Nova norma da ANTT intensifica fiscalização de seguros

por Sompo

A Sompo, subsidiária da empresa responsável pelas operações de seguro e resseguro do Grupo Sompo Holdings fora do Japão, informa que, com a Portaria SUROC nº 27/2025, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na segunda-feira, dia 11 de agosto, os transportadores rodoviários de cargas devem redobrar a atenção à contratação correta dos seguros obrigatórios exigidos por lei. A nova norma estabelece que todos os transportadores estejam com os seguros regularizados e devidamente comprovados junto à ANTT, sob pena de suspensão do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).

A medida reforça a obrigatoriedade da contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V), essenciais para garantir a segurança das operações, proteger terceiros e assegurar a cobertura em caso de sinistros.

“A nova portaria é um indicativo de que o ente regulador vai investir em mecanismos para manter mais rigor e controle na fiscalização. A medida traz mais clareza para o mercado, beneficia os transportadores que já cumprem com a medida e promove um ambiente mais seguro e confiável para todos os envolvidos na cadeia logística”, afirma Adailton Dias, Diretor Executivo da Sompo.

A comprovação da contratação dos seguros poderá ser feita presencialmente, mediante apresentação do quadro resumo (capa) da apólice ou certificado de seguro, ou de forma automática, por meio de intercâmbio de dados entre ANTT e seguradoras ou entidade que as represente. Devem constar nesse documento: nome da seguradora, CNPJ e registro na SUSEP, identificação do ramo do seguro (nome e número), número do produto na SUSEP, nome do segurado e CPF ou CNPJ, número e data de emissão e vigência da apólice.

Para facilitar esse processo, a ANTT disponibilizará um manual com orientações técnicas para que as seguradoras ou entidades que as representem possam encaminhar as informações de comprovação de contratação dos seguros de forma ágil. O envio automático das informações pelas sociedades seguradoras deverá entrar em operação até o dia 10 de março de 2026. Para isso, os transportadores devem autorizar suas seguradoras a transmitirem as informações diretamente à agência reguladora.

“Na Sompo, somos líderes no ramo de Transporte desde 2017 e já contamos com soluções em seguros que garantem que nossos clientes estejam em conformidade com as exigências da ANTT e da SUSEP e protegidos em todas as etapas da operação”, explica Adriano Yonamine, Diretor Técnico de Transporte da Sompo.

A portaria também determina que o transportador poderá manter apenas uma apólice vigente de RCTR-C e RC-DC, vinculada ao seu RNTRC. Em casos de subcontratação de Transportador Autônomo de Cargas (TAC), os seguros devem ser contratados pela transportadora ou cooperativa em favor do TAC.

Entenda a medida

Embora a contratação de seguros pelos transportadores já estivesse prevista em medidas como a Lei nº 11.442/2007 e a Lei nº 14.599/2023, a recente publicação da Resolução nº 6.068/2025 (em 18 de julho) e mais recentemente a Portaria SUROC nº 27/2025 indicam o movimento da ANTT de tornar mais claro os mecanismos por meio dos quais deve intensificar a fiscalização sobre o cumprimento da legislação para o setor. Esse trabalho será feito pela Superintendência de Serviços de Transporte e Multimodal de Cargas (SUROC), uma unidade da ANTT.

Os seguros exigidos são:

  • RCTR-C – Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga: cobre danos à carga durante o transporte;
  • RC-DC – Responsabilidade Civil por Desaparecimento de Carga: cobre casos de roubo ou desaparecimento da carga;
  • RC-V – Responsabilidade Civil de Veículo: cobre danos causados por veículos utilizados no transporte.

A medida representa um avanço significativo na proteção de todos os envolvidos nas operações de transporte. Além de ampliar a cobertura para terceiros — como pessoas, veículos e patrimônios públicos ou privados que possam ser impactados por acidentes com caminhões em trânsito — a norma também fortalece a segurança jurídica dos motoristas autônomos, que costumam ser os primeiros acionados em situações de sinistro.

A Sompo reforça que estar em conformidade com a nova norma não apenas evita penalidades, como também fortalece a gestão de riscos, protege o patrimônio e contribui para a profissionalização do setor de transporte rodoviário de cargas.

MAPFRE anuncia Luiza Grisolia como superintendente de Gestão do Canal Corretor

A MAPFRE anuncia a chegada da executiva Luiza Grisolia como nova superintendente de Gestão do Canal Corretor. Com experiência em desenvolvimento de canais de distribuição e estratégia comercial, Luiza assume a missão de liderar a gestão do canal corretor com foco em performance, inovação e eficiência operacional.

A executiva será responsável por estruturar e aprimorar a jornada do canal corretor, fortalecendo os processos e as plataformas de suporte para garantir a escalabilidade e a consistência da atuação da MAPFRE junto aos seus parceiros comerciais.

