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Valor traz hoje uma interessante pesquisa realizada pelo Goldman Sachs Asset Management com diretores de investimento de 153 companhias seguradoras globais, que reúnem mais de US$ 3,8 trilhões em ativos sob gestão. Elas estão mais propensas a aumentar o risco de suas carteiras em busca de retorno, apesar do ambiente macroeconômico considerado desafiador. Entre as opções apontadas, destacam-se títulos corporativos de alto risco (os chamados “high yield”), papéis de bancos e mezanino – um instrumento híbrido de dívida e ações. Classes alternativas como ativos imobiliários, títulos de dívida de países emergentes e “private equity” também entraram no radar. A crise de dívida europeia foi apontada como um dos maiores riscos macroeconômicos para os portifólios de investimento por cerca de três quartos dos entrevistados. Para 45%, contudo, a turbulência na Europa é a maior preocupação. A volatilidade dos mercados de dívida e ações aparece como principal risco para 17%. E para 90% dos entrevistados, essas oscilações tendem a aumentar ou permanecer em níveis elevados.
Seguradoras mudam mix de investimentos para obter maior retorno
FenSeg debate mudanças no seguro de responsabilidade civil hoje
Comunicado oficial
Com o objetivo de discutir as novas regras do Seguro de Responsabilidade Civil, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) realiza nesta quarta-feira, 1º de agosto, em São Paulo, das 9h às 12h30, seminário sobre a atualização das Condições Contratuais do Seguro de Responsabilidade Civil, estabelecida por circular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) no dia 14 de junho. A nova norma substitui a anterior, publicada há mais de 30 anos.
O evento contará com a presença do diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas, do diretor da Escola Nacional, Renato Campos, do diretor da Susep, Nelson Le Coqc, além de outros representantes do órgão e de integrantes das seguradoras Liberty, Chartis, e das resseguradoras IRB Brasil-Re, Swiss-Re e Fenaber/Transatlantic Re.
Segundo Renato Rodrigues, presidente da Comissão de Seguro de Responsabilidade Civil Geral da FenSeg, a medida atualizou as condições contratuais contemplando a legislação em vigor e a evolução do mercado. “A regra antiga contemplava 19 coberturas e o mercado atualmente opera com mais de 90 opções. A modernização será benéfica para as seguradoras, pois, ao se adequarem, poderão ofertar uma gama maior de coberturas”, afirmou.
A mudança, resultado de oito anos de análise e parceria da Federação com o órgão regulador, atualiza também o seguro ao novo Código Civil Brasileiro. Além disso, beneficia os segurados, uma vez que os produtos terão condições mais claras e padronizadas. As seguradoras que não quiserem comercializar o produto padrão poderão apresentar novas propostas à Susep até o fim do ano.
Para Renato Rodrigues, em um cenário de maior percepção de risco dos consumidores quanto às possibilidades de causar danos a terceiros, o seguro de responsabilidade civil encontra espaço para crescer. “Quanto mais se tem divulgação do produto e se cria maior conscientização em torno das perdas financeiras, temos melhor chance de disseminar a importância desse seguro”, explicou o também diretor da Liberty Seguros.
O seguro de responsabilidades garante proteção ao segurado contra reclamações para reparos de danos involuntários, materiais e/ou corporais, causados a terceiros. Segundo dados da Susep, a receita das seguradoras com a carteira em 2011 foi de R$ 925 milhões, 23,4% a mais do que em 2010, com R$ 750 mi. Nos cinco primeiros meses de 2012, o valor chegou a R$ 438 milhões, 18% a mais do que o mesmo período do ano passado (R$ 371 mi).
Serviço:
Evento: Seminário de Condições Contratuais do Seguro de Responsabilidade Civil
Data: 01/08/2012
Horário: 9h às 12h30m
Local: Hotel Braston – Rua Martins Fontes, 330 – São Paulo
SulAmérica registra alta nas vendas e queda no lucro
A SulAmérica divulgou hoje comunicado sobre o resultado do segundo trimestre e acumulado do ano até junho. O faturamento cresceu 13,9% no segundo trimestre, para R$ 2,6 bilhões. Já o lucro líquido do segundo trimestre de 2012 foi de R$ 3,6 milhões, apresentando redução de 86,8% em relação ao mesmo período de 2011.
