MAPFRE divulga prévia de dados de 2021, com crescimento de 8% em vendas de seguros, resseguros e serviços no mundo

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A MAPFRE divulgou na última segunda-feira, 17, uma prévia de seu balanço global de 2021, com informações sobre prêmios por regiões e unidades de negócios. A companhia aumentou sua receita total com seguros, resseguros e serviços em 8% em 2021 em relação ao ano anterior, com um volume de 22,1 bilhões de euros em todo o mundo. Já a receita de prêmios de seguros cresceu 8,6%, enquanto a MAPFRE RE, com resseguros e grandes riscos, teve um aumento de mais de 10%.

A MAPFRE também apresentou no Brasil um aumento significativo: cerca de 8,3% de crescimento em prêmios, num total de 3,34 bilhões de euros. “Esses dados mostram, mais uma vez, como o nosso modelo de negócios é sólido, mesmo em circunstâncias desafiadoras como as que temos enfrentado desde o começo da pandemia. Os dados do Brasil provam porque a companhia segue forte no País, permanecendo como a segunda maior operação da MAPFRE no mundo”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE no Brasil.

Os dados completos sobre o balanço global da companhia em 2021 serão divulgados no dia 10 de fevereiro.

Startup Labora vislumbra captação ponte para Série A após vencer Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social

Fundación Mapfre

Tranquilidade diante de decisões difíceis e inteligência emocional. Eis dois atributos que passam a ganhar notoriedade no processo seletivo das empresas que já entenderam a importância do tema Economia do Envelhecimento ao valorizar a experiência de seniores com o imediatismo dos jovens. “Nossos estudos nos mostraram que mesmo em grupos corporativos onde já há avanço em temas como diversidade de raça, gênero e LGTBQIA+, a questão da idade ainda não é vista como um fator de vulnerabilidade. Porém, o grupo mais afetado por perda de trabalho, desde o começo da pandemia, foram os 50+. Por isso escolhemos este tema para nos dedicarmos”, conta Sergio Serapião, um dos fundadores da Labora, a primeira plataforma projetada para viabilizar a inclusão em escala de profissionais mais velhos no mercado com tecnologia que retira entraves “idadistas” desde os processos de recrutamento, treinamento até integração em novas posições de trabalho .

Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. De olho nisso, a Fundación MAPFRE incluiu em seus Prêmios à Inovação Social, que está em sua quinta edição, a categoria Economia Sênior por entender que grande parte dos idosos se vê sem atividade ou renda suficiente para viver bem os anos que têm pela frente. E, quando acolhidos pelo mercado de trabalho, contribuem para a geração de riqueza de uma sociedade, tanto financeiramente como emocionalmente.

Em busca de apoiadores para o primeiro estágio de uma startup, conhecido como Investimento Anjo, os fundadores da Labora inscreveram o projeto na quarta edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social, realizada no ano passado. Um júri, formado por especialistas em inovação, empreendedorismo e impacto social, além de membros da seguradora e da IE University, escolheu o projeto da Labora entre os mais de 300 inscritos nas três regiões: Brasil, Europa e demais países da América Latina.

“Foi incrível vencer pelo Brasil. Claro que ganhar o valor em dinheiro ajudou, principalmente durante a pandemia, que exigiu aporte de tecnologia para manter o projeto no ar. Mas a mentoria que recebemos dos especialistas reunidos pela Fundación MAPFRE, bem como o networking e a notoriedade com o compartilhamento de experiência nacional e internacional foram determinantes para alcançarmos maturidade para alinhar a tecnologia com a entrega de resultados mais efetivos, além de construirmos a ponte para um novo estágio da captação de recursos para startups que avança do Seed até a Série A, quando os fundos de capital tornam se mais rigorosos e buscam escalar soluções, injetando mais “gasolina” ou “smart money” no jargão do mercado”, explica Sergio.

