Vendas de seguros avançam 9,9% no primeiro trimestre, para R$ 71 bilhões

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O setor supervisionado arrecadou R$ 71,16 bilhões nos três primeiros meses de 2021, o que corresponde a R$ 6,42 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020. Em termos percentuais, o primeiro trimestre de 2021 apresentou um crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período de 2020. Os seguros de pessoas e de danos cresceram, respectivamente, 11,5% e 12,0% no período.  

Segundo resenha divulgada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), houve crescimento na grande maioria dos seguros, incluindo linhas de negócio que haviam sido mais impactadas pela pandemia, como os seguros de automóveis. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 8,62 bilhões no acumulado do ano, maior volume já registrado para um primeiro trimestre. Na comparação entre março de 2021 e março de 2020, houve um crescimento de 5,9%, enquanto o acumulado no primeiro trimestre apresenta um crescimento de 2,7% em relação a 2020.  

As contribuições do VGBL atingiram o patamar de R$ 30,17 bilhões no primeiro trimestre de 2021, o que representa um aumento de R$ 3,48 bilhões, alta de 13%, em relação ao mesmo período de 2020, quando as contribuições foram de R$ 26,69 bilhões. O PGBL, por sua vez, apresentou queda de 6,0% nas contribuições na mesma comparação. Os resgates do PGBL, no entanto, caíram 14,0% no mesmo período.  

A sinistralidade do seguro de vida foi de 80,5% em março deste ano, o que corresponde a um crescimento de quase 20 pontos percentuais em relação a fevereiro, quando a sinistralidade foi de 61,3%, e de quase 40 pontos percentuais em relação a março de 2020, quando foi de 42,1%. O seguro de vida em grupo foi um dos responsáveis por esse aumento, passando de 45,7% em março de 2020 para 65,2% em fevereiro de 2021 e para 86,1% em março de 2021.   

Foram destaques nos seguros de danos, com crescimento acima de 30% no primeiro trimestre de 2021 em relação a 2020, os seguros rural, de responsabilidade civil, patrimoniais e financeiros, que cresceram, respectivamente: 36,9%, 35,4%, 33,0% e 31,5%.   

Os seguros de lucros cessantes, que integram a linha de negócio dos seguros patrimoniais, foram responsáveis pela arrecadação de R$ 352 milhões em prêmios em 2021, um crescimento de 218% em relação ao mesmo período de 2020.  

AXA reforça apetite no mercado de Vida Corporate

Fonte: AXA

Para reforçar sua presença no ramo de seguros de vida empresariais, a AXA no Brasil reformulou o produto Vida Corporate, com foco a partir de 501 vidas. A companhia reposicionou sua oferta, incluindo aceitação para Covid-19, e revisou as condições comerciais para aumentar a competitividade do produto.

“Estamos com uma ambição mais clara para essa carteira e pretendemos ser protagonistas no mercado de Vida também. A reformulação do produto vai ao encontro das demandas de corretores e clientes e reforça nosso posicionamento no segmento, especialmente nesse momento de incertezas, que faz com que as pessoas busquem âncoras de segurança e tenham percepção mais acentuada de riscos” afirma Anelisa Fortes, Superintendente de Subscrição, Pricing e Proposta de Valor da área de Afinidades, Vida e Parcerias.

Nos próximos meses, a companhia vai entregar ainda uma solução com diferencial claro para PMEs, com o Vida Flex. “Nosso time de marketing está conduzindo conversas com corretores parceiros para ouvir o que valorizam nesta oferta, sempre numa postura de cocriação, que já é uma marca da AXA”, finaliza a executiva.

O Vida Corporate, que permite a inclusão de cônjuges e filhos, oferece aos segurados coberturas para morte e invalidez, despesas médicas e odontológicas, doenças congênitas de filhos, além de assistência funeral, cesta natalidade e assistência residencial para serviços como chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro.

Seguro residencial da Zurich permite declaração de bens de forma digital

marcio benevides

Fonte: Zurich

A Zurich lançou uma nova ferramenta para os clientes do seguro residencial: agora, após a contratação, os segurados podem realizar a declaração de seus bens por meio de registros fotográficos feitos pelo celular, em casa, dispensando a exigência de notas fiscais para comprovação de preexistência dos objetos.

Com essa ferramenta, os novos clientes oderão fazer um relatório fotográfico para a comprovação prévia da existência de bens com valor superior a R$ 2,5 mil no local segurado. Pode ser computadores e notebooks, mas também equipamentos periféricos, como aparelhos de som e imagem, televisores, home theater, soundbar, jogos eletrônicos, aparelhos de blu-ray, DVD, filmadoras, máquinas fotográficas, e até ar-condicionado e micro-ondas.

