Pela quarta vez consecutiva, a Liberty Seguros é indicada ao Prêmio Reclame Aqui na categoria de seguros. O ranking, realizado anualmente pela revista Época, homenageia companhias de diferentes setores com a melhor reputação em atendimentos a serviços do Brasil.
No último ano, a seguradora investiu em diversos produtos e serviços para oferecer um atendimento ágil e acolhedor para todos os seus clientes, disponível a qualquer momento, onde o segurado precisar. Dentre as iniciativas, estão os autosserviços, como a Auto vistoria prévia, já disponível para clientes de seguro Auto e Residência que pode ser realizada por meio de um processo simples e rápido via celular ou pelo app da Liberty. A seguradora também aprimorou a experiência dos clientes no aplicativo da Liberty, lançando o pagamento online, com o qual segurados podem quitar suas apólices realizando o pagamento via cartão de crédito – com esse recurso, a empresa se tornou a primeira seguradora do país a oferecer a possibilidade de pagamento direto no aplicativo.
Além disso, a Liberty também trabalha fortemente para oferecer a melhor experiência possível de assistência para seus clientes. Em 2018, a companhia adquiriu a empresa especializada em serviços de Call Center e de Assistência 24 horas Fácil Assist, que conta com profissionais de mais de 20 anos de experiência no setor e uma plataforma de acompanhamento de serviços de última geração já integrada ao aplicativo de clientes da Liberty Seguros. Com a novidade, os segurados Liberty passaram a contar com a proximidade do atendimento da Liberty Seguros e a expertise em assistência da Fácil Assist.
“Para nós, é extremamente gratificante concorrer novamente ao Prêmio Reclame Aqui, premiação que ganhamos nas três últimas edições, pois destaca o foco constante da Liberty em seus clientes e na qualidade do atendimento”, diz Dennis Milan, Diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros.” Trabalhamos todos os dias inspirados em desenvolver soluções com a melhor estrutura para que nossos clientes tenham a melhor experiência possível “, completa.
Pedestres de passagem pela Avenida Paulista ontem (04/08) puderam conhecer ainda mais a história de Melina Reis, uma das protagonistas da atual campanha de mídia do Seguro DPVAT. A principal via da cidade de São Paulo foi palco de mais de 10 apresentações clássicas da bailarina, que voltou a dançar mesmo após a amputação de parte da perna esquerda por conta de um acidente de trânsito. Cada dança teve duração de três a cinco minutos.
Durante a ação, uma equipe da Seguradora Líder, administradora do seguro obrigatório de acidentes de trânsito, esteve no local para esclarecer dúvidas e distribuir material com as principais informações sobre como dar entrada no pedido de indenização. A iniciativa marcou o encerramento da primeira fase da campanha publicitária do Seguro DPVAT.
Lançada em 14 de junho com o mote “A superação nos inspira”, a campanha foi desenvolvida em parceria com a Agência 3 e tem a proposta de ampliar o conhecimento sobre o benefício social, que protege os mais de 209 milhões de brasileiros em caso de acidente de trânsito. As peças publicitárias apresentam histórias reais de beneficiários do Seguro DPVAT que, apesar das dificuldades pós-acidentes, seguiram em frente com a ajuda do seguro. A trajetória de Melina foi a primeira a ser contada, em uma websérie de cinco capítulos.
A dançarina foi vítima de um acidente de trânsito quando a motocicleta na qual estava foi fechada por um automóvel em um cruzamento. A batida atingiu diretamente sua perna, resultando em uma fratura exposta. Foram anos de tratamento até que, em 2014, o quadro se agravou e Melina decidiu pela amputação. Para continuar a fazer o que mais amava, dançar balé, ela contou com o apoio de um médico de Campinas, que desenvolveu a primeira prótese para balé do mundo.
Mais detalhes sobre a campanha e as histórias de superação estão disponíveis em www.estamosaquiparavoce.com.br. A página ainda reúne informações sobre o Seguro DPVAT, dúvidas e um passo a passo de como dar entrada no pedido de indenização.
Por Fábio Leme, vice-presidente Técnico da HDI Seguros
Ensinar os filhos a dirigir é uma tradição que um pai presente acaba vivenciando em algum momento da vida de seus herdeiros. O ritual costuma preceder a educação formal proporcionada pela auto-escola, e é até uma maneira de endossar a autoconfiança do futuro motorista nas aulas no volante que virão. O que nem todo pai, por mais prudente que seja, leva em consideração nessas horas, é a possibilidade de acontecer um acidente e suas inevitáveis consequências.
