Qualicorp copatrocina documentário sobre 100 anos de participação do Brasil nas Olimpíadas

Fonte: Qualicorp

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, têm início nesta semana – a cerimônia de abertura será realizada na próxima sexta-feira (23). O Brasil, tradicional participante das Olimpíadas, comemora uma importante marca nesta edição: 100 anos desde a primeira participação do País, que aconteceu na cidade de Antuérpia, na Bélgica. 

Para comemorar essa marca, estreou neste mês nos canais SporTV e na Globoplay o documentário “Almanaque dos Esportes: 100 anos do Brasil nas Olimpíadas”. A produção é copatrocinada pela Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, e resgata a memória olímpica das diferentes modalidades ao longo de 100 anos de história no País, além de contar sobre a primeira Olimpíada realizada no Brasil em 2016.

“Contribuir com a valorização e a promoção da história de um dos maiores eventos esportivos internacionais, ainda mais atrelada ao nosso País, significa muito para nós”, afirma Ricardo Pedro, diretor de Marketing e Comunicação da Qualicorp. “Apoiar projetos como esse, que fomenta a cultura e o esporte, representa mais um caminho na nossa missão de levar bem-estar e qualidade de vida a todos”, finaliza.

A produção, que resgata a memória olímpica e evolução de modalidades, como atletismo, futebol, natação e esgrima, entre outras, começou a ser veiculada no dia 12 de julho nos canais SporTV 1, 2 e 3 e SporTV Play. O conteúdo de 10 episódios será exibido diariamente até quinta-feira, 22, e ficará disponível na Globoplay. 

Saiba mais sobre outros projetos que a Quali apoia, acessando: https://bit.ly/3xFrQGs.

Ataques de hackers levam seguradoras a reavaliar estratégia

Fonte: Bloomberg

Os ataques de hackers vieram um após o outro, semeando o caos em hospitais, paralisando o maior oleoduto dos Estados Unidos, uma gigante do setor de carnes e afetando as operações de centenas de empresas no fim de semana de 4 de julho. Agora, as seguradoras reavaliam o setor cibernético.

Com o aumento das invasões e da demanda por cobertura, o negócio de US$ 3 bilhões de proteção de empresas contra hackers está em um ponto de inflexão. Diante de custos mais altos e maiores riscos, as seguradoras revisam padrões, aumentam preços e reduzem o valor de quanto estão dispostas a pagar depois de um ataque cibernético.

Tornar a cobertura mais restrita pode expor mais empresas a maiores riscos financeiros. As seguradoras reavaliam como lucrar com as políticas cibernéticas em meio a um debate mais amplo sobre quem deve ficar arcar com os custos quando os ataques ocorrerem – como as invasões contra a Colonial Pipeline e a JBS – e quais são os papéis do governo e do setor privado. “Os caminhos do passado não funcionam mais no futuro, mas essa cobertura nunca foi tão necessária”, disse Joshua Motta, cofundador e CEO da seguradora Coalition.

As políticas cibernéticas são relativamente novas no centenário setor de seguros. O segmento teve forte expansão na última década – os prêmios mais que dobraram desde 2015 e totalizaram US$ 3,15 bilhões no ano passado, de acordo com a National Association of Insurance Commissioners. Agora, algumas seguradoras estão mudando de estratégia. A Hiscox decidiu “refinar” seu apetite pelo negócio e se concentrar em clientes menores nos Estados Unidos, disse a empresa do Reino Unido em comunicado.

Ao mesmo tempo, algumas empresas estão cobrando mais por menos cobertura. Clientes pagaram 35% a mais por cobertura cibernética no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a corretora Marsh McLennan.

Perguntas mais difíceis

As seguradoras também alteram os padrões de subscrição para tentar reduzir o risco, de acordo com Tom Reagan, que lidera a prática cibernética da Marsh nos EUA. Isso geralmente inclui exigir que as empresas aumentem suas próprias proteções.

Após um aumento das perdas com ataques de ransomware, a American International Group começou a fazer perguntas mais difíceis às empresas sobre medidas de segurança como parte do processo de subscrição e exigir que os clientes empreguem certas medidas de segurança, disse Tracie Grella, chefe global de seguro cibernético da AIG, em entrevista.

Com o maior escrutínio, as empresas precisam esperar mais para obter cobertura, de acordo com Kristen Peed, diretora de gestão de risco corporativo da CBIZ. “As operadoras estão fazendo muito mais perguntas”, disse Peed. “E está demorando muito mais.”

