Quem é quem – Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil

Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, atuou como diretor da Unimed Londrina de 1989 a 1998, diretor de Mercado e Tecnologia da Unimed do Estado do Paraná – Federação Estadual das Cooperativas Médicas do Paraná de 1998 a 2006 e diretor presidente da Unimed do Estado do Paraná de 2006 a 2014. Entre 2013 e 2017, ocupou a vice-presidência da Unimed do Brasil e em março deste ano, foi eleito presidente da Confederação.

Perfil institucional – Unimed – Este ano, a Unimed completa 50 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 348 cooperativas médicas, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Atuando sob o modelo cooperativista, a Unimed conta com 114 mil médicos, 114 hospitais próprios e 2.730 hospitais credenciados, além de hospitais-dia, pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Em 2016, a receita total do sistema foi de R$ 64 bi.

A Unimed do Brasil é responsável por gerenciar e representar institucionalmente as cooperativas médicas que atuam sob a marca Unimed. Por meio de ações que buscam garantir a mudança do modelo de atenção à saúde para um cuidado integral, a Unimed incentiva o acompanhamento médico contínuo pautado no conceito de Atenção Primária como a melhor forma de manter uma vida saudável, contribui ativamente para a valorização do trabalho médico e exerce papel fundamental na manutenção da marca como a maior cooperativa de saúde do mundo e maior rede de assistência médica do Brasil.

As cooperativas Unimed são classificadas como Singulares (Unimeds dos municípios), Federações (Unimeds que regulamentam a atuação das Singulares) e Confederação Nacional (Unimed do Brasil). Fundada em 1975 com o objetivo de oferecer suporte institucional a todas as cooperativas, a Unimed do Brasil contribui para a gestão sustentável e competitiva das Unimeds e das instituições que complementam os seus serviços, como a Fundação Unimed, Unimed Participações, Central Nacional Unimed (CNU) e Seguros Unimed.

Cada Unimed possui gestão autônoma e independente, o que não as impede de trabalhar a intercooperação na busca de um mesmo objetivo: prezar pela saúde e qualidade de vida no atendimento aos seus beneficiários. A adesão livre e voluntária, gestão democrática pelos cooperados, participação econômica nos resultados da cooperativa, educação, formação e informação e envolvimento com a comunidade completam os sete princípios cooperativistas que regem a Unimed.

Joesley Batista afirma a Temer que comprou seguro judicial de R$ 1,5 bi para liberar bens

Na conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, sócio do grupo J&F, há um trecho sobre o seguro garantia judicial. Joesley afirma como pretende atrapalhar as investigações que correm contra si. Fala em um procurador infiltrado e em “segurar” um juiz, sem citar nomes. No Valor, a transcrição completa na qual Joesley cita o seguro garantia diz o seguinte: “Daqui a pouco com PIC tou é preso. Foi onde corri lá no procurador, dei um seguro garantia de R$ 1,5 bilhão e pronto, resolveu o meu problema. Você imagina se eu não consigo fazer um negócio desse? Então eu acho, presidente, que é muito desproporcional. Tem que criar alguma coisa, presidente. Alguma agenda”.

A apólice citada hoje em nota da agência Estado, na qual afirma que as seguradoras negaram apólice para a J&F Investimentos, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, no ano passado, não é a mesma que Joesley cita. A Agência se refere a uma apólice que a holding tentou adquirir um seguro de garantia judicial, que protege as empresas de processos judiciais, para fazer frente ao R$ 1,5 bilhão acordado com o Ministério Público no âmbito da Operação Greenfield. Sem respaldo no seguro, a holding entregou em penhor 30% da participação que tem na Eldorado Celulose.

E a apólice que Joesley se refere é para liberar seu patrimônio que estava bloqueado. A coincidência da notícia é que ambas são apólices de seguro judicial e o valor é o mesmo, de R$ 1,5 bilhão cada uma.

AON suspende evento para lançar movimento de transformação do mercado

A AON suspendeu o evento que estava programado para o próximo dia 23 de maio, que reuniria algumas das principais corretoras, seguradoras e associações do Brasil em São Paulo para anunciar o lançamento de um movimento de transformação do mercado de seguros. Segundo a assessoria de imprensa, devido ao grande interesse do executivos, inclusive de fora do País, o evento foi suspenso para que seja possível conciliar a agenda de todos que querem participar. Em breve uma nova data será divulgada.