As seguradoras não têm obrigação de arcar com o ônus de um sinistro se o veículo estiver sendo guiado por alguém sem habilitação e, por incrível que pareça, esse tipo de ocorrência é mais comum do que se imagina, o que se torna crítico quando envolve a integridade de alguém de fora do círculo familiar de pai e filhos.
A proteção a terceiros envolvidos em acidentes é prevista nos seguros, mesmo nas coberturas mais básicas, mas a questão é quem causou o sinistro. E vai além: se a vítima for menor de 14 anos, para a cobertura de APP que indeniza passageiros em caso de morte ou invalidez, que estejam no interior do veículo, a regra em vigor prevê apenas o reembolso de despesas decorrentes do ocorrido, limitado ao valor da cobertura contratada.
Portanto, a responsabilidade sob alguém que coloca para guiar um carro uma pessoa sem perícia técnica, e até desenvolvimento emocional adequados, precisa ser condizente com a temeridade da ação. Mesmo que o intuito seja o melhor possível, movido pelo puro amor altruísta, o rigor das consequências precisa de um tom a mais, pois funciona também como um elemento de reforço à educação no trânsito, ajudando a evitar tragédias.
Dados compilados pela ONG Criança Segura na plataforma de dados Datasus, disponibilizada pelo Ministério da Saúde, mostram que a taxa média de mortes de crianças de 0 a 14 anos no trânsito brasileiro em 2016, último levantamento feito, é de 3,5 mortes por dia. Na série histórica, que começa em 2001, são mais de 2 mil mortes em média, por ano.
Tão duro quanto ver tantas vidas serem ceifadas tão precocemente, é o que poderíamos ter feito, como pais e profissionais do meio automotivo, para evitar isso. Em primeiro lugar, algo urgente: estimular a cultura da prevenção no Brasil. É preciso disseminar a ideia de que ser proativo ao resguardar aquilo que nos é valioso sempre será a decisão mais inteligente. O seguro não foi criado para ser apenas um resgate para momentos emergenciais: sua vocação é a de garantir às pessoas que os seus patrimônios estarão preservados independente da situação.
Depois, mas tão relevante quanto, precisamos deixar de relativizar os efeitos do chamado “jeitinho brasileiro”, principalmente quando a ação tem o potencial de afetar o meio social – onde enquadra-se o trânsito. Amaldiçoar o volume de multas por infrações no trânsito é praguejar contra o espelho, já que ele não é uma entidade subjetiva. Nós é que estamos no trânsito e o fazemos existir. Se há multa, é porque há desrespeito e imprudência dos motoristas.
As seguradoras têm feito a sua parte junto aos órgãos oficiais, e também entre si, na disseminação da cultura da precaução. A legislação securitária aperfeiçoa-se continuamente, tendo no corpo técnico da Susep um apoio decisivo; e os players do setor vêm criando um ecossistema segurador, que une o que cada um faz de melhor e divide as atribuições.
No fim das contas, todo pai é também professor, e ensina-se para a vida. O que precisa ser prioridade é o cuidado para que os erros que aconteçam, naturais e inevitáveis, tenham a chance de serem corrigidos. E na hora certa.
Em junho, o setor de saúde suplementar contabilizou, em todo o país, 47.332.911 beneficiários em planos de assistência médica e 24.799.687 em planos exclusivamente odontológicos. Os dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam crescimento em número de clientes na segmentação médica, em comparação ao mês anterior e ao ano anterior, o que mantém a tendência de estabilidade que vem sendo observada nesse produto. Já o segmento odontológico segue sua trajetória de ampla expansão nos últimos anos.
SP, Goiás e DF lideram crescimento – No período, houve aumento na quantidade de consumidores de planos de assistência médica em 16 estados e no Distrito Federal, sendo São Paulo, Goiás e DF os líderes em números absolutos. Na segmentação odontológica, apenas quatro Estados não registraram aumento no número de beneficiários.
A ANS lembra que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.
A Allianz Partners lançou a série “O mundo em 2040”, como parte do compromisso do Grupo Allianz SE em antecipar as necessidades de seus clientes nos próximos anos. A série examina uma ampla gama de tendências e tópicos futuros que afetarão a saúde, a vida doméstica, a mobilidade e as viagens nos próximos 20 anos. Isso inclui como os robôs e a automação transformarão a vida cotidiana, desde o trabalho até o lar; como múltiplas revoluções médicas irão melhorar e prolongar a vida; e o impacto potencial de carros, trens e aviões sem motoristas ou pilotos.
