Ausência de Novak Djokovic não deve afetar programa de seguro do Australian Open 2022, liderado pela seguradora Chubb

Apesar da confusão criada pelo tenista Novak Djokovic, que ontem definitivamente foi banido do Aberto da Austrália, o seguro do torneio não deve ser afetado, segundo executivos. O tenista sérvio ficará com seu visto cancelado e, portanto, impossibilitado de disputar a competição de tênis e buscar o recorde de 21 títulos no Grand Slam. O atual campeão do torneio foi deportado e ainda terá que arcar com os custos do julgamento, que durou quase nove horas.

O seguro segue o contrato como previsto. Pelo terceiro ano consecutivo, a Chubb, maior seguradora de propriedade e de responsabilidade civil de capital aberto do mundo, é a companhia de seguros oficial do torneio. Programado para o período de 17 a 30 de janeiro, o Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, vai reunir boa parte dos principais tenistas da atualidade nas quadras do Melbourne Park, instalado na capital do estado de Victoria.

O torneio deve atrair até 30 mil visitantes por dia, o que representa a metade do público registado antes da pandemia, por conta dos protocolos de segurança adotados pelos organizadores, a fim de garantir o bem-estar de atletas e dos fãs.

“O tênis é um esporte apaixonante e talvez um dos motivos de despertar tanto interesse seja o fato de que a superação do adversário em cada lance se dá nos detalhes”, afirma Leandro Martinez, presidente da Chubb Brasil. “Essa busca pela excelência também é o que nos move na Chubb. Por isso, fico muito satisfeito e orgulhoso por ver nossa marca lado a lado com a de um dos maiores torneios de tênis profissional do mundo”, completa.

O apoio ao Australian Open vem na esteira de outras iniciativas similares da seguradora. Desde 2020, a Chubb é a seguradora oficial do US Open, após a assinatura de acordo plurianual com a USTA (Associação de Tênis dos Estados Unidos). “Este patrocínio proporciona uma plataforma global de primeira linha para ampliar a visibilidade da marca Chubb e sua reputação de serviço excepcional”, afirmou à época o Chairman e Chief Executive Officer da Chubb, Evan G. Greenberg.

Por conta do fuso horário, para os brasileiros que vão acompanhar a distância os jogos, o Australian Open já começou na noite de domingo (16), com rodadas a partir das 21 horas no horário de Brasília.

FenSeg cria Subcomissão de Danos Estruturais

Fenseg Seguro Habitacional


A Comissão de Riscos de Engenharia da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) amplia seu escopo de atuação em 2022. Foi criada a Subcomissão de Danos Estruturais, a partir das mudanças introduzidas no âmbito do programa habitacional Casa Verde e Amarela, do Governo federal. Em outubro do ano passado, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) baixou a Instrução Normativa 42/2021, que exige a contratação do Seguro de Danos Estruturais (SDE) nas operações de aquisição subsidiada de imóveis em áreas urbanas.

 O Programa Casa Verde e Amarela financia imóveis a juros mais baixos para o público com renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 7 mil. Este mês, a exigência do seguro passa a valer também para as operações de financiamento habitacional com recursos do FGTS. O Governo pretende, assim, ampliar o subsídio do FGTS concedido às famílias de baixa renda, além de adequar métricas ao cenário atual para atrair o mercado da construção civil e imobiliário para novas contratações.

O Seguro de Danos Estruturais visa evitar a incidência de anomalias, defeitos ou imperfeições no imóvel, aparentes ou ocultas, no prazo de até cinco anos após a entrega das obras. A cobertura garante ressarcimento de possíveis danos à infraestrutura em uma determinada obra, ocorridos durante a vigência da apólice.

“A exigência do Seguro de Danos Estruturais abre um novo horizonte para as empresas seguradoras, além de fortalecer o próprio mercado de construção civil. O normativo garante mais transparência e segurança aos empreendimentos imobiliários. Com essa ferramenta de proteção, será possível segurar imóveis construídos com mais qualidade, supervisão e compliance. Por isso a necessidade de criar uma subcomissão na FenSeg, voltada justamente para esse novo cenário de oportunidades”, afirma Fábio Silva, presidente da Comissão de Riscos de Engenharia.

