Programa AceleraD’Or de Mentoria anuncia as empresas selecionadas

O Programa AceleraD’Or de Mentoria, iniciativa patrocinada pela D’Or Consultoria em prol do desenvolvimento de pequenas e médias corretoras, chega à uma importante etapa do projeto. Após aproximadamente três meses desde a abertura das inscrições foi divulgado hoje os nomes das dez empresas escolhidas. 

O resultado da seleção contemplou cinco regiões do Brasil, conforme a cidade de origem das empresas. Em São Paulo (SP): Agregga CorretoraEleve Corretora (Equilíbrio)Montana Corretora e Moplan Corretora, e em São José do Rio Preto (SP), Sevisa Corretora

De Salvador (BA) temos a Cia. de Seguro Corretora e a Safre Corretora, e o Rio de Janeiro (RJ) também marca presença na lista com a Marra Corretora de Seguros. Para fechar a lista das escolhidas, temos a Primecor Corretora de Seguros, de Curitiba (PR) e a Protezi Corretora de Seguros, de João Pessoa (PB).

Ao todo, foram 130 corretoras inscritas, de diversas regiões do país e a mentoria começa em 17 de janeiro. As selecionadas terão, por três meses, o acompanhamento de especialistas com atuação no setor que prestarão auxílio para o crescimento do negócio, em networking, exposição e visibilidade das corretoras mentoradas, sem nenhum custo. 

Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria e um dos mentores do programa explica que o setor de seguros exige cada vez mais a qualificação de seus profissionais e o objetivo desta mentoria é promover o compartilhamento de conhecimento e experiências, abordando as principais práticas e desafios de gestão. “As corretoras escolhidas terão o apoio de um time especializado, com o intuito de alcançarem resultados expressivos em curto prazo e, inclusive, de potencializarem suas carteiras de clientes”, diz.

A mentoria neste primeiro momento será on-line, contudo, futuramente, há a possibilidade de usufruir dos escritórios da D’Or Consultoria em sete capitais do Brasil e, assim, vivenciarem de perto as oportunidades de negócio com o time de mentores.

Boletim Focus desta semana é demonstração do nível de incerteza para 2022, destaca CNseg

Pedro Simoes CNseg

O Boletim Focus desta segunda-feira, 10, manteve as tendências das últimas semanas para PIB e inflação, mas elevou a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, para 11,75% ao ano, destaca Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, no boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg. “Acredito ser isso uma demonstração da dimensão da incerteza que a economia brasileira – e mundial – enfrentarão em 2022”, afirma. 

Para este ano, as projeções para a inflação se mantiveram em 5,03%, enquanto, para 2023, a mediana é de 3,36%, abaixo dos 3,41% projetados na semana anterior. Simões cita fatores que apontam na direção oposta da queda da inflação e que começaram a ser identificados e pautados pelos analistas de mercado. “Os preços dos alimentos, por exemplo, podem ser prejudicados pelo excesso de chuvas em regiões produtoras mais ao Norte e estiagem no Sul. Na última semana, o petróleo Brent, por sua vez, voltou para US$ 80/barril”, enumera. 

Em relação ao PIB, as projeções do Focus desta semana ficaram em 4,50% para 2021 – os dados referentes ao último trimestre do ano passado ainda não foram divulgados pelo IBGE. No entanto, para 2022, os economistas reduziram de 0,36% para 0,28% as projeções para o crescimento da economia. Para 2023 também houve redução, e as estimativas são de expansão de 1,70% da atividade, abaixo dos 1,80% projetados no último levantamento.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

Thisiani Matsumura Martins assumirá posição global no Grupo AXA XL

A AXA no Brasil acaba de anunciar que Thisiani Matsumura Martins, atual Country Manager da AXA XL no Brasil, foi convidada pelo Grupo AXA XL a assumir a posição de Global Chief Underwriting Officer for Aerospace (Head Global de Subscrição de Seguros Aeroespaciais, em tradução livre). A executiva segue para o novo desafio tão logo o processo de integração da AXA Seguros e da AXA XL Seguros, anunciado em novembro passado, seja finalizado.

