Liberty Seguros lança ação inédita para capacitar mulheres a atuarem como corretoras

patricia chacon liberty

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros lança hoje uma ação de capacitação para mulheres que desejam atuar como corretoras. Inédita no mercado, a iniciativa faz parte do Mulheres Seguras, projeto da Liberty criado em prol do empreendedorismo e empoderamento feminino, e vai formar 40 profissionais interessadas no setor, com vagas exclusivas para mulheres negras, transexuais, em vulnerabilidade social, mães solo e mulheres com mais de 50 anos.

A iniciativa fomenta a equidade de gênero no país, principalmente em um contexto no qual a participação de mulheres no mercado geral de trabalho é 20% inferior à dos homens, segundo a FGV. O processo de ensino das participantes será realizado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) e terá início em janeiro de 2023, com duração de 9 meses e formato de ensino à distância. Posteriormente, as profissionais receberão a certificação da SUSEP para trabalharem como corretoras. 

Além de contribuir para formar futuras corretoras, a Liberty conduzirá ações online com as participantes, em formato de workshops. Tais encontros abordarão temas como diversidade, inclusão, protagonismo feminino e projetos da própria companhia, como o Cresça com a Liberty, programa criado para desenvolver os corretores e contribuir para o crescimento de suas carreiras, e a Academia Digital, série de treinamentos para engajar e capacitar parceiros a venderem seguros por meio das redes sociais. As profissionais ainda terão a oportunidade de conversar com a CEO da seguradora, Patricia Chacon, no encontro de Café com a Presidente.

“A educação transforma. Por isso, temos muito orgulho em poder capacitar profissionais que tenham vontade de melhorar o mercado de seguros, e tudo parte de um projeto tão querido para a Liberty: o Mulheres Seguras”, afirma Chacon. “Este programa, além de fomentar o conhecimento e abrir oportunidades para mulheres de minorias e em situação de vulnerabilidade social, as empodera economicamente e abre o caminho para a igualdade de gênero no mercado segurador”, completa.

A candidatura das participantes será feita por meio do site oficial do Mulheres Seguras e a seleção das escolhidas ficará a cargo da ENS, após um processo de triagem.

Tokio Marine apoia o Teleton pelo 11º ano consecutivo

Fonte: Tokio

Com a premissa de ajudar a construir uma sociedade mais justa e igualitária, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do Brasil, apoia, pelo 11º ano consecutivo, o Teleton, maratona solidária transmitida pelo SBT em prol da arrecadação de recursos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). A Companhia vai doar R$ 300 mil para a entidade em participação ao vivo no programa, neste sábado, dia 05. 

A ação integra o Tokio ESG, iniciativa que visa ampliar ainda mais os programas sociais, ambientais e de governança da Companhia com foco nas melhores práticas empresariais. Segundo a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral, para além da contribuição financeira, o engajamento dos Colaboradores e dos Parceiros de Negócios pela causa traduz a missão da Seguradora.

“É com muito orgulho que integramos essa corrente de solidariedade há tantos anos porque o Teleton permite que a AACD amplie a inclusão e melhore a qualidade de vida das pessoas com deficiência. E nesse movimento, ainda despertamos um olhar de acolhimento e ajuda ao próximo em nossos públicos”, explica a executiva.

A causa da AACD mobiliza os mais de 2,3 mil Colaboradores da Tokio Marine, que participam da ação por meio de descontos voluntários em folha de pagamento. Em outra ponta, os mais de 37 mil Corretores e Assessorias parceiros da Tokio Marine são estimulados a participar da campanha solidária, na qual os pontos do Programa Nosso Corretor (PNC) podem ser convertidos em doações à AACD.

Susep detalha marco regulatório de sustentabilidade 

Susep Seguros Nagano

A Susep (Superintendência de Seguros Privados) publicou em 27 de junho de 2022, a Circular Nº 666, que dispõe sobre requisitos de sustentabilidade, a serem observados pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar (EAPCs), sociedades de capitalização e resseguradores locais.

