Lucro da Munich Re sobe para € 589 milhões no 1o. trimestre de 2021

A gigante de resseguros global Munich Re reportou um sólido trimestre de lucros para o primeiro trimestre de 2021, uma vez que gerou 589 milhões de euros de lucro, acima dos 221 milhões do mesmo período do ano anterior. O segmento de resseguro contribuiu com 410 milhões de euros do lucro, com resseguros de bens e acidentes com 358 milhões de euros do total. “Apesar do impacto de grandes perdas e catástrofes, a maior das quais foram as tempestades de inverno nos EUA e o clima congelante, estamos no caminho certo para cumprir nossa meta anual de 2,8 bilhões de euros, graças a ganhos operacionais robustos”, disse o diretor financeiro, Christoph Jurecka, segundo comunicado.

A empresa relatou outros 167 milhões de euros em perdas relacionadas à pandemia COVID-19. Enquanto isso, as renovações de resseguro de abril ajudarão a gerar mais lucros sólidos para a Munich Re, já que a empresa relatou 17,1% de crescimento de prêmio, junto com preços 2,4% mais altos.

“A pandemia tem testado nossa solidariedade e autodisciplina todos os dias. A única maneira de realmente melhorar a situação, entretanto, é um ritmo mais rápido de vacinações COVID-19. Faremos nossa parte em sete unidades da Munich Re e ERGO na Alemanha assim que a equipe médica de nossa empresa tiver permissão para administrar as vacinas. Em termos de negócios, esperamos que o impacto da pandemia em 2021 seja limitado para Munich Re”, afirmou Jurecka.

As perdas por catástrofes naturais durante o primeiro trimestre totalizaram 646 milhões euros, bem acima dos 208 milhões do primeiro trimestre de 2020 e acima da média do trimestre. O principal fator para isso foi a tempestade de inverno Uri e o congelamento do Texas, que contribuíram com 450 milhões de euros para as perdas.

Enquanto a Munich Re aproveitou as oportunidades de crescimento durante as renovações de resseguro de abril, a empresa também disse que continua a podar sua carteira, interrompendo negócios não lucrativos ao mesmo tempo. Explicando os preços do resseguro, a empresa disse: “Os preços subiram em geral, com aumentos variando em relação à experiência de sinistros e situação específica em cada mercado individual. Os preços da cobertura de resseguro aumentaram consideravelmente em alguns lugares, incluindo o Japão. Em contraste, os preços aumentaram apenas ligeiramente em regiões e classes de negócios com baixa experiência de sinistros, como a Europa. Ao todo, os preços do portfólio da Munich Re aumentaram 2,4%.”

Olhando para o futuro, a Munich Re acredita que as condições do mercado de resseguro persistirão: “A Munich Re antecipa que o ambiente do mercado irá melhorar ano a ano na próxima rodada de renovação em julho, como foi o caso com as renovações anteriores”. Devido às condições positivas do mercado de resseguro, a Munich Re aumentou sua meta para prêmios de resseguro de 37 bilhões de euros para 39 bilhões para o ano.

Consumidor decidirá se vai compartilhar dados, afirma Susep

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostrou durante webinar realizado no último dia 4 as propostas que estão em consulta pública e a Circular que regulamenta o Open Insurance no mercado de seguros brasileiro. O objetivo do Open Insurance é prover um ecossistema que facilite o acesso dos consumidores aos produtos e serviços de seguros, ampliando a cidadania financeira, aliado a uma capacidade de compartilhamento seguro de dados.

As normas criam uma oportunidade para permitir que consumidores acessem e compartilhem seus dados de forma segura, ágil, precisa e conveniente. Os dados poderão ser utilizados para desenvolver produtos e serviços inovadores que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores, além de integrar com o Open Banking, ecossistema de compartilhamento padronizado de dados e serviços no âmbito do mercado financeiro, regulado pelo Banco Central.

Na ocasião, participaram a superintendente da Susep, Solange Vieira, o diretor da Susep Eduardo Fraga, o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação, Leonardo Brasil, o coordenador da Susep Thiago Barata e a coordenadora de Monitoramento de Riscos, Paloma Habib. 

