Na terça-feira (24/04), a JLT Specialty Brasil em parceria com a Oracle Brasil promove o 2º Cyber Security View. Os palestrantes debaterão assuntos relacionados a compliancedigital, proteção de dados, legislação e mitigação de perdas financeiras.
O seminário conta com as apresentações de Renato Opice Blum, advogado, economista e professor-coordenador do curso de direito digital do Insper; Alexandre Sousa, Head of Solutions Architects Latin America da Oracle Brasil e Marta Helena Schuh, especialista em risco cibernético da JLT Specialty Brasil
Veja a programação completa:
9h – Abertura Oracle e JLT
9h15 – Compliance digital e riscos cibernéticos
9h50 – Anatomia de um ataque cibernético: como se proteger
10h30 – Mitigando perdas financeiras diante de um ataque cibernético
11h10 – Painel: soluções e perspectivas
Serviço
II Cyber Security View
Data: 24 de abril de 2018
Horário: das 8h30 às 12h
Local: Auditório Oracle – R. Dr. José Áureo Bustamante, 455 – Vila São Francisco
Informações sobre o credenciamento para o evento pelo link
O mercado aguarda com ansiedade como ficará a integração da XL, uma das princiapais especialistas do mundo em riscos diferenciados, com a francesa Axa, uma das maiores seguradoras do mundo. Um prazo recorde para anunciar a nova estrutura, prevista para ser divulgada em duas semanas. O anúncio da aquisição pela AXA foi feito no dia 5 de março, por US$ 15,3 bilhões.
Segundo fontes próximas da nova estrutura, o nome XL será mantido em uma estrutura independente, com a possível assinatura Power by Axa. A decisão da independência vem da forte marca XL e por quase não haver sobreposição em alguns países, como nos Estados Unidos. Vamos aguardar!
Comumente conhecido no mundo tecnológico, o termo hackathonpode ser definido por um evento que reúne profissionais de programação, por horas, dias ou semanas, com a finalidade de explorar dados, discutir ideias e desenvolver projetos de software, hardware ou aplicativos. Agora, o modelo passa a ser utilizado, com um cunho social por meio de uma atividade da Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro.
Envolvendo colaboradores de suas diversas áreas, a Zurich realizará, de 16 a 20 de abril, uma Maratona Social, no formato hackathon, em que os voluntários analisarão problemáticas levantadas por duas ONGs – Arrastão e Imargem – e desenvolverão soluções e projetos para ajudá-las. A ação integra o programa de responsabilidade social corporativa da Zurich, A Vida em Novas Cores.
Cada uma das ONGs apontou cinco problemáticas dentro de sua gestão, como Captação de Recursos, Planejamento Estratégico, Ferramentas Financeiras, Engajamento de Equipe, entre outros. Os voluntários puderam escolher em qual dos desafios podiam colaborar. Foram realizadas também visitas nas ONGs e palestras de seus representantes na sede da Zurich, em São Paulo, para apresentar as rotinas, formatos de trabalho e ações das entidades.
“Um dos maiores problemas de algumas ONGs está relacionado à gestão. Para estas entidades, é de extrema importância receber a colaboração de profissionais capacitados em lidar com o gerenciamento e desenvolvimento de projetos. É uma iniciativa inovadora e que será de grande ajuda para as ONGs e suas comunidades atendidas”, diz Ivo Pons, Sócio Fundador da Rede Design Possível.
A Maratona Social terá 24 horas no total, divididas na semana de sua realização. As reuniões de trabalho contarão com 65 colaboradores, organizados em grupos de acordo com a problemática que deverá ser analisada e trabalhada através do método de design thinking. Após a ação, os profissionais acompanharão a implementação dos projetos junto às ONGs. Para a realização de todas as atividades da Maratona, a Zurich contou com a parceria da Rede Design Possível, uma associação sem fins lucrativos que integra iniciativas visando à transformação positiva social e/ou ambiental.