A preocupação com sustentabilidade e as práticas ESG (termo “Environmental, Social and Corporate Governance”, que, traduzindo a sigla do inglês para o português, significa Ambiental, Social e Governança Corporativa) não é nova, mas, a partir da assinatura do Acordo de Paris, em 2015, entrou definitivamente na agenda dos reguladores e supervisores financeiros mundo afora – na maioria das vezes enfatizando o risco climático e seus potenciais impactos sobre a estabilidade do sistema financeiro. No Brasil, não por acaso, o Banco Central, que já possuía uma norma tratando do tema, havia anunciado para o ano passado uma grande reformulação dessa regulação (o que de fato fez). 

Resumidamente, a norma da Susep pede que as supervisionadas implementem: gestão dos riscos de sustentabilidade (ambientais, sociais e climáticos); política de sustentabilidade; e relatório de sustentabilidade. A gestão dos riscos de sustentabilidade deve ser integrada à Estrutura de Gestão de Riscos e aos processos operacionais, em especial no que se refere à precificação e subscrição de riscos, seleção de investimentos e seleção de prestadores de serviços, podendo estabelecer limites para concentração de riscos e/ou restrições para a realização de negócios. 

A política de sustentabilidade visa a garantir que aspectos de sustentabilidade sejam considerados na condução dos negócios e no relacionamento com partes interessadas, devendo ser implementada através de ações concretas, pelo menos no tocante à oferta de produtos e serviços e ao desempenho das atividades e operações. Já o relatório de sustentabilidade promove a divulgação, para o público em geral, das ações relacionadas à política de sustentabilidade e dos aspectos mais relevantes relativos à gestão dos riscos de sustentabilidade.

Os requisitos da Circular são de adoção obrigatória. No caso de supervisionadas que eventualmente descumpram o disposto na Circular, a Susep pode aplicar as sanções previstas na regulamentação, ou, alternativamente, solicitar planos para a correção das deficiências encontradas.

O objetivo primário é promover a resiliência do mercado segurador, através de uma melhor gestão de riscos (curto prazo) e da consideração de aspectos relativos à sustentabilidade na estratégia das supervisionadas (longo prazo). Além disso, a Susep acredita que o setor segurador contribuirá para a difusão de práticas sustentáveis para outros setores da economia, tendo em vista os papeis que desempenha enquanto gestor/tomador de riscos e investidor institucional.

Para o diretor da Susep, José Nagano, o nível de maturidade com o qual as empresas tratavam e desenvolviam ações sobre o tema era muito diferente. “O que realizado por algumas companhias como diferencial, agora será padrão no mercado. Teremos grandes avanços em sustentabilidade em seguros”.

Potencial de crescimento do setor de seguros no Brasil é destaque em estudo da MAPFRE

Segundo o “Índice Global de Potencial Segurador” (GIP), desenvolvido pela Mapfre Economics, área do Grupo Mapfre dedicada a pesquisas e análises sobre seguros, previdência, macroeconomia e finanças, o Brasil permanece como um dos dez países com maior potencial para crescimento do setor segurador pelo quarto ano consecutivo. No ranking, que analisou 96 mercados, o País se manteve no 8º lugar no segmento Não Vida e ficou em 9º no segmento Vida.

“Mesmo diante de tantos desafios que estamos vivenciando, o Brasil sustentou seu grande potencial para o desenvolvimento do mercado de seguros, justamente por ser uma potência econômica”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre Brasil. “O GIP mostra que o seguro tem uma representatividade específica nas economias de importantes países, tanto desenvolvidos quanto emergentes, além de seu valor social de proteção às pessoas, famílias, bens, patrimônios e empresas”, diz.