A Allianz Partners é líder mundial em soluções de assistência e seguro B2B2C, oferecendo proteção e cuidados globais. O Grupo contratou o respeitado futurologista Ray Hammond para o desenvolvimento desta série, com base em sua experiência na previsão de tendências futuras por quase 40 anos. Com o projeto, a Allianz Partners pretende colocar-se no lugar dos futuros clientes, a fim de adiantar as suas necessidades e antecipar-se proativamente à evolução das tendências e inovações que possam afetar os seus negócios.
A série foi lançada em formato de relatórios, que serão divulgados nos próximos meses, prevendo como será o mundo em 2040 nas quatro principais áreas de atuação da Allianz Partners: saúde, assistência, automotiva e seguro viagem.
O primeiro relatório trará as mudanças que deverão impactar o setor de saúde nas próximas duas décadas, incluindo grandes melhorias na prestação de tratamento e acesso a cuidados. Esse será seguido por um relatório sobre casas inteligentes e transformação doméstica em meados do século 21. O terceiro relatório irá explorar as prováveis mudanças no transporte rodoviário nos próximos 20 anos. Enquanto o relatório final examinará como a experiência do viajante de negócios e lazer irá evoluir nas próximas décadas, tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento.
Falando sobre o projeto, Ray Hammond pontua: “O mundo está mudando em um ritmo acelerado e os próximos 20 anos verão níveis sem precedentes de desenvolvimento de tecnologia. Haverá 9 bilhões de pessoas no mundo. Até 2040, podemos esperar enormes mudanças em quase todos os aspectos da vida, razão pela qual esse estudo é necessário. Eles apresentam minha opinião sobre possíveis desenvolvimentos e tendências futuras, com base em minha extensa pesquisa sobre uma ampla gama de tópicos, relevantes para suas várias linhas de negócios. Gostei muito de trabalhar nesta série e acredito que ela oferece informações valiosas”.
Os relatórios foram desenvolvidos no contexto de sete grandes tendências que devem moldar o futuro, incluindo:
Explosão assimétrica da população global
Mudança climática
A revolução das energias renováveis
Globalização
Múltiplas revoluções nos cuidados de saúde
Desenvolvimento acelerado e exponencial da tecnologia da informação
Os dois bilhões mais baixos – as pessoas mais pobres do mundo
O portal CIO informa que após 10 anos de casa, Italo Flammia deixará a Porto Seguro, onde, atualmente, ocupava o cargo de Chief Innovation and Digital Officer. Flammia estava na seguradora desde 2009, onde chegou para ocupar o cargo de diretor de tecnologia e promover uma série de transformações. Na posição de líder máximo da TI, o executivo elevou o patamar da tecnologia da Porto Seguro, promoveu inovações a partir de uma integração ímpar com as áreas de negócios e, por entender que o processo de inovação deveria ser colaborativo, iniciou um trabalho mais próximo de startups que culminou com a criação da aceleradora Oxigênio, em 2015, operação que também ficou sob sua liderança.
“Tenho orgulho da transformação tecnológica que conseguimos implementar na empresa e, também, das ‘loucuras’ de inovação que ousamos fazer. Isto se deu, graças ao meu time”, comentou Flammia sobre sua história na empresa.
Depois de uma década dedicado ao desenvolvimento de produtos, melhoria da tecnologia como um todo e de ousar em inovações inicialmente impensáveis, Italo Flammia entendeu que era hora de dar uma pausa nessa rotina altamente demandante. Isso não significa, no entanto, uma aposentadoria.
O executivo, que apenas pelo Grupo IT Mídia foi altamente premiado no Executivo de TI do Ano e em As 100+ Inovadoras no Uso de TI, quer ser dedicar a consultorias, conselhos de empresas, mentorias, educação e realizar alguns investimentos anjo. “Quero me dedicar a ajudar as empresas e executivos na implementação estratégica, sob medida, de inovação digital.”
Antes da Porto Seguro, Italo Flammia também liderou a tecnologia na Sodexo, Natura e teve uma passagem pela área de consultoria da Accenture.
