Um dia repleto de balanços

Hoje foi o último dia legal para divulgação de anúncios de seguradoras. Data em que os jornais ficam gordos, pesados. Aliás, se depender das seguradoras, essa é a única data do ano de gasto com balanços. Antes, elas também anunciavam em agosto o resultado do primeiro semestre. Agora não mais. Ou melhor. Em 2011 foi assim. Tudo pode mudar de novo. Ainda mais num momento de tantas inovações no Brasil. Dilma mudou tantos ministros, que mudaram tantos assessores, que por sua vez mexeram em tudo. Sobrou até para a Casa da Moeda e para Susep. Um complexo e grande jogo.

Bem, mas eu estou aqui para falar do preto no branco. Dos balanços publicados hoje no Valor Econômico. Entre todos eles, os da SulAmérica, da Caixa Seguros e do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre dão gosto de ler. Afinal, seguro serve para faciltar a vida das pessoas. Letras grandes, que nem exigem óculos. Informações que vão além do tradicional. “110 mil sonhos da casa própria realizados graças ao nosso consórcio”, informa a Caixa. “700 mil projetos depositados na nossa previdência e 100 mil apólices ativos do seguro amparo”, acrescenta.

Na SulAmérica, lucro de R$ 445 milhões em 2011, ativos totais de R$ 13,4 bilhões e receita de prêmios de R$ 9,4 bilhões. Em 2011, a SulAmérica aprimorou produtos e serviços, ampliou canais de distribuição e desenvolveu processos inovadores. Foi, pelo segundo ano consecutivo, a única seguradora do ISE, da BM&F, e ganhou o prêmio de melhor seguradora para o acionista da Revista Capital Aberto. Dois reconhecimentos do “compromisso de assegurar proteção financeira a suas clientes em uma relação única de agilidade, confiança e transparência. Afinal, se aborrecer pra quê?”, destaca na primeira página do caderno de 11 páginas publicados no Valor.

O grupo segurador BB Mapfre, com 27 páginas, vem com força no primeiro ano de atuação. “O ano em que o mundo descobriu o Brasil também foi o ano em que o Brasil ganhou um dos maiores grupos seguradores do mundo”. Isso mesmo. Do mundo, diz o texto da página E25. Prêmios, que podemos entender como faturamento, de R$ 9,6 bilhões em 2011.

Só para contextualizar, a Allianz, maior seguradora do mundo, obteve receitas de 103 bilhões de euros. Com certeza a BB Mapfre começou como uma das principais do Brasil e em 2012 pode ser a maior em vários quesitos. Mas do mundo, mesmo com toda essa crise, ainda falta percorrer um longo caminho. Inclusive porque a Mapfre é espanhola, pais que vive uma dura crise, com um dos mais elevados índices de desemprego. Para o primeiro ano — momento em que as atenções se voltaram para a integração das duas operações, os acionistas da Mapfre envoltos com troca de CEO mundial e crise na Europa e os do Banco do Brasil com briga pública por cargos –, os resultados das operações de seguros foram relevantes (números no post abaixo).

A Santander Seguros, vendida pelo grupo espanhol para a Zurich, operação aprovada pela Susep em outubro de 2011, apresentou lucro liquido de R$ 406 milhões para um faturamento em prêmios de R$ 2,2 bilhões. Apesar da receita de prêmios ter aumentado em mais de R$ 700 milhões, o lucro recuou em R$ 85 milhões. A partir deste ano e pelos próximos 25, o Santander passa apenas e receber comissões por disponibilizar a rede de agencias para venda de seguros para a Zurich, exceto automóveis, carteira fora do acordo.

Já os balanços de seguradoras independentes e estrangeiras mostram que a globalização da indústria de seguros está apenas começando. Muita seguradora nova e muitas que ainda não conseguiram acordos. Executivos importados de países vizinhos por falta de executivos locais ou apenas para manter o controle da operação em um momento de tanto deslumbramento com o país do futuro que passou a figurar como o país da salvação dos lucros comprimidos por uma grave crise internacional.

O balanço da Argo, que realizará na próxima semana um coquetel com a presença do CEO mundial para inaugurar a operação brasileira comandada por Pedro Purm, sequer uma lupa dá jeito. Acredito que tenha sido a falta do que dizer e a economia com o valor do anúncio que fez a letra ficar tão miúda. Mas ta perdoada, pois não tinha muito para informar, uma vez que a operação começa de verdade em 2012.

A Allianz Seguros apresentou lucro liquido de R$ 149 milhões, 13,4% acima do resultado de 2010. Um resultado que levou a subsidiária brasileira, conduzida por Max Thiermann nos últimos nove anos, a brilhar para os acionistas do maior grupo segurador do mundo. “Os bons resultados são consequência das ações adotadas para intensificar nossa participação no mercado em setores estratégicos para a companhia no segmento de massificados, com destaque para a carteira de automóvel, ao mesmo tempo em que participamos das oportunidades que o país está oferecendo para os seguros de grandes riscos, como as obras de infraestrutura”, afirma Max Thiermann, presidente da Allianz Seguros, em nota.

