Cliente BB Seguros agora pode notificar sinistros rurais via aplicativo

Fonte: BB Seguros

Com o objetivo de levar mais mobilidade e conveniência aos segurados, uma nova funcionalidade no aplicativo do Banco do Brasil permitirá aos clientes BB Seguros dos produtos rurais o registro de sinistros via mobile. 

A novidade, válida para as apólices de BB Seguro Agrícola, BB Seguro Agrícola Faturamento e Penhor Rural, dará aos clientes a possibilidade de comunicar o sinistro e acompanhar todas as etapas do processo em tempo real, serviços que anteriormente só podiam ser feitos por meio da Central de Relacionamento.

Além disso, o envio da documentação também poderá ser feito no momento do comunicado. Tudo de forma eletrônica. Essa solução faz parte da estratégia de transformação digital da seguradora e uma das entregas, dentre diversas outras em andamento, cujo o foco é aprimorar a experiência do cliente e trazer mais agilidade e eficiência à operação.

“Nosso papel é sempre se colocar no lugar do cliente e trazê-lo para o centro das soluções desenvolvidas em conjunto com Negócio e Tecnologia. O cliente se beneficia com processos mais simples, rápidos e cômodos e, a empresa, com toda a transformação que os processos trazem, sobretudo a cultural”, afirma Marcelle Toscano, gerente executiva de Transformação Digital e Inovação da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A funcionalidade está disponível no aplicativo institucional do Banco do Brasil e é compatível com plataformas iOS (Apple) e Android (Play Store). Na ocorrência de sinistro, basta entrar no app e informar o CPF do segurado e o número da proposta de seguro.

“Disponibilizar o canal de relacionamento nos aplicativos móveis dá mais autonomia ao cliente e possibilita a melhora da experiência dele com a empresa e o produto, ao permitir maior agilidade na solução de suas necessidades. Esse aspecto é ainda mais relevante no segmento agrícola, onde normalmente os avisos de sinistro ocorrem em grande volume em curto espaço de tempo”, afirma Paulo Hora, superintendente técnico de seguros rurais da Brasilseg.

Os resultados esperados são a desburocratização do atendimento – com mais serviços disponíveis ao consumidor – e a melhora da satisfação por meio de respostas mais rápidas às suas solicitações.

Zurich amplia direito dos trabalhadores

Fonte: Zurich

A Zurich acaba de adotar mudanças em relação aos direitos do colaborador após ter filho. Com objetivo de tornar o benefício da licença mais inclusivo e adaptado às reconhecidas políticas de diversidade da companhia, todos os colaboradores, independente de gênero, estado civil e orientação sexual, agora passam a contar com a Licença Parental.

Na prática, a companhia definiu regras claras para o benefício destinado a casais homoafetivos, estendeu o prazo de licença para pais, que tenham filho biológico, seguido de ausência de parceira e também aumentou a licença para pai adotante, independente de orientação sexual, com ausência de parceiro ou parceira.

O pai biológico, que tenha filho seguido de ausência de parceira (por desaparecimento ou por falecimento) recebe extensão de 60 dias de licença, sendo 40 dias patrocinados pela Zurich seguido de 20 dias de legislação, podendo usufruir até 180 dias de licença no total, tendo em vista a legislação vigente.

O pai adotante, independente de orientação sexual, com ausência de parceiro ou parceira, também recebe extensão de 60 dias da licença prevista em legislação (40 dias patrocinados pela Zurich + 20 dias de legislação), podendo usufruir até 180 dias de licença no total.

No caso de casais homoafetivos, formados por dois homens ou duas mulheres, a licença diferenciada é destinada a apenas um dos pais ou uma das mães.  Sendo dois funcionários da companhia, um fica com a licença maior (180 dias) e outro com a licença menor (20 dias). No caso de um funcionário e outro não, o funcionário da Zurich tem sempre a premissa da licença maior (180 dias), desde que declare que o parceiro ou parceira não recebe o mesmo tipo de benefício.

“Esta mudança está alinhada com a nossa declaração de propósito de valores. A Zurich vem se destacando por meio de suas políticas de inclusão e diversidade, sendo a única seguradora no mundo a integrar a rede Stonewall’s Top Global Employers, organização de direitos humanos que advoga em favor da causa LGBT+. Além disso, recentemente fomos reconhecidos globalmente pela Revista Forbes e pela Bloomberg como uma das empresas que mais promove oportunidades de equidade no mundo”, afirma Carlos Toledo, Diretor de RH da Zurich.