De acordo com o CEO da Zurich no Brasil, Edson Franco, com a realização da Maratona Social, a companhia buscou uma estratégia inovadora para solucionar problemas de vulnerabilidade social. “É uma oportunidade de aplicarmos, juntos, nossas expertises em situações reais das ONGs, a fim de buscarmos soluções efetivas, por meio da colaboração, e fazer parte de uma transformação tangível”, afirma.
A ONG Arrastão é uma rede de cidadania baseada nas áreas pedagógica, social e cultural, com atuação no Campo Limpo, na capital paulista, e atende crianças, jovens e suas famílias. Também atua com projetos habitacionais e ambientais. A ONG Imargem atua na zona sul de São Paulo com atividades que utilizam a linguagem da arte urbana.
A possibilidade da contratação de planos de saúde com franquia ou coparticipação, conforme proposto pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, representará um avanço tanto para o setor de Saúde Suplementar quanto para os próprios consumidores.
A proposta de normativo da ANS tem como objetivo atualizar a regulação sobre o tema, estabelecendo limites e parâmetros para aplicação desses produtos, uma vez que são mecanismos financeiros de regulação já existentes e amplamente usados pelo mercado de planos de saúde. Atualmente, cerca de 50% dos beneficiários possuem contrato com um desses mecanismos.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) calcula que os planos com franquia fiquem mais baratos e que haja uma redução na utilização de procedimentos que hoje são considerados excessivos e estariam tornando os planos mais caros para os beneficiários. “Esses mecanismos são opcionais, ou seja, o consumidor pode ou não optar pelo plano com essas características. E irá funcionar como um moderador do uso e, portanto, combate os desperdícios, mas isso não quer dizer que o paciente deverá se descuidar da sua saúde”, explica José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde.
Ainda de acordo com o diretor da FenaSaúde, o plano com franquia deve atender ao consumidor com um perfil específico, que se planeja e dispõe dos recursos para arcar com as despesas que cubram o valor da franquia. “Caberá a cada um analisar, dentro das suas necessidades médicas e possibilidades financeiras, optar entre planos com ou sem franquia. O mais importante é que o consumidor passará a ter mais escolhas, algo sempre positivo. A competição entre as operadoras, por sua vez, evitará o risco de planos excessivamente caros. Pelo contrário: o plano com franquia terá uma mensalidade menor que o plano sem franquia e sem perda de qualidade assistencial.”
Já a coparticipação, em que o consumidor fica responsável pelo pagamento de parte do custo do evento assistencial, é outro fator moderador bastante comum em diversos países, tanto em sistemas públicos quanto privados. Quando o beneficiário arca com parte do custo de determinado procedimento, tende a evitar o uso desnecessário de recursos e passa a ter uma relação de mais responsabilidade com o sistema de saúde. Como o modelo é baseado no mutualismo, quando há desperdício todos acabam pagando, o que propicia reajustes maiores na mensalidade dos planos.
“Em síntese, a FenaSaúde acredita que a existência de planos de saúde com franquia ou coparticipação irá estimular novas e mais acessíveis formas de contratação, beneficiando todos os consumidores e aumentando a sustentabilidade do setor”, finaliza José Cechin.
Elena Korpusenko é a nova presidente da Comissão de Comunicação da Federação
Nacional de Capitalização – Fenacap. A executiva substitui Aura Rebelo,
que desempenhou a função nos últimos dois anos.
Elena já atuava como vice-presidente da comissão e traz na bagagem a bem-sucedida experiência à frente da área Comunicação,Marketing e BI da Brasilcap, onde está desde 2015. Ucraniana, morando no Brasil desde 2007, tem mestrado em economia pela Universidade Federal de Economia da Ucrânia e MBA em Marketing pela COPPEAD RJ.
“Pretendo dar continuidade ao amplo trabalho que vem sendo feito pela Federação e reforçar cada vez mais as características, benefícios e possibilidades da capitalização. Na véspera do novo marco regulatório de capitalização, o trabalho da Fenacap e CCOM em particular se torna ainda mais relevante e esclarecedor para todos nossos públicos focais”, diz Elena.