“Diante da relevância global que o movimento idealizado pela Aon Brasil assumiu, representantes internacionais de empresas apoiadoras do setor solicitaram uma nova opção de data para que eles também possam estar presentes, unindo esforços com os times do Brasil e da América Latina’, afirmou a Aon em nota encaminhada hoje.

A Aon, idealizadora do movimento, é representada pelo seu presidente na América Latina, Fernando Pereira, e pelo presidente no Brasil, Marcelo Munerato de Almeida. As patrocinadoras iniciais são AIG, Amil, Bradesco Seguros e Sura. O objetivo é promover o desenvolvimento da percepção de riscos e benefícios da população brasileira, por meio de novos diálogos sobre os temas. A expectativa é ajudar a fomentar negócios mais sustentáveis para as empresas da América Latina e uma melhor educação para a sociedade, que ainda entende superficialmente quais são suas exposições e quais podem ser suas proteções.

Planos de saúde serão reajustados em 13,55%

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,55% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2017 e abril de 2018. O percentual é válido para os planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98 e atinge cerca de 8,2 milhões de beneficiários, o que o que representa 17,2% do total de 47,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, de acordo com dados referentes a abril de 2017. A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (19/05).

Vale lembrar que o mercado brasileiro de planos de saúde registrou queda de 2% em abril na comparação com o mesmo período do ano passado. O número representa a perda de 962 mil vínculos. Depois da redução, a quantidade de beneficiários com planos ficou em 47,5 milhões. O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) avalia que, enquanto a situação econômica não mudar, não deve haver crescimento significativo do setor.

Especialista Sérgio Frade lança o livro “Riscos & Seguros”

Release

O sócio-fundador e presidente da Solutions Gestão de Seguros, Sérgio Frade, vai lançar, no próximo dia 30 de maio, no PIC Cidade, o livro “Riscos & Seguros – Uma visão dos seguros sob a ótica da gestão de riscos corporativos e pessoais”. A obra reúne diversos artigos sobre seguros escritos pelo autor e publicados e que reflete a sua vivência profissional na gestão de riscos e seguros de diversas empresas nacionais e internacionais.

Vários artigos do livro destacam a importância do segmento de seguros na vida das pessoas e empresas. Frade ressalta a escala de produtos e serviços do segmento que têm fortes implicações no cotidiano das pessoas e da atividade econômica, com a proteção de vidas e ativos das empresas no país, além de ajudar no gerenciamento de riscos, mobilização de poupança e, sobretudo, facilitando investimentos.

Em 2016, o setor de seguros registrou crescimento nominal de 9,2%, na comparação com 2015, de acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e compilados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 239,3 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização. Desse valor, cerca de R$ 121,6 bilhões retornaram à sociedade em indenizações, benefícios, resgates e sorteios pagos.

“Em nosso dia a dia, somos forçados o tempo todo a tomar decisões no campo pessoal ou profissional. A vida é cheia de riscos e o gerenciamento disso exige habilidade. Os riscos podem ser evitados ou reduzidos, podemos assumi-los de forma direta ou transferi-los. Gerenciar os riscos, de forma responsável, tem implicações diretas nos resultados e na sobrevivência das empresas, inclusive junto a clientes e fornecedores. Da mesma forma ocorre com as pessoas no dia a dia, frente aos riscos imprevistos no trabalho, lazer ou viagem”, afirma Sérgio Frade.

“Comprar seguro pode parecer simples; no entanto, não é bem assim. A compra de seguros exige cuidados importantes para evitar problemas futuros. Usar o seguro não significa receber indenização. Usar o seguro significa ter a garantia de que a estabilidade financeira de uma empresa ou pessoa está protegida”, explica Frade. Segundo ele, os tempos difíceis e turbulentos, enfrentados pela economia nacional, aumentaram a necessidade de as empresas se garantirem contra imprevistos. Os efeitos danosos da crise colocaram em risco a sobrevivência de muitas delas. Com essa publicação, o empresário espera contribuir e servir de referência para que executivos, gestores de riscos, profissionais do mercado segurador e estudantes possam se nortear.

Assembleia de acionistas do IRB está confirmada para hoje

Realmente esse IPO do IRB Brasil Re está complicado. O IPO é tema do IRB e dos acionistas desde o governo da presidente Dilma Rousseff, sendo adiado sucessivas vezes em razão do mau momento da economia. A leve melhora dos indicadores econômicos trouxe a discussão de novo à tona.

