MAG Seguros lança portal de gestão de vida em grupo

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros lança mais uma ferramenta de apoio ao dia a dia dos corretores. O portal de Seguros Coletivos tem como objetivo ajudar estes profissionais na gestão dos contratos de vida em grupo. “A iniciativa da companhia em lançar esta ferramenta garante ao corretor ainda mais gestão sobre a sua carteira, contribuindo diretamente o seu dia a dia. Tudo isso com autonomia e agilidade. Com este lançamento, reforçamos ainda mais o nosso compromisso firmado de ser a seguradora parceira destes profissionais”, explica Osmar Navarini, diretor Comercial da MAG Seguros. 

Com o Portal de Seguros Coletivos da MAG Seguros será possível realizar ações como a gestão dos contratos, emissão de certificados, realizar abertura de sinistro, verificar informações de faturamento, analisar a base de clientes e abrir chamados específicos para a seguradora, bem como realizar o seu devido acompanhamento. 

“Estamos desenvolvendo cada vez mais recursos e soluções que facilitem a atividade dos corretores e possam ajudar na gestão e geração de mais e melhores negócios”, finaliza Navarini. 

10 medidas para combater crimes cibernéticos durante home office

riscos ciberneticos

Especialistas da AGCS destacam uma série de precauções que podem ajudar colaboradores a combater melhor os desafios cibernéticos que o Covid-19 traz

Fonte: Bloomberg

O coronavírus está mudando a maneira como as pessoas trabalham e interagem. Muitas empresas estão expandindo sua capacidade de trabalho remoto e isso, em alguns casos, acaba por reduzir os padrões de segurança de TI. Como consequência, cibercriminosos e hackers entram em sistemas corporativos que antes estavam protegidos, causando violações de dados, chantagem cibernética e falhas nos sistemas.

De acordo com o Allianz Risk Barometer, uma pesquisa anual com mais de 2.700 especialistas em gerenciamento de riscos em todo o mundo, o risco cibernético já era classificado como a principal ameaça para as empresas em 2020 antes mesmo do surto de coronavírus. Os ataques de BEC (Business Email Compromise) ou ataques de spoofing, que geralmente envolvem e-mails para enganar os colaboradores que acabam revelando informações confidenciais ou valiosas, resultaram em perdas fraudulentas superiores a US$ 20 bilhões desde 2016.

Estima-se que entre 50% e 90% das violações de dados sejam causadas ou incentivadas pelos próprios funcionários, seja por simples erro ou por serem vítimas de phishing ou engenharia social. Infelizmente, o aumento significativo de pessoas trabalhando em casa por causa da pandemia do novo coronavírus e que acessam a rede corporativa com uma conexão de rede virtual privada (VPN), apenas aumenta esses riscos, oferecendo uma oportunidade perfeita para os criminosos cibernéticos, como eventos recentes demonstram muito bem.

Em alguns países, dados mostram que o número de tentativas de ataques cibernéticos aumentou cinco vezes entre meados de fevereiro e meados de março. Em abril, o Google detectou e bloqueou mais de 18 milhões de e-mails de malware e phishing e 240 milhões de mensagens de spam diárias relacionadas à pandemia em uma única semana. No total, a gigante da tecnologia bloqueia mais de 100 milhões de e-mails de phishing por dia.

No boletim de risco: Coronavírus: Mantendo a Cyber Segurança Durante a Pandemia, especialistas da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) apresentam dicas e medidas para combater ataques via internet que se aplicam a todos os dispositivos, incluindo os fornecidos pelas empresas para os colaboradores usarem.

Confira:

1. Manter softwares e navegadores web atualizados;

2. Ativar a proteção contra vírus e firewalls;

3. Ser cada vez mais cauteloso sobre o compartilhamento de dados pessoais;

4. Manter as senhas seguras e alterá-las regularmente. A regra geral: quanto mais longa, melhor;

5. Proteger emails confidenciais com criptografia e ter cuidado com anexos suspeitos, especialmente se o remetente for desconhecido;

6. Fazer backups regulares;

7. Desligar dispositivos inteligentes ativados por voz e cobrir webcams quando não estiverem em uso;

8. Identificar todos os participantes em reuniões online;

9. Fazer logout quando os dispositivos não estiverem mais em uso e mantê-los seguros;

10. Seguir as práticas de segurança para imprimir e manusear documentos confidenciais.

Lucro operacional da Allianz cai 22,2% no 1o. trimestre, para € 2,3 bilhões

A seguradora alemã Allianz informou que o lucro operacional caiu para € 2,304 bilhões (-22,2%), enquanto que o volume de negócios melhorou nos primeiros três meses do ano para € 42,600 bilhões (+ 5,7%). “A turbulência causada pelo COVID-19 nos mercados financeiros e a paralização da economia pioraram notavelmente as condições do setor de Serviços Financeiros”, disse a Allianz ao apresentar o balanço.

