Susep promove webinar sobre sistema de rating

Evento acontecerá no dia 3 de junho, a partir das 11h

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) realizará, no dia 3 de junho, um webinar sobre o Sistema de Rating da Autarquia. O evento acontecerá a partir das 11h, por meio da plataforma Zoom. Participarão do webinar os coordenadores de áreas técnicas, a superintendente da Susep, Solange Vieira, e os diretores Vinicius Brandi e Eduardo Fraga. As inscrições são limitadas e devem ser feitas neste link .

O evento terá como objetivo principal apresentar o projeto de implementação do Sistema de Rating da Susep e esclarecer como ele se insere no novo modelo de supervisão da autarquia, abordando tanto os aspectos de supervisão prudencial como de conduta. O público-alvo inclui as diretorias técnicas das entidades supervisionadas pela Susep e os inscritos poderão enviar perguntas e tirar dúvidas com os painelistas.

O Sistema de Rating proporcionará à Susep uma visão abrangente das empresas supervisionadas, com foco em sua situação econômico-financeira e na qualidade de sua governança e de seus processos de gestão de riscos e de controles internos,. Os resultados serão confidenciais e cada empresa terá acesso somente à sua própria pontuação.

A iniciativa, que é aderente à missão da Susep de desenvolver os mercados supervisionados, assegurando sua estabilidade e os direitos do consumidor, visa contribuir para o aperfeiçoamento das atividades de supervisão da autarquia, bem como fornecer informações que podem sugerir a adoção de melhores práticas de gestão por parte das empresas supervisionadas.

Baixa adesão ao seguro rural no Brasil é tema de webinar nesta quinta-feira

Fonte: Newe Seguros

 Por que os produtores ainda não vêem tanto valor no produto?

Por que um país tão diverso em termos de clima, e um dos maiores exportadores de grãos do planeta, não faz  seguro da maioria das suas áreas plantadas?

Embora, a cada ano, o Brasil bata novos recordes de produtividade, o que já é bom, poderia ser ainda melhor! 

Lembrando que o que é bom para um, não necessariamente é bom para todos, e que o principal objetivo do seguro é esse: trazer uma maior estabilidade econômica e previsibilidade aos fluxos de caixa.

O seguro tem, também,  papel fundamental para o equilíbrio de toda a cadeia do Agronegócio, visto que, como dito, protege  o fluxo de caixa do produtor,  e consequentemente, garante o pagamento do distribuidor da semente, do banco, do arrendatário da terra, e o sustento das famílias, quando alguma intempérie  afeta o resultado de uma safra. 

É assim que a NEWE Seguros tem trabalhado para fomentar a cultura do seguro junto aos produtores, estreitando o relacionamento e munindo esse mercado de conhecimento e  incentivo às boas práticas.

Para debater esse tema, ao vivo, o programa AGRO 360 do @Canalterraviva dessa quinta-feira (28/05), vai reunir especialistas no assunto. Gabriel Boyer, Vice-presidente da NEWE, estará ao lado de autoridades do setor, como Alceu Moreira – Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Gustavo Junqueira – Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Pedro Loyola – Diretor de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura. Silmar César Müller – Analista de Mercado – e o apresentador do Terra Viva Marcio Fernandes, comandam o programa.

Empresas do grupo Zurich Seguros doam R$ 4,4 milhões para apoiar ações contra Covid-19

Iniciativa integra toda frente social que a seguradora vem fazendo para minimizar impactos da crise e auxiliar todos que estão na linha frente durante a pandemia

Fonte: Zurich

A seguradora Zurich, em parceria com Z Zurich Foundation (entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários) e Zurich Santander, está destinando R$ 4,4 milhões em ações sociais para ajudar no enfrentamento da pandemia do Coronavírus no Brasil.

Os R$ 4,4 milhões serão direcionados para ajudar o Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, de Manaus, a adquirir um milhão de EPIs para os 1.500 profissionais de saúde da unidade, que estão envolvidos com o atendimento a pacientes de Covid-19 (luvas e aventais descartáveis, máscaras cirúrgicas, óculos de proteção, e uma unidade da rede Estadual de Saúde, com máscaras N95, entre outros itens de segurança).

Os recursos também serão direcionados para a produção de 110 mil testes rápidos de Covid-19, destinados a hospitais e pontos de serviço público no país, permitindo o resultado ao paciente em apenas 20 minutos. As instituições trabalham para aumentar a número de tratamentos, construindo hospitais de emergência para fornecer 200 leitos com foco no apoio a pacientes necessitados de ventilação permanente.

