Liberty lança serviços para se diferenciar da concorrência

casa 4Fonte: Liberty

Para ir além das coberturas tradicionais e garantir a tranquilidade dos segurados, os seguros residenciais vêm oferecendo uma série de assistências e proteções. As apólices podem incluir, por exemplo, desde coberturas contra quebra de vidros, espelhos, mármores e granitos até de responsabilidade civil familiar – ou seja, se um animal de estimação morde o vizinho, o seguro reembolsa as eventuais despesas médicas.

Além destas coberturas, a Liberty Seguros oferece aos seus segurados, benefícios que podem ser úteis para o cotidiano como o Descarte Responsável, que garante a retirada e o descarte corretos de móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e entulho de pequenas obras e reformas. O uso desse benefício cresceu cerca de 253% em 2015 quando comparado ao ano anterior.

Outro serviço é o check-up residencial, que proporciona revisão de instalação elétrica, verificação de vazamentos, avaliação da distribuição de móveis e mão de obra para serviços gerais, que vão desde a instalação de olho mágico até a fixação de antenas.

“A procura pelas assistências também vem crescendo. Atualmente, as mais utilizadas pelos segurados são os serviços de encanador, eletricista e conserto de eletrodomésticos, mas o uso do descarte responsável vem aumentando bastante também”, diz Mario Cavalcante, diretor de Seguro Auto e Residência da Liberty Seguros. “Nosso objetivo é garantir que nossos clientes possam usufruir de uma série de comodidades e que tenham tranquilidade, dentro ou longe de casa”.

Alguns fatores avaliados durante a contratação do seguro residencial são o valor segurado e as frequências de incidentes na região. “Ao contrário do que muitos podem imaginar, os valores dos seguros residenciais são bem acessíveis. O custo do seguro para uma residência de valor médio, por exemplo, é de aproximadamente R$500 ao ano. No caso de um apartamento, fica em torno de R$ 300 anuais”, finaliza Cavalcante.

Receita do setor de saúde suplementar apresenta crescimento no primeiro trimestre de 2016

Fonte: FenaSaúde
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Mesmo com a crise econômica e a saída de 1,3 milhão de beneficiários (acumulado até março de 2016), mais de 1.100 operadoras de planos de saúde no país movimentaram, no primeiro trimestre de 2016, R$ 38,9 bilhões em receitas – crescimento de 10,3% na comparação com o mesmo período de 2015. No entanto, as despesas assistenciais também tiveram um ritmo acelerado de expansão, totalizando R$ 30,7 bilhões. Na comparação entre o primeiro trimestre desse ano e o mesmo período de 2015, a alta foi de 10,7%. Dessa forma, pode-se considerar que o resultado do setor não é expressivo, descontada a inflação. Apesar dos números apresentados, o setor não vê motivos para comemorar, uma vez que as taxas de crescimento de receitas continuam em ritmo de desaceleração e as despesas assistenciais permanecem elevadas.

A receita de contraprestações do mercado de saúde suplementar aumentou 12,6% nos últimos doze meses terminados em março de 2016, comparados ao mesmo período de 2015. Já a despesa assistencial (que engloba gastos com consultas, exames, internações terapias e outros) cresceu 12,4%.

Ao analisar os números referentes à despesa total do setor de saúde suplementar, chega-se a R$ 150,8 bilhões, que representa um crescimento de 11,7% nos últimos doze meses terminados no primeiro trimestre de 2016. Neste mesmo período, as receitas de contraprestações somaram R$ 151,9 bilhões, um aumento de 12,6% na mesma base comparação. Ou seja, para cada R$ 100 recebidos o setor gastou R$ 99,3. Mesmo assim, o resultado operacional do mercado foi positivo, de R$ 1,1 bilhão no período. A análise é da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base nas demonstrações contábeis que as operadoras de saúde enviam regularmente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Contabilizando apenas as despesas assistenciais do setor, o total foi de R$ 124,4 bilhões, nos últimos doze meses terminados no primeiro trimestre de 2016, comparados ao mesmo período de 2015. O crescimento das despesas assistenciais, influenciado pelos gastos com consultas, exames e internações, dentre outros, levou a sinistralidade do mercado de Saúde Suplementar para de 82,4%, considerando apenas as operadoras do segmento médico-hospitalar (medicina de grupo, cooperativa médica, seguradora especializada em saúde, filantropia e autogestão).

