São Paulo se prepara para receber o The Town: saiba como se proteger em grandes eventos

Capital de eventos e encontros culturais de grande porte, São Paulo deve reunir milhares de pessoas nos próximos dois fins de semana durante o The Town. Em meio à movimentação intensa e aos deslocamentos por diferentes pontos da cidade, surgem também os desafios de segurança para quem quer aproveitar com tranquilidade.

Patrocinadora oficial do The Town, a Porto reforça seu compromisso com a proteção e o bem-estar das pessoas dentro e fora do festival. Segundo levantamento da companhia, eventos como Réveillon, Carnaval e grandes festivais, incluindo o próprio The Town, registraram aumento médio de 61% no número de propostas e 58% nos seguros contratados, em comparação com outros períodos do ano. Também houve crescimento nas contratações para o Festival de Parintins, Fórmula 1 e São João de Campina Grande, com altas de até 10% em propostas e 4% na contratação.

No caso do seguro viagem, o volume de contratações cresce até 20% entre maio e agosto, refletindo o calendário de férias e eventos. Já os acionamentos por extravio de bagagem triplicaram no período. Outro dado que chama a atenção é o protagonismo das mulheres na hora de garantir proteção: elas representam 54% da base atual de clientes com seguro viagem, o que reforça o papel feminino no planejamento e na segurança das viagens.

Pensando nesse cenário, a Porto Seguro – uma das principais seguradoras do país – preparou um guia com dicas essenciais para quem vai curtir o evento e quer se proteger de imprevistos, especialmente com o celular ou durante deslocamentos.

Dicas da Porto Seguro para proteger o celular antes de curtir o festival

✔ Ative o bloqueio de tela
• Use senha, biometria ou reconhecimento facial.
• Configure o bloqueio automático após poucos segundos sem uso.

✔ Reforce a segurança nos aplicativos
• Proteja apps de banco, redes sociais e mensagens com senha ou biometria.

✔ Evite deixar apps financeiros visíveis
• Remova-os da tela principal e organize em pastas ocultas ou protegidas por senha.

✔ Anote o número do IMEI e guarde em local seguro
• Digite *#06# para descobrir o número.
• Esse dado é essencial para bloqueio do aparelho em caso de roubo.

✔ Proteja fisicamente o aparelho
• Use película e capa anti-impacto.
• Em locais com risco de água, prefira capas vedantes à prova d’água.

HDI Seguros entrega revitalização da quadra poliesportiva da Escola Municipal Professora Lireda Facó

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por HDI

O tão aguardado dia chegou! No próximo dia 09 de setembro, Fortaleza será palco de um evento transformador para a comunidade escolar. A inauguração da quadra da Escola Municipal Profª Lireda Facó, no bairro Granja Lisboa, marca o início de uma nova fase para as crianças e adolescentes da região. O projeto Brincando na Quadra, patrocinado pela HDI Seguros, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, e realizado pela Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura, promete ir além da entrega de um novo espaço esportivo — ele representa uma mudança concreta na vida de jovens atletas.

A quadra foi completamente reformada e equipada com um piso moderno de plástico polipropileno copolimerizado, que proporciona maior conforto térmico e segurança para a prática esportiva. O novo revestimento conta com um sistema de amortecimento de impacto que reduz em até 20% o risco de lesões. A reforma incluiu pintura do espaço, troca do telhado do ginásio e instalação de equipamentos essenciais, como traves de futsal, tabelas de basquete, traves de vôlei e outros equipamentos esportivos essenciais. A nova estrutura garante um ambiente seguro, acessível e ideal para o desenvolvimento esportivo e social dos estudantes.

“Estamos muito felizes em ver a transformação que a quadra da Escola Municipal Profª Lireda Facó vai proporcionar à comunidade. O Brincando na Quadra não é apenas sobre esporte, mas sobre abrir portas para um futuro mais promissor para essas crianças e adolescentes. Através do esporte, conseguimos criar um ambiente de inclusão, aprendizado e, acima de tudo, esperança”, destaca Bruno Wellington, presidente da Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura.

Após a inauguração, a quadra será aberta para uso da comunidade escolar, com o início imediato das oficinas esportivas. Durante dois meses, 500 crianças e adolescentes participarão de atividades como futsal, basquete, handebol e vôlei, sempre acompanhados por educadores físicos capacitados. As oficinas visam promover o aprendizado, o espírito de equipe e a construção de um futuro mais saudável e inclusivo.

O encerramento do ciclo será marcado por um torneio esportivo, que reforçará a importância do trabalho coletivo e da convivência saudável. Além disso, todos os materiais esportivos utilizados nas oficinas serão doados à escola, garantindo a continuidade das atividades mesmo após o fim do projeto.

