Lucro da Mapfre avança 95% no Brasil e grupo espanhol anuncia Felipe Nascimento como CEO no país

Mapfre Brasil

O lucro líquido da MAPFRE no Brasil foi de 181,7 milhões de euros de janeiro a setembro deste ano, o que representa uma alta de 95,1%, a maior entre todas as operações da companhia no mundo em relação ao mesmo período no ano passado. Os prêmios emitidos no país atingiram a marca de quase 4 bilhões de euros, alta de 7,3% no período.

O resultado foi impulsionado, principalmente, pela evolução positiva dos negócios de seguros Rural e de Vida, que cresceram, respectivamente, 9,9% e 8,8% em arrecadação. Os prêmios arrecadados com seguros de Automóveis, ramo que segue se adaptando ao cenário de inflação, avançou 2,5% no período.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados do terceiro trimestre de 2023, que refletem o planejamento estratégico da companhia na busca por uma operação rentável e com modelos de subscrição adequados à realidade do mercado nacional”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO do Grupo MAPFRE no Brasil. “Apesar dos desafios econômicos enfrentados no período e de um mercado que ainda encontra espaço para crescer, alcançamos a manutenção de um crescimento sustentável e rentável, o que reforça a solidez de nosso negócio no Brasil”, comenta o executivo. 

Pérez-Serrabona destaca ainda o desempenho dos negócios de seguros Rural, que foi o principal impulsionador do crescimento da MAPFRE no terceiro trimestre. “O seguro Rural é um segmento estratégico para a MAPFRE no Brasil, um país líder na produção agropecuária mundial. Após as perdas sofridas em 2022, estamos observando uma incidência menor de safras catastróficas, o que favoreceu nosso balanço”, afirma o CEO.

MAPFRE no mundo

No cenário global, o Grupo MAPFRE registrou um crescimento de 10,9% em prêmios emitidos nos nove primeiros meses deste ano, totalizando 20,6 bilhões de euros. No mesmo período, o lucro líquido da companhia avançou 11,7%, considerando o total sem deterioração do ágio. Foram 545,6 milhões de euros no acumulado dos nove meses ante 488,4 milhões de euros na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A região Ibéria, que congrega Espanha e Portugal, obteve um lucro líquido de 245,5 milhões de euros. A América Latina, sem considerar o Brasil, alcançou um resultado de 101,8 milhões de euros, seguidos da Europa, África e Ásia (31 milhões de euros) e da América do Norte (18,8 milhões de euros).

Novo CEO do Grupo MAPFRE no Brasil

A partir de janeiro de 2024, Felipe Nascimento assumirá a posição de CEO da unidade brasileira do Grupo MAPFRE, sucedendo a Fernando Pérez-Serrabona, que retornará à Espanha após cinco anos no Brasil e deixa um legado relevante para o negócio local, marcado por crescimento e resultados exponenciais. O movimento segue um planejamento estruturado de sucessão previamente mapeado.

A empresa também anunciou a incorporação de dois novos executivos nas posições de CEO de Negócios e CEO Financeiro e de Operações. Esses profissionais, que responderão ao novo CEO Regional, irão trabalhar em conjunto na liderança da operação da MAPFRE Seguros, com o objetivo de impulsionar continuamente a oferta de serviços e inovação.

Nelson Alves, licenciado em Administração e Direção de Empresas, Nelson chegou em 2005 à MAPFRE Assistência Lisboa para atuar como diretor de Administração e Finanças. Em Portugal, ele permaneceu até 2011 quando foi transferido para a sede da companhia em Madrid. Na Espanha, Nelson atuou como diretor regional atendendo países da Europa, Oriente Médio e África. Atualmente, o executivo ocupa a posição de diretor Financeiro e de Riscos. No Brasil, assumirá como CEO Financeiro e de Operações.

Oscar Celada Rodríguez, professor, doutorando em direito e diplomado em Ciências Empresariais, Oscar chegou à MAPFRE Espanha em 1991. Desde então, atuou como assessor comercial, diretor de oficina, diretor regional e diretor territorial, dedicando grande parte da sua jornada ao segmento de Vida. Atualmente, o executivo ocupa a posição de diretor de Rede de Vida, Saúde e Gestão Patrimonial. No Brasil, assumirá a posição de CEO de Negócios.