“Após a aplicação de pesquisas de satisfação com nossos clientes, percebemos o quanto a exigência de nota fiscal obrigatória para equipamentos eletrônicos, apesar de necessária, soava como algo frustrante e trabalhoso para o segurado”, conta o Diretor Executivo de Personal Lines da Zurich no Brasil, Rafael Ramalho. “Não existia nada que facilitasse esse processo no mercado. Criamos a ferramenta para quebrar esse paradigma, dando ao cliente a opção de comprovar a preexistência dos bens por outros meios”, revela o executivo.

Para utilizar a ferramenta, o cliente deve aceitar a proposta de autoinspeção feita no portal da Zurich no momento da contratação. Em seguida, ele receberá um Token por SMS que permitirá o acesso à ferramenta, na qual cadastrará informações sobre sua identificação e geolocalização. Depois, basta assinalar os bens a serem segurados e realizar as fotos dos objetos e da fachada da residência. O sistema exibe eventuais erros e, após resolvê-los, a listagem dos bens segurados está concluída.

“Essa inovação faz parte de um movimento de digitalização de processos iniciado pela Zurich há anos, mas que se acelerou com o contexto da pandemia. Além de trazer conforto e praticidade, essa ferramenta é muito importante nesse momento, pois proporciona segurança aos clientes, já que não demanda uma visita presencial. Buscamos sempre transparência, conforto e facilidade para os nossos segurados. A evolução do atendimento por meio da digitalização já era uma tendência e veio para ficar”, pontua Rafael.

Para Marcio Benevides (foto), Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, a digitalização de processos que abrange a ferramenta de inspeção mobile não impacta somente os clientes, mas também os corretores. “Os novos processos tecnológicos e digitais estabelecidos pela Zurich como um todo – que incluem também a plataforma de workflow para cotação – são um apoio à atuação dos corretores no mercado. Oferecer essa comodidade ao cliente em tempos de pandemia, como a inspeção mobile, facilitando e agilizando o processo de contratação dos seguros, é um grande diferencial para o corretor”, opina o executivo.

No seu catálogo de serviços residenciais, além da relação de bens mobile, a Zurich já havia disponibilizado uma ferramenta de vistoria mobile, que pode ser utilizada pelo próprio segurado em casos específicos que antes demandavam a visita de um prestador à sua residência.

Crescimento do mercado de seguros residenciais

A evolução do atendimento e o serviço digital vêm na esteira de outra tendência, que é a de aumento da contratação de seguros residenciais. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o crescimento desse tipo de seguro foi responsável, em 2020, por um montante de mais R$ 3 bilhões em prêmios para as seguradoras no Brasil. A Zurich registrou um crescimento de mais de 20% dos seguros residenciais em relação ao ano anterior.

Para Rafael Ramalho, o aumento da contratação desse tipo de seguro no país pode refletir alguns desafios trazidos pela pandemia. “No momento, há uma utilização maior das residências, seja para o home-office ou para empreendedores que tiveram que trazer seus negócios para casa. Muitas pessoas precisam dividir sua atenção entre o trabalho, as crianças e os afazeres do lar, o que aumenta os riscos, como por exemplo a quebra de estruturas ou equipamentos essenciais”, explica o executivo.

Segundo ele, muitas pessoas também optaram pelo isolamento em cidades menores ou no litoral, e suas casas vazias em grandes centros se tornaram uma preocupação a mais. Por tudo isso, as opções de seguros residenciais que atenderam a essas necessidades podem ter se evidenciado como uma boa alternativa de proteção para essa nova realidade.

“A preocupação com a segurança, que é essencial, é algo que está na pauta mundial do momento, inclusive dos brasileiros. Atentos a isso, os seguros da Zurich são adaptados às necessidades das pessoas, seja para famílias que estão isoladas em casa, para pequenos empreendedores que tiveram que concentrar os negócios em suas residências e, também, para aqueles que precisam manter suas atividades e desejam ter seus bens segurados fora do imóvel, como os profissionais de saúde”, conclui o executivo.

