Acabou o mistério de quase seis meses sobre o parceiro internacional da Thinkseg para lançar o seguro de auto por assinatura. Ontem, a insurtech revelou que fechou acordo exclusivo com a Generali para lançar o primeiro seguro por assinatura, prêmio por km rodado, comportamento por direção e pagamento mensal do Brasil. Chamado de Seguro Pay-Per-Use (pague pelo uso, em tradução livre), o serviço funciona com o pagamento de uma assinatura fixa média de R$ 94, acrescida por uma variável por km conforme a utilização do veículo – uma combinação de quilometragem rodada com a forma de condução do segurado.
A estimativa é que o serviço deva garantir uma economia de 50% para o motorista que dirige pouco, com o objetivo de democratizar o acesso ao seguro para o consumidor brasileiro que não possui nenhuma proteção ou que está insatisfeito com o preço da sua apólice. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), 70% dos veículos não tem cobertura no País.
Além de beneficiar o condutor que não roda muito, no modelo Pay-Per-Use, quanto mais prudente for a sua direção, melhor será o preço do seguro. Diferente de ter desconto, o usuário irá pagar um preço baixo por mês pela assinatura. Para oferecer esta personalização, os dados do motorista serão analisados por inteligência artificial por meio do aplicativo da Thinkseg. O produto estará disponível para contratação a partir de agosto deste ano.
“O objetivo é disponibilizar um seguro auto mais justo, transparente e mensal para o usuário, alinhado à tendência de transformação digital que influencia o modo como o consumidor compra produtos e serviços. Isso já ocorre em diversos setores da economia e irá revolucionar o setor de seguros também”, explica Andre Gregori, ex-BTG Pactual, Fundador e CEO da Thinkseg.
Listada como uma das maiores empresas do mundo, a italiana Generali está presente em mais de 50 países pelo mundo, contando com cerca de 61 milhões de clientes, prêmios totais de 66 bilhões de euros e 520 bilhões de euros de ativos. Para lançar novos negócios, a companhia investe em parcerias exclusivas com startups e insurtechs no mundo inteiro como está fazendo com a Thinkseg no Brasil. Com o desenvolvimento do novo serviço, a seguradora europeia detém a exclusividade para vender o primeiro seguro por assinatura do Brasil.
Posições específicas para áreas médica e proteção de dados foram buscas relevantes neste primeiro trimestre, de acordo com a Fesa Group
A busca por executivos para novas posições e trocas de posições no mercado de seguros e resseguros estão mais aquecidos em 2019. No ano anterior, muitos projetos se iniciaram, mas entraram em espera e avaliação devido ao momento político-econômico do Brasil. Em 2019, os projetos estão efetivamente saindo do papel e a dinâmica está mais acelerada.
Segundo Thayanie Ujino, sócia especialista no mercado de seguros da consultoria de executive search Fesa Group, a demanda no primeiro trimestre de 2019 cresceu 43% em relação ao mesmo período do ano anterior. “O aumento na busca por executivos no mercado de seguros e resseguros se deve tanto a reestruturação de áreas, substituições pontuais e turn over natural quanto a investimento em seniorização e especialização de times alinhadas às estratégias macro das companhias”, explica.
Em 2019, as áreas financeiras, de subscrição de risco, de resseguros, bem como executivos com formação na área atuarial continuam em alta para projetos em diferentes seguradoras e resseguradoras. No entanto, posições específicas para áreas médica e de desenvolvimento de produtos foram buscas relevantes neste primeiro trimestre, de acordo com executiva da Fesa Group. “O mercado de seguros e resseguros está cada vez mais aberto a trazer profissionais de outros setores econômicos”, comenta.
Com a mudança na dinâmica do mercado para uma vertente mais tecnológica, as áreas de tecnologia e de operações promovem mudança no perfil dos executivos que compõem o time, bem como indicam a necessidade de estruturação de novas vertentes envolvendo proteção de dados, privacidade e segurança da informação.
