Axa cria filial digital para atendimento a corretores

MICHELLE BRITO

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A AXA Brasil dá mais um passo em direção à inovação de seus negócios com os corretores. A companhia criou o conceito de filial digital, uma célula de atendimento comercial totalmente on-line, através da qual os corretores parceiros poderão receber suporte às vendas, sanar dúvidas sobre produtos e resolver pendências operacionais e administrativas.

O serviço já está disponível para corretores cadastrados na plataforma E-Solution para o portfólio de produtos do ramo Empresarial, mas o planejamento prevê a inclusão de mais sete produtos até o fim do ano, todos voltados para empresas de pequeno e médio portes: Condomínio, Equipamentos, Riscos de Engenharia, Riscos Industriais, Garantia, Seguro Aeronáutico (RETA), D&O e E&O.

“Vamos investir cada vez mais na inovação digital do negócio, o que não quer dizer, de forma alguma, que estaremos menos próximos do corretor. O atendimento apesar de virtual será humanizado e, acima de tudo, especializado. Por trás desse processo digital, temos consultores especializados. O corretor precisa de agilidade para atender às expectativas do cliente”, explica Michelle Brito, diretora de negócios digitais da AXA Brasil.

Estado de SP tem queda de homicídios e roubo de veículos

O Estado de São Paulo apresentou redução tanto no indicador de casos como no de vítimas de homicídio doloso no primeiro semestre deste ano. Além disso, nos seis meses, também houve queda nos roubos e furtos de veículos, roubos a banco e nas extorsões mediante sequestro. Os dados f oram divulgados nesta terça (25) pelo secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho.

De janeiro a junho, o número de casos de homicídio doloso caiu 3,82% em relação ao mesmo período do ano passado. O total baixou de 1.728 para 1.662. A quantidade é a menor de toda a série histórica, iniciada em 2001. O número de vítimas de homicídio teve queda de 0,45% no semestre, passando de 1.784 para 1.776. A soma também é a menor da série histórica.

Com as variações, as taxas de homicídios chegaram a 7,91 e 8,39 vítimas a cada grupo de 100 mil habitantes no período de julho de 2016 a junho deste ano. As duas são as menores para o período desde o início da série histórica, em 2001.

Em junho, os homicídios aumentaram 3,86%, passando de 233 para 242 casos. O número de vítimas cresceu – de 241 para 258 no mês.

Taxa de roubos e furtos de veículo registra queda no semestre

Os roubos de veículo caíram 8,59% entre janeiro e junho deste ano, comparada com o mesmo período do ano anterior. O total de ocorrências baixou de 37.961 para 34.702, com 3.259 a menos. É a menor quantidade de casos desde 2010, quando houve 34.311 casos.

Em junho, os roubos de veículos apresentaram queda de 11,70% e o número de boletins de ocorrência caiu de 6.009 para 5.306, com 703 a menos. O total é o menor desde 2008, quando o mês registrou 4.927 casos.

Os furtos de veículo caíram 6,09% neste primeiro semestre. O total de registrou passou de 56.369 para 52.938, com 3.431 a menos. É a menor quantidade de casos desde 2010, quando houve 34.311 casos.

Em junho, os furtos de veículos tiveram recuo de 15,65% e a soma de boletins de ocorrência caiu de 9.750 para 8.224, com 1.526 a menos. O total é o mais baixo desde 2002, quando o mês registrou 8.202 ocorrências.

Roubo a banco e extorsão mediante sequestro também tiveram queda no semestre

Os roubos a banco tiveram redução de 12,31% entre janeiro e junho. As ocorrências caíram de 65 para 57. Os oito casos a menos levaram o total ao mais baixo de toda a série histórica, iniciada em 2001. Em junho, os roubos a banco tiveram aumento de um caso, passando de quatro para cinco registros. No semestre, as extorsões mediante sequestro diminuíram de 14 para oito ocorrências. A queda de 42,86% levou ao total mais baixo desde 2001. Em junho, os sequestros ficaram zerados, ante duas ocorrências contabilizadas no mesmo mês do ano passado.

Outros crimes

Os estupros contabilizaram aumento de 11,49% nos seis meses – de 4.736 para 5.280 registros. Apesar disso, o indicador caiu 1,97% em junho, com 16 registros a menos.

Os roubos em geral aumentaram 0,68% no semestre, em comparação com igual período do ano passado. O total passou de 160.734 para 161.819. Por outro lado, o indicador teve queda de 2,45% em junho. O sexto mês deste ano teve 25.925 registros de roubos, contra 26.576 em junho de 2016.

