Europe Insurance lança publicação com ação para melhorar conhecimentos financeiros de cidadãos europeus

Fonte: CNseg

A Insurance Europe, a federação europeia de seguro e resseguro, lançou recentemente uma publicação sobre recomendações de educação financeira na era digital (Financial education in a digital age- Initiatives by the European insurance industry, título em inglês). A publicação identifica algumas das ações mais promissoras para fomentar um comportamento financeiro responsável e capaz de aumentar a confiança das pessoas para assumir o controle de suas finanças, incluindo-se aí a compra de seguros adequados a cada etapa da vida.

Pesquisas sugerem que iniciativas de ensino e treinamento devem envolver materiais que sejam interativos e motivadores. Os jogos são uma boa alternativa, porque as pessoas estão inclinadas a aprender mais sobre educação financeira ao jogar. Os jogos podem estimular o aprendizado de fato e habilidades importantes, como o pensamento estratégico e inovador, a criatividade, contribuições importantes, portanto, para ensinar crianças e jovens sobre a importância do seguro e da poupança.

Para a diretora geral da Insurance Europe, Michaela Koller, aumentar a conscientização sobre as questões financeiras, a fim de realmente mudar o comportamento individual, é uma questão social desafiante. E deve incluir todas as melhores estratégias, como a inclusão da alfabetização financeira nos currículos escolares, não só para desenvolver a capacidade financeira e a responsabilidade desde a mais tenra idade, mas também para haver, no futuro, uma população mais habilitada a cuidar de seu dinheiro. E todos os atores- Estados-Membros da UE, autoridades públicas, associações de consumidores, o setor privado- devem participar para maximizar os resultados das iniciativas no campo da educação.

A indústria europeia de seguros reúne um vasto leque de iniciativas para aumentar a alfabetização financeira e a compreensão dos seguros. Ampliar a habilidade de conscientização dos riscos é, nesse sentido, um elemento crucial na educação financeira, particularmente do ponto de vista do seguro. Muitos indivíduos têm ideia dos riscos que enfrentam, mas ressentem-se da falta de conhecimento de produtos adequados para protegê-los. A educação financeira, então, sensibiliza e permite que os cidadãos façam escolhas adequadas de seguros para seu patrimônio (ou de danos pessoais) ou de como fazer provisão para a aposentadoria. E a selecionar coberturas cada vez mais diversificadas e complexas à medida que passem a ter informações mais qualificadas.

A Insurance Europe, que congrega 32 países membros associados, juntamente com várias outras associações financeiras, também formou recentemente a Plataforma Europeia de Educação Financeira, que visa aumentar a alfabetização financeira na Europa, particularmente entre os jovens e os empresários. Equipar de conhecimento cidadãos fará que eles tenham controle de suas finanças, habilidade de fazer planejamento financeiro de curto, médio e longo prazos, escolhendo produtos adequados para cada etapa de sua vida.

Leia o estudo na íntegra aqui

Seminário “Os caminhos para a reforma da Previdência” pode ser acompanhado online

o Valor realiza nesta segunda-feira, a partir das 9 horas, o seminário “Os caminhos para a reforma da Previdência” em Brasília. Com transmissão ao vivo, serão analisadas as propostas em pauta, seus pontos fortes e fracos, sua viabilidade ou não, os caminhos possíveis de serem trilhados.

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Na segunda edição do ´Papo Seguro`, o presidente da CNseg destaca que as empresas do setor são as únicas autorizadas pelo governo a operarem no mercado

Fonte: CNseg

“Você sabe para que servem as seguradoras?”. Com esta indagação, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, inicia a segunda edição do “Papo Seguro” do “CNseg – o canal seguro”. Conhecer a relevância das empresas de seguros é o primeiro (e fundamental) passo para o consumidor sentir-se verdadeiramente protegido, orienta o executivo.