Previdência aberta tem captação de R$ 8,9 bilhões em abril de 2016, alta de 21,92%; no quadrimestre R$ 30,4 bilhões, avanço de 10%

Fonte: FenaPrevi

Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) somaram R$ 8,9 bilhões em abril, registrando crescimento de 21,92% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando os aportes foram de R$ 7,3 bilhões. A captação líquida (diferença entre depósitos e resgates) no período foi positiva em R$ 4,8 bilhões, em comparação à captação líquida de R$ 3,6 bilhões de abril de 2015. Os dados são da FenaPrevi, que representa 69 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Para Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), o bom desempenho revela que a previdência segue ocupando um papel importante no planejamento financeiro de longo prazo para garantir renda complementar na aposentadoria.

Os dados do balanço mostram também que o sistema registrou em abril um total de 84.510 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário.

No período, foram contabilizados um total de 12.390.053 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.324.965 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.065.088 pessoas com planos empresariais.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos em abril. No total, foram investidos R$ 8,2 bilhões. Do volume de contribuições aos planos individuais, R$ 162,8 milhões foram investimentos em planos para menores. Os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, somaram R$ 702,2 milhões em contribuições em abril de 2016.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu contribuições de R$ 8,2 bilhões em abril. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 637 milhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 64 milhões.

No acumulado de janeiro a abril de 2016, os aportes aos planos somaram R$ 30,4 bilhões, 10% superior na comparação com os R$ 27,6 bilhões somados nos primeiros quatro meses de 2015. A captação líquida no período foi positiva em R$ 12,8 bilhões (-,08%), em comparação à captação líquida de R$ 12,9 bilhões do ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos no período. No total, foram investidos R$ 27,1 bilhões. Do volume de contribuições aos planos individuais, R$ 629 milhões foram investimentos em planos para menores. Já os recursos destinados a planos empresariais somaram R$ 2,6 bilhões em contribuições.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL o recebeu contribuições de R$ 27,6 bilhões. Já o PGBL registrou R$ 2,4 bilhões. Os planos tradicionais de acumulação, por sua vez, registraram R$ 267,5 milhões de janeiro a abril de 2016.

A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

Rejeitada a criação de fundo de proteção do segurado

Fonte: Agência Câmara

A Comissão de Defesa do Consumidor rejeitou a criação de um fundo de proteção do consumidor de seguros privados, prevista no Projeto de Lei 3498/08, do Poder Executivo. O objetivo da proposta é fortalecer o segmento financeiro, com a possibilidade de redução ou eliminação do impacto financeiro para o consumidor no caso falência da empresa seguradora.

A matéria recebeu parecer pela rejeição do relator, deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP), com o argumento de que tal assunto deve ser tratado por meio de projeto de lei complementar, que demanda maioria absoluta para aprovação, e não por lei ordinária, que requer maioria simples.

É uma determinação constitucional tratar em lei complementar as matérias referentes ao sistema financeiro nacional e ao regime de previdência complementar. Nesse sentido, a comissão apresentou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 220/16, a fim de tratar da proteção dos direitos dos segurados, participantes, beneficiários, assistidos e detentores de títulos de capitalização, decorrentes de planos operados por seguradoras, entidades abertas de previdência complementar e por sociedades de capitalização.

O PLP 220/16 encontra-se em análise na Comissão de Finanças e Tributação. “O projeto proposto por este colegiado amplia a proteção dos consumidores por meio do patrimônio de afetação”, resumiu o relator.

O PL 3498/08 tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Esta última comissão poderá decidir sobre uma possível prejudicialidade da proposta do Executivo.

Molina é homenageado pelo CVG-SP com o título de Sócio Honorário

nilton molinaFonte: CVG-SP

Depois de prender a atenção da plateia com a brilhante palestra sobre os impactos da longevidade, proferida durante almoço do CVG-SP, no dia 16 de junho, no Terraço Itália, Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência, foi homenageado.
O presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, entregou para ele o título de Sócio-Honorário, que é a mais alta condecoração concedida pela entidade a personalidades do setor pelos relevantes serviços prestados ao próprio CVG-SP, ao mercado ou à instituição seguro.

Dilmo B. Moreira justificou a honraria lembrando a trajetória de realizações de Molina. Ele nos honra muito ao aceitar se tornar Sócio Honorário. Suas ideias estão entre nós e florescendo. Também acredito que devemos nos preparar agora para o futuro, e vamos conseguir , disse.

