Zurich sobe 33 posições entre as melhores empresas para trabalhar da América Latina

Seguradora avança do 84° para o 51° lugar no Ranking GPTW LatAm e reforça evolução de sua cultura organizacional.

A Zurich Seguros conquistou a 51ª posição no ranking GPTW LatAm 2026, subindo 33 posições em relação ao ano anterior, quando ocupava o 84° lugar, e figura, pelo segundo ano consecutivo, entre as melhores empresas para trabalhar da América Latina. O resultado foi anunciado na noite de 12 de agosto, durante cerimônia realizada no Rio de Janeiro, na qual a seguradora foi representada por Thales Amaral, diretor regional RJ/ES/N/NE.

O reconhecimento dá continuidade à presença da Zurich no ranking latino-americano, no qual ficou em 84º lugar em 2025, e acompanha uma agenda voltada à evolução da cultura organizacional. Entre os instrumentos utilizados pela seguradora está a pesquisa de engajamento dos colaboradores, que ajuda a mensurar a experiência das equipes e orientar o desenvolvimento das práticas internas.

“Estar pelo segundo ano entre as melhores empresas para trabalhar da América Latina é um reconhecimento que ganha significado quando olhamos para a experiência das pessoas no dia a dia. Cultura não se constrói com uma medida isolada, mas com escuta, desenvolvimento, equidade e condições para que cada profissional possa construir sua trajetória. Temos avançado de forma estruturada nessas frentes e, ao mesmo tempo, acompanhado os resultados para entender onde ainda precisamos evoluir”, afirma Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Zurich Seguros.

Da equidade ao desenvolvimento de carreira

Uma das frentes adotadas pela Zurich nos últimos anos é o Equal Pay, criado após um diagnóstico realizado entre 2021 e 2023 sobre remuneração, senioridade, desempenho e ocupação por gênero. O trabalho passou a incluir orçamento específico para correções salariais, um comitê de revisão e acompanhamento periódico dos indicadores. Entre os resultados registrados estão a redução de 7,5% no gap salarial de gênero e a destinação de 60% das movimentações salariais e promoções analisadas a mulheres. 

O desenvolvimento profissional também ganhou programas específicos. O ElaZ reuniu lideranças e talentos femininos em mentorias individuais e coletivas, com conteúdos sobre liderança, comunicação, posicionamento executivo e planejamento de carreira; 16% das participantes foram promovidas após passarem pelo programa. A agenda evoluiu, em 2025, para o Nossas Vozes, que ampliou as discussões para gênero e raça e passou a envolver também gestores e mentores na formação de lideranças aliadas.  

A agenda de Pessoas & Cultura contempla ainda parentalidade, bem-estar e flexibilidade. A Zurich oferece licença de 180 dias para o responsável e 42 dias para o corresponsável, independentemente de gênero ou configuração familiar, além de acompanhamento no retorno da licença e benefícios de apoio às famílias. No modelo de trabalho, os colaboradores contam com jornada híbrida, flexibilidade de horário e o programa Trabalho Sem Fronteiras, que permite trabalhar de outra localidade no Brasil ou no exterior por até 25 dias úteis ao ano.

O reconhecimento no GPTW LatAm se soma a outros resultados recentes ligados ao ambiente de trabalho e à gestão de pessoas. Em 2025, a Zurich foi a seguradora mais premiada no ranking GPTW Diversidade e conquistou a 10ª posição na categoria Pessoas com Deficiência, além de figurar em outros recortes da premiação, como Mulheres, LGBTI+, Étnico-Racial e profissionais 50+. No mesmo ano, ficou em 25º lugar no GPTW Brasil e entre as dez melhores empresas da região metropolitana de São Paulo.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Mini bio Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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