Com uma trajetória consolidada no setor, Luiza acumula passagens por seguradoras multinacionais e empresas de tecnologia, onde atuou na liderança de iniciativas voltadas à transformação digital, fidelização de parceiros, estruturação de canais de vendas e otimização da jornada do cliente.

“Assumo este desafio com o compromisso de fortalecer a gestão estratégica do Canal Corretor, com iniciativas que melhorem a experiência, ampliem os recursos disponíveis e garantam maior eficiência em todos os pontos de contato. A MAPFRE tem uma base sólida e um time comprometido, e estou animada para contribuir com esse movimento de evolução”, afirma Luiza Grisolia.

“A chegada da Luiza é mais um passo na busca pela excelência na gestão do Canal Corretor, especialmente em um momento importante de transformação com o lançamento do programa ‘MAPFRE + Corretor’. Com sua visão estratégica, vamos aprimorar ainda mais o modelo de gestão, tornando nossa parceria com os corretores mais fluida, produtiva e orientada a resultados”, destaca Karine Brandão, diretora executiva do Canal Corretor da MAPFRE.

Luiza Grisolia é formada em engenharia de produção pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), possui MBA em gestão de negócios e inteligência de mercado pela FIA e uma especialização em marketing digital pelo Insper. Com foco na liderança de equipes de alta performance, tem expertise em planejamento comercial, parcerias estratégicas e gestão de processos.

A contratação da executiva é mais um passo da estratégia da MAPFRE em investir no relacionamento com corretores e aprimorar seus canais de distribuição, garantindo que a companhia continue sendo uma referência no setor de seguros e percepção de confiança pelos corretores.

Bradesco Seguros destaca a importância do papel das assessorias

“Precisamos trabalhar cada vez mais juntos para oferecer as melhores soluções para assessorias, corretores e clientes”, destacou Ney Dias, presidente da Bradesco Auto/RE, durante a abertura da nova edição do Bare com Você, evento reuniu assessorias parceiras na sede da Seguradora no Rio de Janeiro. Realizado na última terça-feira (05), o encontro reuniu representantes de assessorias de todo o Brasil para um momento de troca com executivos, diretores e superintendentes da Bradesco Seguros. A iniciativa teve como objetivo estreitar laços, fortalecer o networking e aprimorar o trabalho realizado em conjunto.

“As assessorias de seguros são parte importante da nossa força de distribuição. As assessorias hoje aqui presentes representam mais de 10 mil corretores”, destacou o Diretor Comercial, Leonardo Freitas. Segundo o executivo, os profissionais mencionados foram responsáveis por 26% de toda a produção da Seguradora em 2024. “As assessorias foram fundamentais para este atingimento. Elas representam distribuição, capacitação, comercialização e suporte aos mais de 10 mil corretores que gerenciam”, enalteceu.

O Diretor Comercial, Leonardo Freitas, ressaltou a importância dos corretores de seguros para a produção da Seguradora

Durante sua apresentação, Ney apresentou resultados e entregas realizadas ao longo do ano. “Em 2024, tivemos um crescimento de 20,6% em relação ao ano anterior e vocês são parte disso”, ressaltou. Ele reforçou, ainda, a importância do trabalho em conjunto de seguradora e assessorias para que, cada vez mais, um melhor atendimento seja oferecido e, ainda, melhores resultados sejam alcançados.

O Superintendente de Planejamento Comercial, Emanuel Nascimento, enfatizou a importância de eventos como o Bare com Você. “Consideramos as assessorias peças-chave e permanentes na estratégia da companhia para manter o ritmo de crescimento positivo. Assessorias representam um posicionamento, um investimento da Seguradora em um canal de distribuição que se torna cada vez mais relevante na Bradesco Auto/RE”, ressaltou o executivo. Também participaram o diretor Saint’Clair Lima; os Superintendente Sênior Eduardo Menezes (RE), Raquel Cerqueira (Auto) e Márcio Jordão (Sinistros); e o Superintendente de Serviços e Operações Fabio Frasson.

Emanuel Nascimento, Superintendente de Planejamento Comercial ressaltou a importância de eventos como o Bare com Você

A escuta ativa foi parte fundamental da troca com as assessorias. Ao longo de todo o encontro, seus representantes puderam compartilhar experiências com os executivos da Bradesco Seguros, alinhar expectativas e fortalecer a parceria para que, em conjunto, o melhor trabalho possa ser realizado.