Para o executivo, o mercado segurador brasileiro precisa seguir sua trajetória de crescimento aproveitando as oportunidades que a cultura do seguro tem apresentado no dia a dia da economia brasileira. “A sociedade tem se mostrado cada vez mais consciente que tudo ao seu redor está interligado e temos que aproveitar o momento para ampliarmos nossa atuação, comprovando que as soluções que o mercado de seguros oferece são partes fundamentais do seu cotidiano”, ressalta.

Segmento Vida

Os primeiros cinco países (China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Indonésia) pertencem aos mercados de seguros de Vida considerados Tier-1. Eles são seguidos por Alemanha, Turquia, Japão, Brasil e México, que lideram a parte superior do Tier-2. Os quatro primeiros deste ranking mantêm suas posições relativas em relação ao ano anterior, enquanto o Japão foi superado pela Indonésia. Por outro lado, a Alemanha subiu uma posição e a Turquia subiu três posições, sendo a sétima economia com maior potencial segurador no ramo Vida. Em relação ao ano anterior, observa-se um crescimento generalizado do potencial segurador, destacando-se os mercados da Rússia e da Turquia.

Segmento Não-Vida

Levando em conta seu potencial segurador medido por meio do GIP-MAPFRE, as cinco primeiras posições do ranking do segmento Não Vida são para a China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Indonésia (Tier-1). A mudança mais importante dentro do Tier-1 é a entrada da Rússia, que se posiciona em quarto lugar, desbancando o Japão, que ocupou essa posição em 2021 e está em sétimo lugar este ano. Correspondente ao grupo Tier-2, a Alemanha também ocupa a sexta posição acima do Japão, seguida do Brasil, França e México, destacando-se a ascensão da França para a nona posição, enquanto o Reino Unido caiu três posições em relação à estimativa do ano anterior, agora em 12º lugar. Em relação a 2021, observa-se um crescimento do potencial generalizado do segmento Não-Vida, com destaque para os mercados do México, Brasil e Arábia Saudita.

Humberto Sardenberg, da Icatu Seguros, viabiliza o engajamento em tempos de mudanças

Humberto Sardenberg, da Icatu

Facilitar a vida do corretor, dos parceiros e dos clientes. Este é o dia a dia de Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital da Icatu. Nos últimos cinco anos, a seguradora investiu R$1 bilhão em tecnologia. “As áreas de seguro de vida e previdência serão as de maior crescimento nos próximos anos. Por isso, facilitar a jornada digital é a nossa missão diária. Monitoramos a satisfação do usuário e, se percebemos qualquer movimento de recuo, paramos tudo para descobrir o que aconteceu e partimos para melhorar o design, a informação, o processo”, conta ao Sonho Seguro.

Há 16 anos atuando com inovação, Sardenberg diz que este é um momento incrível. Os clientes querem ter a mesma experiência em seguros que já estão acostumados em outros segmentos da economia, como streaming, bancos e delivery de comida, por exemplo. Apertou um botão e resolveu. “Com a pandemia e todos em casa, tivemos de acelerar todos os processos de digitalização. Colocamos no ar muitos projetos que estavam numa fila de prioridades e eles desencadearam muitos outros. Antes, esperávamos três anos para ter o resultado de uma inovação. Agora, sabemos instantaneamente se funciona e fazemos as correções rapidamente, podendo seguir com novas ideias que surgem diariamente”, diz entusiasmado.

Entre as diversas frentes de inovação, Sardenberg cita duas plataformas. Uma delas é a Casa do Corretor, uma plataforma digital 360ª desenvolvida exclusivamente para a gestão de vendas e carteira dos corretores parceiros, que tem apresentando um crescimento relevante. Segundo o executivo, no primeiro semestre foram realizadas mais de 70 mil operações, 40% a mais do que no mesmo período do ano passado. “Nas transações via celular, inclusive para vendas, o crescimento foi de 100%, o que mostra que todos voltaram para a rua, fechando negócios na palma da mão, mesmo antes de chegar ao escritório para acessar o computador”, comemora. 