E quais características as seguradoras e resseguradoras buscam em um profissional em 2019? Mais do que background específico, o executivo precisa ter um mindsetdirecionado para inovação e estar aberto a novidades. Acompanhar as tendências dos outros setores econômicos é essencial, pois entender a necessidade do mercado é primordial para todos os subsistemas de seguros. “As seguradoras têm expectativa que os executivos possam fazer a gestão desta mudança no modus operandi, avaliar as tendências e se antecipar, mas que não deixem de lado o modelo de negócio atual que é o maior gerador de receita. Olhar para inovação é essencial, mas como inserir isso no mercado atual é o desafio”, finaliza Thayanie.
A It´sSegCompany, maior consultoria de benefícios e corretora de seguros independente do país, concluiu nesta segunda-feira, 3, a aquisição da corretora Bergus, uma das maiores empresas do setor da região Sul do Brasil. Esta é a oitava aquisição realizada pela It´sSeg num período de 4 anos, o que coloca a companhia como a principal consolidadora do segmento no país.
A It´sSeg foi criada em meados de 2014 pelo executivo Thomaz Menezes (ex-presidente da corretora de seguros Marsh e ex-presidente do grupo SulAmérica Seguros), em parceria com o fundo inglês Actis, que tem mais de US$ 10 bilhões de ativos sob gestão globalmente. Desde que começou a operar no Brasil, a companhia adquiriu as operações das corretoras Torres Benefícios, Raduan, Você Clube, Barela Seguros, PMR Seguros, MBS e LP Corretora.
“A operação marca nossa expansão regional e a diversificação de nosso portfólio de produtos”, diz Thomaz Menezes, presidente da It´sSeg. Esta é a primeira aquisição da companhia fora do eixo Rio-São Paulo. Além de expandir a atuação no sul do país, a compra da Bergus fortalece a nossa atuação em ramos elementares.
“Até agora vínhamos nos concentrando na aquisição de empresas especializadas na gestão de carteiras de benefícios, com foco em seguro saúde, odontológico e vida”, diz Menezes. A Bergus além de atuar no segmento, tem forte presença em ramos elementares e na oferta de gerenciamento de riscos para grandes, médias e pequenas empresas.
Com 30 anos de mercado, a Bergus tem sede em Curitiba e operações em Maringá, Londrina, Ribeirão Preto e Brusque (Santa Catarina), além de contar com escritórios em São Paulo e Blumenau. A empresa, que movimentou R$ 70 milhões em prêmios em 2018, tem 80% de suas operações concentradas em ramos elementares e 20% em benefícios.
“A Bergus ganha a expertise do time de benefícios e gestão médica e a It’sSeg Company dobra seu tamanho nos ramos elementares, tendo agora também uma região nova para trabalhar e com uma excelente atuação no agronegócio” avalia LuisCarlos Tourinho Costa, sócio fundador da Bergus.
Com a operação, a It´s Seg, que movimentou R$ 2 bilhões em prêmios em 2018, chega à marca de 850 clientes corporativos e 750 mil vidas administradas no país e fortalece sua posição entre as maiores gestoras de planos de saúde e seguros de vida corporativos do mercado brasileiro.
Todos os dias o Diário Oficial traz uma série de medidas para ajustar a Superintendência de Seguros Privados (Susep) ao modelo de gestão da titular Solange Vieira e preparar a autarquia para ser uma Agência Reguladora ao incorporar a Previc em data ainda não certa por ainda precisar definir se a fusão se dará por Medida Provisória ou por Projeto de Lei. Independente disso, vida que segue para organizar o crescimento do setor diante das transformações trazidas pela economia digital.
Ontem, Banco Central, CVM, Susep e representantes do Ministério da Economia se reuniram para acelerar uma agenda microeconômica de desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro. Lançaram a “Iniciativa de Mercado de Capitais”, noticia o Valor na edição desta terça-feira. De acordo com João Manoel Pinho de Mello, diretor de organização do sistema financeiro do BC, os reguladores pretendem encaminhar seis propostas em até quatro meses.
As medidas incluem criação de “sandbox” regulatório, que vai permitir que empresas iniciantes inovadoras tenham licenças temporárias dentro de um ambiente regulado. Cada autoridade tem de editar uma parte das normas, mas a coordenação vai harmonizar as regras no âmbito do IMK, aponta Mello. “Haverá um comunicado conjunto de CVM, Susep e BC, sob coordenação do Ministério da Economia.”