A empresa está preparada para superar a crise com um portfólio de negócios bem diversificado e um balanço robusto e considera que alcançou um bom resultado no primeiro trimestre.

O presidente da Allianz, Oliver Bäte, disse que “o primeiro trimestre mostra a força da Allianz nessa situação sem precedentes.” O negócio de seguros gerais reduziu o lucro operacional para € 1,032 bilhão (-29,1%) devido ao aumento das perdas por catástrofes naturais e aos efeitos do COVID-19. Os seguros de Vida e Saúde também pioraram o resultado operacional para € 819 milhões (-25,3%) devido à queda nas margens dos investimentos de capital pelas turbulências nos mercados financeiros e ao aumento dos custos nos EUA, mas a gestão de ativos melhorou até € 679 milhões (+ 18,6%).

A Allianz tinha no primeiro trimestre um índice de capitalização de acordo com os regulamentos de supervisão do Solvência II de 190% (218% no ano anterior e 212% no final de dezembro).

A Allianz eliminou os prognósticos de lucro operacional para 2020 entre € 11,500 e € 12,500 bilhões devido à pandemia e, por enquanto, não fará novas previsões até que possa calcular melhor os efeitos da crise.

Participe do webinar do Lloyd’s of London

lloyds of London

O evento será realizado em inglês, português e espanhol, nos dias 3, 5 e 9 de junho

Quem quiser saber um pouco mais sobre o Lloyd’s of London, que na minha opinião é o mais deslumbrante mercado de seguros, deve se inscrever no webinar que sera realizado em três datas e três línguas. Veja abaixo datas, horários e como se inscrever na nota divulgada:

Nas circunstâncias atuais, e aproveitando as ferramentas de conectividade que todos usamos diariamente, gostaríamos de oferecer a você e aos membros de sua equipe um webinar de uma hora, com o objetivo de explicar “Como funciona o mercado do Lloyd’s “.

As apresentações abrangerão tópicos como a história do Lloyd’s, o que são “Membros”, “Sindicatos”, “Agentes Gestores”, “Coverholders”, a “Cadeia de segurança do Lloyd’s” e as iniciativas atuais do Lloyd’s.

Tendo em vista que a América Latina e Caribe é uma região vasta, você pode escolher o idioma e a data que melhor lhe convier:

Clique aqui para registrar sua opção!

  • Inglês – 3 de junho às 15h:00, horário do leste dos EUA – Palestrante Daniel Revilla
  • Português – 5 de junho às 16h:00, horário de Brasília – Palestrante Marco Castro
  • Espanhol – 9 de junho às 15h:00, horário do leste dos EUA – Palestrantes Yelhis Hernandez e Sebastian Gomez

Covid-19: Temor de recessão global é o que mais preocupa os executivos, revela estudo

zurich estudo

Há grande preocupação também com crises geopolíticas, aprofundamento da crise ambiental, desemprego estrutural e aumento de restrições na circulação de bens e pessoas no pós-Covid

O temor de uma recessão global está no topo de suas preocupações, alerta o estudo “Covid-19 Risks Outlook: Um mapeamento preliminar e suas implicações”, divulgado pela Zurich Insurance Company Ltd, Marsh & McLennan Companies e World Economic Forum. O relatório que avalia os desafios globais nos próximos 18 meses na visão de 350 gestores seniores de risco.

A quebra de empresas, consolidação de indústrias e ruptura em cadeias de suprimentos, os riscos de um aumento de cyber ataques e fraudes de dados, também preocupam os executivos. Há grande preocupação também com crises geopolíticas, aprofundamento da crise ambiental, desemprego estrutural e aumento de restrições na circulação de bens e pessoas no pós-Covid.

Apesar de apontar para um momento de alta sensibilidade, o estudo abre a oportunidade para empresas e governos reavaliarem suas políticas. Conhecendo os riscos, temos a chance de corrigir rotas e criar as condições para a retomada da prosperidade nos próximos anos. Trata-se de uma leitura fundamental para entender o cenário que se avizinha.

Luto

É com profunda consternação e pesar que a diretoria executiva e o conselho consultivo do CVG-RJ comunica o falecimento nesta sexta-feira, dia 22 de maio, do fundador e primeiro presidente do CVG-RJ, Minas Mardirossian.