Emerson Bueno assume a diretoria comercial de negócios corporativos da Sompo Seguros

Emerson Bueno Sompo Seguros

Emerson Bueno assume a diretoria Comercial de Negócios Corporativos e Paulo Sequeira, a gerência de Gestão Comercial A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de contratar Emerson Bueno como diretor Comercial de Negócios Corporativos e Canais e Paulo Pires Sequeira como gerente de Gestão Comercial. A chegada dos executivos faz parte da estratégia da companhia de fortalecimento da estrutura comercial, por meio da qual tanto o trabalho de relacionamento quanto o de fomento de negócios são feitos por equipes dedicadas segundo as características de negócios e demandas de produtos para cada perfil de corretor de seguros parceiro da companhia.

Emerson Bueno, diretor Comercial de Negócios Corporativos e Canais da Sompo Seguros, chega à companhia para liderar as áreas se Negócios Corporativos, Licitações, Bancassurance, entre outros. O profissional está há quase 30 anos na indústria de Seguros, com atuação em companhias seguradoras brasileiras e multinacionais e experiência nas áreas de gestão, vendas e liderança de equipes. Nesse período, esteve à frente de áreas de Negócios e relacionamento com corretores de seguros, bem como pelas estratégias de distribuição de produtos em diferentes regiões brasileiras. É formado em Administração de Empresas, com MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e University California Irvine (UCI), além de concluir o Programa de Negociação Estratégica e Liderança pela Harvard Business School.

Paulo Pires Sequeira, Gerente de Gestão Comercial da Sompo Seguros, conta com mais de 25 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais de grande porte nos segmentos de Seguros, Financeiro e Tecnologia. Atuou na criação e gestão de áreas de estratégia, planejamento e suporte para atender às estratégias de vendas nos mercados de Varejo e Corporate. Além da vivência em planejamento e estratégia da área Comercial e Novos Negócios, participou da liderança de grandes projetos de vendas, fusões e aquisições. O executivo é graduado e pós-graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduado em Administração de Sistemas pela Faculdade Associadas de São Paulo, e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV – Fundação Getúlio Vargas. 

“Iniciamos no ano passado uma nova abordagem na área comercial, por meio da qual buscamos ainda mais proximidade com os parceiros corretores, assessorias e plataformas de seguros. O Emerson e Paulo chegam para agregar suas experiências à estratégia da companhia de trabalhar com assertividade para conquistar share de mercado por meio do fomento de negócios e pela entrega de produtos e serviços simples, que atendam às necessidades dos clientes”, considera Fernando Grossi, diretor Executivo Comercial e de Marketing da Sompo Seguros.

Europ Assistance oferece cerca de 30 coberturas no seguro-viagem para livrar clientes de aborrecimentos

Luciana Volante, gerente executiva de Produtos e Marketing da Europ Assistance Brasil

O seguro-viagem é um grande aliado para garantir o sucesso do tão esperado período de férias. Com o avanço da vacinação e mantendo os protocolos de segurança determinados pelas autoridades, o planejamento de viagens é uma realidade para muitos neste início de 2022. 

Graças ao avanço da vacinação tem muita gente viajando pelo Brasil e pelo mundo. O Brasil é um dos países destacados no ranking mundial, com cerca de 67,7% da população totalmente vacinada até janeiro de 2022, contra 49,8% do mundo, segundo o portal Our World in Data. Com isso, a demanda por viagens cresce a cada dia, como podemos observar nos números divulgados por entidades do segmento como nas fotos de amigos e familiares que inundam nossas redes sociais com paisagens paradisíacas e muita diversão. Ainda sem ter os dados finais de 2021, a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) reforça que a expectativa é que as agências fechem 2021 com faturamento próximo de 70% do que houve em 2019, antes da pandemia. O que é uma notícia e tanto para quase 18 meses de isolamento para conter o avanço da Covid-19.

