De acordo com os dados divulgados pela FenaCap – Federação Nacional de Capitalização – o mercado de títulos de capitalização, faturou, no período de janeiro até agosto/14, o montante de R$ 14,1 bilhões, registrando um crescimento de 4,4% em relação ao mesmo período de 2013. O volume das reservas técnicas – valores acumulados pelos clientes que serão devolvidos sob a forma de resgates – cresceu 15,3%, atingindo R$ 28,7 bilhões. O valor devolvido aos clientes sob forma de resgates aumentou de R$ 8,6 bilhões, em 2013, para R$ 9,8 bilhões, registrando um aumento de 14,1% no período.
“Ainda que o setor venha se expandindo de maneira contínua, sempre com taxas bem superiores às do PIB (Produto Interno Bruto), nós revisamos as nossas projeções de faturamento para 2014 e estamos trabalhando com a perspectiva de crescer entre 8% e 10%”, informa Marco Antônio Barros, presidente da FenaCap, entidade que reúne as 17 empresas que atuam no mercado de capitalização. Até agosto foram distribuídos mais de R$ 801 milhões em premiações, cerca de 25,3% a mais do que no ano passado. O valor equivale ao pagamento de R$ 4,7 milhões por dia útil do período.
Embora o surto mais recente do Ebola esteja, em geral, limitado à África, levanta algumas implicações importantes para os viajantes, para a indústria de assistência médica e serviços relacionados a viagens, devido ao potencial para a disseminação da doença. “Este Risk Topic que desenvolvemos descreve algumas das estratégias que podem ser usadas para abordar esta questão”, afirma Carlos Cortés, gestor da área de Risk Engineering da Zurich Brasil. A seguradora Zurich é referência global em gestão de riscos em meios corporativos.
Risk Topic
Originalmente o surto do Ebola estava limitado à África Ocidental no entanto no dia 30 de setembro, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, sigla em inglês) confirmou o primeiro caso no pais. A doença e tem sido geralmente associado com o contato com animais selvagens e com fluidos corporais, feridas abertas ou membranas mucosas de pessoas infectadas por parte dos cuidadores, seja em casa ou no ambiente clínico. Precauções padrão devem ser utilizadas universalmente para minimizar a potencial disseminação da doença. As instalações de assistência médica devem ser pró-ativas na educação dos funcionários e no tratamento aos pacientes.
Outros pontos devem ser seriamente considerados como adiar viagens de negócios para a África Ocidental, mas caso a viagem ainda seja se necessária, informar os funcionários sobre as formas de se protegerem. Como ocorre com o aparecimento de qualquer surto de doença, as informações sobre este surto do Ebola estão mudando e atuais referências devem ser monitoradas periodicamente quanto a informações atualizadas.
Ambiente Relacionado a Viagens:
• Alguns países da África Ocidental instituíram a vistoria nos aeroportos e nos postos de fronteira, observando indivíduos com febre alta e outras doenças.
• Indivíduos (ex., passageiros ou membros da tripulação) que tenham se exposto ao Ebola não devem viajar em aviões comerciais até que tenham sido monitorados quanto a sintomas por 21 dias e tiverem sido liberados por um médico.
• Com base na orientação do CDC (Centros de Controle de Doenças dos EUA), membros da tripulação em um voo no qual um passageiro ou membro da tripulação passe mal com febre, icterícia ou sangramento devem separar a pessoa doente o máximo possível das outras. Fornecer uma máscara cirúrgica para evitar a disseminação de secreções. Usar luvas impermeáveis durante o contato direto com sangue, outros fluidos corporais ou itens contaminados com sangue (ex., seringas). Os membros da tripulação devem praticar a boa higiene pessoal (particularmente a lavagem das mãos). As companhias aéreas poderão querer fornecer kits de Precaução Universal para a tripulação.
• O comandante da aeronave destinada aos Estados Unidos é obrigado a informar durante o voo a existência de passageiros doentes aos CDC antes da chegada, além de seguir os procedimentos da companhia quanto à consulta médica durante o voo ou a obtenção de assistência médica.
• Orientações adicionais dos CDC são fornecidas como referência no final desta matéria.