A comunidade está convidada para a cerimônia de inauguração no dia 09 de setembro, às 10h, uma oportunidade de celebrar junto aos alunos e conhecer de perto a nova estrutura da quadra.

Para saber mais sobre os projetos da Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura, acesse fabrica.ong.br ou siga @fabrica.ong.br nas redes sociais.

Munich Re e Swiss Re alertam para riscos crescentes e reforçam papel estratégico do resseguro

No tradicional encontro anual de Monte Carlo, que marca o início das discussões para as renovações de janeiro, Munich Re e Swiss Re trouxeram mensagens claras: o mercado global de resseguros vive um ambiente de riscos crescentes e demanda elevada, no qual a disciplina de preços, a robustez de capital e a inovação em soluções de transferência de risco serão determinantes para garantir a resiliência da indústria.

Para a Munich Re, a conjuntura geopolítica e macroeconômica aumenta a incerteza e pressiona a necessidade de proteção. Inflação volátil, tarifas comerciais imprevisíveis e perdas naturais em escala recorde — que desde 2020 superam US$ 100 bilhões anuais em indenizações seguradas — colocam o gerenciamento de riscos no centro da agenda.

Segundo Thomas Blunck, membro do board da companhia, o setor seguirá como “escudo protetor das economias nacionais contra grandes riscos”. No primeiro semestre de 2025, os desastres naturais já resultaram em US$ 80 bilhões em perdas seguradas e US$ 131 bilhões em perdas econômicas totais, com destaque para tempestades severas nos EUA.

Stefan Golling, também membro do board, reforçou que a Munich Re mantém capacidade estável e independente de retrocessão, capaz de suportar até mesmo um furacão de mais de US$ 100 bilhões em perdas de mercado sem comprometer sua solvência.

Outro ponto central é o avanço do risco cibernético, cuja percepção cresce entre empresas, mas ainda encontra baixa penetração de seguro. A Munich Re projeta que esse mercado dobre de tamanho até 2030, alcançando US$ 30 bilhões em prêmios.

A resseguradora também destacou investimentos em novas fronteiras de cobertura — de baterias de armazenamento a energia geotérmica, passando por soluções paramétricas e aplicações de inteligência artificial — fruto da integração entre seguro primário, seguros especializados e resseguro.

Em Monte Carlo, a Swiss Re chamou atenção para o impacto da incerteza global no mercado de (re)seguros. Tensões geopolíticas, políticas protecionistas e mudanças econômicas estão remodelando cadeias de suprimentos, elevando custos e aumentando os riscos de fragmentação de longo prazo. Nos últimos 12 meses, mais de 70 países registraram protestos significativos, reforçando a necessidade de uma compreensão holística dos riscos e de uma subscrição disciplinada.

As catástrofes naturais continuam no centro das preocupações da indústria. Segundo o Swiss Re Institute, a combinação de crescimento econômico, inflação de sinistros e eventos mais intensos levou as perdas seguradas anuais a superar consistentemente a marca de US$ 100 bilhões. Em anos de pico, esse valor pode chegar a US$ 200 bilhões ou até US$ 300 bilhões, ressaltando a importância de medidas preventivas, como padrões de construção mais robustos, melhor zoneamento urbano e investimentos em resiliência climática por meio de parcerias público-privadas.

Outro ponto central foi o papel transformador da inteligência artificial. A Swiss Re avalia que o uso de IA para processar dados não estruturados — como e-mails, contratos e arquivos de sinistros — deixou de ser uma aspiração técnica e se tornou requisito competitivo. Para a resseguradora, a combinação de expertise, tecnologia e parcerias será decisiva para transformar esse potencial em realidade e fortalecer a resiliência do setor diante de riscos crescentes.

Crescimento das receitas de P&C

A Swiss Re destacou o crescimento do mercado global de property & casualty (P&C), que dobrou em 20 anos, alcançando US$ 2,4 trilhões em prêmios. Segundo o Swiss Re Institute, a tendência é que o setor siga crescendo em linha com o PIB mundial, quase duplicando novamente até 2040.

De acordo com Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe global da Swiss Re, o crescimento não é apenas de escala, mas de “capacidade e resiliência”, com maior eficiência na precificação, gestão e transferência de riscos. A demanda crescente por resseguro confirma o papel da indústria como absorvedora de choques sistêmicos.

O relatório sigma mostra que a desagregação da cadeia de valor é um vetor de eficiência, com brokers e MGAs assumindo funções de subscrição e distribuição. Ao mesmo tempo, soluções alternativas — como cativas e pools públicos-privados — ampliam a capacidade em regiões expostas a catástrofes.