Já os furtos em geral tiveram um aumento de 2,72% no semestre, passando de 255.840 para 262.796 casos. No mês, o indicador cresceu 1,90%, de 42.121 para 42.922 registros.

Os roubos de carga contabilizaram aumento de 23,17% nos seis meses – de 4.398 para 5.417 registros. Em junho, o indicador cresceu 18,73%, com 147 registros a mais.

Os latrocínios aumentaram 25,15% nos seis meses, passando de 163 para 204. No mês, o indicador cresceu 18,52%, com cinco ocorrências a mais.

O número de vítimas de latrocínio subiu 23,21% – de 168 para 207 – no semestre. Em junho, o total de vítimas foi igual ao de casos de latrocínio – passou de 27 para 32.

Produtividade policial

O trabalho das polícias Civil e Militar resultou em 24.448 flagrantes de tráfico de entorpecentes neste semestre. O total é 2,39% maior que os 23.878 contabilizados no mesmo período do ano passado. A soma é recorde na série histórica. Do total, 4.114 flagrantes foram feitos em junho.

Nos seis meses, as polícias ainda realizaram 95.609 prisões, sendo 16.206 somente no mês de junho. No semestre, ainda foram retiradas das ruas do Estado 7.958 armas de fogo ilegais. Do total, 1.305 armas foram apreendidas em junho.

Travelers Seguros aborda o tema controle de riscos com corretores de Fortaleza

A Travelers Seguros Brasil, subsidiária de uma das seguradoras líderes no mercado norte-americano de seguros para empresas, veículos e residências, reuniu aproximadamente 30 corretores em Fortaleza para falar sobre gestão de riscos. O workshop contou com a presença de Jonathas Abdou, responsável pela área de controle de riscos da Travelers no Brasil. O objetivo foi compartilhar com os corretores as melhores práticas em gestão de riscos, maneiras de aplicar essas práticas no dia a dia, e como nossos parceiros podem compartilhar essas informações com seus clientes, segundo explicou o executivo em nota.

O objetivo dos encontros é compartilhar com os corretores brasileiros a expertise mundial do grupo em recomendações de melhorias para indústrias e projetos de qualquer tipo, tamanho ou complexidade. Além do apoio global e centenas de especialistas nos mais diversos tipos de riscos, a Travelers também possui uma infraestrutura de referência mundial. Com uma universidade, a Claim University, e laboratórios de engenharia especializados, o grupo oferece os recursos de treinamento mais avançados da indústria de seguros e ajuda na investigação de sinistros e na prevenção contra fraudes, mencionou a empresa em comunicado.

Ao visitar clientes, os especialistas da Travelers emitem relatórios de avaliação de riscos customizados e disponibiliza materiais técnicos de forma online para ajudar corretores e clientes a aprimorar seus conhecimentos sobre gestão de riscos. A Travelers tem cerca de 30 mil funcionários e gerou uma receita de aproximadamente US$ 27 bilhões em 2016.

“Nos sentimos agraciados pela oportunidade de aprender e alinhar algumas condutas mercadológicas quando se trata de política de risco”, afirmou Phillipe Pinheiro, superintendente de Negócios da Camed Corretora, que esteve presente no evento. “O treinamento foi extremamente proveitoso e dinâmico, além de nos fazer refletir o quanto é importante o corretor se envolver e entender as necessidades e os anseios dos segurados”.

Allianz e Minnesota United FC anunciam parceria de naming rights para novo estádio

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A Allianz Life Insurance, companhia com sede nos Estados Unidos, que integra o Grupo Allianz, e o time de futebol, Minnesota United FC, anunciaram hoje a parceria de patrocínio do novo estádio que se chamará Allianz Field. A arena será a primeira do estado totalmente patrocinada pela iniciativa privada e em parceria com famílias e empresários locais.

“Nós estamos muito felizes de dar as boas vindas ao Allianz Field para nossa família global de estádios”, diz Jean Marc Pailhol, head de Gestão de Mercado e Distribuição do Grupo Allianz. “A Allianz Life é líder em prover soluções e proteção de aposentadoria nos EUA e o patrocínio para a arena, nosso primeira na América do Norte, nos dá oportunidade de reforçar nosso compromisso com a comunidade, além de dividir a nossa paixão pelo futebol.”

O término da construção está previsto para o começo da temporada da Liga de Futebol, a Major League Soccer. A nova arena ficará perto de Minneapolis e Saint Paul e será um espaço para os moradores de ambas as cidades se reunirem para eventos, aproveitarem os jogos da temporada e exibições globais. O Allianz Field se junta aos outros sete estádios da Allianz localizados nas mais dinâmicas cidades ao redor do mundo.