Solange destacou que a Susep vem fazendo uma mudança regulatória com a desregulamentação de várias normas. “Isso tudo vem em um conjunto de buscar criação de novos produtos e base de dados confiáveis que permite evoluir para o open insurance”, explicou.

A expectativa, de acordo com a superintendente, é permitir que grandes e pequenos sejam vistos pelo consumidor com o mesmo tamanho. “Do lado do consumidor enxergamos que ele vai ter mais oferta de produtos e acesso e assim, esperamos aumentar muito a cobertura de seguro no país. Temos espaço para mais do que dobrar o volume de prêmios. Esperamos que o mercado passe por processo de concorrência saudável que resulte em maior qualidade e menor preço para o consumidor”, afirmou.

Na sequência, Eduardo Fraga, diretor da Susep, destacou a estimativa. “Há uma previsão que em dezembro de 2021 comece o compartilhamento de dados referentes às transações relacionadas a produtos de seguro, previdência e capitalização”, disse. Ele explicou que nem todas as supervisionadas do mercado de seguros usam o canal bancário, por isso, a Susep achou que haveria uma assimetria no mercado”

Fraga explicou que o open finance é a junção do banking e insurance. “Ele é visto como operacionalização da LGPD. Se olharmos os artigos inicias da LGPD, vamos ver entre os principais fundamentos a promoção do desenvolvimento econômico e tecnológico do país e a concorrência”.

Ele acrescentou também que a interoperabilidade permite às pessoas consolidar a vida financeira por meio de soluções tecnológicas que sejam desenvolvidas para elas com acesso aos planos de previdência que ela tenha, seguros e vida financeira. “O ecossistema do open finance é de grande valor também para pequenas e médias empresas porque elas têm necessidade de gestão de fluxos de caixa e contratos, além de consolidar as apólices. Qualquer ajuda que se dê a PME´s é ajudar o país”, afirmou.

Fraga garantiu também que a segurança e a privacidade dos dados são pilares fundamentais dentro do open finance.

Thiago Barata, é o coordenador para tratar do open finance dentro da Susep, destacou que o cliente é o centro da jornada. “Com o consumidor no centro da propriedade de seus dados é natural que com a LGPD tenha uma necessidade da troca de informações no momento em que o segurado entenda que tenha benefícios nesse compartilhamento”, disse. Para ele, é natural que os dados sejam transacionados dentro do setor. “O open insurance é uma padronização desse compartilhamento de dados e regras para que isso funcione de forma segura, precisa, ágil e, de acordo com a conveniência do segurado”, sintetizou.

Ele explicou que os padrões estão relacionados a API’s, diretório de participantes, resolução de disputas, direitos e obrigações dos participantes do sistema e mostrou as fases de implementação.

Em seguida, Paloma Habib, coordenadora de riscos da Susep, falou do escopo de dados e serviços que vão estar no ambiente do open insurance. “Os dados são separados em três categorias: abertos, pessoais e serviços relacionados a seguros”, destacou.

Ela explicou que os dados das sociedades supervisionadas serão abertos ao público de forma padronizada. “A ideia é que surjam empresas que vão criar aplicativos, sites que vão ajudar o consumidor a visualizar esses dados por meio de ferramentas. É um grande Market place”, sintetizou.

No caso dos dados pessoais dos clientes, Paloma explicou que eles não vão ficar públicos. “São individuais e só serão compartilhados com outra sociedade participante do ecossistema. O cliente vai decidir se ele vai compartilhar, com quem e por quanto tempo. Existem aqui serviços ligados a seguros. A verdade é que o mercado vai ter toda a abertura para criar serviços a partir desses dados. O foco é melhorar a experiência do consumidor”, ressaltou.

Leonardo Brasil, chefe de departamento de tecnologia, explicou como vai funcionar a tecnologia por trás do open insurance que é, segundo ele, um ambiente propício à inovação e que tem o consumidor no centro da experiência.

Ele disse que o Banco Central estabeleceu alguns princípios de design e arquitetura das API’s e têm, entre as características básicas, foco no desenvolvedor. “As empresas vão se debruçar nas API’s para oferecer novos produtos e é importante que seja padronizado. Ele precisa ser simples para que seja facilmente interpretada pelos desenvolvedores”, ressaltou.