Para Gianfranco Lot, Chief Underwriting Officer de P&C Reinsurance da Swiss Re, a adoção de inteligência artificial tende a dividir o setor entre “seguradoras globais orientadas por dados e players especializados mais ágeis”, em um contexto de transferência crescente de riscos para resseguradoras.

Ambas as companhias reforçam que o mercado entra na temporada de renovações de 2026 com demanda em alta e capacidade estável, o que deve garantir equilíbrio, mas também manter a disciplina de preços. Para a Munich Re, preços adequados ao risco são condição inegociável. Já a Swiss Re aponta que a diversificação de players e estruturas vem ajudando a manter o seguro acessível, mesmo em um mundo mais arriscado.

Inovação será decisiva em nova fase de desaceleração do mercado de resseguros, alerta Howden

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A Howden Re, braço global de resseguros, mercados de capitais e consultoria estratégica da Howden, lançou o relatório “Quem ousa vence: Inovação em uma era de forte desaceleração do mercado”. O estudo revela que, desde 2022, ingressaram US$ 35 bilhões no setor de resseguros. O estudo afirma que “aqueles que combinam conhecimento de mercado com execução técnica, diversificação de portfólio e estruturas inovadoras estarão mais bem posicionados para ter sucesso nesta próxima fase do ciclo de resseguros”.

Segundo o relatório, em um período de “forte desaceleração do mercado, as resseguradoras devem adotar a inovação, a disciplina e a diversificação para sustentar o crescimento e a resiliência”. “Aqueles que inovam e se adaptam prosperarão”, afirma a Howden. “Exposições antes tratadas como riscos secundários — como tempestades convectivas severas, enchentes e incêndios florestais — já não podem ser consideradas secundárias.”

Desde 2020, as perdas por catástrofes naturais têm ultrapassado US$ 100 bilhões anuais, restringindo capacidade, corroendo margens e aumentando a cautela em relação a exposições de maior frequência.

O grupo ressalta ainda que os ramos de responsabilidade civil seguem desafiadores, mas a rentabilidade continua possível para resseguradoras dispostas a inovar e assumir riscos calculados. Cibersegurança, energias renováveis, MGAs e crescimento em mercados emergentes são algumas das oportunidades mapeadas.

Entretanto, nesta fase de desaceleração, a expansão da receita já não pode depender principalmente da dinâmica de preços. As seguradoras precisam inovar para manter o crescimento rentável, recomenda a Howden.

Após o recente ciclo de endurecimento de taxas (2022-2023), o setor entra em um período de desaceleração. As taxas vêm caindo, mas ainda permanecem elevadas diante de prêmios de risco estruturalmente mais altos. Esse movimento, segundo o relatório, parte de uma posição de solidez histórica nos preços, o que mantém amplas margens de rentabilidade para aqueles preparados para inovar e subscrever de forma seletiva.

A rentabilidade das seguradoras, de fato, melhorou nesse ambiente, com retornos bem acima do custo de capital. Ainda assim, as cedentes permanecem altamente expostas a catástrofes naturais, retendo 62% de toda a exposição modelada em 1º de janeiro de 2025. Os incêndios florestais em Los Angeles, em janeiro, representaram a maior perda individual para resseguradoras desde 2011, evidenciando um mercado em equilíbrio delicado.

A década de 2020 vem sendo marcada por turbulências e crises interligadas — dos efeitos persistentes da Covid-19 a conflitos geopolíticos, ataques cibernéticos, violência política e catástrofes naturais. Essas pressões, somadas à inflação e aos juros altos, remodelaram a dinâmica de rentabilidade e desafiam a alocação de capital.

Desde 2022, cerca de US$ 35 bilhões em novo capital entraram no setor, o equivalente a 7% do capital total dedicado ao resseguro — bem abaixo dos 15% a 17% observados em ciclos anteriores. A maior parte desse volume está concentrada em títulos vinculados a seguros (ILS), enquanto startups são raras, refletindo a cautela dos investidores e a preferência por alocações mais disciplinadas.

Nos ramos de responsabilidade civil, a pressão segue intensa devido à litigiosidade e à inflação social, especialmente em seguros gerais, automóveis comerciais e responsabilidade civil de resseguros nos EUA. Por outro lado, segmentos como indenizações trabalhistas e negligência médica permitiram que seguradoras reportassem redundâncias líquidas de reservas em 2024. Ainda assim, a Howden observa que esse ciclo de reservas é mais longo e superficial do que a crise de responsabilidade civil do início dos anos 2000.