O seguro cibernético geralmente cobre custos associados a um ataque de hackers, como os recursos para investigar e notificar consumidores de que seus dados foram comprometidos. Também pode cobrir pagamentos de resgate.

Durante anos, as seguradoras tiveram que imaginar os piores cenários e suas consequências, alguns dos quais têm se revelado bastante precisos. Quando a Colonial foi atacada, foi obrigada a paralisar as operações do maior oleoduto de combustíveis dos EUA e pagou US$ 4,4 milhões em resgate aos hackers.

Análises e estatísticas do setor agora em nova área no portal da CNseg

cnseg 70 anos

Fonte: CNseg

Dar mais visibilidade às análises e estatísticas do setor e abrir para consulta, de forma mais acessível, os números mais recentes e estudos produzidos pelas suas Comissões Temáticas se tornou prioridade para a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. A partir de agora, basta ao visitante do portal da Confederação clicar o item “Análises e Estatísticas” no menu superior para ter acesso a uma gama de conteúdos que permitem entender a evolução do setor.  

“Essas informações faziam parte do chamado Portal das Estatísticas. Avaliamos que seria mais interessante tornar evidente e de fácil acesso boa parte do material que temos elaborado na nossa Superintendência de Estudos e Projetos, como forma de construir um público ainda mais fiel, que lê os nossos estudos e nos procura para entender como anda o setor, os seus produtos e as previsões”, afirma Marcio Coriolano, Presidente da CNseg.  

 A área de “Análises e Estatísticas” do portal da CNseg reúne informações consolidadas do setor de seguros. Entre os produtos disponíveis estão: 

  1. Panorama Estatístico: resumo estatístico com as principais informações sobre o setor de seguros e seus diversos segmentos;  
  2. Caderno de Estatísticas: compilação de estatísticas do setor de seguros, incluindo índices contábeis, dados macroeconômicos e informações de outros setores. 
  3. Acompanhamento das Expectativas Econômicas: boletim semanal de acompanhamento das expectativas econômicas, tendo por base o Relatório Focus, do Banco Central.    
  4. Síntese das Projeções de Arrecadação: contemplando as expectativas de crescimento dos grandes segmentos do setor nos cenários pessimista e otimista. 

Área logada 

A área restrita permanece apenas com a disponibilização de estudos técnicos desenvolvidos pela CNseg e suas Comissões Temáticas. 

Projeção de Arrecadação traz expectativas sobre a arrecadação do setor de seguros, segregadas em agrupamento de ramos, contemplando análises de cenários macroeconômicos otimista e pessimista. 

As Enquetes têm como objetivo avaliar as opiniões das empresas associadas à CNseg.  

Os representantes de seguradoras interessados em ter acesso a essa área restrita podem fazer a solicitação pelo e-mail estatisticas@cnseg.org.br.  

JDT Seguros investe em expansão, plataforma e parcerias para avançar junto com o PIB do agronegócio


A inovação surge do desejo de crescer e conquistar novos mercados. E é neste clima que a corretora JDT Seguros, especialista em seguros para o agronegócio, lança sua nova marca e inaugura uma fase de expansão e aceleração de crescimento. Além de abraçar novos produtos e serviços, a estratégia vai na onda mundial do compartilhamento com foco no ganha-ganha. “O agronegócio sempre foi o nosso celeiro. Somos especialistas em seguro para equipamentos agrícolas e podemos agregar muito valor aos corretores que buscam ampliar seu ramo de atuação. Temos certeza de que esta estratégia de parceria e de compartilhamento técnico traz o que todos nós almejamos: uma experiência muito positiva aos nossos clientes e, consequentemente, o crescimento do setor de seguros”, conta Juliana Tiede, fundadora e Diretora Executiva da JDT Seguros.

Reconhecida por sua atuação com seguros para equipamentos junto à Assodeere – Associação Brasileira de Distribuidores John Deere – e da Stara, a corretora reforça sua proposta de valor com foco em empresas do agro, produtores rurais e cooperativas, com a oferta de um portfólio completo que inclui seguros para propriedades, lavoura, paramétrico, além de vida, frota e transportes, entre outros. “Recentemente, um corretor especializado em saúde nos pediu ajuda para fazer seguro de uma frota de equipamentos agrícolas de seu cliente no campo. Acho isso incrivelmente moderno e sustentável, em linha com as apostas de especialistas sobre as empresas de sucesso na retomada do crescimento da economia no que chamam de pós-pandemia”, comenta.