Outras frentes sociais – Zurich e Z Zurich Foundation

Em abril, a Zurich já havia também anunciado em parceria com a Z Zurich Foundation, a doação de R$ 5 milhões. Do total investido, cerca de R$ 3,5 milhões foram direcionados para a estruturação e funcionamento dos leitos de UTI e de Enfermarias do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), preparados exclusivamente para atender casos relacionados ao Coronavírus. Este novo centro de tratamento de Coronavírus começou a funcionar em 27 de março.

O investimento está sendo também direcionado para a doação de cestas básicas de alimentos e produtos de limpeza para 4.138 famílias durante quatro meses, na cidade de São Paulo. Todas as famílias são assistidas pelas ONGs Somar, Locomotiva, Olga Kos e Hurra!  já apoiadas pela Zurich. As famílias vão receber um cartão alimentação no valor de R$ 97,50, por mês, que poderá ser usado em supermercados com limitação apenas de itens alcoólicos. Esta ação específica está sendo desenvolvida com apoio operacional do grupo Sodexo, que fará a impressão e gestão dos cartões.

Além destas ações, a Zurich no Brasil criou um benefício adicional para colaboradores, de até R$ 20 mil, para custear despesas médicas e hospitalares dos funcionários e suas famílias na necessidade de hospitalização para tratamento para o Covid-19.

Adicionalmente, conduziu uma campanha (Páscoa em Ação) para arrecadar produtos de higiene pessoal e máscaras respiratórias n-95 para doação às famílias atendidas pelas ONGs apoiadas pela seguradora. Com o resultado da campanha, 25 mil pessoas serão auxiliadas diretamente. Além das ONGs Somar, Locomotiva, Olga Kos e Hurra!, o IPPE (Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores) também será beneficiado pela campanha.

Para distribuidores, seguro de pessoas pode sair fortalecido da pandemia

No webinar promovido pelo CVG-SP, representantes da distribuição relataram como estão enfrentando a pandemia e quais as perspectivas

por Márcia Alves

No dia em que completou 39 anos de existência, 25 de maio, o CVG-SP promoveu um importante evento para discutir os rumos da distribuição de seguros na pandemia. Sob a mediação do presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, três representantes do segmento analisaram o cenário atual e falaram das suas expectativas pós-pandemia.

Beatriz Abadia, gerente comercial São Paulo e Sul do PASI, relatou um aumento na demanda do atendimento psicológico, serviço que integra o pacote das assistências oferecidas pela Central de Amparo PASI. “Liberamos para os corretores e para os segurados e suas famílias, porque o nosso trabalho é proporcionar benefícios para serem usufruídos em vida”, disse.

Se, por um lado, a inclusão de seguros e benefícios nas convenções coletivas de trabalho é uma grande oportunidade de negócios para o mercado, já que tem força de lei, por outro, segundo Beatriz, nem sempre foi fácil convencer os empresários de que se trata de investimento e não de custo. Daí porque o trabalho de consultoria do corretor se tornou essencial. “Chamamos os nossos corretores de influenciadores. São eles que mostram o quão importante é ter um seguro para a proteção”, disse.

Momento favorável

Se existe algum aspecto positivo na pandemia é o fomento à necessidade da proteção do seguro. A avaliação é de Diogo Arndt Silva, sócio fundador e CEO da Rede Lojacorr, que enxerga oportunidades para alavancar a venda de seguro de vida. “Todos voltamos para o núcleo familiar e isso aumentou a percepção de incertezas. As famílias precisam do seguro de vida para se garantirem”, afirmou.

O trabalho informal, que tende a aumentar na proporção do desemprego, tem também um lado positivo na visão de Diogo Arndt. “A grande massa que está migrando para o informal não contará com as garantias do Estado, como FGTS e INSS. Esses trabalhadores sentirão a necessidade da proteção do seguro e de produtos que possam ser usufruídos em vida, como o seguro saúde. O momento é favorável para este segmento”, disse. 

Baixo impacto da covid

Abordando o segmento corporativo de saúde, Cassio Giometti, sócio da Sciath Benefits Services, empresa que atua com pequenas e médias empresas na cidade de São Paulo, relatou que não houve forte impacto da covid. Segundo ele, nem mesmo por causa de demissões. “Pelo contrário, poucos segmentos estão demitindo, mas também não estão contratando”, disse.

Giometti informou, ainda, que a Sciath não teve em sua carteira nenhuma morte por covid e que na área de saúde registrou poucas internações por essa doença. Ele supõe que a razão seja o perfil dos clientes, que pertencem ao segmento corporativo. Por outro lado, a empresa tem observado a preocupação das PMEs de reduzirem custos no seguro de vida e saúde. “Hoje, as empresas querem pagar menos pelos mesmos benefícios”, disse. 