Um passo recente foi levar a Casa do Corretor para o Metaverso, empoderando o corretor cada vez mais no papel de democratizar o acesso à proteção e planejamento financeiro para os brasileiros. A iniciativa representa o início do nosso Metaverso centralizado, com um ambiente construído de forma personalizada, com a possibilidade de expandir e agregar novas experiências futuras em um ambiente único. Já a plataforma do cliente foi idealizada para o autoatendimento, como mudança de endereço, de beneficiário, forma de pagamento e outras burocracias antes feitas por intermédio do corretor. “Liberamos o profissional de vendas destes afazeres para que ele tenha mais tempo para se dedicar às vendas, que é o seu ponto forte”. 

Sardenberg afirma que a experiência digital não é inventar a roda. “É melhorar processos. Com a pandemia, por exemplo, o cliente estava distante do corretor e precisava assinar o contrato. Digitalizamos. O corretor não estava frente a frente com o cliente para fazer a subscrição do risco. Então, aprimorarmos a análise de dados para ajudá-lo a finalizar uma proposta a distância com segurança. Pagar o seguro de vida ou fazer aporte? Pode ser até pelo PIX hoje”, conta. Sardenberg ressalta que o corretor faz o trabalho mais nobre. “Os robôs lidam com regrinhas, mas não entendem as angústias do momento. Só o corretor pode fazer isso e recomendar as melhores opções para o cliente”. 

Todas as ações visam elevar o número de pessoas protegidas financeiramente por um seguro ou com um plano de previdência privada. Quanto melhor for a experiência do corretor e do cliente com a seguradora, mais negócios. “Há uma correlação entre satisfação do cliente com o retorno financeiro para o corretor e para a seguradora. Quanto melhor a jornada, mais negócios ele concentra dentro de casa. A previdência privada tem a capacidade de gerar boa experiência. E este cliente acaba gerando mais negócios com os parceiros comerciais”, afirma. 

Ele conta ainda que a Icatu investe pesado em pesquisas, que ditam o rumo da equipe de inovação. Segundo ele, captar informações ajuda o time a facilitar processos e a economizar tempo e dinheiro. A venda de seguro de acidentes pessoais foi uma das descobertas da Icatu em suas pesquisas. “Achávamos que o corretor vendia considerando a idade, mas não. Os corretores afirmam que é o contexto da conversa, como saúde, ter dinheiro no bolso e até mesmo o tempo de conversa. Com isso, alteramos a experiência para ser mais contextual do que por segmentação. Squads e times que viabilizam pesquisas são mais assertivos”, afirma Sardenberg. 

E há muito a ser conquistado. Outra recente pesquisa da Icatu com corretores revelou que 66% deles acreditam que venderam mais seguro de vida nos últimos 12 meses. Inclusive de vida individual. “Quando ouvimos o usuário, podemos gerar resultados de impacto na vida das pessoas para quem construímos nosso produto. Cerca de 90% dos corretores ainda não vendem vida e previdência”, cita. 

O seguro de vida representa menos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, quando a média mundial ultrapassa 6%. “Temos um grande mercado a conquistar. Estamos dedicados para facilitar o máximo possível a venda para que eles abracem esta grande oportunidade de negócio que temos no Brasil, principalmente depois de superarmos a pandemia e termos a certeza da importância que a população passou a dar à proteção financeira. E o seguro de vida é muito democrático. Tem produtos a partir de R$13 por mês e planos de previdência com depósitos mensais de R$ 100”, conclui Sardenberg.

Instituto de Longevidade MAG discute os desafios de mudança de carreira

Fonte: MAG


Existe uma idade adequada para mudar de carreira? Este foi o tema debatido pelo Instituto de Longevidade MAG na última quinta-feira (20), em uma live destinada às pessoas que passam por este questionamento. 

Com apresentação da Janaina Gimael, jornalista do Instituto de Longevidade MAG, e tendo como convidada Carla Leirner, uma das fundadoras do movimento ‘Minha Idade não me Define’, o bate-papo trouxe à tona questões que existem ao redor da crença de que após certa idade não há mais espaço para mudanças — principalmente as que envolvem a carreira.