“Agradeço imensamente ao Grupo pelo reconhecimento e às equipes no Brasil por toda colaboração e o empenho em realizar diariamente um trabalho de alta qualidade e de muita proximidade com os corretores, o que tem contribuído para posicionar a AXA XL como um player relevante em Grandes Riscos e Specialities”, afirma Thisiani Matsumura Martins, atual Country Manager da AXA XL no Brasil.

“Desejo a Thisiani muito sucesso no novo desafio e agradeço pela dedicação no processo de integração, que segue em curso. Juntos, os times estão buscando o melhor modelo operacional para suprir as necessidades de corretores e clientes, com soluções para todo tipo de risco empresarial, atendendo desde PMEs de um jeito simples e digital até grandes riscos, com toda a expertise e viés consultivo que o segmento exige”, finaliza Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.  

Fundación MAPFRE e LABMOB lançam estudo sobre os desafios da ciclologística no Brasil

Mapfre

Fonte: MAPFRE

A Fundación MAPFRE e o Laboratório de Mobilidade Sustentável (LABMOB), do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo (PROURB) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lançam nesta quarta-feira, dia 12 de janeiro, às 14h, o estudo “Segurança Viária e Ciclologística: desafios e oportunidades no Brasil”

A ciclologística é um conceito recente que vem sendo utilizado para definir os serviços de entregas com uso de bicicleta e ou triciclo. Com as frequentes mudanças e desafios nas cidades, a prática passou a ser vista como uma opção sustentável, econômica, além de geradora de oportunidades de trabalho e renda. O estudo, que analisou a rotina de mais de 300 entregadores-ciclistas, buscou entender melhor o perfil do profissional nas cidades brasileiras, além de analisar e compreender as suas necessidades e os aspectos relacionados à sua segurança viária.

O lançamento nesta quarta-feira será realizado no canal do YouTube do LABMOB e contará com a apresentação do trabalho e com a participação de convidados que irão discutir temas abordados no estudo.

  • Fatima Lima, representante da Fundación MAPFRE no Brasil
  • Victor Andrade, coordenador do LABMOB e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/UFRJ) e do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo (PROURB/UFRJ)
  • Marcela Kanitz, pesquisadora do LABMOB 
  • Renata Falzoni, arquiteta, jornalista, pioneira do advocacy pela ciclomobilidade no Brasil e criadora do Bike é Legal
  • Zé Lobo, presidente e diretor da Transporte Ativo e consultor de mobilidade ativa

Serviço:

Lançamento do estudo “Segurança Viária e Ciclologística: desafios e oportunidades no Brasil”

Data: 12/01, às 14h

Acesso: Canal do LABMOB no YouTube 

Programa de inovação IRB Brasil Re e MAG Seguros tem inscrições até dia 17 de janeiro

Insurtech Innovation Program, programa de inovação aberta do IRB Brasil RE, MAG Seguros e PUC-Rio, lança sua quinta edição em formato digital, permitindo a participação de alunos de graduação de qualquer parte do país. Os candidatos interessados podem se inscrever até o dia 17/01 no endereço http://insurtech.les.inf.puc-rio.br/

O programa, que tem a duração de um ano e é coordenado pelo Instituto de Gestão de Riscos da PUC-Rio, oferece 24 vagas. Entre os objetivos, a iniciativa desenvolve alunos de graduação e colaboradores das empresas com conhecimentos e ferramentas técnicas inovadoras, que gerem impacto positivo no mercado de seguros e resseguros a partir de soluções inovadoras. O processo seletivo inclui a análise dos formulários preenchidos e o envio dos materiais, incluindo a realização de vídeos, produção de uma linha do tempo sobre a vida pessoal e acadêmica e um descritivo sobre o candidato. A segunda etapa consiste em entrevistas pessoais.  

A divulgação dos resultados está prevista para o fim deste mês, e podem participar estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação. O início do programa acontecerá na primeira quinzena de março, com conclusão prevista no primeiro trimestre de 2023. Não há limite de idade, curso ou localidade para a participação. Todas as pessoas selecionadas receberão bolsa de estágio, e os alunos devem ter disponibilidade diária no período da tarde – as atividades do programa serão realizadas de segunda a sexta, das 14h às 18h, inicialmente de forma 100% online. 

