D’Or Consultoria cria quiz sobre o Coronavírus

Questionário já teve mais de 300 mil acessos e tem como objetivo ajudar no combate à doença por meio da informação

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria uniu informação e entretenimento ao criar o quiz “Fato ou Fake?” sobre o Coronavírus. Com a chamada “E se as chances de contrair o novo coronavírus forem inversamente proporcionais ao seu conhecimento sobre ele?”, a empresa convida as pessoas a responderem a 20 afirmações sobre a COVID-19 e descobrirem se estão se protegendo contra a doença da forma adequada.

O quiz está fazendo tanto sucesso que já teve mais de 300 mil acessos e lidera o ranking de questionários desse tipo sobre Coronavírus no Google. “Essa é mais uma das iniciativas da D’Or Consultoria para levar informação interativa e de qualidade para a população. A ideia é utilizar o conhecimento como forma de auxiliar na prevenção contra a doença”, afirma o CEO da empresa, Bruno Iannuzzi.

Todas as afirmações são relacionadas a hábitos do dia a dia que devem ser adotados durante a pandemia. A cada resposta a que o usuário responde com “fato” ou “fake”,  há uma mensagem indicando se ele acertou ou não, seguida por uma explicação mais detalhada sobre a situação. 

Acesse em: www.dorconsultoria.com.br/coronavirus/quiz

Susep amplia acesso ao app da carteira de corretor Susep para Iphone

A partir de hoje o aplicativo “Corretores Susep” está disponível também para download via aparelhos com sistema operacional iOS. A inovação é parte do novo sistema de registro da Susep, que já reúne 24.740 profissionais

Fonte: Susep

Usuários de aparelhos com sistema operacional iOS, da Apple, já podem obter o app CORRETORES SUSEP para realizar o registro de corretor e obter a carteira digital pelo celular. A facilidade, que coloca o registro “na palma da mão” dos profissionais da área, foi lançada na última terça, inicialmente para usuários do sistema Android. A inovação é parte do novo sistema de registro da Susep, que já reúne 24.740 profissionais.

A autarquia investiu em tecnologia de ponta, segurança da informação e na experiência do usuário para agilizar a vida do corretor de seguros neste momento de desafio da pandemia. Assim, os profissionais podem fazer seu cadastro no celular, checar e compartilhar suas informações com clientes, além de ter à mão um canal direto com o órgão supervisor. Tudo de forma simples, online e gratuita.

A carteira de habilitação digital da Susep viabilizará a identificação dos profissionais cadastrados na autarquia, com foto e o número do registro e será mais uma opção para manter o corretor diretamente conectado com a Susep. O aplicativo abre caminho para outras facilidades que a Susep pretende garantir por meio da tecnologia, como acesso a notícias, informações atualizadas e pesquisas de opinião, que podem ser operacionalizados com o aplicativo.

Conexão – De acordo com o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação da Susep, Leonardo Brasil, o app CORRETORES SUSEP também será uma ferramenta de conexão entre o corretor e o consumidor, seja para confirmação do registro do corretor na autarquia ou mesmo para funcionar como um cartão de visitas. “Haverá um QR Code exclusivo à disposição dos profissionais que pode conectá-lo a seus contatos, além de outros processos de identificação digital no futuro”, diz.

Terão direito à habilitação digital da Susep os profissionais em situação regular no novo sistema de registro da Susep. O cadastro é gratuito e pode ser feito através do link. O recadastramento pode ser feito até o dia 31 de julho. A autarquia disponibilizou também um canal direto para dúvidas e sugestões de aprimoramentos: corretores@susep.gov.br.

A nova identidade digital do corretor de seguros é parte de um processo de modernização que a Susep vem implementando em todo o setor. Com esta iniciativa, evitam-se também os custos da emissão de um documento físico, além de permitir agilidade no envio e manutenção das habilitações para os corretores cadastrados.

Thiago Tristão assume a MDS RE

Objetivo é desenvolver e implementar soluções inovadoras de seguro e resseguro 

O Grupo MDS e a MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anunciam Thiago Tristão como novo CEO da MDS Re.  