Veja abaixo o comunicado oficial
A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) encerrou o primeiro semestre de 2012 com R$ 5,1 bilhões de receita em prêmios, o que representa crescimento de 14,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Prêmios do trimestre crescem 13,9% e alcançam R$ 2,6 bilhões. As principais carteiras da companhia seguem apresentando bom desempenho em vendas, principalmente as de saúde e odontológico que, em linha com o primeiro trimestre do ano, continuaram a apresentar forte crescimento em prêmios ao registrar alta de 19,3% em relação ao semestre anterior e receita acumulada de R$ 3,5 bilhões.
O segmento corporativo, com 1,2 milhão de vidas seguradas cresceu 22,5% no acumulado do semestre em relação ao mesmo período de 2011, e 20,6% no segundo trimestre deste ano. Já o segmento de pequenas e médias empresas apresentou um crescimento 30,3% em comparação com o segundo trimestre de 2011.
Com receita de R$ 23,8 milhões em prêmios no segundo trimestre de 2012, o segmento odontológico cresceu 40,1% ante o mesmo período do ano anterior. A carteira encerrou o primeiro semestre com 495 mil membros, alta de 25% em relação ao número observado no mesmo período em 2011. “O resultado obtido na carteira de saúde e odontológico deve-se ao fortalecimento do relacionamento com o canal de corretores, e à grande aceitação de uma linha de produtos que vem sendo comercializada desde o ano passado. Todas essas ações proporcionaram condições para a companhia torna-se ainda mais competitiva e uma das maiores do mercado de seguro saúde”, avalia o presidente da SulAmérica, Thomaz Cabral de Menezes.
A receita com seguros de automóveis no primeiro semestre de 2012 representou 21,7% dos prêmios totais da companhia e somou R$ 1,1 bilhão, crescendo 4,0% sobre o mesmo período do ano anterior, com a frota segurada alcançando 1,5 milhão de veículos. As reservas de previdência e VGBL finalizaram o trimestre totalizando R$ 3,5 bilhões, com destaque para o crescimento de 15,1% da carteira de VGBL. Já a área de Gestão de Ativos da SulAmérica acumulou recursos de R$ 21,8 bilhão ao final do período, com crescimento de 26,2% sobre o saldo apresentado ao final do primeiro semestre de 2011, destacando-se a evolução da carteira constituída pelos recursos de terceiros, que registrou alta de 41,1%. A carteira de recursos próprios, não vinculada à previdência e VGBL, apresentou rentabilidade de 108,3% do CDI no semestre.
Thomaz Menezes complementa destacando que a companhia continuou a investir na expansão de sua infraestrutura de presença física regional e a ampliar seu portfólio de produtos e serviços. Nesse sentido, foram inauguradas quatro filiais no trimestre, com a rede finalizando o período contando com 68 unidades distribuídas em todo o Brasil. A SulAmérica lançou ainda novos produtos, como o SulAmérica Capital Global e o SulAmérica Previdência PME, desenvolvidos especialmente para o promissor mercado de empresas de pequeno e médio porte. Além disso, anunciou a assinatura de contrato para aquisição da SulaCap, a quarta maior empresa de capitalização do País, que avalia como uma excelente oportunidade para a SulAmérica, uma vez que irá incorporar ao seu portfólio um novo segmento de mercado e de consumidores.
Resultado geral
O lucro líquido do segundo trimestre de 2012 foi de R$ 3,6 milhões, apresentando redução de 86,8% em relação ao mesmo período de 2011. Essa queda no resultado é consequência do aumento da sinistralidade no trimestre das duas principais áreas de negócios da companhia. A sinistralidade da carteira de saúde aumentou para 88,2%, em linha também com os índices de mercado. Principalmente nos segmentos de planos individuais e grupais, o período foi marcado por índice de reajustes abaixo do crescimento da variação dos custos médicos e hospitalares e também por um aumento na frequência da utilização.
A sinistralidade na carteira de seguro automóvel cresceu 3.5 p.p. neste trimestre em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a 67,7% neste segundo trimestre, sendo um dos principais motivos para este resultado o aumento de roubo e furto de veículos nas grandes metrópoles do País.
“Entre outros fatores que impactaram o resultado da SulAmérica está a queda da taxa básica de juros fixada pelo Governo. Mesmo considerando as constantes revisões para baixo nas projeções do PIB brasileiro e diante de um ambiente econômico internacional ainda instável devido à crise mundial que afetou a economia de diversos países, o cenário para o mercado de seguros no Brasil, para o segundo semestre, é otimista. Focaremos ainda mais em melhorias contínuas em nossos processos e serviços para que a SulAmérica continue crescendo e que seus acionistas tenham o retorno esperado”, afirma o presidente da companhia.