Ao longo do programa, os alunos serão divididos em equipes multidisciplinares para propor soluções para desafios em diversos temas relacionados ao mercado de seguros e resseguros, além de se desenvolver em conhecimentos de inovação e ferramentas tecnológicas como inteligência artificial, machine learning, internet das coisas e blockchain

Vendas de seguros crescem 13,1%, para R$ 275 bilhões, de janeiro a novembro de 2021

Susep vendas de seguros novembro 2021

O setor de seguros arrecadou R$ 275,21 bilhões no acumulado até novembro, o que corresponde a R$ 31,96 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020. Em termos percentuais, o acumulado de 2021 apresentou crescimento de 13,1%. O montante arrecadado até novembro de 2021 já supera o total de receitas do setor em todo o ano de 2020, quando a arrecadação foi de R$ 274,11 bilhões, informa a Superintendência de Seguros Privados (Susep) na Síntese Mensal de Novembro de 2021.

Os segmentos de seguros apresentaram crescimento de 14,5% no acumulado até novembro. Nos seguros de pessoas o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante de R$ 21,08 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 17,3% em relação ao mesmo período de 2020.  

A sinistralidade do seguro de vida, individual e em grupo, atingiu o valor de 52,0% em novembro deste ano, ligeiramente acima do valor observado em outubro, quando foi de 50,2%, interrompendo uma série de seis meses consecutivos de queda, desde o pico de sinistralidade dessa linha de negócio, em abril de 2021, quando atingiu 97,3%.  

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 13,6% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. Ao analisarmos os seguros de danos sem auto o crescimento no acumulado do ano é ainda maior, 18,1%. Já a arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 34,34 bilhões no acumulado do ano, valor 8,0% superior ao do mesmo período em 2020.  

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 38,7%. Os seguros das linhas responsabilidade civil (RC), transporte e patrimoniais também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021. 

Acesse a Síntese Mensal de novembro aqui. 

Seguradoras pagam US$ 120 bilhões por catástrofes naturais em 2021, revela estudo da Munich Re

Em todo o mundo, os desastres naturais causaram perdas substancialmente maiores em 2021 do que nos dois anos anteriores. Com base em dados provisórios, tempestades, inundações, incêndios florestais e terremotos causaram perdas no valor de US$ 280 bilhões. As perdas no ano anterior foram de US$ 210 bilhões, enquanto em 2019 foram de US$ 166 bilhões. Cerca de US$ 120 bilhões em perdas estavam segurados, o que também foi mais do que nos dois anos anteriores (2020: US$ 82 bilhões, 2019: US$ 57 bilhões), revela estudo da Munich Re divulgado nesta segunda-feira, 10 de janeiro.

O gap de seguro, ou seja, a parcela não segurada, diminuiu ligeiramente devido a uma proporção maior de perdas nos EUA, mas ainda era de aproximadamente 57%. Quase 10.000 pessoas perderam a vida em desastres naturais em 2021, um número de mortos comparável ao dos últimos anos.

Juntamente com 2005 e 2011, o ano de 2021 provou ser o segundo mais caro de todos os tempos para o setor de seguros (ano recorde de 2017: US$ 146 bilhões, ajustado pela inflação) – as perdas gerais de desastres naturais foram o quarto maior até a data (ano recorde de 2011: US$ 355 bilhões).

O furacão Ida foi o desastre natural mais caro do ano, com perdas globais de US$ 65 bilhões (perdas seguradas de US$ 36 bilhões)
Na Europa, enchentes repentinas após chuvas extremas causaram perdas de US$ 54 bilhões (€ 46 bilhões) – o desastre natural mais caro já registrado na Alemanha.

Muitas das catástrofes climáticas se encaixam nas consequências esperadas das mudanças climáticas, tornando uma maior preparação para perdas e proteção climática uma questão de urgência.

“As imagens de desastres naturais em 2021 são preocupantes”, afirma Torsten Jeworrek, membro do Conselho de Administração da resseguradora alemã. “A pesquisa climática confirma cada vez mais que as condições meteorológicas extremas se tornaram mais prováveis. As sociedades precisam se adaptar urgentemente aos crescentes riscos climáticos e fazer da proteção do clima uma prioridade. As seguradoras cumprem suas responsabilidades cobrindo uma parte dos riscos e perdas. Ao aplicar prêmios adequados ao risco, eles colocam um preço nos perigos naturais, encorajando assim um comportamento cuidadosamente considerado para limitar as perdas. Ao mesmo tempo, severas erupções vulcânicas e terremotos em 2021 mostraram que também não devemos ignorar essas categorias de desastres naturais.”