O empreendedor afirma que os postos de trabalho foram concebidos para pessoas com menos de 40 anos e, nesse cenário, contratar pessoas mais velhas significa, para muitos, precisar fingir ser mais jovem, deixando de lado seus melhores atributos e colocando em risco sua saúde, autoconfiança e realização. De um lado, uma legião de 50+ que busca um trabalho com mais sentido. De outro, empresas ávidas para agregar comprometimento, experiência e resiliência aos jovens que ingressam no mercado de trabalho, ansiosos por trilhar uma carreira promissora em um curto espaço de tempo. No meio deles, a faixa de 40 anos, com profissionais mergulhados em complexas demandas profissionais e familiares.

A Labora tem a ambição de “prevenir e mitigar a dor” de todos os envolvidos. Por meio da identificação de perfis, treinamentos gratuitos e mapeamento de habilidades e objetivos do candidato, o aplicativo faz a correspondência de vagas sem vieses inconscientes de idade e garante o sucesso das empresas no processo de inclusão. “Ligamos uma rede de organizações e executivos engajados com a conscientização do problema e daí passarem a ser um ator de transformação no longo prazo”.

Serapião explica que é preciso entender as necessidades dos profissionais 50+. “A maioria dos RHs tende a colocar tudo no mesmo balaio, o que torna o processo seletivo ineficaz. Exigências e expectativas precisam ser avaliadas e ponderadas para esta faixa etária. Os jovens querem dinheiro, status e galgar posições. Já uma pessoa de 50+ pode ter outra aspiração. O dinheiro importa, mas a qualidade de vida, propósitos sociais e reconhecimento têm pesos relevantes na avaliação dos requisitos das vagas”.

Até 2021, 20,6 mil profissionais aderiram a comunidade Labora, tiveram acesso a cursos gratuitos e participaram de processos de matching para trabalhos desenhados para profissionais acima de 50 anos, com uso de tecnologia baseada em dados. Até o final de 2022, eles esperam que 100 mil pessoas com mais de 50 anos sejam treinadas para novos trabalhos. “Foram mais de 50 palestras dedicadas ao letramento da diversidade geracional dentro das empresas. Fizemos com que a nossa mensagem chegasse a empresas e idosos, que estão começando a repensar o seu potencial hoje e profissionais de RH a evitarem conflitos e sair da guerra entre jovens e 50+”, comenta Serapião.

Rede Lojacorr cria site sobre LGPD voltado ao corretor

Está aberto ao público o site, desenvolvido pela Rede Lojacorr, sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), voltado ao corretor de seguros pelo link https://www.lgpdcorretoras.com.br/. A iniciativa visa auxiliar o profissional do mercado a tirar dúvidas sobre condutas, simulações, prazos, órgãos reguladores, agentes e passos para adequação. 

O canal foi desenvolvido para ser um ponto de contato rápido entre o corretor e especialistas, com informações fidedignas, claras, didáticas e acessíveis, que podem apoiar o profissional na sua adequação, além de contribuir com todo o ecossistema de seguradoras e segurados no Brasil. A curadoria do site vem ao encontro de esclarecimentos e das principais dúvidas e orientações que a Lojacorr obteve ao longo de um mergulho na LGPD, compilados também por meio de reuniões com os times e corretores, além da prática do dia a dia em relação à adequação. 

Devido a entrada em vigor dos artigos 52, 53 e 54 da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), referente às sanções administrativas, a maior rede de corretoras de seguros independentes do País vem realizando, desde 2019, diversas ações por meio de diversificadas plataformas e formatos para apoiar as corretoras de seguros da Rede, mas principalmente todo o mercado segurador. As ações informativas e educacionais também têm o intuito de aculturar o brasileiro referente à lei e a participação de cada um nesse processo.

De acordo com o diretor Financeiro (CFO) e cofundador da Lojacorr, André Duarte, a realização de auditorias, além do uso indevido dos dados das carteiras e até mesmo contatos impróprios podem não estar em conformidade com as diretrizes da LGPD. “Por isso, o desafio é informar, educar e apoiar as corretoras de seguros da Rede Lojacorr e o mercado segurador, bem como proporcionar segurança aos titulares dos dados (segurados). A implantação das adequações à lei é mundial e a Rede diagnosticou que muitas empresas possuem dificuldades de adequação à LGPD, tanto em relação à informação, quanto de recursos”, afirma.