Em seguida, o presidente do CVG-SP leu os dizeres da placa entregue a Molina: A diretoria do Clube Vida em Grupo São Paulo confere a Nilton Molina o título de Sócio Honorário em virtude de sua inegável dedicação e contribuição ao mercado de seguros e, em especial, aos seguros de benefícios e ao Clube de Vida em Grupo São Paulo .

Molina agradeceu a homenagem. Muito obrigado pela atenção, pela deferência e por estar aqui com vocês , disse.

Trajetória profissional

Nilton Molina, administrador de empresas, foi membro do Conselho Nacional de Seguros Privados e do Conselho Nacional de Seguridade Social (1985 a 1990), um dos fundadores da Bradesco Vida e Previdência e da Icatu Seguros. Atualmente é diretor da CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo. Preside o Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência S/A e o Conselho Deliberativo da Mongeral Aegon Fundo de Pensão Multipatrocinado. É membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), conforme Portaria nº 302 do Ministério da Previdência Social, de 21/07/2014.

CPI ouvirá dirigentes de órgãos que administram e fiscalizam o DPVAT

dpvatFonte: Agência Câmara

Órgãos que administram e fiscalizam o DPVAT serão os primeiros convidados da comissão parlamentar de inquérito que investiga as denúncias de irregularidades no Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. O acordo de procedimentos e o plano de trabalho da comissão começaram a ser definidos, nesta segunda-feira (20), em reunião interna.

A primeira reunião ordinária foi marcada para a terça-feira da próxima semana (28), quando o relator, deputado Wellington Roberto (PR-PB), vai consolidar o plano de trabalho, e os demais parlamentares votarão os primeiros requerimentos.

Os deputados fizeram um acordo em torno dos primeiros convidados da CPI. No dia 5 de julho, será ouvido o presidente da Seguradora Líder, Ricardo Xavier. A Líder administra o DPVAT e deverá dar esclarecimentos sobre as denúncias de fraude em torno do seguro.

No dia 7 de julho, o depoimento será de algum representante da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda e responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguros.

Audiências com ministros

O presidente da CPI, deputado Marcus Vicente (PP-ES), explicou que, nesta primeira fase dos trabalhos, a comissão vai priorizar os convites em vez de convocações. Ainda sem data marcada, a CPI do DPVAT também vai ouvir os depoimentos de ministros ou representantes dos ministérios das Cidades e da Saúde.

“Evidentemente que, com os ministros, teremos uma conversa informal para perguntar se eles querem designar alguém. No caso do ministro das Cidades, é o pessoal do Denatran; e no Ministério da Saúde, o pessoal do SUS ou do Fundo Nacional de Saúde, que é para onde vão 50% dos recursos do DPVAT”, disse o deputado.

O DPVAT foi instituído em 1974 (Lei 6.194/74) para garantir a indenização de vítimas de acidentes de trânsito no caso de morte ou invalidez e o custeio de despesas médicas. No entanto, o seguro é alvo de várias denúncias de fraudes, como pagamentos com base em laudos médicos e ocorrências policiais falsificados. A Polícia Federal investiga os desvios na Operação Tempo de Despertar.

Resistência de sindicato

A CPI do DPVAT enfrenta resistência do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização do Rio de Janeiro e de Espírito Santo, que chegou a entrar com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o colegiado, sob o argumento de que a comissão não tem fato determinado a investigar.

O deputado Marcus Vicente lembrou, no entanto, que o foco da comissão está nas irregularidades administrativas do DPVAT a partir do ano 2000. Em 2015, por exemplo, o DPVAT arrecadou mais de R$ 8 bilhões, mas se estima que 25% desse total tenham sido desviados.

Reportagem, José Carlos Oliveira/Edição – Pierre Triboli

AXA passa a oferecer seguro aeronáutico

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A AXA entra no seguro aeronáutico, com apólices que garantem, além da cobertura básica para “casco”, responsabilidade civil facultativa – LUC e responsabilidade do explorador e tranportador aéreo (RETA), responsabilidade civil de hangares, incluindo qualquer operação relacionada à atividade aeroportuária e desenvolvida dentro das áreas restritas dos aeroportos.