Artigo: O passo essencial para as seguradoras de vida

por: Sergio Neves, gerente de clientes para Vida e Saúde da Munich Re do Brasil

O sucesso das seguradoras depende muito de clientes satisfeitos, processos eficientes, canais de venda adequados e margens sustentáveis. A pandemia COVID-19, entretanto, tem trazido muito mais complexidade a essa equação, tornando os últimos meses muito mais frenéticos para a indústria seguradora. Tal fato obriga as companhias a antecipar medidas visando preservar sua operação, manter sua carteira de clientes e otimizar a conversão das novas vendas, em nome da sustentabilidade dos seus negócios.

Um dos impactos mais claramente percebidos é a intensificação da busca por soluções tecnológicas. E é admirável como o setor tem procurado atuar nas diferentes frentes, em especial, na eliminação de processos manuais, simplificação e, especialmente, na digitalização de suas operações.

Tal transformação digital premiará as seguradoras capazes de se mover com maior velocidade em um ambiente em constante mudança. Ganharão terreno as companhias capazes de tirar o máximo de proveito das ferramentas tecnológicas ao seu dispor e assim diferenciarem-se dos seus competidores. Por isso, a escolha de parceiros capazes de oferecer soluções adequadas torna-se um elemento importante nos planos estratégicos.

Nesse contexto, não se pode deixar de mencionar o papel importante que o resseguro pode (e deve) ter nas distintas etapas da cadeia produtiva de uma seguradora. Particularmente no segmento de Vida, a proposta de valor dos resseguradores deve ir além da oferta de capacidade, abrangendo também consultoria em temas técnicos, novos produtos, subscrição de riscos e, porque não, transformação digital.

A resseguradora Munich RE, por exemplo, possui um departamento dedicado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para automatizar a subscrição de riscos, um processo que passou a ser fundamental para toda e qualquer seguradora de Vida. Unindo a tecnologia com o conhecimento técnico, o ressegurador desenvolveu ferramentas multicanais de subscrição automatizada, que permitem a companhia otimizar a seleção de riscos nos seus atuais canais de venda e também explorar novos canais digitais, sempre avaliando o risco no ponto de venda (PoS) e permitindo a contratação imediata do seguro, sem que o cliente tenha que aguardar pela posterior aceitação manual pela seguradora.

Tal digitalização do processo de subscrição de riscos é uma medida essencial para as seguradoras que pretendem ser protagonistas no mercado de Vida. Ao mesmo tempo em que melhora a experiência dos seus clientes, a subscrição automática gera condições para que a companhia aumente as novas vendas com segurança, atingindo melhores índices de conversão; explore os novos canais de vendas digitais; gerencie adequadamente os custos e a sinistralidade da carteira; e consolide seu contínuo processo de transformação digital, necessitando de menos documentos, exames e provas médicas.

A experiência internacional da ressegradora indica que é possível subscrever digitalmente a grande maioria das propostas recebidas pelas companhias, o que libera tempo para que a equipe de subscrição dedique-se aos casos mais complexos e à melhoria contínua do processo. A tecnologia avançada empregada (Cloud, SAS), pode viabilizar uma integração que não exige grandes recursos de TI.

Além disso, numa realidade em que dados significam poder, a automação da subscrição possibilita que as seguradoras acessem novas e valiosas fontes de informações de seus clientes, o que lhes permitirá promover melhorias contínuas nos produtos ofertados, identificando padrões ou conexões anteriormente não percebidas e variáveis não estudadas. A inteligência artificial não é uma solução per se, mas sim uma parte valiosa do ecossistema de obtenção e de análise de dados, perfeitamente aplicável à subscrição automatizada.

A automação da subscrição é, portanto, uma das etapas mais relevantes no processo de transformação digital de uma seguradora de Vida. Quando bem implementada produz resultados imediatos e permite melhor acesso à rica complexidade da experiência humana, identificando as nuances e as individualidades de seus clientes, e traduzindo tudo isso em produtos e coberturas mais adequados às suas necessidades.

Para as seguradoras que almejam crescer no segmento de Vida, a questão não é ‘se’ mas ‘como’ iniciar tal transformação. A resseguradora Munich RE tem vasta experiência no tema e está disposta a apoiar as seguradoras brasileiras nesse sentido.

Alper faz aliança estratégica com a Ô Insurance e adquire carteira de Benefícios

marcos couto alper

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros faz parceria estratégia com a Ô Insurance por meio da compra da carteira de Benefícios da subsidiária, Ô Benefits. “A compra, a segunda no ano, faz parte da estratégia da companhia de crescer via aquisições. Existe um grande número de oportunidades de consolidação nesse mercado, e temos um modelo de aquisição e integração que já está sólido e estabelecido”, explica o CEO da Alper, Marcos Couto. 