Só que dois dias antes da assembleia para decidir sobre a retomada do IPO, a economia é assolada novamente pelo cenário político, com as delações dos executivos da JBS, que divulgaram áudios de conversas que comprometem o presidente Michel Temer, do senador Aécio Neves e do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega. A bolsa despencou e o dólar disparou. Os indicadores mostram um cenário mais instável do que o início da Lava Jato.

No entanto, a assembleia não foi desmarcada, cancelada ou adiada. Está mantida para começar as 9 horas desta sexta-feira, segundo uma fonte confirmou ao blog Sonho Seguro. Vamos acompanhar para ver o que será discutido, pois pensar em IPO num cenário como o atual, é algo fora de cogitação.

Representantes da cadeia de saúde discutem o relacionamento entre indústria médica e profissionais de saúde

Fonte: FenaSaúde

Um debate – em torno dos caminhos para a transparência no relacionamento entre representantes da indústria de materiais e profissionais de saúde – reuniu médicos e executivos de hospitais, planos de saúde, empresas e Governo durante a Feira Hospitalar 2017, na última terça-feira (18), no Expo Center Norte, em São Paulo.

O painel ‘Indústria e profissionais de saúde: caminhos para a transparência – A legislação americana, o Sunshine Act, é uma opção para o Brasil?’, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED), contou com a participação de Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Carlos Vital, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Fabrício Campolina, presidente do Conselho de Administração da ABIMED; Paulo Chapchap, presidente do Hospital Sírio-Libanês; e Renato Capanema, diretor de Promoção da Integridade da Controladoria Geral da União (CGU), do Ministério da Transparência.

A advogada Katie Pawlitz, consultora de empresas para questões ligadas ao Sunshine Act nos Estados Unidos, relatou a experiência americana. Em vigor desde 2013, essa legislação obriga todo fabricante dos Estados Unidos a reportar ao governo federal qualquer transação financeira realizada a profissionais de saúde e entidades médicas. Além disso, essas informações ficam disponíveis para consulta pública em um site. De acordo com a advogada, em 2014, os dados publicados remetem a mais de US$ 11 milhões de transferências para médicos e hospitais. “Em uma Lei de Transparência é importante definir finalidade e clareza, para que as informações sejam entendidas também pelo paciente”, explicou Katie.

Em seguida, houve debate para avaliar se uma legislação nos moldes do Sunshine Act também seria um bom caminho para o Brasil. A discussão evidenciou, para todos os presentes, que a transparência é de fundamental importância, mas, em paralelo, devem se observar também questões como a sustentabilidade do setor de saúde, a burocracia brasileira e a crise ética que o país atravessa.

Para a presidente da FenaSaúde, a discussão deve ser mais ampla e passa pelo trato da informação. Segundo a executiva, 50% dos custos médicos hospitalares estão na internação e 10% dessas despesas são relacionadas com OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais). Solange Beatriz também enumerou casos de disparidades de preços em função de margens agregadas na cadeia. Um exemplo citado foi de uma prótese de joelho, no qual o valor final do produto é 8,7 vezes maior que o custo inicial. Segundo levantamento da FenaSaúde, o produto sai da fábrica com um custo de, aproximadamente, R$ 2 mil e o preço pago pela operadora é de mais de R$ 18 mil, nesse percurso a comissão médica é de R$ 3.500 e a margem do hospital é de R$ 3.900. No decorrer da cadeia da saúde, ainda são somados os custos operacionais relativos a tributos, seguros e fretes, entre outros. “Precisamos tornar as informações ainda mais transparentes. Operadoras de planos de saúde e o próprio SUS devem saber o que e quanto estão pagando”, declarou.

A presidente da FenaSaúde também citou a Máfia das Próteses, denunciada em 2015, que resultou em duas CPIs: uma na Câmara dos Deputados, em Brasília, e outra na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Além disso, foi criado ainda um Grupo de Trabalho Externo de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (GTE OPME), coordenado pela ANS e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O grupo de trabalho fez um diagnóstico do setor, apontou assimetria de informações e propôs ações que passam por alterações no Código Penal e no Código de Defesa do Consumidor. Sugeriu ações que já estão em andamento, como a padronização da nomenclatura, atualmente 69 mil termos já estão ajustados pela ANS, por meio da TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar); e a criação de Registro Nacional de Implantes (RNI), em fase de teste piloto no SUS. Outras não saíram do papel, como as regras de garantia, validade e rastreabilidade dos DMI (Dispositivos Médicos Implantáveis) e ampliação das informações ao paciente portador de DMI. Ou seja, muito pouco se avançou. Além disso, vários projetos de lei estão parados no Congresso”, explicou.