“No caso da seguradora de saúde, como atuamos apenas no ramo empresarial, a alta no emprego formal e a oferta do nosso produto em regiões onde ainda não atuávamos foram as principais responsáveis pelo crescimento”, conclui Thiermann, que neste ano passa para a presidência do conselho de Administração, sendo sucedido por Edward Lange, que aguarda sua documentação para ser oficilamente apresentado ao mercado. Os prêmios totalizaram R$ 2,6 bilhões, 22% maiores do que o registrado no ano anterior. O resultado operacional avançou 10,5%, mesmo com a acirrada concorrência vivida pelo setor em 2011.

Assim como Edward Lange, que deixou a operação da Allianz na Argentina para comandar a subsidiária brasileira, a americana Liberty Mutual designou o executivo da subsidiária chilena, Pablo Barahona, para comandar a operação no Brasil. Ele também aguarda o trâmite burocrático da documentação para assumir o posto ocupado por Luis Maurette por dez anos, findos em setembro do ano passado. Em 2011, a seguradora oficial da Copa 2014 apresentou prejuízo de R$ 30 milhões, segundo balanço publicado na página E 33 do Valor. No ano anterior, o grupo havia lucrado R$ 16 milhões. O volume de vendas chegou a R$ 1,6 bilhão, sendo seguro de carro responsável por 79%. Segundo a nota, o grupo chegou a marca de 960.100 veículos segurados.

A Chubb Seguros registrou lucro líquido de R$32,2 milhões, ultrapassando a marca de R$1 bilhão em ativos totais. O patrimônio líquido ficou em R$ 362,9 milhões de reais, representando um aumento de cerca de 8% em relação a 2010. “Este resultado é consequência de um crescimento de 11,7% nos prêmios emitidos somado a uma forte disciplina de subscrição e foco na administração de otimização dos processos”, informa Acacio Queiroz, presidente & CEO da companhia, em nota. O índice combinado chegou a 85% e o índice combinado ampliado, que considera receitas financeiras, ficou em 79%. “Esses números refletem a estratégia da seguradora nesses últimos anos de manter uma forte análise de riscos e controle de despesas, com oferta de produtos e serviços diferenciados e exclusivos, o que vem permitindo a conquista de uma carteira cada vez mais rentável e diversificada”.

A holding JMalucell, que agora conta com quatro empresas, duas seguradoras, uma resseguradora e uma prestadora de serviços de gerenciamento de riscos, encerrou o ano com lucro líquido ajustado de R$ 83,2 milhões, ante R$ 55,2 milhões em 2010, evolução de 50,7%. O valor significou 51,2% do lucro obtido pelo Paraná Banco, que reduziu de 100% para 56,5% a sua participação nas empresas de seguros e resseguros a partir de junho de 2011, quando recebeu um valor significativo do novo sócio, a seguradora americana Travelers. O aporte fez o saldo da reserva de seguros saltar de R$ 431 milhões para R$ 1,034 bilhão.
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O grupo francês BNP Paribas tem duas seguradoras. A Cardif Vida e Previdência apresentou alta de 58% no volume de prêmios, para R$ 609 milhões. O lucro liquido passou de R$ 28 milhões para R$ 33 milhões no período analisado. Já a Cardif Seguros e Garantia apresentou faturamento de R$ 156 milhões para um lucro de R$ 3,9 milhões.

A britânica RSA saiu de um lucro de R$ 14 milhões em 2010 para um prejuízo de R$ 862 mil em 2011. Os prêmios emitidos avançaram de R$ 382 milhões para R$ 477 milhões. A Crêdito y Caucion, do grupo Atradius, obteve prêmios de R$ 19 milhões e lucro de R$ 337 mil com a seguradora de crêdito e garantia. A seguradora de crédito à exportação emitiu apenas R$ 201 mil e lucrou 238 mil.

A Icatu Seguros fechou o ano passado com lucro de R$ 103 milhões, alta de 30% sobre 2010. O faturamento total bateu R$ 2,07 bilhões, 18% a mais que um ano antes. A empresa tem seis milhões de clientes. Totalizou R$ 8,8 bi em ativos administrados. A expansão é resultado da consolidação de canais de vendas de produtos e da maior proximidade de corretores, informa nota.

A Fator Seguradora, que registrou baixa de boa parte da equipe, divulgou receita de prêmios de R$ 201 milhões e lucro de R$ 17,4 milhões. Segundo informou o Valor, em reportagem no dia 15 de fevereiro, André Gregori deixou a presidência da Fator Seguradora com mais sete profissionais da casa rumo ao Pactual.