Ambiente Geral do Negócio:
• Em virtude do aconselhamento sobre viagens dado pelo CDC nos EUA, as empresas devem considerar seriamente adiar viagens de negócios para as áreas da África Ocidental onde o surto do Ebola está ocorrendo. Assim, a exposição ao Ebola no ambiente geral da empresa será menor do que aquela na indústria de assistência médica.
• Funcionários ou visitantes que tenham viajado para a África Ocidental devem monitorar a si mesmos quanto a sintomas por 21 dias. Caso esses funcionários ou visitantes desenvolvam sintomas, eles não devem ir trabalhar e devem buscar cuidados médicos imediatamente. Antes de se deslocarem para as instalações médicas, eles devem ligar com antecedência e informar sobre o potencial da exposição ao Ebola, de modo que precauções de isolamento possam ser tomadas antes da chegada ao médico.
• Caso seja necessário viajar para as áreas afetadas, a OMS ( Organização Mundial da Saúde) sugere:
Pessoas que planejam trabalhar/se reunir em um ambiente clínico devem seguir cuidadosamente as precauções e o controle de infecção padrões.
Os viajantes devem evitar contato com animais (vivos ou mortos) e assegurar que qualquer leite consumido seja pasteurizado e a carne seja bem cozida. Além disso, instalações que preparam carnes (tais como, matadouros) devem ser evitadas.
Evitar contato próximo, não protegido com pessoas doentes.
Assegurar uma boa higiene pessoal (principalmente lavar as mãos cuidadosamente).
• Funcionários que viajarem para a África Ocidental devem consultar seu médico com relação a vacinas apropriadas e outras inoculações antes da viagem.
• Se os funcionários que estiverem viajando pela África Ocidental observarem sintomas, eles devem buscar cuidados médicos no próprio local antes de voltar para casa. Isso ajuda a minimizar as chances da disseminação da doença durante a viagem. Se possível, eles devem utilizar instalações médicas com uma boa reputação no controle/tratamento de infecções. Serviços de proteção durante a viagem, se contratados previamente, poderão ajudar a identificar prestadores de serviços médicos apropriados e fornecer outros tipos de assistência ao viajante.
Caso um funcionário ou visitante passe mal enquanto estiver nas instalações da empresa, devem ser providenciados cuidados médicos rapidamente, e o pessoal da limpeza deve usar desinfetantes e métodos de limpeza adequados.
O que é o Ebola (EVD)
A doença do vírus Ebola (EVD) [febre hemorrágica ebola – FHE] é um tipo de filovírus que causa uma febre hemorrágica grave que começa com febre e náusea e pode levar à falência múltipla de órgãos e à morte. Os Filovírus pertencem a uma família de vírus chamada Filoviridae e podem causar uma grave febre hemorrágica em humanos e primatas não humanos. A EVD apareceu pela primeira vez na África em 1976, tendo ocorrido novamente em surtos periódicos desde aquela ocasião. O atual surto na África Ocidental começou em janeiro de 2014 e ultrapassou a dimensão de qualquer surto anterior. Atualmente, o surto está focado na Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria. A disseminação para a Nigéria ocorreu através de viagem aérea de uma pessoa infectada. De acordo com a OMS, o número de casos da EVD tem aumentado continuamente e, desde a redação deste “Risk Topic”, perto de 3.000 casos foram documentados. A EVD possui uma taxa de mortalidade perto do 90%. É por esta razão que preocupações foram geradas com relação a este surto e a possível disseminação através das atividades humanitárias e viagens globais.
Este “Risk Topic” oferece uma avaliação sobre o atual surto de Ebola na África Ocidental e dá orientações para o gerenciamento das ameaças do Ebola nas empresas. Como ocorrem com qualquer aparecimento de surto de doenças, as informações sobre o Ebola estão mudando e as referências atuais devem ser monitoradas periodicamente em busca de informações mais atualizadas. Uma lista de referências úteis está incluída no final deste documento.