Leia também o estudo divulgado pela Swiss Re em dezembro.

Seguradoras mudam eventos e volta ao trabalho com aumento de casos de Covid-19, Omicron e Influenza

omicron seguradoras

As seguradoras acompanham a evolução das infecções respiratórias no Brasil e no mundo. Tanto para calibrar o risco em seus contratos como também para tomar decisões como eventos e retorno dos funcionários para o escritório, que até ontem estavam agendados para a primeira quinzena de janeiro.

Seguros é um setor que valoriza o presencial, uma vez que os negócios tem como base a boa fé, o olho no olho. A pandemia impactou todos, que estavam acostumados a eventos presenciais todo santo dia, desde um congresso com mais de 1 mil pessoas até happy hour com clientes no final do dia. Todos contavam os dias para o retorno dos eventos e para conhecer os novos escritórios, totalmente reformulados para uma nova realidade de trabalho híbrido. Com direito até mesmo a um espaço para o PET.

O avanço da vacinação trouxe otimismo e várias companhias começaram a testar um modelo híbrido, principalmente para as áreas comerciais e de inovação, a partir de agosto, com no máximo 20% do quadro funcional. O Brasil é um dos países destacados no ranking mundial, com cerca de 67,7% da população totalmente vacinada até janeiro de 2022, contra 49,8% do mundo, segundo o portal Our World in Data. 

Infelizmente, o farol vermelho acendeu ontem, com a primeira morte em decorrência de uma infecção da variante ômicron. A vítima é um homem de 68 anos, morador da cidade de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital de Goiás. A ômicron já é responsável pela maioria dos casos de covid-19. Um levantamento do Instituto Todos Pela Saúde com base em amostras coletadas por laboratórios na última semana de 2021 encontrou a ômicron em 92% dos casos.

O Brasil registrou 45.717 casos de covid ontem, maior número desde setembro, o que fez a média móvel aumentar 477% em relação a duas semanas atrás. A média de mortes segue estável, mas há começa a faltar medicamentos, kit para testes e o movimento dentro dos hospitais aumenta dia a dia, ainda sem comprometer as UTIs, que estão com menos de 30% de ocupação.

Diante deste cenário, o plano B entrou em ação. Estava tudo pronto para MAG Seguros realizar seu tradicional e esperado evento anual no dia 14 de janeiro, quando completa 186 anos. Três dias de festa, começando com o Congresso Potencialize, direcionado a corretores de seguros com o objetivo de desenvolver e capacitar esses profissionais, a premiação dos melhores parceiros de vendas e o tradicional baile, chamado Galo de Ouro para encerrar as conquistas de 2021.

Diante do avanço das doenças infecto contagiosas, a direção do grupo cancelou o evento presencial. Uma frustração geral de todos os convidados, que adoram ser acolhidos pelo carinho da equipe MAG, comandada pelos Molinas — o filho Helder que é o CEO e pelo pai Molina, presidente do conselho –, com organização do CMO e responsável pelo marketing do grupo, Nuno David.

Do modelo híbrido previsto inicialmente, o Potencialize será novamente, como e 2021, virtual. Contará com a participação de diversos convidados para falar sobre saúde, economia, tecnologia e planejamento financeiro. As palestras acontecerão no dia 14 de janeiro, às 8h30, com transmissão online e gratuita para os corretores, funcionários e jornalistas.

AXA suspende atividades presenciais até dia 24

A AXA Seguros, após 18 meses de operação 100% em Home Office (março/2020 até agosto/2021), iniciou, em agosto de 2021, um projeto piloto de retorno ao escritório apenas com voluntários e percentual bem reduzido em relação à população total de colaboradores, sempre seguindo os protocolos sanitários e uso obrigatório de máscaras. “A ideia é evoluir nesse projeto este ano, consolidando o modelo híbrido de trabalho, mas, neste momento, com aumento dos casos de diagnósticos de doenças respiratórias em vários estados do País, todas as atividades presenciais da companhia estão suspensas até 24 de janeiro, quando faremos uma nova avaliação do cenário”, afirma Alexandre Campos, diretor executivo de RH, Jurídico, Compliance e Responsabilidade Social da AXA Seguros.