Felipe Nascimento, executivo que atua há mais de 15 anos na MAPFRE, assumiu a posição de CEO de Seguros no Brasil em 2021, e, desde então vem promovendo transformações significativas e consistentes na cultura e na performance da empresa. O executivo também acumula em sua jornada experiências em distintas áreas na organização, sendo que uma delas é internacional, tendo atuado como diretor Corporativo de Tecnologia e Processos da MAPFRE na Espanha.

A missão de Nascimento será dar continuidade às iniciativas de expansão da MAPFRE no mercado nacional de forma sustentável. “O Brasil é um mercado estratégico para a MAPFRE, e estou muito honrado pela oportunidade. Também me sinto desafiado a avançar no plano da companhia de ser cada vez mais próxima dos nossos clientes e distribuidores, sempre amparados por uma forte gestão técnica em todas as suas linhas de negócios”, completa.

Do curtíssimo ao longo prazo: o que uma boa previdência privada deve contemplar?

Fonte: Infomoney

Quando as afilhadas nasceram, o advogado Elton Fernandes, 40, achou prudente contratar planos de previdência complementar para as duas meninas – hoje com 4 e 6 anos. Segundo ele, que era investidor e já tinha contratado um plano de previdência complementar próprio, o que o motivou a adquirir os produtos para as crianças foi a segurança de poder contribuir para que elas tenham uma vida mais segura, com seus estudos e sonhos garantidos.

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“Eu tenho um carinho muito grande por elas, mas, para além do carinho do dia a dia, eu acho que é importante pensar no futuro delas. Como é que elas vão ficar se eu aqui não estiver? Eu acho que é importante pensar que a minha vida é finita e elas têm uma [perspectiva] grande de longevidade”, conta o advogado no episódio desta semana do videocast “Tá Seguro?”, já disponível no canal do YouTube do InfoMoney e nas principais plataformas de áudio.

O que eu sempre falo que o que uma criança demanda de você, no final de contas, é carinho, amor e atenção, elas não estão nem aí para a previdência que está sendo deixada, mas o papel do adulto é antever aquilo que uma criança não tem a menor ideia de que precisará”, continua Fernandes.

Na avaliação de Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros, a preocupação do Elton é a mesma de muitos brasileiros: o que pode ser feito para complementar no futuro a aposentadoria, ou seja, a renda proveniente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)?

“Quando a gente tá falando de proteção, e todo mundo tem necessidade de proteção, como é que a gente consegue trazer proteção para o imponderável da vida e garantir uma renda razoável e que atenda às necessidades levando em consideração a longevidade, um assunto importante e que está cada vez mais presente: por que as pessoas vivem mais?”, comenta.

De acordo com Soares, “não existe uma bala de prata”, mas existem proteções adicionais com o intuito de garantir um futuro – que pode ser tanto pela acumulação de recursos financeiros quanto via contratação de uma renda “mais para frente, porque o que vai ser acumulado pode ser convertido em renda”, garantindo um fluxo financeiro para custear uma educação universitária, por exemplo.

Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade, explica que a palavra previdência “é elástica” e deve considerar o “curtíssimo, o curto, o médio e o longo prazo”. Partindo do caso de Elton, Molina analisa que o risco maior de um profissional autônomo de 40 anos é a morte ou invalidez no presente, que impossibilitaria a criação de um fundo com recursos financeiros adequados para garantir o futuro das afilhadas, por exemplo.

Essa é a elasticidade da palavra previdência, que é muito mais dramático para elas a tua morte prematura, ou tua invalidez prematura, neste momento, do que a acumulação futura. Se você quer ser um indivíduo previdente, você tem que olhar no curtíssimo, no curto, no médio e no longo prazo. Você pode ter entrado num plano, você tá acumulando o dinheiro de uma forma mais ou menos conservadora, tem fundos que você pode escolher mais ou menos agressividade, mas um plano que vai criar um valor para elas, no curto, no médio e no longo prazo, da sua morte prematura ou da invalidez prematura, que é pior ainda do que a morte prematura, você não fez um plano de previdência. Você fez um plano de acumulação de recursos na carteira de previdência”, observa Molina.

Segundo ele, os planos de previdência são interessantes devido aos benefícios de natureza fiscal, que muitas vezes não exigem o pagamento imediato de impostos e não têm os chamados “come-cotas”, ajudando o dinheiro a “fermentar”, mas não podem ser considerados individualmente.