Para a implantação de uma lei inspirada no Sunshine Act, de fato, acontecer no Brasil, é necessário avanços significativos. “É preciso que haja incentivo a disseminação de informação clara e precisa, além da promoção e valorização de atitudes éticas”, finalizou Solange Beatriz Mendes.

É preciso ter mais experts para lidar com riscos cibernéticos, avalia executiva da Zurich

A necessidade de ter mais profissionais preparados para lidar com ataques de hackers foi um dos pontos altos do RIMS 2017 (Risk Insurance Management Society), que aconteceu entre 23 a 26 de abril em Chicago (EUA). Trata-se do principal evento mundial que reune gerentes de riscos do mundo inteiro. Nesta última edição foram mais de 6 mil participantes e 400 expositores. Entre eles, um grupo brasileiro com mais de 100 executivos, sendo 30% segurados, 30% seguradoras e 40% corretores.

Entre eles, Glaucia Smithson, diretora de seguros empresariais e de vida e previdência corporativos da Zurich. “Um dos principais assuntos foi riscos relativos a ataques cibernéticos”, conta. Realmente na última sexta feira todos puderam sentir na pele que o temor se justifica. É um risco real. Um estudo chamado Cyber Handbook, divulgado pela Marsh, destaca o grande impacto que os ataques cibernéticos podem ocasionar. Segundo a pesquisa, a violação de dados pode gerar perdas de US$ 2,1 trilhões, no mundo, até 2019. Cifra quatro vezes maior em relação aos prejuízos das empresas em 2015. O mercado gera cerca de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões em prêmios anualmente, mas as estimativas apontam para US$ 20 bilhões até 2025, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo Financial Times, o que transforma o segmento em um dos que crescem mais rapidamente no setor.

A grande preocupação dos “risk managers” dos mercados mais desenvolvidos está na mudança muito rápida e constante dos cenários político, econômico, social. “Quando falamos em risco, a atualização é constante. Temos profissionais excelentes em linhas clássicas de seguro como o de “property e responsabilidade civil geral, mas, muito poucos em riscos emergentes como riscos cibernéticos e seguros financeiros”, diz a executiva da Zurich. “Quanto mais atualizados e preparados forem os profissionais de seguro, melhor será a qualidade e resultado das discussões na elaboração de soluções para enfrentar os novos riscos do setor”, acrescenta.

Superar um problema do setor, encontrar o especialista certo para enfrentar um novo risco, ajudar uma organização a atingir seus objetivos sociais e de negócios e usar os conhecimentos de gerenciamento de riscos para resolver problemas não tradicionais são as principais características de um bom gestor de risco. Segundo Glaucia, há no mercado hoje dois tipos de compradores de grandes riscos: os transacionais que são puramente voltados à taxa, sem considerar a solidez financeira e qualidade técnica e de serviços da seguradora, e, aqueles que geralmente já tiveram algum tipo de sinistro e valorizam o serviço, o relacionamento a longo prazo e são preocupados com a melhoria do gerenciamento do seu risco.

Questionada sobre os riscos que estão em maior evidência no mundo, ela explica que todas as possíveis situações de risco devem ser modeladas de maneira profissional com um plano claro de gerenciamento de riscos, a fim de proteger e maximizar os seus resultados. “Os riscos têm que ser tratados, remediados e transferidos às seguradoras na medida do possível. Da mesma maneira que uma empresa precisa proteger suas instalações, precisa também do seguro garantia para a performance de contratos ou para liberação do seu passivo em casos judiciais, seus executivos precisam estar protegidos no dia-a-dia da gestão da empresa, as novas construções precisam de proteção, existe a responsabilidade civil, novas tecnologias que trazem risco a todo momento”, diz.

A Zurich, uma das patrocinadoras do evento, apresentou novidades aos gestores de riscos. Veja algumas das ferramentas apresentadas no RIMS 2017.

Zurich MIA – uma ferramenta online que inclui informações específicas de países a respeito de coberturas como limites, termos e condições do país, garantindo conformidade como as regulamentações securitárias e fiscais locais. Ferramenta essencial para a estruturação de programas mundiais.