Cerca de 15 seguradoras foram convidadas no inicio do ano para participar desta primeira etapa do projeto e três já foram selecionadas: Porto Seguro, Assurant e Previsul. Outras já devem entrar com produtos na plataforma ainda neste ano: MetLife, Zurich e Chubb, além da Cardif
O Banco Carrefour, que priorizou a jornada digital como peça fundamental do plano de transformação do grupo e tem como meta assumir a liderança no e-commerce de alimentos no Brasil no médio prazo, almeja o mesmo em seguros. Anuncia nesta semana o lançamento de seu marketplace de seguros.
Quem está a frente deste projeto é Carlos Mauad, CEO do Banco Carrefour, que atuou anteriormente como diretor comercial da Smiles. “O mercado de seguro deve ganhar bastante tração com a revolução digital. Vamos começar a testar a elasticidade do cliente ao preço e aos produtos e fazer as mudanças necessárias para sermos um dos principais playeres do mercado”, diz ele ao blog Sonho Seguro.
Para ter sucesso, Mauad sabe que é preciso investir na experiência do cliente. Vender algo que não seja aderente às necessidades ou demorar para atender o consumidor em um momento de perda são peças descartadas pelo executivo. Seguros traz gorda rentabilidade e fideliza clientes, dois atributos que despertam a atenção das instituições financeiras e das redes de varejo que mergulham em projetos para comercializar produtos e serviços, como recentemente noticiaram BTG, XP, Inter, fintechs de crédito entre outros.
Segundo Mauad, o principal vetor do projeto é investir na disseminação da cultura de seguro. “Queremos conscientizar as pessoas da importância de ter uma proteção financeira e ofertar produtos e serviços que eles escolham de acordo com suas necessidades e usem. Os produtos são modulares e ele escolhe o que coloca na cesta. Para ele escolher, será empodeirado. Teremos um portal dedicado para educá-lo”.
O executivo explica que a plataforma é destinada a clientes e não clientes dos cartões Carrefour e Atacadão. As vendas de seguros em lojas e pela central de atendimento continuam com exclusividade da seguradora francesa Cardif, que movimenta cerca de R$ 300 milhões anuais, com a oferta de cerca de uma dúzia de produtos.
Cerca de 15 seguradoras foram convidadas no inicio do ano para participar desta primeira etapa do projeto e três já foram selecionadas: Porto Seguro, Assurant e Previsul. As apólices ofertadas neste primeiro momento são eletroportáteis, acidentes pessoais e residencial. “A medida que formos testando e ajustando a oferta à demanda, vamos incluir novas seguradoras ou mesmo a substituir parceiros, se for o caso, para que possamos entregar a melhor experiência para o cliente”, enfatiza o executivo. Outras já devem entrar com produtos na plataforma ainda neste ano: MetLife, Zurich e Chubb, além da Cardif que apesar de ter a exclusividade nas vendas em lojas físicas e canais de atendimento, poderá participar do pool de companhias na plataforma digital.
“O marketplace conta com várias seguradoras, inclusive a Cardif, para que o cliente tenha opções diversas”, citou. Segundo ele, a criação da corretora de seguros e serviços do Banco Carrefour e a oferta de produtos de diversas seguradoras não afetam a venda de seguros nas operações atuais do Cartão Carrefour e do Cartão Atacadão, para as quais mantém contrato de exclusividade nos canais físicos com o BNP Paribas Cardif.
Todo o processo de contratação é 100% digital e realizado dentro da plataforma. Trata-se da primeira iniciativa do banco Carrefour em mercado aberto. A plataforma será acessada por um site separado do Banco Carrefour e disponível nas versões mobile e desktop. Todos os clientes receberão suporte por meio de um chat humano assistido nos ambientes logado e não logado, além da central de atendimento.
Os números do banco sinalizam o potencial de vendas para as seguradoras, que buscam dia a dia ampliar seus canais de distribuição onde clientes buscam proteção. São 8,2 milhões de cartões emitidos, com faturamento de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre deste ano. Se considerarmos o primeiro semestre, são R$ 15 bilhões. “Temos informações de tudo o que o cliente compra e queremos promover, pela modelagem de dados, recomendações de que tipo de produto ele tem propensão de consumir. Se comprar pneu, é porque tem carro. Uma oferta de seguro auto para ele significa uma boa prestação de serviço. Temos uma massa de informações grande para atrair o consumidor para a plataforma de forma correta”, enfatiza.
Segundo o CEO, o banco fez parceria com a startup Suthub para viabilizar a tecnologia necessária para conectar banco, seguradoras, corretor e clientes. “O marketplace será acessado por um site desenvolvido especialmente para estes serviços e os clientes terão suporte via chat humano, central de atendimento e URA”, conta.
