Os diretores da Capemisa Seguradora comunicam que a empresa está encerrando a sua carteira de clientes dos produtos PGBL e VGBL. Para efetuar o resgate ou portabilidade, entre em contato com a Central de Relacionamento CAPEMISA: 4000 -1130 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800 723 3030 (Demais Localidades). O atendimento é realizado de segunda a sexta feira, das 08h às 20h, exceto feriados, informa comunicado divulgado nesta sexta-feira, assinado pelos diretores Fabio dos Santos Meziat Lessa e Rafael Graça do Amaral.
Impacto da Incorporação Tecnológica na Saúde Suplementar em debate
Fonte: Fenasaúde
O painel ‘A experiência da África do Sul na Incorporação de tecnologias em planos de saúde’ foi um dos mais concorridos durante o seminário sobre “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar”. O debate, promovido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), foi realizado na última quarta-feira (31) e reuniu especialistas do setor.
A experiência internacional de Sam Rossolimos, diretor da Accenture África do Sul, trouxe exemplos para o aperfeiçoamento do mercado brasileiro. De acordo com o especialista, o país africano controla custos médicos aplicando princípios de gerenciamento de cuidados. “Assim como o Brasil, a África do Sul possui Benefícios Mínimos Previstos (PMBs), mas não são tão abrangentes quanto os do Brasil. A inclusão de novas tecnologias baseia-se na eficácia clínica e na relação custo-benefício. Todos os medicamentos e dispositivos médicos têm um código eletrônico reconhecível exclusivo. E os prestadores de saúde hospitalar são regulados por sistema de preços transparente. Os seguros de saúde cobrem novos medicamentos e dispositivos médicos apenas para medicina baseada em evidências”, explicou.
Os PMBs são um conjunto de benefícios definidos para garantir que todos os membros de planos de saúde tenham acesso a certos serviços mínimos de saúde, independentemente da opção de produto que selecionarem – que lhes dá direito a cuidados de emergência, cobertura para 270 problemas de saúde e 25 doenças crônicas. Segundo Sam, os planos de saúde controlam custo e qualidade, além de gerenciar os serviços de saúde dos provedores para garantir a adequação dos cuidados clínicos.
“No Brasil, todos planos de saúde têm de fornecer uma cobertura muito abrangente. Somente 23% da população brasileira tem seguro de saúde privado, porque não é economicamente acessível a 77% da população. A agência reguladora não permite planos de saúde com cobertura limitada e revisa os benefícios a cada dois anos através de um processo de audiência pública. Falta avaliação de impacto da política anterior antes da inclusão de novos benefícios”, esclareceu Sam Rossolimos. “Já no meu país, todas as novas tecnologias e medicamentos devem ser registrados no Conselho de Controle de Medicamentos. Qualquer violação a este regulamento pode acarretar até 10 anos de prisão”, concluiu.
Na avaliação da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, o cenário brasileiro é grave por não adotar ferramentas condizentes de avaliação de custo e efetividade na incorporação de novas coberturas para os planos de saúde. “Nesse contexto, o uso dessas ferramentas se torna fator essencial para assegurar a incorporação sustentável de tecnologia na saúde brasileira. Mas a discussão é anterior, vimos no exemplo africano que o acesso é para serviços mínimos. Já no Brasil temos que dar tudo a todos”, destaca.
Para Solange Mendes, a sociedade precisa se colocar sobre o tipo de cobertura que se quer da Saúde Suplementar, uma vez que o atual modelo está se tornando insustentável: “Precisamos rediscutir as bases do acesso a medicamentos e inovações tecnológicas no nosso sistema de saúde. Os estabelecimentos de critérios de prioridade são fundamentais para o equilíbrio do setor. A incorporação de novas tecnologias sem a desincorporação de procedimentos obsoletos torna o custo insuportável, pois não há substituição e sim incorporação acumulativa que só se avoluma com o passar do tempo”.
Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, disse que a introdução de novas tecnologias deve ser feita com bastante critério, para não trazer mais custos do que benefícios. E citou como exemplo o caso da introdução da angioplastia nos Estados Unidos. “Entre 1986 e 1990, a angioplastia mais do que dobrou e o número de cirurgia de revascularização, em vez de cair, aumentou substancialmente. Presumivelmente, muitos pacientes receberam ambos os procedimentos”, afirmou. Carneiro também ressaltou a importância da utilização de protocolos clínicos: “Permite uma visão geral de cada procedimento que será realizado no paciente, com os respectivos resultados esperados, que podem ser monitorados por qualquer pessoa que esteja responsável pelo paciente, incluindo ele próprio”.
O seminário sobre “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar” debateu ainda se o Rol da ANS é suficiente para garantir o adequado acesso à saúde dos beneficiários de planos de saúde no Brasil, com uma palestra de João Paulo dos Reis Neto, diretor-presidente da Capesesp (Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde); e contou, ainda, com apresentações de Estudos Envolvidos na Incorporação de Tecnologias em Saúde, com Luciano Paladini, especialista do grupo Evidências, e Avaliação de Tecnologia em Saúde para a Incorporação de Tecnologias e Saúde além das previstas no Rol, do gestor em políticas de saúde Reynaldo Rocha, da Planserv.
Adriano Muraki assume diretoria na BR Insurance
A BR Insurance Corretora de Seguros anuncia a contratação de Adriano Muraki como Diretor de Gestão de Riscos Corporativos, Personal Lines e Linhas Financeiras. O executivo chega com a missão de ampliar a carteira de Ramos Elementares e aprimorar o atendimento com novas soluções e condições comerciais inéditas no mercado.
Muraki está há 20 anos no mercado segurador, com vasto know-how nas áreas de Subscrição, Produto e Comercial, com passagens pela Chubb, RSA Seguros e Unibanco AIG Seguros. É graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Marketing Estratégico.
Liberty Seguros lança aplicativo que pode gerar até 30% de desconto no seguro auto
Fonte: Liberty
A Liberty Seguros anuncia o lançamento do aplicativo Direção em Conta, programa de telemetria que, além de oferecer aos usuários uma nova maneira de interagir e consumir seguros, contribui com a segurança no trânsito ao oferecer dicas de direção para os motoristas de todo o país.
Condutores que instalarem o aplicativo receberão ao final de cada viagem um diagnóstico com a avaliação de aspectos como velocidade, estilo de direção, distração, horário da viagem e fadiga. A partir dessa análise, o usuário poderá ver seu score de direção, o histórico de cada viagem no mapa e até mesmo classificar se naquela viagem específica era ele quem estava dirigindo ou não, além de ver dicas personalizadas sobre como ter uma experiência segura ao volante.
Além da experiência, usuários que, em até 60 dias, rodarem mais de 800 km e realizarem pelo menos 20 viagens poderão receber um desconto de até 30% nos seguros automotivos da Liberty Seguros.
Lançado no Brasil em 2015, o Direção em Conta surgiu como uma maneira de oferecer precificação justa, pois foca menos em estereótipos de motoristas e mais no comportamento de cada indivíduo, oferecendo precificação justa. Essa nova versão utiliza apenas o celular do motorista e elimina a necessidade de instalação de qualquer aparelho no carro. Essa iniciativa também faz parte do objetivo da seguradora de oferecer experiências digitais únicas para segurados, corretores e consumidores em geral.
“Com o Direção em Conta, nosso objetivo é democratizar o acesso a uma experiência digital única”, diz José Mello, superintendente de Inovação da Liberty Seguros. “Inciativas como essa trazem benefícios não só para a seguradora, que passa a compreender o perfil de cada consumidor, mas também para os motoristas, que são estimulados a mudar seu comportamento e passam a buscar uma direção mais segura a partir do feedback em tempo real sobre como estão dirigindo e como podem melhorar”.
A Liberty Seguros trouxe a expertise da telemetria de sua matriz nos Estados Unidos, onde a adesão a esse tipo de apólice é ampla. Já se observou, por exemplo, que a sinistralidade média de quem utiliza a tecnologia e acompanha o seu desempenho tende a ser menor do que a dos outros segurados.