Tem receita de bolo?

Soares, da Icatu, concorda que previdência complementar e seguro de vida “são produtos complementares”, dependendo da fase da vida do indivíduo – se ele já acumulou patrimônio suficiente ou não, por exemplo, com as proporções ajustadas ao longo do tempo. Ou seja, se ainda não acumulou patrimônio suficiente para manter os dependentes em boas condições financeiras em caso de morte ou invalidez prematura, faz mais sentido apostar em um seguro de vida mais robusto do que o plano de previdência.

Se você conseguiu acumular o suficiente, vamos falar da questão sucessória, que pode ser atendida por previdência complementar ou por um seguro de vida para destravar inventário”, indica o CEO da Icatu.

Molina explica que um bom “consultor de benefícios” deve questionar o cliente como se ele estivesse numa consulta médica para obter as informações mais importantes. “Eu podia perguntar para você me contar o seguinte: se você morrer ou se invalidar agora, que renda você acha que, além da tua renda de INSS, que você precisaria garantir para tua família? É uma informação. Segunda informação quando: é que você acha que as tuas meninas vão ficar independentes? E quando elas ficarem independentes que renda você gostaria que elas tivessem?”, exemplifica o presidente do Conselho de Administração.

A partir daí, conta, é possível verificar quanto o cliente tem que depositar por mês em um plano de acumulação para alcançar a renda ideal no período desejado. E é preciso incluir no cálculo o valor necessário para garantir a renda desejada em caso de morte precoce. “Aí você fez um plano de previdência, porque você pegou todas as fases da tua preocupação. É uma conversa muito difícil”, diz Molina.

O que esperar do futuro?

De acordo com os especialistas, o desafio é equilibrar a longevidade do brasileiro – cada vez maior – e a queda nas taxas de fertilidade. Com isso, a população precisará trabalhar por mais tempo. Um dos caminhos vislumbrados é que empresas, governos e sociedades invistam em treinamento para reaproveitamento de mão-de-obra, ou seja, requalificar trabalhadores para que eles possam exercer novas funções de acordo com as possibilidades de cada faixa etária.

Porto anuncia patrocínio ao jovem piloto Gabriel Bortoleto, da McLaren

Gabriel Bortoleto patrocinio porto


Fonte: Porto

Nesta semana, a Porto anuncia sua nova parceria com Gabriel Bortoleto ao assinar contrato de patrocínio com o piloto que, a partir do próximo ano, disputará a Fórmula 2. Com o apoio a companhia sai na frente ao acreditar e incentivar sete talentos do automobilismo brasileiro. 

“Com essa grande novidade, estamos cada vez mais caminhando rumo ao propósito da Porto de incentivar o automobilismo brasileiro, reunindo alguns dos maiores talentos que temos. E isso parte de nossa essência de ser cada vez mais um porto seguro na vida das pessoas e seus sonhos. Estamos acompanhando de perto as conquistas e o potencial do Bortoleto, uma verdadeira promessa que vem conquistando cada vez mais seu espaço”, comenta Luiz Arruda, VP Comercial, Marketing, Clientes e Dados da Porto. 

No início de setembro, Bortoleto deu mais um passo importante em sua carreira de olho na elite do automobilismo brasileiro: a Fórmula 1. O piloto garantiu o título na etapa da Fórmula 3 disputada na Itália, tendo liderado a competição durante todas as etapas. A recente conquista garantiu ao piloto ingressar na Fórmula 2 em 2024, categoria que aproxima Bortoleto da elite do seu objetivo de carreira. Logo após a conquista, Bortoleto passou a integrar também o Programa de Desenvolvimento de Pilotos da McLaren. 

“Estou extremamente feliz em anunciar que serei patrocinado pela Porto, uma das maiores empresas brasileiras que tem como propósito colocar um piloto brasileiro na F1. É um sonho meu desde pequeno e, com a Porto, me sinto cada vez mais próximo desse objetivo. Muito obrigada a todo o time pela confiança. Prometo me dedicar 100% para realizar não só o meu sonho, mas de muitos brasileiros”, afirma Gabriel Bortoleto.
 