Coriolano reforça aos espectadores serem as empresas do setor as únicas entidades autorizadas pelo governo para a prestação do serviço ao consumidor: “As seguradoras fazem gestão de uma longa cadeia de atividades, que vai desde o desenho do produto, passando pelo cálculo do risco, pelo pagamento das indenizações até todo o atendimento ao consumidor. É por isso que as seguradoras são as únicas registradas pelo governo para exercer essa atividade.”

Um consumidor bem informado é garantia de mercado seguro e eficiente. Mas para que esse amadurecimento se torne realidade, Coriolano ensina alguns caminhos: “O seguro precisa ter a permanente segurança da garantia de empresas sólidas. Elas lidam com a poupança e com bens preciosos das pessoas. Tenha cuidado. Antes de comprar, certifique-se que o seu seguro vem de uma seguradora”, conclui o presidente da CNseg.

Inaugurado no dia 15 de março e veiculado no YouTube, o “CNseg – o canal seguro” é a mais nova iniciativa da CNseg dentro do Programa de Educação em Seguros, que visa ampliar e aprofundar o relacionamento do setor segurador com os consumidores e a sociedade em geral.

O canal tem a missão de esclarecer a população acerca dos produtos e serviços oferecidos pelo setor de seguros, com uma programação com entrevistas, debates, colunas de especialistas e até uma série, que será lançada em abril. A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, foi a primeira entrevistada especial do canal.

“Tudo que queremos com o Programa de Educação em Seguros é esclarecer de verdade o consumidor, dar informação, conhecimento. O consumidor só pode escolher quando tem educação, no sentido cidadão do termo, que é o de ter conhecimento suficiente para tomar melhores decisões”, diz Marcio Coriolano.

Produtos com defeitos geram maior volume de indenização, revela estudo da AGCS

Mais um belo estudo da AGCS, a Resseguradora do grupo Allianz. Produtos defeituosos constituem a principal origem perdas de seguros corporativos de responsabilidade em todo o mundo, de acordo com a Allianz Global Corporate & Specialty. Relatório divulgado em abril pela unidade de seguros corporativos da empresa alemã revela que sinistros envolvendo produtos ou serviços que apresentam defeitos constituíram quase um quarto das indenizações pagas pela empresa e outros subscritores que compartilharam riscos com ela entre 2011 e 2016. A segunda maior causa são os acidentes envolvendo colisão de veículos, que motivaram 22% dos pagamentos feitos no período, apesar de estar em baixa graças a melhorias nos sistemas de segurança. Em terceiro lugar vêm as perdas causadas por erro humano, com 19% do total. A AGCS analisou mais de 100 mil sinistros registrados em mais de 100 países, totalizando US$ 9,3 bilhões em indenizações, informa o portal Risco Seguro.

Veja o estudo aqui

Thinkseg inicia cadastro de corretores na plataforma mobile de seguros

Gregori: o corretor é o nosso relações públicas

Fonte: thinkseg

Na plataforma 100% mobile thinkseg, corretores, seguradoras e clientes vão interagir no ambiente online. Toda a experiência da compra do seguro pelo usuário ocorre pelo celular. Mas, sempre haverá um corretor envolvido no processo para mostrar o funcionamento e ainda tirar dúvidas do cliente em relação ao seguro. Nesta semana, a thinkseg iniciou o cadastramento dos corretores para atuarem no seu marketplace – espaço online que integra seguradoras, clientes e corretores.

“Nosso objetivo é atingir 1 mil profissionais qualificados nesta primeira fase. É que chamamos de corretores apaixonados pelo formato de inovação proposto pela thinkseg. O corretor é o nosso principal personagem”, diz o CEO da thinkseg, André Gregori.

Mais de 200 corretores de todo Brasil já se cadastraram no plataforma mobile, logo que o processo foi iniciado na segunda semana de abril. “Temos recebido um retorno muito positivo dos corretores. Eles veem o aplicativo e a plataforma thinkseg como uma maneira de se digitalizarem e acompanharem a inovação, bem como se defenderem da venda direta ou não tradicional”, explica o CEO da thinkseg.