A Tintas MC, maior rede varejista de tintas do Brasil, a partir de uma iniciativa com a corretora Loschiavo e a Mapfre Seguros lançou o Seguro Pintor. Exclusivo para a categoria dos pintores, o produto possui cobertura nacional é e uma inovação no mercado, contemplando seguro de vida, proteção de acidentes pessoais e invalidez permanente por acidente. O seguro básico pode ser contratado por apenas R$ 135,96 e possui pagamento facilitado, podendo ser realizado por meio de boleto bancário em até 4 parcelas ou com cartão de débito, em até 12 vezes.
“Num país onde cresce o número de profissionais autônomos a cada ano, o mercado de seguros profissionais ainda é muito incipiente e o risco de acidentes sem cobertura também aumentou nos últimos anos”, comentou Renato Sá, diretor de Estratégia e Marketing da Tintas MC e idealizador do produto. Segundo ele, o seguro foi pensado para atender essa categoria que muitas vezes é totalmente desamparada.
A iniciativa também conta com o apoio do MBPM – Movimento Brasil por um Pintor Melhor, comenta o diretor no comunicado. “O seguro vai prevenir o inesperado. A maior valorização que uma empresa poderia fazer pelo pintor, é a valorização da própria vida dele, por isso tivemos o cuidado de criar um produto desenhado e moldado às necessidades deste profissional.”
Com esse slogan, a startup suíça Kasko2go se apresenta ao mercado. A previsão é de que ela lançará em breve o primeiro seguro para automóveis baseado em blockchain, a tecnologia por trás das moedas virtuais. A ideia é o seguro on demand, que utiliza inteligência artificial para conectar bons motoristas. Pelo celular, poderão comprar apólices por um preço bem inferior aos seguros tradicionais, pagando, inclusive, com criptomoedas.
O texto de apresentação no portal do insurtech diz que “todos nós procuramos justiça em todos os aspectos de nossas vidas. E nossos pagamentos anuais de seguro são, nesse aspecto, descaradamente injustos. Ano após ano continuamos pagando o mesmo preço por nossos prêmios, independentemente de quem somos e do que fazemos”, afirma.
Vamos ver como será. A meta é ambiciosa. “Planejamos adquirir 500 mil clientes através do nosso ecossistema e atingir um volume de negócios de 250 milhões de euros até 2022”, afirmam os acionistas.
No mínimo ler o plano de negócios dos empreendedores é enriquecedor para quem está mergulhado em insurtechs.
O presidente Michel Temer submeteu à apreciação do Senado Federal a indicação de nomes a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), segundo nota no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 18. Foram indicados Rogério Scarabel Barbosa para o cargo de diretor, na vaga decorrente do término do mandato de José Carlos de Souza Abrahão; e Davidson Tolentino de Almeida, também para diretor, desta vez na vaga aberta com fim do mandato de Karla Santa Cruz Coelho. Os indicados passarão por sabatina no Senado e, para ocupar os respectivos cargos, precisam ter os nomes aprovados em comissão e no Plenário da Casa.
Agora sim os números da saúde suplementar consolidados e divulgados pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Em 2017, o total de receita de mensalidades chegou a R$ 179,3 bilhões e as despesas assistenciais totalizaram R$ 150,6 bilhões. Em 2016, a receita dos planos de saúde foi de R$ 165,6 bilhões e as despesas assistenciais – soma que engloba gastos com exames, consultas, internações e outros atendimentos médico-hospitalares – contabilizaram R$ 137,2 bilhões.
Isso significa que a cada R$ 100 pagos, R$ 85 são destinados aos serviços de assistência médica. A medicina suplementar privada atende 25% da população brasileira. Dois terços são planos coletivos empresariais, de acordo com dados de 2017. As informações foram passadas por Leandro de Fonseca, presidente substituto da ANS, no 2o. Encontro de Comunicação da Saúde Suplementar, realizado na manhã desta quarta-feira, em São Paulo. No ano passado, o tema do encontro foi debater a imagem do setor de saúde. Neste ano, a pauta é o reajuste dos planos individuais, que obedece a inflação médica, que supera em muito a inflação de preços medida pelo IPCA.