A MDS RE é uma empresa do Grupo MDS especializada no desenvolvimento e negociação de soluções em Resseguro. A marca opera em países como Brasil, Portugal e África. Além de ser o único Lloyd’s Broker lusófono, é reconhecida por seu completo modelo de atuação, que abrange desde a concepção do programa de transferência de riscos até a colocação dos mesmos. A empresa, que oferece suporte aos clientes, consultoria customizada e colocação de resseguro para riscos tradicionais e emergentes, tem se mostrado fundamental para a integralização dos maiores riscos do Grupo, sobretudo nas carteiras de Property, Liability e Marine.  

O posicionamento de Tristão à frente da empresa permitirá ampliar ainda mais os negócios e a competitividade da marca, oferecendo soluções melhores e mais diversificadas aos clientes. Além do comando da MDS Re, o executivo também permanece como Vice-Presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil. “Este é um novo desafio, e nós da MDS Re estamos preparados para gerir todas as necessidades e requisitos de nossos clientes no que diz respeito a resseguro. Temos trabalhado com os principais mercados globais e atuamos na resolução de quaisquer colocações de riscos/demandas”, diz o executivo.  

Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduado em Gestão Estratégica de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, Thiago acumula mais de 20 anos de carreira, com sólido conhecimento nos Ramos Elementares e de Resseguros. O profissional tem passagem por alguns dos principais grupos seguradores do mundo e experiência em atividades relacionadas a planejamento estratégico, relacionamento com clientes e parceiros comerciais e geração de clima organizacional em altos patamares. 

“Temos certeza de que Thiago vai cumprir muito bem a missão de desenvolver e implementar soluções inovadoras de seguro e resseguro e trazer ainda mais valor à empresa. Acreditamos no enorme potencial de crescimento do mercado de resseguros e nas possibilidades que esse segmento proporciona ao cliente final”, afirma José Manuel Dias da Fonseca, CEO Global da MDS, que destaca a experiência de Thiago na condução dos negócios. “A capacidade técnica da equipe, somada ao aumento do apetite de riscos das seguradoras no Brasil, abre precedente para um aumento contínuo do número de negócios e justifica o reforço da estrutura da marca”, conclui o líder. 

Como os consumidores se comportarão no pós Covid-19, segundo estudo da Swiss Re

Swiss Re covid

A Swiss Re realizou o estudo COVID-19: dealing with the impact of a pandemic sobre o comportamento do segurado na Ásia em um mundo pós pandemia, a partir de pesquisa com 2,5 mil pessoas.  Apesar das diferenças culturais, muito pode ser aprendido. Leia as principais conclusões do estudo ressaltadas pelo consultor Francisco Galiza:

·         Crescimento dos problemas de saúde mental. No momento, 25% das pessoas estão com ansiedade ou excitadas.

·         Seguros devem ser vistos mais do que simplesmente o pagamento de sinistros. Outros pontos devem ser também agregados, como serviços médicos, além de excelência no atendimento on-line.

·         O seguro passou a ser considerado bem mais importante, com o aumento de interesse do consumidor por tal produto.

·         Ainda há um bom espaço para crescer. O texto estima uma lacuna na proteção da mortalidade – a falta de recursos financeiros que as famílias precisam para manter os padrões de vida antes de algum sinistro – de mais de US$ 80 trilhões em toda a região Ásia-Pacífico.

Lloyd’s of London estima pagar entre US$ 3 bi e US$ 4,3 bi em indenizações por Covid-19

John Neal

Fonte: Reuters

O Lloyd’s de Londres estima pagar entre US$ 3 bilhões e US$ 4,3 bilhões em pedidos de indenizações relacionadas à pandemia de coronavírus, valor semelhante às perdas dos ataques de 11 de setembro, informou nesta quinta-feira. As perdas globais com subscrição e investimentos podem atingir um recorde de US$ 203 bilhões em 2020, acrescentou.