Preveem também o aperfeiçoamento da regulação para melhor utilização de imóveis como garantia nas operações de crédito, expansão da base de informações de crédito e criação de indicadores de capitalização de mercado.
O jornal destaca que a Susep pretende lançar, ainda em junho, uma norma para insurtechs. “BC e CVM estão mais avançados e a Susep gostaria de colocar ainda neste mês uma norma de insurtechs para criar as flexibilidades regulatórias”, afirmou.
A autarquia deve divulgar em duas ou três semanas uma orientação ao mercado buscando aumentar a transparência e permitir melhor acompanhando do desempenho dos fundos de previdência privada, PGBL e VGBL, como destaca o portal Arena do Pavini. Segundo o diretor da Susep, Eduardo Fraga, o objetivo é adotar ações para que os custos e as taxas de administração desses fundos caiam a partir da maior concorrência. Entre as medidas devem estar mecanismos para estimular a transparência e a maior divulgação de dados, como a nova classificação de fundos para facilitar a comparação entre os gestores. Essa nova classificação está sendo discutida pela associação do setor, a FenaPrevi, e a Anbima.
A pauta de mudanças no seguro DPVAT, construída desde o final de 2017 pela Líder Seguradora, que administra o consórcio de seguradoras participantes, é um dos temas prioritários para a nova gestão da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Solange Vieira, que assumiu o comando do órgão regulador há quase dois meses, afirmou em entrevista na semana passada, que já foram identificados alguns problemas. “Ele tem um índice de denúncias elevado, funciona sobre uma estrutura de monopólio, o que nos dá uma sensação de desconforto, e estamos pensando em como podemos regular um novo modelo que atenda melhor a população. Há uma convocação da Câmara dos Deputados para discutir o assunto e estaremos lá para tornar a discussão pública”, comentou.
A seguradora Líder reforçou algumas das ações que vem sendo tomadas no último ano. Para começar o debate, a Líder solicitou um estudo da McKinsey & Company, que analisou o seguro de acidentes de trânsito em 36 países. A partir dele, foi produzido um documento com 19 propostas para o aprimoramento do modelo de gestão do Seguro DPVAT e encaminhado à Susep em 2018, assinado conjuntamente com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O material foi entregue à Susep e também encaminhado para a equipe do atual presidente, na época das eleições, e aos parlamentares.
Entre as medidas, a Líder propõe que a indenização máxima no país seja reajustada dos atuais R$ 13,5 mil para R$ 25 mil. Para que isso aconteça, é preciso mudar a legislação, uma vez que são definidos pelas leis 6.194/1974 e 11.945/2009.
Veja outras medidas:
Segundo informa a Líder na agenda de 2019, são desafios que demandam união de esforços e comprometimento de todos os brasileiros. Somente esse encontro de ideias e de compromissos poderá garantir o avanço na redução de acidentes e no amparo às vítimas de trânsito no Brasil. “Dessa forma, deixamos aqui nosso pedido de apoio para avançarmos nesta busca incessante por um modelo que garanta a todos os brasileiros um amparo no caso de acidentes de trânsito, aprimorando a legislação e promovendo decisões que aperfeiçoam o modelo de gestão do Seguro DPVAT”, ressalta no texto em que resume a agenda do DPVAT para este ano.
A indenização pelo Seguro DPVAT é um direito dos 208 milhões debrasileiros, mesmo sem apuração de culpa, constituindo um instrumento de proteção social sem similar no mundo, tamanha a sua abrangência e importância no contexto brasileiro.
Nos últimos 10 anos, foram pagas mais de 500 mil indenizações doSeguro DPVAT por morte no trânsito. 3,1 milhões de pessoas que ficaram com algum tipo de invalidez permanente. 4,5 milhões de indenizações ao todo.