Prudential do Brasil vai promover experiências interativas e de bem-estar durante o SP Open

por Prudential

A seguradora Prudential do Brasil, patrocinadora oficial do SP Open WTA 250, vai promover experiências interativas e de bem-estar durante o torneio feminino de elite que será realizado no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, entre os dias 6 e 14 de setembro. A seguradora terá um espaço exclusivo, criado pela agência GAEL, para receber os visitantes para momentos de cuidado e relaxamento, como massagem e maquiagem, além de distribuição de brindes especiais. Outra ativação é a “câmera de autógrafos”, onde o público poderá tirar uma foto assinando a lente, simulando um dos momentos mais icônicos do tênis: quando o atleta celebra uma vitória importante deixando sua marca na câmera.

A área especial da Prudential dará destaque à tenista Bia Haddad, atleta patrocinada pela seguradora e uma das grandes estrelas do evento. Por se tratar de um torneio WTA, a marca vai destacar o protagonismo feminino com o posicionamento “Prudential. Com elas em todos os pontos da vida.” No tênis, cada ponto pode ser decisivo assim como na vida. Essa analogia reforça o compromisso da Prudential de estar presente nos momentos que realmente importam, apoiando as mulheres em cada conquista, desafio e recomeço. Com essa abordagem, a Prudential irá reforçar seu propósito e fortalecer a imagem de uma marca próxima, empática e comprometida com o bem-estar, especialmente o das mulheres.

“Participar do SP Open é uma oportunidade única de nos conectarmos diretamente com o público apaixonado por tênis e esporte, em um ambiente que reflete os valores da nossa marca. A dinâmica dos pontos no tênis nos inspira a reconhecer que cada momento conta, tanto nas quadras quanto na vida. Ao incentivar o tênis brasileiro e o protagonismo feminino, reforçamos nosso compromisso com a proteção e o planejamento. Nosso propósito é estar com nossos clientes em todos os pontos da jornada: nos desafios, nas conquistas e nas decisões que moldam o futuro”, afirma a diretora de Marketing da Prudential do Brasil, Fernanda Riezemberg.

Como parte do aquecimento para o SP Open, a Prudential surpreendeu os fãs do esporte no Parque Villa Lobos, local do torneio, em um momento único de emoção. Em uma série de três vídeos que estão sendo veiculados nas redes sociais, a marca proporciona um encontro surpresa com a tenista Bia Haddad Maia, estrela do evento. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a atleta de perto, tirar fotos e ainda bater uma bola com a atleta, além de receber brindes autografados.

“Quando pensamos nessa ação, além de valorizar o esporte e tudo o que ele representa para a sociedade, tivemos foco também em destacar a força feminina, o impacto das atletas nesse cenário e como elas emocionam e inspiram seus fãs”, diz Eliana Santa Rita, CEO da GAEL.

Disputado em quadra rápida, o SP Open marca o retorno de um torneio WTA de elite ao Brasil após quase uma década e reunirá 32 tenistas na chave principal, 24 no qualifying e 16 duplas. O torneio marcará o retorno da cidade de São Paulo ao calendário oficial da WTA após 25 anos, em um dos maiores eventos de tênis feminino da América do Sul.

Formação de novos atletas

A Prudential do Brasil aproximou o SP Open ao projeto social Rede Tênis Brasil, patrocinado pela seguradora, para proporcionar a atletas e alunos da instituição a oportunidade de vivenciar de perto a emoção do torneio. “Queremos conectar o presente e o futuro do tênis feminino, impulsionando o crescimento da modalidade no Brasil, um compromisso que reflete o propósito da Prudential de apoiar o esporte e transformar vidas”, explica Fernanda.

Incentivo ao tênis brasileiro

A Prudential do Brasil incentiva o tênis brasileiro desde 2023. A marca é patrocinadora da atleta Beatriz Haddad Maia e de seu técnico, Rafael Paciaroni, da atleta de beach tennis, Sophia Chow, do Minas Tênis Clube e da Rede Tênis Brasil (RTB), instituição sem fins lucrativos dedicada a transformar a vida de jovens por meio do tênis. Além disso, a seguradora patrocinou a Copa do Mundo de Beach Tennis, no ano passado.

AXA no Brasil reforça estratégia de prevenção à fraude e evita perdas financeiras em 2025

por AXA

A AXA no Brasil fortaleceu sua estratégia de prevenção à fraude e, no primeiro semestre deste ano, triplicou o impacto financeiro evitado em comparação com o mesmo período de 2024. A mudança reflete a iniciativa de colocar a diligência no centro da cultura organizacional.

A nova estratégia surgiu da necessidade de ir além da remediação e estruturar processos de antecipação e controle desde o início. Entre as principais ações estão a aproximação da área de Prevenção à Fraude com os analistas de sinistros, a criação de relatórios padronizados para triagem de casos suspeitos, o uso de indicadores internos que orientam decisões e a realização de treinamentos específicos.