E claro, o seguro faz parte deste cenário promissor do segmento de viagens por ser um relevante instrumento financeiro de proteção para a realização de sonhos ao mitigar riscos imprevisíveis. A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) afirma que, no 3º trimestre de 2021, o seguro-viagem alcançou vendas de R$ 78,1 milhões, aumento de 36,8% em relação ao trimestre anterior e uma alta de 116,4% na comparação com igual período de 2020.

A Europ Assistance Brasil (EABR), multinacional líder em soluções de serviços e assistências presente em mais de 200 países, oferece em seu portfólio o seguro e assistência viagem, serviço que vem ganhando cada vez mais relevância pelo custo-benefício e a segurança que traz ao turista, ainda mais no atual contexto. Entre as principais vantagens oferecidas, estão as coberturas de despesas médicas hospitalares e odontológicas, consultas e cirurgias não estéticas, sessões de fisioterapia, fonoaudiologia e psicoterapia, traslado médico, despesas farmacêuticas, regresso sanitário, serviço de concierge e auxílio na localização de bagagem, além de coberturas para situações delicadas, como regresso antecipado, traslado de corpo, retorno de familiares em caso de falecimento do segurado, entre outras. Os segurados, independentemente da categoria, têm cobertura mínima de três meses por ano em viagens, no Brasil e no exterior.

“A prevenção e o cuidado com a saúde, aliados a serviços que facilitam a vida do passageiro durante uma viagem, são os principais diferenciais do nosso produto. Sabemos que a expectativa para viajar e aproveitar os momentos de lazer está maior do que nunca, e o seguro que ofertamos visa exatamente proteger esse momento de imprevistos. Idealizamos um produto completo para que o passageiro, mesmo longe de casa, se sinta protegido”, destaca Luciana Volante, gerente executiva de Produtos e Marketing da Europ Assistance Brasil. 

Os destinos mais procurados pelos viajantes que contrataram serviços com a Europ Assistance são os destinos nacionais representando aproximadamente 70%, seguido por Estados Unidos e Europa respectivamente. A contratação de seguro viagem pelo Brasil segue a tendência de alta, representando aproximadamente 30% do total de vendas em 2021, no entanto vale ressaltar que para os cruzeiros nacionais, foi exigência dos orgãos que regem o segmento que a contratação do seguro viagem para embarque fosse obrigatória.  

Novas parcerias em 2021

A meta da Europ Assistance Brasil no triênio 2022-2024 é mais que dobrar a operação no segmento de seguro-viagem, alcançando 20% desse market share, e estar entre os três maiores players desse mercado no Brasil. Para isso, o grupo realiza ações para prestar um melhor serviço aos seus clientes. 

Em 2021, fechou parcerias importantes para a oferta do seguro-viagem, reforçando seus investimentos nesta carteira. Em outubro, foi fechado contrato com uma empresa do segmento de saúde com aproximadamente 400 mil vidas elegíveis e, em novembro, foi anunciada parceria com a MSC Cruzeiros para a oferta de seguro-viagem completo, que inclui cobertura para a covid-19, e que pode ser adquirido junto com a reserva do cruzeiro, com preços a partir de R$ 79,00, por pessoa, para cruzeiros de três noites. 

O novo seguro-viagem também cobre 29 motivos mais comuns de cancelamento como, por exemplo, devido à covid-19 antes do embarque, intimação judicial do segurado, internação e/ou morte de um parente próximo (1º grau), doença grave ou acidente pessoal do segurado.

Susep divulga plano de regulação para 2022

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou na última sexta-feira, 14, o plano de regulação para 2022. Executivos do setor esperavam um plano muito mais “parrudo” do que o divulgado. O plano traz temas ligados a simplificação regulatória como aprovação das normas de conteúdo informacional do SRO; IFRS; resseguros, seguro transporte, rural, coberturas por sobrevivência em seguros de vida e previdencia, além de revisão em medidas tomadas para assegurar a solvência das companhias.