A Generali fechou uma parceria bilionária com o Grupo Novo Mundo, uma das maiores redes do país no segmento de móveis e eletrodomésticos, com forte atuação na região Centro- Norte. O contrato de 15 anos, fechado entre os dois precursores da garantia estendida no Brasil, prevê a geração de R$ 2,4 bilhões em prêmios, com antecipação de mais de R$ 120 milhões para investimento na distribuição de produtos. A venda de apólices de garantia estendida, roubo e furto de celular, proteção financeira, seguro medicamento, entre outros, será oferecida nos mais de 150 pontos de venda da varejista espalhados pelo Brasil.
“Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de desenvolver nosso relacionamento com a Novo Mundo e dar um passo significativo no mercado brasileiro de seguros de consumo em massa. Escolhemos a Rede Novo Mundo pela solidez do Grupo e pela experiencia na venda de seguros”, afirma Claudia Papa, responsável pelo nicho massificados da Generali Southern East Europe e Americas e vice presidente do Brasil.
“Essa parceria reúne velhos conhecidos, fortalecendo ainda mais a nossa operação, que será, com certeza, uma das mais importantes deste setor. Vamos abrir o mercado do Centro-Norte para novos produtos”, declara Antonio Cássio dos Santos, Antonio Cássio dos Santos, Global Sponsor de B2B2C do Grupo Generali e CEO das Américas e Europa do Sul.
José Guimarães, diretor do grupo Novo Mundo, que esteve à frente das negociacões, acrescenta: “A expansão de diferenciais no mercado varejista é importantíssima e a possibilidade de promover novos serviços aos nossos clientes nos deixa muito animados. Essa parceria nos levará à venda de produtos de alta qualidade a uma região de grande crescimento econômico, a Centro-Norte. Contamos com o expertise da Generali, uma das maiores seguradoras da América Latina, e estamos muito confiantes nesse lançamento”, finaliza.
O contrato aconteceu por meio da corretora de seguros, THB UNTD. “Reunimos segurança e tradição no desenvolvimento de produtos personalizados e adequados às necessidades de cada cliente. Nossa estrutura operacional e experiência garantem a prevenção de riscos e redução de possíveis perdas, garantindo sempre tranquilidade e confiança aos nossos parceiros. Esperamos promover vários outros serviços com os Grupos Generali e Novo Mundo”, finaliza Helio Prandini, da THB UNTD.
“O uso da inovação tecnológica, como o Big Data (análise e a interpretação de grandes volumes de dados de grande), muda o conceito do nosso negócio”, destaca Amit Louzon, CEO da Ituran Brasil
A comemoração dos 20 anos da Ituran Brasil, empresa israelense líder global em rastreamento veicular, no Centro de Eventos – Fecomercio (São Paulo), reuniu nomes importantes do mercado de seguros, além de grandes clientes B2B e parceiros. A companhia compartilhou mais do que sua trajetória de sucesso no País e índices imbatíveis de recuperação: aproveitou o momento para apresentar aos presentes novidades de produtos e serviços que irão auxiliar cada vez mais na recuperação veicular.
Amit Louzon, CEO da Ituran Brasil, destacou que o uso da inovação tecnológica, como o Big Data (análise e a interpretação de grandes volumes de dados de grande), muda o conceito do negócio e a relação com o público. “A tecnologia permitirá definir, semana após semana, a utilização real do veículo coberto pela apólice de seguros. Essa mudança reduzirá os custos para os consumidores, além de proporcionar auxílio em casos de emergência. Se o proprietário mora em uma região com maior incidência de roubo e furto, mas o uso do carro é restrito a horários com baixo registro de crimes, o custo do seguro será mais baixo. É a tecnologia sendo utilizada em favor do mercado”, destacou Louzon, que comemorou: “O Brasil é o nosso principal mercado, parte de nossa história. Estou orgulhoso em estar aqui”.