Por causa da pandemia, a sinistralidade da carteira da Sciath tem caído drasticamente. Segundo Giometti, houve queda no uso dos planos de saúde, sobretudo nas cirurgias eletivas, e também na sinistralidade de saúde e odonto. “Muitas clínicas estão fechadas. Vimos uma redução de quase 90% nas solicitações de reembolso”, disse.

Qualicorp anuncia novo superintendente comercial e mudanças na estrutura de vendas

Alessandro Courbassier será o responsável comercial da Companhia no Estado do Rio de Janeiro e na região Sul

FonteL Qualicorp

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, anunciou na última semana a chegada de Alessandro Courbassier para o comando da superintendência comercial no Estado do Rio de Janeiro e na região Sul. O executivo, que possui quase 30 anos de experiência no setor de saúde suplementar, vai inaugurar uma nova etapa da estratégia de descentralização das operações comerciais da Qualicorp.

A regionalização das atividades de vendas da empresa tem como base o respeito e o foco nas características de cada mercado, a valorização dos seus corretores e a ampliação dos laços de parceria com as operadoras de atuação nacional e também regional.

Com uma vasta bagagem profissional, Courbassier é formado em administração e possui especialização em corretagem de seguros. O executivo acumula passagens por grandes empresas do setor de saúde suplementar, incluindo a Assim Saúde, em que ocupou a posição de Diretor Comercial, e a Administradora de Benefícios Clube Care, atuando como CEO da empresa. Esta é a segunda passagem de Alessandro Courbassier pela Qualicorp. Entre 2011 e 2017, o profissional ocupou a posição de superintendente comercial e alcançou expressivos resultados.

“É com muito orgulho e satisfação que chego para fazer parte desse projeto da Qualicorp e do novo jeito Quali de ser. A Companhia sabe da importância do corretor para o setor de saúde e nosso foco é ter uma proximidade muito grande com esse profissional. Nosso trabalho terá como objetivo oferecer ao corretor cada vez mais oportunidades de vender, com novos produtos, mais customizados e acessíveis para a população de diferentes regiões brasileiras. Vamos ampliar muito o leque de opções para o cliente e trazer inúmeras novidades para os corretores”, destaca Alessandro Courbassier.

Com a chegada do executivo, a estrutura da superintendência de vendas da Companhia fica estabelecida da seguinte forma: Cláudio José Pardal segue comandando a área comercial em São Paulo. Alessandro Courbassier passa a liderar a equipe de vendas no Estado do Rio de Janeiro e na região Sul. Wilson Nunes Vieira é o responsável comercial em Minas Gerais e na região Centro-Oeste, enquanto Emerson Rogério dos Santos lidera a operação de vendas nas regiões Norte e Nordeste. A superintendência comercial passa a se reportar para Elton Hugo Carluci, vice-presidente Comercial, de Inovação e Novos Negócios.

“O corretor de planos de saúde é essencial para que a população tenha acesso à medicina privada de qualidade. Ele conhece como ninguém as características dos clientes de cada região e de cada nicho de mercado. Por tudo isso, resolvemos ajustar a estrutura Comercial para que possamos estar ainda mais próximos ao corretor e, consequentemente, do nosso cliente. Aqui na Quali, esse é o nosso jeito de pensar e trabalhar com o corretor”, afirma Carluci.

https://www.youtube.com/watch?v=ku1ZDVDy2tc&feature=youtu.be

Sompo Seguros apresenta novas diretorias de produtos

Nova estrutura visa atender aos planos de investimentos em soluções de produtos e serviços com objetivo de incrementar experiência do cliente e fomentar oportunidades de negócios para corretores de seguros

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros anunciou a nova estrutura organizacional, que entra em vigor em 1 de junho. As linhas de produtos foram reorganizadas dentro de novas Diretorias Técnicas a fim de atender aos planos de lançamentos de produtos e serviços para conquistar market share em diferentes ramos do seguro. 

“A Sompo Seguros tem investido fortemente na consolidação de sua estratégia nos anos recentes, alinhada à Sompo Internacional, com o objetivo de ofertar uma gama completa de produtos e serviços aos corretores e clientes. Para atender à dinâmica do mercado brasileiro, que está mais desafiadora a cada dia, estruturamos um planejamento estratégico em que nossos diretores técnicos estarão com foco em grandes áreas de negócios. Com isso, ganhamos ainda mais agilidade no desenvolvimento de novas soluções, conseguimos identificar tendências, além de estreitar ainda mais nosso relacionamento com os parceiros corretores de seguros”, ressalta Adailton Dias, diretor Executivo de Produtos e Resseguro da Sompo Seguros.