Brasil destacou que a segurança é um desafio e mostrou a necessidade de um diretório central. “Todos os participantes têm que ter certeza da identidade. No momento da transação o participante tem que ser certificado porque envolve dados pessoais e contratuais”, disse.

Ele explicou que durante a implantação do open banking na Europa, os países tinham suas autoridades competentes e todos queriam participar. “Essas empresas deveriam ser certificadas e os certificados depositados nos órgãos reguladores de forma descentralizada”, explicou.

Ao responder uma das questões do público, Solange Vieira disse acreditar em um avanço na atuação do corretor de seguros. “Entendo que o corretor vai virar não só o intermediário na venda, mas um consultor à medida que a gente espera que haja um aumento no número de pessoas a contratar seguros”, disse.

Para ela, deve entrar no mercado uma massa grande de pessoas que não entende de seguros. “O corretor vai ser o conselheiro de como deve contratar e qual o seguro deve ser contratado. Acredito que o corretor vai ser um analista de seguros mostrando qual seguro é mais indicado e ideal para a pessoa”, afirmou.

180° Seguros recebe R$ 44 milhões em rodada Seed

Mauro Levi D’Ancona

Fonte: 180° Seguros

A 180° Seguros acaba de fechar sua rodada Seed no valor de R$ 44 milhões (U$ 8 milhões), liderada pelos fundos Canary, Dragoneer e Rainfall. O investimento dará o suporte necessário para a insurtech impulsionar a estratégia de consolidação de seu modelo de negócio insurance as a service, com foco no desenvolvimento de produtos e na melhor experiência dos clientes, além de um time interno de primeira linha. 

Fundada em 2020, a 180° atua por meio de um modelo B2B2C, provendo uma solução completa para que empresas consigam vender de forma inovadora e digital os produtos de seguros e assistências. Com uma metodologia própria, focada em alta tecnologia, a 180° estuda cada canal de distribuição identificando oportunidades de criar produtos únicos com a venda de seguros na jornada do cliente final, o “Embedded Insurance”. 

Com o aporte, a 180° irá pôr em prática seu plano de desenvolver novas soluções de seguros, trazendo inovação e flexibilidade para o mercado. “Os produtos de seguros e assistências vão passar por uma revolução na forma que são distribuídos, assim se tornando parte da jornada de compra dos clientes. O embedded insurance permite que uma oferta seja feita quando o cliente realmente necessita do seguro (por exemplo, ao comprar um apartamento) e, assim, se torna mais personalizado e acessível”, explica o CEO e cofundador da 180°, Mauro Levi D’Ancona. A 180° hoje conta com mais de 20 clientes, incluindo empresas consolidadas e listadas em Bolsa, startups e unicórnios, de setores como imobiliário, financeiro, benefícios e varejistas, entre outros. 

Em linha com a tendência de fundos globais de investirem cada vez mais em oportunidades no Brasil, a 180° recebeu o aporte seed liderado por grandes nomes do mercado como Canary, Dragoneer e Rainfall (fundos do Vale do Silício), além de 8VC (também do Vale do Silício), Quartz e Norte. Investidores anjos, incluindo executivos do Nubank e do mercado de seguros também participaram da rodada. Tal relevância se deve, entre outros fatores, pela trajetória do trio de fundadores – Mauro Levi D’Ancona, Alex Körner, e Franco Lamping – que têm experiência consolidada em tecnologia, seguros e startups. A história e o talento dos três se completa, trazendo know-how e toda inteligência por trás dos processos. 

Kovr chega ao mercado com Thiago Moura, Newton Queiroz e Eduardo Viegas

Fonte: Kovr

Com o objetivo de transformar o mercado de seguros oferecendo tecnologia e inovação focada nas demandas do cliente, a Kovr Seguradora chega ao mercado. A companhia é a nova cara da Seguradora Invest, e das companhias InvestPrev e Invest Capitalização, que já possuem uma história de mais de 45 anos, mais de 3.000 corretores parceiros, 200 funcionários receita de mais de R$ 1 bilhão.  O grupo de seguradoras passou recentemente por uma transformação societária, com a aquisição por parte do Banco Máxima, que trouxe um time de liderança experiente de executivos do mercado segurador , além de implantação de governança e plano estratégico focado em inovação e tecnologia.