Além de Bortoleto, a Porto segue incentivando outros seis nomes, como é o caso de Felipe Drugovich, piloto reserva da Aston Martin F1™ Team. O atleta, de 22 anos, é o primeiro integrante do programa de jovens pilotos da equipe. Aurelia Nobels, que integra a equipe de Fórmula 4 italiana, Rubens Barrichello e Eduardo Barrichello, pilotos da Stock Car, Fernando Barrichello, que corre pela F4 brasileira e F4 espanhola, e Bia Figueiredo também recebem incentivos da companhia.
 

Recentemente a Porto se tornou também a mais nova companhia brasileira a se associar com a Aston Martin Aramco Cognizant Formula One™ Team (AMF1). “Essas apostas estão muito em linha com nossa estratégia de negócios, que visa estabelecermos cada vez mais proximidade com o público jovem e o esporte”, reforça Arruda.

Giro dos motores e os impactos na economia

O aquecimento econômico que todas as etapas da Fórmula 1 proporciona por todas as cidades do mundo por onde passa também merece destaque. Em 2022, ano que marcou o aniversário de 50 anos de Grandes Prêmios de Fórmula 1 em etapa realizada na cidade de São Paulo, foi observado um impacto econômico de R$1,37 bilhão para a cidade, segundo levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pesquisa apontou ainda outras cifras recordes, como o valor de exposição de mídia, que chegou na casa dos US$448,6 milhões.

Geração de emprego e renda também estão entre os legados que a competição deixa nas cidades por onde passa. Em sua última edição no Brasil, a competição gerou 10 mil empregos diretos e indiretos somente na cidade de São Paulo, registrando um aumento expressivo se comparado com o ano anterior, que ofertou 8,5 mil postos de trabalho.

Já o público presente no Grande Prêmio de F1 do ano passado contabilizou aumento de quase 30%, atingindo a marca de 235.617 nos três dias de evento. Ainda de acordo com a pesquisa realizada pela FGV, o público feminino aumentou em 75,8% se comparado com a edição do ano anterior.

Em 2022, o público na faixa etária de 30 a 39 anos continuou sendo a maioria no Autódromo de Interlagos, representando 28,3% do total. Já os espectadores com idades entre 25 e 29 anos representaram 22,8% no GP do ano passado e o público de 18 a 24 anos subiu de 14,3% para 21,3% na base comparativa de 12 meses.

FenSeg defende ao Ministério da Agricultura inserção do seguro rural no Plano Safra

Fonte: Fenseg


A possível inserção do seguro rural no Plano Safra foi colocada sobre a mesa, em uma reunião realizada esta semana entre a Comissão de Seguro Rural da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e integrantes do Ministério da Agricultura. O encontro aconteceu na sede do Sindseg-SP, nesta terça-feira (24), e discutiu também as demandas deste mercado e o atual cenário.

Na avaliação da FenSeg, o mercado de seguro rural tem atendido os agricultores que contratam essa proteção, porém, a área segurada no país vem caindo nos últimos anos. Em função disso, a FenSeg direcionou sugestões para facilitar a operacionalização do PSR (Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural) e aumentar o atendimento deste programa aos agricultores. Atualmente, a proporção entre a área plantada e a segurada no Brasil é de 15%, índice baixo quando comparado com outros importantes produtores agrícolas, como Estados Unidos (cerca de 90%) e China (perto de 65%)


“Aguardamos a suplementação de recursos para atender a demanda da safra de grãos de verão. Sem essa suplementação, os agricultores não conseguirão garantir as perdas decorrentes dos eventos climáticos que o El Niño deve intensificar. Pelo seguro rural ser um indutor das melhores práticas, em sustentabilidade e governança, ele é um forte aliado do agronegócio e deveria ser inserido no Plano Safra”, explicou o presidente da comissão de seguro rural da FenSeg, Joaquim Cesar Neto.


Também participaram do encontro, pelo Ministério, o diretor da Departamento de gestão de Risco, Jonatas Pulquerio, e o coordenador geral de Risco Agropecuário, Hugo Borges Rodrigues, além de representantes de 15 seguradoras integrantes da comissão, incluindo o seu vice-presidente, Daniel Nascimento. Pela FenSeg, estava presente, ainda, a gerente Alexandra Vieira. A reunião foi realizada na sede do Sindseg-SP, na capital paulista.

