Denise Bueno
A FF Seguros, subsidiária brasileira da canadense Fairfax Financial Holdins, participa esta semana de uma agenda intensa em Belém durante a COP30, em sintonia com sua atuação discreta, porém consistente, em projetos de conservação e cultura. A companhia é uma das patrocinadoras da Jaguar Parade Belém 2025, iniciativa que transformou a capital paraense em uma grande galeria a céu aberto, reunindo 51 esculturas de onças-pintadas criadas majoritariamente por artistas da região. Entre elas estão as obras, apoiadas pela seguradora, e assinadas pelos árticas locais Mindello e Moara Tupunambá, , que reforça o elo entre biodiversidade, arte e ancestralidade amazônica.
Hoje, a partir das 19h, um coquetel exclusivo reunirá todas as esculturas no Mangal das Garças, marcando um dos momentos mais simbólicos da exposição, que ocorre paralelamente à conferência climática. O encontro antecede o leilão beneficente das obras, cuja arrecadação será destinada a instituições dedicadas à preservação da onça-pintada e de seu habitat natural. Para a FF Seguros, o apoio ao projeto representa mais do que uma ação de visibilidade: é a expressão de um compromisso construído ao longo dos anos, sem alarde, em favor da conservação e da educação ambiental por meio da cultura.

Segundo Gustavo Mercadante, superintendente de Marketing, Eventos e Patrocínios da Fairfax Brasil, presente em Belém para acompanhar a mostra e as atividades da COP30, a atuação da seguradora em projetos socioambientais antecede a própria estrutura formal de marketing da companhia. Ele conta que, há mais de cinco anos, quando ainda não havia uma área dedicada ao tema, o CEO Bruno Camargo já apoiava iniciativas como o Vozes do Oceano e as primeiras edições da Jaguar Parade. A escolha dos artistas, dos locais de exposição e o custeio integral da produção das esculturas seguem o mesmo princípio: apoiar talentos locais, valorizar a cultura amazônica e ampliar o alcance de mensagens ligadas à conservação.
Além da Jaguar Parade, a FF Seguros também apoia a Casa Vozes do Oceano, organizada pelo Instituto Voz dos Oceanos, da Família Schurmann, instalada no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. O local, que conta com apoio institucional do Governo do Pará e parceria de empresas brasileiras e globais, oferece uma experiência imersiva sobre a importância do bioma marinho e tem atraído visitantes, pesquisadores e representantes do setor privado interessados em discutir como proteger ecossistemas sensíveis.

A integração dessas iniciativas reforça a visão de longo prazo da Fairfax no Brasil, que combina solidez global com orgulho local. Ao patrocinar projetos que nascem da biodiversidade amazônica e dialogam com comunidades, artistas e instituições de conservação, a seguradora busca contribuir para um legado que ultrapassa o período da conferência. Sem discursos grandiosos, aposta na força da arte para sensibilizar e na cultura como ferramenta de educação ambiental — princípios que orientam seu posicionamento e refletem a liderança de Bruno Camargo, cuja trajetória é marcada por uma escuta atenta e por um compromisso genuíno com sustentabilidade.
Na COP30, essa presença se materializa tanto no apoio institucional quanto na participação ativa em encontros e iniciativas sociais, sempre com o olhar voltado para aquilo que a região ensina: proteger a biodiversidade é uma responsabilidade compartilhada. Em Belém, a FF Seguros reforça essa mensagem ao lado de artistas, organizações e da própria comunidade, que hoje se reúne para celebrar a beleza, a simbologia e a urgência de conservar a onça-pintada — um dos maiores ícones da fauna brasileira.


