“O mercado de seguros no Brasil tem muito espaço para crescimento. É preciso ampliar a cultura de produtos securitários, e investir em tecnologia para dar acesso e agilidade na distribuição dos produtos. O movimento de crescimento das fintechs precisa alcançar as insuretechs. Nosso alvo é ser um player relevante no Brasil”, diz Banco Máxima,  acionista da companhia. 

A Kovr chega ao mercado de seguros tendo como principal diferencial oferecer a melhor experiência para seus clientes, por meio de produtos elaborados sob demanda, para atender as necessidades especificas de cada pessoa, empresa ou parceiro, com foco em modalidades de distribuição e produtos altamente inovadores”, afirma Thiago Moura, CEO da Kovr.

Com corretores em todo o território nacional, a Kovr Seguradora oferece um extenso portfólio dividido entre os seguintes produtos: Soluções Imobiliárias (Seguros PF e PJ); Soluções para Empresas (Seguro Garantia, Responsabilidade Civil Profissional, Responsabilidade Civil Ônibus, Seguro de Viagem, Vida em Grupo); Soluções Empresariais para Pessoas (Acidentes Pessoais Passageiros, Acidentes Pessoais Coletivo, Vida em Grupo, Prestamista, Capital Global), Soluções em Previdência e Capitalização (PF e PJ).

Com esse portfólio de produtos, a seguradora usa de novas tecnologias e inovações para ofertar o melhor aos clientes finais, entendendo de perto as demandas específicas que atualmente não são atendidas por nenhuma outra seguradora.

Além da tecnologia, sustentabilidade e questões sociais são pilares importantes para a Kovr. A sede, localizada em São Paulo, fica no edifício Pátio Victor Malzoni, considerado modelo de sustentabilidade.

Estruturada a partir da Holding SegPar, tem como sócio majoritário o Banco Máxima. Comandada por especialistas, a Kovr tem como CEO Thiago Moura (ex-associado e diretor presidente da BTG Seguradora e Resseguradora), e Eduardo Viegas (ex-CEO da Berkley Brasil Seguros), Geraldo Castro (ex-Invest) e Newton Queiroz (ex-CEO Argo Seguros), como membros da diretoria.

AXA no Brasil anuncia Vistoria Remota para o Seguro Residencial


Fonte: AXA

A fim de tornar os seus processos ainda mais eficientes, a AXA no Brasil ampliou a vistoria remota para a regulação de sinistros do seguro Residencial. Todo o processo é feito através de um aplicativo e pela câmera do celular do cliente, que transmite imagens ao vivo do bem segurado para o vistoriador especializado. A expectativa é oferecer uma experiência ainda mais ágil aos clientes com o processo realizado totalmente por meios digitais, inclusive na comunicação entre reguladores, clientes e seguradora.

“Temos visto um interesse maior pelo seguro residencial. Em um momento em que a maioria das pessoas está passando mais tempo em suas casas, o risco é mais evidente e, por sabermos que a regulação de sinistro é um momento delicado, entendemos que esse modelo também poderia ser ampliado para outros produtos além do Condomínio. Com isso, o cliente tem mais agilidade nos processos para a resolução de seu problema e o corretor, mais um argumento de venda.” comenta Arthur Mitke, Diretor de Sinistros na AXA no Brasil.

O processo é muito simples e intuitivo. Após a abertura do sinistro o segurado receberá via SMS um link para acessar a plataforma da vistoria remota. A condução da inspeção é de responsabilidade do vistoriador que, junto ao celular do cliente, terá acesso às imagens em tempo real para que possa registrar o sinistro. Assim que finalizado, uma ata é enviada para todas as partes. 

Austral Report: mercado ressegurador brasileiro movimenta R$ 17,2 bilhões, em 2020

Fonte: Austral

Mapeamento exclusivo feito pela Austral Re, líder em resseguros na América Latina, o Austral Report confirma a resiliência do mercado num panorama de estabilidade para as resseguradoras nacionais. O estudo traz uma análise aprofundada dos negócios no  Brasil e indica que as empresas locais do ramo, por exemplo, continuaram líderes em marketshare com 73% de participação no volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (líquido de comissão), o que corresponde a R$ 12,60 bilhões no total, 23,7% superior ao ano de 2019.  