A Zurich Insurance anunciou na quinta-feira que espera US$ 750 milhões pela pandemia no segmento de seguros gerais (no life) neste ano. As seguradoras também perderam dinheiro devido à queda dos mercados financeiros, com perdas em investimentos que usam para pagar os sinistros relatados. “Acho que ninguém em nosso setor jamais viu os dois fatos acontecerem ao mesmo tempo”, disse à Reuters o presidente-executivo do Lloyd’s, John Neal. As perdas de investimento foram de US$ 96 bilhões.

As previsões globais de perdas seguradas de US$ 107 bilhões são semelhantes às perdas por catástrofes naturais em 2005, lideradas pelos furacões Katrina, Rita e Wilma e em 2017, incluindo os furacões Harvey, Irma e Maria, informou o Lloyd’s.

As estimativas do Lloyd’s não incluem seguro de vida e consideram medidas contínuas de distanciamento e lockdown em 2020, bem como uma queda no PIB global. A maior parte das perdas de seguros considera o cancelamento ou adiamento de grandes eventos em todo o mundo, incluindo as Olimpíadas, reclamações lucros cessantes e crédito comercial.

Neal disse que o setor de “Property” do Reino Unido representa menos de 2% do mercado dos negócios do Lloyd’s, acrescentando que “quaisquer reivindicações válidas devem ser pagas”.

As seguradoras de vida também estão sendo atingidas pela crise, principalmente porque as medidas de lockdown impedem que os agentes atendam aos clientes. A Prudential disse na quinta-feira que suas vendas no primeiro trimestre na Ásia caíram 24% e espera um segundo trimestre desafiador.

Mas a crise também cria oportunidades para novos produtos. O Lloyd’s está subscrevendo riscos de ensaios clínicos e está considerando o seguro de longo prazo após o evento para ajudar as empresas a se recuperarem de pandemias, incluindo o COVID-19.

É improvável que a sala de subscrição do Lloyd’s, que recebe quase 50 mil pessoas, seja aberto antes de agosto, disse Neal. Mas parte da equipe do Lloyd’s pode começar a retornar à torre da City de Londres em junho, acrescentou.

Liberty Mutual lucra US$ 519 milhões no 1. tri de 2020

liberty mutual

A exposição do COVID-19 no setor de seguros “ainda está sendo apurada e não impactou materialmente nossos resultados no primeiro trimestre”, afirmou David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual

A Liberty Mutual Holdings Co. reportou lucro líquido de US$ 519 milhões no primeiro trimestre de 2020, US$ 150 milhões a menos que o ganho obtido no mesmo período do ano passado, mas uma recuperação do prejuízo líquido de quase US$ 300 milhões divulgado no quarto trimestre de 2019. Os prêmios emitidos totalizaram US$ 10,04 bilhões no trimestre, um aumento de 3,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019.

A seguradora teve perdas líquidas realizadas de US$ 247 milhões no primeiro trimestre de 2020, em comparação com US$ 250 milhões em ganhos líquidos realizados no trimestre do ano anterior, em grande parte devido a um declínio no valor de mercado da Liberty Mutual, com ações afetadas pela volatilidade do mercado em torno do COVID-19.

A exposição do COVID-19 no setor de seguros “ainda está sendo apurada e não impactou materialmente nossos resultados no primeiro trimestre”, afirmou David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual, em comunicado divulgado nesta quinta-feira. “No futuro, esperamos que o impacto no seguro seja semelhante ao que experimentamos para uma perda de catástrofe de tamanho médio”.

O índice combinado da seguradora no primeiro trimestre de 2020 retornou a 96,3%, o mesmo relatado no primeiro trimestre de 2019 e uma melhoria em relação ao índice combinado de 106,7% reportado no quarto trimestre de 2019. A empresa registrou uma receita de US$ 10,5 bilhões, queda de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2019.

Embora o portfólio geral de investimentos da seguradora estivesse “relativamente bem posicionado” antes do início da pandemia, a empresa espera que o COVID-19 tenha impacto sobre os seguros com maior exposição em crédito comercial, responsabilidade geral, remuneração dos trabalhadores e cancelamento de eventos, segundo Long. “Com relação à lucros cessantes, não esperamos ter perdas materiais em nossas apólices”, disse ele.