O palestrante Reginaldo Leme, ícone nas transmissões de F1- TV Globo e um dos mais respeitados jornalistas do País, fez um paralelo do uso da tecnologia das pistas em relação ao mercado nacional de rastreamento. “A partir do início dos anos 80 os computadores tornaram-se equipamento obrigatório na Fórmula 1. Eles são indispensáveis na cronometragem, controlando parâmetros como consumo de combustível e regime de rotações. É o que se chama de telemetria. Há 20 anos a Ituran, multinacional israelense, chegou no Brasil usando essa tecnologia – se nas pistas ela trás precisão, nas ruas segurança. O exclusivo sistema de rastreamento da Ituran surgiu com o objetivo de auxiliar a Força Aérea Israelense a localizar os pilotos em situações de combate ou emergência. A Ituran construiu sua história com índices imbatíveis e olhando o progresso do segmento. Fazendo um paralelo com a F1, cada milésimo de segundo, faz diferença na recuperação – e isso implica na pole de alguém que há 20 anos ajudou a abrir esse mercado no País”, ressaltou Leme, parabenizando a multinacional israelense que “já nem mais tem sotaque, compreende a nossa língua”.
Tatiane Monteiro, gerente de marketing da Ituran, traçou a ordem cronológica desde a chegada da companhia no Brasil, suas conquistas e visão futura do mercado de rastreamentos. “Somos uma multinacional israelense com ‘DNA’ brasileiro, uma vez que aqui é o nosso principal mercado. Comemoramos 20 anos de atuação e, nosso sentimento, é de profunda gratidão aos colaboradores, parceiros e clientes. Nosso obrigado pela confiança em todos esses anos. Caminhamos preparados para o futuro investindo sempre em inovação tecnológica”, enfatizou.
Na plateia de mais de 400 pessoas, além de líderes do mercado de seguros, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo também marcou presença. No término do evento, Henry Vargas e Klauss Durães, mostraram aos convidados um show de entretenimento que supera velhos truques do mundo da mágica. Com uso de hologramas, realidade aumentada, tablets e muito mais, eles desenvolveram técnicas inovadoras para modernizar os números de ilusionismo e voltar a surpreender as pessoas. “Foi uma noite especial, momento de rever parceiros e levar nossa mensagem do que estamos projetando para o futuro”, finalizou Tatiane.
A SulAmérica deu início neste mês à nova fase da campanha “Tá com Tudo”, com destaque para um dos seus diferenciais competitivos em Medicina Conectada: o Médico na Tela. Do ponto de vista do corretor, a aposta da companhia é que o serviço contribuirá para a geração de novas oportunidades para os parceiros que comercializam o produto de Saúde da seguradora.
“O Médico na Tela é mais um serviço inovador da companhia para levar o médico quando e onde o nosso segurado precisa. Temos uma das melhores redes referenciadas à disposição, mas o cliente SulAmérica também pode pedir uma orientação telefônica, um médico na sua casa e agora, ele pode ter um médico na tela do seu celular. Esta inovação demonstra o cuidado da companhia em oferecer serviços que proporcionem mais conveniência para nossos clientes”, comenta André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica. “Ao mesmo tempo, o Médico na Tela é uma oportunidade para que os nossos parceiros gerem ainda mais negócios, dada a atratividade deste serviço para seus clientes”, reforça Lauzana.
A nova fase da campanha “Tá com Tudo” contará com campanha publicitária na TV aberta e por assinatura, spots em rádio e relógio de rua, além da criação de um hotsite e ações em redes sociais.
O serviço
O Médico na Tela, lançado no primeiro trimestre deste ano, permite aos clientes responsáveis por crianças de até 12 anos solicitar uma videochamada com médico pediatra para receber orientações e tirar dúvidas, oferecendo comodidade e segurança aos segurados.
Como parte do Programa de Reconhecimento ao Corretor, campanha incentiva ampliação de negócios e premiará corretores com melhor desempenho
Lançada durante a premiação do PRA Super Campeões, em Trancoso (BA), a nova campanha do Programa de Reconhecimento ao Corretor (PRA) da SulAmérica para 2019 desafiará e incentivará os seus mais de 30 mil parceiros a gerar ainda mais novos negócios em todos os segmentos de atuação da companhia. Como forma de coroar os melhores desempenhos, a seguradora reconhecerá os corretores com diversos prêmios ao longo do ano e duas viagens marcadas para 2020.