Linhas como Patrimonial e Rural  permitem uma cessão de prêmios superior a 50% e influenciaram nesse dado. De forma geral, esse aumento de resseguro cedido também revela mais flexibilidade no ambiente de negócios.  

De acordo com o levantamento, no acumulado de 2020, o volume do setor no Brasil (bruto de comissão) foi de R$ 17,2 bilhões, levando ao crescimento de 25,1% em relação ao período anterior.  Outro dado relevante indica que as resseguradoras locais ampliaram a aceitação de riscos do exterior  um volume de R$ 4,27 bilhões, que representa um crescimento de 24,5%. 

Esse aumento  reforça a busca por novos negócios internacionais pelas empresas locais. Com a aceitação de riscos do exterior, as resseguradoras  diversificam suas estratégias de negócios e conseguem alavancar crescimento, sem depender de foco exclusivo no mercado nacional. 

No ano passado, a proporção de resseguro cedido sobre prêmio de seguro ficou em 14,7%, uma melhora em comparação aos 12,1% do período anterior. O volume de prêmio de cosseguro (divisão de responsabilidades na cobertura de um mesmo risco), durante o período acumulado foi de R$ 2,45 bilhões, um crescimento de 7,9%, em relação aos R$ 2,27 bilhões apresentados no mesmo período anterior.

Com o aumento da sinistralidade, houve também incremento do Combined Ratio (soma das  despesas operacionais, administrativas e de comercialização divididas pelo prêmio ganho), que ficou em 118,6% frente aos 98,4% de 2019. O lucro líquido das resseguradoras locais apresentou um prejuízo de R$ 1,47 bilhões, frente a um lucro de R$ 1,47 bilhões apresentados no ano anterior. Apesar do resultado deste ano, os prêmios emitidos pelas resseguradoras locais apresentaram crescimento de 21,6%. Os resultados tendem a continuar estáveis, já que  essa volatilidade faz parte da atividade.

Bradesco Seguros lucra R$ 1,6 bilhão no 1º trimestre de 2021

bradesco seguros

Fonte: Bradesco

O grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no 1º trimestre de 2021, crescimento de 40,6% em relação ao mesmo período de 2020. Esse desempenho foi favorecido pelo aumento no resultado financeiro. O faturamento chegou a R$ 19,5 bilhões. O resultado das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização alcançou R$ 3,1 bilhões, expansão de 7%, na mesma base de comparação. O ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) passou de 13,4% para 19,6% na comparação entre os primeiros trimestres. 

As provisões técnicas cresceram 4,7%, para R$ 285 bilhões, correspondentes a cerca de um quarto de todo o mercado segurador brasileiro, e os ativos garantidores dessas provisões evoluíram 6,4%, chegando a R$ 318 bilhões. Outro dado relevante, no comparativo entre os primeiros trimestres, foi a evolução de 6,1% na quantidade de segurados, participantes em previdência e clientes de Capitalização, que alcançou 30,7 milhões. 

O Índice de Eficiência Administrativa ficou em 3,8% no 1T21, melhorando ainda mais em relação aos 4% verificados em igual período de 2020. O Índice de Sinistralidade atingiu 77,7%, o que representou aumento de 4,8 pontos na comparação com mesmo período do ano anterior, refletindo a retomada gradual dos procedimentos eletivos e eventos indenizáveis, em virtude da maior flexibilização das medidas relacionadas ao distanciamento social. 

Desde o início da pandemia, o grupo segurador vem empregando esforços no sentido de ampliar e aprimorar a cobertura de riscos, agilizar a contratação de produtos e habilitar novos canais de comercialização, com o objetivo de levar a seus clientes uma proteção ainda mais completa e eficiente nesse momento de maior necessidade. 

Para tanto, tem investido cada vez mais em seu processo de transformação digital, expandindo e aperfeiçoando os canais de distribuição nessa modalidade. No 1T21, as vendas por esses canais cresceram 73% ante o 1T20, atingindo cerca de R$ 340 milhões, com aumento de 31% na quantidade de itens distribuídos. As vendas pelo canal Mobile cresceram 96%. 

