Allianz e Aon no seguro do Guns & Roses

gunsEstou lotada de entrevistas hoje, mas vou tentar apurar quem é a seguradora do Guns. As chuvas fizeram a promotora Time for Fun cancelar o show de Guns, que seria realizado ontem no Rio. O temporal derrubou parte do palco, danificou uma série de equipamentos e machucou parte da equipe. Além disso, um caminhão que trazia parte do equipamento da banda de Sebastian Bach, que faria o show de abertura da noite de ontem, sofreu um acidente no trajeto São Paulo/Rio.

Ou seja, eventos geralmente cobertos na apólice de entretenimento, nicho de mercado disputado atualmente por diversas corretoras e seguradoras, entre as mais conhecidas Aon, Marsh, Chubb, ACE, Generali, Allianz entre outras. É quase certo que a corretora é a Aon e a seguradora a Allianz.

Entre os resseguradores, até mesmo o IRB Brasil está disputando o segmento. Mas parece ter saído livre de qualquer prejuízo com o do GP de fórmula Indy, realizado ontem em São Paulo, com o australiano Will Power vencendo as chuvas, as confusões e os concorrentes. O contrato conta com indenização de R$ 50 milhões, em caso de cancelamento da corrida ou danos de responsabilidade civil.

Quem quiser colaborar, pode me mandar email ou telefonar para dar dicas do seguro de entretenimento no Brasil e especificamente da apólice do Guns. Eu e os leitores, que já chegam a mais de 200 por dia, agradecemos!

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

1 COMENTÁRIO

  1. Essa questão do seguro “no show” é bastante interessante.
    Eu mesmo, que estava no show do guns, presenciei uma situação que também deve ser pensada no momento de uma cotação de apólice como essa: o “estrelismo”
    No início do show, particulamente na primeira música, o vocalista Axl Rose foi atingido por um copo de cerveja. Ele parou de cantar, alertou os demais músicos para pararem de tocar e por alguns minutos, indignado com a situação e com a pessoa que fizera tamanha “sacanagem”, disse que poderia terminar o show naquele momento e que todos de sua equipe iriam embora.
    Por um minuto pensei que ele fosse embora mesmo. Mas felizmente não foi. Coisas de show de rock. Imaginei o frio na barriga que deve ter dado nos organizadores, patrocinadores e seguradores do evento.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Ouça nosso podcast

ARTIGOS RELACIONADOS