Justiça do Rio nega liminar para pedido de suspensão de cadastro de corretores; Fenacor vai reagir

23.614 profissionais já fizeram registro/recadastramento na Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que depois da Justiça de Tocantins e da 5ª Vara Federal do Rio de janeiro terem negado liminar contra o sistema de recadastramento de corretores implantado pela Susep, agora foi a vez da 2ª Vara da Justiça Federal do Rio negar o mesmo pedido. Na decisão, o Juiz ressaltou as informações da autarquia: “A Susep demonstrou que, com a revogação da MP 905/2019, que desregulamentar o mercado de intermediação, extinguindo a necessidade de habilitação e registro de corretores de seguro, os profissionais não registrados que começaram a atuar na vigência dela foram jogados em uma espécie de “limbo”, do qual só poderiam sair com a criação de um sistema de registro rápido e eficaz para que pudessem voltar a operar no mercado de seguros. Nessa linha, foi criado o sistema combatido pela autora, que simplificou e agilizou o cadastramento e o recadastramento dos corretores, afastando a necessidade de intermediação por entidade autorreguladora (…)”

O juiz destacou ainda que “Desenvolvimento de software não é atividade que se encerra com a implantação do programa; a etapa de manutenção, tão ou mais relevante, é perene: perdura enquanto ele estiver em uso.”
Acesse aqui a decisão proferida pelo Juiz titular da 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Realizado em plataforma exclusiva, o cadastro online e gratuito é feito por meio do novo sistema de registro de corretores, implementado pela Susep no dia 22 de abril. Neste período, 23.614 profissionais já se cadastraram na plataforma, garantindo o exercício pleno e regular da profissão. Desses, 3.201 são novos registros e 20.413 são profissionais que fizeram o recadastramento.

O recadastramento poderá ser realizado até o dia 31 de julho. O registro para o exercício da atividade de corretor de seguros voltou a ser obrigatório com a revogação da MP 905/2019. Para garantir agilidade e eficiência no processo para a categoria neste momento, a Susep inovou com a plataforma digital.

Fenacor – A Federação Nacional dos Corretores informou em nota aos corretores de seguros e ao mercado que continuará buscando na Justiça a suspensão do processo de recadastramento realizado pela Susep “através de um sistema frágil, falho e sujeito a fraudes, embora respeite a decisão inicial do juiz da 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que não deferiu a liminar solicitada por esta Federação, sem, contudo, julgar o mérito da questão, que ainda será discutido.”.

Leia a íntegra: A Fenacor continua tendo a convicção que a utilização desse sistema, que não atende aos requisitos básicos exigidos por lei, coloca em risco e pode trazer prejuízos consideráveis para milhares de profissionais corretores de seguros e para as empresas corretoras de seguros.

Portanto, a Federação recorrerá e permanecerá lutando em todas as instâncias possíveis na defesa da categoria e dos interesses dos corretores de seguros. Não desistiremos diante de um percalço inicial nesta batalha, pois nossa causa tem o necessário suporte da justa razão como será provado mais adiante.

Nesse contexto, destacamos ainda que, embora tenha indeferido o pedido de tutela de urgência, o próprio juiz ressaltou, em um trecho do seu despacho, “ser bem possível que o Sistema de Registro de Corretores padeça de diversos defeitos”.

Por fim, confiamos que, em sua decisão final, o magistrado levará em consideração os consistentes argumentos apresentados para justificar a suspensão do uso desse sistema e, consequentemente, do recadastramento feito dessa forma e neste momento inadequado.

Liberty Seguros reúne mil corretores em webinar sobre economia

Intitulado “Liberty Vai Até Você – Edição Especial”, evento discutiu os principais desafios econômicos do período com a jornalista Denise Barbosa e o economista Antônio Correia de Lacerda

Fonte: Liberty

Com o objetivo de analisar o atual cenário econômico do país durante a pandemia da COVID-19, os efeitos que as mudanças vêm provocando no setor de seguros e as alternativas para superar as adversidades trazidas pela crise, a Liberty Seguros reuniu na última quinta-feira, 06, mil profissionais para um webinar interativo online. O evento, intitulado “Liberty Vai Até Você – Edição Especial: Talk show decifrando a economia para superar a crise”, contou com a participação de Carlos Magnarelli, CEO da seguradora, Dennis Milan, Diretor de Operações e Sinistros e Marcos Machini, Vice-Presidente Comercial.

