A AXA entra no seguro aeronáutico, com apólices que garantem, além da cobertura básica para “casco”, responsabilidade civil facultativa – LUC e responsabilidade do explorador e tranportador aéreo (RETA), responsabilidade civil de hangares, incluindo qualquer operação relacionada à atividade aeroportuária e desenvolvida dentro das áreas restritas dos aeroportos.
Segundo Mary Helen de Conti, gerente de subscrição aeronáutica da AXA, o diferencial da empresa será o atendimento. “Atuaremos, como sempre, estimulando as nossas parcerias com os corretores, criando nichos específicos, o que fortalecerá a nossa operação. Além disso, daremos foco especial no retorno rápido e ágil aos nossos clientes, uma demanda recorrente no setor”, explica Mary.
“Nesse primeiro momento, a expectativa da AXA é emitir até o final do ano cerca de R$ 8 milhões. Entendemos que o setor aeronáutico brasileiro, o segundo maior mercado do mundo depois dos Estados Unidos, na frente inclusive do mexicano, apresenta um enorme potencial. A nossa expertise em outras regiões do mundo sem dúvida é um diferencial importante“, finaliza Jean-Marc Radureau, Vice Presidente Técnico de Grandes Riscos da AXA.
Toda aeronave, independentemente de sua operação ou utilização, deve possuir cobertura do seguro Reta. A obrigatoriedade foi instituída na Lei n° 7.565, de 1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica). Segundo dados mais recentes da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), a frota de aeronaves no país segue crescendo há pelo menos uma década.



