“Fraude é um desafio de todo o mercado. Nosso papel, como seguradora, é contribuir ativamente para reduzir essas tentativas, garantindo que nossos segurados não precisem arcar com prêmios mais altos por conta de práticas irregulares. Esse resultado demonstra avanço e maturidade dos processos de prevenção à fraude e reforça o compromisso da AXA em proteger seus clientes e parceiros”, reforça Arthur Mitke, Vice-Presidente de Subscrição e Sinistros da AXA no Brasil.

Entre janeiro e junho de 2025, a AXA no Brasil registrou impacto financeiro evitado de R$4,639 milhões, contra R$1,089 milhão no mesmo período do ano anterior. A evolução foi alcançada graças ao engajamento das áreas operacionais, à padronização dos processos de análise e à priorização de casos com maior potencial de fraude.

Movimento Anti-Fraude

O movimento de prevenção nasceu de uma iniciativa liderada pela área de Sinistros de envolver o Jurídico e a Subscrição em reuniões e encontros informais, como o Café Antifraude, que tornaram as trocas de  informações mais constantes. Esses momentos de integração têm contribuído para decisões mais rápidas e assertivas. Parceiros externos, como reguladores, sindicantes e peritos, também têm sido engajados em treinamentos periódicos, fortalecendo a rede de prevenção da companhia.

A AXA ainda adaptou boas práticas internacionais do grupo, como ações educativas de engajamento interno e uso de dados para aprimorar a triagem de casos suspeitos. Nos próximos meses, a companhia pretende seguir evoluindo no uso de automações e inteligência artificial e implementar um módulo interno de triagem para aumentar a eficiência dos processos.

“Mais do que evitar perdas financeiras, reforçamos a governança, melhoramos processos e ampliamos a integração entre áreas para oferecer mais segurança e eficiência aos nossos clientes e parceiros. A prevenção precisa ser parte da cultura da companhia”, afirma Alexandre Campos, Vice-Presidente  de RH Jurídico Compliance e ASG da AXA no Brasil.

Franchising Day 2025 celebra a força da rede franqueada da Prudential do Brasil

A seguradora Prudential do Brasil, uma das cinco maiores microfranquias do país, realizou nesta semana mais uma edição do Franchising Day, o maior encontro de sua rede de franquias. O evento exclusivo reuniu, no Expo Transamérica, em São Paulo, mais de 1,5 mil corretoras franqueadas com o objetivo de fortalecer a rede e impulsionar o crescimento sustentável dos negócios.

Logo na abertura, o encontro contou uma surpresa especial: a participação da tenista Bia Haddad, atleta patrocinada pela seguradora. Ao longo do dia, lideranças e convidados se revezaram em um grande palco com formato de arena 360º para compartilhar inovação, conhecimento e boas práticas, além de celebrar resultados e anunciar novidades para a rede de franquias. Os conteúdos exploraram temas como empreendedorismo, gestão de franquias, vendas e marketing digital, e os próprios franqueados tiveram a oportunidade de dividir suas experiências.

A programação contou ainda com uma palestra de Joe Jordan, um dos maiores especialistas mundiais em finanças comportamentais, além do especialista em marketing, João Branco, eleito pela Forbes como um dos 10 melhores CMOs do país. Um dos assuntos em destaque foi a cultura de obsessão pelo cliente.

“O Franchising Day é um momento especial de conexão e inspiração com os nossos franqueados. Não tenho dúvidas que cada troca, cada conversa e cada novidade compartilhada durante o evento fortaleceu ainda mais nossa parceria. Como o tema deste ano diz ‘Celebrando o legado. Construindo o futuro’ para evoluir e levar nossa rede cada vez mais longe”, afirma Rodrigo Prosdocimi, vice-presidente de Negócios Life Planner & CMO da Prudential do Brasil.

Franchising Awards

Este ano, o Franchising Day lançou o Franchising Awards, premiação que reconhece as franquias de destaque em sete categorias. O jantar reuniu aproximadamente 200 pessoas na véspera da conferência. “Premiamos as franquias que se destacaram em várias categorias importantes, tanto para o nosso negócio como seguradora, quanto para a rede de franquias e para os nossos clientes. Estamos muito felizes com os resultados”, comemorou Prosdocimi.

Já o vice-presidente de Franquias e Treinamento, Humberto Madeira, ressaltou o caráter de celebração do evento: “No Prudential Franchising Awards 2025, recebemos cerca de 170 corretores e master franqueados da nossa rede para celebrar grandes conquistas e destaques de excelência em crescimento. Foi uma noite fantástica”.

Tokio Marine lança plataforma global de seguros para transição verde às vésperas da COP30

por Denise Bueno

A menos de 70 dias da abertura da COP30, em Belém, a Tokio Marine anuncia o lançamento oficial do Tokio Marine GX (TMGX), uma plataforma global dedicada a oferecer soluções especializadas de seguro e gestão de riscos para empresas que avançam em suas estratégias de descarbonização.