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio teve uma expansão recorde de 24,31% em 2020 e a expectativa é de mais crescimento este ano, apesar de preocupação dos produtores com clima e custos. Em números, o PIB do País totalizou R$ 7,45 trilhões em 2020 e o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões. É muito dinheiro e boa parte dele precisa de proteção, uma vez que este segmento conta com riscos severos, principalmente climáticos. Para crescer junto, a JDT investe em uma plataforma digital e na especialização da equipe, prevista para dobrar até 2022.

Sem revelar valores, Juliana conta que a corretora vem nos dois últimos anos investindo pesado em uma plataforma digital própria com o objetivo de atender o cliente desde a contratação simplificada do seguro até a liquidação de sinistros. Também está nos planos desenvolver uma frente de negócios junto a corretores parceiros, oferecendo a eles acesso a condições de negócio diferenciadas e atrativas.

“Hoje somos 25, mas vamos crescer para sustentar a ampliação de atuação em novos ramos de seguros voltados ao agronegócio e também na expansão geográfica, com a abertura de uma representação no Mato Grosso, estado que é o coração do agro brasileiro”, afirma. O mundo agro requer uma equipe especializada e próxima dos clientes finais para formatar as soluções mais adequadas para cada cliente, considerando a subscrição, gestão de riscos e aspectos comerciais. “Ser especialista nos traz muitos benefícios, principalmente nas negociações de produtos exclusivos, com coberturas diferenciadas e preços acessíveis junto às seguradoras. E estamos num momento especial no Brasil, com novas companhias interessadas em entrar neste segmento da economia que não parou de crescer nem mesmo com a pandemia”, avalia a corretora. 

“A proposta da JDT é estar cada vez mais próxima dos negócios dos clientes de forma estratégica, oferecendo a melhor solução técnica e financeira. Temos muito orgulho em poder dizer que conhecemos o negócio dos produtores e que buscamos sempre desenvolver produtos, serviços e soluções adequadas para garantir toda a segurança e tranquilidade. Nossa trajetória de mais de 13 anos de mercado e nosso pioneirismo nos credibilizam a ir além”, aposta a executiva.

Sompo Seguros contrata executivos para áreas Atuarial, de Resseguros e Contábil

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros acaba de contratar três executivos que chegam incrementar as estratégias de desenvolvimento de negócios da companhia. Cristiane Martins da Silva é a nova Superintendente Atuarial de Provisões e Produto. Já Dioniso Galvão Moreira de Araújo assume a gerência da área de Resseguro e Tiago Paixão, a gerência contábil.

Cristiane Martins da Silva, superintendente Atuarial de Provisões e Produto, está há mais de 18 anos na área Atuarial de seguradoras nacionais e multinacionais.  Com uma carreira desenvolvida nos segmentos de Seguros, Previdência Complementar Aberta, Saúde, planos Odontológicos e Capitalização; acumula experiência na gestão de equipes e projetos, bem como na administração de reservas locais (Susep e ANS) e internacionais (IFRS) e precificação atuarial de produtos. É graduada em Ciência Atuariais pela FMU, com MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Dioniso Galvão Moreira de Araújo, gerente de Resseguro, conta com mais de sete anos de experiência em resseguradoras do mercado brasileiro, nas quais atuou nas áreas de subscrição, retrocessão, riscos e inteligência de Negócios. Nesse período, teve participação ativa em processos de internacionalização de operações, incorporação e reestruturação de portfólios. É graduado em Ciências Atuariais (FEA/USP) e pós-graduando em Análise de Dados, Data Mining e Inteligência Artificial (FIA/USP).

Tiago Paixão, gerente Contábil, conta com mais de 15 anos de atuação em empresas multinacionais e nacionais de grande porte dos setores Bancário, Seguros, Vida e Previdência, com experiência nas áreas de Contabilidade, Fiscal e Controladoria. Nesse período, teve participação ativa na implementação de controles financeiros e processos contábeis para melhoria de produtividade e otimização de recursos. É graduado em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário Assunção (UNIFAI), com pós-graduação em Finanças pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Previdência complementar aberta registra alta de 91,7% em captação líquida até maio deste ano

Fonte: FenaPrevi

Depois de registrar volume recorde de saques — R$ 110 bilhões de março de 2020 a maio de 2021 –, a previdência privada aberta volta a atrair depósitos. Levantamento mensal da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida destaca que o segmento de previdência privada aberta teve 91,7% de crescimento em captação líquida (considerando as receitas menos os resgates do período) de janeiro a maio de 2021, totalizando R$ 11,9 bilhões. Em maio houve alta de 83,7%, chegando a R$ 3 bilhões no mês. Os percentuais se referem à comparação dos mesmos períodos com os dados de 2020. 