O aplicativo lançado pela Liberty Seguros, vem sendo desenvolvido há dois anos e traz o algoritmo mais moderno do mercado, que supre déficits de sistemas mais antigos e oferece aos usuários a melhor experiência ao volante.
Ao final do programa, os motoristas elegíveis ao desconto receberão um voucher com o código que deverá ser informado ao corretor para que ele possa gerar o orçamento da apólice com o benefício, que poderá ser utilizado para novas apólices ou renovações até 31 de dezembro de 2017. Já os usuários que não completarem os pré-requisitos no período de 60 dias receberão um vale desconto que poderá ser utilizado no Clube Liberty, plataforma de benefícios da seguradora.
O aplicativo, que oferece baixo consumo de bateria e dados, pode ser baixado por usuários gratuitamente por usuários de sistemas iOS e Android, basta procurar por Liberty Direção em Conta.
HDI Seguros no Spotify!
Gostei desta novidade. Bem criativa. A HDI criou perfil no Spotify, o hdi-seguros, com músicas para todos os gostos e ocasiões. O Spotify é um serviço de música digital que dá acesso a milhares de playlists, cada com um tema diferente. A primeira playlist disponibilizada tem músicas de artistas consagrados como Imagine Dragons, Beyonce, Ed Sheeran e Guns and Roses. O grupo promete em breve ter mais Playlists! Para ter acesso ao perfil, basta procurar por hdi-seguros no Spotify, ou clicar aqui, e pronto! Você já pode seguir e ouvir todas as playlists disponibilizadas pela seguradora para todos, inclusive clientes e corretores.
O aplicativo pode obtido nas lojas virtuais para Android, iOS ou Windows Phone.
Escritório de Ernesto Tzirulnik ganha causa para a BB Mapfre
Fonte: Consultor Jurídico
Uma empresa de manutenção de aeronaves terá que pagar R$ 380 mil a uma seguradora para ressarcir a indenização paga a um segurado após a queda de um helicóptero. De acordo com a sentença, ficou comprovado que o acidente aconteceu devido a uma falha na manutenção.
O caso aconteceu em 2005, em São Paulo. Um helicóptero utilizado pela Rádio Eldorado para cobrir a situação do trânsito na capital paulista fez um pouso forçado sobre dois automóveis, em plena marginal do Rio Pinheiros, em um dos horários mais movimentados da via.
Por causa do acidente, a Mapfre Seguros teve que pagar R$ 380 mil de indenização à segurada. Após quitar a quantia, a seguradora ingressou com ação de ressarcimento contra a empresa de táxi aéreo responsável pela manutenção da aeronave.
Na ação, a seguradora afirmou que o acidente aconteceu porque a empresa de manutenção não substitui corretamente uma correia. Apesar de a empresa dona do helicóptero ter comprado a peça para a substituição, teria sido instalada uma outra correia, que, conforme a perícia, rompeu durante o voo.
Em sua defesa, a empresa de manutenção afirmou não ter culpa no acidente e que o próprio proprietário do helicóptero declarou ter presenciado a substituição do conjunto de correias.
Ao julgar o caso, a juíza Andrea Copolla Brião, da 17ª Vara Cível de São Paulo, reconheceu a responsabilidade da empresa de manutenção e condenou a mesma a ressarcir a seguradora pela indenização que pagou para sua segurada. Com base no laudo pericial e no resultado da investigação Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreo (Cenipa), a juíza entendeu que houve falha na prestação dos serviços de manutenção.
“Restou suficientemente demonstrado que o acidente aéreo do qual resultou dano material para a autora seguradora, consistente no pagamento para a empresa segurada da indenização prevista no contrato de seguro, teve como causa determinante a ruptura, em pleno voo, da correia dianteira da aeronave”, afirmou a juíza.
Andrea Copolla apontou ainda que o documento assinado pelo dono do helicóptero atestando que houve a troca das correias não serve como prova. Isso porque segundo a juíza “é pouco crível” que o dono de uma frota de aeronaves acompanhe pessoalmente um serviço que pode demorar dois dias para ser concluído. Além disso, a juíza registrou que o dono do helicóptero tem interesse em favorecer a empresa de manutenção, pois eventual falhas nesses serviços prejudica a sua imagem.