O movimento reforça a posição da Tokio Marine como uma das protagonistas do debate sobre sustentabilidade no setor de seguros. A companhia é uma das embaixadoras da Casa do Seguro, espaço organizado pela CNseg, que reunirá autoridades, executivos e especialistas durante a conferência climática. Executivos estarão presentes em Belém para apresentar a novidade e participar das discussões.

“A TMGX marca uma expansão estratégica da Tokio Marine Seguradora no mercado de seguros voltados à transição energética. Com soluções especializadas em energias renováveis em toda a sua cadeia de produção (geração, transmissão e distribuição), além de novas tecnologias (hidrogênio verde, banco de baterias), a TMGX fortalece nossa capacidade técnica e aumenta nosso apetite por riscos complexos”, conta o diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.

Criada em maio e agora plenamente operacional, a TMGX consolida a expertise global do grupo em um único hub de acesso para clientes e corretores. A plataforma já nasce com 18 linhas de produtos voltados à transição verde, que incluem riscos relacionados a energia renovável (onshore e offshore wind, solar, hidrelétrica, pequenas nucleares), sistemas de armazenamento de bateria, hidrogênio, captura e créditos de carbono, aquicultura, embarcações verdes, entre outros.

A companhia oferecerá capacidade de até US$ 500 milhões por risco individual, com o objetivo de atuar como seguradora líder em projetos de transição energética. Segundo a Tokio Marine, o interesse do mercado superou as expectativas já na fase de estruturação, atraindo não apenas setores tradicionalmente ligados à energia, mas também instituições financeiras e empresas de outros segmentos.

“A plataforma TMGX preenche uma lacuna crítica ao oferecer soluções que permitem que instituições financeiras apoiem com confiança iniciativas sustentáveis”, afirmou Ben Kinder, Chief Underwriting Officer da Tokio Marine GX, em nota divulgada pelo grupo. Para Fraser McLachlan, chairman da Tokio Marine GX, “combinamos mais de duas décadas de experiência em renováveis ao alcance global do grupo para apoiar clientes em todas as fases da transição verde”.

Segundo Smith, a partir de agora, vamos ofertar coberturas para riscos ligados a iniciativas verdes, de forma ainda mais estruturada e competitiva, apoiando a equipe no conhecimento técnico global, na capacidade de subscrição especializada e nas soluções inovadoras disponibilizadas pela TMGX. “Isso nos posiciona para atender demandas crescentes de empresas e investidores comprometidos com práticas sustentáveis, além de abrir novas frentes de negócios em setores antes pouco explorados pelo mercado segurador. Com a TMGX, a Tokio Marine se consolida no Brasil como protagonista na construção de soluções para a nova economia de baixo carbono.”

Agências de rating soam o alarme dias antes do setor de resseguro global debater tendências em Monte Carlo e Baden-Baden

O setor de resseguro entra em setembro com dois encontros anuais decisivos: o Rendez-Vous de Monte Carlo (6 a 9 de setembro) e a Reunião de Baden-Baden (19 a 23 de outubro). Mais do que fóruns de networking, os eventos definem as narrativas que guiarão as negociações de renovação de contratos em janeiro de 2026 — e este ano o pano de fundo é marcado por abundância de capital, preços em queda moderada e crescente pressão competitiva.

Na véspera do encontro em Monte Carlo, as principais agências de rating ajustaram suas perspectivas para o setor:

  • AM Best mantém visão positiva, mas alerta para desafios persistentes: inflação social, mudanças climáticas, tensões geopolíticas e cadeias de suprimento pressionando custos e volatilidade.
  • Moody’s reduziu sua perspectiva para estável, citando queda de preços e excesso de capacidade, inclusive com influxo de capital em ILS e cat bonds, embora reconheça que os retornos ajustados ao risco seguem atrativos.
  • S&P Global Ratings mantém outlook estável, prevendo queda de até 5% em linhas de curto prazo no próximo ciclo, mas projeta que resseguradores tentarão preservar termos e condições.
  • Fitch foi a mais dura: rebaixou o setor para deteriorando, prevendo margens pressionadas por preços mais baixos e custos crescentes de sinistros.

