AL representa 44,3% dos negócios da Mapfre

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Os negócios na América Latina representam 44,3% do valor total dos prêmios e receitas por serviços da Mapfre. Portanto, esta região é agora a que mais contribui para o Grupo, à frente da Europa. Em 2013, as receitas da MAPFRE na América Latina atingiram 9,905.2 bilhões de euros, valor que representa 8% a mais do que no ano anterior.

O bom resultado do Brasil se destaca com 6,7% de crescimento da receita, chegando a 5,364.4 bilhões de euros. Durante 2013, todos os ramos de negócios tiveram crescimento nesse país graças ao impulso comercial e à contribuição crescente do Banco do Brasil, uma instituição com a qual a MAPFRE estabeleceu aliança desde 2010. O Grupo emprega mais de 7.700 pessoas no Brasil.

No México, um mercado no qual a concorrência nos ramos de particulares é intensa, as receitas do Grupo foram superiores a 822 milhões de euros em 2013. Na Colômbia, as receitas chegaram a 821,9 milhões, um crescimento de 19,4% atingidos pelo bom comportamento dos seguros de Vida. No Peru, os negócios subiram 16,6% atingindo 354,7 milhões de euros, crescendo em todos os ramos e especialmente no de Saúde (+36%).

A Mapfre está presente na América Latina desde 1984 e desempenha suas atividades em praticamente todos os países da região, onde é o primeiro grupo multinacional de seguros. A companhia emprega aproximadamente 18 mil colaboradores e seus produtos são distribuídos por intermédio de duas mil agências e milhares de pontos de distribuição presentes na região graças aos acordos fechados com outras instituições. O Grupo tem uma rede de quase 50.700 agentes e corretores, dos quais 19 mil trabalham no Brasil.

Em termos de regiões, a América Latina já é a área geográfica que gera mais negócios para a MAPFRE, seguida pela Europa, com 9,846.8 bilhões (44% do total) e a América do Norte. Com 2.215.1 bilhões de euros, esta região representa 10% dos negócios totais do Grupo.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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