E-Ciber: novo decreto fortalece o papel do setor de seguros na resiliência digital do Brasil

Por Karini Teixeira, superintendente de Acompanhamento Técnico da Confederação Nacional das Seguradoras, CNseg

A publicação do Decreto nº 12.573, de 4 de agosto de 2025, que institui a Estratégia Nacional de Cibersegurança (E Ciber), representa um marco significativo para o país — e uma oportunidade histórica para o setor de seguros. Mais do que um conjunto de diretrizes técnicas, trata-se de uma política de Estado que visa fortalecer a proteção digital de pessoas, empresas e infraestruturas críticas, consolidando o Brasil como protagonista no enfrentamento de riscos cibernéticos.

Dentro desse cenário, o setor de seguros ocupa um lugar estratégico. A nova estratégia reconhece e amplia o papel da indústria seguradora como parceira do Estado na construção de um ambiente digital mais seguro. O decreto incentiva a atuação conjunta entre governo e iniciativa privada, reforçando práticas que o setor já vem adotando — como a oferta de produtos de proteção digital, participação em fóruns técnicos, educação sobre cibersegurança e monitoramento contínuo de riscos.

Não por coincidência, há uma conexão direta entre os objetivos da E-Ciber e as diretrizes do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS). Ambos propõem a expansão da proteção securitária e o estímulo à inovação, à inclusão e à conscientização dos usuários. Ao fortalecer temas como educação digital, proteção de dados pessoais e apoio às populações vulneráveis, a estratégia nacional se alinha aos pilares do PDMS, ampliando o campo de atuação para iniciativas integradas entre setor privado, reguladores e governo.

Nesse contexto, a CNseg desempenha importante papel. A entidade atua de forma articulada e técnica para ampliar o alcance das ações do mercado segurador. Iniciativas como o Sistema de Compartilhamento de Incidentes Cibernéticos (CIC) promovem o reporte colaborativo de ameaças e incentivam a inteligência coletiva. Além disso, acordos internacionais com associações membros da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) fortalecem a troca de dados sobre ameaças cibernéticas e ampliam a cooperação global.

Com o respaldo do decreto, o seguro cibernético deixa de ser apenas uma tendência emergente e passa a ocupar lugar de destaque como instrumento fundamental para proteger dados, garantir a continuidade dos negócios e reforçar a confiança dos usuários. A atuação coordenada pela FenSeg, é essencial na consolidação deste segmento no Brasil, em resposta à crescente percepção dos riscos digitais.

O setor segurador está preparado para liderar esse movimento com ética, competência e espírito colaborativo — características que também são pilares da E-Ciber.

Ciclic é a nova parceira do Clube de Benefícios da Previ 

Por Ciclic

O Clube de Benefícios da Previ, Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, conta agora com a Ciclic, empresa da BB Seguros, como nova parceira. A empresa passa a oferecer condições especiais para associados da Previ em produtos voltados à proteção no dia a dia, como seguros de viagem, celular e serviços de saúde. 

A parceria amplia as opções já disponíveis na plataforma, com foco em facilitar o acesso a coberturas úteis em diferentes momentos da rotina. “Nosso objetivo com essa parceria é simplificar o acesso à proteção, oferecendo soluções práticas e alinhadas com as necessidades reais dos associados”, afirma Darllan Botega, CEO da Ciclic. “Queremos que as pessoas tenham a tranquilidade de contar com apoio em situações do cotidiano, seja em uma viagem ou diante de um imprevisto com o celular, por exemplo”. 

A contratação dos produtos é totalmente online, sem burocracia e pode ser feita diretamente pela página da parceria no Clube de Benefícios da Previ. Os descontos são aplicados automaticamente no momento da compra. Entre as opções disponíveis, estão o Seguro Viagem com até 72% de desconto; o Seguro Celular e Portáteis com 21% de desconto; e a assistência Saúde Protegida com 10% de desconto. 

Além dos descontos, os produtos oferecidos pela Ciclic se destacam pela cobertura adaptada a diferentes perfis de uso. O Seguro Viagem, por exemplo, contempla assistência médica em casos de emergência, cobertura para extravio de bagagem, atrasos de voos e suporte 24 horas durante todo o período da viagem, tanto no Brasil quanto no exterior. Já o Seguro Celular e Portáteis protege contra roubo, furto qualificado e danos acidentais, com reposição do aparelho de forma ágil, ideal para quem depende do dispositivo no dia a dia. Já o Saúde Protegida reúne benefícios como consultas, exames e serviços com preços acessíveis em uma rede credenciada.

Porto registra lucro semestral de R$ 1,7 bilhão, alta de 38,5%

A Porto encerrou o segundo trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 878 milhões, um avanço de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita totalizou R$ 10 bilhões, crescimento de 12% na mesma base de comparação. No semestre, o ganho foi de R$ 1,7 bilhão, alta de 38,5%, e a arrecadação de R$ 19,9 bilhões, alta de 13,2%. O retorno sobre o patrimônio (ROAE) consolidado ficou em 24,6%, impulsionado pelo desempenho positivo das quatro verticais de negócios do grupo, todas acima de 21% de rentabilidade.