Zurich Risk Advisor – único inovador no mercado, o Zurich Risk Advisor é um aplicativo de apoio às iniciativas de gestão de riscos que fornece um conjunto de ferramentas de engenharia de risco de auto-serviço aos nossos clientes e corretores. O Zurich Risk Advisor também permite que você realize suas próprias avaliações de riscos, otimizando suas ações de melhoria e orçamento; e, dá a transparência aos nossos clientes e parceiros da metodologia de ponta em engenharia de risco, melhores práticas, percepções dos riscos e padrões da indústria.

Zurich Onsite – inovação tecnológica utilizada pelos engenheiros durante as visitas de inspeções aos clientes. A ferramenta permite uma melhor transparência no processo de avaliação de riscos, contribuindo para o cliente ter contato com a nossa metodologia de avaliação, conhecendo exposições de risco da sua empresa e as possíveis ações de melhorias.

Zurich Risk Room – um meio revolucionário para visualizar riscos globais e a interconectividade do risco, analisando país por país.

My Zurich Portal – ferramenta online que permite a clientes corporativos um único ponto de entrada para todas as informações relacionadas às suas carteiras internacionais de seguro e atividades de engenharia de risco.

Mongeral Aegon lança duas novas proteções voltadas para sobrevivência com preços competitivos e contratação simplificada

Fonte: Mongeral Aegon

Anualmente, a Previdência Social realiza o pagamento de R$ 23 bilhões em auxílio-doença. Mais da metade deste montante, R$ 13 bilhões, são pagos a pessoas que recebem o benefício há mais de dois anos. Os dados são do Ministério do Planejamento. Já o Instituto Nacional do Câncer estimou para o biênio 2016-2017 mais de 600 mil novos casos da doença. É neste cenário que a Mongeral Aegon lança, nesta semana, duas proteções voltadas para o diagnóstico de doenças graves e de incapacidade temporária.

O novo seguro Doenças Graves, desenvolvido pela seguradora, apresenta um amplo rol de doenças e casos cobertos, como: Alzheimer, acidente vascular cerebral, câncer, infarto agudo do miocárdio, perda da audição, visão ou fala, transplante, paralisia e insuficiência renal crônica.

“Outro diferencial deste produto da Mongeral Aegon em relação ao mercado é que a cobertura pode ser contratada separadamente. Mais uma grande vantagem é que o cliente pode ter acesso a capitais segurados de até R$ 1 milhão, sendo que planos de até R$ 700 mil podem ser feitos apenas com a tele-entrevista, tornando a contratação rápida e simplificada”, explica o superintendente de Marketing, Leonardo Lourenço.

Saiba quais são os 11 diagnósticos cobertos

O novo Doenças Graves dá cobertura à sobrevivência de 30 dias ao diagnóstico de: mal de Alzheimer, acidente vascular cerebral (AVC), bypass, câncer, infarto do miocárdio, insuficiência renal crônica, perda de visão/audição ou fala, paralisia e transplante (coração, fígado, medula, pâncreas, pulmão ou rim).

Afastamento do trabalho – Outro lançamento da Mongeral Aegon é o novo seguro Diária de Incapacidade Temporária (DIT), que protege a renda do segurado em caso de um afastamento superior a 10 dias da sua função laborativa. Neste novo plano, a companhia realizou uma segmentação de acordo com a sua experiência neste tipo de cobertura.

“A novidade que trazemos é definir o preço por atividade do cliente, o que nos permite cobrar um preço mais justo e competitivo em relação ao mercado. Também mantemos nesta nova solução, além da diária de incapacidade temporária, as coberturas de morte acidental e invalidez por acidente”, completa o superintendente.

Em ambas as coberturas – Doenças Graves e Diária de Incapacidade Temporária – a Mongeral Aegon permite que os segurados definam a periodicidade de pagamento: mensal, trimestral, semestral e anual.

Benefícios – Apenas no ano de 2016, a Mongeral Aegon realizou o pagamento de R$ 57 milhões em benefícios referentes à cobertura de Diária de Incapacidade Temporária. Já por Doenças Graves, o montante pago pela seguradora no ano passado foi de R$ 2,7 milhões.