Com o intuito de promover as adequações à LGPD, bem como colaborar com o mercado ainda tradicional e com muita diversidade devido à capilaridade de atuação da Lojacorr, os times de Compliance, Jurídico e Tecnologia da Rede Lojacorr, com apoio da Comunicação e Gente & Gestão, desenvolveram uma série de ações, promovendo informações, troca de ideias, treinamentos, soluções de dúvidas, esclarecimentos e, principalmente, a escuta dessas corretoras e corretores.

Seguradora MetLife investe para avançar em seguro de vida para PMEs

Ramon MetLife PME

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, está de olho nas oportunidades de crescimento com a comercialização de seguro de vida para micro, pequenas e médias empresas que, atualmente, representam mais de 10 milhões de estabelecimentos e 30% do faturamento do país, segundo dados do Sebrae e do Governo Federal. Com isso, a seguradora está aperfeiçoando seus produtos e investindo em plataformas digitais para atender às necessidades dos clientes, dos corretores e as demandas do mercado com mais rapidez.  

“O mercado de pequenas e médias empresas  é muito importante para o país e para a MetLife, por isso, investimos continuamente para atender àquilo que os corretores e os nossos clientes esperam. Queremos que o corretor tenha autonomia na gestão de seus negócios, de forma prática e descomplicada. hoje não existe mais a necessidade do corretor enviar a proposta física e assinada para a empresa, isso já é feito com assinatura digital”, explica Ramón Gomez, vice-presidente comercial da MetLife Brasil. O executivo também destaca a preocupação da empresa para que o corretor tenha autonomia na ponta. “Criamos um programa chamado Conta Corrente, onde os corretores possuem liberdade para gerenciar sua comissão e preço da apólice”, completa Ramón Gomez. 

Em outubro deste ano, a MetLife ampliou os recursos dentro do Portal do Corretor, ao lançar o “Dashboard do Cotador”, uma ferramenta que permite ao corretor fazer toda a gestão do seu negócio de forma rápida e intuitiva, desde a proposta até a concretização da apólice.  

Para 2022, a empresa mantém parcerias importantes pensando no valor agregado de seus produtos de vida PME. Entre elas estão o Gympass, benefício que dá acesso a mais de 24 mil academias e estúdios conveniados e a uma plataforma integrada com aplicativos de saúde, bem-estar e atividade física; e o Einstein Conecta, serviço de orientação médica online pelo celular ou computador 24h por dia, 7 dias por semana.  

Ataque cibernético, lucros cessantes e desastres naturais são os principais riscos para as empresas em 2022

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Fonte: Allianz

Os riscos cibernéticos são a principal preocupação global para as empresas em 2022, de acordo com o Allianz Risk Barometer. A ameaça de ataques ransomware, vazamento de dados ou interrupções de TI preocupa as organizações mais do que disrupções nos negócios nas cadeias de abastecimento, os desastres naturais ou a pandemia de Covid-19, temas que afetaram fortemente os negócios ao redor do mundo no último ano.  

Incidentes cibernéticos estão no topo do Allianz Risk Barometer pela segunda vez em toda a história da pesquisa (44% das resposas), Lucros cessantes vêm logo na sequencia (42%) e Catástrofes naturais ficaram em terceiro (25%), depois de um sexto lugar em 2021. Mudanças climáticas sobem para sua posição mais alta até hoje no ranking (6° lugar com 17%), enquanto Surto pandêmico cai para quarto lugar (22%). A pesquisa anual da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) abrange a visão de 2.650 especialistas em 89 países e territórios, incluindo CEOs, gestores de risco, brokers e experts em seguros. Veja aqui os rankings global e por país.