Para se ter uma ideia, nos últimos dez anos, os gastos médicos aumentaram 232%; a inflação no mesmo período foi de 71%, em média, de acordo com IPCA, ao mesmo tempo em que os planos foram reajustados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) em 158%, obedecendo o índice Variação de Custos Médicos Hospitalares (VCMH), segundo dados divulgados pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
“O reajuste é um reflexo de variações de custos elevados. E essas variações são um reflexo de questões estruturais, que precisam ser trabalhadas para construirmos um setor de saúde sustentável”, disse Fonseca. Para o profissional, o desafio do setor não é o reajuste e sim o financiamento do serviço de saúde, seja ele público ou privado, diante do encarecimento desses serviços.
Ele citou grandes movimentos que ainda não sabe qual será o resultado. Se referia ao anúncio de três gigantes – Amazon, Berkshire (do mega investidor Warren Buffett) e JPMorgan –, que se juntaram para montar uma operadora de saúde para atender seus funcionários. Segundo o trio, o objetivo da parceria é buscar soluções tecnológicas para fornecer plano de saúde simplificado e transparente aos funcionários das companhias a um custo mais baixo. “Isso mostra que a saúde está ficando mais cara e exige debates”, comentou.
Ele ressalta que, em sua opinião, as discussões devem atravessar fronteiras. “A sociedade pode falar sobre como pode ser financiando o acesso a saúde, seja ela privada ou social. É um tema difícil, muitas vezes incompreendido. Mas é prioritário pensar numa forma de engajar a sociedade para construir uma política que cuide das pessoas, não desperdice recursos e oriente a população qual o melhor caminho para ter uma saúde melhor”, acrescenta.
Neste ano o SUS completa 30 anos e a Lei de Saúde 20 anos. Segundo ele, está mais do que na hora de incluir a sociedade neste debate, uma vez que esse não é um problema do Brasil e sim mundial. “É preciso rever o financiamento da saúde como tem sido feito com a previdência”.
VCMH – O fenômeno da inflação médica muito acima da inflação de preços não é uma jabuticaba. “É um fenômeno internacional. Não pode ser considerado uma anomalia, mas realmente é um fator a ser discutido e motivador de debates”, disse Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do Instituto de Estudo de Saúde Suplementar (IESS).
Ele apresentou estudo que compara o índice entre diversos países. O indicador médio registrado pelo Brasil é de 3,4, segundo análises feitas pelas três maiores consultoras de benefícios: Marsh, Aon e Willis. Holanda tem indicador de 3,5, China de 3,9, Canadá de 4,7, Reino Unido de 2,9.
É uma discussão que deve envolver toda a sociedade, uma vez que a comparação da sociedade é sempre com o índice de preços”, defendeu Rafael Vinhas, gerente geral da Regulação da Estrutura de Produtos, da ANS. “O financiamento do setor tem de ser repensado. É fundamental ter essa discussão e avançar cada vez mais na transparência da divulgação do índice”. A importância do cálculo técnico, que tenho tranquilidade que a área tem para calcular, mas temos de estar embutidos na discussão que é a capacidade de pagamento da população”.
Todos empenhados em tornar o mercado de seguros mais compreendido pela sociedade, do consumidor ao presidente da República. Esse é o maior desafio do setor em 2018, um ano considerado menos empolgante pelos executivos que participaram do almoço mensal promovido pelo Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), no dia 17 de abril. O palestrante do mês foi o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.
Munido de transparências com dados que relacionam o desempenho da economia ao setor de seguros na última década, Coriolano deixou sub entendido que esse e o próximo ano serão de grandes desafios para as companhias, que cresceram acima do PIB no período analisado. Em cada período havia uma ponta positiva. Ora a taxa de juros acima de 14%, ora o consumo desenfreado com crédito farto, ora o PIB sendo quase um recorde mundial em crescimento. Todos grandes motores do crescimento de seguros.
