Seguro de pessoas avança 257% na última década

O volume de prêmios do mercado de seguros de pessoas aumentou 257%, passando de R$ 4,4 bilhões, em 2001, para os R$ 15,7 bilhões, em 2010, com uma taxa média de 15,18% ao ano, refletindo, o acerto das políticas adotadas para o segmento, pelo governo e pelo mercado, informa a Fenaprevi, 79 empresas que comercializam produtos de vida e previdência.

De acordo com estudo da Fenaprevi, atualmente o seguro de vida tem presença maior nas classes A e B da população brasileira, presente em 18% dos lares da classe AB. Na classe C o índice de penetração do produto é de 6% e de 2% nas classes D e E.

“O seguro de vida é produto prioritário para as pessoas que buscam proteção financeira para o futuro e para a sua família. É a garantia de que na ausência ou incapacidade do responsável pela família os indivíduos do lar terão um suporte para reorganizar a vida”, diz Marco Antonio Rossi (foto), presidente da Fenaprevi, acrescentando que o desafio é “impulsionar adequadamente os canais para oferecer o seguro para todas as classes”.

A Bradesco ficou em primeiro lugar no acumulado de janeiro a dezembro, com 17,29% de participação, seguida pela Itaú (15,06%); Aliança do Brasil (10,35%); Santander (8,97%); Mapfre (7,32%); HSBC (4,45%); Metropolitan Life Seguros e Previdência (4,04%); Caixa (3,65%), Tokio Marine (2,90%) e SulAmérica (2,72%). Outras seguradoras representaram 23,25% dos prêmios de seguros.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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