“Os números são um bom indicativo para a indústria, pois representam uma retomada gradativa do setor que tem se demonstrado resiliente diante do momento mais desafiador das últimas décadas”, destacou o diretor executivo da Fenaprevi, Carlos de Paula. Segundo ele, “fatores como o histórico investimento na inovação tecnológica e a prontidão da indústria em atender às necessidades imediatas dos participantes têm sido pontos determinantes no sentido de ratificar a importância do setor para a sociedade”. 

A evolução resulta do crescimento de prêmios e contribuições cujo total foi de cerca de R$ 53 bilhões, no acumulado, e de R$ 11,6 bilhões apenas em maio (aumento de 28,6% e de 66,3%, respectivamente). Os resgates ainda registram alta, de 17,4%, totalizando R$ 41 bilhões nos primeiros cinco meses, sendo que no mês de maio o saldo foi de R$ 8,6 bilhões, um incremento de 61%. Ainda conforme os indicadores da Fenaprevi, as provisões técnicas do segmento (valores registrados contabilmente pelas seguradoras e entidades abertas de previdência complementar) somaram R$ 1,03 trilhão em 2021.  

Visão por produtos – Na análise da Fenaprevi estão computados os planos das famílias Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e os tradicionais de acumulação. Nos cinco primeiros meses de 2021, em termos de prêmios e contribuições, os VGBL representaram 91,9% dos planos contratados, vindo depois o PGBL, com 7,2%, e 0,9% dos demais planos. A modalidade de contratação predominante é a individual (87,7%), seguida pela coletiva (10,9%) e pelos planos para menores (1,5%). 

Do ponto de vista geográfico, segundo informações da Fenaprevi com dados da Superintendência de Seguros Privados – Susep, os prêmios e contribuições acumulados estão distribuídos em 61% na região Sudeste, 17% na Sul e 11% na Nordeste. Por fim, o Centro-oeste responde por 8% de representação e o Norte do país por 3%. 

Porto Seguro concede desconto para vacinados contra Covid-19 que aderirem ao seguro de vida

Conducting regular vaccinations against various diseases and the coronavirus KOVID-19. The doctor injects a dose of vaccine into the patient's arm. Antiviral shot. Safe protection against viruses.

Fonte: Porto Seguro

A Porto Seguro inova mais uma vez e passa a conceder condições especiais para quem se vacinar contra a Covid-19 e aderir ao Vida do Seu Jeito, seguro de vida personalizável que permite a contratação de coberturas variadas de maneira independente. Inédita no mercado segurador brasileiro, a ação é válida para novas contratações realizadas até o dia 31 de dezembro deste ano. Com isso, todos os clientes que aderirem ao produto no período e que já foram comprovadamente vacinados com um dos imunizantes aprovados pela Anvisa terão desconto no valor do prêmio do primeiro ano de vigência do seguro. 

Quem comprovadamente completar o ciclo de vacinas (duas doses para as vacinas que assim exigem ou dose única) terá desconto de 10% na contratação do novo seguro de vida. Aqueles que tiverem o ciclo incompleto de vacinas (uma dose para as vacinas que necessitam de duas doses) contarão com desconto de 5%. Quando o cliente completar o ciclo de vacinação, poderá solicitar a complementação do desconto de 10% para as parcelas ainda faltantes no primeiro ano do seguro de vida. 

“Temos o compromisso de ser um porto seguro para todos os clientes e entendemos que o lançamento desse benefício é uma maneira de incentivar que os segurados garantam sua proteção, reforçando ainda a importância da imunização para toda a sociedade. Esta é mais uma forma de a Porto Seguro demonstrar que está cuidando de quem se cuida”, afirma Carlos Eduardo Gondim, diretor de Vida e Previdência da Porto Seguro.

Os segurados com o ciclo de vacinação completo que aderirem ao Vida do Seu Jeito também contarão com diminuição na carência para a cobertura básica de morte por Covid-19, que passa de 90 dias para 30 dias, a partir do início da vigência do seguro.