Bradesco Seguros anuncia José Loureiro como diretor de inovação, digital e dados

O Grupo Bradesco Seguros anuncia José Loureiro como diretor de inovação, digital e dados da companhia. O executivo atuará dando continuidade ao processo de digitalização de processos e na revisão das jornadas dos produtos e serviços da seguradora, colaborando com a evolução do mercado segurador no país.  

Com mais de 33 anos de experiência em multinacionais e empresas nacionais líderes de seus segmentos, tem histórico comprovado de sucesso com competências na gestão de projetos, de unidades de negócio e de equipes de alto desempenho. Antes de ingressar no Grupo Bradesco Seguros, o executivo já possuía mais de 25 anos de atuação no mercado segurador. 

O Grupo Segurador destaca a importância da chegada do executivo ao novo cargo para contribuir com o melhor desempenho operacional e ampliação da oferta de produtos, além do relacionamento com parceiros e clientes. Loureiro, que está na Companhia desde 2021, atuava, até então, como Superintendente Executivo de Inovação e Tecnologia da Bradesco Seguros, com foco em Auto e Ramos Elementares.  

Juliana Redó assume cargo de Diretora de Resseguros na MDS Brasil

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A MDS Brasil anuncia a nomeação de Juliana Redó como Diretora de Resseguros. A profissional traz mais de 20 anos de experiência no segmento, o que aportará à companhia em sua consolidação como líder no Brasil. A sua contratação possui o foco de aprimorar ainda mais o compromisso da organização com a excelência no atendimento ao cliente, a partir do planejamento e gerenciamento de atividades na comercialização de seguros, gestão de riscos e criação de novas políticas para a companhia.

Formada em Administração de Empresas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e vivência internacional, a executiva acumula 12 anos como broker e gestora no departamento de riscos, com foco nos ramos de aeronáuticos, cascos marítimos, operador portuário e riscos de transportes. Além disso, atuou cinco anos no departamento de sinistros, o que proporcionou experiência em situações adversas e complexas do segmento e, mais de três anos, em liderança de Riscos Facultativos.

A chegada da executiva representa um marco importante na evolução da MDS. “O vasto conhecimento de Juliana nos permitirá criar estratégias ainda mais inovadoras e ousadas para potencializar o relacionamento com o retail, visando intensificar parcerias de sucesso a longo prazo”, afirma Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos e CEO da MDS Re.

“Estou entusiasmada para contribuir com minha expertise e paixão pelo resseguro. A MDS Brasil tem uma reputação excepcional no setor, e estou comprometida em fortalecer ainda mais essa base sólida, entregando soluções de excelência aos nossos clientes”, comenta Juliana Redó, Diretora de Resseguros da MDS Brasil.

Com esta contratação, a MDS assegura o seu compromisso com o crescimento sustentável de seus negócios, buscando oferecer alternativas personalizadas em um segmento cada vez mais exigente e competitivo.

Seguros SURA recebe prêmio de excelência em regionalização e parcerias 

Fonte: Sura

Considerado um dos maiores prêmios no setor Securitário, a Seguros SURA recebeu na última sexta-feira, 20 de outubro, o Troféu JRS como destaque em Regionalização e Parcerias. Na sua 21° edição, a premiação realizada em Porto Alegre (RS) envolveu diversas categorias, como Seguradora Líder em Seguros de Vida e Previdência, Executivo de Destaque, Liderança Nacional, entre outros, e contou, ainda, com a participação de várias seguradoras, corretoras e executivos do mercado securitário.

José Henrique Gil Cairo, Diretor Regional Sul da SURA, também recebeu o prêmio de Executivo Destaque Nacional e comentou sobre a visibilidade da SURA no evento.

“Nossos números vêm acompanhando o crescimento nas diferentes regiões do Brasil.  Com a estratégia de regionalização da SURA, estamos conectando diversos perfis de clientes e obtendo ótimos resultados, e esse troféu é o fruto da nossa estratégia em estarmos próximos dos nossos parceiros, corretores e clientes”, afirma o executivo. 

 José Henrique destacou, ainda, que o crescimento no número de clientes é resultado da personalização dos produtos e da parceria com os corretores, ressaltando a importância da regionalização da empresa. “Uma vez que estamos presentes no dia a dia do corretor, ele passa a entender melhor os diferenciais dos produtos, ganhando mais confiança na hora da comercialização. Acreditamos que essa parceria entre a SURA e os corretores nas regiões só tem a crescer e trazer mais benefícios a todos”, comenta. 