SulAmérica recomenda encontros presenciais somente a partir do dia 17

Na SulAmérica, a recomendação é para que reuniões, encontros e eventos presenciais de seus times sejam agendados, preferencialmente, a partir do dia 17 de janeiro. O grupo afirma monitorar atentamente a evolução do quadro epidemiológico de Covid-19 e Influenza, junto às autoridades de saúde, em cada um dos municípios que a seguradora possui espaços físicos de trabalho. Cerca de 97% do seu time de mais de 4,5 mil colaboradores, em todo o Brasil, já estão vacinados com pelo menos uma das doses contra a Covid-19.

O trabalho híbrido vem sendo gradualmente retomado pela companhia, desde o ano passado, por meio do novo Modelo SulAmérica de Trabalho, que prevê até 70% de remotização no pós-pandemia. O projeto é implementado em fases. Na última segunda-feira (03/01), a terceira etapa do projeto entrou em ação, na qual as sedes em São Paulo e Rio de Janeiro, e mais de 30 filiais de relacionamento da companhia no país, retornaram ao funcionamento com revezamento das equipes, em regimes que variam de meio período a dois dias presenciais.

De acordo com a SulAmérica, a ideia é priorizar interações presenciais de times, corretores e parceiros para momentos que importam, em espaços compartilhados e colaborativos, seguindo todos os protocolos de segurança para reduzir os riscos de contágio da doença. Trata-se de mais uma iniciativa da SulAmérica para reforçar, internamente, o conceito de Saúde Integral, que busca o equilíbrio entre as saúdes física, emocional e financeira.

“Os momentos que importam presenciais são aqueles em que a interação física é mais produtiva ou agrega mais valor para os colaboradores e para os negócios, envolvendo criatividade e colaboração, conversas importantes, além de oportunidades de engajamento e descompressão, entre outros. Essas ocasiões serão predefinidas com as lideranças das equipes, permitindo o planejamento e agendamento prévio dos espaços na companhia que agora passam a ser compartilhados. Todos nossos colaboradores receberão um tutorial e orientações para boas práticas de uso do espaço físico, conforme forem aderindo ao novo Modelo SulAmérica de Trabalho”, explica Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica.

Bradesco monitora situação pandêmica

O grupo Bradesco Seguros informou tem trabalhado na estruturação de um plano de retorno gradual, alinhado às normas de saúde e segurança, ouvindo especialistas e priorizando a proteção de todos os funcionários do grupo. “No final de 2021, iniciamos parcialmente o retorno dos funcionários à Companhia, de modo híbrido (alternando entre presencial e home office). A evolução do retorno, continuará de forma gradativa e com o monitoramento do comportamento da Pandemia Covid-19 e dos indicadores de saúde”, ressaltou.

AON tem comitê para organizar o retorno seguro do funcionários

Recentemente, todos os escritórios da Aon Brasil foram autorizados pelo Centro Global de Operações de Emergência a reabrir para o retorno dos colaboradores ao trabalho presencial. Ainda não há data definida para abertura, porém, ela acontecerá de forma gradativa e híbrida, por meio de um Projeto Piloto. 

Um comitê multidisciplinar foi criado para trabalhar no Projeto, que envolve desde pesquisa de intenção de retorno por parte dos colaboradores e sua avaliação de saúde, até e o estabelecimento de medidas e protocolos para garantir um ambiente seguro a todos que participarem do Piloto, que, no primeiro momento, contará com uma ocupação restrita da capacidade do espaço.          

Como consultoria global, temos acompanhado e desenvolvido modernos protocolos, como de avaliação de colaboradores e monitoramento da saúde e segurança, para que todos possam ter um retorno seguro. À medida em que trabalhamos nos planos de reabertura parcial dos escritórios no Brasil, reforçamos que todos os colaboradores podem continuar a trabalhar virtualmente até que validemos nosso novo formato definitivo e híbrido. 

BB Seguros alcança 1 milhão de contratos do seguro residencial

A BB Seguros atingiu a expressiva marca de 1 milhão de contratos do seu seguro residencial. A conquista coroa a recente mudança de estratégia da companhia, que transformou o seguro em uma verdadeira ferramenta de gestão da casa no dia a dia por meio de diferentes pacotes de coberturas e assistências. Outro fator importante é a alta capilaridade da rede de agências do Banco do Brasil, principal balcão de vendas da seguradora.