Formulário unificado simplifica processo de análise dos pedidos do Seguro DPVAT

Fonte: Líder

Para garantir o acesso simplificado ao Seguro DPVAT, a Seguradora Líder trabalha constantemente na simplificação da documentação exigida para dar entrada nos pedidos de indenização. Uma das principais ações nesse sentido foi a criação do Formulário de Pedido do Seguro DPVAT, que centraliza as principais informações de vítimas/beneficiários para todas as coberturas do seguro, possibilitando mais agilidade no processo de pagamento da indenização e mais acessibilidade ao cidadão não alfabetizado. O correto preenchimento do documento é um dos principais pontos para garantir a análise correta e a rapidez para a conclusão do ciclo da indenização.

O Formulário de Pedido do Seguro DPVAT foi lançado em outubro de 2018 e substituiu três declarações exigidas anteriormente. Para processos de indenização que foram iniciados anteriores a outubro, mas ainda não foram pagos, vale o alerta: se houver pendências documentais em declarações já descontinuadas, o novo formulário deve ser utilizado na continuidade do processo, sem prejuízo para as vítimas e beneficiários.

Outro ponto de atenção é para o caso de vítimas e beneficiários que tenham um representante legal. Os dados cadastrais deverão estar preenchidos com os dados da vítima/beneficiário, mas cabe ao representante (pais, tutor ou curador) informar a sua faixa de renda e seus dados bancários; preencher o campo “Local e Data” com o nome da sua cidade; o dia, o mês e o ano do preenchimento; e assinar o formulário no campo “Assinatura do Representante Legal”. Os campos “Nome e CPF”, abaixo do campo “Local e Data”, são exclusivos para preenchimento das pessoas que assinam “a rogo”, ou seja, no lugar da vítima/beneficiário não alfabetizado, impossibilitados de assinar.

O lançamento do Formulário de Pedido do Seguro DPVAT garante também mais acessibilidade aos cidadãos não alfabetizados. Esses beneficiários deixaram de ter que apresentar formulários, declarações e procurações por instrumento público, emitidos em cartórios. Os não alfabetizados precisam indicar uma pessoa que, a seu rogo, preenchem e assinam, juntamente com duas testemunhas, todos os documentos relativos ao pedido de indenização. Nesses casos, os beneficiários precisarão apenas inserir, nos documentos, a sua impressão digital. A pessoa que assina a rogo deve apresentar as cópias de documento de identidade, CPF e comprovante de residência, mas o mesmo não é exigido das testemunhas.

Setor de seguros consolida diversificação dos seus segmentos

Fonte: CNseg

O setor de seguros fecha 2018 com arrecadação de R$ 245,6 bilhões em prêmios, informa a nova edição da Conjuntura CNseg que acaba de ser publicada pela Confederação das Seguradoras. “O ano que passou consolidou a visão de um mercado de seguros em franca diferenciação entre os seus segmentos. Há o que se comemorar no desempenho de um setor segurador maduro”, afirma Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

Exemplo disso é o segmento de Danos e Responsabilidades com arrecadação de prêmios – sem DPVAT- de R$ 70,1 bilhões, alta de 8,1% (nominal). Com crescimento acima de dois dígitos, vale destacar a evolução dos ramos de Transportes (16,1%), Rural (11,4%), Crédito e Garantias (10,6%), Responsabilidade Civil (10,3%) e Patrimonial (10%).

“Foram os novos protagonistas da procura por proteção pela sociedade”, assinala Coriolano. As Coberturas de Pessoas também foram decisivas para o comportamento diversificado do mercado no ano. “Com receitas de R$ 41,5 bilhões, os Planos de Risco do Segmento de Pessoas, alcançaram crescimento de 9,4%, com forte contribuição do Seguro Prestamista, na esteira da alavanca do crédito pessoal e de empresas”, explica o presidente.

Para 2019, a perspectiva de desempenho do setor é positiva. “A taxa projetada de crescimento do PIB de 2,5%, após uma sequência de fraca evolução da economia, ao lado de medidas liberalizantes (reformas estruturais, a começar a da Previdência, privatizações, concessões, desregulamentação etc.), abre caminho para incorporar – democrática e produtivamente – amplas camadas da população aos mercados de consumo, da prevenção de riscos e da proteção de patrimônios, rendas, vida e saúde”, sublinha Coriolano. 

Para ele, “abrem-se, portanto, possibilidades de um novo protagonismo do setor segurador, na sequência das reformas estruturais, tornando o setor mais efetivo em proteger negócios e pessoas e retroalimentar o crescimento por meio da aplicação de seus ativos garantidores, que já alcançam R$ 965 bilhōes, ou ativos de mais de R$ 1,3 trilhão, quando consideradas as reservas não vinculadas”.

Aeroporto de Guarulhos aprova contratação de seguro garantia

aeroporto Guarulhos

DCI publica, com informações do Estadão Conteúdo, que o Conselho de Administração da concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos aprovou contratação de seguro garantia para o período entre junho de 2019 e junho de 2020.

Segundo ata da reunião realizada na última sexta-feira, enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a proposta prevê um limite máximo de indenização de R$ 555,320 milhões por 36 dias e endosso no mês de junho de 2019, com o limite então sendo elevado para até R$ 677,724 milhões por 329 dias.