“Para a maioria das empresas, o maior receio é não conseguir produzir seus produtos ou entregar seus serviços. Em 2021 testemunhanos níveis sem precedentes de interrupção, causados por vários gatilhos. Ataques cibernéticos incapacitantes, o impacto na cadeia de abastecimento decorrente de eventos relacionados às mudanças climáticas, bem como problemas de fabricação relacionados à pandemia e gargalos de transporte causaram estragos. Este ano promete apenas uma flexibilização gradual da situação, embora outros problemas relacionados à Covid-19 não possam ser descartados. Desenvolver resiliência contra as muitas causas de interrupção nos negócios está se tornando cada vez mais uma vantagem competitiva para as empresas”, comenta o CEO AGCS Joachim Mueller.

Ranking Brasil

Pelo segundo ano consecutivo os riscos cibernéticos aparecem como principal preocupação para as empresas brasileiras, de acordo com o 11º Allianz Risk Barometer. Cerca de 64% dos respondentes consideram essa a maior ameaça para os negócios, seguido das catástrofes naturais (30%) e a interrupção de negócios (29%).

Ainda no ranking brasileiro, 26% dos participantes afirmam considerar o risco de fogo/explosão, 17% de desenvolvimento macroeconômico (exemplo: aumento de preços de commodities e inflação), e 14% o de pandemia que em 2021 ocupava o terceiro lugar, mas este ano caiu para a sexta posição.

Novos riscos apareceram na lista deste ano como o de perda de reputação ou valor de marca (13%), mudanças na legislação e regulamentação (12%), e falhas em infraestrutura, como apagões elétricos (10%). A preocupação com as mudanças climáticas caiu de 7º para 8º lugar, mas continua sendo um risco considerável pelas empresas, principalmente devido ao aumento de exigências relacionadas aos critérios ESG (ambiental, social e governança, em português).

América Latina: ransomware e vazamento de dados continuam a preocupar no Brasil enquanto as empresas argentinas sentem-se mais vulneráveis a interrupções nos negócios  

Os incidentes cibernéticos estão entre os três principais riscos na maioria dos países pesquisados. Um dos principais fatores foi o aumento nos ataques de ransomware, que são confirmados como a principal ameaça cibernética para o próximo ano pelos entrevistados da pesquisa (57%). Segundo relatório da empresa de cybersegurança brasileira Apura, entre janeiro de 2020 e julho de 2021 foram identificados ataques ransomare que vitimaram 137 organizações na América Latina, no período. Deste total, 71 – ou 51% – se deram no Brasil, onde pelo menos 17 grupos de ransomware foram identifcados. Quase metade dos ataques concentraram-se nas áreas governamental, industrial e em empresas de saúde. 

“Ano passado vimos um número muito alto de ataques maliciosos, orquestrados por grupos que exploraram vulnerabilidades dos mais variados sistemas, atacando-os de maneira sistemática. Esta tendência deve se manter em 2022, especialmente com a crescente especialização dos cibercrimonosos e os montantes envolvidos em suas atividades”, explica Gustavo Galrão, Diretor Regional de Linhas Financeiras AGCS Ibero/Latam. O executivo ainda comenta que, no caso do Brasil, a LGPD é um estímulo para as companhias investirem em sua resiliência cibernética e que, neste ano, o foco dos criminosos pode ser ainda maior nas pequenas e médias empresas.

Lucros cessantes (BI) aparecem como o segundo principal risco global e o primeiro na Argentina, onde teve 58% das respostas. Em um ano marcado por uma disrupção generalizada, a fragilidade das cadeias de abastecimento e de produção ficou mais óbvia do que nunca. De acordo com a pesquisa, a causa de BI mais preocupante são os incidentes cibernéticos; refletindo o aumento dos ataques de ransomware, mas também o impacto da crescente dependência das empresas na digitalização e a mudança para o trabalho remoto. Catástrofes naturais e pandemia são os outros dois gatilhos importantes para interrupção de negócio na visão dos pesquisados.