Leia o texto divulgado no Diário Oficial.

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 17/01/2022 | Edição: 11 | Seção: 1 | Página: 41

Órgão: Ministério da Economia/Superintendência de Seguros Privados

RESOLUÇÃO SUSEP Nº 11, DE 14 DE JANEIRO DE 2022

Aprova o plano de regulação para o exercício de 2022.

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP torna público que o CONSELHO DIRETOR desta Autarquia, em reunião ordinária realizada em 13 de janeiro de 2022, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 9º, inciso XX, do Regimento Interno anexo à Resolução CNSP nº 428, de 12 de novembro de 2021, e considerando o que consta do Processo Susep nº 15414.650499/2021-49, resolve:

Art. 1º Aprovar o plano de regulação da Susep para o exercício de 2022, nos termos do Anexo desta Resolução.

Art. 2º O Plano de Regulação de 2022 deverá ser divulgado no sítio eletrônico da Susep.

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.

ALEXANDRE MILANESE CAMILLO

ANEXO

PLANO DE REGULAÇÃO DA SUSEP – 2022

Tema (Índice)Título do TemaDescrição do TemaAnálise de Impacto Regulatório – AIREntrega prevista*Unidade Responsável
1Resseguro e retrocessãoRevisão, consolidação e simplificação da normas que tratam das operações de resseguro e retrocessão, incluindo o limite de cessão, das operações de cosseguro, das operações em moeda estrangeira e das contratações de seguro no exterior.A ser avaliadoRevisão normativa aprovada no Conselho Diretor da SusepDIR1
2Seguros do Grupo TransportesRevisão da Circular Susep nº 354, de 30 de novembro de 2007, e revisão e consolidação dos normativos relativos a seguro de Responsabilidade Civil do Transportador.A ser avaliadoRevisão normativa aprovada no Conselho Diretor da SusepDIR1
3Seguro RuralProposição de revisão do Decreto nº 5.121/2004, no que diz respeito à necessidade de análise e aprovação dos produtos de seguro rural por parte da Susep para participação no Programa de Subvenção ao Prémio do Seguro Rural .DispensadoProposta de revisão do decreto encaminhada para o ministério setorialDIR1
4Coberturas por SobrevivênciaRevisão da regulamentação sobre coberturas por sobrevivência oferecidas em planos de seguros de pessoas e planos de previdência complementar aberta, com a finalidade de fomentar o mercado de anuidades e propiciar o desenvolvimento de produtos que melhor atendam às necessidades dos consumidores.A ser avaliadoSubmissão da proposta de ato normativo à consulta públicaDIR2
5Seguro HabitacionalAtualização da regulamentação vigente sobre o seguro habitacional, objetivando maior clareza quanto às coberturas oferecidas e o seu real propósito perante os consumidores.A ser avaliadoRevisão normativa aprovada no Conselho Diretor da SusepDIR2
6Instrumentos de SupervisãoInquérito Administrativo: Edição de normas complementares ao estabelecimento do procedimento do inquérito administrativo, nos termos do art. 88, § 2 º, da Resolução CNSP nº 393/2020 e dando eficácia às normas previstas nos arts. 88 a 93 deste ato normativo.A ser avaliadoAprovação da matéria no Conselho Diretor da SusepDIR3DIR4
Medidas Prudenciais Preventivas: Regulamentação de medidas prudenciais preventivas a serem adotadas pela Susep destinadas a preservar a estabilidade e a solidez do Sistema Nacional de Seguros Privados, do Sistema Nacional de Capitalização e do Regime de Previdência Complementar e a assegurar a solvência, a liquidez e o regular funcionamento das supervisionadas.
7Instrumentos Financeiros (IFRS 9/CPC 48)Elaboração de estudos e propostas voltadas à implementação do CPC 48 – Instrumentos Financeiros (IFRS 9) e tratamento dos seus efeitos em relação à mensuração dos passivos de seguros, previdência, resseguro e capitalização.A ser avaliadoAprovação da matéria no Conselho Diretor da SusepDIR3
8Sistema de Registros de OperaçõesContinuidade das ações de implementação do registro de operações de seguros, de previdência, de capitalização e de resseguro em sistemas de registro homologados pela Susep e administrados por entidades registradoras credenciadas na Susep.A ser avaliadoAprovação das normas de conteúdo informacional do SRODIR3
9Autoavaliação de Riscos e Solvência (ORSA –Own Risk and Solvency Assessment)Elaboração de estudos e propostas voltadas à regulamentação da Autoavaliação de Riscos e Solvência (ORSA –Own Risk and Solvency Assessment), a ser realizada por parte das entidades supervisionadas.A ser avaliadoAprovação da matéria no Conselho Diretor da SusepDIR3