As resseguradoras apresentam uma curiosidade. As três que divulgaram balanço no Valor obtiveram o mesmo valor de lucro, apesar de faturamentos bem diferentes. A Munich Re, maior resseguradora do mundo, que atua no Brasil como um ressegurador local, apresentou prêmios de R$ 500 milhões e lucro de R$ 12 milhões. A Mapfre Re apresentou prêmios de R$ 152 milhões e lucro de R$ 13 milhões. Já a XL Re registrou prêmios emitidos de R$ 68 milhões e lucro de R$ 12 milhões. A ACE se diferenciou. Obteve prêmios de R$ 169 milhões e lucro de apenas R$ 1,9 milhão.

Lucro da Caixa Seguros chega a R$ 1 bilhão

Abaixo, release da Caixa Seguros

A Caixa Seguros bateu recordes em suas operações do ano passado. O grupo, que atua em seguros, previdência, consórcios e capitalização, encerrou o exercício passado com faturamento de R$ 7,4 bilhões e um resultado líquido de R$ 1 bilhão – o melhor desempenho de sua história. Em 2010, o faturamento havia sido de R$ 6,6 bilhões, com um lucro de R$ 889 milhões, o que representa crescimento de mais de 12% nos dois quesitos.

Outro número que merece destaque é a baixa sinistralidade, que ficou na faixa dos 34% – resultado de uma análise de risco cuidadosa em sua carteira. “Temos uma política de crescimento em bases sólidas, cuidando basicamente de três pilares: aumento nas vendas, controle de sinistralidade e redução de despesas administrativas”, avalia o presidente do Grupo, Thierry Claudon. Pelo terceiro ano consecutivo, a companhia manteve suas despesas administrativas em 3,3%, número comemorado como exemplo de boa gestão.

“Outro fator determinante é a força do mercado segurador brasileiro, que vem em crescimento constante nos últimos anos, tanto por uma mudança de cultura de comprar seguros como pela entrada de milhões de pessoas em novos níveis de consumo”, analisa Claudon.

Prova disso é que o melhor desempenho do grupo se deu nos produtos de Vida e nas categorias de riscos diversos, que incluem seguros automóvel, residencial e empresarial. O esforço foi premiado com a inclusão da Caixa Seguros no seleto grupo de empresas com lucro superior a R$ 1 bilhão. A companhia também foi reconhecida por ser a seguradora que mais respeita os consumidores dos segmentos de previdência e seguros de residência e automóvel, em uma avaliação realizada com clientes brasileiros de empresas de diferentes ramos*.

Seguros. Em 2011, a Caixa Seguradora se destacou nos ramos “Vida”, “Residencial” e “Habitacional”, onde mantém altos índices de crescimento há vários anos. Destaque para as vendas do Seguro Amparo, produto de assistência funeral que registrou aumento de mais de 300% em relação ao último ano. A empresa encerrou 2011 com prêmios diretos da ordem de R$ 1,79 bilhão. Alta de 20,4% quando comparado aos R$ 1,49 bilhão arrecadados no exercício anterior.

Vida e Previdência. Já a Caixa Vida & Previdência encerrou o exercício de 2011 com lucro líquido de R$ 167,2 milhões. Alta de 19,9% se comparado aos R$ 139,5 milhões registrados no ano anterior. A receita com contribuições e prêmios subiu dos R$ 3,3 bilhões acumulados ao longo de 2010, para os R$ 3,7 bilhões no ano de 2011. Uma evolução de 12,1%. É importante destacar que, neste exercício, a empresa ultrapassou o importante patamar dos R$ 16,2 bilhões em reservas técnicas. Crescimento de 22,7% em relação aos R$ 13,2 bilhões registrados em 2010.

Capitalização. O lucro líquido da Caixa Capitalização em 2011 atingiu os R$ 125,7 milhões. No quesito patrimônio líquido, a empresa registrou R$ 344,2 milhões. Alta de 4,1%. No último ano, o resultado financeiro foi de R$ 160,1 milhões – valor 9,2% superior aos R$ 146,6 milhões alcançados em 2010.

Consórcios. Administradora que mais entrega imóveis no país – uma média de 43 por dia –, a Caixa Consórcios encerrou o exercício de 2011 com lucro líquido de R$ 124,4 milhões. Ao longo do ano, a empresa acumulou receita bruta de prestação de serviços na ordem de R$ 243 milhões. O patrimônio líquido da administradora em 2011 foi de R$ 168,1 milhões. Destaque para a taxa de rentabilidade sobre o patrimônio líquido: 55,7%.

MetLife lucra R$ 37 milhões em 2011

Veja abaixo o release distribuído pela MetLife, sobre os resultados de 2011.