Novo modelo da thinkseg transforma pontos do corretor em dinheiro

Gregori: o corretor é o nosso relações públicas

Fonte: Thinkseg

A plataforma mobile thinkseg traz ao setor de seguros brasileiro três grandes inovações. Primeiramente, a start-up inova pela forma de contratação do seguro 100% pelo celular. Também inova com o aplicativo que acompanha o motorista no volante para dar a ele descontos de até 40% no preço do seguro. E a terceira inovação é a proposta de um novo modelo de negócio ao remunerar o corretor com pontos que valem dinheiro. Nesta primeira quinzena de maio, a plataforma thinkseg realizou 3 mil cotações de seguro para automóvel e teve mais 2,3 mil novos usuários cadastrados. Cada um deles, ao contratar o seguro, vai gerar muitos pontos aos corretores. Pontos que, no final do mês, valem dinheiro.

O corretor ganha pontos de diferentes maneiras. De imediato, o corretor já recebe ponto ao se cadastrar. Depois, ele é novamente pontuado ao indicar uma pessoa interessada em ter o seguro thinkseg. Se o indicado contratar o seguro, mais um ponto para o corretor. Quando o segurado satisfeito traz um amigo para a plataforma, outro ponto para o corretor. A pontuação vai se multiplicando.

No novo modelo thinkseg, o papel do corretor não é o de vender seguro. Isso porque, na prática, a pessoa que recebe o convite do corretor faz tudo sozinha, sem ajuda de ninguém. Ela digita as informações pessoais, dados do carro, tira fotos do carro pelo celular, coloca o nome do corretor que a indicou e, finalmente, contrata o seguro. É o cliente “faz tudo” com o celular na mão. Não precisa de ninguém para contratar o seguro. Então, o que o corretor faz?

“O corretor é o grande divulgador, o grande propagador desse novo modelo de negócio ao trazer novos usuários à plataforma thinkseg. A cada nova pessoa que entra, abaixo da indicação desse corretor, os pontos do profissional vão se multiplicando. Pontos que valem dinheiro no final do mês”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori. O cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas e outros presentes ou mimos.

O ganho de pontos – que valem dinheiro no final do mês ao corretor – é uma forma de estimular e motivar o profissional, cada vez mais, na prospecção e na indicação de pessoas. Segundo o CEO da thinkseg, o corretor vai saber, em primeira mão, sobre o lançamento de novos produtos para poder avisar, primeiramente, a sua carteira de indicados (clientes). Assim que eles contratarem o novo produto e o corretor vai receber pontos.

Por meio da aplicativo (app thinkseg), o corretor sempre vai ter acesso à sua carteira de indicados, com nomes e contratos dos seguros de cada um deles. O profissional acompanha o processo de perto e interage com o cliente no momento que quiser”, diz Gregori. Para as pessoas cadastradas sem corretor, a thinkseg vai indicar um profissional bem posicionado no ranking de pontos.

É importante ressaltar que, ao buscar mais clientes para a plataforma mobile, o corretor vai atingir um novo perfil de público: aquele que acompanha a inovação tecnológica, que tem o aplicativo do banco no celular para movimentar a conta, que aluga casa pelo AirBNB, que se desloca com Uber, 99 taxi ou Cabify e que faz compras pela Amazon, Mercado Livre, Ebay, por exemplo.

O corretor que resistir à inovação tecnológica pode sentir a falta de crescimento do próprio negócio lá na frente. “Estamos selecionando corretores apaixonados por inovação tecnológica, que acreditem no nosso modelo de negócio, para apoiá-los no uso da tecnologia”, afirma Gregori.

Além do corretor, o cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas, artigos para casa e carro, e outros presentes ou mimos.

O desconto no seguro vem por meio do aplicativo thinkseg baixado no celular. O app mede as variáveis (distância, percurso, modo de fazer as curvas, modo de frenagem) do motorista na condução do veículo e vai armazenando as informações, se ele dirige bem ou não. A tecnologia da telemática transfere os dados do motorista para o celular.

Ao final de cada mês, o app thinkseg mostra os resultados do modo de condução do veículo de cada pessoa com o aplicativo no celular. Quem dirige bem, recebe mais estrelas. Quanto maior o número de estrelas no app, maior o desconto no preço do seguro, podendo chegar até 40% de desconto.

O app thinkseg está disponível na loja Google Play (android) ou na Apple Store (iphone) para ser baixado no celular. O download é gratuito. Centenas de pessoas já estão testando a versão Beta do app thinkseg na cidade de São Paulo.

“É um novo formato de seguro, por meio do qual o bom condutor é premiado, não apenas na renovação do seguro, mas todos os dias, por meio da sua tecnologia pay as you drive, pay as you use”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.