* As entregas podem envolver a realização de AIR, estudos, consulta pública ou minuta de ato normativo aprovada no Conselho Diretor da Susep. O desenvolvimento do tema pode ir além das entregas previstas no Plano de Regulação.

Zurich anuncia novo Superintendente de Subscrição

Fonte: Zurich

Leandro Cordeiro é o novo Superintendente de Subscrição da Zurich no Brasil. Com mais de 15 anos de experiência na área de seguros de vida, o executivo passa a fazer parte do time de Vida e Previdência da seguradora e chega com a missão de ampliar e fortalecer a participação da empresa nesta importante linha de negócio. Seu objetivo é promover o crescimento sustentável, buscando soluções rentáveis e inovadoras.

Formado em ciências atuariais pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Leandro possui um MBA em gestão empresarial e estratégia pela Business School São Paulo (BSP). 

Antes de ingressar na Zurich, teve passagens nas áreas de underwritting (subscrição), pricing e produtos de empresas como MetLife Brasil, MetLife Colômbia e Santander.

88i e MAPFRE Assistência firmam parceria para a oferta de serviços de assistência auto, residencial e saúde

A 88i, seguradora 100% digital, nascida com o propósito de transformar o modelo de distribuição e de consumo de soluções de seguros no Brasil, fechou uma aliança com a MAPFRE Assistência, empresa global especializada em prestação de serviços de assistência para o mercado segurador. Com a parceria estratégica, a 88i Seguradora Digital passa a diversificar as ofertas para seus clientes do ecossistema digital, com serviços de assistência auto, assistência residencial e de saúde.

A aliança começou em dezembro de 2021, quando os serviços de assistência auto da MAPFRE Assistência passaram a ser fornecidos pela 88i por meio dos canais de distribuição do ecossistema digital, fintechs, e-commerce e plataformas de mobilidade e delivery, como parte integrante das ofertas de proteção da seguradora digital. A partir deste ano, os serviços de assistência residencial e de saúde da MAPFRE Assistência também farão parte da cesta de opções da 88i. 

“A 88i Seguradora Digital combina o ‘Open Insurance’ com o modelo de afinidade digital B2B2C, além da distribuição por meio de corretores, oferecendo, assim, um portfólio de seguros massificados de maneira simples, intuitiva e digital. A partir da parceria firmada com a MAPFRE Assistência, vamos operar em conjunto tanto em serviços como em proteções. Ter soluções 100% digitais nos coloca à frente e na vanguarda deste mercado em plena transformação”, diz Rodrigo Ventura, fundador da 88i Seguradora Digital.

A parceria entre a 88i Seguradora Digital e a MAPFRE Assistência vai ao encontro da proposta de digitalização das duas empresas, que acreditam na personalização das soluções de proteção. “Oferecemos aos nossos clientes soluções e experiências únicas, o que reforça nosso compromisso com a excelência no atendimento. A parceria com a 88i está totalmente alinhada com os nossos objetivos estratégicos focados na jornada dos nossos clientes”, comenta Lucía Martinez, superintendente Comercial da MAPFRE Assistência. 