O estádio terá uma malha laminada com luz de LED, tecnologia similar à encontrada na Allianz Arena, em Munique, que permite que o estádio mude suas cores de acordo com os diferentes eventos e atividades. O estádio reunirá elementos modernos, tecnologia de ponta e será especificamente desenhado para ser sustentável enquanto minimiza o impacto no meio ambiente e consumo de energia.

Números:

– Capacidade de 19.400 lugares no primeiro ano

– Expansão potencial para 24.474 lugares

– 4 Hospitality Clubs e 22 suítes

– Proximidade entre torcedores e jogadores, com o assento mais perto, a 5 metros, e o mais afastado, a 38 metros do campo

– O estádio terá 23 metros de altura e 201 metros de extensão

– O estádio terá funcionalidades compatíveis com os padrões da FIFA. Entre eles grama natural, com superfície de jogo de 120 jardas por 75 jardas.

Projeto da Brasilprev leva educação financeira a mais de 70 mil pessoas

Lançado em 2010 pela Brasilprev, o Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL) acaba de atingir a marca de 70 mil participantes. A ação, realizada em parceria com a Trevisan Escola de Negócios, consiste em palestras de cerca de 90 minutos sobre planejamento financeiro, ministradas por universitários devidamente preparados para serem multiplicadores do tema.

Os encontros acontecem em escolas públicas, privadas e associações de bairros da capital paulista e do Grande ABC. Interessados podem acessar o site da Brasilprev (www.brasilprev.com.br – menu empresa>sustentabilidade>educação financeira) para obter mais informações sobre o projeto e indicar instituições para receberem as palestras.

“Alinhado à estratégia de sustentabilidade da Brasilprev, o PVPL nasceu com o objetivo de ser uma ação de educação financeira de alto impacto e gratuita. Chegamos ao sétimo ano do projeto com muito a celebrar e almejando ampliar cada vez mais o número de beneficiados”, explica Cinthia Spanó (foto), gerente de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Brasilprev.

SulAmérica anuncia novo gerente da filial Vitória

Pietro Masello é o novo gerente da filial Vitória da SulAmérica

São Paulo, 25 de julho de 2017 – A SulAmérica, maior seguradora independente do País, traz novidades para sua filial Vitória, no Espírito Santo. A unidade comercial tem novo gerente. Pietro Masello chega à capital capixaba para assumir o plano de expansão de negócios da seguradora na região, respondendo à diretora da Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo, Solange Zaquem.

Devido às oportunidades de negócios que oferece, a capital capixaba é considerada região estratégica para a SulAmérica. No primeiro trimestre de 2017, a filial Vitória registrou crescimento de vendas em diversos segmentos, com destaque para seguro auto, com expansão de 10% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na companhia desde 2000, Masello construiu carreira na área comercial, tendo acumulado experiência em gestão de negócios de varejo, planejamento estratégico e tendências de mercado. É formado em Marketing pela Universidade Estácio de Sá (Unsesa) e possui certificados em Estratégia e Execução pela Fundação Dom Cabral, Gestão Lean pelo Lean Institute, Gestão de Pessoas pelo Affero Lab e Programa de Desenvolvimento Gerencial pelo IBMEC.

Assurant lança “app” de treinamento em seguros massificados

A Assurant vai lançar uma plataforma de treinamento via aplicativo para celular. O App Unica de Bolso é uma inovação para o segmento e facilitará a realização dos cursos obrigatórios para a comercialização de seguros, bem como de temas específicos de produtos, com orientações sobre coberturas, valores e demais informações que devem ser passadas aos consumidores.

“Desde 2010 a Assurant disponibiliza treinamentos à distância para os parceiros, especialmente os varejistas, que podem ser realizados em desktops ou laptops. Observamos, no entanto, que muitas lojas não possuem computadores suficientes para utilização dos vendedores ou, ainda, que o uso da rede acaba impactando na velocidade do sistema de vendas. Como para nós é fundamental garantir o acesso de toda a equipe de vendas aos treinamentos, decidimos investir na criação do aplicativo”, explica Daniele Monteiro, Gerente de Otimização de Canais e Treinamento da Assurant. Cada curso é dividido em módulos de cerca de 15 minutos, o que facilita a realização pelo celular. Além disso, o usuário pode baixar o conteúdo para fazer off-line, na segunda fase, pois o sistema salva o que foi feito e atualiza quando ele acessar a internet novamente.