Na reunião também foi aprovada a recomendação da diretoria de contratação de leasing para captação de até R$ 9,2 milhões pelo prazo de até 60 meses.

Lucro da BB Seguridade cai 10,7% no 4º tri, mas empresa prevê aumento em 2019

BB Seguridade

Reuters registra que a BB Seguridade, braço de participações do Banco do Brasil registrou nova rodada de resultado trimestral cadente, uma vez que a melhora do resultado operacional seguiu insuficiente para compensar a forte queda da receita financeira.

A companhia anunciou nesta segunda-feira que teve lucro líquido ajustado de 839,8 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 10,7 por cento ante igual etapa de 2017. Em termos líquidos, o lucro foi de 716,9 milhões de reais, foi 21 por cento menor ano a ano.

“A queda do lucro líquido ajustado no comparativo pode ser explicada pela contração de 43 por cento do resultado financeiro, parcialmente compensada pela alta de 4,1 por cento do resultado operacional não decorrente de juros”, afirmou a BB Seguridade no relatório de resultados.

Além da menor remuneração de seus títulos, dado que a Selic segue na mínima histórica de 6,5 por cento ao ano, a empresa também acusou os efeitos da elevação na taxa de remuneração dos passivos financeiros da Brasilprev atrelados aos planos de previdência tradicionais.

O volume de prêmios caiu fortemente nas comparações sequencial e anual, desde a conclusão da venda de sua fatia numa joint venture para a sócia Mapfre, negócio que inclui seguros automotivo e de grandes riscos, por 2,4 bilhões de reais.

Assim, os negócios de risco e acumulação atingiram 291,9 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 42,6 por cento ante mesma etapa de 2017.

Em contrapartida, a receita com os negócios de distribuição cresceu 27,8 por cento, para 544,6 milhões de reais.

Na comparação ano a ano, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido da BB Seguridade caiu 0,8 ponto percentual, para 41,4 por cento.

Juntamente com os resultados, a BB Seguridade previu crescimento de 5 a 10 por cento de seu lucro ajustado de 2019 ante o ano passado. A empresa também previu aumento de 7 a 10 por cento das reservas de previdência da Brasilprev e de 7 a 12 por cento dos prêmios emitidos pró-forma da BB Mapfre SH1.

Executivo Marcelo Farinha assume presidência da Brasilcap

A Brasilcap – empresa de capitalização da BB Seguros – tem novo presidente: Marcelo Gonçalves Farinha. Com quase 32 anos de carreira no Banco do Brasil, ele assumiu o cargo no último dia 6, após atuar como Diretor Administrativo-Financeiro, de Riscos e Compliance da Companhia desde dezembro de 2017.

 Casado e pai de três filhos, Farinha é engenheiro eletricista formado pela Universidade Federal de Uberlândia, com especialização em Administração Financeira (USP/FIA) e mestrado em Economia (Universidade Católica de Brasília). O novo presidente começou sua trajetória na Agência Banco do Brasil 0413-8 de Mococa, no interior de São Paulo, e solidificou sua carreira na Diretoria de Finanças do BB.   Antes de chegar à Brasilcap, foi Diretor Financeiro e de Benefícios no Instituto Economus, entidade fechada de Previdência Complementar e de Assistência à Saúde dos funcionários do Banco Nossa Caixa, incorporado pelo BB.

Farinha, que passa a acumular o cargo de Diretor Administrativo-Financeiro, de Riscos e Compliance, acredita que o caminho para uma boa gestão passa pelo investimento em soluções simples e eficientes. “Sinto orgulho em poder comandar uma empresa que é referência no mercado de capitalização e que preza pela inovação e pela agilidade”, ressalta.

AIG comemora 70 anos de operação no Brasil

AIG 100 anos

Fonte: AIG

Em comemoração aos seus 70 de operação no Brasil e 100 anos no mundo, a AIG lança o site AIG 70 anos. Neste novo canal, a companhia mostra sua experiência e sua história, que a preparam para os desafios que as novas tecnologias apresentarão ao mercado se seguros. No site, a AIG também destaca seu compromisso com a sociedade e os valores da empresa, por meio das iniciativas de voluntariado e em prol da diversidade e inclusão.

“A história da AIG no Brasil é marcada pela inovação e pioneirismo. Logo no início de nossa operação, já éramos destaque entre as seguradoras internacionais que operavam no país. À medida que acompanhamos o desenvolvimento do mercado brasileiro, inovamos com seguros pioneiros, como o Ambiental, D&O, Fusões & Aquisições, e Riscos Cibernéticos”, afirma Fabio Oliveira, CEO da AIG. “A busca contínua pela inovação sempre fez parte da cultura da companhia”, completa Fabio.