Mercado de seguro de pessoas cresce 18,86% em maio
Comunicado oficial
Os seguros de pessoas movimentaram R$ 1,8 bilhão em prêmios de seguros no mês de maio, montante 18,86% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, segundo levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O mercado de seguro de pessoas engloba vários produtos, entre eles, prestamista, educacionais, vida individual e em grupo. O seguro de vida é o produto de maior representatividade no segmento e respondeu pela maior parte dos prêmios arrecadados no período: R$ 745,6 milhões, alta de 10,40% em relação aos R$ 675,3 bilhões verificados no ano anterior. “O seguro de vida é um importante mecanismo de proteção social, especialmente para as pessoas economicamente menos favorecidas, onde a ocorrência de um infortúnio pode comprometer significativamente a renda e a subsistência familiar”, diz Marco Antonio Rossi, presidente da Fenaprevi.
O seguro prestamista (proteção financeira que garante o pagamento de prestações de bens adquiridos pelo segurado em caso de morte, invalidez e desemprego), por sua vez, registrou R$ 507,2 milhões em prêmios, expansão de 30,32%. Já o seguro desemprego (que garante uma renda temporária ao segurado, em caso de desemprego) obteve crescimento de 72,20%. A modalidade somou R$ 8,6 milhões no período. Segundo a FenaPrevi, entidade que representa 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência, o seguro viagem foi outro produto que apresentou resultado expressivo em maio (expansão de 91,35% e R$ 4,8 milhões em prêmios).
Resultado acumulado – Na avaliação do acumulado, o mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 8,8 bilhões, crescimento de 13,83% em maio de 2012, comparativamente a igual período do ano anterior. Dentre os seguros com maior representatividade no mercado, os produtos que obtiveram melhor desempenho foram o seguro desemprego, que cresceu 224,30%, com prêmios de R$ 56,3 milhões, e o educacional, o qual expandiu 88,68% e registrou R$ 14,1 milhões.
Brasil novamente é destaque no balanço da Mapfre
O Brasil é o grande destaque do balanço do grupo espanhol Mapfre, que reportou hoje pela manhã os números obtidos no primeiro semestre. As operações internacionais continuam crescendo fortemente, passando a representar 66% do faturamento do grupo no primeiro semestre do ano. Os prêmios totais do grupo somaram 11 bilhões de euros, 15% acima do resultado obtido em mesmo período do ano anterior. O lucro, no entanto, recuou 20%, para 434 milhões de euros, devido a provisões decorrentes da crise bancária na Espanha. O segmento de vida avançou 22%, para 3 bilhões de euros, e seguros gerais 12%, para 8 bilhões de euros. Na divisão America, o volume de prêmios chegou a 4,2 bilhões de euros, alta de 46% no semestre. O Brasil apresentou crescimento de 75%, para 2,3 bilhões de euros, com redução da sinistralidade na região, afirma nota divulgada.
Fenaprevi promove VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada
A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) promove em São Paulo, nos dias 21 e 22 de agosto de 2012, o VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada. A FenaPrevi reunirá no evento presidentes e diretores de seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, bem como lideranças do mercado segurador brasileiro, para debater tendências dos setores de previdência privada aberta e de seguros de pessoas, segmentos de grande importância no Brasil e no mundo. Segundo a organização do evento, a expectativa é reunir nos dois dias mais de 450 pessoas.
No primeiro dia do evento, após a abertura, que contará com a participação do presidente da FenaPrevi, Marco Antonio Rossi, entre outras personalidades do setor, serão abordados os seguintes temas: os “Novos Segmentos para Expansão do Mercado de Seguros”; “Mídias Sociais e Educação Financeira”; “Vender e Manter: a Gestão de Conflitos no Relacionamento com Clientes”; “Longevidade”. O segundo dia contará com os seguintes painéis: “Eficiência Operacional e Competitividade”; “Investimento e Sustentabilidade”; “Comportamento do Consumidor”; e os “Desafios Econômicos para a Próxima Década”.
As novidades do VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada podem ser acompanhadas pela fanpage do evento: .
O VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada acontecerá no Hotel Unique, em São Paulo. As inscrições poderão ser realizadas pelo site do evento www.forumvidaeprevidencia.com.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2523-0304 ou pelo e-mail forumvida@idealizar.com.br
ACE Seguradora inicia operação no competitivo segmento de auto
A ACE Seguradora, que iniciou atividades no Brasil em 1999 e já disputa no País a liderança de segmentos de seguros como Afinidades, Transportes, D&O, Energia e Responsabilidade Civil, está ingressando no competitivo setor de auto. Para iniciar os negócios nesta área, a empresa contratou uma equipe de profissionais com mais de 20 anos de experiência no segmento. Eles estão trabalhando sob a liderança do Presidente da ACE no Brasil, Farid Eid Filho, que é um dos criadores do atual perfil do seguro de auto, que passou a ser adotado pelo mercado nos últimos anos. O questionário baixou de forma expressiva a sinistralidade do setor, permitindo a prática de preços mais em conta para o consumidor final.
Para iniciar a carteira a partir do zero, a ACE está primeiramente concentrando as suas ações nos nichos de Auto Frota e Alta Renda. “Na área de Auto Frota a ACE está complementando o seu leque de produtos para clientes corporativos. Este público já contrata da empresa soluções inovadoras e sob medida em setores como Riscos Patrimoniais, Riscos de Engenharia, Vida e outros”, diz afirma Adalber Alencar, Diretor de Personal Business Insurance da ACE. Já com relação ao nicho de Alta Renda, a ACE passa a oferecer no Brasil o seguro de auto por meio de uma grife que a companhia consolidou nos Estados Unidos ao longo dos últimos 15 anos. “Trata-se da marca ACE Private Risks Services, que está introduzindo no Brasil um novo modo de comercializar seguros, com base em um sistema com plataforma web”, complementa Adalber.
Seguros representa 13% do lucro do Itaú no segundo trimestre
O lucro líquido recorrente do Itaú atingiu R$ 3.585 milhões no segundo trimestre de 2012, com aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior. O resultado de seguros, previdência e capitalização representou 13% do ganho do banco e atingiu R$ 710 milhões no segundo trimestre do ano, uma redução de 5,4% quando comparado com o primeiro trimestre de 2012. Segundo balanço divulgado, a queda foi influenciada, principalmente, pelas maiores despesas com sinistros nos ramos de Vida e Soluções Corporativas. No acumulado do ano, essas receitas apresentaram um aumento de 20,2% em relação ao primeiro semestre de 2011. Em seguros, o Itaú prevê crescimento entre 10 a 12% em 2012.
No segundo trimestre de 2012, os prêmios ganhos atingiram um total de R$ 1 bilhão no subsegmento de Seguros, uma elevação de 1,2% em relação ao trimestre anterior, ocasionada pelo desempenho do produto de garantia estendida e riscos patrimoniais. No subsegmento de Vida e Previdência os prêmios ganhos atingiram R$ 233 milhões, representando uma redução de 4,2% em relação ao trimestre anterior.
Neste trimestre, o lucro líquido recorrente de Seguros atingiu R$ 134 milhões, uma redução de 15,2% em relação ao trimestre anterior, devido a redução da margem de underwriting, influenciada principalmente pelo aumento das despesas com sinistros nos ramos de Vida e Soluções Corporativas, além de um aumento nas despesas não decorrentes de juros.
O lucro líquido recorrente do subsegmento de Vida e Previdência atingiu R$ 263 milhões, uma queda de 1,8% em relação ao trimestre anterior, impactado pela redução do resultado das operações com previdência e pelo aumento das despesas não decorrentes de juros em relação ao trimestre anterior. A captação total dos planos de previdência no trimestre atingiu R$ 4.874 milhões, um aumento de 26,7% comparado ao trimestre anterior.
Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, verifica-se um aumento de 55,4%, influenciado principalmente pelo aumento de 65,7% nas captações do produto VGBL. A captação líquida, que representa a captação total deduzida de resgates e portabilidades externas, teve aumento de 25,0% quando comparada ao trimestre anterior. Considerando captação líquida no acumulado de janeiro a maio (conforme dados disponibilizados pela SUSEP), nossa participação de mercado atingiu 28,3% no período.
As provisões técnicas de previdência totalizaram em 30 de junho de 2012 o montante de R$ 71.357 milhões, apresentando um acréscimo de 6,1% em relação ao saldo de 31 de março de 2012 e de 26,4% comparativamente ao mesmo período do ano anterior.As receitas com taxa de administração somaram R$ 207,3 milhões no segundo trimestre de 2012, um crescimento de 8,4% em relação ao trimestre anterior e um acréscimo de 31,4% em relação ao mesmo período de 2011.
