ganhando espaço no mercado, especialmente em Estados como Mato Grosso, Goiás, Paraná e Pernambuco, além do Distrito Federal, que já incluem a modalidade em suas licitações. Alguns, como Mato Grosso e Goiás, reduziram o valor mínimo da empreitada – originalmente estipulado na nova Lei de Licitações.

SEGURO DE VIDA

Após crescer 16,2% no ano passado, totalizando R$ 72,69 bilhões em prêmios recebidos pelas seguradoras, as vendas de seguro de pessoas mantiveram o ritmo no primeiro trimestre deste ano, ao expandir outros 8% sobre janeiro a março de 2024, com um faturamento de R$ 18,5 bilhões, segundo dados da Susep, tabulados pela Fenaprevi.

EMBEDDED INSURANCE

“Essa tendência está relacionada a uma mudança no comportamento dos consumidores, que passaram a valorizar mais a durabilidade e proteção dos bens adquiridos, principalmente eletrodomésticos, eletroportáteis e móveis”, diz Sidemar Spricigo, presidente da comissão de seguros gerais afinidades da FenSeg e e diretor de parcerias da Zurich.

SEGURO TRANSPORTE

Mais investimentos em tecnologia e planos de gerenciamento de risco alinhados ao tipo de carga movimentada são as principais ações estratégicas de seguradoras e empresas transportadoras para conter os avanços da criminalidade e dos acidentes nas rodovias brasileiras, que têm impacto direto nos programas de seguros de transporte no país.

SEGURO CIBERNÉTICO

Depois de executar uma decolagem de urgência, pressionado pela explosão dos ransomware (programas maliciosos), em 2017 e 2018, e pela pandemia de covid-19, de 2020 a 2022, o mercado de seguros cibernéticos entrou em um período de amadurecimento na conscientização dos riscos e na contratação do serviço. As empresas, no entanto, precisam acelerar a velocidade de maturidade em cibersegurança para enfrentar a forte turbulência que se avista no horizonte com a chegada da inteligência artificial (IA).

Pelo 2º ano consecutivo, Tokio Marine lidera Ranking de Diversidade GPTW Brasil na categoria 50+

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Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine foi destaque na cerimônia de premiação do Ranking de Diversidade GPTW Brasil, realizada na última terça-feira, 24, em São Paulo. A Seguradora foi reconhecida em duas categorias: 50+, na qual conquistou o primeiro lugar e Mulher, reforçando seu compromisso com a promoção da diversidade e inclusão no ambiente corporativo para os seus mais de 2,4 mil colaboradores ao redor do País.

Essa é a oitava vez que a Companhia é premiada como uma das melhores empresas para a mulher trabalhar e a quinta vez para as pessoas acima de 50 anos. “A Tokio Marine tem a diversidade como um de seus pilares estratégicos. A alta liderança da Companhia incentiva, estimula e apoia ativamente ações voltadas à inclusão, à equidade e ao estabelecimento de um ambiente de trabalho amplo e plural, no qual todos podem ser quem são, sem qualquer tipo de discriminação. O reconhecimento por mais um ano no Ranking de Diversidade GPTW Brasil reflete o nosso comprometimento em fortalecer esses valores entre nossos Colaboradores”, comenta Luciana Amaral, Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine.

Nos últimos anos, a Seguradora vem consolidando suas ações de diversidade e inclusão sob o selo “Tokio com Todos”, que reúne projetos voltados à promoção da igualdade de oportunidades no ambiente corporativo. As ações contemplam a inclusão de mulheres, pessoas com deficiência, profissionais com mais de 50 anos, entre outros grupos, promovendo a valorização da diversidade de pensamento e o respeito à singularidade de cada pessoa.

Como parte dessa iniciativa, em 2019, a Companhia criou o Grupo de Diversidade e Inclusão, com o objetivo de fomentar a conscientização, promover debates e incentivar a troca de experiências voltadas à construção de um ambiente corporativo mais igualitário e equitativo. A iniciativa abrange cinco grupos de afinidade — gênero, gerações, pessoas com deficiência, raças e etnias, e LGBTI+ — formados por colaboradores que, de forma voluntária, se dedicam a promover o avanço de pautas e ações afirmativas em toda a Companhia.

Em 2023, a Tokio Marine reforçou esse compromisso com a realização estratégica do primeiro Censo de Diversidade. Realizado a cada dois anos, a iniciativa tem o intuito de fornecer subsídios valiosos para o desenvolvimento de ações ainda mais alinhadas ao perfil e às necessidades de seus Colaboradores. O Censo é respondido de maneira voluntária e a edição mais recente, realizada em 2025, teve adesão de 80%, o que reforça o sentimento de pertencimento dos Colaboradores ao responder a pesquisa. Além disso, a partir deste ano a iniciativa faz parte do processo de admissão de novos funcionários.