A MetLife, seguradora global com soluções em vida, previdência privada e planos odontológicos, fecha o ano de 2011 na sua operação brasileira com um patrimônio líquido de R$ 406,9 milhões e lucro líquido de R$ 37 milhões, representando um crescimento de 8,6% em relação ao ano anterior. Os ativos totais alcançaram o montante de R$ 2,7 bilhões ao final do exercício.

A companhia, presente no Brasil desde 1999, acumulou R$ 694 milhões de prêmios em seguros em 2011 e apresentou um montante de 130 milhões acima do valor requerido pelas regras atuariais de solvência. “Este valor nos dá possibilidade de fazer novos investimentos e crescer no país. Estamos num momento muito importante para a MetLife no Brasil. Iremos transformar os resultados da companhia e ampliar sua competitividade no mercado com solidez financeira”, diz Mario Traverso, presidente da MetLife Brasil.

As provisões técnicas totais atingiram o montante de R$ 2,17 bilhões, que representa um crescimento de 18,6% sobre o encerramento do ano anterior. Os fundos de VGBL e PGBL acumularam, no conjunto, o montante de R$ 1,54 bilhão, crescimento de 20,9% em relação a 2010, reflexo da maior atratividade dos fundos que oferecem taxas diferenciadas e benchmarks mais adequados ao perfil dos clientes que procuram planos de previdência, com vistas o longo prazo.

Com investimentos na qualidade de subscrição de riscos, a MetLife novamente conseguiu reduzir seus índices de sinistralidade de 46,4% em 2010 para 42,7% neste ano. “Um dos nossos diferenciais é termos profissionais altamente capacitados em capacidade de analisar riscos e realizar a precificação”, completa Traverso.

A MetLife tem hoje aproximadamente cinco milhões de vidas seguradas conquistadas. Atualmente, cerca de seis mil corretores têm negócios com a MetLife em todo o Brasil.

Bradesco Seguros patrocina “Família Addams”

Poucos sabem dos investimentos realizados pelas seguradoras para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Um deles é o patrocínio de musicais. O musical “A Família Addams”, que estreia no dia 2 de março, no Teatro Abril em São Paulo, conta com investimentos do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições entre outros.

A Comédia Musical, encenada originalmente na Broadway, será estrelada pelos atores Marisa Orth e Daniel Boaventura e grande elenco. A versão brasileira é assinada por Claudio Botelho, com direção de Jerry Zaks, coreografia de Sergio Trujillo e direção musical de Mary-Mitchell Campbell. Inspirada nas criações do lendário cartunista americano Charles Addams, a comédia musical apresenta a já conhecida e querida família Addams , imortalizada nos desenhos animados, série de TV e filmes para o cinema.

A primeira montagem do musical fora dos Estados Unidos conta a história da paixão de Wandinha, a filha mais nova dos Addams e última princesa das trevas por um jovem “normal”. A confusão começa quando Gomez e Mortícia, pais de Wandinha, têm que preparar um jantar para o rapaz e seus pais.

Votação do projeto de previdência, eis um tema de extrema importância

Entre hoje e amanhã a Câmara estará votando o projeto de criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal. Eis um tema importante, principalmente diante do que temos visto nas principais economias do mundo. Governos precisando cortar benefícios para manter a ordem social. Aqui o mesmo tem de ser feito, para que este Brasil siga um caminho de prosperidade.

A CNseg publicou hoje um interessante artigo de Luiz Peregrino, especialista em Previdência Privada Complementar Aberta e Seguros de Pessoas e atual diretor executivo da FenaPrevi. Vale a leitura

O projeto de criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal – FUNPRESP, que a Câmara dos Deputados deve votar nos próximos dias, é um passo fundamental no conjunto de iniciativas que vem sendo conduzidas nos últimos anos para equacionar os desequilíbrios da previdência social no Brasil.

É inegável que a sociedade espera que o Governo e o Congresso Nacional deem, finalmente, sequência à reforma do setor, iniciada com a aprovação da Emenda Constitucional n° 41, de 2003. A solução proposta para os servidores públicos é imprescindível para recompor o equilíbrio da previdência social e garantir sua solvência no longo prazo.

Espera-se que o novo regime reduza a pressão sobre os recursos públicos, crescentemente alocados à previdência, permitindo recompor a capacidade de gastos públicos em áreas como a de infraestrutura e de programas de inclusão social, indispensáveis ao desenvolvimento sustentado do país.

O Projeto de Lei viabilizará uma nova configuração no tocante aos dispêndios e obrigações futuras da União para com seus servidores, viabilizando a construção de um modelo inovador de previdência para os novos servidores públicos, isonômico ao dos trabalhadores da iniciativa privada.

O Projeto original apresentado pelo Governo ao Congresso sofreu, no entanto, mudanças significativas ao longo de seu tramite, consubstanciadas no Substitutivo de Plenário, ora em apreciação.