CEO da Suthub: “Somos parceiros de grandes grupos, o que nos permite sincronizar negócios entre nossos próprios parceiros, criando um verdadeiro ecossistema de negócios”
Tecnologia – O Carrefour não é o primeiro cliente da Suthub. “Temos várias seguradoras e assistências, canais digitais e bancos digitais”, conta CEO Renato José Ferreira. A Suthub nasceu há 2 anos a partir de muitos anos de experiência prática de trabalho em TI, incluindo o setor de seguros, com o desafio de atender às oportunidades e demandas de mercado segurador.
“Diante dos pesados ciclos de vida de processos de TI e desenvolvimento das seguradoras, surgiu o conceito de plataforma ágil integradora de produtos de seguros e assistências com canais de distribuição online, permitindo distribuir online qualquer produto de seguro em qualquer canal ou segmento de mercado, desde a cotação até a cobrança e contratação online”, disse.
Segundo Ferreira, usando inteligência artificial e algoritmos, as ofertas de seguro são apresentadas a um consumidor específico por meio de um método fácil e amigável ao cliente, conectando a venda de um produto de seguro ao processo comercial de uma empresa parceira e principalmente, alinhado às necessidades do momento de vida do consumidor.
Ele afirma que todas as soluções de negócios de seguros da plataforma Suthub endereçam ao cumprimento e regulamentação da circular 294 da Susep, órgão que regula o mercado segurador, que dita as regras para as vendas de seguros por meios não presenciais. “Somos parceiros de grandes varejistas, prestadores de serviços, canais digitais, bancos, financeiras, distribuidores e corretoras de grande porte. O que nos permite sincronizar negócios entre nossos próprios parceiros, criando um verdadeiro ecossistema de negócios”.
Produtos – No portal do Carrefour tem diversos produtos vendidos em parceria com a seguradora francesa Cardif, sendo que boa parte deles inclui títulos de capitalização e auxílio funeral. Entre os principais estão o fatura premiada, lar seguro, sorte grande, seguraço premiado, proteção hospitalar, proteção dental dentre outros.
O Seguraço Premiado, por exemplo, garante a segurança do Cartão Carrefour e evita despesas feitas indevidamente, como saque e compras sob coação e roubo em caixa eletrônico bem como roubo ou furto qualificado de bolsa. Custa R$ 5,50 por mês e garante indenização de até R$ 10 mil, além de serviços com reembolso de táxi para ir até a delegacia fazer o Boletim de Ocorrência. É garantido pela Cardif.
O Proteção Hospitalar pode ser acionado em caso de internação (por acidente ou doença). O cliente recebe até R$ 300 por dia de internação. Não importa se o cliente tem ou não plano de saúde, o dinheiro da indenização é pago diretamente ao portador do cartão, explica as condições gerais da apólice. Inclui assistência funeral, com prestação de serviços de até R$ 3,3 mil. O custo dos planos varia de R$ 9 a R$ 15 por mês. “Por mais R$ 1,00, estenda a cobertura para toda sua família”, informa o portal.
Dois seguros que garantiam o pagamento da conta do cartão em caso de desemprego, no limite de até R$ 1 mil do saldo devedor, estão com as vendas suspensas. Também eram garantidos pela seguradora Cardif. Segundo o CEO do banco Carrefour, os produtos vendidos em lojas e pela central também serão reformulados.
A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 381 milhões no segundo trimestre de 2019, alta de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre, o ganho foi de R$ 681 milhões, alta de 11% em relação ao mesmo período de 2018. O ROAE alcançou 22,2% no trimestre e 19,7% no semestre.
O bom desempenho foi creditado ao aumento do resultado dos negócios financeiros e serviços e pelo retorno sobre as aplicações financeiras. Nas Operações de Seguros, a redução dos efeitos das chuvas permitiu uma melhoria da sinistralidade em comparação ao primeiro trimestre deste ano. E continuamos aprimorando a eficiência das operações.
Os prêmios de seguros decresceram 2,3% no trimestre e 1,1% no semestre, em função do longo período de desaquecimento da economia e da redução do risco. A frota segurada da empresa aumentou em 200 mil veículos e o recuo nos prêmios de auto reflete o ajuste técnico nos preços decorrente da redução das frequências de roubo e furto. Os prêmios de vida e de saúde apresentaram crescimento de 10% em relação ao 2T18.