Ao contar sobre sua transição profissional aos 59 anos, Carla Leirner mostrou que ressignificar a carreira é uma forma de se redescobrir e conhecer novas paixões, além de falar da importância de se ter um planejamento e dos diferenciais de ter um mentor ou outro profissional mais experiente a fim de ajudar nessa mudança.

Durante a conversa, Janaína e Carla falaram também sobre a importância de se dedicar aos estudos, ter paciência e de pensar na longevidade financeira. A live está disponível no canal do YouTube do Instituto de Longevidade MAG e pode ser conferida na íntegra por meio deste link.

Seguros ampliam proteção para danos climáticos, revela estudo da CNseg

Luciana DallAgnol

Fonte: CNseg

A sétima edição do Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), revela que nos últimos três anos a porcentagem das seguradoras que declararam a preocupação com questões ambientais, sociais e de governança (ASG) no momento de desenvolver produtos e serviços saltou de 43%, em 2016 para 73,7% em 2021.  Entre os temas ASG que mais impactam o setor de seguros estão as mudanças climáticas

A superintendente de relações de consumo e sustentabilidade da CNseg, Luciana Dall´Agnol, explica que enchentes, secas, epidemias, descartes de resíduos sólidos e vendavais são alguns dos eventos relacionados às mudanças climáticas mais citados pelas seguradoras consultadas para o relatório. “O aumento da frequência e severidade desses eventos tem potencial para impactar as carteiras das empresas do setor, principalmente porque podem ocorrer concentrados em uma região geográfica e resultar em indenizações para diferentes ramos, comprometendo ativos financeiros essenciais para a solvência das empresas securitárias”.

Por outro lado, Luciana destaca que mudanças dos padrões do clima também ensejam oportunidades de negócios para as empresas com a criação de novos produtos, serviços e assistências.  “É o caso dos seguros climáticos paramétricos, feitos sob a medida para protegerem segurados de índices climáticos prejudiciais às suas atividades econômicas”.

Outros exemplos de produtos desenvolvidos pelo setor segurador que consideram aspectos ASG incluem o Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental – que permite a cobertura de danos e gastos com ações emergenciais ambientais que sejam diretamente consequentes da ocorrência de Evento de Poluição Ambiental – seguro ambiental para transportes, desenvolvido especialmente para riscos relacionados às atividades de transporte de mercadorias e resíduos, oferecendo cobertura para possíveis danos que uma carga, seja ela perigosa ou poluente, possa causar ao meio ambiente e até garantia estendida com logística reversa, uma assistência que possibilita o descarte ambientalmente correto de produtos que não são mais utilizados.

Também destaque no relatório é o aumento no número de seguradoras que incluem critérios ASG (Ambiental, Social e Governança) nas decisões sobre política de investimentos, optando por emissões de greend bonds – títulos de dívidas sustentáveis – e debêntures com compromisso ASG (sustainable linked bonds). Em 2016, 29% das empresas ouvidas tinham essa preocupação. Cinco anos depois, o número evoluiu para 56,5% em 2021, um crescimento de 94,8%. O aumento é ainda maior entre as seguradoras que possuem gestoras de recursos própria. Se em 2016, apenas 14% contavam com metodologia de avaliação ASG na análise e gestão de ativos já implementada, atualmente, esse número chega a 50%.

Para a superintendente CNseg, apesar das reservas técnicas do setor serem altamente reguladas, as seguradoras demonstram compromisso com a agenda ASG quando se trata de seus investimentos. “Empresas com boas métricas de ASG são mais resilientes e são associadas a maior geração de valor no longo prazo. Isso porque são capazes de melhor gerenciar os riscos e oportunidades socioambientais e possuem estrutura de governança robusta que as permite atravessar períodos de crise”.