Cabe comentar, inicialmente, estender o substitutivo à previdência complementar dos servidores públicos privilégios do regime de previdência social próprio dos servidores públicos, relacionados às aposentadorias especiais (mulheres e algumas categorias de servidores), introduzindo, desse modo, tratamento não isonômico entre os participantes do regime previdenciário complementar que o projeto se propõe a instituir.

No tocante a esta questão, é relevante lembrar que aposentadorias especiais encontram respaldo em disposições constitucionais relacionadas ao regime de previdência social próprio dos servidores públicos, o mesmo não se dando, entretanto, relativamente à previdência privada complementar.

Sob a ótica da conveniência social é também questionável que aqueles sem direito ao privilégio de aposentadoria especial sejam constrangidos a financiar aposentadorias complementares especiais com parcela dos recursos de suas contribuições e do respectivo ente patrocinador, em detrimento da formação de sua própria poupança em conta individual, e, portanto, de sua aposentadoria complementar. É o que se depreende da regra insculpida no parágrafo terceiro do artigo 17 do substitutivo a ser votado.

Preocupa, também, o aumento do número de fundações e a possível proliferação de planos específicos destinados a diferentes categorias de servidores. Significa dizer que, com menor número de servidores participantes, maior será a dificuldade de diluição dos riscos atuariais com as eventuais consequências deletérias daí advindas.

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) entende que os riscos atuariais relacionados à morte e à invalidez, e outros, devam ser transferidos pela FUNPRESP ao mercado segurador, como já ocorre nos planos instituídos de previdência complementar fechada, e conforme alternativa já prevista no substitutivo. Quanto aos riscos inerentes à sobrevivência de assistidos, a transferência de reservas ao mercado segurador já é faculdade assegurada pela Lei Complementar nº 109, de 2001, mas somente com excepcional autorização do órgão fiscalizador (PREVIC), constituindo-se tal fato em limitador à compra, pelo assistido, de rendas vitalícias. Este tipo de renda protegeria o assistido de variações no valor do seu benefício, ou de sua extinção por esgotamento do saldo da pertinente conta individual.

Considerando a discussão acima e, também, o debatido anteriormente sobre aposentadorias especiais, não é necessária a criação do Fundo de Cobertura de Benefícios Extraordinários ( FCBE), incluído no substitutivo com o propósito de suprir a FUNPRESP de recursos indispensáveis ao financiamento das mencionadas aposentadorias, dos riscos atuariais dos planos de benefícios e, também, daqueles inerentes à sobrevivência dos assistidos.

Em suma, é importante avançar rapidamente com o projeto e obter sua aprovação o quanto antes. É essencial, no entanto, que, durante sua tramitação, aspectos essenciais de sua estrutura possam ser revistos, com o objetivo de tornar o projeto mais estável juridicamente, mais equilibrado tecnicamente, e, assim, menos sujeito a problemas e questionamentos.

Liberty é a mais nova mantenedora da Incubaseg

A Liberty Seguros é a mais nova mantenedora da Incubaseg, que já conta com Bradesco, Porto Seguro, Metlife e RSA.
“Estou muito feliz e orgulhoso com a adesão da Liberty Seguros, que tem em seu DNA o desenvolvimento de produtos e, consequentemente, alinhada à estratégia da Incubaseg. O apoio das seguradoras como mantenedoras é essencial para dar continuidade a ação da incubadora. Elas irão levar através da Incubaseg, a cultura inovadora e empreendedora aos diversos partícipes do setor, fator decisivo na hora de alavancá-lo”, afirma Carlos Alberto Oliveira, coordenador da incubadora de negócios de seguros.

Aa cinco companhias representam 37,61% do mercado de seguros brasileiro. Mario Cavalcante, Superintendente de Desenvolvimento de Novos Produtos da Liberty Seguros afirma que a parceria entre a Seguradora e Incubaseg tem como foco a inovação cada vez maior dos produtos e serviços da Liberty e o reforço da parceria com os corretores, aumentando a proximidade e auxiliando na implementação de seus projetos. “Nosso objetivo é aumentar o relacionamento com consumidores e corretores para entendermos cada vez mais o que as pessoas procuram em relação ao seguro e como podemos auxiliá-las na sua proteção”.

No próximo dia 5 de março, Oliveira irá anunciar os vencedores, que através do site da Incubaseg (www.incubaseg.com.br), enviaram as melhores frases sobre inovação e criatividade do mercado de seguros Os sortudos irão ganhar a nova camisa oficial da seleção brasileira de futebol.