Para o advogado Tiago Moraes Gonçalves, de Ernesto Tzirulnik – Advocacia (ETAD), que representa os interesses da seguradora no processo, a sentença apreciou bem os fatos e provas e reconheceu a gravíssima falha na prestação do serviço da oficina de manutenção.
Segundo o advogado, ficou claro durante a instrução processual que a empresa não mantinha registros dos serviços que prestava e, no caso concreto, que não substituiu corretamente a correia.
“A situação é tão absurda que a perícia escancarou que, durante a revisão da aeronave, a oficina acabou por montar um rolamento usado, com número de horas próximo do primeiro (substituído), o que o perito judicial tachou de condenável e nos faz pensar se as aeronaves que sobrevoam nossa cidade são mesmo seguras”, disse Gonçalves.
Investidores, executivos e empreendedores do mercado de seguros se reunirão em evento para discutir o futuro dos seguros
Vi esse post no Linkedln e trago para compartilhar com os leitores do blog Sonho Seguro. A quem interessar…
Como será o futuro do mercado de seguros e de suas instituições com a chegada das InsurTechs? Como as pessoas irão contratar, utilizar e pagar um seguro? Do jeito mais fácil, rápido e intuitivo. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e não estão satisfeitos com os serviços oferecidos pelo modelo tradicional. Já se sabe que muitas startups chegaram para tomar uma bela fatia do mercado, mas até agora a maioria das discussões dessa revolução se concentrou basicamente no mercado financeiro, nas Fintechs. Agora chegou a vez do Mercado de Seguros!
O INSURTECH BRASIL, evento que ocorrerá em agosto em São Paulo, veio para preencher essa lacuna e reunirá especialistas e empreendedores de sucesso da área para discutir e impulsionar ecossistema de InsurTechs brasileiro. O evento contará com a participação de empresas como Minuto Seguros e Youse, que revolucionaram a maneira de contratar seguros. Terá cases de sucesso de startups de todo Brasil, além de dar a você a oportunidade de conhecer as pessoas certas para se conectar com o ambiente efervescente das InsurTechs brasileiras.
Você faz parte do modelo tradicional de instituições seguradoras? Ou é um empreendedor querendo alavancar sua própria startup? Ou entender melhor o que está acontecendo nesse movimento do mercado de seguros? Reserve sua vaga no InsurTech Brasil pelo site http://insurtechbrasil.com. O evento ocorrerá no dia 18 de agosto e será a melhor oportunidade para fixar sua marca num território ainda pouco explorado pelas empresas brasileiras, mas com potencial para se tornar setor em investimentos ainda este ano.
Inscrições: http://insurtechbrasil.com
Informações: info@insurtechbrasil.com
Patrocínio e apoio: apoio@insurtechbrasil.com
AXA participa de ação global para o desenvolvimento sustentável
A AXA Brasil realiza, de 5 a 11 de junho, a CR Week 2017 – Responsabilidade Corporativa em ação, campanha que integra a ação global da AXA voltada para o desenvolvimento sustentável e o empreendedorismo social. No Brasil, a iniciativa vai arrecadar agasalhos, livros, alimentos, brinquedos e ração para cães e gatos, que serão doados a instituições sociais. Os itens podem ser entregues tanto por funcionários da empresa como por qualquer cidadão nos escritórios da AXA no Rio de Janeiro e em São Paulo, durante o período da campanha.
Quem doar um item ganhará, em troca, um voucher para participar de aulas especiais de tai chi chuan, em São Paulo, e de ginástica funcional, no Rio de Janeiro, abertas também à população. Os itens arrecadados durante a CR Week 2017 serão destinados às organizações sociais Arca do Saber, Louco por Bichos, Anjos da Noite (São Paulo) e Amparo Thereza Cristina (Rio de Janeiro).