O estudo da CNseg mostra também que participação de seguradoras que incluem o tema ASG na estratégia de negócios passou de 77% em 2016 para 86,4% em 2021. “A partir da criação do marco regulatório de sustentabilidade do setor segurador, a Circular Susep no. 666, a expectativa é que os dados do próximo relatório apontem um índice de quase 100% de adesão”, avalia Luciana.

Participam do Relatório de Sustentabilidade da CNseg 35 seguradoras que, juntas, detêm 85,7% de market share no setor segurador brasileiro. A adesão ao levantamento não é obrigatória, mas, desde 2016, tem sido superior a 80%, o que mostra a importância do tema para o setor.

Chubb divulga novas funcionalidades da plataforma digital no WEB Summit que acontece em Lisboa

Fonte: Chubb

O Chubb Studio, premiada plataforma global de integração da seguradora, passa a oferecer novas funcionalidades e recursos capazes de incorporar ofertas de seguros nos ambientes digitais de parceiros de distribuição de forma ainda mais simples e rápida, oferecendo uma experiência perfeita aos consumidores. A Chubb é a maior seguradora de propriedade e de responsabilidade civil de capital aberto do mundo.

Divulgados no Web Summit Lisboa, um dos maiores eventos de tecnologia da Europa, os três novos recursos de última geração da plataforma garantem acesso a kits de desenvolvimento de software (SKDs) que permitem aos parceiros da companhia incorporar produtos e serviços em seus apps de forma nativa. Outra novidade é a possibilidade de adicionar produtos e serviços de outras seguradoras e fornecedores terceirizados ou não da Chubb e, finalmente, acesso ao BlinkSM by Chubb, até aqui disponível apenas nos Estados Unidos, em outras regiões do mundo.

Desde o seu lançamento em 2020, o Chubb Studio já foi adotado por mais de 150 empresas – incluindo companhias de comércio eletrônico, bancos, varejistas, mobilidade entre outros – proporcionando aos clientes dessas corporações parceiras acesso a produtos de seguro para pessoas físicas e para pequenos negócios.

O Chubb Studio destacou-se por sua extensa biblioteca de APIs (interfaces de programação de aplicação). Agora, os parceiros de distribuição digital da seguradora também poderão acessar os SDKs do Chubb Studio na plataforma. Criados pelos desenvolvedores da Chubb, os SDKs tornarão a disponibilização de propostas de seguros embarcados mais simples e rápida. Os SKDs do Chubb Studio estão disponíveis para iOS, Android e Web, com funcionalidades que incluem fluxos de experiência do usuário, APIs de backend e protocolos de segurança. Os SKDs também permitirão aos parceiros o uso de sua própria marca e identidade para oferecer experiências de seguro consistentes e exclusivas para seus clientes.

A plataforma Chubb Studio agora oferecer suporte a parcerias multisserviços, inclusive com outros distribuidores de seguros. Isso significa que os parceiros da Chubb usuários do Chubb Studio podem incorporar produtos e serviços de seguros da Chubb e de outros fornecedores em seus ecossistemas digitais.

Esse novo recurso oferece aos parceiros um único ponto de integração ao mesmo tempo que facilita as transações com a Chubb ou com outros sistemas de back-office de terceiros. Isso assegura economia significativa de tempo e de recursos a parceiros que desejam oferecer a seus clientes mais opções, incluindo uma gama mais ampla de seguros gerais, seguros de vida ou outros produtos de mercado ou serviços complementares, como telemedicina, em seu site ou aplicativo.

Além disso, uma nova experiência do cliente foi adicionada à plataforma Chubb Studio chamada Blink by Chubb, a filosofia de design de produto digital da empresa, entregue pela Chubb Studio e voltada a tornar o processo de seguro fácil e simples para os parceiros e a seus clientes.

