Câncer do ator Reynaldo Gianecchini traz à tona o risco de doenças graves

O diagnóstico de câncer linfático do ator Reynaldo Gianecchini, aos 38 anos, no auge da carreira, deve desencadear uma grande procura por um seguro até então pouco conhecido dos brasileiros. O seguro de vida, com cobertura para doenças graves. Em caso de diagnóstico de alguma doença listada no contrato, o titular recebe em vida um valor determinado para poder usar como quiser, seja na busca pela cura, seja na realização de sonhos ainda não conquistados.

Mas não é fácil conseguir essa cobertura, conta o life planner da Prudential, subsidiária de um dos maiores grupos dos Estados Unidos, especializada em vida. É preciso fazer uma série de exames medicos para detectar doenças pre-existentes. Só depois de ter certeza de que a pessoa não está doente, é que a seguradora aceita o cliente. “Temos de zelar pela rentabilidade da companhia para que ela possa honrar todos os seus compromissos no longo prazo”, defende o profissional de vendas da Prudential, uma das poucas seguradoras que oferecem a cobertura no Brasil.

O Itaú também oferece a cobertura aos clientes Personalitte. Para mulheres, o produto determina apenas cobertura de um valor em vida para diagnóstico de cancer na mama ou no útero. Outro dia minha gerente me mandou uma cotação. O seguro de Vida Mulher, com capital de R$ 142,5 mil, para morte natural e invalidez por acidente e de R$ 60 mil para diagóstico do cancer feminino, custa R$ 120 por mês, para um mulher de 46 anos.

O seguro de vida no Brasil apenas engatinha. No acumulado do ano, o segmento soma faturamento de R$ 7,7 bilhões, crescimento 24,69%. Mas quem tem puxado as vendas é o seguro para acidentes ou morte em viagens e também aquele conhecido como prestamista, que paga a dívida da pessoa em caso de falecimento. Pouco a pouco, tanto as pessoas passam a ter mais interesse por deixar uma renda para a família se reestruturar na perda do mantenedor financeiro como as seguradoras passam a ofertar produtos completos, como o da Prudential.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

1 COMENTÁRIO

  1. temos de reconhecer que essa do novo camipalisto foi uma jogada politica magistral, como a do yes we can. Eles veaem agora dizer que querem um novo camipalisto, com novas ferramentas, ble1, ble1, e assim lavam a cara e fazem esquecer que forem eles que sempre defenderam o sagrado mercado que tudo ia regular, que sempre serviu de explicae7e3o para despedimentos, ordenados baixos, pobreza, etc. e trazer grandes lucros e crescimento infinde1vel, para eles claro.Mas nf3s, pessoas de esquerda e atentos ao mundo que nos governa, e que conquiste1mos o direito de denunciar as manobras politicas, devemos ser nf3s a procurar tambe9m novas respostas em que as pessoas acreditem e deaem credibilidade. E acima de tudo que deaem o seu voto consciente.Porque quer a gente goste ou ne3o, manobrados ou ne3o, endividados ou ne3o, conscientemente ou ne3o, com mentiras ou ne3o, o certo e9 que se eles tomaram o poder do Estado e9 porque algue9m votou neles.

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