“Desde o início da pandemia, o principal objetivo da Liberty segue o mesmo: proteger as nossas pessoas. Ampliamos o home office para quase 100% dos nossos colaboradores, simplificamos nossos processos, expandimos nossos serviços digitais e contribuímos com a sociedade através de doações para instituições de saúde e para a alimentação de milhares de pessoas”, afirma Carlos Magnarelli, CEO Liberty Seguros.

O webinar foi mediado pela jornalista Denise Barbosa e contou com insights do economista Antônio Correia de Lacerda. Além das análises do cenário e os impactos da COVID-19 para as empresas, corretores e profissionais do setor segurador também receberam dicas de como explorar oportunidades de negócio nesse cenário, como por exemplo, o crescimento da procura pelos seguros de vida.

“A Liberty Seguros tem investido durante os últimos anos em desenvolvimento de pessoas, novos processos e tecnologias para termos um atendimento ágil e acolhedor para todos os públicos. Por esta estratégia sólida e consistente, conseguimos rapidamente nos adequar aos novos desafios durante este período de quarentena. A companhia já possuía processos digitais eficientes para clientes e corretores que foram essenciais para este momento, como por exemplo, o aviso de sinistro online que já representa 70% do total de avisos e a Auto-Vistoria Prévia por imagem que atingiu 100% das vistorias e resultados em menos de 2 horas, avaliadas pela nossa equipe interna”, afirma Dennis Milan, Diretor de Operações e Sinistros.

Além das contribuições de cada executivo da companhia, o evento também deu espaço para perguntas de corretores de todo o país.

“Para ampliar o conhecimento e as carteiras dos nossos parceiros nesta fase, a Liberty também oferece mais de 100 opções de treinamentos de variados temas, que vão desde mindfulness e inovação a planejamento, gestão estratégica e liderança positiva. Além disso, nossos corretores podem contar com um serviço exclusivo de helpdesk à disposição para auxiliá-los em seu home office”, finaliza Marcos Machini, Vice Presidente Comercial.  

Clique aqui para conferir o Webinar completo gravado.

Coface prevê queda de 6,5% do PIB em 2020

queda do pin

Um resumo interessante sobre a situação do Brasil elaborado pela seguradora Coface, especialista em seguro de crédito

A seguradora Coface, especialista em seguro de crédito, prevê uma queda de 6,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020.

Veja a análise:

Desde que o primeiro caso de COVID-19 foi registrado no Brasil, no dia 26 de fevereiro 2020, o vírus se espalhou em todos os estados do país. No dia 11 de maio 2020, o Brasil tinha 162.699 casos confirmados e 11.123 mortes. Mas, vale ressaltar que, devido aos testes limitados, o número de casos pode ser substancialmente maior (dificultando traçar uma trajetória precisa da evolução do vírus no país).

Além disso, a má gestão da propagação do vírus coloca o país não apenas como epicentro em nível regional, mas também comparado a outros países emergentes. Considerando o último grupo, em termos de casos confirmados, o Brasil fica atrás só da Rússia, enquanto lidera o ranking em termos de mortes. Além disso, como se a batalha do COVID-19 não fosse suficiente, o ambiente político do país piorou.

No dia 16 de abril 2020, em meio à pandemia, o presidente Bolsonaro demitiu seu popular ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, por causa de fagulhas sobre a gestão de crises em saúde. O ex-ministro defendeu o isolamento social, enquanto Bolsonaro subestimou o COVID-19, defendendo o isolamento apenas pelos grupos de risco. Após uma semana, o país acompanhou mais um confronto político que novamente desviou o foco da emergência de saúde.