No ano passado, problemas de demanda pós-lockdown somaram-se a interrupções na produção industrial e logística, já que os surtos de Covid-19 na Ásia fecharam fábricas e causaram níveis recordes de congestionamento nos portos de transporte de contêineres. Atrasos relacionados à pandemia agravaram outros problemas da cadeia de abastecimento, como o bloqueio do Canal de Suez ou a escassez global de semicondutores após o fechamento de fábricas em Taiwan, Japão e Texas devido a eventos climáticos e incêndios. 

“A pandemia trouxe à tona questões como a interconectividade das cadeias abastecimento atuais, nas quais eventos não relacionados criam uma disrupção generalizada. Os ataques cibernéticos, problemas com disponibilidade de peças, atrasos logísticos, mudanças de hábitos dos consumidores, protestos relacionados às medidas restritivas…esse fatores tornam qualquer empresa mais suscetível a uma interrupção em suas operações”,  comenta Felipe Orsi, Diretor de Property AGCS América Latina.

De acordo com o Euler Hermes Global Trade Report, a pandemia de Covid-19 provavelmente levará a altos níveis de interrupção da cadeia de abastecimento no segundo semestre de 2022, embora os descompassos na demanda e oferta globais e na capacidade de transporte de contêineres acabem por diminuir, assumindo que não haja outros desenvolvimentos inesperados.

Empresas estão mais bem preparadas para uma pandemia

Surto pandêmico continua uma preocupação para as companhias, mas que agora caiu da segunda para a quarta posição no ranking global (embora a pesquisa seja anterior ao surgimento da variante Ômicron). Embora a crise do Covid-19 continue ofuscando as perspectivas econômicas em muitos setores, de forma encorajadora, as empresas sentem que se adaptaram bem. 

A subida dos temas Catástrofes naturais e Mudança climática para terceiro e sexto lugares respectivamente (NatCat também é nº 2 no Brasil), mostram estreita relação entre essas tendências. Os últimos anos mostraram que a frequência e a gravidade dos eventos climáticos estão aumentando devido ao aquecimento global. Em 2021, as perdas globais por catástrofes seguradas foram bem superiores a US$ 100 bilhões – o quarto ano mais alto já registrado. O furacão Ida nos EUA pode ter sido o evento mais caro, mas mais da metade das perdas vieram dos chamados perigos secundários, como inundações, chuvas fortes, tempestades, tornados e geadas. Exemplos incluem o sistema climático de baixa pressão Bernd, que desencadeou inundações catastróficas na Alemanha e Benelux, a tempestade Filomena na Espanha, e ondas de calor e incêndios florestais no Canadá e na Califórnia.  

Os respondentes do Allianz Risk Barometer estão mais preocupados com eventos climáticos relacionados às mudanças climáticas que causam dano ao patrimônio (57%), seguidos por BI e impacto na cadeia de abastecimento (41%). No entanto, eles também estão preocupados em gerenciar a transição de seus negócios para uma economia de baixo carbono (36%), cumprir com complexos requisitos de regulamentação e evitar possíveis riscos de litígio por não tomar medidas adequadas para lidar com as mudanças climáticas (34%).

“A pressão nas empresas para agir sobre as mudanças climáticas aumentou notavelmente no ano passado, com um foco crescente em contribuições net-zero”, observa Line Hestvik, Diretor de Sustentabilidade da Allianz SE. “Há uma clara tendência das empresas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa nas operações ou explorar oportunidades de negócios para tecnologias climate-friendly e produtos sustentáveis. Nos próximos anos, muitos tomadores de decisão corporativos estarão analisando ainda mais de perto o impacto dos riscos climáticos em sua cadeia de valor e tomando as devidas precauções. Muitas empresas estão desenvolvendo competências dedicadas à mitigação de riscos climáticos, reunindo especialistas em gerenciamento de riscos e sustentabilidade.”  

As empresas também precisam se tornar mais “à prova de” eventos climáticos extremos, como furacões ou inundações. “Eventos anteriores que ocorrem uma vez a cada século podem ocorrer com mais frequência no futuro e também em regiões que foram consideradas ‘seguras’ no passado. Tanto os edifícios quanto o planejamento de continuidade de negócios precisam se tornar mais robustos em resposta a essa mudança”, explica Maarten van der Zwaag, Diretor Global de Property Risk Consulting AGCS.