Com a filosofia Blink by Chubb, apólices de seguro simples e objetivas são pré-subscritas com opções de cobertura personalizáveis projetadas para atender os consumidores com base em seu estilo de vida e necessidades de proteção. Desde a oferta de uma apólice de seguro no momento certo até recursos de autoatendimento em tempo real, incluindo processos simplificados de pagamento de sinistros, a experiência Blink by Chubb é trazida ao mercado com o Chubb Studio e exemplifica a essência da proposta de valor de parceria da Chubb.

“O Chubb Studio abriu muitas portas a parcerias de distribuição digital em todos os setores e regiões, ajudando a impulsionar o crescimento e ampliar o alcance de nossas empresas parceiras”, disse Sean Ringsted, Chief Digital Business Officer da Chubb. “Esses três novos recursos definirão o ritmo para outros concorrentes no mercado de seguros integrados. A tecnologia de integração e a abordagem orientada pelo design proporcionam aos nossos parceiros de distribuição uma flexibilidade significativa para incorporar seguros como e quando quiserem, com lançamentos de produtos ainda mais rápidos. Durante cada integração, ouvimos nossos parceiros e projetamos esse aprimoramento do Chubb Studio para não apenas superar as expectativas dos desenvolvedores, mas também as dos clientes”.

MAPFRE Auto simplifica a jornada do corretor e melhora atendimento ao cliente

Luiz Pardial Mapfre

Fonte: Mapfre

Na busca por sempre oferecer o melhor atendimento para corretores e segurados, a MAPFRE lançou recentemente um novo sistema de cálculo e um novo produto. O MAPFRE Auto, que agiliza o processo de contratação dos seguros de automóveis, faz o corretor encontrar facilmente a melhor proposta e a possibilidade de oferecer diversas vantagens aos segurados. Com menos campos de preenchimento e um layout mais intuitivo, o sistema de contratação passa a ser único para diferentes modalidades: Auto, Caminhão, Duas Rodas e Táxi e oferece três opções de pacotes que tenham o melhor custo-benefício dentro das necessidades do cliente.

Segundo Luiz Padial, diretor executivo de Automóvel da MAPFRE, com a atualização do MAPFRE Auto, o corretor terá a experiência de um serviço personalizado, que acompanha sua rotina e se adequa às necessidades, pautado na melhor seleção de produto com um preço justo. “O novo MAPFRE Auto é a grande inovação que oferecemos para facilitar o trabalho do corretor. Agora, nossos parceiros inserem as informações e o próprio sistema de cálculo oferece a melhor opção ao cliente, sem a necessidade de percorrer diversas etapas para encontrar um produto adequado e acessível”, explica. Além de uma jornada mais ágil, outra novidade é que a MAPFRE facilitou e aumentou a aceitação nas renovações de seguros dos veículos, por exemplo, no caso da troca de automóvel. 

Ao utilizarem o MAPFRE Auto, os corretores poderão ofertar gratuitamente aos segurados diversos serviços agregados na Assistência 24 horas para o veículo, como chaveiro, troca de pneus, suporte em caso de falta de combustível, serviço de despachante, entre outros, além da contratação das coberturas que atendam às necessidades do segurado. “O novo sistema de cálculo permite que estejamos mais competitivos e lancemos novos produtos. Buscamos oferecer o melhor atendimento para nossos corretores para eles poderem disponibilizar um produto adequado e serviços que vão além do seguro, justamente pensando em uma experiência cada vez mais eficiente e de qualidade para parceiros e segurados”, pontua Raphael Bauer, diretor geral Comercial da MAPFRE. “O novo MAPFRE Auto simplifica processos e acelera a jornada do corretor para gerar de forma rápida um pacote com coberturas e assistências para atender de forma assertiva as necessidades do cliente”, complementa o executivo.