Segundo Mary Helen de Conti, gerente de subscrição aeronáutica da AXA, o diferencial da empresa será o atendimento. “Atuaremos, como sempre, estimulando as nossas parcerias com os corretores, criando nichos específicos, o que fortalecerá a nossa operação. Além disso, daremos foco especial no retorno rápido e ágil aos nossos clientes, uma demanda recorrente no setor”, explica Mary.

“Nesse primeiro momento, a expectativa da AXA é emitir até o final do ano cerca de R$ 8 milhões. Entendemos que o setor aeronáutico brasileiro, o segundo maior mercado do mundo depois dos Estados Unidos, na frente inclusive do mexicano, apresenta um enorme potencial. A nossa expertise em outras regiões do mundo sem dúvida é um diferencial importante“, finaliza Jean-Marc Radureau, Vice Presidente Técnico de Grandes Riscos da AXA.

Toda aeronave, independentemente de sua operação ou utilização, deve possuir cobertura do seguro Reta. A obrigatoriedade foi instituída na Lei n° 7.565, de 1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica). Segundo dados mais recentes da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), a frota de aeronaves no país segue crescendo há pelo menos uma década.

Zurich e Câmara Brasileira de Indústria da Construção oferecem seguro habitacional com taxa única

zurich_Logo_4c [Konvertiert]A Zurich anuncia parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para oferta de seguro habitacional contra morte e invalidez permanente (MIP). O principal diferencial do produto é a taxa única de 0,021% sobre o saldo devedor mensal. “Essa parceria vem para atender uma demanda crescente, a do setor habitacional”, explica Renata Ferraz, diretora comercial de distribuição da Zurich. “Em um momento de dificuldades econômicas, os adquirentes imobiliários precisam de mais proteção e, assim, os seguros de crédito ganham expressão”, completa Rossana Costa, coordenadora do Convênio Núcleo de Seguros CBIC.

O Seguro Habitacional – MIP do Convênio de Seguros da CBIC, oferecido a partir de agora em parceria com a Zurich, tem como principal finalidade garantir indenização por prejuízos em consequência de morte e/ou invalidez do devedor imobiliário. A distribuição dos planos será feita pelas filiais Zurich espalhadas pelo País e corretores parceiros, tanto da própria Zurich como do Convênio CBIC/GEO que, através de plataforma altamente amigável, permite a clientes e/ou corretores facilidade na cotação, contratação do seguro e emissão de faturas mensais, além de avisar e acompanhar os sinistros.

Valor publica hoje especial de seguros e resseguros

logo-valor-economico-v2Quem acompanha o mercado segurador tem uma farta leitura para hoje. O Jornal Valor Econômico traz um especial, com 18 matérias relevantes sobre o setor. O mercado segurador brasileiro atravessa em 2016 uma de suas piores fases, com forte desaceleração das vendas por conta da dupla crise – econômica e política – que causou a queda da atividade e a alta da inflação. Mas a “pausa” também está sendo encarada como uma oportunidade de reflexão e atualização às novas tendências ditadas pela tecnologia. A projeção é de que o mercado cresça entre 9% e 10% até o fim de 2016, comparado com o ano passado, números que, se concretizados, vão superar muito pouco a inflação do período, se não empatarem.

A inovação é um estímulo ao crescimento do setor. Em comparação a outros países, o Brasil ainda está em fase embrionária em termos de aproveitamento do potencial que a tecnologia pode trazer ao mercado de seguros. Atualmente o setor conta basicamente com processos de cotação, transmissão e poucas outras operações on-line. “Se as seguradoras conseguissem integrar os sistemas de suporte à venda e o pós-venda, teríamos uma grande redução de custo operacional, tanto do lado das seguradoras como das corretoras”, afirma Marcelo Blay, CEO da corretora Minuto Seguros. Essa diferença, diz, poderia ser revertida no preço, transferindo o benefício para os consumidores, ampliando o mercado e favorecendo ganhos de escala. O texto conta inciativas da CNseg, Porto Seguro, BB Mapfre e Mongeral.

Compliance está entre os desafios. “O desafio do setor é criar um programa de integridade que concilie a prevenção à lavagem ou o financiamento ao terrorismo ao combate à corrupção. Todas as empresas envolvidas na Lava-Jato passariam pelo compliance financeiro do setor de seguros porque não estavam envolvidas em lavagem de dinheiro nem com o terrorismo”, afirma a especialista em com pliance Alessandra Gonsales, da LEC – Academia de Educação Executiva. Temas como insegurança jurídica, interpretação equivocada da Lei Anticorrupção e o temor dos executivos de ser responsabilizados em acordos assinados pelas empresas ganharam relevância na adoção dos programas de integridade.