Com a aliança, a Ô Insurance, que já opera em Open Insurance, passa a dedicar-se inteiramente aos seus projetos de transformação digital. Com a sua subsidiária Ô Affinity, que opera exclusivamente B2B2C, a estratégia é ofertar seu marketplace de seguros White Label via API para parceiros que possam ofertar para seus próprios canais de vendas como bancos, fintechs e lojas de varejo, etc. 

Já a Assegurou, que atua no B2C, tem como propósito gerar acesso a produtos e serviços de seguro, e faz isso através do seu ecossistema de distribuição, assim é possível fazer a oferta customizada na medida certa com a precificação ideal. “A Alper tem investido muito em tecnologia para benefícios corporativos, desta forma, essa aliança nos permite ofertar o melhor para nossos clientes da Ô Benefits e futuros parceiros B2B, e passar a focar de fato naquilo que é o nosso DNA, seguros massificados através da transformação digital”, explica o CEO da Ô Insurance, José Macedo.

Couto ressalta que no último ano a Alper realizou três aquisições: Vertex, Transbroker e  Next Marka. Nas primeiras semanas de 2021, a companhia anunciou a compra da Ferfi Consultoria. Considerando os últimos três anos, a estratégia de consolidação inclui ainda nomes como KB Consultoria, Supera e EcoVerde. “A compra desta carteira está dentro da nossa estratégia de crescimento inorgânico que prevê, ainda, novas aquisições ao longo de 2021”, afirma Couto, ressaltando que a operação vai ajudar a companhia a ampliar a atuação na região do ABC, importante polo industrial do país. 

Com a transação, a Alper reforça seu time com a chegada do Ronaldo Buscarino como Diretor Comercial ABC, junto com uma equipe altamente qualificada.

ESSOR participa na próxima quinta-feira, 13/05, do programa Sincor Digital

Fonte: ESSOR

O tema em debate será “Seguro de Cascos Marítimos Embarcações de Recreio: Uma oportunidade para os corretores de seguros”. Outros assuntos também serão alvo do evento online, tais como: o funcionamento do seguro para embarcações, o crescimento deste tipo de proteção durante a pandemia, sua importância, entre outros aspectos técnicos do seguro náutico. 

Os palestrantes serão: Pedro Simões, gestor de seguros náuticos da ESSOR Seguros, Fábio Avellar, CEO da Brancante Seguros, parceira da ESSOR Seguros, Thiago Marques Fecher, coordenador da comissão de transportes e cascos do Sincor-SP serão os palestrantes. A programação contará também com as participações especiais do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo e de Simone Fávaro, 2ª. vice-presidente e diretora executiva responsável pela assessoria técnica do Sincor-SP. E ainda, Carlos José Paiva, Israel Marques e Marlene Golubic Mollica, integrantes da comissão de transportes e cascos do Sincor-SP.

A ESSOR Seguros dobrou as vendas desse seguro em 2020, para R$ 22,6 milhões, e cresceu a dois dígitos no primeiro trimestre de 2021. Trata-se de um mercado específico, que exige muita experiência para fazer uma subscrição de risco adequada. “É preciso ter programas de gerenciamento e mitigação para oferecer aos clientes a assessoria e a tranquilidade que eles buscam ao comprar um seguro”, afirma Pedro Simões, diretor técnico e gestor de seguros náuticos da ESSOR.

Zurich concede Selo Verde para oficinas mecânicas em parceria com o IQA

Fonte: Zurich

Com o propósito de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no mundo, a Zurich mais uma vez toma à frente do mercado de seguros e anuncia que reconhecerá, com um selo verde, as oficinas da rede credenciada que demonstram preocupação com os aspectos ambientais na reparação automotiva.

A Certificação Selo Verde, como é chamada, será concedida às oficinas que passarem por uma avaliação técnica desenvolvida pela própria Zurich e que tiverem validadas a sua gestão, instalações, equipamentos e processos do ponto de vista ambiental. Na magnitude em que foi estruturada, essa certificação técnica é inédita no Brasil. 

A certificação do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, que atua como certificadora de serviços automotivos nas áreas de gestão da qualidade e gestão ambiental, entre outras atividades, foi integrada com diferenciais pela seguradora e contém 50 pontos de verificação, além de incluir uma apuração mensal de KPIs predeterminados e dos impactos ambientais dos estabelecimentos. A partir da adequação a esses pontos, a certificação das oficinas é segmentada em três categorias: ouro (acima de 70%), prata (61% a 70%) ou bronze (de 51% a 60%). 