“Identificamos uma série de fatores como impulsionadores que nos levaram a esta importante marca. O primeiro, é a tendência de integração casa-trabalho. De junho de 2020, momento em que ficou mais claro que o isolamento seria mais longo, até o fim de 2021, tivemos um crescimento contínuo e estável. Incrementar a transformação digital, facilitando todas as jornadas, também foi fundamental para melhorar as experiências. Além disso, o lançamento dos novos serviços de assistências e a ampliação das coberturas, como as de danos por água, por exemplo, colaboraram para atender as necessidades dos clientes e aumentar a adesão ao seguro. Ainda há muito espaço para crescimento, mas essa marca nos dá a certeza de que estamos na direção certa”, celebra Ullisses Assis, presidente da BB Seguros.

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Porto Seguro auto

Uma andorinha só não faz verão. Mas várias criam um espetáculo. Assim é com tudo. Até com seguros. O processo de cotações da maior seguradora de automóvel do Brasil, a Porto Seguro, está bem mais simples. Praticamente igual ao das startups que foram concebidas por APIs, interfaces que permitem a criação de plataformas de maneira mais simples e prática para desenvolvedores. As seguradoras tradicionais, como a Porto Seguro, reduziram aquele tedioso questionário de avaliação de riscos para tornar o processo de venda mais ágil para os corretores, utilizando apenas três informações: o CPF do condutor, o CEP de pernoite e se o veículo possui algum dispositivo antifurto.

Saiba mais sobre a novidade da Porto Seguro:

Isso já está valendo?

A novidade irá contemplar as novas contratações de Porto Seguro e Azul Seguros, além das renovações do Porto Seguro Auto*. Para os endossos, o processo manterá a regra vigente na contratação ou renovação do seguro. Caso a apólice tenha sido emitida com perfil, no endosso, as questões serão exibidas e será possível realizar as alterações desejadas.

Lá atrás, quando começou o modelo de perfil, quantas perguntas tinham o questionário? Quanto tempo demorava para emitir uma apólice?

O Perfil, atualmente Questionário de Avaliação de Risco, teve a sua primeira versão implantada entre os anos de 1996 e 1997. A partir desse período, passamos a construir o QAR com diferentes versões e segmentações. Nos últimos anos, o QAR teve em média 12 perguntas. As apólices de seguros auto são realizadas de forma digital e, sendo assim, mais de 90% dos casos são propostas transmitidas e emitidas eletronicamente e em tempo real. O processo se torna ainda mais ágil com o ganho de tempo que o Corretor terá na coleta das informações com o cliente, no momento da cotação do seguro.

Agora temos 3 perguntas. CEP do condutor, da pernoite do veículo e sistema antifurto. Isso significa que a IA faz todo o trabalho para responder as questões que foram eliminadas?

Os sistemas de modelagens estatísticas são evoluídos frequentemente, sempre buscando aprimorar os modelos e a sustentabilidade dos negócios. Dessa forma, não se trata de uma substituição pura e simples, mas de um conjunto de soluções que foram evoluídas para facilitar as operações dos nossos corretores de seguros, reduzir o atrito do corretor junto aos seus clientes, simplificando e agilizando o processo de cotação. 

O cadastro do motorista do veículo e do veículo são desnecessários para atuais clientes. E para novos?

O cadastro do motorista continua a ser um campo obrigatório, pois o CPF do condutor faz parte das 3 questões.

Com a simplificação, quais os ganhos para a empresa, corretores e clientes em termos de custos, operacional e tempo?

A principal vantagem, sem dúvida alguma, é a redução do trabalho operacional dos nossos corretores de seguros. Além da simplificação, nossos corretores contam ainda contam com mais tempo para focar em suas prospecção e vendas, liquidação de sinistro mais ágil e sem burocracia e sem confirmação de perfil. Na prática, continuamos com nossas análises de subscrição e precificação às quais nossos corretores estão habituados, mas com toda a vantagem do corretor poder encontrar um processo fluido, com menos atrito e que trará ganhos de produtividade.