Os aplicativos Bradesco Seguros acumulam 7,1 milhões de downloads. Além disso, 92% dos reembolsos de Saúde e 79% das vistorias de sinistros de Seguro Auto foram concluídos por processo digital, e 90% das vendas de Previdência Privada foram assinadas digitalmente por meio do aplicativo Bradesco, Internet Banking e biometria. 

Completando um ano de funcionamento em março de 2021, o hotsite criado pela Bradesco Saúde e Mediservice com ênfase em autoproteção e cuidados essenciais sobre Covid-19 superou a marca de 1,5 milhão de acessos. Desde o seu lançamento, em julho de 2020, o aplicativo Saúde Digital para consulta médica a distância registrou cerca de 220 mil atendimentos. 

Também completou um ano em março de 2021 o programa de Acolhimento Psicológico da Bradesco Saúde, que oferece aos beneficiários suporte voltado para a saúde emocional, tendo em vista as consequências do distanciamento social decorrente da pandemia. No total, o programa já atendeu mais de 235 mil pessoas. Foi inaugurada em Belo Horizonte (MG) a primeira unidade da rede de clínicas Meu Doutor Novamed na região, com foco em atendimento primário, oferecendo, entre outros serviços, consultas médicas básicas e especializadas, procedimentos cirúrgicos ambulatoriais e exames laboratoriais e de imagem. A rede registrou 54 mil atendimentos no 1T21, tendo como diferencial as consultas por livre demanda devido aos casos de suspeita de Covid-19. No total, as 20 unidades em operação no país realizaram mais de 4 mil atendimentos não agendados, o que representou 7,4% do total das consultas no período. 

No segmento de Previdência, a Bradesco Vida e Previdência desenvolveu novas opções de produtos na grade de planos individuais e empresariais, com destaque para o lançamento de fundos de investimento em Previdência ESG (Environmental, Social and Governance), formados por empresas com alto grau de comprometimento ambiental, responsabilidade social e governança corporativa. Administrados pela Bradesco Asset Management (BRAM), os novos produtos reforçam o compromisso da empresa com as boas práticas relacionadas ao meio ambiente, inclusão social e transparência corporativa. 

Em Seguro de Vida, a Bradesco Vida e Previdência implantou o modelo de tele-subscrição, que possibilita a contratação de produtos de forma remota, por meio de entrevistas online, tornando todo o processo mais ágil, seguro e conveniente para o cliente. 

Já em Seguro Auto e Ramos Elementares, a Bradesco Auto/RE ofereceu em março, em homenagem ao mês da mulher, condições especiais ao público feminino na contratação ou renovação de contrato de produtos dos segmentos automotivo e residencial. A empresa também implantou uma nova segmentação para os produtos Empresarial, focada em coberturas ainda mais aderentes aos variados formatos de negócios, e Residencial, personalizando a proteção de acordo com o estilo de vida e moradia de cada consumidor, a exemplo da cobertura inédita para atividade comercial na residência, tendo em vista a prática crescente do home office. 

Chubb lucra US$ 2,3 bilhões no 1o. trimestre de 2021

A Chubb Limited (NYSE: CB) divulgou hoje um lucro líquido para o trimestre encerrado em 31 de março de 2021 de US$ 2,30 bilhões, ou US$ 5,07 por ação, em comparação com US$ 252 milhões, ou US$ 0,55 por ação, registrados no mesmo trimestre do ano passado. O lucro operacional foi de US$ 1,14 bilhão, ou US$ 2,52 por ação, em comparação com US$ 1,22 bilhão, ou US $ 2,68 por ação, alcançados no mesmo trimestre do ano passado.

Para os três meses findos em 31 de março de 2021 e 2020, as despesas tributárias (benefícios) relacionadas à tabela acima foram de US$ (5) milhões para amortização do ajuste ao valor justo dos ativos investidos adquiridos e dívida de longo prazo para ambos os períodos; US$ 133 milhões e US$ (17) milhões, respectivamente, para o ajuste de ganhos e perdas líquidos; e US$ 210 milhões e US$ 237 milhões, respectivamente, para o lucro operacional.

Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb Limited, comentou: “A Chubb teve outro trimestre muito bom com excelente crescimento de receita de prêmios globalmente, taxa de renovação de dois dígitos nas linhas comerciais de P&C e maior expansão de nossas margens de subscrição. O lucro operacional foi de US$ 2,52 por ação e o lucro líquido por ação foi de US$ 5,07. Embora tenha sido um trimestre ativo para catástrofes naturais, publicamos um excelente índice combinado de 91,8%; porém excluindo as catástrofes, o lucro do trimestre considerando o ano de subscrição cresceu mais de 26%, levando a um excelente índice combinado de 85,2%. A melhoria da margem de ambos os índices de perdas e despesas foi fruto de uma ampla atuação da companhia em todas operaç&otilde ;es.

“Nossos negócios nas linhas comerciais de P&C em todo o mundo continuaram a se capitalizar de condições de subscrição favoráveis. Os prêmios retidos de P&C aumentaram 9,7% globalmente, com as linhas comerciais crescendo mais de 15,5%. O câmbio contribuiu com 1,6 ponto para este excelente resultado. As taxas de seguros continuaram a aumentar e variaram por linha, com uma média global de cerca de 14,5%. Pelo que podemos ver, estou confiante de que essas condições de mercado perdurarão. Francamente, eles são uma resposta contínua e racional ao ambiente de perdas e anos de preços baixos do setor.

“Globalmente, nossas linhas de consumo permanecem impactadas pelos efeitos da pandemia em viagens e outros negócios e atividades relacionadas ao consumidor, com prêmios retidos caindo 2,5%. Vemos os primeiros sinais de recuperação e, de fato, nossa divisão de linhas pessoais reportou um crescimento global modesto no trimestre. Esperamos que o crescimento melhore ao longo do ano.

“Nossa organização é focada, engajada e comprometida. Estamos focando nas atuais condições de subscrição favoráveis, aumentando a exposição e expandindo as margens. Temos todos os recursos para fazer nossa empresa crescer de maneira lucrativa e, ao mesmo tempo, aumentar o valor para os acionistas ”.

 (Por ação)
 20212020Variação 20212020Variação
Lucro líquido$2,300$252NM $5.07$0.55NM
Amortização do ajuste do valor justo do patrimônio investido adquirido e dívidas de longo prazo, líquida de impostos1622(27.3)% 0.040.05(20.0)%
Perdas (Ganhos) líquidas realizadas ajustadas, líquidas de impostos(1,174)946NM (2.59)2.08NM
Lucro operacional, líquido de impostos$1,142$1,220(6.4)% $2.52$2.68(6.0)%

WinSocial é reconhecida como a startup mais inovadora do Brasil em soluções para diabetes

Fonte: WinSocial

O Diabetes Innovation Challenge premiou a WinSocial como a startup mais inovadora do Brasil em soluções para diabetes. A premiação é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em parceria com o Design Thinking Lab (DTlab), e tem como objetivo fomentar a inovação, o talento, a criatividade e o empreendedorismo na busca por soluções que melhorem a qualidade de vida das pessoas com essa condição de saúde. 

A companhia oferece seguro de vida e invalidez para pessoas com diabetes, perfil que encontra dificuldade para contratar este tipo de produto no mercado de seguros. De acordo com Rafael Rosas, diretor da WinSocial, o reconhecimento é um indício de que existe um espaço muito grande no mercado para o desenvolvimento de produtos para esse público. “Esse é um prêmio muito importante e nos mostra que o trabalho que desenvolvemos tem um impacto significativo na sociedade”, completou o executivo. 

A junção da tecnologia da startup com a solidez da MAG Seguros trouxe uma nova perspectiva para essas pessoas, dando oportunidade de ter uma vida mais tranquila. O sucesso da iniciativa é comprovado não só pelo prêmio, mas também por números. Dados recentes revelaram que a startup registrou aumento de 488% de novas vendas de seguro de vida no ano passado, em comparação com 2019. 