Por meio da iniciativa, Rogério Santos, que era responsável pelo ramo Automóvel e que, entre outras iniciativas capitaneou em 2019 o lançamento do Sompo Auto, o novo seguro Automóvel da companhia; assume a Diretoria de Massificados.

Já João Carlos França de Mendonça que, entre outras iniciativas, esteve à frente do lançamento de produtos como seguros Agrícola, Habitacional, E&O e D&O na diretoria de Commercial Lines, assume a Diretoria de Corporativos. Ele fica responsável pela supervisão dos seguros corporativos, consolidando a posição de destaque da Sompo Seguros nos ramos Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Engenharia, Riscos de Petróleo, Responsabilidade Civil Geral, E&O, D&O, Garantia, Fiança Locatícia, Empresarial/Lucros Cessantes (com Limite Máximo de Garantia acima de R$ 50 milhões e negócios com resseguro facultativo), RD Compreensivo de Veículos e Agrícola.

A essas duas diretorias, soma-se a Diretoria de Transporte e Frota, que continua sob comando de Adriano Yonamine; segmento em que a Sompo Seguros lançou soluções inovadoras de consultoria em gerenciamento de riscos, além de uma estrutura exclusiva de monitoramento de cargas de reconhecida eficiência. Essas iniciativas contribuíram para a Sompo Seguros alcançar a liderança do segmento de Seguro de Transportes. 

Já o segmento de Pessoas também segue sob o comando da superintendente Técnica de Vida, Diana Araújo Estevão. Esse ramo é um dos que apresenta crescimento mais expressivos e a Sompo Seguros ampliou seu leque com soluções voltadas aos seguros de Vida Individual (Individual e Vida Top Mulher) e Coletivos (Empresarial e PMEs), com opções de contratação para atender diferentes realidades dos segurados. Com isso, a carteira que representava cerca de 5% do portfólio da Sompo Seguros anos atrás, atualmente alcança uma representatividade de 11%.

Susep propõe atualização de normas que regem processos sancionadores

O modelo colocado pela Susep em consulta pública prevê a possibilidade de substituição de processo sancionador por métodos alternativos de supervisão

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) iniciou consulta pública sobre normas de penalidades para o setor. A proposta visa atualizar a resolução 243/2011 que irá absorver parte do marco regulatório presente na resolução 97/2002, que será revogada. Com a iniciativa a autarquia propõe flexibilizar medidas de sanções para casos de menor gravidade.

O modelo colocado pela Susep em consulta pública prevê a possibilidade de substituição de processo sancionador por métodos alternativos de supervisão, reservando a instauração do processo sancionador às hipóteses de maior gravidade ou relevância, sob o aspecto regulatório e também promove o reajuste dos valores de multas para essas ocorrências.

“A iniciativa está alinhada a procedimentos já adotados pelo Banco Central e é parte da ampla revisão normativa que a autarquia vem realizando com o objetivo de permitir mais eficiência e flexibilidade para o setor”, afirma Tatiane Rocha, Coordenadora-Geral da área de Julgamentos de Processos Sancionadores da Susep.

A consulta pública permanece disponível para sugestões até 24 de junho. Acesse o link para saber mais.

Lucro das seguradoras cai para R$ 3,2 bilhões no 1o. trimestre de 2020

queda do pin

No mesmo período do ano passado, as companhias reportaram lucro de R$ 4,2 bilhões, segundo dados da Susep organizados pela consultoria Siscorp

Com apenas 15 dias dos efeitos das consequências da pandemia, o balanço trimestral consolidado do mercado segurador já mostra um forte impacto no lucro do setor. Segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela consultoria Siscorp, o lucro líquido do primeiro trimestre de 2020 totalizou R$ 3,2 bilhões, R$ 1 bilhão a menos do que os R$ 4,2 bilhões registrados em mesmo período do ano anterior. Entre as 15 primeiras colocadas no ranking atual, apenas Caixa, Allianz, Zurich, Mapfre, Liberty e Assurant registraram crescimento no ganho. 

A Bradesco Seguros, líder do ranking de lucro, registrou queda de R$ 1,5 bilhão para R$ 1,2 bilhao no acumulado até março deste ano. A queda do lucro líquido consolidado da seguradora em relação ao trimestre anterior e ao primeiro trimestre de 2019 é justificada, em grande parte, pela volatilidade do mercado, que impactou o nosso resultado financeiro, principalmente nas posições de renda variável e multimercado. Além disto, cita o relatório divulgado pelo grupo, o resultado de posições em títulos indexados ao IPCA foi impactado pela redução do indicador quando comparado aos períodos anteriores, informou o grupo na divulgação do balanço no dia 30 de abril. 