“Estamos vivendo um momento único gerado pela diversificação e fortalecimento das unidades de negócio do Ecossistema Porto, sempre com o foco direcionado ao atendimento e ao cuidado das 18 milhões de pessoas que nos escolhem e nos honram todos os dias”, afirmou o CEO Paulo Kakinoff, em nota.

No segmento de seguros, a receita no segundo trimestre atingiu R$ 5,4 bilhões (+5%), com destaque para o crescimento do Vida (+17%) e Patrimonial (+6%). O Auto teve alta de 3% nos prêmios e na frota segurada, com adição de 165 mil veículos, e melhora de 2,1 pontos percentuais na sinistralidade.

Na área de saúde, o número de beneficiários do seguro saúde subiu 24%, para 751 mil vidas, e no odontológico houve o mesmo crescimento percentual, alcançando 1,1 milhão de vidas. A receita do trimestre somou R$ 2 bilhões (+27%), com índice combinado de 93% e lucro de R$ 106 milhões (+45%).

Porto Bank elevou a receita em 30% de abril a junho, para R$ 1,8 bilhão, com crescimento em cartões, financiamentos e empréstimos (+29%), consórcio (+28%), capitalização (+17%) e riscos financeiros (+15%). O lucro foi de R$ 204 milhões, alta de 31%.

Porto Serviço registrou queda de 2% no trimestre, para R$ 624 milhões, devido a menor demanda da Parceria Porto, mas manteve expansão em parcerias (+1% no trimestre e +12% no acumulado) e avanço expressivo em produtos digitais (+112%). O lucro ficou em R$ 45 milhões (-7%).

O resultado financeiro foi de R$ 376 milhões (+121%), enquanto o índice de eficiência operacional melhorou para 10,9%. A Porto foi reconhecida como a terceira marca mais forte do Brasil pela Brand Finance e entrou pela primeira vez no grupo das 15 marcas mais bem-sucedidas, segundo a Interbrand.

No campo interno, a companhia recebeu pelo quarto ano consecutivo o selo Great Place to Work e, pela primeira vez, o selo de “bem-estar emocional”. “Os resultados históricos deste ciclo são consequência direta daquilo que buscamos fazer de melhor: cuidar, dedicando nossa energia integralmente para zelar pelo bem-estar, pela saúde e pelo patrimônio das pessoas”, comentou Kakinoff na nota.

Screenshot

Folha: Vorcaro, do Banco Master, coloca à venda mais precatórios, a seguradora Kovr e outros ativos

por Folha de S.Paulo

O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, colocou à venda no mercado um novo conjunto de ativos contendo precatórios, direitos creditórios de ações judiciais, a seguradora Kovr e ações de empresas. De acordo com interlocutores do banqueiro, ouvidos pela Folha, a venda desses ativos já está em execução.

O desenho da operação de aquisição do Master pelo BRB (Banco de Brasília), anunciado em março, já deixava de fora o banco Voiter, o Banco Master de Investimento e a seguradora Kovr.

A venda da seguradora já estava na estratégia do negócio com o BRB porque o banco do governo do Distrito Federal já tem outro canal de seguradora próprio e haveria conflito de interesses, segundo uma pessoa que participa da negociação. Na semana passada, o Banco Central aprovou um aumento de capital de R$ 1 bilhão do Master.

Procurado, Vorcaro não respondeu até o momento da publicação da reportagem.

A injeção de R$ 2 bilhões de capital foi uma das exigências feitas para a aquisição do Master pelo BRB (Banco de Brasília), ainda em análise pelo BC. É uma das condicionantes incluídas nos termos do acordo, conforme o comunicado feito à época ao mercado.

Em maio, Vorcaro fechou com o BTG Pactual, de André Esteves, a venda de ativos no valor de cerca de R$ 1,5 bilhão. O BTG afirmou em comunicado ao mercado que o negócio incluiu ações de empresas como Light (15,17% do capital social) e Méliuz (8,12% do capital social), por meio da cessão de cotas de fundos de investimento. A negociação também envolveu precatórios e imóveis como o prédio do Hotel Fasano, em São Paulo.

A aquisição do Master pelo BRB foi anunciada em 28 de março. A operação provocou discussões entre o BC e os principais bancos do país e despertou preocupação entre parlamentares do Distrito Federal.

Como mostrou a Folha, uma nova proposta do BRB, apresentada em julho ao BC, previu a compra de um terço do Master. A proposta envolve a aquisição de R$ 25 bilhões em ativos, cerca de metade do plano do BRB anunciado inicialmente ao mercado financeiro.