Transmissão
A doença do vírus Ebola (EVD) faz parte da família do filovírus e compreende cinco espécies distintas. Três das cinco espécies foram associadas aos surtos na África, enquanto as outras duas espécies não. A espécie associada com o atual surto na África Ocidental, o ebolavírus do Zaire, foi associada com cerca de metade dos surtos anteriores. Até o momento, os casos ocorreram todos na África e nenhum caso foi documentado no Hemisfério Ocidental.
Os sintomas típicos da EVD começam com um repentino ataque de febre, fraqueza, dor muscular, dor de cabeça e dor de garganta. Estes são seguidos de vômito, diarreia, erupção cutânea e função prejudicada do fígado/rins e icterícia. Em alguns casos, ocorre uma massiva falência dos órgãos, sendo observado sangramento interno/externo. Não existem vacinas ou tratamentos confirmados até o momento. Pacientes gravemente doentes necessitam de suporte intensivo, incluindo reidratação oral com eletrólitos ou fluidos intravenosos. Diferentemente do resfriado ou gripe comuns, a EVD não é transmitida através de contato casual, como por exemplo, estar próximo de uma pessoa infectada enquanto ela tosse. É necessário o contato direto com feridas abertas ou membranas mucosas com sangue contaminado, outros fluidos corporais ou órgãos para transmitir o vírus. A EVD pode permanecer nas superfícies, portanto, superfícies contaminadas com estes fluidos podem também transmitir a doença. O período de incubação da EVD pode variar de 2 a 21 dias. Alguns fluidos corporais podem reter o vírus por mais tempo mesmo em indivíduos assintomáticos.
A fonte do vírus e a transmissão aos humanos parecem ser a exposição a animais mortos, incluindo chipanzés, gorilas, macacos, antílope da floresta e porcos-espinhos. O depositário final do vírus provavelmente são os morcegos-da-fruta que são comuns nas florestas tropicais nestas regiões da África. A transmissão de humano para humano ocorre através do contato com feridas abertas e membranas mucosas de fluídos corporais de uma pessoa infectada. Outra fonte de transmissão tem sido o ambiente de assistência médica onde os recursos sãoprecários e o uso das precauções padrão não é universalmente seguido. A maior parte das incidências da EVD foi transmitida através do contato com animais, contato próximo com cuidadores, no ambiente domiciliar ou clínico durante o processos de sepultamento. Os recursos de saúde pública e de assistência médica nesta região da África são precários, resultando em uma educação pública limitada sobre a ameaça do Ebola e dificuldades na execução de ações de saúde pública, tais como a limitação de aglomeração de pessoas e quarentenas. Em algumas áreas, a vistoria de passageiros em aeroportos antes de embarcar nos voos já foi iniciada.
Devido à ameaça de transmissão, o o CDC dos Estados Unidos emitiu uma notade viagem aconselhando as pessoas a evitarem viagens não essenciais para esta região. Se a viagem for necessária para fins essenciais ou humanitários, os viajantes devem se precaver e evitar animais vivos, praticar a boa higiene pessoal, particularmente a lavagem das mãos e evitar contato com pessoas que estejam doentes. Caso forem cuidar de doentes, precauções importantes como as descritas abaixo são necessárias. Os viajantes também são aconselhados a monitorar sua saúde e buscar cuidados médicos imediatos se quaisquer sintomas, tais como, febre, náusea, etc. ocorrerem.
Como lidar com a infecção
O Ebola não é transmitido através do ar como o resfriado e gripe comuns e outras doenças comuns. A transmissão ocorre somente através de contato com leite não processado, carne e outros fluídos de animais infectados ou contato com fluidos corporais (ex., sangue, saliva, etc.) de pessoas infectadas.
As sugestões seguintes se baseiam em informações da OMS e do CDC como melhores práticas para se preparar e abordar a ameaça do Ebola.
Ambiente de Assistência Médica:
• Informações referentes à ameaça da EVD e as ações apropriadas que precisam ser tomadas devem ser comunicadas a todos os funcionários que possam ter contato potencial com pacientes. Além disso, conforme apropriado, os funcionários devem ser re-treinados nas técnicas para prevenção e controle de infecções.