“A distribuição digital de produtos e serviços de seguro personalizados, através de canais digitais e corretores digitais, tem como foco absoluto o cliente.  Juntos, a MAPFRE Assistência e a 88i Seguradora Digital vão ofertar as melhores soluções ao mercado”, conclui Moreira. Focada em alta tecnologia, a 88i estuda cada canal de distribuição, identificando oportunidades para oferecer produtos específicos ao cliente final. A estratégia de inovação da 88i prevê o uso de computação em nuvem, IoT, inteligência artificial e blockchain.

Artigo: Oportunidades de 2022 exigem participação dos corretores de seguros

boris ber sincor sp

por Boris Ber, presidente do Sincor-SP

niciamos o ano cheio de esperanças de tempos melhores, com o avanço da vacinação para controle da pandemia e novidades que devem evoluir o setor de seguros. A evolução virá, mas, como toda mudança, é preciso acompanhar para não perder espaço.

Os corretores de seguros agora têm a chance de uma interlocução mais próxima com a Susep para participação ativa nos rumos da profissão, com um líder da categoria à frente da autarquia. Mesmo cientes de que o órgão regulador atua em prol de todo o setor, é reconfortante saber que há conhecimento técnico sobre o funcionamento de um modelo que vem dando certo.

O mercado de seguros brasileiro seguiu crescendo mesmo na pandemia tendo a população apoiada pelo modelo de distribuição e consultoria dos corretores de seguros. Nosso país, de dimensões continentais, conta com corretores em todos os seus municípios, e quem levou até agora o seguro em todos esses locais foi o corretor de seguros, profissional preparado para conversar com o cliente sobre qualquer risco. 

Algumas inovações nos foram colocadas no último ano sem a importante participação daqueles profissionais que atuam na ponta com o cliente contribuindo diretamente para o crescimento do setor. O open insurance é um grande exemplo, foi aplicado como cópia do modelo do open banking sem adaptação ao nosso setor ou à realidade do Brasil. 

O modelo é cópia, mas os setores são bastante distintos. Enquanto no bancário trata-se de uma relação direta entre banco e correntista, em seguros há a figura técnica do corretor entre a seguradora e o segurado, atuando como consultor pela necessidade de conhecimento para análise de riscos e coberturas de acordo com cada caso.

Pela definição, “o open insurance aplica as práticas de inovação aberta, por meio do fornecimento de serviços e dados a parceiros, comunidades e startups, a fim de criar novos serviços, aplicativos e modelos de negócios inovadores”. No entanto, com o corretor de seguros, nosso mercado já é “open”. Sendo um profissional de confiança do segurado, o corretor já faz o trabalho de levantar e cruzar suas informações para encontrar as melhores condições, taxas, franquias etc. Como transferir esta confiança para uma simples transação de cotação, sem qualquer análise ou esclarecimento ao segurado? Isso não pode ser perdido ou simplesmente estigmatizado como algo mecânico, em que se envia as condições e recebe de volta uma proposta. Não somos contra a evolução, mas em um setor sensível e fundamental para a sociedade na preservação de empregos, continuidade da vida, não se pode desumanizar o atendimento.

As próprias SISS (Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro, criadas no âmbito do Sistema de Seguros Aberto/ Open Insurance) foram colocadas no mercado ainda sem a definição sobre a participação dos corretores de seguros. As Sociedades Iniciadoras, como participantes de forma obrigatória no Open Insurance, devem ser credenciadas pela Susep e constituídas sob a forma de sociedade anônima. Com isso cria-se um novo ente e alguém terá que pagar esta conta, porque precisará de profissionais altamente gabaritados para fazer esse trabalho que já vem sendo realizado pelo corretor de seguros. Ou seja, mais uma vez digo que o open insurance já existe, que é o trabalho feito pelo profissional corretor de seguros, com todo o seu conhecimento técnico e do cliente. 