Reduzir o gap de proteção financeira no Brasil passa pela educação

fenaprevi pesquisa datafolha

O consumidor ainda não prioriza poupar para ter uma reserva financeira. A situação social, com a maior parte endividados, numa situação hipotética de “vender o almoço para pagar o jantar”, com uma renda familiar de até dois salários-mínimos, é uma realidade. O governo, por sua vez, vai promover uma reforma na educação, mas nenhuma palavra foi dita neste programa sobre incluir educação financeira no currículo escolar. 

Este cenário é retratado na pesquisa da Fenaprevi, encomendada ao DataFolha, com uma frase destacada nas respostas dos mais de 2 mil entrevistados de Norte a Sul do País, com 18 anos ou mais, de estados civis diferentes, integrantes de todas as classes econômicas e, vivendo nas regiões metropolitanas e no interior.

Então, qual a saída para ajudar a reduzir o gap de proteção da sociedade brasileira, para que as pessoas possam enfrentar situações imprevistas como acidentes ou pandemias, e também as esperadas, como envelhecer, adoecer e morrer? A principal proposta citada pelos participantes do painel “Lições da Pandemia: As principais preocupações dos brasileiros e a necessidade de proteção e planejamento”, promovido no evento, mediado pela jornalista Natuza Nery, é uma união, um trabalho conjunto dos estados, das seguradoras, da mídia. Todos precisam entrar neste processo para trazer a cultura de seguros para a população para termos um país mais preparado para o futuro”, afirma Jorge Nasser, presidente da Bradesco Vida e Previdência. 

Segundo ele, as seguradoras precisam assumir ainda mais a responsabilidade de mostrar à sociedade as vantagens de ter uma reserva financeira para diferentes momentos da vida e a diversidade dos produtos que as empresas têm na prateleira para ajudar as pessoas a estarem mais preparadas para o futuro.

“A educação financeira é uma urgência no Brasil”, afirma Angela Assis, CEO da BrasilPrev. Segundo ela, a população já teve um choque de realidade com a pandemia, quando muitas pessoas morreram, sendo que muitas delas deixaram suas famílias sem reservas financeiras para enfrentar um momento tão difícil para todos. “Tivemos a pandemia que cumpriu este papel de despertar as pessoas para este assunto e mesmo assim a pesquisa mostra que ainda não seriedade em pensar em poupar para ter uma reserva financeira. A saída, realmente, com cita o presidente da Bradesco Vida e Previdência, é esclarecer e evidenciar a conscientização das pessoas. 

Marcelo Mello, CEO da SulAmérica Investimentos, relevou desafios e oportunidades com os dados revelados da pesquisa. ‘Os dados mostram que há muitas oportunidades. O desafio é levar informações para a população sobre a importância das reservas financeiras e quais produtos e serviços o mercado de seguros oferece em várias frentes, como seguros de vida, planos de previdência, planos de saúde. E temos o corretor tem uma participação relevante em levar esta consciência para a população. 

Ele também afirmou que o setor se comunica mal com a sociedade. “Temos uma demanda reprimida que não consume por falta de informações. O seguro de doenças graves, por exemplo. Precisamos mostrar o quanto pagamos para pessoas num momento difícil como este. Não é fácil, mas precisamos engajar as pessoas nos benefícios que ela pode ter em vida”, insistiu Mello.

Fausto Dória, presidente do Sincor-NE e participante do painel, concorda que a educação financeira e a renda são dois desafios, mas a oportunidade de avançar na penetração de seguros e previdência no Brasil é imensa. “Temos um exército de mais de 70 mil profissionais corretores para levar para a população a importância do seguro e diferenciar cada oferta aos consumidores. Temos de nos comunicar melhor, levar para os clientes as diferenças e a importância. Ajudar o cliente a fazer a conta e saber o quanto precisa se proteger”, acrescentou. 