• Os profissionais da linha de frente da saúde (particularmente pronto-atendimento, atendentes e funcionários clínicos) devem ficar extremamente atentos aos sintomas da EVD e preparados para adotar precauções padrão (ou universais) quando necessário. Os funcionários devem indagar sobre viagem ou contato recente com viajantes ao avaliar os pacientes.
• Precauções padrão (ou universais) devem ser seguidas por todos os pacientes que apresentem febre, náusea, dor muscular, etc., mesmo antes de um exame detalhado ou teste de laboratório. Isto inclui que ambos, pacientes e funcionários, utilizem máscaras do tipo cirúrgicas para proteção contra pingos e a prática da boa higiene pessoal (particularmente a lavagem das mãos).
• Uma vez que haja suspeita de Ebola, o paciente deve ser transferido para uma sala do tipo de isolamento e os funcionários devem seguir as precauções para contato conforme descrito na orientação dos CDC que aparece como referência no final desta matéria.
• A exposição dos funcionários e membros da família a pacientes com casos suspeitos ou confirmados deve ser controlada.
• Amostras de laboratório de pacientes são um risco extremamente perigoso, devendo os testes serem realizados sob condições máximas de confinamento biológico.
• A equipe de limpeza deve seguir a orientação dos CDC no manuseio de qualquer roupa suja para lavar ou limpar equipamentos/superfícies que possam ter tido contato com fluidos corporais. Roupas para lavar e equipamentos devem ser limpos seguindo protocolos de desinfecção padrão ou incinerados se extremamente sujos.
• Pacientes com EDV mortos devem ser manuseados com o mesmo nível de precaução que indivíduos infectados, e sepultados em sacos próprios e caixões lacrados tão logo seja possíveis.
Esforços Humanitários:
Devido à dimensão do atual surto e os esforços da saúde pública e assistência médica precária na região, muitas organizações humanitárias estão enviando voluntários para a área para ajudar. Esses voluntários devem seguir as mesmas precauções durante os cuidados com os pacientes e os serviços de suporte que aquelas listadas anteriormente para o ambiente de assistência médica, ao mesmo tempo em que devem seguir muitos dos conselhos gerais do negócio discutidos abaixo.
A HDI Seguros, quinta maior do país no ramo automotivo, acaba de lançar campanha publicitária estrelada pelo ex-campeão mundial da divisão peso médio do UFC, Anderson Silva. O objetivo da ação é divulgar o HDI Bate-pronto, centro de atendimento que libera em minutos o conserto do veículo acidentado. Esse serviço é um diferencial da seguradora, pois com ele o usuário não precisa aguardar a visita de um vistoriador à oficina em que o veículo foi deixado, como acontece em outras companhias. Ao receber a liberação no HDI Bate-pronto, o segurado pode se dirigir a uma oficina e ter o conserto do veículo iniciado imediatamente.
Na campanha criada pela agência Pátria o lutador Anderson Silva tranquiliza o motorista do veículo em que bateu explicando a agilidade do atendimento oferecido pela HDI. Bem humorada, a peça brinca com o receio de comprar briga com o lutador. O filme será veiculado em TV aberta e TV fechada, além de ter versões para internet, rádio e mídia impressa.
Segundo Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI, a seguradora já tem mais de 40 unidades Bate-pronto distribuídas em diversas regiões. “Recentemente inauguramos três desses centros de atendimento só no Rio de Janeiro: na Barra da Tijuca, em Niterói e em Campos de Goytacazes”, destaca. Além das centrais físicas, a HDI criou o Bate-pronto Móvel, veículos equipados que são posicionados em locais estratégicos ou de demanda sazonal. Essa é uma iniciativa pioneira no setor de seguros, que promove flexibilidade e qualidade no atendimento ao segurado, pois ele é assistido por profissionais da própria seguradora.
Para assistir ao comercial, clique no link: http://youtu.be/qUY086gJ9uQ
A cerimônia foi aberta pelo presidente Marcello Hollanda, após a execução do hino do CVG e do hino nacional. Ele destacou que o Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro tem como objetivo a disseminação do conhecimento no mercado de seguros de pessoas através dos cursos, palestras e encontros promovidos pela entidade.