O ganho do Banco do Brasil recuou de R$ 688 milhões para R$ 493 milhões no período analisado, o que o fez perder a segunda posição do ranking para a Caixa Seguros, que elevou o lucro liquido de R$ 499 milhões para R$ 574 milhões. Segundo divulgou a BB Seguridade, a queda ocorreu devido à retração do resultado financeiro, influenciada pela redução da Selic e pelas perdas de marcação a mercado nos títulos pré-fixados longos. A alienação da participação acionária na IRB Brasil também influenciou a queda nos números.

Já a Caixa, justificou o aumento do ganho com o crescimento de 64% no resultado financeiro, para R$ 199,1 milhões no primeiro trimestre. Segundo a companhia, a variação se deve principalmente à realização de ganhos decorrentes da venda de títulos públicos pre-fixados em 2020, cujo montante chega a R$ 54 milhões.

Veja o ranking de lucro líquido das seguradoras referente ao primeiro trimestre do ano, elaborado pela Siscorp com base nos dados divulgados ontem pela Susep. 

Latin American Insurance IT Executive Summit premia Icatu Seguros

José Loureiro, da Icatu Seguros, é reconhecido como executivo mais inovador do mercado de seguros no Brasil

A Icatu Seguros foi a premiada brasileira no Latin American Insurance IT Executive Summit, realizado de forma online este ano, devido aos desdobramentos do coronavírus. José Loureiro, diretor executivo de Tecnologia e Projeto da seguradora, recebeu o prêmio Five Stars, um reconhecimento aos executivos de tecnologia mais inovadores do mercado de seguros de cada uma das regiões da América Latina e Caribe. Na categoria Brasil, Loureiro disputou o título com mais três executivos brasileiros do setor.   

A implementação de uma arquitetura orientada a APIs e a consequente transformação do modelo de integração com parceiros, distribuidores e corretores, que deu a vitória à Icatu, faz parte do movimento iniciado há alguns anos pela empresa, com o objetivo de tornar sua operação mais digital. Com essa nova estruturação, a área de Tecnologia da Informação (TI) conseguiu trabalhar com mais agilidade e independência, podendo estruturar novas operações simplesmente conectando serviços, em vez de modificar todo o sistema e aplicativos. 

O investimento em tecnologia e inovação se refletiu também em importantes entregas para os clientes. Recentemente, a seguradora lançou seu novo site institucional e a nova Área do Cliente, com soluções completas de autoatendimento que contribuem para resolver problemas e otimizar o tempo dos usuários. Totalmente integrado às APIs do Portal, o espaço também conta com uma estrutura totalmente hospedada em nuvem. 

“Toda a experiência foi muito rica em aprendizado, mas destaco a importância de alinhar as ações de TI e as iniciativas de áreas como Comercial, Produtos e Marketing, responsáveis pelo negócio, em torno do beneficio que será gerado para parceiros, distribuidores, corretores e clientes. Acredito que essa integração é fundamental para o sucesso de um projeto grandioso como este”, afirma José Loureiro. 

Latin American Insurance IT Executive Summit é realizado anualmente pelas consultorias Celent e Evenet. No evento, analistas e representantes de seguradoras apresentam suas pesquisas mais recentes sobre as últimas tendências de ponta na aplicação de tecnologia para negócios do setor, avaliados por uma comissão julgadora formada por profissionais do mercado de seguros da América Latina. 

Susep coloca em consulta publica norma sobre segmentação de seguradoras

Modelo que visa aplicação proporcional das regras prudenciais. Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros, aumento de eficiência do regulador e benefícios ao consumidor com mais concorrência e melhores preços

A Susep colocou em consulta pública propostas para aplicação proporcional das regras prudenciais, de acordo com o porte e a complexidade das empresas do setor. As medidas sugerem alteração na resolução 321/2015, do CNSP, e na circular Susep 517/2015, para adequação de requisitos como prazo e modelos de envio de informações. Há ainda a redução do capital-base para supervisionadas de menor porte e complexidade, que ficaria entre R$ 3,6 milhões e R$ 8,1 milhões, de acordo com o segmento de cada organização. Com a iniciativa, a autarquia visa promover ganhos de custo operacional para o setor e mais eficiência na supervisão. Isto beneficiará o mercado consumidor de seguros com melhores preços e mais concorrência. 

Este é mais um passo na discussão com a sociedade dos modelos para a segmentação do mercado de seguros e a evolução e modernização do setor no Brasil.

A íntegra do normativo pode ser acessada neste link