“O PRA Corretor é o melhor programa de reconhecimento aos corretores no Brasil. Queremos incentivar nossos mais de 30 mil parceiros a gerarem cada vez mais negócios e baterem recordes em vendas ano após ano. Para isso, investimos em ferramentas, treinamentos, suporte e atendimento para eles estarem ainda mais preparados para entender o comportamento de seus clientes e oferecer uma experiência de consumo diferenciada”, comenta o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana.
Para a nova campanha do PRA Super Campeões os critérios de elegibilidade consideram, entre outros aspectos, o fato de que cada participante só concorre com outros corretores da mesma região.
Reconhecimento
O PRA Super Campeões é feito em três rodadas a partir de abril. A primeira rodada será finalizada em junho e os corretores mais bem pontuados de cada uma das 90 filiais da SulAmérica concorrem a diversos prêmios em um evento especial feito para eles. Já na segunda rodada, que vai de abril até setembro, os corretores com maior pontuação na sua região concorrem a seis carros.
A última rodada, por sua vez, considera toda a produção do corretor entre abril e dezembro. A premiação, uma das mais esperadas pelos parceiros, são as viagens nacionais e internacionais. Em 2020, os Supercampeões ganharão uma experiência exclusiva em um resort no Brasil ou uma viagem internacional para Praga, capital da República Tcheca, e Viena, capital da Áustria, ambas na Europa Central.
A revista está disponível no link do portal do Valor para assinantes.
Cenário – O setor de seguros emitiu sinais de recuperação nos dois primeiros meses do ano, após a arrecadação de prêmios ter experimentado taxas negativas na série de 12 meses móveis ao longo dos quatro últimos meses de 2018. Massificação de produtos para atender boa parte da população que ainda não tem seguros é uma das estratégias para crescer em um ano de economia fraca.
Conjuntura – Mercado segurador conquista maior competitividade com fusões, aquisições, vendas de carteiras e parcerias.
Resseguros – Sem perspectiva de crescimento da economia e de início de grandes projetos, mercado de resseguros prevê retomada só a partir de 2020.
Previdência – Reforma trabalhista deve emperrar ainda mais a baixa adesão aos planos por parte das empresas, principal mente os abertos. A falta de cultura providenciaria da população brasileira, alto índice de desemprego, atividade econômica fraca e “pejotização” maior das relações de trabalho explicam a baixa adesão aos planos de previdência corporativos no pais, especialmente os abertos.
Previdência– Concorrência e rouba-monte da portabilidade se intensificam, mas captação da previdência privada não deve avançar além de 6% neste ano. Apesar do entusiasmo com o tema c seus efeitos na percepção das pessoas sobre sua aposentadoria, a discussão da reforma da Previdência por si só não tem sido suficiente para turbinar o setor privado.
Saúde – Com a ligeira reação no número de beneficiários, empresas buscam elevar rentabilidade com uso intensivo de tecnologia e ações de prevenção de doenças. As empresas que atuam no mercado segurador aceleraram seus movimentos neste ano para ganhar mais eficiência, bafejadas por uma leve brisa de recuperação no seu quadro de beneficiários.
Desastres Ambientais– Com fortes prejuízos, algumas seguradoras estão reticentes em fechar contratos e outras desistiram de atender o setor. Os grandes desastres e eventos climáticos estão exigindo cada vez mais a atenção de empresas e do mercado segurador.
Transportes – Seguradoras cada vez mais exigem gerenciamento de contra roubos, desvio de cargas e acidentes nas estradas Num pais como o Brasil, com grande extensão territorial c precárias estradas, o transporte de cargas por caminhão é uma verdadeira aventura terrestre.
Corretores– Com margens reduzidas e em busca de maior receita, corretoras também vão às compras e apostam em parcerias para continuar crescendo. O crescimento mais tímido do mercado segurador em anos recentes impactou direta mente o segmento de corretagem que fez com que as companhias tivessem que se reinventar e buscar alternativas pata compensar receitas c margens mais enxutas.
Vida e Acidentes– Mais pessoas procuram proteção para suas famílias para risco de morte e doença grave e a tendência é de o mercado continuar em expansão.