Outros riscos que fazem parte do ranking global do Allianz Risk Barometer deste ano são:

  • Falta de mão de obra qualificada (13%) está em nono lugar. Atrair e reter trabalhadores raramente foi tão desafiador. Os entrevistados classificam isso como um dos cinco principais riscos nos setores de engenharia, construção, imobiliário, serviço público e saúde, e como o principal risco para transporte.
  • Mudanças na legislação e regulamentação manteve-se em quinto (19%). Iniciativas regulatórias proeminentes nos radares das empresas em 2022 incluem práticas anticompetitivas voltadas para grandes tecnologias, bem como iniciativas de sustentabilidade com o esquema de taxonomia da UE.
  • Fogo e explosão (17%) são riscos perenes às empresas, ficando em 7º lugar, assim como no ano passado.  Desenvolvimentos de mercado (15%) caíram do quarto para o oitavo e os Desenvolvimentos macroeconômicos (11%) desceram duas posições, ficando em décimo lugar.

Brokerslink renova Conselho para 2022

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A Brokerslink, corretora de seguros global, nomeou quatro diretores para o Conselho de Administração neste início de ano. Jorge Manuel Arias, sócio e diretor administrativo da corretora Corporación Continental, com sede no Panamá, como diretor do Conselho. Jorge tem mais de 30 anos de experiência no setor de seguros e é o atual secretário e ex-presidente da Câmara Panameña de Empresas de Corretaje de Seguros, e diretor e ex-tesoureiro da Câmara de Comércio, Indústrias y Agricultura de Panamá (Câmara de Comércio do Panamá).

Denise Nart, chefe de contas globais, resseguros e desenvolvimento de negócios e vice-presidente do conselho executivo da NART Insurance & Reinsurance Brokerage, parceira da Brokerslink na Turquia. Anthony Lim, fundador e presidente executivo da Acclaim Insurance Brokers, parceiro da Brokerslink em Cingapura; Laure Nicaise, gerente geral da Generalia Assurances, parceira da Brokerslink em Camarões.

Os novos diretores do conselho substituem Sunny Léons, Roger Potts, Rohan Stewart e Francisco Valdes, que prestaram cinco anos de serviço ao conselho.

“Tenho o prazer de receber Jorge no conselho junto com Denise, Anthony e Laure. Jorge tem excelente experiência nos mercados panamenho, centro-americano e caribenho e traz um grande conhecimento para o cargo. Estou ansioso para trabalhar com o conselho para impulsionar os negócios em 2022. Estamos confiante neste ano, à medida que continuamos expandindo nossa presença e investindo em inovação tecnológica para apoiar parceiros e afiliados”, comentou o presidente e fundador da Brokerslink, José Manuel Fonseca, em nota.

“É uma honra ser convidado para fazer parte do conselho da Brokerslink. Tornamo-nos um parceiro em 2020 e, desde então, ficamos impressionados com a colaboração e o suporte global fornecidos em toda a rede. Estou ansioso para trabalhar com o conselho para estabelecer e construir ainda mais o perfil da Brokerslink em toda a região da América Latina”, acrescentou Jorge Manuel Arias.

Jorge, Denise, Anthony e Laure juntam-se aos atuais diretores do conselho; Steve Hearn do Reino Unido, Edoardo Leusciatti da Suíça, Grégory Allard da França, Jamie Crystal dos EUA, Patrick Chan de Hong Kong, Patrick Verlinden da Bélgica, Stefan Müller da Suíça e Youness Rhallam do Marrocos.

A Brokerslink é uma Global Broking Company fundada pela MDS que gere uma rede de brokers e firmas especialistas em consultoria de riscos presente em cerca de 110 países. Por meio da Brokerslink, a MDS oferecer uma ampla gama de soluções personalizáveis de acordo com a necessidade de cada cliente. A capacidade de atuação internacional a permite disponibilizar às empresas multinacionais uma gestão global e integrada dos programas de seguros e riscos em qualquer parte do mundo.