“A CR Week é o momento anual em que celebramos nossos valores e reforçamos o nosso compromisso social com as comunidades dos países em que atuamos e, no Brasil, estamos pela primeira vez abrindo as portas dos nossos escritórios para receber as pessoas, de braços abertos, que queiram contribuir com doações para as entidades sociais”, destaca Philippe Jouvelot, CEO da AXA no Brasil.
A AXA é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável da ONU, assumindo o compromisso de adotar critérios ambientais, sociais e governamentais à sua estratégia e processos de investimento. Em função deste compromisso, a AXA chegou a 83% no Índice de Sustentabilidade da Dow Jones.
JLT lidera projeto social Amanhã Seguro
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Enquanto muitas empresas restringem as compras online no ambiente de trabalho, a JLT Brasil vai instalar na próxima semana um aplicativo em todos os computadores da companhia para que cada compra virtual realizada possa ser revertida em doação para projetos sociais, sem nenhum custo para o colaborador/consumidor. A ação faz parte do “Amanhã Seguro”, um programa de Responsabilidade Social liderado pela JLT Brasil, que envolve ainda outras cinco seguradoras parceiras, e tem como objetivo a formação e a inserção de jovens em oportunidades de trabalho no mercado de seguros.
A iniciativa é uma parceria com a Welight, uma ferramenta que possibilita gerar doações para várias Organizações Não Governamentais (ONG) em transações realizadas em mais de mil lojas associadas, entre elas: Amazon, Netshoes, Submarino, Ali Express, Nike, Wine.com, Decolar.com, Avianca, O Boticário. Toda vez que um colaborador da JLT Brasil comprar em uma loja associada os pontos gerados serão destinados ao Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP), uma ONG localizada no bairro de Pedreira, Zona Sul de São Paulo. Os créditos serão utilizados para capacitar jovens entre 12 e 18 anos como técnicos em administração com ênfase em seguro.
O grupo JLT assumiu o compromisso de priorizar para as vagas de Jovem Aprendiz aqueles que concluírem o curso. “É uma forma de contribuirmos positivamente para a sociedade e para o segmento no qual atuamos”, explica o chairman de Benefícios e presidente do comitê JLT Solidária, Sérgio Clark.
A ação também incentiva a retenção de talentos. “Cada vez mais, os profissionais buscam trabalhar em empresas com as quais se identificam. A oportunidade de engajamento em causas sociais é um dos fatores que motivam a permanência no emprego. Hoje, 20% dos funcionários da JLT Brasil no Rio e em São Paulo se envolvem nas nossas ações de Responsabilidade Social”, comenta Clark.
Além de ativar a doação gratuita, o colaborador da JLT Brasil receberá, automaticamente, os cupons de desconto oferecidos pelas lojas. Caso queira contribuir sem fazer compras, basta compartilhar o link do aplicativo disponível dentro da plataforma. Todas as doações geradas pela rede que se formar a partir dessa divulgação serão contadas também como impacto. “Temos como prática entre nossos benefícios oferecer descontos aos colaboradores. O plug in amplia essa cartela de ofertas”, conclui.
O aplicativo é certificado pelo Google, Apple e Mozilla Firefox, que destinam ao Welight uma comissão de 1 a 15%, já embutida no preço normal dos produtos, automaticamente, quando é feita uma compra. A loja paga essa comissão ao Welight pela indicação da venda que distribui 90% do total que recebe às ONGs parceiras, conforme a pontuação de cada uma.
A ideia do Welight chegou à JLT Brasil pelas mãos do COO e voluntário, Henrique Marques. O executivo que já adotava esse modelo de “compra social” pensou em como poderia amplificar a ideia para o maior número de pessoas e levou a sugestão para a área de Responsabilidade Social que estruturou a ação.
Valor Financeiro Seguros, a revista que traz um raio-x do setor
O Valor Econômico publica hoje a revista Valor Financeiro Seguros, Previdência e Capitalização. São 26 matérias distribuídas em 100 páginas que detalham um setor resiliente a toda essa crise que assola o Brasil nos últimos dois anos. Certamente há impactos, mas muitas inovação. Vale conferir. A revista está encartada no jornal Valor Econômico e também no portal para assinantes Revista Valor Financeiro Seguros