Nem mesmo as crises política e econômica, com perda do grau de investimento do país, desemprego em alta e investimentos em baixa, tiram o apetite dos investidores em negociar participações relevantes ou parcerias para entrar ou aumentar market share no mercado segurador brasileiro. “Seguro é um segmento muito interessante no Brasil diante da baixa penetração que ainda tem no Produto Interno Bruto (PIB), de 6%, quando o ideal é chegar a 10%. Isso faz com que muita gente ainda queira entrar no mercado local, mesmo com a situação de crise atual”, diz David Bunce, sócio da KPMG. Jayme Garfinkel, vice-presidente da Confederação das Seguradoras, a CNseg, não vê o setor como um alvo para negociações. “As negociações que ocorreram vieram de oportunidades de negócios, com algumas companhias deixando de operar em um segmento. Já em saúde vemos uma tendência de fusões e aquisições por ter um grande número de operadoras e um baixo retorno”.

O momento é propício para arrumar a casa e evitar a judicialização, com cláusulas mais claras e venda mais consultiva. Entre os seguros que mais demandam advogados estão saúde, D&O e garantia.Pagar a indenização é a alma do negócio das seguradoras. Mas às vezes há discórdia. “Ninguém tem interesse em recusar o pagamento de algo devido. Manter processos nos departamentos jurídicos custa muito caro para as seguradoras. Além disso, a cada negativa, a companhia perde um cliente, que vai falar mal do setor para outros tantos”, afirma Jayme Garfinkel, vice-presidente da CNseg, confederação das seguradoras. “E isso não interessa para ninguém, muito menos para um setor que investe pesado para disseminar a cultura de seguros e dobrar a participação do setor no PIB. Agora, tem gente que reclama até quando não tem cobertura do seguro. Aí não dá para pagar. Tem de resolver na Justiça.”

O especial de seguros está encartado na edição de hoje do Valor Econômico e também disponível para assinantes no link:
http://www.valor.com.br/especiais/suplemento?tid=126046&date=20160620

Liberty usará telemetria para definir preço

Fonte: Jornal do Commercio PE

A Liberty Seguros uma das maiores empresas do setor no mundo vai implantar em 2017 a tecnologia de telemetria no Brasil. A ferramenta será usada para determinar o preço do seguro do automóvel, beneficiando motoristas que dirigem com segurança. Os motoristas que aderirem à tecnologia vão receber desconto de 10% no valor do seguro. Por enquanto, o projeto está em fase piloto, funcionando com o aparelho em 160 automóveis em São Paulo.

Vamos investir US$ 50 milhões por ano no projeto. Nossa expectativa é adquirir 50 mil aparelhos por mês. A telemetria já é uma tendência nos mercados dos Estados Unidos e da Europa. No Brasil, apenas uma empresa adotou, com foco no público jovem e em pequena escala. A Liberty será a primeira a implementar no mercado brasileiro como um todo , adianta o presidente e CEO da Liberty Seguros no Brasil, Carlos Magnarelli. O aparelho envia informações à seguradora sobre como o motorista está dirigindo, verificando velocidade média utilizada, nível de freagem e movimentos bruscos, por exemplo.

MERCADO

Além da aposta em tecnologia, a Liberty também está customizando seus produtos para atravessar a crise sem perder clientes. No Brasil, do total de automóveis em circulação, apenas 30% têm seguro. Estamos oferecendo uma modalidade de seguro com valor cerca de 40% menor para evitar a fuga de cliente , afirma Magnarelli. Hoje, o segmento de seguros para automóveis representa 84% do negócio da empresa, com uma carteira de 1,2 milhão de veículos segurados.

A adequação dos produtos permitiu que a empresa crescesse acima do mercado brasileiro em 2015. Enquanto o setor avançou 2,5%, a companhia expandiu seu faturamento em 7%. O resultado ficou abaixo da inflação, mas o importante nesse mercado é não perder a base de clientes. A rentabilidade pode até diminuir, mas perder o cliente tem consequências maiores , reforça o executivo. No Brasil, a Liberty se posiciona em sétimo lugar no ranking de seguradora de automóveis e no Estado ocupa a quinta posição.