Profissional dedicado ao mercado de seguros, com notório saber deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica.

Em 65, Minas e o amigo segurador, Carlos Sampaio Salgado, convidaram para um almoço os responsáveis pela área comercial de seguro de vida em grupo das 22 seguradoras que operavam no ramo.  Todos compareceram e o saldo do encontro promovido por eles na Casa Americana, no Centro do Rio, foi a decisão de criar o Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), pioneiro dos CVGs no país. 

Em 1966, uma nova reunião do grupo foi registrada em ata a fundação do CVG-RJ e aprovado o estatuto do CVG-RJ, sociedade civil sem fins lucrativos. Os participantes elegeram, por aclamação, em chapa única, Minas Mardirossian para a presidência. Tornou-se, o primeiro presidente da instituição.

Para o presidente do CVG-RJ, Octávio Perissé, a perda de Minas Mardirossian “enluta todo mercado segurador. Todos que tiveram oportunidade de conviver com este verdadeiro ícone do setor lamentam esta perda irreparável para o nosso mercado. Ele deixa um legado memorável. E muitas lições e ensinamentos sobre este setor tão importante de nossa indústria. Além de ser um amigo, colaborador e pessoa humana íntegra, solidária e dedicada, que fará falta no nosso convívio pessoal e profissional”.

Brasilprev anuncia Rodrigo Mucelin como sup. de Gestão Estratégica

Executivo terá como atribuições o planejamento e execução da estratégia da companhia, a gestão dos processos e do portfólio de projetos

Fonte: Brasilprev

Líder de mercado e referência em previdência privada, a Brasilprev anuncia Rodrigo Mucelin como novo superintendente de Gestão Estratégica. Entre suas atribuições estão o planejamento e execução da estratégia da companhia, a gestão de processos e do portfólio de projetos e representação em órgãos como a FenaPrevi, CNSeg e outros.

Formado em Sistemas de Informação e com especialização em Engenharia Econômica pela Universidade da Região de Joinville, Rodrigo possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas, além de ser certificado CFP (Certified Financial Planner).

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, atuou como superintendente responsável pelas áreas de Finanças, Controladoria e Gestão das Participações da BB Seguridade. Foi membro dos Comitês Financeiros da Brasilprev, Brasilcap, Brasilseg e da própria BB Seguridade, do Comitê de Investimentos do IRB Brasil Re e do Comitê de Gestão da Brasildental.

Novo marketplace chega ao mercado para unir corretores de seguros e cotações online

Segfy

Meu Seguro Novo foi lançado em Abril e visa levar leads qualificados para os corretores de seguros cadastrados na ferramenta

Fonte: Segfy

Mesmo em meio a crise mundial causada pelo Coronavírus, as insurtechs seguem desenvolvendo novas soluções que otimizam o desempenho do corretor de seguros. Seguindo essa onda, neste mês de maio, chegou ao mercado o Meu Seguro Novo. Um marketplace, criado pela startup curitibana Segfy, que otimiza, de maneira online, o fechamento de uma apólice de seguro.

A experiência do usuário é prática e intuitiva para que, em poucos minutos, receba as melhores propostas para a sua necessidade. O diferencial do Meu Seguro Novo é a inclusão do corretor de seguros nesse processo. O cliente acessa a ferramenta, seleciona o segmento de seguro correspondente a sua necessidade, preenche alguns dados e em poucos minutos receberá o contato do corretor com as melhores opções de cotação.

Corretor de Seguros, protagonista na ferramenta

O novo marketplace foi desenvolvido para que, corretor e segurado, participem ativamente do fechamento da apólice. O processo de compra é consistente e intuitivo para que ambos tenham uma experiência rápida dentro da ferramenta.

Os corretores de seguros que investirem nesta ferramenta terão a vantagem de receber os leads qualificados e prontos para o fechamento de uma apólice. É nisso que Marcos Villa, CEO da Segfy, aposta para obter sucesso.

“O marketplace foi desenvolvido pensando em trazer novas oportunidades que queiram contratar seguros, não apenas entusiastas. Para isso, todo o projeto está sendo concebido pela nossa equipe. Importante salientar, que o corretor de seguros é o protagonista da solução”.

A plataforma conta com mais de 3 mil corretores de seguros disponíveis para atender a demanda, organizados por uma fila dentro do marketplace para receber cada lead que der entrada após preenchimento do formulário. Ao fechar a apólice com esse lead, o corretor poderá gerir todos os dados deste novo contrato.

Ao corretor que já é cliente da Segfy, existe uma vantagem de poder transitar entre as listas de clientes da ferramenta de Gestão e do Meu Seguro Novo. Com isso, é possível saber por qual via o lead chegou e está sendo gerenciado.