Executivas de seguros conversam sobre “Janeiro Branco”

cnseg podcast

Já está no ar novo episódio do Seguro Cast – o podcast da Confederação Nacional das Seguradoras- CNseg – sobre a campanha “Janeiro Branco”, que tem como objetivo alertar sobre questões relativas à saúde mental.

Para ajudar os ouvintes a entenderem melhor o tema, a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, entrevista a Presidente da Comissão de Recursos Humanos da CNseg, Patrícia Coimbra.

Icatu lança título de capitalização para garantia de aluguel parcelado em até 12 vezes

Icatu Capitalizacao


Considerando o cenário atual, em que a nova rotina de home office trazida pela pandemia alterou a relação das pessoas com suas moradias, o que fez o mercado imobiliário se reinventar com novas estratégias, é cada vez mais clara a demanda do consumidor por produtos simples e de fácil contratação, que ofereçam taxas atrativas e facilidades de pagamento.

Seguindo a linha de parcerias para potencializar seus negócios, a Icatu abre uma nova frente para levar proteção financeira aos clientes e investidores do ramo imobiliário. Trata-se do título de capitalização Icatu Garantia de Aluguel, que substitui o fiador ou seguro-caução nos contratos imobiliários de locação de imóveis. “Podemos ter muitos negócios com a cadeia imobiliária. Vamos começar por facilitar a vida de quem precisa de uma garantia para locar um imóvel”, conta o diretor de Capitalização da Icatu, Marcelo Oliveira.

A partir deste ano, o título da Icatu, antes com aporte único do valor do contrato na compra, agora conta com possibilidade de contratação em até 12 parcelas divididas no cartão de crédito. A adoção desse parcelamento integrado a uma plataforma e totalmente online é inédita no mercado e foi uma forma de ampliar o acesso da garantia para diferentes perfis de público. 

Atualmente, o título de capitalização representa aproximadamente 3% das garantias locatícias. Um dos obstáculos para o crescimento deste instrumento estava na exigência de aporte único do valor. “Algumas pessoas não têm o valor total da garantia solicitada pela imobiliária, ou até mesmo não estão dispostas a se descapitalizar,  e certamente esta iniciativa vai ajudar que muitos possam optar pelo título de capitalização”, diz Oliveira. 

Segundo o executivo, enquanto no seguro fiança o cliente paga anualmente e não há resgate no final, como no seguro de carro, por exemplo, no título de capitalização, o cliente recebe todo o valor aportado no final da vigência, sem considerar o acréscimo dos juros, se houver o parcelamento. Para o locador do imóvel, não há risco de inadimplência, a seguradora assume o valor negociado, independente do parcelamento .

“A adoção de títulos de capitalização como garantia locatícia é uma tendência que se consolida cada vez mais no mercado imobiliário brasileiro porque é uma operação segura, ágil e muito prática, tanto para as imobiliárias, quanto para os donos de imóveis e os locatários. Temos certeza de que o parcelamento irá alavancar o crescimento desta modalidade de título de capitalização”, acredita Olivieira. 

Só no ano passado, a Icatu teve um crescimento de 13% em volume de negócios desse tipo de produto em relação a 2020. O produto Icatu Garantia de Aluguel representa 34% do faturamento de capitalização da companhia. “Dois anos após a  integração da carteira da SulAmérica, aprimoramos nosso sistema de vendas, investindo em tecnologia, solidificamos nossa relação com o canal e agora temos uma base pronta para o crescimento”, acrescenta. A seguradora acredita que as vendas parceladas no cartão irão representar mais de 20% das vendas novas desse produto ao longo do ano.

A Icatu, quinto maior grupo econômico no país em capitalização, com mais de R$ 3 bilhões em provisões, busca parcerias de longo prazo. Segundo Oliveira, o propósito é apoiar o canal imobiliário na entrega de valor ao cliente final. “Todo proprietário de imóvel declara aluguel como renda extra e paga imposto nesse momento. Se fizer um aporte em PGBL pode usufruir do benefício fiscal”, exemplifica o executivo.