Com essa experiência e ciente de sua contribuição para a disseminação da cultura de seguros no país, a AIG já tem um olhar voltado aos novos caminhos da ciência e tecnologia para seguir acompanhando as necessidades de seguros de uma sociedade em constante evolução.  “Não podemos parar. Estamos trabalhando para os próximos 70 anos, sempre atentos à nossa missão de ajudar pessoas e empresas a tomar decisões de maneira informada, que lhes permitam estar mais seguros, oferecendo experiência profissional e entendimento sobre riscos”, completou o executivo.

Para conhecer mais a história da AIG no Brasil e sua visão de futuro, acesse: AIG 70 anos.

Vale propõe indenização de R$ 300 mil a parentes de vítimas de Brumadinho

Fonte: Conjur com informações da Assessoria de Imprensa do MPT-MG.

A mineradora Vale ofereceu, nesta sexta-feira (8/2), as primeiras propostas de indenização aos parentes dos trabalhadores próprios e terceirizados que foram vítimas no rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, no dia 25 de janeiro. 

A título de danos morais, a empresa propôs pagar para o cônjuge ou companheiro de cada vítima o valor de R$ 300 mil. O mesmo foi oferecido a cada filho. Pai e mãe receberiam R$ 150 mil cada um, enquanto cada irmão seria indenizado em R$ 75 mil.

O pagamento de danos materiais propostos pela mineradora seriam correspondentes a dois terços de um salário mensal líquido até a data em que o trabalhador completaria 75 anos.

As propostas foram feitas na sede do Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a procuradores do Trabalho e membros do Grupo Especial de Atuação Finalística (Geaf), criado para cuidar do caso.

Durante a reunião, a empresa garantiu emprego com o pagamento do salário e demais vantagens previstas no contrato de trabalho para os empregados próprios de Brumadinho até 31 de dezembro deste ano. A Vale não apresentou propostas em relação à estabilidade no emprego e à emissão das CATs do terceirizados.

Orientação do MP –A proposta apresentada pelo MPT-MG à Vale foi diferente. O acordo do órgão prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 2 milhões de indenização por dano individual ao grupo familiar dos trabalhadores mortos ou desaparecidos no rompimento da barragem de rejeitos do Mina Córrego do Feijão. 

A indenização envolveria familiares de funcionários próprios e terceirizados que prestavam serviço para empresa e deve ter oitiva prévia e concordância expressa dos beneficiários.

Além da indenização, os procuradores propuseram à empresa a manutenção dos contratos firmados com as terceirizadas (mão de obra atingida pelo acidente) pelo prazo mínimo de três anos, com conferência e responsabilidade solidária da Vale S/A pelo pagamento das verbas trabalhistas dos trabalhadores terceirizados.

Também foi proposta pelo MPT a emissão imediata de comunicações de acidente de trabalho (CATs) para todos os trabalhadores (próprios ou terceirizados), que estavam trabalhando no local do acidente ou vinculados aos estabelecimentos da Vale em Brumadinho e a proibição de transferências unilaterais pelos próximos três anos, ressalvadas aquelas realizadas nos termos da lei, com anuência do empregado e assistência do sindicato profissional respectivo, observada em qualquer hipótese a estabilidade provisória mínima de três anos.

Na próxima segunda-feira (11/2), o MPT vai se reunir novamente com sindicatos dos trabalhadores para discutir a proposta apresentada à Vale e outros temas. Na quinta-feira (14/2), haverá uma assembleia em Brumadinho com a participação do órgão, entidades classistas, trabalhadores, familiares dos atingidos pelo desastre. 


Ex-Axa, Philippe Jouvelot, agora é Aon

Philippe Jouvelot, 58 anos e apaixonado pelo Brasil, que conheceu mais de perto quando presidiu a Axa de 2013 até julho do ano passado, foi nomeado como assessor sênior da diretoria geral da Aon na França. O especialista de grandes riscos se reportará a Laurent Belhout, gerente geral da Aon France. Segundo comunicado da Aon, Jouvelot trará para a empresa seus 30 anos de experiência no mercado de grandes riscos.

Philippe Jouvelot é graduado pelo MBA da ESCP e pelo Instituto de Seguros. Especializado em grandes riscos internacionais, ele iniciou sua carreira em 2000 na Axa Corporate Solutions, onde ocupou vários cargos, incluindo COO, diretores e membro do comitê executivo até 2103, quando assumiu a presidência da Axa em Brasil até julho passado.

“Estamos muito felizes em receber Philippe na equipe de gerenciamento sênior da Aon France. Ele é uma personalidade altamente valorizada do mercado, o que nos traz uma experiência de alto nível. Estou feliz que ele possa estar conosco a partir dos Encontros da Amrae em 2019 e recebê-lo na Aon “, disse Laurent Belhout, diretor administrativo da Aon France.