Inovação e otimismo – O projeto desenvolvido pela Segfy espera preencher uma brecha no mercado de seguros online, priorizando a segurança de fechar uma apólice online com um corretor de seguros, regularizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A empresa prevê que 1 milhão de usuários sejam impactados pela plataforma e se tornem oportunidades de venda para os corretores. Com base nesses dados, Dielson Haffner, Diretor de Negócios da Segfy, espera que o lançamento do marketplace aqueça as vendas.

“Nossa missão é proteger financeiramente o futuro das pessoas. Dessa maneira, transcendemos o universo de cotação online. Com a nova solução, queremos impactar mais o mercado brasileiro como um todo. Sem dúvidas, o lançamento do Meu Seguro Novo chega para entregar os melhores benefícios, e isso fará com que haja consumidores ainda mais exigentes”.

Busca de seguro por profissionais da saúde triplica no Santander

Foram vendidas 5,3 mil apólices, garantidas pela Zurich, em um mês

O Santander registrou até o início de maio, quando completou um mês de existência do Seguro de Vida para profissionais da saúde, 5.331 contratações e não houve registro de sinistro aberto no período. O produto é garantido pela Zurich Santander. No mesmo mês do ano passado (abril), entre todos os seguros de vida oferecidos para os mesmos especialistas, as vendas somaram 1.634 apólices, liderados pelos médicos, técnicos em enfermagem e enfermeiros – mais que o triplo de proteções. E até o dia 20, foram registradas a soma de mais de 10 mil vendas ante 2.583 no acumulado do mesmo período do ano passado. 

Além desses profissionais, o seguro de vida Santander foi pensado em atender aos fisioterapeutas, farmacêuticos, biomédicos, odontólogos, instrumentadores cirúrgicos, terapeutas ocupacionais, técnicos em análises clínicas, exames, laboratórios e raio-x, nutricionistas e psicólogos.

O produto está com desconto de 40% em seu preço (se comparado ao Seguro Vida Select), carência zero para morte de qualquer causa até 31 de junho e cobertura de R$ 100 mil a R$ 1 milhão. Lembrando também que a Zurich Santander incluiu a indenização sobre as possíveis ocorrências relacionadas à covid-19 para as apólices vigentes dos seguros de Vida, Habitacional, Prestamista, Acidentes Pessoais, assistência médica no Viagem e Previdência, que não haviam cobertura para pandemias.    

IRB Brasil negocia comprar carteiras de rivais no Brasil e no exterior, dizem fontes à Reuters

Fonte: Reuters

O IRB Brasil está em negociações avançadas para comprar carteiras de resseguros no Brasil e na América Latina, à medida que rivais estrangeiras reduzem operações na região, disseram à Reuters duas fontes próximas à empresa. 

Com a crise econômica deflagrada pela Covid-19, algumas resseguradoras globais têm mostrado interesse em sair total ou parcialmente da América Latina para se concentrar nas regiões de suas matrizes, Estados Unidos e Europa, abrindo espaço para consolidação, disseram as fontes, sem revelar nomes das empresas. 

“A crise está acelerando movimentos no setor”, disse uma das fontes. “E o IRB está negociando a compra de carteiras e fazendo alianças com mais seguradoras”, acrescentou a outra fonte, ambas pedindo anonimato, porque o assunto não é público. 

Embora haja cerca de uma centena de resseguradoras autorizadas a operarem no Brasil, esse mercado é bastante concentrado no país, com o IRB detendo cerca de 40%. Junto com Munich, Swiss Re e Chubb, o grupo tem mais da metade do mercado. O restante é distribuído entre marcas domésticas e internacionais, incluindo grupos de renome, como AIG e Allianz. 

Desde o ano passado, operações entre seguradoras têm sido intensa no país, incluindo a venda das carteiras de automóveis e ramos elementares da SulAmérica para a Allianz e a renovação parcial da parceria da francesa CNP Assurances com a Caixa Seguros. 

O movimento ocorre enquanto a maior resseguradora do país tenta se recuperar de uma sucessão de problemas que estilhaçaram sua reputação e, junto com a crise, fizeram as ações desabarem cerca de 80% no acumulado do ano até agora. 

Questionamentos da gestora de recursos Squadra sobre práticas contábeis do IRB e alegações de que a administração induziu investidores erroneamente a acreditarem que a Berkshire Hathaway tinha comprado ações da empresa precipitaram a saída dos principais executivos e uma ampla reformulação no conselho de administração da companhia neste ano.