Apesar das diferenças de linguagem, todas convergem em um ponto: o mercado saiu do pico de precificação observado em 2023–24 e vive agora um ciclo de acomodação, em que a disciplina dos players será testada. No Fairmont Monte Carlo, os painéis já dão o tom do que será discutido globalmente:

  • Soluções de legado e capital: o mercado de “legacy” deixa de ser apenas mecanismo de saída de carteiras antigas e passa a atuar como fonte de liquidez, gestão de volatilidade e apoio ao crescimento de seguradoras e resseguradoras.
  • Geopolítica e investimentos: especialistas debatem como conflitos e rupturas comerciais afetam os portfólios de risco e a alocação de capital.
  • Dados como ativo estratégico: sem governança de dados robusta, investimentos em IA podem se perder. Consultorias defendem que analytics, automação e precificação dependem de bases sólidas para entregar resultados.
  • Riscos cibernéticos: novos modelos de catástrofe buscam capturar riscos sistêmicos até agora negligenciados, permitindo decisões mais informadas em nível de conselho.
  • Tecnologia satelital: o uso de radares SAR promete acelerar a resposta a catástrofes (furacões, enchentes, incêndios) com dados de alta resolução em até 24 horas, reduzindo perdas e melhorando a experiência do segurado.
  • IA em mercados emergentes: sessões exploram tanto o potencial de transformação em regiões como Ásia Central (com destaque ao Uzbequistão), quanto casos práticos de como a tecnologia já vem acelerando cotações e melhorando a rentabilidade em underwriting.

Se Monte Carlo é tradicionalmente mais voltado a tendências e posicionamento de mercado, Baden-Baden concentra as negociações de renovação de contratos de resseguro para o ciclo seguinte. Na edição de 2025, a programação, com simpósio organizado pela Guy Carpenter, deve ampliar discussões sobre:

  • condições de mercado em meio a perdas elevadas de catástrofes,
  • modelos de capital alternativo,
  • papel dos resseguradores frente ao risco climático e cibernético,
  • estratégias de crescimento em mercados da América Latina, África e Ásia

Os encontros acontecem no momento em que o capital global de resseguro atinge níveis recordes — US$ 805 bilhões no 1º semestre de 2025, segundo a Gallagher Re —, mas a rentabilidade ainda é pressionada pela volatilidade climática, disputas geopolíticas e necessidade de investimentos massivos em tecnologia.

Bradesco Saúde lança campanha nacional para ampliar presença entre pequenas e médias empresas

Flavio Bitter Bradesco Saúde

A Bradesco Saúde, que está na lista de desejo de consumo de grande parte da população, lançou, nesta semana, uma campanha nacional de vendas focada no segmento de Seguro para Pequenos Grupos (SPG), que contempla empresas de 3 a 199 vidas. O movimento reforça a aposta da operadora na expansão junto a pequenas e médias empresas (PMEs), responsáveis por grande parte da geração de empregos no país e cada vez mais interessadas em oferecer planos de saúde e odontológicos como benefício estratégico para atrair e reter talentos.

A campanha, válida até o fim de setembro, oferece condições especiais tanto para corretores parceiros — com sorteios de prêmios — quanto para empresas contratantes, que terão descontos na mensalidade. Em entrevista ao Sonho Seguro, Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde, detalha os objetivos da iniciativa e as perspectivas da operadora para o crescimento no SPG.

Quais são os principais diferenciais desta nova campanha de vendas para o segmento SPG em relação às anteriores?

Essa campanha tem o objetivo de incentivar a comercialização de planos para o segmento SPG, que abrange pequenas e médias empresas de 3 a 199 pessoas, ofertando planos de saúde, exclusivamente dental ou saúde conjugado ao dental. É voltada a corretores parceiros da operadora em todo o país. A iniciativa, válida até o fim do mês de setembro, reúne condições exclusivas tanto para os profissionais de venda quanto para as empresas contratantes. A campanha traz vantagens bastante relevantes tanto para o corretor quanto para a empresa contratante, como o sorteio de prêmios para nossos parceiros e o desconto na fatura para o cliente, favorecendo o fechamento de negócios. Quando pensamos em saúde nas empresas, é comum associarmos esse investimento a grandes companhias. No entanto, a verdadeira revolução silenciosa vem ocorrendo entre as pequenas e médias empresas (PMEs), que têm assumido um papel cada vez mais relevante na promoção de saúde preventiva no ambiente de trabalho.

Como a Bradesco Saúde enxerga o potencial de crescimento do mercado de pequenos e médios negócios (3 a 199 vidas) e qual o peso desse segmento na estratégia da companhia para os próximos anos?