Para se cadastrar na plataforma 100% mobile thinkseg, o primeiro passo é o corretor entrar na home page www.thinkseg.com. No site, ele clica no espaço “seja um corretor “e, então, inicia o preenchimento do cadastro com dados pessoais, coloca o número do registro Susep e informações do negócio.

Feito o cadastro no site, na etapa seguinte, o corretor vai entrar na loja Google Play e baixar o APP thinkseg para celulares android. Será necessário preencher alguns campos com informações pessoais para a definição da senha de acesso ao APP. Em breve, o APP thinkseg estará disponível também da Apple Store para aparelhos com sistema IOS.

A interação do corretor com a plataforma 100% mobile resultará em um processo de “digitalização do corretor”, considerado um importante influenciador da plataforma. “Queremos auxiliar o corretor que não está ambientado com a tecnologia. Além disso, vamos qualificar os corretores com pontos para indicá-los às pessoas que não tiverem corretor”, diz Gregori.

É preciso vontade para adotar novas práticas. Os profissionais que não acompanharem as inovações tecnológicas mundiais vão sentir a estagnação do crescimento do próprio negócio ao longo dos anos. Segundo Gregori, o modelo de contratação thinkseg vai apoiar o corretor no uso da tecnologia para que ele tenha mais lucro e fique satisfeito com o modelo inovador da plataforma 100% mobile.

O Seguro Auto thinkseg vai poder ser contratado em minutos pelo celular. Feito o download do app thinkseg no mobile, ele passa a captar informações do modo de dirigir do motorista, por meio da tecnologia da telemática. Quando a pessoa está no volante, o app verifica a velocidade do motorista, como ele freia, como ele acelera, quantas vezes avança um sinal vermelho ou muda de pista, e quantas vezes lê mensagens e fala no celular enquanto está dirigindo.

A interpretação dessas informação, coletadas via app e pontuadas, vai beneficiar as pessoas conscientes no trânsito. O mercado de seguros nacional tem mais ou menos 75% de bons motoristas que pagam pelos maus motoristas. Todo o setor faz uma medição do grupo de risco. Para a thinkseg, o risco individual é o que vale. Com o APP thinkseg, os bons motoristas pagarão menos por seus seguros e terão benefícios, enquanto os mau avaliados não. É uma forma de criar mais motoristas conscientes.

Lideranças se reúnem para debater principais problemas enfrentados pela saúde suplementar

Fonte: FenaSaúde

A elevação da taxa de sinistralidade, ou seja, a relação entre as despesas assistenciais sobre as receitas de uma operadora, vem preocupando o setor de saúde suplementar, em especial as entidades representativas das operadoras de planos. A sinistralidade da saúde atingiu 84,4% no terceiro semestre de 2016 apenas com a assistência médica. Essa foi uma das discussões da mesa redonda “Controle da Sinistralidade na Saúde Suplementar”, realizada no 8º Seminário Unidas, nos dias 10/04 e 11/04, em Brasília(DF).

Participaram do debate, Sandro Leal, superintendente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Reinaldo Scheibe, presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge); Alberto Gugelmin Neto, diretor e vice-presidente da Unimed do Brasil; e Ricardo Ayache, diretor técnico da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas).

Na avaliação do superintendente da FenaSaúde, o crescimento elevado das despesas assistenciais vem desafiando o setor a manter o equilíbrio econômico dos contratos e a solvência das operadoras e do próprio sistema de saúde suplementar. Pelos estudos da FenaSaúde apresentados no debate, nos últimos dez anos, o resultado consolidado do setor foi positivo em apenas quatro anos, reflexo de uma dinâmica de custos que cresce acima das receitas.

A despesa assistencial per capita, pelos cálculos da Federação, cresceu 138,3% de 2008 a 2016. Neste mesmo período, a inflação medida pelo IPCA foi de 65,8% e o reajuste autorizado pela ANS para os planos individuais foi de 104,2% acumulados no período. “Isto mostra o descompasso entre a capacidade de pagamento das pessoas com o ritmo de crescimento dos custos da assistência à saúde”, segundo Leal. “É fundamental equacionar os fatores que causam esse crescimento excessivo dos custos, dentre eles a incorporação de tecnologias sem custo-efetividade comprovada, abusos e fraudes no uso de OPME e desperdícios em geral que são observados ao longo de toda a cadeia produtiva”, argumentou.

