Corretora de seguros Lockton discute a importância do road show para programas de grandes riscos

Por Simone Ramos, diretora de Portos & Logística, e Marcelo Mencaroni, diretor de Contas Estratégicas

No contexto dos grandes riscos, caracterizados por operações complexas, múltiplas variáveis de exposição e impactos sistêmicos, a gestão estratégica de seguros exige não apenas produtos adequados, mas sobretudo inteligência aplicada. É nesse cenário que o Road Show de Grandes Riscos se apresenta como uma ferramenta essencial: um espaço de compartilhamento estruturado de conhecimento, integração com clientes estratégicos e construção de soluções personalizadas. O road show é um exercício de gestão integrada. Ele conecta teoria, prática e inovação em um único espaço de diálogo com os clientes.

Entre os resultados tangíveis para clientes e mercado, ela destaca a antecipação de riscos: mapeamento de cenários de falhas, sinistros e impactos financeiros, permitindo respostas preventivas; a integração regional: presença em diferentes localidades estratégicas, levando conhecimento especializado onde os riscos acontecem; o alinhamento estratégico: redução de assimetrias de informação entre segurados,corretores e seguradoras; o fortalecimento institucional: apoio ao cliente na gestão de riscos como diferencial competitivo; e os benefícios financeiros e contratuais: empresas que planejam investimentos significativos em melhorias de suas operações têm maior possibilidade de alcançar savings relevantes, bem como negociar aprimoramentos em clausulados e limites de suas apólices;

Nossa experiência na condução de road shows de grandes riscos já se consolidou ao longo dos últimos anos como uma estratégia consistente de relacionamento e geração de valor. Temos aplicado esse modelo em diferentes segmentos e regiões, transformando discussões técnicas em ações concretas para clientes e parceiros. Os resultados são evidentes: maior alinhamento entre áreas técnicas e executivas, ganhos em eficiência operacional e, principalmente, a construção de soluções de seguros mais robustas e aderentes às necessidades de cada operação. Essa trajetória confirma que o road show não é apenas uma prática pontual, mas parte integrante da forma como entendemos e conduzimos a gestão estratégica de riscos.

Quando tratamos de grandes riscos, o conhecimento técnico deve caminhar lado a lado com a proximidade ao cliente. É essa combinação que garante resultados consistentes. Os road shows também cumprem um papel prospectivo: preparar o mercado para lidar com novas fronteiras de riscos — sejam eles climáticos, cibernéticos ou de infraestrutura crítica. A cada edição, reforçamos que o seguro, mais do que uma ferramenta de proteção, é um instrumento de governança e sustentabilidade empresarial.

O road show é o reflexo da nossa visão de futuro: aproximar mercado, clientes e especialistas em um mesmo ambiente de construção de soluções. É dessa forma que transformamos riscos em oportunidades. O Road Show de Grandes Riscos reafirma a importância do diálogo contínuo, da expertise técnica e da visão estratégica para enfrentar os desafios de um mercado em constante transformação. As discussões não se limitam a conceitos, mas abordam situações reais e complexas, nas quais a proximidade com os clientes permitiu desenhar soluções concretas para riscos patrimoniais, operacionais e contratuais.

Os desafios que emergem nesse processo — desde as pressões regulatórias até a necessidade de adaptar estruturas de apólices a cenários dinâmicos — são transformados em oportunidades de melhoria contínua. Cada encontro tem gerado resultados mensuráveis, seja por meio de savings relevantes, pela redução de exposições críticas ou pela evolução dos clausulados e limites contratuais.

O road show consolidou-se como parte da nossa prática de gestão de riscos: um exercício de construção conjunta com clientes e parceiros, que comprova que a combinação entre experiência técnica e visão estratégica gera resultados reais e sustentáveis.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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