Outra novidade, que entra em vigor em março, é a Circular 621, que acaba com os seguros padronizados e o processo de aprovação da autarquia para cada produto criado, dando liberdade às seguradoras para oferecer seguros personalizados de acordo com as necessidades dos clientes. A Circular 621 pode ser benéfica ao proporcionar modernização e simplificação na contratação de seguros, mas traz desafios na medida em que os consumidores vão precisar de uma venda ainda mais consultiva por parte dos corretores, pela gama de possibilidades de combos e coberturas que podem ser agregados em uma única apólice.

O compartilhamento dos dados tende a ampliar a concorrência tanto para corretores quanto para seguradoras, com a entrada de novos players interessados na versatilidade dos produtos. Os corretores de seguros precisam ser mais proativos em sua profissão, para manter e ampliar o protagonismo no setor. Precisam encarar os problemas, olhar de perto o que está acontecendo em seu espaço.

Nessa oportunidade de uma interlocução mais próxima com a Susep, é fundamental que os corretores estejam mais atuantes em sua entidade representativa – o Sincor-SP, no caso de São Paulo – para nos fortalecermos e defendermos a verdade posição dos profissionais responsáveis pela distribuição de seguros no Brasil. Como exemplo, o Sincor-SP realiza no fim de janeiro um debate com o superintendente da Susep, quando iremos discutir todos estes pontos. Com união e o olhar atento de nossa categoria, os novos tempos serão de boas oportunidades.

Dyogo de Oliveira assumirá como presidente executivo da CNseg a partir de 30 de abril

Diogo Oliveira CNseg

Em 14 de janeiro, a Assembleia Geral da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg (formada pelas quatro Federações associadas) aprovou a indicação do Conselho de Gestão, após processo seletivo, para contratar o economista e ex-Ministro Dyogo Henrique de Oliveira como o próximo diretor presidente executivo a partir de 30 de abril.

Dyogo sucederá Marcio Serôa de Araujo Coriolano, que havia formalizado antecipadamente a sua decisão de não prosseguir à frente da Diretoria Executiva.

O próximo diretor presidente será contratado, a partir de 1º de fevereiro próximo, como Assessor Especial de Marcio Coriolano na sua condição, cumulativa até 30 de abril, de presidente do Conselho Diretor. Tudo com o propósito de uma transição tranquila, rápida e planejada.

O economista Dyogo Henrique de Oliveira tem extenso currículo e experiência de gestão nas áreas pública e privada, incluindo amplo conhecimento do sistema de seguros privados.

Parado não vou ficar, sou seguromaníaco”, disse Marcio Coriolano ao blog Sonho Seguro

Com o anúncio de sua saída da CNseg em abril, Marcio Coriolano só surpreendeu quem não o conhece bem. A notícia vinha circulando, mas ele fez tudo de forma silenciosa, antecipada, planejada, sem barulhos, como é do seu jeito e caráter. Falando com ele, me disse que, agora aos 70 anos, “nunca quis ficar para semente” depois de dois mandatos na FenaSaúde e dois na Confederação. “O nosso planejamento deu certo. A CNseg está perto de se consolidar profissionalmente, um exemplo associativo”. Senti sinceridade na fala. Todos o consideram um abnegado de causas. Coriolano se esquivou de dizer os seus planos pós-CNseg: “Cada coisa ao seu tempo. Parado não vou ficar, sou seguromaníaco”, disse.

Sorte para ele.

Indagado sobre o seu sucessor Dyogo, ele disse que “quando surgiu o nome dele em meio a muitos, eu pensei – caramba, como eu não tinha lembrado!; interagimos muito quando ele foi secretário executivo e Ministro do Planejamento, presidente do CNSP e presidente do BNDES. Um grande gestor. Ele está pronto para a função.”