Sandro Leal também alertou que a regulação está voltada apenas para as operadoras, não alcançando o prestador de serviços médicos nem a indústria de materiais e equipamentos. “A regulação veio corrigir falhas de mercado e fornecer informação ao beneficiário. Mas o que vemos hoje é um excesso de regulação ou microrregulação, que impacta o operacional das empresas e desestimula o oferecimento de novos produtos. Para se corrigir falhas de mercado muitas vezes se criam falhas de regulação. Um exemplo é o que ocorreu nos planos individuais cujo subreajuste recorrente levou o mercado para os planos coletivos”, esclareceu o superintendente da Federação.

Leal defendeu a importância da precificação e da manutenção da solvência em um período de sinistralidade crescente. Para fechar as contas, as empresas estão investindo em tecnologias da informação que contribuam para a maior previsibilidade do risco como o big data e os modelos preditivos. As regras prudenciais também contribuem pela valoração dos ativos garantidores das provisões técnicas. Outras operadoras apostam na verticalização da atividade; compras diretas; e ações de prevenção das doenças e promoção da saúde como medidas de controle dos custos assistenciais. “Mas é preciso ir além com novos modelos de remuneração e novos produtos que ajudem no compartilhamento do risco como coparticipação e franquia tornando o consumidor um agente mais atuante e consciente na saúde suplementar”, concluiu.

O 8º Seminário da Unidas reuniu dirigentes de operadoras de saúde, gestores, executivos de instituições públicas e privadas, representantes de sociedades de classe, médicos, enfermeiros, acadêmicos, formadores de opinião e prestadores de serviço, a fim de debater e definir estratégias para melhorar a viabilidade econômica da saúde suplementar a curto, médio e longo prazos.

Comissão aprova seguro obrigatório para boates e casas de shows

Fonte: Agência Câmara

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou proposta que obriga promotores e organizadores de eventos artísticos, culturais e esportivos a contratarem seguro por danos pessoais causados em decorrência desses eventos ou de incêndio, destruição ou explosão de qualquer natureza.

Foi aprovado o Projeto de Lei Complementar (PLP) 1/15, do deputado Lucas Vergílio (SD-GO). Pelo texto, o funcionamento de casas de shows, boates, teatros, estádios, cinemas e similares só será autorizado após a contratação do referido seguro de responsabilidade civil.

Relator na comissão, o deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) defendeu a aprovação do projeto e apresentou parecer pela não implicação da matéria em aumento ou diminuição de receita ou despesa públicas.

Acidentes coletivos – Os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas serão definidos pelo órgão regulador de seguros (Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP). Nos casos de eventos em que haja cobrança de ingressos, o organizador terá ainda de contratar, como garantia suplementar, apólices coletivas de seguro de acidentes pessoais coletivos (AP). Nesse caso, o ingresso deverá trazer o valor do capital segurado individual, o número da apólice, o nome e o número do registro da corretora, o nome e o telefone da seguradora contratada. Em caso de morte, os herdeiros legais se tornarão os beneficiários de possíveis indenizações.

Indenizações – Para o seguro de acidentes pessoais coletivos, as indenizações mínimas, por pessoa, deverão ser de:

R$ 10 mil em caso de morte acidental;
R$ 5 mil no caso de invalidez permanente; e
R$ 2 mil para arcar com despesas médicas, inclusive diárias hospitalares.

O projeto tramita em regime de prioridade e já foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Antes de ser analisado pelo Plenário, deverá passar ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Já está no ar a 25ª Revista Aconseg-RJ com caderno especial sobre tendências

Como estão se planejando os grandes players do setor de seguros no Brasil? A reportagem especial da 25ª Revista Aconseg-RJ traz um olhar de lideranças de seguradoras e de entidades do mercado em relação às diretrizes de investimentos e de negócios para este ano. A partir desta edição, a publicação trará sempre um espaço especial dedicado a discussões sobre o que acontece no cenário socioeconômico brasileiro e como esses acontecimentos influenciam os rumos da indústria do seguro.