Para 2021, a expectativa é manter o ritmo de crescimento e, pelo menos, dobrar o volume de vendas registradas em 2020. Dentre as apostas da startup para esse ano, está o Bem-Estar Diabetes, programa lançado recentemente que oferece diversos serviços assistenciais. Com a solução, os usuários terão profissionais de saúde como endocrinologistas, educadores físicos e nutricionistas disponíveis para atendimento imediato 24 horas. Além disso, é possível obter descontos no agendamento de consultas e em mais de nove mil medicamentos que vão de anti-inflamatórios aos específicos para este público, como as insulinas.  

Insurtech de seguro de vida WinSocial registra aumento em vendas para pessoas com diabetes em 2020 e espera dobrar números em 2021 

A pandemia tem despertado a necessidade de proteção em relação ao futuro, principalmente entre aqueles grupos que são considerados de risco para o coronavírus. Segundo levantamento realizado pela WinSocial, insurtech de seguro de vida, as pessoas com diabetes estão mais preocupadas com o futuro financeiro e planejamento familiar. Dados recentes revelaram que a startup registrou aumento de 488% de novas vendas de seguro de vida no ano passado, em comparação com 2019. Para 2021, a expectativa é manter o ritmo de crescimento e, pelo menos, dobrar o volume de vendas registradas em 2020. 

A companhia tem como foco a oferta de soluções para pessoas com diabetes, perfil que encontra dificuldade para contratar este tipo de produto no mercado de seguros. “As pessoas com diabetes já costumam apresentar uma boa disciplina alimentar e de hábitos de exercício físico, que são grandes aliados no tratamento. Percebemos, também, que elas estão cada vez mais propensas a pensar no seu futuro e preocupadas ainda mais com o planejamento financeiro, o que acarretou neste aumento significativo na demanda”, explica Rafael Rosas, diretor da WinSocial. 

Argo Seguros e PDVBox desenvolvem produto exclusivo para equipamentos gamers

Fonte: Argo

A Argo Seguros – seguradora especialista no desenvolvimento de produtos de nicho – e a PDVBox – plataforma digital de distribuição e comercialização para o mercado de seguros – acabam de lançar um produto exclusivo para equipamentos de jogadores de games e atletas de e-sports. Com o nome de ‘Seguro Gamer’, a novidade protege desktops, notebooks, monitores, vídeo games, fones, teclados, mouses e mouse pads. 

Com diferentes opções de limite, o novo seguro garante equipamentos estacionários e portáteis contra roubo e/ou furto qualificado; danos de causa externa ou causados pelo contato com água ou outros líquidos. Existe ainda a possibilidade de contratar uma extensão para o transporte desses bens.

A partir de uma necessidade da W7M, empresa focada em e-Sports, e em parceria com a Argo Seguros, o novo produto foi desenvolvido pela PDVBox, composta por uma equipe de profissionais com 30 anos de experiência em seguros, tecnologia e meios de pagamento – incluindo o desenvolvimento de produtos como o ‘Garantia Estendida’, oferecida atualmente por grandes redes de varejo. 

“Desenvolvemos uma solução bem completa, não apenas para quem gosta de videogames, mas principalmente para os jogadores profissionais, que investem em equipamentos e precisam de tranquilidade para treinar e competir. O Seguro Gamer foi desenvolvido para suprir a necessidade de um público que tem em seu equipamento o seu maior ativo. Por isso, aliamos tecnologia, Inteligência Artificial e conhecimento no setor de seguros para entregar maior assertividade e produtividade”, explica Luis Forster, CEO da PDVBox.

“Temos orgulho em participar, mais uma vez, do desenvolvimento de um produto exclusivo. Através da parceria com corretores e outras empresas do setor, conseguimos desenvolver soluções para necessidades específicas. Foi assim com a criação do seguro Bike e esperamos repetir o sucesso agora, com o Seguro Gamer”, afirma Mariana Miranda, Head Transportes e Corporate Sales da Argo Seguros.

O mercado de games brasileiro conta atualmente com cerca de 36 milhões de jogadores amadores, além de outros 7,5 milhões de profissionais. Atualmente, o Brasil é o 13º maior mercado de jogos eletrônicos do mundo e movimenta US$ 1,5 bilhão por ano. “Com base nesses números, nossa previsão é comercializar 300 mil seguros nos primeiros 24 meses de operação”, estimou Forster.