População está mais preocupada com poupar para garantir o futuro

fenaprevi pesquisa seguro de vida

As mulheres contam mais com o INSS quando pararem de trabalhar do que os homens, que indicaram mais frequentemente que deverão se sustentar com a venda ou aluguel de imóveis; ou que terão outro bem ou negócio para se manter. Também em relação à aposentadoria, 57% dos ouvidos na pesquisa acreditam que vão cortar gastos nessa fase. Apenas para 12% a fonte de renda após parar de trabalhar será a previdência privada.

Esses dados fazem parte da pesquisa da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). Encomendada ao Instituto DataFolha em julho, a pesquisa identificou os principais pontos de atenção dos brasileiros hoje quando o assunto é aposentadoria. Planejamento financeiro, seguros e previdência privada também foram visados no estudo.

Quatro em cada dez entrevistados (42%) contam com o INSS quando pensam em se aposentar. Porém, a maioria deles (66%) não sabe quanto irá receber mensalmente. Uma parcela menor afirma saber o quanto ganhará no futuro da Previdência Social: preveem até um salário-mínimo ou uma média de R$ 2.006,51.

Mais da metade (56%) idealiza se aposentar até os 60 anos. Porém, quando pensam no que de fato acontecerá, acreditam que irão parar de trabalhar com mais idade do que idealizam ou mesmo que nunca se aposentarão.

Milhares não planejam suas finanças

Outro aspecto trazido pela pesquisa é a preocupação com o futuro e revela que 82% dos entrevistados pensam em planejar suas finanças. Desses, 58% pensam nisso sempre ou frequentemente e têm objetivos para os próximos 12 meses. Três a cada quatro entrevistados (77%) têm metas de planejamento financeiro, sendo que 31% pensam em poupar, guardar dinheiro e economizar, enquanto 27% em trabalhar mais.

A pesquisa ainda revela que 4% dos brasileiros não gostam ou não conseguem se planejar, pois vivem apenas o presente; 3% alegam falta de informação e de conhecimento para montar um planejamento; e outros 3% afirmaram que “o futuro a Deus pertence”.

Quando os entrevistados foram perguntados sobre quais seriam os desafios e obstáculos encontrados para se planejarem financeiramente, a maioria justificou não guardar dinheiro porque não consegue reduzir as despesas ou ser capaz de gerar renda extra. No entanto, chama atenção a informação de que um a cada três entrevistados (33%) disseram “sempre aparecer uma despesa não prevista”.

“Muitos não têm como pensar no futuro porque vivem uma situação de dificuldade financeira para assegurar o presente, as necessidades concretas do dia a dia”, explica o presidente da Fenaprevi, Edson Franco, em relação à atual situação socioeconômica do país. E continua: “o cenário também está associado à nossa baixa capacidade de gerar poupança interna/doméstica, resultante da falta de planejamento e educação financeira.”, analisa o executivo, apontando que com a retomada do emprego e do nível de renda das pessoas, que vêm dando sinais de recuperação no Brasil após a pandemia, o mercado segurador espera o aumento de capacidade de poupar e assim as famílias possam buscar mais proteção à renda.

Legados de um passado recente

Mais de três anos após o início da maior crise sanitária da história recente, o estudo da Fenaprevi evidencia os impactos para parte da população – financeiro e na saúde mental ou física (passaram a ter mais preocupações, medos e sequelas). Entre os entrevistados, quatro em cada 10 (41%) dizem que tiveram sua vida afetada financeiramente pela pandemia da covid-19. Entre as maiores preocupações reveladas, estão a de não ter como arcar com despesas médicas (24%) e desamparar a família em caso de falecimento (17%).

Em contrapartida, as principais formas de diminuir os efeitos dessa situação são poupar/ investir (38%) e fazer seguro/ previdência (11%). Também com o episódio subiu para 28% o número de brasileiros que se preocupam em guardar dinheiro no pós-pandemia, sendo que há dois anos (na pesquisa de 2021) eram 23%.

Contudo, apesar de entenderem a necessidade de se organizarem para enfrentar algo semelhante no futuro, 43% dizem não se sentir preparados para situações inesperadas como a covid-19. Já 30% afirmaram estar parcialmente prontos e apenas 26% totalmente prontos.

Seguros de pessoas e previdência privada segundo os entrevistados

Um dos principais objetivos da pesquisa Fenaprevi/DataFolha era compreender o nível de inclusão securitária e previdenciária no país. O trabalho indicou que cresce a contratação de produtos e serviços desse mercado entre os brasileiros, sendo que, atualmente, 46% da população possui algum seguro (saúde, funeral, vida, invalidez, prestamista, doenças graves) e/ou plano de previdência privada.