Em foco também, o seguro auto popular, já disponível para comercialização em algumas seguradoras e a chegada do Universal Life ao Brasil, modalidade que une capital de risco e acumulação, com potencial de 125 milhões de beneficiários no país. A revista traz ainda um artigo do presidente do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão, que discorre sobre a necessidade das entidades de classe em proteger os direitos dos cerca de cem mil corretores de seguros em atuação no Brasil.

Na publicação, o leitor também poderá conferir as novidades do setor em lançamentos de produtos. No Rio de Janeiro, a Amil traz ao mercado o Next Saúde, plano de assistência médica baseado no modelo de atendimento regional. Já o Grupo Sompo Holdings aposta no seguro Auto + Residência, no qual o segurado poderá contratar o seguro para o veículo e escolher um plano de coberturas para proteger também a residência.

A revista traz ainda uma matéria sobre o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, que chama a atenção para um mercado de seguros desigual. Mesmo que se capacitem, as mulheres são minoria em cargos de níveis hierárquicos e ocupam menos de 1% das vagas executivas do setor. Além disso, uma reportagem sobre seguros no mundo aponta o Brasil como 15º colocado no ranking dos maiores do globo em volume de prêmios.

A versão digital da revista está disponível aqui

Seguros define ranking dos maiores bancos divulgado pelo BC

Nesta semana li uma matéria no Valor bem interessante. Só quem para e analisa percebe a sutileza do ranking do Banco Central sobre os 50 maiores bancos, como fez o jornalista Vinicius Pinheiro. Pena que entrou somente na coluna destaques.

Ele observou que a área de seguros dos grandes grupos altera o ranking de bancos elaborado e divulgado pelo Banco Central. O Banco do Brasil se manteve como maior instituição financeira em ativos, de acordo com o BC. Em dezembro do ano passado, o BB reunia R$ 1,437 trilhão em ativos, à frente do Itaú Unibanco, com R$ 1,331 trilhão.

O critério do BC para apurar os ativos difere dos apresentados nos balanços das instituições financeiras porque considera seguros. Pelos dados divulgados nos balanços, que contemplam todas as atividades das instituições, o Itaú aparece na primeira colocação no ranking de ativos, com R$ 1,425 trilhão, à frente do BB, que encerrou o ano passado com R$ 1,401 trilhão.

A mesma inversão de colocações acontece no terceiro e quarto lugares do ranking. Na lista do BC, a Caixa Econômica Federal aparece com R$ 1,256 trilhão em ativos, seguida pelo Bradesco, com R$ 1,081 bilhão. Já pelos números dos balanços, o Bradesco é o terceiro maior banco brasileiro desde o terceiro trimestre do ano passado, após a incorporação do HSBC.

Confiança do mercado segurador aumenta em março

O indicador de confiança do mercado segurador (ICSS) manteve a trajetória de alta pelo terceiro mês consecutivo em março, ao prosseguir acima de 100 pontos, considerado o piso da expectativa positiva. No mês passado, o ICSS marcou 115 pontos, refletindo uma avaliação mais positiva da economia brasileira para daqui a seis meses.

O consenso de recuperação é exibido pelos três subindicadores que formam o principal indicador (ICSS). No caso do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), a taxa fechou em março em 119,6 pontos; no que avalia a percepção das grandes corretores (ICGC), a pontuação foi de 121,1 pontos; e entre os resseguradores (ICER), 105 pontos.

Três dados são avaliados na pesquisa de mensuração da confiança do setor de seguros da Fenacor, realizada pela Rating de Seguros Consultoria: crescimento da economia dentro de seis meses; rentabilidade do setor; e faturamento setorial. O bom desempenho do indicador tem relação direta com a perspectiva um ritmo de funcionamento mais positivo da economia.