Para Fabio Santos Silva, Superintendente de Sinistros, Personal Lines da Zurich no Brasil, a certificação traz diversos benefícios às oficinas que forem certificadas, relacionados à eficiência operacional, gestão da qualidade e ambiente de trabalho aos seus colaboradores, fortalecendo toda a cadeia de valor. E impacta também os clientes.

“Demos o pontapé inicial com duas oficinas e, até o final do ano, a meta é certificar os 60 estabelecimentos da rede credenciada com maior relevância em volumetria de reparos e interessadas na certificação. Este é só o início. Com o selo, os clientes do seguro auto terão garantia da qualidade ambiental do serviço nesses locais, em caso de sinistros que resultem na reparação do veículo”, explica o superintendente.

Segundo Fabio, a concessão do Selo Verde materializa o objetivo da companhia de promover ações que combatam os impactos das mudanças climáticas, um dos pilares da estratégia de sustentabilidade da Zurich no país. A iniciativa também está alinhada à promessa global da seguradora de liderar o impacto positivo no planeta.

“A criação da Certificação Selo Verde foi motivada pela preocupação da Zurich em oferecer, reconhecer e incentivar serviços sustentáveis junto aos seus parceiros, no Brasil e no mundo. Com essa ação pioneira, percebemos que a Zurich está, junto a essas oficinas, na vanguarda para a redução de impactos ambientais no mercado brasileiro de seguros”, avalia o executivo.

Sustentabilidade é um pilar da Zurich

A sustentabilidade é um valor fundamental no posicionamento de marca global da Zurich e vem permeando as ações da marca em várias esferas. No Brasil, no que diz respeito a serviços, por exemplo, a empresa vem oferecendo diferenciais aos clientes, como é o exemplo do descarte ecológico e consultoria ambiental disponibilizados na cobertura do seguro residencial.

Com relação aos produtos, o seguro para carros elétricos e o recém-lançado Zurich4Power, seguro para instalação e manutenção de painéis fotovoltaicos, são exemplos de iniciativas que incentivam a busca por matrizes energéticas mais sustentáveis no país. Os investimentos também são uma frente de atuação da companhia, que já colocou R$ 230 milhões nos chamados green bonds, ou títulos verdes.

Tudo isso faz parte de um alinhamento internacional do Zurich Insurance Group, que figura no topo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade e integra a Net-Zero Asset Owner Alliance da Organização das Nações Unidas (ONU), com o compromisso de zerar as suas emissões de carbono até 2050.

Lucro da Liberty Mutual avança para US$ 856 milhões no primeiro trimestre de 2021

liberty mutual

A Liberty Mutual Holding Co. divulgou lucro líquido de US$ 856 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 64,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, uma vez que os fortes resultados de investimento compensaram as maiores perdas por catástrofe.

O prêmio líquido subscrito da seguradora sediada em Boston cresceu 3,6% para US$ 10,4 bilhões, com o aumento vindo principalmente de seu negócio de Global Retail Markets, que melhorou seu prêmio líquido em 5,2% para US$ 6,85 bilhões.

No negócio de Soluções de Risco Global, o prêmio líquido emitido aumentou 1% para US$ 3,6 bilhões e as taxas de renovação aumentaram 12% devido ao “impulso de preços sustentado” nas linhas comerciais, disse David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual, em um comunicado.

O índice combinado geral da seguradora piorou 5,2 pontos para 101,5%, em grande parte devido às perdas por catástrofe. O índice combinado para o segmento Global Retail Markets piorou para 100,5% de 93,6%, enquanto o índice combinado para o segmento Global Risk Solutions melhorou 1,2 ponto, para 99,3%.

“As perdas com catástrofes no trimestre foram de US$ 1 bilhão, US$ 734 milhões acima do trimestre do ano anterior, incluindo US$ 690 milhões das tempestades de inverno de fevereiro, que afetaram o Texas e outros estados”, disse Long. “No geral, foi um trimestre forte, apesar de um nível elevado de perdas por catástrofes, e estamos satisfeitos com o progresso que estamos fazendo em direção aos principais objetivos de negócios.”

Valmir Rodrigues sai e 4 diretores assumem diretoria comercial da Tokio Marine

A Tokio Marine Seguradora comunica ao mercado a mudança de sua Diretoria Executiva Comercial. Após 30 anos de serviços prestados à Companhia, Valmir Rodrigues vai dedicar-se a projetos pessoais e passa a gestão para quatro Diretores de Canais que já faziam parte do time: João Luiz de Lima, Diretor Comercial Nacional Varejo; Marcia Silva, Diretora de Canais Especiais; José Luís Franco, Diretor Comercial Corporate; e Marcos Kobayashi, diretor comercial nacional Vida. A partir do dia 30 de junho, os executivos responderão diretamente ao presidente José Adalberto Ferrara. 