O índice combinado reduziu 1,8 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre deste ano, explicado principalmente pela menor sinistralidade no seguro auto (de 58,2% no 1T19 para 54,0% no 2T19). A seguradora informa que continua executando diversas iniciativas para melhoria da eficiência, conseguindo manter as despesas administrativas e operacionais estáveis (-0,2 p.p. vs.1S18).
Os negócios financeiros cresceram 9% e as receitas de serviços ajustadas expandiram 7% (vs. 2T18). O resultado consolidado desses negócios evoluiu consideravelmente, alcançando um lucro de R$ 76 milhões e ROAE de 26,0% no 2T19, informa a nota divulgada na CVM.
O resultado financeiro foi 46% superior em relação ao 2T18, impulsionado pelo desempenho das alocações em títulos com juros indexados à inflação, pré-fixados e ativos de renda variável. A rentabilidade trimestral da carteira (ex previdência) foi de 2,4% (158% do CDI) no trimestre e de 4,8% (157% do CDI) no semestre.
Como referência, a rentabilidade dos negócios da Empresa com capital ajustado (sem excesso) e considerando uma rentabilidade de investimentos de 100% do CDI seria de 23,6% no 2T19 e de 23,2% no 1S19.
Além da oferta de maior limite de cobertura, a companhia emite certificado no momento da aquisição do seguro
A AXA informa que fez alterações no produto de Riscos de Engenharia voltado a obras prediais de pequeno e médio portes da AXA no Brasil para chamar a atenção do mercado. Entre os principais atrativos estão o limite de cobertura, que chega até R$ 50 milhões dependendo da atividade, e a emissão imediata do boleto para pagamento e do certificado através da plataforma digital da seguradora, o e-solutions.
“Entendemos que havia espaço para aumentar os limites de cobertura – e chegamos a oferecer o dobro da capacidade que o mercado disponibiliza em plataformas digitais, o que é um grande diferencial para os corretores, que precisam de autonomia e agilidade. Nosso modelo vai ao encontro dessas necessidades”, afirma Gerson Raymundo, que está à frente do produto na AXA.
Recentemente, a seguradora promoveu seminários e webinars sobre o produto e o modelo de contratação digital para acelerar a produção dos corretores. Na plataforma, os parceiros também contam com suporte on-line da área comercial para tirar dúvidas, solucionar questões operacionais e administrativas, além de outros canais como a Central de Atendimento, e-mail e Whatsapp.
“A ideia é darmos suporte à venda e pós-venda, treinamentos, consultoria e ir além de uma ferramenta de cotação e emissão. A AXA tem o compromisso de estar próxima dos corretores e ter sempre um canal transparente e aberto para feedbacks e troca de experiências”, complementa Carla Almeida, Diretora de P&C da AXA no Brasil.
Atleta português João Macedo mostra como gerenciar riscos com segurança em esportes radicais
A MDS Brasil realizou na terça-feira o MDS Take-off: um evento com o objetivo de promover trocas de experiências sobre o desafio de lidar com riscos em todas as esferas profissionais, dentro e fora do universo empresarial. Ao estilo Happy Hour, o encontro aconteceu no restaurante Iulia, localizado no Jockey Club de São Paulo, e teve o big wave surfer internacional João Macedo como convidado de honra. O atleta, que já tem parceria com a MDS desde 2018, compartilhou vivências exclusivas do seu dia-a-dia e contou como gerencia as ameaças que envolvem o esporte que pratica.
O surf de ondas gigantes é, naturalmente, um esporte fascinante e cercado de riscos. Mas há formas de mitigá-los e atingir objetivos ousados a partir de um plano estruturado que prevê disciplina, treinamento, estudo e muita preparação. Ao fazermos um paralelo com o mundo corporativo, entendemos que, assim como o atleta de esportes radicais não quer arriscar sua segurança, as empresas também buscam antever e calcular os perigos a fim de preservar a sua perenidade.
“O risco está presente na vida de todos nós, por isso, antecipar obstáculos é o segredo para transformá-los em oportunidades, triunfar e atingir o sucesso. Nós da MDS acreditamos nessa premissa e temos como missão gerenciar ameaças e buscar alternativas para que os nossos clientes possam ir além”, afirma o Vice-Presidente de Riscos Corporativos e Resseguro, Thiago Tristão. “O seguro estabelece condições para que o segurado siga em frente e prospere, em qualquer situação”, finaliza o CEO da MDS Brasil, Ariel Couto.
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