Com a definição da fatia do Master que o BRB vai comprar, sobe para cerca de R$ 48 bilhões o conjunto de ativos remanescentes que não seriam adquiridos pelo banco do governo do Distrito Federal. Essa fatia da instituição, com ativos de melhor qualidade, ficou conhecida como “bad bank” (banco ruim). A parte a ser adquirida pelo BRB foi chamada de “good bank” (banco bom).

Nas negociações, o próprio BC pediu que Vorcaro não fizesse parte do grupo de controle da instituição gerada pelo negócio, de acordo com pessoas ouvidas pela Folha. Essa também é uma das demandas das maiores instituições financeiras que contribuem para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

O FGC já liberou em maio uma linha de crédito para garantir o fluxo de pagamento de R$ 4 bilhões de CDBs (Certificados de Depósito Bancário) do Master. Nessa negociação, Vorcaro colocou bens pessoais como garantia, outra demanda de grandes bancos, uma medida considerada punitiva pelas operações de alto risco feitas pelo dono do Master com recursos captados via CDBs, que têm garantia do fundo.

Como mostrou a Folha, aprovação da compra de parte do BRB pelo Master, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, Renato Gomes, tem manifestado resistência desde o início do anúncio da operação, a leitura dos negociadores é que há apoio de outros diretores à autorização do negócio com a redução do perímetro.

Uma pessoa envolvida na análise pelo BC da operação disse à reportagem que seja qual for a decisão haverá consenso na diretoria da instituição.

Em meio a um cenário de riscos complexos, Alper investe em especialistas

fabio ursaia alper seguros


por Alper

Em um momento em que as empresas enfrentam um ambiente de riscos cada vez mais volátil e interconectado, a Alper Seguros,a 5ª maior corretora de seguros do Brasil, reforça seu posicionamento estratégico de ir além da apólice. A companhia participará do XVI Seminário de Gestão de Riscos e Seguros – EXPO ABGR 2025, que acontece nos dias 12 e 13 de agosto no WTC Events Center, em São Paulo, onde levará o debate sobre a importância da gestão integrada de riscos para a tomada de decisões e a proteção dos negócios.
 

Para a Alper, a abordagem tradicional já não é suficiente. “Proteger uma empresa exige mais do que apólices. O nosso papel como consultores é mergulhar no negócio do cliente, entender suas dores e vulnerabilidades para, então, desenhar programas de gerenciamento que realmente façam a diferença”, afirma Fábio Ursaia, vice-presidente de Riscos Corporativos, Resseguros e Sinistros da Alper. “Estamos investindo pesadamente em capital humano, trazendo os melhores especialistas do mercado para fortalecer nossa entrega. Acreditamos que a gestão inteligente dos riscos é o que garante a tranquilidade para que nossos clientes possam focar no crescimento e na sustentabilidade de suas operações”.
 

Um exemplo prático dessa abordagem consultiva será apresentado na palestra de Denis Teixeira, vice-presidente sênior de Transportes, Logística e da Alper Network, que abordará o tema “Logística: Aspectos da Lei 14.599/23 e o Programa de Gestão de Riscos”. A palestra ilustra como a análise de um fator externo, como uma nova legislação, impacta diretamente a estratégia de proteção de uma empresa.
 

Para sustentar essa estratégia e aprofundar a expertise técnica, a Alper anunciou recentemente a chegada de quatro novos líderes à sua unidade de negócios de Riscos Corporativos:

  • Djalma Duarte Barros Junior, novo Diretor Técnico de Patrimonial e Sinistros, com mais de 30 anos de atuação no mercado.
  • Guilherme Dale, assume como Diretor Comercial e Relacionamento em SP, trazendo mais de 20 anos de experiência.
  • José Bernardo de Medeiros é o novo Diretor Executivo de Cativas e Gestão de Riscos da Alper Seguros, com uma trajetória de 30 anos dedicados à gestão de riscos e seguros.
  • Paula Cristina Souza Melo Ferraz, chega para reforçar o time como Gerente Técnica de Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras, com 23 anos de experiência.
  • Robert Hufnagel, Head de Linhas Financeiras, Responsabilidade Civil Geral e Riscos Ambientais, com 30 anos de experiência no mercado segurador em cargos de liderança estratégica.
  • Valéria Conrado Leite, assume a Diretoria Técnica de Garantia, Fianças e Crédito com 30 anos de experiência.
  • Marcelo Elias responde por toda a gestão da área de Riscos Corporativos da Alper Seguros.

O objetivo da contratação dos profissionais é ampliar a qualidade da consultoria oferecida pela Alper Seguros e apresentar ao mercado um novo conceito de avaliação e mitigação de riscos. Em seu estande na Expo ABGR, os profissionais apresentam como uma consultoria especializada se torna mais eficaz no processo de contratação das melhores soluções personalizadas em seguros para proteção de riscos corporativos.