SulAmérica tem lucro de R$ 448,1 milhões em 2011

Veja abaixo o release distribuído pela SulAmérica à noite

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) registrou em 2011 lucro líquido recorrente*de R$ 448,1 milhões, com crescimento de 5% em relação ao lucro recorrente de R$ 426,6 milhões registrado no ano anterior. Este ano, a receita em prêmios de seguros evoluiu 14,7% chegando a R$ 9,4 bilhões. “Crescemos em todas as linhas de negócios”, comemora o presidente da companhia, Thomaz Cabral de Menezes, que ressalta o excelente desempenho das carteiras de seguro saúde e odontológico e de seguro de automóveis.

O segmento de seguro saúde e odontológico, que representa 66,2% dos prêmios totais da SulAmérica e engloba cerca de 2,4 milhões de beneficiários, registrou em 2011 prêmios de R$ 6,3 bilhões, o que representa crescimento de 18,8% frente ao ano anterior. No mesmo período, o desempenho da carteira de automóveis foi 7,3% superior ao de 2010, totalizando R$ 2,2 bilhões em prêmios e frota segurada de 1,5 milhão de veículos.

“Mantivemos nossa estratégia de atuação voltada aos planos de seguro saúde grupal, e foco nos segmentos de pequenas e médias empresas. Tivemos forte desempenho na área de planos e seguros odontológicos, onde fechamos o ano com uma carteira de cerca de 500 mil membros, reflexo do nosso crescimento orgânico e da incorporação dos mais de 140 mil membros da DentalPlan, cuja aquisição foi aprovada em 2011. No segmento de seguro de automóveis, onde vimos um cenário muito competitivo, com pressão de preços e custos, nós conseguimos atingir a nossa meta”, destaca Menezes.

O executivo ressalta que o resultado em automóveis foi obtido graças ao aprimoramento de processos internos de precificação, a estratégia de ampliação da presença física da companhia em todo o território nacional, o fortalecimento do relacionamento com os corretores e os investimentos em prestação de serviços por meio dos Centros Automotivos de Super Atendimento (C.A.S.A.s), agora presentes em um maior número de localidades com a inauguração de novas unidades.

A SulAmérica registrou evolução de 7,2% na receita do segmento de ramos elementares; com forte crescimento nas carteiras de transportes, massificados e responsabilidade civil; e fechou o ano com alta de 7,8% nos prêmios de seguros de pessoas. Além disso, o resultado das operações de gestão de ativos registrou ganho de R$ 26,4 milhões em 2011, com crescimento de 26,3% em relação ao ano de 2010.

No ano, a sinistralidade da companhia foi de 74,5% e o índice combinado chegou a 99,6%. O resultado financeiro foi de R$ 658,1 milhões, 29% superior ao do ano anterior. A rentabilidade da carteira não vinculada às operações de previdência e VGBL foi de 110,4% do CDI. A SulAmérica encerrou 2011 com patrimônio líquido de R$ 3,1 bilhões e ativos totais da ordem de R$ 13,4 bilhões.

* Vale destacar que em 2010, o lucro da companhia foi impactado pela venda do edifício onde está localizada a sede da SulAmérica, no bairro do Morumbi, em São Paulo, pela venda da participação que a seguradora tinha na Brasilveículos para o Banco do Brasil e ganhos no reconhecimento de prêmios de saúde cobrados retroativamente. Estes eventos não recorrentes elevaram o lucro naquele ano de R$ 426,6 milhões para R$ 614 milhões. Para efeito comparativo neste release consideramos apenas números recorrentes, que permitem a analistas e investidores avaliarem melhor as tendências da companhia.

Trimestre

No quarto trimestre de 2011, a receita de prêmios de seguros somou R$ 2,5 bilhões, com aumento de 17,1% em comparação ao mesmo trimestre de 2010, principalmente devido ao crescimento de 26,7% nos prêmios obtidos com a carteira de seguro saúde grupal, resultado de vendas novas, que incrementaram em 32,4% a carteira de beneficiários em relação ao quarto trimestre de 2010, e dos reajustes aplicados aos planos vigentes.

A receita em prêmios do ramo de automóveis somou R$ 576,3 milhões no quarto trimestre, o que representa uma evolução de 6,9% em relação a igual trimestre do ano anterior. Enquanto a sinistralidade foi a mais baixa registrada no ano, 61,9%.

Os prêmios da carteira de Ramos Elementares totalizaram R$ 142,2 milhões no quarto trimestre, aumento de 32,8% em relação ao quarto trimestre do ano anterior, enquanto a sinistralidade, de 42,8%, representou melhora de nove pontos percentuais nos trimestres comparados, resultado do aperfeiçoamento da política de aceitação de riscos e da metodologia de precificação adotada pela SulAmérica.