O lucro líquido com capitalização atingiu R$ 70 milhões, uma redução de 14,7% em relação ao primeiro trimestre de 2012, tendo como principais impactos a queda da margem financeira gerencial e um aumento nas despesas não decorrentes de juros verificadas no período.
Seguridade responde por 31% do lucro do Bradesco
A participação das operações de seguridade no lucro líquido do banco Bradesco continua alta. Segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, o lucro líquido do conglomerado atingiu R$ 2,8 bilhões no segundo trimestre, com alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2011. Na comparação com o primeiro trimestre, a expansão foi de 1,4%. O aumento dos ganhos, segundo o banco, ocorreu por conta do crescimento das vendas de seguros, melhora das operações de crédito e expansão das receitas com tarifas e serviços bancários. A participação das operações de seguros, previdência e capitalização respondeu por 31% do lucro. Os prêmios retidos, as vendas de planos de previdência e títulos de capitalização cresceram 20% e somaram R$ 11,6 bilhões no segundo trimestre.
Segue a íntegra divulgada pelo grupo
O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, apresentou faturamento de R$ 20,988 bilhões até junho de 2012, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse valor representou crescimento de 20,1% em relação aos R$ 17,473 bilhões totalizados no mesmo período de 2011.
O resultado é fruto principalmente da evolução do Grupo em todas as linhas de produtos e negócios nos principais segmentos:
· 23,36% no VGBL / Previdência;
· 20,89% em Vida;
· 13,15% em Auto/RE e Demais Ramos;
· 23,71% em Capitalização;
· 16,18% em Saúde.
O lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros no 1º semestre de 2012 foi de R$ 1,786 bilhão, evolução de 14,41% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo crescimento de 20,1% no faturamento, foco em produtos de maior rentabilidade, da queda de 0,5 p.p. na sinistralidade, da melhora do resultado patrimonial e da redução nos gastos gerais e administrativos, mesmo com o aumento referente ao acordo coletivo da categoria, ocorrido em janeiro de 2012, compensado, em parte pela queda no resultado financeiro.
O Grupo Bradesco Seguros encerrou o trimestre com R$ 128,526 bilhões contra R$ 106,202 bilhões em 2011de ativos financeiros – crescimento equivalente a 21,02%. O Grupo Bradesco Seguros atualmente contabiliza 41,898 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização. O crescimento foi de 10,3% em relação a 2011.
O total pago em indenizações e benefícios, em 2012, pelo Grupo Bradesco Seguros atingiu R$ 13,242 bilhões, evolução de 18,45% em relação aos R$ 11,179 bilhões registrados em 2011. O volume de provisões técnicas também apresentou considerável aumento, alcançando R$ 111,789 bilhões, contra R$ 93,938 bilhões no mesmo período de 2011.
Será que temos a primeira microsseguradora?
Interessante a publicação desse anúncio. Será a primeira microsseguradora do Brasil? A declaração de propósito é assinada por Gilson Araújo. Ao dar um google no nome, acrescentando a palavra seguros, a pesquisa traz um executivo ligado a Economax Negócios Empresariais, Conexão Saúde e Corretora de Seguros, com sede em Brasília, e também passagens pela Caixa Seguros. Vamos aguardar para ter mais informações!
Newprev Previdência Privada S/A
CNPJ/MF nº 31.461.148/0001-57
Declaração de Propósito
Sociedade Anônima de Capital Fechado, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 31.461.148/0001-57, com sede na cidade do Rio de Janeiro, Estado Rio de Janeiro, na Rua da Lapa, 286, 3º andar, centro, CEP 20021-180, representada por seu Diretor Presidente, Declara, nos termos do art. 5º, das Normas Anexas à Resolução CNSP nº 166/2007, sua intenção de atuar como Sociedade Microsseguradora do Ramo Vida e Danos e atuar nas 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 8ª regiões do País e que preenche as condições estabelecidas pela regulamentação em vigor. Eventuais impugnações a presente declaração deverão ser comunicadas diretamente a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, na Av. Presidente Vargas, 730 – Centro, Rio de Janeiro – CEP 20071-900, no prazo máximo de quinze dias, contados da data dessa publicação, por meio de documento que o autor esteja devidamente identificado, acompanhado da documentação comprobatória, observado que a declarante poderá na forma da legislação em vigor, ter direito a vista do respectivo processo.
Rio de Janeiro,19 de julho de 2012.
Gilson Araújo