Seguro Viagem– Levantamento evidencia quais sinistros ocorrem com mais frequência e as diferenças de custos e atendimento em cada região. As empresas que comercializam seguro-viagem no Brasil tem expectativas positivas para este ano após os resultados de janeiro c fevereiro, quando as contratações do primeiro bimestre cresceram 18% em relação a igual período do ano passado e movimentaram R$ 102 milhões em prêmios, segundo a FenaPrevi.
Alta Renda – Mercado oferece coberturas de até R$ 50 milhões em caso de morte, sucessão empresarial e também uso compartilhado de jatos e lanchas. O apetite do mercado de seguro para o público de alta renda, com a oferta de capitais segurados até R$ 50 milhões por vida, parece não ter fim.
Auto – Depois de quatro anos de marcha lenta, de 2014 a 2017, o mercado de seguros para automóveis começa a acelerar. Recessão econômica levou as seguradoras a diversificar suas apólices, incluindo proteção para veículos com até 25 anos.
Riscos Judiciais – Presentes há décadas no meio corporativo dos listados Unidos e da União Europeia, as modalidades de seguros que envolvem riscos judiciais tem apresentado expressivo crescimento no Brasil, principalmente em razão da edição da Lei Anticorrupção. Com isso, a demanda por coberturas para executivos e oferta de ações está em alta.
Grandes Riscos – Anos de recessão econômica e ausência dc investimentos em grandes projetos, particularmente em infraestrutura, derrubaram a emissão de apólices do seguro de performance (performance bond)- produto que garante indenização contra inadimplência dos contratados para obras. Há expectativa de que o Congresso Nacional aprove rapidamente a nova legislação e que o governo retome as grandes obras.
Crédito– Para garantir os reembolsos, empresas mantêm bancos de dados sobre a saúde financeira de milhares de empresas. Uma garantia contra o calote, que permite atravessar períodos de incertezas econômicas sem ser surpreendido pela insolvência ou mesmo falência de clientes.
Novas Tecnologias – Empresas desenvolvem ferramentas para atender os clientes com mais agilidade e qualidade, além de darem suporte à atuação dos corretores. Tecnologias como inteligência artificial, blockchain e internet das coisas (loT, na sigla em inglês) estão no radar do mercado segurador brasileiro.
Insurtechs – Avanço no Brasil ainda é tímido, mas é crescente a atração de investidores na integração de diferentes canais de vendas e de assistência aos segurados. Assim como as fintechs chacoalharam (e ainda chacoalham) o setor financeiro, as chamadas insurtechs prometem novo fôlego ao mercado segurador brasileiro.
Arte – Desafio para vender coberturas de coleções particulares, galerias e museus é tornar as apólices mais conhecidas no circuito das artes. A movimentação de negócios no mercado dc arte tem chamado a atenção do ramo de seguros.
Rural –Área plantada com seguro contra problemas climáticos é de uns 10%, mas há perspectivas de avanço desse mercado. O fator de risco que mais impacta na produção dos ruralistas são os eventos climáticos extremos.
Varejo – Mercado continua crescendo com destaque para a garantia estendida de eletrodomésticos e a crescente procura por proteção para celulares. Os novos hábitos de consumo e comportamento – que mudam cm velocidade cada vez maior, a reboque da evolução tecnológica – vem obrigando as seguradoras a ampliar seu portfólio de produtos.
Cyber– Apólices reúnem serviços como advogados e técnicos de informática para auxiliar empresas na reação rápida aos ataques virtuais. Há dois anos, o programa malicioso WannaCry invadiu mais de 200 mil computadores e sequestrou arquivos cm 150 países.
Carreira – A transformação digital que atinge todos os setores da economia, incluindo o de seguros, está trazendo mudanças no perfil do profissional desejado pelas empresas. Para garantir uma vaga no mercado, é preciso combinar domínio de tecnologias com versatilidade comportamental e “senso de dono”.
Capitalização – Há lançamentos de novos produtos para conquistar quem investe por meio de plataformas digitais para tentar continuar crescendo. Com novos produtos com vendas on-line, em plataformas digitais, players da capitalização querem atrair novos consumidores.
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