Novo marco legal dos seguros domina debates na ABGR 2025

O novo marco legal dos seguros, que entra em vigor em dezembro, foi o eixo central da 16ª edição do Seminário de Gestão de Riscos e Seguros – EXPO ABGR 2025, realizada nos dias 12 e 13. O encontro reuniu seguradoras, corretoras, resseguradoras, prestadores de serviços e gestores de risco para discutir os impactos da Lei 15.040/24, considerada autoaplicável e com baixa necessidade de regulamentação adicional.

Embora o consenso seja de que a lei traz segurança jurídica e consolida práticas de mercado, especialistas apontam que os efeitos serão distintos para diferentes segmentos. Nos seguros massificados — como automóvel, vida e residenciais — há menor incerteza regulatória e maior previsibilidade na aplicação das regras. Já nos grandes riscos, que exigem negociação individualizada e envolvem resseguro internacional, permanecem dúvidas sobre interpretações, operacionalização e adequação de prazos.

Segundo o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, a principal missão do marco legal é reduzir a lacuna de proteção no país. “Dos R$ 100 bilhões necessários para reconstruir o estado [em referência ao Rio Grande do Sul], apenas R$ 6 bilhões vieram do setor de seguros. Esse é o desafio: pensar soluções para ampliar a cobertura no Brasil”, disse. Para ele, a lei “fala das garantias institucionais e insere confiança em toda a sua estrutura, com espaço residual para regulação complementar”.

De acordo com Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, o tema foi exaustivamente discutido entre todos os players do setor. “Não há fantasmas”, afirmou. Segundo ele, a lei traz de maneira organizada e consolidada as principais práticas do mercado de seguros, mas impõe mudanças operacionais relevantes, em especial no tratamento de propostas e sinistros. Pela nova regra, quando uma proposta de seguro é recebida, a seguradora tem um prazo definido para manifestar recusa — caso contrário, o risco é automaticamente aceito. Essa exigência obriga as companhias a criar canais e fluxos internos para registrar e processar propostas com agilidade, especialmente em operações complexas.

Nos sinistros, a lei separa o prazo de regulação (120 dias) do prazo de pagamento (mais 120 dias), contados a partir da entrega de toda a documentação necessária. “A mudança exige comunicação constante entre segurado e seguradora e um papel mais ativo dos corretores, que passam a ter função central no trânsito de informações e na redução de atrasos”, afirma Felipe Nascimento, presidente da Mapfre no Brasil.

Oliveira acredita que um dos principais desafios será a interpretação da lei, que abre um leque grande de ideias para advogados. Ele recomendou para a plateia a leitura do livro “Lei de Seguros Interpretada”, com mais de 2,5 mil cópias vendidas desde o lançamento em abril deste ano. A obra reúne cerca de 40 autores que visam construir uma visão multidisciplinar, com contribuições de profissionais que atuam em diferentes ramos, como seguro de vida, previdência e seguros gerais. 

Para Marcos Falcão, CEO do IRB (RE), a lei traz um aumento inicial de trabalho e de custos, mas todos estão correndo atrás de criar e otimizar processos internos para dar agilidade e fluidez às negociações, o que intensifica as relações. “A nova sistemática tende a melhorar a precificação e reduzir custos no médio prazo, ao evitar seleção adversa. Riscos mais bem precificados diminuem distorções e tendem a baratear o seguro”, afirmou.

Uma dica preciosa para os gestores de riscos veio da presidente da Fenaber e representante do Lloyd’s no Brasil, Rafaela Barreda: começar as renovações dos contratos com antecedência e com informações mais substanciadas. Ela também reforçou que, em grandes riscos, a automatização total é inviável. “Os casos exigem diálogo e negociação. Profissionais que souberem negociar com clareza e confiança serão os mais disputados”, disse.

Luiz Otávio Artilheiro, presidente da ABGR, avalia que o mercado já demonstra avanços desde que o texto era apenas um projeto. “Os caminhos começam a se abrir, tanto pelo legislador quanto pela Susep. Até o fim do ano, teremos muito trabalho, mas os riscos continuarão sendo colocados no mercado, ainda que haja dificuldade nos grandes riscos que precisam de resseguro”, disse.

Na visão do head de seguros da Norsk Hydro no Brasil, Christian Mendonça, a lei valoriza a customização e dá parâmetros sólidos para contratação. “Quem insistir em produtos padronizados vai perder espaço. Para grandes riscos, é essencial ter avaliação específica das operações”, disse. Segundo ele, a lei é positiva para os compradores de seguro porque traz regramento e parâmetros claros para contratar e transferir riscos, o que antes não existia. “As coisas foram se criando de maneira usual, mas sem um regramento mais sólido. Então, acho que a lei traz esse embasamento importante para os compradores de seguros.”