Enfatizou também a importância do trabalho voluntário iniciado com a fundação do CVG-RJ há 48 anos, lembrando que o CVG-RJ foi o pioneiro chegando aos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. “Conseguimos na gestão atual, realizar a publicação e distribuição trimestral da Revista do CVG-RJ no formato impresso e digitalizado no site da entidade.
Ressaltamos nossos agradecimentos aos patrocinadores que são fundamentais para a divulgação e propagação do conhecimento de seguros com as matérias e entrevistas publicadas. Agradecemos ao Conselho Consultivo do CVG-RJ, agradecendo também aos membros da comissão fiscal, diretores, bem como, a comissão organizadora deste que é o mais tradicional e importante evento de premiação do mercado de seguros brasileiro e a todos que de forma direta e indireta contribuíram para a realização do Oscar de Seguros. Finalizando agradecemos aos patrocinadores que são fundamentais para a realização da Premiação”.
Critérios – O apresentador Alexandre Tavares expos aos presentes os critérios de avaliação que são levados em consideração para a votação dos associados e o referendo da diretoria: 1) voto direto efetuado pelos associados do CVG-RJ através dos formulários enviados pela diretoria; 2) voto técnico – análise das estatísticas divulgadas pelas instituições do mercado, ranking, acompanhamento na mídia de propagandas e aceitação pelo público consumidor e 3) voto profissional – análise técnica profissional efetuado, pela diretoria executiva do CVG-RJ.
Cerimonial – Para quem acompanha a solenidade dos Destaques há muitos anos, pode observar diversas alterações no cerimonial deste ano. Foram introduzidos ritos para emprestar maior distinção e elegância ao cerimonial. A entrada dos diretores e do presidente acompanhados de suas esposas e de recepcionistas portando as bandeiras do CVG-RJ, do Município do Rio de Janeiro, do Estado do RJ e do Brasil ao som do hino do CVG e do hino nacional brasileiro chamou atenção logo no início da cerimônia. Os contemplados também possuíam padrinhos e madrinhas que os acompanhariam até suas mesas e ficariam à disposição do premiado para qualquer tipo de atenção necessária. Comissões de voluntários oriundos das beneméritas e dos quadros de associados do CVG-RJ colocaram a mão na massa para dar mais brilho à festa. Emprestaram também um toque mais humanizado e democrático à cerimônia.
Entre os principais premiados: Entidade Educacional (Escola Nacional de Seguros); há 43 anos desenvolvendo o mercado através da geração e difusão do conhecimento e da capacitação dos profissionais do mercado; Entidade Institucional (CNSEG), A CNseg tem como missão congregar as principais lideranças, coordenar ações políticas, elaborar o planejamento estratégico do setor e representar o segmento perante o Governo, a sociedade e as entidades nacionais e internacionais.
Atualmente, a CNSEG está sob o comando de Marco Antônio Rossi, que recebeu o prêmio de Personalidade Institucional de 2014 do CVG-RJ. O experiente executivo preside também a FIDES, a Bradesco Seguros e o Conselho de Administração da Europ Assistance Brasil Serviços e Assistência. Rossi aproximou ainda mais a entidade e suas associadas dos temas mais diretamente relacionados à sociedade e consumidores, tais como educação financeira, organização de diversos fóruns para consumidores, profissionais do mercado, imprensa, entre muitos outros.
Personalidade empresarial (Acácio Queiroz – Chubb) Um líder inconteste com vasta experiência em diversas áreas do setor. Coleciona títulos acadêmicos e uma interessante participação literária como autor do livro “Minhas Bagagens”. Por sua contribuição ao segmento de seguro acumula os mais significativos prêmios e reconhecimentos no Brasil e exterior nas áreas de liderança e gestão de seguros.
A Mulher de Seguro do Ano foi Denise Thomas de Souza Carvalho (MetLife). Ela é diretora regional da seguradora, encarregada de definir estratégias locais e ações comerciais das regionais do Rio, Espírito Santo e Nordeste, além de abrir novas oportunidades no Norte do país. Em seus agradecimentos enalteceu a figura feminina que tem que se desdobrar entre o trabalho e a organização da familiar e da casa.