Eduardo Giannetti ressalta a qualificação profissional como um dos desafios de 2022 em evento da MAG Seguros

O economista Eduardo Giannetti citou 3 certezas para o mundo pós pandemia no evento Potencialize, realizado pela MAG Seguros nesta sexta-feira, 14: o crescimento do endividamento do mundo, a redução de globalização, e que vamos viver num mundo digitalizado. “O crescimento no pós pandemia exige estagnação das dividas de governos, empresas e famílias. Também aprendemos que a globalização deixa todos muito suscetíveis, com 85% dos insumos médicos fornecidos por China e Índia. E a digitalização, era um caminho já vinha sendo percorrido, mas foi acelerado de 20 anos para 2 anos. Todos nos passamos por um curso intensivo das ferramentas de digitalização”, disse. 

Depois das 3 certezas, Giannetti citou 3 incertezas. O Omicron é o inicio do fim ou o fim do início?, questiona. Como saem as economias depois de passar pela UTI? A dúvida é como atravessa a convalescência. Vai ter recaídas depois deste grande período de anormalidade, com crescimento das dívidas? 

Outra incerteza diz respeito ao comportamento humano. Os estudiosos, depois de uma grande adversidade, mostram que há duas tendências que se contrapõem. A primeira é que diante da incerteza, o reforço do comportamento prudencial, como aversão a risco, não assumir compromissos de longo prazo. 

A outra incerteza é que o ser humano demanda, num período pós crise, algum tipo de revanche para aproveitar a vida quando volta a normalidade. “Isso aconteceu depois da gripe espanhola. Queriam desfrutar a vida. Sabendo que ela é tão incerta, passam a viver o momento e agarrar os prazeres que estão ao nosso alcance”, citou Giannetti. 

A situação no Brasil, afirma o economista, tem duas coisas que se combinam e que demandam atenção. Estamos numa economia com inflação alta, acima de 10%, e ao mesmo tempo uma economia em desaceleração e estagnação, com PIB negativo. Isso é chamado de estagflação. Aliado a isso, o desemprego segue com dados dramáticos. O emprego voltou para quem tem maior escolaridade, mas não voltou para a população com menor escolaridade, o que traz um agravamento do quadro social do Brasil. 

Giannetti reforça que o mercado de trabalho será cada vez mais exigente de qualificação. “As pessoas qualificadas já retomaram ao emprego. Isso não acontece para quem não tem qualificação. Vamos ter políticas para tentar reduzir esse fosso que se tornou mais largo em quem tem e não uma situação de emprego, com direitos protegidos. Quase metade da população vive a margem da economia formal. Vamos incorporar esses brasileiros à economia. Não podem ser privados deste direito. No Brasil é um privilégio ter carteira assinada e um emprego formal e isso precisa mudar”, afirmou. 

Também temos uma valorização das commodities, mas que veio acompanhada de uma forte desvalorização do real, com perda de 30% do valor em relação ao dólar, durante a pandemia. Turquia e Argentina nos superam. A resultante disso é a inflação. Para conter a inflação, o BC aumenta os juros. Só que como a dívida brasileira cresceu durante a pandemia, é muito grave o aumento dos juros. Esta situação não é sustentável por muito tempo. O grande desafio é como garantir que esta dívida se estabilize e passe a cair, e que reconquistemos o ciclo de queda de juros. 

Entre as incertezas para o Brasil em 2022, Giannetti citou que será um ano de grande volatilidade. “A nossa incerteza pelo ponto de vista fiscal e uma eleição muito disputada mexem com os humores dos agentes econômicos. Outra certeza é a herança a ser recebida pelo novo governo, que é muito complicada, com inflação acima da meta, juros elevados e desemprego”, disse. 

O lado positivo é que se houver um bom encaminhamento de um governo para outro teremos um choque de credibilidade. Investidores já se posicionam com novo governo responsável e com um programa de recomposição podemos ter recuperação expressiva em 2023. 

“Por tudo que sabemos, podemos argumentar que o primeiro ano do mandato será decisivo para a sequência dos outros anos. Pois é na lua de mel que um governo tem condições de dar início a reformas importantes que o país demanda. Se não usar este período inicial, dificilmente conseguirá fazer adiante com a depreciação do capital político, um quadro que vem se repetindo há anos”, alertou. “É fundamental que não o Brasil perca esta janela de oportunidades que depois se fecha”.