Mendonça cita as preocupações de seguradoras e resseguradores, que alegam que haverá mais trabalho. “Mas ter mais trabalho não necessariamente é ruim. Na verdade, vai tornar a percepção de risco cada vez mais completa ou customizada. A grande questão é: haverá investimento para que se tenha essa capacidade de entendimento diferenciado de riscos? A nossa expectativa é que sim”, disse em tom otimista.

O advogado Ernesto Tzirulnik, um dos principais articuladores da lei, recomendou não antecipar renovações para antes da vigência. “O novo regime é mais protetivo para o segurado. O mercado teve um ano para se adaptar; quem não estiver pronto arcará com prejuízo”, afirmou. Diante da corrida dos clientes em antecipar a renovação dos contratos antes do início da vigência da nova lei, temerosos de um aumento de preço e de recusa de riscos por parte dos resseguradores, Tzirulnik dá um conselho:

“Melhor contratar os novos programas sob a vigência integral da lei, porque você vai receber um regime de proteção muito grande e muito importante para o funcionamento do contrato de seguro. E certamente nenhuma re/seguradora vai deixar de vender em razão da nova lei.” O autor da lei acredita que, especialmente para os grandes riscos, os seguradores estarão muito bem preparados. “E, se não estiverem, isso não virá em detrimento do segurado. Ao contrário, será um prejuízo para o segurador. Então, acho que é importante não precipitar as renovações. Fazê-las no momento devido e, se possível, dentro do novo regime legal, que é mais protetivo para o segurado.”

Manuel Mattos, vice-presidente da Fenacor, destacou que o marco legal se soma a outras mudanças estruturais, como a entrada de cooperativas, associações de proteção veicular e a implementação do Sistema de Registro de Operações (SRO), bem como a SPOC, que prevê a participação dos corretores no Open Insurance. “A lei reformula o ecossistema e dá mais previsibilidade, com dados consistentes e reformas efetivas para clientes, ampliando a proteção securitária”, afirmou.

O evento contou com doze patrocinadores Diamond e Platinum: três seguradoras — Tokio Marine, Fator e Zurich — e nove corretores, sendo que a Marsh, a maior do mundo, não estava entre eles. O diretor da área Comercial Corporate da Tokio Marine, José Luis Pereira de Franco, uma das patrocinadoras, disse que há uma grande movimentação da seguradora para estar totalmente alinhada às exigências da lei em dezembro. “Sendo a Tokio Marine uma das principais seguradoras de grandes riscos do país, nossa dedicação e empenho para criar uma estrutura fluida e ágil para corretores e clientes é nossa prioridade”, afirmou.

A Zurich priorizou em seu estande a divulgação do programa de previsão de danos relacionados às mudanças climáticas, chamado Climate Spotlight Core. Essa plataforma digital analisa o impacto de 12 tipos de riscos climáticos em diferentes locais do mundo, utilizando dados científicos para projetar cenários de aquecimento global até 2100. O objetivo é ajudar empresas e governos a se prepararem para eventos climáticos extremos e tomarem decisões mais seguras. “Este é um tema de grande importância para o grupo Zurich, pois entendemos que o setor de seguros tem a oportunidade de compartilhar conhecimentos para construir modelos preditivos que possam ser usados para ajudar nossos clientes, empresas e o poder público a aumentar a resiliência climática”, comentou Lucía Sarraceno, diretora de marketing e clientes da Zurich.

No painel “Massificados: Os Seguros Coletivos e a Proteção dos Ativos das Organizações (Vida, Auto)”, Igor Di Beo, vice-presidente de Vida e Resseguros do Grupo HDI, lembrou que, para esse segmento, o marco legal não deve gerar grandes incertezas. “As regras já são claras e compatíveis com a dinâmica dos produtos massificados”, afirmou.

O executivo destacou, porém, o potencial de crescimento no seguro de vida. O mercado brasileiro representa menos de 1% do PIB, contra quase 5% nos Estados Unidos e 8% no Reino Unido. Pesquisa FenaPrevi/Datafolha (2024) mostra que 96% dos brasileiros já ouviram falar no produto, mas 82% não possuem apólice e 72% nunca contrataram. Entre as coberturas mais valorizadas estão indenização por invalidez, doenças graves e morte, enquanto benefícios como assistência funeral e check-up médico ganham apelo comercial.

Di Beo também ressaltou o papel do “capital global” em apólices coletivas, que define o valor máximo de indenização para todo o grupo segurado. Essa configuração, disse, permite equilíbrio entre custo e cobertura, simplifica a gestão para empresas e viabiliza ajustes periódicos conforme o perfil dos segurados.

O consenso entre os participantes é que a lei inaugura um ciclo de ajustes operacionais, aprendizado e investimento em capacitação. Como resumiu Rafaela Barreda: “Erraremos, melhoraremos e aprimoraremos com as mudanças”.