O Homem de Seguro do Ano foi Patrick Larragoiti (SulAmérica). O executivo ingressou na companhia em 1987 e ocupou várias funções na empresa até assumir a presidência executiva de 1998 a 2010. Conselheiro da Associação de Genebra, que reúne as 100 principais seguradoras e resseguradoras do mundo, membro do instituto de estudos em saúde suplementar e vice-presidente da CNSEG, entre vários outros cargos de destaque.
A premiação de Seguradora do Ano foi para Capemisa, cuja história é singular por ter sido fundada com o objetivo de sustentar uma obra social, o Lar Fabiano de Cristo, em 1958. Em 2008, ganhou os contornos atuais, como uma sociedade anônima de capital fechado, passando a atuar em capitalização e prosseguir em previdência complementar. A empresa propõe-se a gerar ambiente de trabalho agradável para os funcionários, onde eles possam ter a oportunidade de realizar seus sonhos. A proposta é de uma companhia saudável econômica e socialmente falando.
Conheça os premiados:
Este ano, foram 29 categorias premiadas entre empresas e profissionais que se destacaram na atuação e desempenho de suas funções e que agregaram valor ao mercado de seguros, conferindo credibilidade e excelência aos serviços prestados à sociedade.
Seguradora do Ano: Capemisa Seguradora de Vida e Previdência
Homem de Seguro do Ano: Patrick Larragoiti (SulAmérica)
Mulher de Seguro do Ano: Denise Thomas de Souza Carvalho (MetLife)
Personalidade Institucional: Marco Antonio Rossi (Presidente da CNSEG)
Personalidade Empresarial: Acácio Queiroz (CHUBB do Brasil)
Entidade Institucional: CNSEG
Entidade Educacional: Escola Nacional de Seguros
Empresa de Vida Coletiva: Porto Seguro
Empresa de Vida Individual: Prudential
Empresa de Previdência e Vida Resgatável: Mapfre Seguros
Empresa de Saúde: Bradesco Saúde
Empresa de Saúde Dental: Amil Dental
Empresa de Capitalização: ICATU Capitalização
Empresa de Acidentes Pessoais e Funeral: SINAF
Empresa de Assistência 24 Horas: Mondial Assistance
Seguradora Destaque em Tecnologia: Tokio Marine Seguradora
Prestadora Destaque em TI: Delphos Serviços Técnicos
Profissional de Vida: Samy Hazan (Yasuda/Marítima Seguros)
Profissional de Previdência: Kely Cristina Gallego (ICATU Seguros e Previdência)
Profissional de Saúde: (OMINT Saúde)
Profissional de Saúde Dental: Alfieri Casalecchi (Amil Dental)
Profissional de Capitalização: Luiz Carlos Henrique (Porto Seguro)
Profissional de Seguro DPVAT: Aline Motta (Aruana Seguros)
Corretora de Vida: VG Administradora e Corretora de Seguros
Corretora de Saúde: Qualicorp
Corretora de Capitalização: Corretora de Seguros APSA
Campanha de Produção: “SOU + VOCÊ” (Capemisa Seguradora de Vida e Previdência)
Campanha de Propaganda e Marketing: “A VIDA É IMPREVISÍVEL” (SulAmérica)
Veículo Destaque em Comunicação: CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros)
Premiada na categoria Empresa de Destaque como a melhor corretora de seguros on-line, a Minuto Seguros foi reconhecida pela qualidade de seus serviços em cerimônia realizada na última quinta-feira, 25 de setembro.
A homenagem, que aconteceu em São Paulo, no Salão Nobre do Circolo Italiano, reuniu importantes executivos do setor e homenageou as empresas de seguros que foram destaque em 2014. “Estamos contentes pelo reconhecimento do mercado no segmento online. Entendemos que é uma resposta dos nossos clientes ao cuidado e excelência no atendimento, dado que todo o processo é feito através de consultores de seguros que cuidam da venda e do pós-venda, humanizando a relação”, enfatiza Marcelo Blay, sócio-diretor da Minuto Seguros.