Cada vez mais, a oferta de plano de saúde deixa de ser vista como custo e passa a ser compreendida como investimento estratégico entre os pequenos negócios. Esse investimento se reverte em benefícios tangíveis, como redução de afastamentos, menos gastos com tratamentos emergenciais e, sobretudo, um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. As pequenas e médias empresas são historicamente as maiores responsáveis pela geração de emprego no país. E estamos em um momento favorável de indicadores de ocupação, com índices de desemprego em mínimas históricas. Esse cenário favorece a contratação de benefícios corporativos pelas empresas, que têm na oferta dos planos de saúde e dental um chamariz para reter e atrair talentos, ampliando sua competitividade. A Bradesco Saúde atende hoje a mais de 1 milhão de beneficiários no SPG, levando assistência médico-hospitalar de qualidade a aproximadamente 165 mil empresas-clientes. Vemos forte potencial de expansão no segmento. No primeiro semestre deste ano, registramos crescimento na nossa base de beneficiários do SPG em diferentes estados e regiões, o que comprova esse interesse das PMEs em proteger a saúde de seus colaboradores. Para citar alguns exemplos, avançamos 15,6% em Santa Catarina; 14,5% no Rio Grande do Norte; 11,3% no Rio de Janeiro; e 7,3% no Pará.

Quais os tipos de incentivos foram desenhados para os corretores e como eles contribuem para impulsionar novos negócios nesse mercado?
O papel dos corretores é fundamental na nossa missão de levar a proteção dos planos de saúde e odontológico a um número cada vez maior de pequenos e médios negócios. Eles conhecem nossos produtos e estão atentos às necessidades das empresas e das particularidades locais de cada mercado, fortalecendo nossa distribuição. Na campanha Quero Mais Saúde, os corretores, produtores ou angariadores contarão, na venda especificamente do produto Saúde, com um incentivo extra para potencializar as vendas: a chance de concorrer a dois sorteios no valor de R$ 200 mil em título de capitalização, alusivos a um veículo Jeep Compass. A cada venda do seguro-saúde concretizada e com vigência ao longo do mês de setembro, o parceiro ganha um número da sorte da Bradesco Capitalização para concorrer ao prêmio.

Que condições especiais estão sendo oferecidas às empresas contratantes e como elas ampliam a atratividade dos planos da Bradesco Saúde em comparação à concorrência?

Durante todo o mês de setembro, que é o período de vigência da campanha, novos clientes terão 50% de desconto na segunda fatura da mensalidade, nas contratações dos seguros Saúde, Dental ou na opção de Saúde conjugado ao Dental. Os planos Bradesco Saúde e Bradesco Dental são desejados pelo mercado, reconhecidos pela credibilidade e qualidade. Para citar alguns exemplos, somos considerados o melhor plano de saúde de São Paulo por quatro anos consecutivos, na premiação promovida pela Folha de S. Paulo, e o de plano mais amado dos cariocas por cinco anos seguidos, na pesquisa realizada pela revista Veja Rio. Além disso, a pesquisa do Datafolha para o Programa de Qualificação de Operadoras da ANS mostrou que 93% dos nossos beneficiários recomendariam os planos da Bradesco Saúde. Existe, portanto, um interesse natural das empresas por nossos produtos. Com a campanha, estamos trazendo condições especiais para que mais empresas possam concretizar esse desejo de oferecer a tranquilidade de um plano Bradesco Saúde a seus funcionários, com esse desconto adicional.

A operadora já registrou crescimento expressivo no SPG em 2025. Quais são as metas de expansão com esta campanha e quais regiões ou setores têm maior potencial de adesão?

Entendemos que há potencial em diversos mercados por todo o país. Afinal, ter um plano de saúde é o terceiro maior desejo do brasileiro, atrás apenas da casa própria e da educação, e atualmente a saúde suplementar atende a cerca de um quarto da população. Nosso setor ainda tem muito a avançar, chegando a mais pessoas. Diante desse cenário, vemos oportunidades para crescer tanto em estados onde a população coberta por planos de saúde e odontológicos ainda não é tão significativa, quanto em mercados considerados mais maduros, mas que se caracterizam pelo dinamismo e pela força de suas economias, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que juntas representam cerca de 50% do PIB.

De que forma a Bradesco Saúde pretende manter o equilíbrio entre crescimento acelerado da base de beneficiários e sustentabilidade financeira/qualidade da rede de atendimento?

Temos um portfólio bastante diversificado, com produtos desenhados para todo tipo de necessidade, para empresas dos mais variados perfis, e com um olhar cada vez mais atento ao que pequenas e médias empresas precisam. Esse portfólio oferece, por exemplo, planos com redes desenhadas com foco regional ou nacional, dependendo do que essa empresa contratante busca, além de prever coparticipação e novos modelos de reembolsos. Essas características ajudam a tornar os produtos ainda mais competitivos, cada vez mais acessíveis às pequenas e médias empresas, e ao mesmo tempo sustentáveis. Sempre, primando, claro, pela excelência da marca Bradesco Saúde, com a rede de prestadores e serviços qualificados que nos diferenciam e que tornam nossos planos tão desejados pelo mercado.