“Com muito orgulho, dedicação total e eterna gratidão, passei uma grande parte da minha vida dentro da Tokio Marine e tomei a decisão de seguir novos rumos pessoais com muita tranquilidade porque tenho absoluta confiança de que o caminho está pavimentado para que a área comercial continue prestando o melhor atendimento aos nossos Corretores e Assessorias.  Esta não foi uma decisão abrupta, uma vez que desde 2018 venho trabalhando a minha saída com um forte trabalho de coaching, pelo qual comecei a delegar cada vez mais as atribuições para os Diretores de Canais. Sob o comando destes quatro excelentes profissionais, a companhia está preparada para os grandes desafios e oportunidades que estão por vir”, pontua Valmir Rodrigues. 

Em nome de todos os times da companhia, o presidente José Adalberto Ferrara destaca a importância do trabalho desenvolvido ao longo dos anos por Valmir e reforça que o novo corpo diretivo comercial dará continuidade às melhores práticas estabelecidas pelo diretor executivo comercial ao longo de sua trajetória na Tokio Marine, iniciada em 1991. 

“Agradeço muito ao Valmir por toda a sua dedicação à companhia ao longo de sua trajetória. Tenho a plena convicção de que a nossa área comercial está preparada e plenamente motivada para dar continuidade ao trabalho desempenhado por ele, que sempre foi um líder muito próximo das equipes. Seguiremos com o mesmo foco em manter o forte relacionamento junto aos Corretores e Assessorias, que são nossos principais canais de distribuição, e a quem devotamos o maior respeito e devemos os excelentes resultados que temos obtido nos últimos dez anos”, afirma Ferrara.

Atualmente, a Tokio Marine conta com mais de 33 mil Corretores e Assessorias em sua base, cujo trabalho como consultores de proteção é fundamental para a expansão da cultura do seguro no País.

Segmento de vida da AIG registra perdas de US$ 40 milhões no 1o. trimestre de 2021

Fonte: agências internacionais

A American International Group Inc. superou as estimativas de lucro do primeiro trimestre, com o forte desempenho de suas unidades de seguros gerais e de vida e aposentadoria atenuando o impacto das tempestades de inverno e reivindicações de mortalidade relacionadas ao coronavírus. Os prêmios brutos emitidos aumentaram 6%, para US$ 10,73 bilhões no negócio de seguros gerais, impulsionados pela seguradora na América do Norte e linhas comerciais internacionais.

A empresa registrou uma receita de subscrição de US$ 73 milhões em seus negócios de seguros gerais no trimestre, em comparação com um prejuízo de US$ 87 milhões no ano anterior, quando registrou grandes perdas relacionadas à pandemia. O índice combinado anual de acidentes de seguro geral da seguradora, que exclui perdas por catástrofes, foi de 92,4% no trimestre, em comparação com 95,5% um ano antes.

O grupo reservou US$ 422 milhões para perdas por catástrofes na unidade, principalmente relacionadas a tempestades de inverno, mas não estimou perdas relacionadas ao COVID-19. As seguradoras globais enfrentaram no ano passado um aumento acentuado nos pagamentos relacionados à crise da saúde em um momento em que os investimentos em que dependem para pagar sinistros se desfizeram.

Os retornos dos investimentos agora se recuperaram e muitas seguradoras viram uma queda nos sinistros relacionados ao coronavírus, uma vez que o lançamento de vacinas ajudou mais economias a se reabrir. A receita ajustada após os impostos atribuível aos acionistas ordinários da AIG aumentou para US$ 923 milhões no trimestre encerrado em 31 de março, de US$ 105 milhões um ano antes. Excluindo itens, a AIG obteve um lucro de US$ 1,05 por ação, excedendo as estimativas dos analistas de 97 centavos, de acordo com o Refinitiv IBES.

A unidade de vida e aposentadoria da AIG registrou um salto de 57% na receita ajustada antes dos impostos para US$ 941 milhões, impulsionada em parte por maiores retornos de patrimônio privado. O negócio de seguro de vida, no entanto, registrou um prejuízo ajustado antes dos impostos de US$ 40 milhões, refletindo em grande parte mais mortes pelo surto do vírus.