“É cada vez mais evidente o compromisso das empresas com a evolução das pautas de diversidade e inclusão, especialmente no setor de seguros, impulsionado pela união de esforços e pela troca constante de melhores práticas. Na Tokio Marine, por exemplo, temos a honra de participar da Comissão de Diversidade da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização – CNSeg – além de apoiar diversas iniciativas voltadas para esse tema. Acreditamos que esse movimento ganha força justamente por meio da convergência e colaboração entre as empresas.”, finaliza Luciana.

Dentre os principais projetos voltados à equidade de gênero da Tokio Marine, está a promoção de eventos, palestras e workshops conduzidos por especialistas com a finalidade de gerar uma maior conscientização sobre esses temas, além de promover suporte emocional às Colaboradoras para enfrentarem os desafios da carreira. Em 2024, o pilar de Gênero do Grupo de Diversidade da Tokio Marine, lançou uma importante iniciativa de conscientização e responsabilidade social: um videocast especial sobre a Violência Contra a Mulher, com foco na Lei Maria da Penha, com os diferentes tipos de violência previstos na lei – física, psicológica, sexual, patrimonial e moral – trazendo informações relevantes tanto para o público interno quanto para a sociedade em geral.

A Companhia também disponibiliza ações dedicadas à prevenção e saúde feminina, como o Programa Gestante, com palestras mensais sobre maternidade, amamentação, desenvolvimento motor do bebê, armazenamento de leite e parto, entre outros temas.

Atualmente, 56,6% do quadro de Colaboradores da Tokio Marine é feminino e 44,5% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. Em 2024, o percentual de mulheres promovidas foi de 57,3%.

Na esfera de combate ao etarismo, um projeto de grande destaque na Companhia foi o programa Toque de Vivência, criado para promover a contratação de profissionais com idade acima de 50 anos. A iniciativa deixou um verdadeiro legado para a Tokio Marine – após a sua criação, o número de contratações de pessoas 50+ cresceu de maneira expressiva. Ainda com o objetivo de promover a inclusão dos Colaboradores dessa faixa etária, a Seguradora promove o Bate-Papo intergeracional – Foco em Equidade e Fomento do Pilar 50+. O programa conta com palestras sobre diversidade etária, impactos nos negócios, carreira e planejamento de aposentadoria, entre outros temas.

Sancor Seguros atinge lucro mensal recorde e projeta crescimento no Brasil

Fonte: Sancor

Maio de 2025 foi um marco na história da Sancor Seguros no Brasil. A companhia registrou seu maior lucro líquido mensal desde o início das operações no país, alcançando R$ 4,4 milhões. O acumulado do ano também surpreende, em apenas cinco meses, a seguradora já obteve R$ 17,2 milhões em lucro líquido, superando os resultados anuais de 2024 (R$ 11,1 milhões) e 2023 (R$ 15,6 milhões). “Esses resultados superaram as expectativas da companhia para o período em mais de duas vezes. Esperávamos R$ 7,5 milhões e chegamos R$ 17,2 milhões”, destaca Rafael Gozer, CFO da Sancor Seguros, em nota enviada à imprensa.

O bom desempenho é atribuído, principalmente, à uma queda expressiva na sinistralidade líquida que ficou 7,1 pontos percentuais abaixo do esperado, e um resultado financeiro 25% superior às projeções iniciais.  “Atribuímos esse cenário positivo à combinação de disciplina financeira e uma estrutura sólida construída ao longo dos últimos anos”, reforça Ricardo Cipriano, CUO da companhia.

Nos indicadores operacionais, a empresa também atingiu patamares de excelência: sinistralidade líquida de 34,7%, índice combinado de 98,3% e índice combinado ampliado de 89,4%, todos acumulados até maio. 

Entre os produtos que se destacaram no período estão os seguros rurais, com desempenho 82% acima do previsto, e os seguros patrimoniais, com 98% de superação frente às expectativas.

De acordo com Paulo Dawibida, CCO Sancor Seguros, o crescimento também se reflete nos prêmios emitidos, que aumentaram 18,4% até maio de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. “Os destaques ficam por conta do seguro rural, com alta de 27,8%, e dos seguros de vida, com crescimento de 19%”, afirma.

O ambiente interno da companhia também evoluiu. “Essa evolução reflete uma construção consistente ao longo do tempo, baseada em valores sólidos e na dedicação coletiva e engajada dos colaboradores, A transformação do ambiente interno acompanhou o amadurecimento da companhia, resultando em um clima mais produtivo, orientado à alta performance.” destaca Kaine Cristine, COO da Sancor Seguros.

Alfredo Tulian, CIO da empresa, complementa: “A evolução tecnológica acompanhou esse crescimento. Tivemos um aumento expressivo nos investimentos em inovação, que já impactam os resultados e seguirão como pilar essencial para o futuro sustentável da companhia”.

Gozer conclui destacando os fatores que fundamentam essa trajetória de crescimento. “A base sólida construída nos últimos anos, especialmente após a pandemia, foi essencial. Investimos fortemente em inovação, tecnologia, novos produtos, posicionamento de marca e melhorias de processos — pilares que hoje sustentam uma operação disciplinada, estratégica e voltada à longevidade”.