Dos entrevistados da edição deste ano da pesquisa, 26% possuem seguro funeral (proteção para morte); 18% seguro de vida e 11% seguro invalidez. Somente 9% possuem algum plano de previdência.

Quanto ao interesse em contratar alguma modalidade de seguro oferecida pelo setor, a intenção em possuir um seguro de invalidez permanente cresceu de 26% para 33% em 2023 (em comparação com o respondido na primeira pesquisa). Já a contratação de seguro prestamista interessa a 26% dos ouvidos, volume superior aos 17% informados em 2021.

“A gente percebe um maior nível de consciência nas pessoas em relação à necessidade de se precaver frente às adversidades e acredito que isso veio para ficar. Agora, temos trabalhado também para manter esse nível de conscientização e mostrar para a sociedade que tipo de produtos elas têm à disposição para se proteger”, pontua o presidente da Fenaprevi.

Franco ainda explica que a atuação das empresas envolve desde parcerias com órgãos públicos para reforçar a educação securitária e previdenciária, o aperfeiçoamento de produtos e serviços e a capacitação das forças de distribuição, em especial os corretores. “Nos dedicamos bastante à capacitação dos nossos profissionais para que prestem uma assessoria de excelência aos clientes. Entendo que o nosso trabalho traz uma grande oportunidade de prestar um serviço social de, realmente, promover um nível maior de segurança para as famílias brasileiras”, conclui.

A Pesquisa

Intitulada “A Percepção dos Brasileiros sobre os Seguros Pessoais e Planos de Previdência”, a pesquisa da Fenaprevi está na segunda edição (a primeira saiu em dezembro de 2021). Em julho de 2023, o DataFolha realizou mais de duas mil entrevistas, quando foram ouvidos homens e mulheres de Norte a Sul do País, com 18 anos ou mais, de estados civis diferentes, integrantes de todas as classes econômicas e, vivendo nas regiões metropolitanas e no interior.

A publicação busca compreender as percepções do consumidor em relação aos seguros de pessoas e planos de previdência complementar (conhecimento e interesse) e o grau de familiaridade dos brasileiros com as situações de risco para as quais os seguros de pessoas oferecem proteção, assim como visa a analisar seu comportamento financeiro quanto ao planejamento, em especial suas projeções para o futuro após a saída do mercado de trabalho.

Reforma tributária: relatório de Braga acaba com IOF de seguros em 2027

Fonte: Estadão

O relator de reforma tributária do Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), incluiu no seu relatório um dispositivo que prevê a extinção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de seguros a partir de 2027.  O texto foi protocolado ontem por Braga e lido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde a proposta está tramitando.

Ao Estadão, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, assegura que o fim do IOF não vai significar uma redução da carga tributária. “Na questão tributária, vamos ficar no zero a zero. E, em alguns caso, com um pequeno aumento de carga, porque a alíquota do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) é bem mais alta. Vai depender da alíquota final do IVA” , afirmou Oliveira, que foi ministro do Planejamento no governo Temer. 

A proposta prevê a criação de um IVA dual: a CBS, cobrada pela União, e o IBS, dos Estados e municípios. 

Segundo ele, a reforma tributária vai concentrar toda a tributação do setor de seguros no IVA, que será criado com a aprovação da proposta. Hoje, há incidência do IOF e do PIS/Cofins. O setor de seguros terá um regime diferenciado, que representa basicamente a dedução do sinistro da base de cálculo do imposto, o que já ocorre na cobrança do PIS/Cofins.

O presidente da CNseg explicou que havia uma combinação com o secretário extraordinário da reforma, Bernard Appy, para a acabar com o IOF e concentrar tudo no IVA. Mas, segundo ele, o relator da proposta na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), acabou esquecendo de colocar o dispositivo em seu relatório na correria da votação da Câmara, que ocorreu em julho.

Na avaliação do presidente da CNseg, a reforma não tem nenhum efeito negativo sobre o setor. “A vantagem é que, hoje, o regime e cumulativo e as empresas que fazem seguro não têm crédito e passarão a ter. Vai ter um efeito positivo para o cliente do seguro com a reforma”, explicou.