O Unica de Bolso será lançado ainda este mês e poderá ser acessado pelos parceiros varejistas por meio de login e senha enviados pela Assurant. Para baixar o aplicativo gratuito basta localizá-lo na loja virtual do smartphone com sistema Android ou iOS. O primeiro curso será sobre lavagem de dinheiro, um dos temas exigidos pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regula o setor de seguros no Brasil. De acordo com a Susep, para a comercialização de seguros massificados, como garantia estendida, roubo e furto para celular, bolsa protegida, pequenos reparos em veículos, entre outros, é necessária a realização de treinamento.

“A responsabilidade pelo cumprimento das normas, estabelecidas em 2014, é tanto das seguradoras, quanto dos representantes de seguros (varejistas). Todos os vendedores devem realizar no mínimo três cursos obrigatórios: sobre o produto a ser comercializado, as normas da Susep e lavagem de dinheiro. Os treinamentos, mais do que serem obrigatórios, são essenciais para uma oferta de seguro bem feita, enfatizando a qualidade do produto de seguro e garantindo a satisfação do consumidor”, afirma Denia Moura, Diretora de Compliance da Assurant.

Para Daniele Monteiro, o novo App permite não apenas ampliar o alcance dos treinamentos e facilitar sua execução, mas também inovar nas ações de marketing. “Podemos enviar dicas de ofertas, alertas de campanhas, vídeos, comunicados, enfim, as oportunidades são muitas no universo digital”, afirma. O Unica de Bolso também será utilizado em breve para capacitação dos funcionários da Assurant.

A plataforma de treinamento para computadores, chamada Unica TV, nome que vem da abreviatura de Universidade Corporativa Assurant, seguirá disponível aos parceiros

Seguro de crédito ofertou US$ 1,9 tri em operações comerciais de exportação em 2016

Estimativas da União de Berna, que reúne as principais seguradoras de crédito no mundo, revelam que o seguro de crédito proporcionou no ano passado cobertura para US$ 1,9 trilhão em operações comerciais de exportação. Este valor, de acordo com dados da associação, é responsável por 11% do comércio mundial. Em relação a 2017, o crescimento global das insolvências corporativas e os níveis de inadimplência poderão dar lugar a uma demanda crescente de seguro de crédito. Desde o início da crise financeira global em 2008, os membros da União de Berna fizeram frente a US$ 40 bilhões em indenizações por falta de pagamento.

Rádio CNseg: Corretores também precisam se adequar a um consumidor mais exigente, diz Marcio Coriolano

O que os corretores precisam fazer para atender às necessidades de um consumidor cada vez mais exigente e empoderado? Esse é o tema do quadro “Fala Presidente” desta segunda-feira. Para o presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o papel do corretor é aproximar o consumidor da seguradora. “É evidente que, nestes novos tempos em que o segurado quer agilidade, o corretor tem que ter instrumentos cada vez mais ágeis, mais assertivos e de melhor qualidade.”

Também nesta segunda, vai ao ar a primeira parte da “Entrevista Especial” com a cientista social Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, sobre o aumento da violência no país, que registra 60 mil homicídios por ano. “O Brasil é um caso extremo de violência no mundo”, afirma. “Os homicídios são uma espécie de ponta do iceberg. Embaixo deles há outra dinâmica de violência que aparece menos e é mais difícil de contabilizar, como lesões corporais e ameaça.”

Na terça-feira, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o professor da Escola Nacional de Seguros José Antonio Varanda fala sobre as diversas modalidades de seguros para animais de estimação. No mesmo dia, no “Qual é a Dúvida?”, o presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Danilo Silveira, responde a pergunta de ouvinte sobre a proteção dos bens móveis no Seguro Residencial.

Na quarta, no programa “Entenda os Seguros de Pessoas”, o professor da Escola Nacional de Seguros Bruno Kelly explica os primeiros passos para quem precisa se organizar financeiramente. No mesmo dia, o quadro “Inovação e Sustentabilidade” vai abordar o investimento das seguradoras em tecnologia como forma de reduzir custos e baratear o preço dos seguros.

Já no programa “Por Dentro da Saúde Suplementar” desta quinta-feira, a diretora de Técnica Médica e Relacionamento com Prestadores de Saúde e Odonto da SulAmérica, Tereza Veloso, fala sobre saúde emocional. Também na quinta, vai ao ar o “Momento Jurídico”.

Na sexta, o “Minuto da Capitalização” traz o diretor executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, que vai abordar o crescimento dos prêmios da capitalização em maio. Também nesse dia, é a vez do “Dicas do Consultor”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Expectativa do Sincor-SP é de que crescimento do setor supere a inflação em 2017

Os números do setor de seguros brasileiro vinham instáveis desde o início do ano, mas em maio – dados mais atualizados – o cenário se mostrou bem mais otimista. Tudo leva a crer que os resultados do mercado em 2017 irão superar a taxa de inflação, promessa que está se solidificando, acredita Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP.