Seguro que se adequa às necessidades

Lançado recentemente pela Porto Seguro, o Vida do Seu Jeito é um seguro de vida personalizável que permite a contratação de coberturas variadas de maneira independente. Com isso, além de receber uma oferta mais adequada para o seu perfil e momento, o cliente tem liberdade e flexibilidade para escolher o valor das coberturas de cada uma das proteções selecionadas. “Todos nós temos um jeito único de viver e trouxemos essa realidade para o seguro de vida. Entendemos que não são as pessoas que precisam se adaptar às condições do seguro, e sim o seguro que precisa se adequar as necessidades das pessoas”, resume Gondim. “Quem tem Porto também tem um jeito único de se proteger”, acrescenta.

Neste seguro de vida, as coberturas de IPA (Invalidez Permanente Total ou Parcial Por Acidente) e IFPD (Invalidez Funcional Permanente Total Por Doença) podem ser contratadas de forma independente, sem a necessidade de inclusão da cobertura de morte. Da mesma maneira, as coberturas de Diária Por Incapacidade Temporária e de Doenças Graves agora podem ser adquiridas em conjunto com qualquer tipo de cobertura de morte, ou apenas com a adesão da IPA e da IFPD, conforme o interesse do cliente frente às suas necessidades. Uma nova cobertura de diagnóstico de câncer (incluindo câncer de mama e de colo do útero) também foi inserida. 

Além disso, o processo de contratação e análise de proposta passou a ser muito mais ágil e digital, com questionários inteligentes enviados eletronicamente para o cliente ou entrevista virtual com profissional de saúde, gerando maior agilidade no processo de emissão da apólice.

Os clientes do Vida do Seu Jeito ainda contam com serviço de telemedicina ilimitado e gratuito, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, que disponibiliza orientação médica à distância.

Munich Re prevê manter lucro em 2021 com alta de 90% no ganho do terceiro trimestre

A Munich Re divulgou nesta terça-feira que o lucro líquido no segundo trimestre aumentou cerca de 90% em relação ao ano anterior, superando as expectativas e reafirmando a estimativa de cumprir sua meta de lucro para 2021. “O lucro líquido preliminar aumentou para cerca de 1,1 bilhão de euros (US$ 1,3 bilhão)”, segundo o comunicado.

As despesas com grandes perdas ficaram abaixo da média no período, devido a perdas relativamente baixas em catástrofes naturais. A empresa não fez qualquer referência aos danos das severas inundações da semana passada na Europa Ocidental, que devem custar bilhões à indústria. O balanço completo está previsto para ser divulgado dia 10 de agosto.

Projeção praticamente estável para o PIB vem em meio a um cenário mundial e interno mais incerto, avalia CNseg

pedro simoes, CNSEG

Os analistas consultados no relatório Focus desta semana mantiveram praticamente estáveis suas projeções para o crescimento da economia brasileira. A projeção mediana para o crescimento este ano subiu marginalmente de 5,26% para 5,27% enquanto para o ano que vem o aumento, também marginal, foi de 2,09% para 2,10%. “A estabilização do PIB vem um ambiente que mistura, de um lado, certa empolgação defasada com uma recuperação mais rápida que o esperado após o choque inicial da pandemia e o avanço da vacinação e, de outro, crescente incerteza em relação aos rumos da economia mundial e brasileira no ano que vem com temores em relação ao surgimento e disseminação de novas variantes do coronavírus”, destaca Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

O economista da CNseg avalia que a empolgação do mercado é uma página que está sendo virada. “EUA não têm garantias de que o mercado de trabalho voltará a sua exuberância anterior tão cedo. Apesar da oferta de vagas, as pessoas não voltam ao emprego, acomodadas em suas poupanças e nos benefícios generosos do governo. Na China, vai ficando mais claro que o motor do crescimento vai se deslocando do segmento industrial para o de tecnologia, no qual as relações com o governo local são mais complexas. Mundialmente, todos estão preocupados com a inflação. No Brasil, a essa nova onda de incerteza na economia mundial se soma o cenário político interno, cada vez mais complicado de ler – e prever. Até mesmo a reforma tributária que era algo que poderia contar a favor, parece estar causando mais volatilidade”, comenta o economista. 

No meio tempo, a alta da inflação adiciona deterioração ao cenário, que pode ser agravado com a crise hídrica. A projeção para o IPCA em 2021 subiu pela 15ª semana consecutiva, de 6,11% para 6,31%.