No entanto, desde 2016 o setor enfrenta variáveis contra tudo e todos: queda de juros para remunerar as reservas técnicas de mais de R$ 1,2 trilhão, porém juros elevados nos empréstimos que estimulam o consumo e investimentos; recuperação fraca do emprego, incertezas eleitorais e dúvidas quanto à saúde financeira das empresas brasileiras, que reduziram investimentos e benefícios. Por conta disso, instituições financeiras têm reduzido as previsões para o PIB do primeiro trimestre, que recuaram até 1% e chegou a ser considerado factível para 0,5%. Se o resultado se confirmar, ficará difícil crescer 3% no neste ano.
Mais um fator tira o sono dos executivos: o avanço das insurtechs, empresas de tecnologia com foco em produtos e serviços atrelados a seguros, e que podem conquistar uma boa parcela da população que não tolera mais burocracia, preços elevados e produtos com coberturas supérfluas, como pagar pelo risco de rodar com o carro o ano todo quando ele passa a maior parte do tempo na garagem.
Neste quadro abaixo, Coriolano mostra que o Brasil atravessou três ciclos econômicos distintos: “Um de grande alavancagem, um de acomodação e um de recessão jamais experimentado. A variação média do PIB foi de 4,1% de 2008 a 2010, com crescimento do setor de 7,8%. Entre 2011 e 2014, o setor avançou 8,3% e o PIB 2,3%. Já com a recessão, entre 2015 e 2017, as vendas de produtos do setor avançaram 2,4%, indicador comparado com variação negativa de 2% do PIB.
Saúde e planos de acumulação puxaram o crescimento, amparados pelo emprego. Agora sofrem pelo mesmo mesmo indicador, porém com o “des” na frente: desemprego.
Já no período de 2015 a 2017, estendendo-se neste início de 2018, a recessão econômica afetou também o mercado segurador, que continuou a contribuir para a economia, mas sem o mesmo dinamismo. “Os seguros de automóvel foram afetados negativamente, assim como os planos de risco e os de acumulação”, enfatizou Coriolano. A boa notícia, destacou, foi a retomada dos ramos de vida risco no qual se encontra também o seguro prestamista.
Para o presidente da CNseg, os principais aliados da atividade seguradora são a taxa de emprego e o rendimento médio das famílias. “É a produção que alavanca parte dos seguros, principalmente os de ramos elementares, mas todos, e também os seguro saúde e os seguros de vida contratados por empresas dependem de renda e emprego, afirmou.
Apesar de tal cenário, Coriolano afirmou os profissionais de setor estão ocupados e animados em estimular a desenvolver produtos para uma população que perdeu renda. “Temos muito a fazer, principalmente com microsseguros, mudanças no DPVAT e universal Life, que será aprovado assim que a Receita Federal se manifestar sobre a consulta enviada pelo setor”, comentou.
Também na pauta da CNseg o desejo de fortalecer a imagem institucional do mercado segurador de forma mais firme, levando o conhecimento do setor para toda a sociedade. “O conhecimento de autoridades e formadores de opinião ainda é desproporcional à importância dos seguros para o país”. Ele destacou programas de educação em seguros, que vão de teses de mestrados técnicas a aparições na rádio CNseg com notícias de um minuto mas capazes de difundir a cultura de seguro por todo o país por meio das parceria com emissoras em vários estados.
O panorama apresentado mostra um setor competitivo. “Esse é o nome do jogo do nosso mercado. O setor mudou muito nesse período. Lä atrás cinco companhias representavam a maioria. Hoje, se analisarmos os ranking por produtos veremos que a liderança é muito pulverizada, com forte peso de estatais e estrangeiras”, finalizou.
O presidente do SindSeg-SP, Mauro Batista, afirmou que 2018 será um ano difícil, de retomada de rumos políticos e assim consolidar a confiança dos investidores e perseguir a retomada do crescimento econômico. “Precisamos estar bem preparados para esse travessia. Independentemente de nomes de políticos, temos de ter em mente os planos apresentados por eles, com projetos exequíveis e viáveis para que o país avance. E esse crescimento depende muito do setor de seguros e das garantias por ele apresentadas para sustentar o crescimento mesmo diante de imprevistos”, afirmou.
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