No dia 24 de abril 2020, o ministro da Justiça Sergio Moro, conhecido por seu trabalho anterior como juiz envolvido na investigação de corrupção da Lava-Jato, renunciou e acusou Bolsonaro de tentar interferir nas investigações da Polícia Federal. De maneira geral, os fatores mencionados aumentaram o grau de incerteza em relação à governabilidade, ao cenário de crescimento e à dinâmica da dívida pública.

Por quê? – Desde a crise de 2015-2016, quando a economia sofreu uma queda de 6,8%, o PIB do Brasil não decolou (subiu de 1,1% em 2019). No início de 2020, a perspectiva foi um pouco mais otimista impulsionada pela ideia que a aprovação da tão necessária reforma previdenciária de Outubro de 2019 melhoraria a confiança na economia e abriria o caminho para outras reformas pró-negócio (como a reforma tributária e a redução da rigidez dos gastos públicos).

No entanto, a atividade econômica no inicio de 2020 permaneceu no mesmo nível baixo (PIB subiu aproximadamente 0,6% YoY em fevereiro 2020 ou 0,66% no acumulado em 12 meses). Com relação às medidas de contenção do surto e mobilidade da COVID-19, na ausência de medidas nacionais, os governos estaduais começaram a impor bloqueios a partir da segunda quinzena de março 2020.

Isso criou atritos entre Bolsonaro e os governadores, mesmo após o judiciário garantir o direito dos governadores de implantar medidas de isolamento. De fato, a falta de coesão política entre as autoridades ajuda a explicar a aderência relativamente fraca ao Lockdown e, portanto, o aumento exponencial dos casos. De acordo com o rastreador de tendências de mobilidade da Apple, no dia 9 de maio 2020, a movimentação de pedestres estava apenas 47% abaixo do nível pré vírus no país.

Como referência, isso é bem menos do que podemos observar no país vizinho como a Argentina (-75%), que relatou a primeira morte antes do Brasil, mas se saiu muito melhor ao achatar a curva de contágio (6.034 casos e 305 mortes no dia 11 de maio 2020). Além dos indicadores preliminares de alta movimentação para o período COVID-19, houve uma forte contração.

A produção industrial caiu de 9,1% mês-após-mês em março, a segunda queda mais acentuada da história da série (logo acima de maio de 2018, quando uma greve de caminhoneiros atingiu o país). Paralelamente, a produção de veículos caiu 99% ano-após-ano em abril 2020, indicando uma queda ainda mais acentuada do total da produção industrial nesse mês em comparação a março.

Finalmente, o índice de vendas no varejo chamado IGet (com base em dados de transações com cartão de crédito e débito) indica que as vendas oficiais no varejo mais amplas, que incluem materiais de construção e veículos, diminuíram 29,4% mês-após-mês e 41,1% ano-após-ano em abril 2020.

Riscos – Semelhante a outras economias emergentes, o mercado financeiro brasileiro foi duramente atingido pela crise do COVID-19. As saídas líquidas de carteira de investidores estrangeiros do Brasil acumularam US$ 23,4 bilhões nos primeiros quatro meses do ano e o Real (BRL) desvalorizou em cerca de 40% em relação ao dólar (USD).

De um lado, o desempenho negativo acumulado acima do ano anterior é suavizado pela posição externa relativamente forte do Brasil (o governo é um credor líquido em moeda estrangeira e as reservas cambiais cobrem aproximadamente 24 meses de importações). Do outro lado, existem vários riscos adicionais:

• Incerteza quanto à duração da crise do COVID-19: claramente, quanto mais extensa, pior será o impacto na atividade. Como mencionado anteriormente, a falta de uma política nacional clara para combater o vírus tem sido prejudicial. De fato, como o sistema de saúde está considerável sob tensão, os estados estenderam seus bloqueios e, em alguns casos, fortaleceram ainda mais os controles.

• Medidas agressivas de estímulo fiscal e sustentabilidade da dívida: as medidas de estímulo anunciadas até o momento representam cerca de 8% do PIB, das quais o impacto direto no déficit primário de 2020 é estimado em 4,8% do PIB.