Corretor na Real quebra paradigmas e transforma a relação entre o setor de seguros, a sociedade e o poder público

por Sincor-MG

O que prometia ser inédito, se confirmou! O ousado projeto Corretor na Real, realizado entre os dias 6 e 8 de agosto na cidade de Diamantina/MG – Patrimônio Cultural da Humanidade – entregou uma experiência única. O formato inovador, imersivo, disruptivo, inclusivo, cultural e educativo, projetado pelo Sincor-MG nos últimos 3 anos, ratificou a condição do Corretor na Real como evento divisor de águas na relação entre o setor de seguros, a sociedade civil organizada e o poder público.

O encontro se destacou pela dinâmica inovadora, que foi além de palestras tradicionais. Oficinas práticas, painéis interativos e atividades externas aproximaram os participantes das realidades locais, colocando os corretores em contato direto com desafios e demandas da população, especialmente nas áreas de segurança patrimonial, riscos climáticos, saúde e previdência.

Cultura do seguro em Minas Gerais

A ação marca um avanço significativo na promoção da cultura do seguro em Minas Gerais, ao aproximar o setor dos desafios vividos pelas comunidades locais. Segundo o presidente do Sincor-MG, Gustavo Bentes, o Corretor na Real não tem como foco falar de seguro, mas do propósito social que ele carrega. Bentes ressaltou o caráter transformador da iniciativa. “O Corretor na Real conectou o profissional corretor à vida real das cidades, estimulando soluções concretas para proteger pessoas, famílias e negócios”. Em Diamantina, essa troca ganhou ainda mais significado pela força da cultura e da história que cercou o público durante o evento.”

Além do conteúdo, a experiência foi marcada pelo ambiente singular da cidade. Os encontros aconteceram em locais históricos e culturais que proporcionaram inspiração, a exemplo da tradicional vesperata, com músicos espalhados nas sacadas dos casarões para receber o público na abertura do evento, reforçando a mensagem de que a tradição pode caminhar lado a lado com a inovação.

O clima de proximidade impulsionou ainda mais o networking e fortaleceu parcerias estratégicas entre profissionais e empresas que gamificaram suas ações e ocuparam estrategicamente os pontos turísticos de Diamantina.

Reconhecimento ao time Sincor-MG

Gustavo Bentes também fez questão de destacar a importância e a força da equipe capitaneada por ele. “Diretores da entidade, embaixadores (corretores de seguros que representam a entidade por todo o estado), colaboradores, todos, sem exceção, foram fundamentais na materialização de um sonho que, lá atrás, parecia impossível. Foi lindo!”

Ainda segundo presidente do Sincor-MG, com um público qualificado e engajado, o Corretor na Real reafirmou seu papel como plataforma de diálogo e ação, contribuindo para que o corretor esteja preparado não apenas para vender produtos, mas para atuar como agente de proteção e desenvolvimento local.

Impacto e legado

O Corretor na Real faz parte do projeto Cidades Protegidas, cujo intuito é visitar cidades de todos os portes que, de alguma forma, ainda são desassistidas em termos de seguro. Gustavo Bentes compartilhou um caso emblemático de Diamantina: o impacto em patrimônios tombados, que muitas companhias não aceitam segurar devido ao risco. A Catedral Metropolitana de Diamantina, por exemplo, não possuía nenhum tipo de proteção até a chegada do projeto.

Com articulação política, o sindicato conseguiu despertar o interesse de mais de 54 prefeituras mineiras. Hoje, sete igrejas da cidade, que nunca tiveram seguro, passaram a contar com coberturas feitas por uma grande companhia, prontamente engajada no projeto. 

“Mais do que um evento, foi um legado, e seguiremos para as próximas cidades levando conhecimento, conexão e proteção onde o corretor faz a diferença, afinal, a responsabilidade é nossa!”, finalizou Gustavo Bentes.

Números em Diamantina

  • Cerca de 1 mil participantes envolvidos diretamente
  • Mais de 200 municípios representados
  • Mais de 30 empresas patrocinadoras e apoiadoras
  • 110 atividades (palestras, workshops, ativações)

Autoridades

  • Romeu Zema (NOVO), Governador de Minas Gerais – entrou ao vivo em transmissão de vídeo pelo telão
  • Geferson Giordani Burgarelli, prefeito de Diamantina
  • Vereadores de Diamantina e de outras cidades da região
  • Dom Darci José Nicioli – Arcebispo de Diamantina
  • Representantes da sociedade civil da região
  • Andréia Padovani, presidente do Sindseg MG/GO/MT/DF e vice-presidente da CNSeg
  • Manuel Matos, 1º vice-presidente da Fenacor
  • Lucas Vergílio, presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS)
  • Ex-presidentes e ex-diretores do Sincor-MG
  • Presidentes e diretores de diversos Sincors estaduais e demais entidades