Leia a íntegra do Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas produzido pela CNseg

ESG: Mitsui Sumitomo constrói pontes para ser referência em práticas ambientais, sociais e de governança

Mitsui sumitomo

A sigla da moeda no mundo corporativo é em inglês ESG, ou ASG em português — Ambiental, Social e Governança. Apesar de ser uma onda recente de responsabilidade social corporativa no Brasil, tal preocupação no Japão é pauta prioritária desde o início do século do grupo MS&AD Insurance Group.“Estamos cada dia mais preocupados com a preservação do meio ambiente, com o combate aos preconceitos de cor, gênero e religião e com a defesa de políticas de governança responsáveis”, contou Masayuki Nagano, presidente da subsidiária brasileira Mitsui Sumitomo Seguros, ao blog Sonho Seguro.   

Com uma visão única da crise climática, ao longo de suas muitas décadas de apoio a comunidades, empresas e economias em face de eventos climáticos cada vez mais severos e frequentes, a indústria global de seguros, que vende mais de US$ 5 trilhões por ano para proteger governos, empresas e famílias, tem um papel crítico a desempenhar. Sendo uma das maiores seguradoras do mundo e a principal do Japão, com ativos de US$ 216 bilhões, o grupo MS&AD Insurance Group, tem grande poder para impulsionar os aspectos ASG no mundo.

Os três pilares da empresa são: melhorar a qualidade dos produtos e serviços; aprimorar a qualidade dos produtos e serviços disponibilizados a sociedade e avançar nas políticas de respeito pelos direitos humanos. “Construir uma sociedade resiliente e sustentável está no centro da nossa estratégia”, afirma.  

Os esforços já empreendidos germinaram e colocam o grupo como o décimo primeiro grupo no ranking de empresas de seguros preocupadas com os aspectos ESG, divulgado neste ano pela organização sem fins lucrativos ShareAction. Nenhuma das 70 seguradoras, que supervisionam um total de US$ 22 trilhões em ativos, recebeu a nota máxima pela ShareAction. A Mitsui Sumitomo é a 11a do ranking.

A pontuação para todas as industrias participantes da pesquisa vai de 87.5 a zero. Seguros atingiu 47,5. A Mitsui 19,9. É a primeira seguradora do Japão citada no ranking, com nota C, ou seja, está no caminho da construção de pontes para a construção de uma sociedade mais resiliente. A abordagem da indústria de seguros para o investimento responsável e a subscrição ainda tem muito a avançar, segundo a publicação. Quase metade (46%) das seguradoras pesquisadas recebeu a classificação mais baixa (E), com outros 17% recebendo a classificação D. Nenhuma seguradora recebeu classificação AA ou AAA.

O desempenho é mais forte na governança geral em comparação com as áreas de mudança climática, biodiversidade e direitos humanos. O progresso, cita o consultor do ranking, está nas boas práticas de investimento e com boa expectativa de melhoras na subscrição de riscos, com mais iniciativas que devem melhorar o desempenho do setor para os próximos anos no tema ESG.   No Brasil, cita Nick, como é chamado pela equipe, o grupo espera poder contribuir em todos os itens, social, ambiental e de governança com a sociedade brasileira.

“Temos nos preocupado com a construção do digital, da equidade de gêneros e na oferta e subscrição de seguros para grandes, médias e pequenas empresas, como também em toda a cadeia do seguro automóvel, com prevenção de fraudes e descarte correto de bens resultantes de acidentes envolvendo nossos segurados”.   

Para ir além das expectativas, o grupo participa de diversas iniciativas nacionais e globais, entre elas Princípios de Investimento Responsável das Nações Unidas (UN PRI), Princípios Financeiros do Século 21, Fazer parte dessas iniciativas nos permite sentir uma mudança na tendência global e nos dá uma visão mais profunda sobre o investimento responsável. O grupo japonês foi um dos primeiros apoiadores do UN PRI, publicado em abril de 2006, com o objetivo de melhorar os resultados de investimento de longo prazo para clientes e beneficiários finais. A ideia é que os investidores institucionais devem primeiro estabelecer um bom entendimento das questões ESG e então incorporar no processo de investimento. 

Há uma agenda global, divulgada em 2015, para o desenvolvimento sustentável até 2030, orientada por 17 objetivos macros, 169 metas estruturantes e 241 indicadores referenciais que juntos têm, literalmente, o desafio de transformar o mundo. Foi aceita pelos 193 países que compõem a Organização das Nações Unidas, dentre eles o Brasil. “Nossos esforços são relevantes para alcançarmos muito antes de 2030 um mundo mais economicamente próspero, socialmente justo e ecologicamente preservado”, finaliza o presidente da Mitsui Sumitomo no Brasil.