Embora a crise inesperada e aguda exija uma rápida resposta contra cíclica dos políticos, isso certamente agravará a já fraca trajetória das contas públicas (a dívida pública bruta atingiu 78% do PIB em março 2020). Além disso, o legislativo aprovou um pacote de ajuda financeira aos estados e municípios para lidar com as perdas de receita tributária durante o período COVID-19 (totalizando aproximadamente 1,7% do PIB). Por fim, a erosão das perspectivas fiscais (e consequente aumento do prêmio de risco) poderia limitar o espaço/silenciar a eficácia da atual política monetária de flexibilização do banco central (taxa de política atualmente no mínimo histórico de 3% p.a.)

• O ambiente político deteriorado ameaça a agenda de reformas e no pior cenário de risco poderia levar a um processo de impeachment. Após a acusação de Moro, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu uma investigação. Como parte da investigação, Moro testemunhou na polícia federal e afirmou que, em uma reunião dois dias antes de sua demissão, Bolsonaro solicitou a substituição do diretor da polícia federal e pediu acesso aos relatórios de inteligência. No dia 8 de maio 2020, a Advocacia Geral da União entregou ao STF o vídeo da reunião mencionada (o conteúdo está atualmente em sigilo).

O cronograma de investigação ainda é incerto. Entretanto, enquanto isso, Bolsonaro está trabalhando para melhorar sua base aliada no congresso (o legislativo pode destituir um presidente por maioria de dois terços em ambas as casas). Bolsonaro ofereceu posições em seu governo a alguns partidos do ‘centrão’ ideologicamente vazios. Finalmente, porém importante, seu índice de aprovação, embora em declínio, ainda está em um nível decente.

Segundo a pesquisa XP/Ipespe, a soma de pessoas que consideraram o governo bom ou ótimo caiu de 31% no dia 24 de abril 2020 para 27% no dia 30. Como referência, quando a ex-presidente Dilma Rousseff foi cassada em 2016, seu índice de aprovação era de 8%. No entanto, à medida que os efeitos negativos da crise se tornam mais visíveis e as quarentenas começam a diminuir, o descontentamento com o governo pode aumentar ainda mais.   

Tokio Marine amplia serviço de orientação médica online para clientes do seguro residencial

Companhia disponibiliza Einstein Conecta para as categorias de Assistência Especial e VIP do produto

Fonte: Tokio Marine

Em um momento em que a tranquilidade e a segurança estão associadas à prevenção e ao isolamento social, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, amplia soluções que contribuem para que seus Clientes fiquem em casa com saúde e comodidade. Com esse objetivo, a Seguradora passa a oferecer o serviço de telemedicina do Hospital Israelita Albert Einstein aos contratantes do Seguro Tokio Marine Residencial.

“Acreditamos que a missão do Seguro é oferecer tranquilidade e segurança às Pessoas. Nossos Clientes já conhecem e confiam na nossa atuação protegendo um de seus bens mais valiosos, que é a sua casa. Essa, portanto, é mais uma iniciativa para que nossos Segurados se sintam cada vez mais amparados pela Tokio Marine e desfrutem de saúde e qualidade de vida neste período tão complicado para todos”, explica o Diretor Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman. 

Trata-se do Einstein Conecta, serviço de orientação médica a distância com suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana, disponível para utilização dentro e fora do Brasil, e realizado pelos médicos do Einstein, profissionais de saúde com ampla experiência e conhecimento 

A Seguradora, que já oferecia o serviço aos produtos Tokio Marine Vida Individual Homem, Mulher e Sênior, o disponibiliza agora também aos titulares das apólices de Seguro Residencial que tenham contratado os planos Especial e VIP de Assistência. Diante de uma indisposição ou mal-estar em que apresente sintomas de baixa complexidade – como febre, gripe, dor de garganta, dor de cabeça, náuseas, alergias, entre outros -, o Segurado poderá utilizar o serviço de orientação médica para obter uma indicação adequada de como agir, de acordo com o quadro. Além disso, o Einstein Conecta ainda oferece o armazenamento das informações sobre o paciente em prontuário eletrônico, ao qual o Segurado terá acesso sempre que precisar e inclui prescrição médica para compra de medicamentos quando necessário, mais um diferencial do serviço.