Destaques

Em novembro, a agência de classificação de risco Standard & Poor‘s elevou o rating de crédito de contraparte de longo prazo (escala global) atribuído à Sul América S.A. de BB- para BB e o rating de sua subsidiária operacional Sul América Companhia Nacional de Seguros de BB+ para BBB-, passando a ser investment grade. A perspectiva da S&P para ambos os ratings é estável. No mês seguinte, a agência de classificação de risco Fitch Ratings emitiu relatório mantendo o rating de crédito de contraparte de longo prazo (escala global) atribuído à Sul América S.A. em BB+ e elevando para positiva a perspectiva da companhia.

Pelo terceiro ano consecutivo, a SulAmérica é a única empresa do segmento de seguros a integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa, composta por 51 ações de 38 companhias, representantes de 18 setores da economia. O ISE reflete o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com os melhores desempenhos em todas as dimensões que medem sustentabilidade empresarial, sendo uma referência para o investimento socialmente responsável e indutor de boas práticas no meio empresarial brasileiro. O compromisso com a sustentabilidade faz parte da declaração de valores da SulAmérica e inclui desde o desenvolvimento de novos produtos e serviços de seguros, previdência e gestão de ativos até ações voltadas à redução dos impactos econômicos, sociais e ambientais inerentes às atividades da companhia.

BB Mapfre tem lucro de R$ 814 milhões em 2011

ATUALIZAÇÃO 28 de fevereiro 14:37 – Correção – Não foi um almoço, como havia sido informada anteriormente. Apenas uma coleitva. Segue nota corrigida.

A BB Mapfre divulga hoje, durante encontro com jornalistas, o primeiro balanço do grupo formado em julho de 2011. Pena que eu não pude comparecer, pois estou em outra entrevista. Então vou usar informações que acabei de ler em vários sites. O jornalista Altamiro Silva Junior, da Agência Estado, postou que a seguradora criada pelo Banco do Brasil e o grupo espanhol Mapfre registrou lucro líquido de R$ 814 milhões em 2011.

Em prêmios foram emitidos R$ 9,6 bilhões no período, segundo o balanço divulgado nesta segunda-feira. Não há comparativos pois é o primeiro ano de operação do grupo. Da carteira total da BB & Mapfre, o produto com maior peso é o seguro de automóveis, que responde por 37% dos prêmios. Em seguida aparece a área de pessoas (seguro de vida, com 34,4%), rural e habitacional (8,7%), massificados (10,3%) e grandes riscos (9,6%). Os prêmios totais do grupo somaram R$ 9,6 bilhões no ano passado.

Segundo comentou o diretor presidente do grupo, Marcos Ferreira, 2011 foi um ano de preparação da seguradora, com a integração das carteiras do BB e da Mapfre. Segundo ele, foram 500 gestores envolvidos na definição dos fundamentos estratégicos do grupo. A integração já está totalmente concluída, informa a nota do jornalista.

A empresa começou a operar oficialmente em 30 de junho do ano passado. Para os dados totais de 2011 foram usados os balanços combinados das seguradoras do BB e da Mapfre, segundo o diretor geral de planejamento e controladoria do Grupo, Carlos Landim. O índice de sinistralidade ficou em 52% e as provisões somaram R$ 8,7 bilhões. O índice combinado, que mede a eficiência operacional, fechou o ano em 91,6%. O patrimônio líquido da seguradora somou R$ 4,9 bilhões.

Eles também contam que a BB & Mapfre vai desenvolver um conjunto de seguros populares para oferecer na rede dos Correios pelo Banco Postal. Segundo Ferreira, esse foi um pedido do próprio Banco do Brasil, interessado em oferecer apólices para a baixa renda no Banco Postal, que começou a administrar em 2 de janeiro. Até o segundo trimestre, serão mostrados os produtos ao banco, de acordo com o executivo. A expectativa é começar vendendo seguros de vida populares nos Correios.

Porto Seguro registra queda de 7% no lucro, para R$ 580 milhões

A Porto Seguro encerrou 2011 com receita total de R$ 10,1 bilhões, representando um crescimento de 10,7% em relação a 2010, com retorno sobre o patrimônio líquido de 16,6% (descontando-se a amortização do intangível). Saúde, Itaú Residencial e VGBL foram os produtos que mais se destacaram, com avanços de 19,2%, 18,0% e 19,1%, respectivamente. O total de vendas de seguro automóvel chegou a R$ 5,7 bilhões, alta de 5,8%. O lucro líquido recuou 7% em 2011, comparado a 2010, para R$ 580 milhões, considerando-se os negócios combinados da Porto em parceria com Itaú, dentro da metodologia do IFRS, norma contábil internacional. Sem considerar a parceria com o Itaú, o lucro apresenta o mesmo percentual de queda, porém situa-se no patamar de R$ 616 milhões, segundo balanço publicado nesta manhã.