Artigo: A importância do seguro na prevenção de doenças graves

Por Thiago Levy, head do pilar de Bem-Estar, do grupo MAG Seguros


NA MAG, temos como objetivo aproximar a proteção do mercado securitário ao acesso à saúde privada no Brasil. Por isso, temos uma vertical dedicada a produtos de vida correlacionados a condições de saúde, centrado no que chamamos de pilar de Bem-Estar. Nele, encontramos os produtos que cobrem diagnósticos de uma doença grave (como por exemplo diagnóstico de câncer); Seguro Cirurgias (cobertura para procedimentos realizados em ambiente hospitalar); DIH (diária por internação hospitalar); DIT (diária de incapacidade temporária); e Assistência Bem-Estar (telemedicina + descontos em medicamentos, consultas e exames em rede credenciada).

Esses produtos existem não apenas porque são procurados pelos nossos clientes, mas porque percebemos que nenhuma cobertura seria realmente completa sem esse leque de opções. Os produtos de seguro de vida não são mais apenas coberturas para morte, mas também podem funcionar com o objetivo de garantir alguma tranquilidade financeira aos segurados nos momentos mais delicados que eles enfrentam com eventos que comprometem a sua saúde.

Nos meses do Outubro Rosa e Novembro Azul, o mercado de saúde trata da importância e da necessidade de se falar sobre o processo de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de próstata. Da nossa parte, temos divulgado materiais de apoio nas redes sociais, live com médicas mastologistas, mas, principalmente, uma rodada de apresentações com as unidades comerciais e maiores parceiros. Afinal, o principal papel do corretor é conscientizar os nossos clientes por meio de informações úteis a respeito da importância de contratar seguros para se proteger nos momentos de maior necessidade.

Os números de incidência de cânceres em homens e mulheres são grandes: segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados mais de 600 mil novos casos de câncer no Brasil por ano, sendo, aproximadamente, 65 mil novos casos de câncer de mama e o mesmo número para câncer de próstata. Curiosamente, a mortalidade também é semelhante em ambos os casos, atingindo cerca de 12 mil homens e mulheres em cada uma das condições. No total, considerando ambos os sexos e todos os tipos de câncer, foram quase 180 mil mortes no Brasil por câncer no ano de 2020.

É por isso que temos partilhado a mensagem que o maior propósito do pilar Bem-Estar — e dos seguros em geral — é auxiliar financeiramente nossos clientes e suas famílias na sua sobrevivência, funcionando como uma recomposição da renda e/ou como capital necessário para dar sequência ao seu tratamento da melhor forma possível, inclusive permitindo que ele acesse uma saúde privada de qualidade. Existe algum propósito mais potente ou recompensador que esse?

Não estamos falando de um capital pós-morte, e sim da possibilidade de ajudar aquela família a se manter junta, mesmo após um evento que afete a saúde de um dos seus integrantes. Em mal se comparando a um seguro de carro para facilitar o entendimento, tal qual você realiza a vistoria anual, trocando pneus e óleo quando necessário e abastecendo de gasolina periodicamente, as pessoas também sentem a necessidade de fazer um seguro contra grandes riscos ao veículo (roubo/furto, perda total, necessidade de reboque). Entendo que devemos nos proteger dos eventos de saúde de forma similar, senão de forma mais completa. Ou seja, você deve fazer o seu check-up anual, realizar os exames preventivos, nutrir hábitos saudáveis, e, também, deve contratar um seguro de doenças graves para o risco de acontecer o imprevisível, o diagnóstico de um câncer, por exemplo.

Assim, defendo que ter um seguro de doenças graves deveria fazer parte do pacote de prevenção de todos nós, pois, infelizmente, existem situações que fogem do nosso controle, e é justamente para elas que o seguro existe.

Vale lembrar aos leitores que, apesar dos números alarmantes apresentados, o câncer de mama deixou de ser uma sentença de morte no Brasil. Atualmente, dependendo do estágio em que ele for diagnosticado, a chance de cura é superior a 95%. Mais um motivo para todos incentivarem a realização de os exames preventivos e dar luz ao tema para que cada vez mais pessoas consigam transpor esse desafio. Aos poucos, esperamos passar a real necessidade da proteção “ainda em vida” para os todos os possíveis segurados.