Os últimos números ainda não alcançam todo o potencial de retomada do crescimento, no entanto a evolução da receita já indica um claro afastamento da crise. Os seguros de ramos elementares estão evoluindo a uma taxa de 4 a 5% ao ano, valores influenciados fortemente pela queda de receita do DPVAT ocorrida nesse exercício. Quando retirado esse ramo da amostra, o número sobe para cerca de 7%.

O seguro de pessoas cresce a, aproximadamente, 10% ao ano, o mesmo patamar do segmento de saúde. Ou seja, em 2017, em termos de crescimento, podemos dizer que o setor de seguros vem superando a taxa de inflação. Comparado ao número de 2016, esse é um fato a destacar. “Ainda temos alguns indicadores que precisam melhorar, como os resultados das empresas, mas, à medida que novos números forem saindo, os lucros também devem subir”, comenta na mensagem da Carta de Conjuntura do Setor, divulgada em julho.

O estudo, elaborado pelo economista Francisco Galiza, cita que um aspecto positivo tem sido a evolução da receita. Os seguros de ramos elementares estão crescendo a uma taxa de 4 a 5% ao ano, valores influenciados fortemente pela queda de receita do DPVAT ocorrida nesse exercício. Quando retira esse ramo da amostra, o número sobe para uns 7%. O seguro de pessoas cresce a, aproximadamente, 10% ao ano, o mesmo patamar do segmento de saúde. Ou seja, em 2017, em termos de crescimento, podemos dizer que o setor de seguros vem superando a taxa de inflação. Comparado ao número de 2016, esse é um fato a destacar.

Por enquanto, um aspecto ainda negativo é a margem de rentabilidade de algumas empresas do setor, que ainda não conseguiram atingir o mesmo patamar de anos anteriores. Mas, na medida em que a situação for se normalizando, tal trajetória voltará ao padrão usual.

Na análise das outras variáveis fora do segmento de seguros, continua a haver também alguns sinais favoráveis, como os índices de confiança, a taxa de inflação, os juros etc. Entretanto, ainda há dificuldades, como a elevada taxa de desemprego, a incerteza política e os desafios das reformas, fatos que vêm prejudicando uma evolução mais favorável do País.

Em 2015 e 2016, os números econômicos do País não foram bons, e esse fato já foi bastante citado. Em 2017, há aspectos positivos e negativos. Em primeiro lugar, como positivo, as taxas de inflação. As previsões atuais já sinalizam um IPCA abaixo de 3,5% para esse ano. Esse número tem caído de forma sistemática e constante ao longo dos meses. Com deflação pelo IGPM nas três últimas taxas mensais. A confiança de diversos setores também está, aos poucos, crescendo, em um cenário melhor quando comparado aos números de há 12 meses. Por exemplo, apesar do momento ruim da economia e da incerteza política, o comércio vê uma situação um pouco mais favorável no futuro.

Como negativo, o problema continua a ser a evolução da taxa de desemprego. Por exemplo, na região Metropolitana de São Paulo, os valores passaram de abaixo de 10% no início de 2015 para quase 19% nos dias de hoje. Essa é uma grande dificuldade para toda a sociedade. Atualmente, as instituições financeiras já esperam um valor abaixo de 0,5% para esse exercício. Com esse número, o desemprego não aumenta mais, mas, também não diminui de forma expressiva.

Nos ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), mas ainda sem considerar as operações de saúde suplementar, a variação acumulada foi de mais 4% em valores até maio de 2017, contra valores até maio de 2016. Esse valor está fortemente influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT nesse exercício. Caso esse ramo fosse excluído, a variação acumulada subiria para 7%. Ou seja, somente o comportamento do DPVAT em 2017 resulta em uma perda de três pontos percentuais.

Já nos produtos do tipo VGBL, um produto com características mais financeiras, de acumulação, a evolução continua favorável quando avaliado o comportamento dos últimos anos.

Nós últimos dois anos, a evolução do segmento de capitalização teve uma taxa de crescimento baixa. Ressalte-se que esse foi um fenômeno análogo ao ocorrido em outros ativos populares da economia (caderneta de poupança, por exemplo, com mais saques do que depósitos). Até agora, nos primeiros meses de 2017, o cenário permanece.

Por outro lado, nos últimos anos, o mercado de resseguro teve um comportamento bem mais favorável, com taxas positivas, superando inclusive a inflação, quando se faz uma análise de valores acumulados. No início de 2017, essa tendência continua.