“Além disso, lançamos em 2021 o Aluguel Protegido, que é um seguro complementar às garantias locatícias com foco no inquilino, visando proteger a obrigação financeira assumida (contrato de aluguel). O produto possui coberturas para os casos de perda de renda, invalidez ou morte do inquilino. A Icatu possui diversos produtos que se aplicam ao canal imobiliário e aos poucos vamos levar nossa expertise em parcerias. Nesse período, por exemplo, percebemos que algumas pessoas investem em imóveis, mas não necessariamente possuem liquidez financeira. Se acontecer alguma coisa com  essa pessoa, será que a família tem condições de arcar com as despesas do inventário? Um seguro de vida ajudaria muito nesse momento”, conclui.

Persistência da alta dos preços continua no radar dos economistas neste início de ano, avalia CNseg

As projeções para a inflação deste ano compiladas pelo Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 17, voltaram a subir. “Depois de uma semana com alguns sinais mistos nas projeções, que demonstram a dimensão da incerteza que a economia brasileira enfrentará em 2022, a alta vem na esteira da divulgação do IPCA de dezembro que, com variação de 0,73%, ficou um pouco acima do esperado, muito por conta de reajustes em vários preços depois das promoções da Black Friday, em novembro, o que fez a inflação oficial encerrar 2021 com 10,06%”, destaca Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, no boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

De acordo com o economista, ainda que, de fato, muitos choques tenham ocorrido e sejam responsáveis por grande parte da alta da inflação no ano passado, principalmente os preços dos combustíveis e da energia elétrica, a ideia de que a inflação pós-pandemia poderia ser apenas temporária vai sendo deixada de lado. No Brasil, os juros já subiram da mínima histórica de 2% para 9,25% e, segundo a mediana do Focus desta semana, deve continuar a subir até 11,75% ao longo de 2022. 

“Com o Banco Central fazendo “o que for preciso” para trazer a inflação de volta à meta, espera-se uma forte desinflação, mas com o IPCA ainda acima da meta (3,50%, com bandas de 1,5p.p.)”, avalia. A projeção para o IPCA nesta semana subiu de 5,03% para 5,09%, ligeiramente acima, portanto, do teto da meta. Para 2023, a projeção para o IPCA subiu de 3,36% para 3,40%. 

Simões ressalta, no entanto, que a inflação mais resiliente é um fenômeno global, especialmente nos EUA, onde as sinalizações de uma política monetária bem mais restritiva do que se esperava há poucos meses ficaram ainda mais evidentes após a divulgação da inflação ao consumidor do País, também na semana passada, que fechou 2021 em 7%, maior alta em quatro décadas. “Se o Fed também fizer “o que for preciso”, a economia mundial terá que lidar com um cenário de condições monetárias bem mais apertadas, com todas as conhecidas consequências negativas, especialmente para as economias emergentes, como o Brasil”, afirma. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

TEx lança podcast sobre empreendedorismo, tecnologia e inovação para o mercado segurador

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Fonte: TEx

Buscando ampliar a série de conteúdos a TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador e criadora do TELEPORT, acaba de estrear seu próprio podcast semanal. A cada episódio do TExTalk, Emir Zanatto, CEO da insuretch, irá receber convidados que irão tratar de temas relevantes para o mercado.

“Temos como propósito potencializar o mercado de seguros e, certamente, a produção de conteúdo é uma ferramenta importantíssima para atingir esse objetivo. Por isso, no TExTalk o profissional de seguros vai conhecer uma gama de especialistas que vão dividir experiências e aprendizados que vão acelerar a transformação na corretora de seguros”, revela Emir Zanatto.

O podcast para mentes inquietas vai debater temas como empreendedorismo, tecnologia e inovação. O lançamento será em 20 de janeiro de 2022 e poderá ser acessado no Youtube, Spotify e Apple Music.