Segundo mensagem aos acionistas, a diretoria da Porto afirma que o ano de 2011 foi marcado por um ambiente competitivo mais acirrado, além de um mercado financeiro desafiador. O ano de 2011 também foi um ano de investimentos e construções. “Reposicionamos a marca Itaú Auto e Residência, que apresentou neste trimestre um crescimento de 9,2% nos prêmios de automóvel. Realizamos investimentos em infraestrutura, sistemas e projetos de melhoria operacional que deverão sustentar o nosso crescimento e melhorar nossa eficiência nos próximos anos”, informa a seguradora em nota. Em 2012, há muito otimismo por parte dos administradores da companhia. “Conhecendo a natureza cíclica do segmento e estamos otimistas com as oportunidades do setor de seguros no Brasil”.

JMalucelli Seguros começa com sete produtos

O grupo paranaense JMalucelli lançou hoje uma nova companhia, a JMalucelli Seguros. A nova empresa terá capital de R$ 110 milhões e será controlada pela holding JMalucelli Participações, com 43,4% do capital nas mãos da Travelers, e formada por quarto empresas ligadas a indústria de seguros: JMalucelli Garantia, JMalucelli Resseguradora, JMalucelli Seguros e a JMalucelli Controle de Riscos, unidade que apoiará as três empresas.

A parceria com a Travelers, iniciada em junho de 2011, possibilitou a criação da nova seguradora, que tem o objetivo de agregar conhecimento de uma das maiaores seguradoras dos Estados Unidos, sendo a maior em garantia, com a JMalucelli, conhecida por sua especialização em seguro garantia no Brasil. Por uma questão estratégica, a companhia terá sede em São Paulo, longe das outras duas que ficam em Curitiba. “Não quisemos deixar a empresa na mesma sede para deixar claro que é um negócio separado. Assim nossos clientes de seguro garantia não pensam que estamos perdendo o foco do negócio e, possivelmente, a qualidade nos produtos”, diz o executivo.

Nos últimos meses, a equipe das duas seguradoras trabalhou de forma árdua para agregar ao mercado brasileiro produtos e serviços por preços competitivos, explica Alexandre Malucelli (foto). A JMalucelli Seguros, que tem como logotipo o famoso guarda-chuva vermelho que era símbolo da associação da Travelers com o Citi, começa com sete produtos: riscos de engenharia, riscos nomeados, riscos operacionais, compreensivo empresarial, riscos diversos, como equipamentos, responsabilidade civil geral e responsabilidade civil de administradores, apólice conhecida como Directors & Officers (D&O).

Segundo ele, a escolha dos portfolio foi pautada pelo potencial de negócios nos segmentos e também pela demanda dos corretores. “Nesta primeira fase nos focamos nos produtos que nossos parceiros de negócios nos solicitaram, mas temos uma linha grande de produtos em estudo, como transporte, por exemplo”, explica Malucelli.

Em garantia, o grupo atua em grandes riscos, com médias e pequenas empresas bem como no varejo. “A operação está consolidada, a ponto de o corretor poder trabalhar de casa com o garantia em razão dos investimentos que fizemos em tecnologia”, acrescentou. Já na operação de seguros gerais, o foco começa com o médio mercado, para num segundo momento entrarmos em grandes riscos”, informou Rosemary Herzka, diretora da linha de property da JMalucelli Seguros. “Queremos avançar no mercado de forma equilibrada, com crescimento orgânico. Com a carteira de 32 mil clientes e de 2 mil corretores temos condições de avançar rapidamente”, afirmou Alexandre Malucelli.

Segundo os executivos da empresa, o potencial de crescimento do mercado brasileiro é muito grande, tendo como base a baixa penetração de consumo de seguro no país, que perde até mesmo para países vizinhos, apesar de o Brasil ser a maior indústria de seguros da região. “A estabilidade trouxe uma série de consumidores para bens duráveis. Mas em seguros a demanda ainda é baixa”, diz.

Malucelli acredita que a simplificação dos produtos bem como uma maior oferta vão ajudar a aumentar o consumo per capita de seguros no Brasil. Uma forma de elevar as vendas é inovar. “Temos uma variedade incrível de produtos da Travelers para trazermos ao país, considerando-se as devidas adaptações”, acrescentou. Outra forma de atrair o consumidor é ter preços atraentes e serviços diferenciados.

“A abertura do mercado de resseguros trouxe queda nos preços. Estamos num momento de preço equilibrado e uma disputa maior em serviços”, afirma o executivo da JMalucelli, seguradora que detém 35% de market share de prêmios em garantia, com base em resultados divulgados hoje pela Susep, com R$ 703 milhões de janeiro a novembro do ano passado.

Apesar de ser uma das maiores seguradoras de carro nos EUA, esse é um segmento que a nova companhia não pretende atuar neste primeiro momento no Brasil, informou Alex Bellino, executivo responsável pela estratégia da nova seguradora.