O prêmio Corretora Premium Best 2014 tem como objetivo prestigiar as corretoras de seguros que se sobressaíram no ano de acordo com suas categorias como: Seguro Automóvel, Capitalização, Seguro Saúde/Odontológicos, Seguro de Vida/Previdência Privada. Promovido pela agência Seg News, o evento está em sua 6ª edição.
O quarto artigo da série “Como investir”, sobre os primeiros passos para quem deseja começar a aplicar seu dinheiro, é dedicado aos planos de previdência privada.
Diariamente, nas próximas três semanas, o leitor interessado a começar a guardar algum dinheiro para planejar o seu futuro terá informações sobre diferentes tipos de investimentos.
Os artigos foram preparados pelo consultor de finanças pessoais, colunista do Estado e da Rádio Estadão e professor de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), Fábio Gallo.
1º Passo: Saber o que é um plano ou fundo de previdência privada
A previdência privada engloba fundos e planos voltados para aqueles que pretendem investir com foco na aposentadoria. Esse tipo de investimento permite que sua renda não sofra grande queda e que seu padrão de vida seja mantido quando aposentado. São os planos conhecidos como Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e dos fundos de pensão, como explicado a seguir.
Os planos de previdência privada são administrados por uma seguradora e, além da aposentadoria, também são uma forma de poupança. Por exemplo: um avô faz um plano para seu neto usar o dinheiro para cursar a faculdade no futuro.
As instituições financeiras que comercializam esses planos são fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e pelo Banco Central.
O plano de previdência privada é constituído basicamente de duas fases:
1. Acumulação: fase na qual o investidor faz depósitos (chamados aportes) de acordo com o contrato. Esses depósitos podem ser feitos mensalmente, de uma só vez ou em grandes aportes periódicos. O dinheiro é aplicado em um fundo de previdência privada onde o cotista é a seguradora. Essa carteira pode conter títulos de renda fixa ou renda variável.
2. Benefício: fase em que o investidor pode usufruir o que acumulou ao longo do tempo, recebendo a soma do valor aplicado (aportes) mais o rendimento.
Tipos de planos ou fundos:
1. PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)
O Plano Gerador de Benefício Livre é uma maneira de poupar em longo prazo. Ele permite a interrupção temporária das contribuições e tem portabilidade (possibilidade de migração dos recursos de um plano para outro da mesma ou de outra seguradora). O valor de contribuição pode ser alterado ao longo da aplicação e o investidor obtém o rendimento sem cobrança de impostos ao longo do período de contribuição. Haverá incidência de Imposto de Renda sobre todo o valor do montante resgatado. O saldo é atualizado diariamente e não existe rendimento mínimo, ou seja, o fundo repassa todo o ganho financeiro líquido da taxa de administração.
2. VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)
O Vida Gerador de Benefício Livre também é uma forma de poupar a longo prazo. O cliente pode resgatar o total acumulado ou transformar o valor em uma renda de aposentadoria. No geral, as características do VGBL são muito parecidas com as do PGBL, a diferença básica entre os dois está na tributação. No VGBL, o Imposto de Renda é cobrado somente sobre o rendimento (ganho de capital) relativo à aplicação.
3. Outros tipos de planos de previdência das famílias PGBL e VGBL
a) VRGP (Vida com Remuneração Garantida) e PRGP (Plano com Remuneração Garantida e Performance)
Os planos VRGP e PRGP garantirão, durante o período de diferimento, remuneração por taxa de juros efetiva anual e atualização monetária por um índice estabelecido em contrato, os quais deverão estar previstos em seu regulamento.
b) VAGP (Vida com Atualização Garantida e Performance) e PAGP (Plano com Atualização Garantida e Performance)
Os planos VAGP e PAGP, garantirão, durante o período de diferimento, atualização monetária por um índice estabelecido em contrato, os quais deverão estar previstos em seu regulamento.
c) VRSA (Vida com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização) e PRSA (Plano com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização)
Os planos VRSA e PRSA, garantirão, durante o período de diferimento, remuneração somente por taxa de juros efetiva anual, o qual estará previsto em regulamento.
4. Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual)
O Fapi é um tipo de Fundo de Investimento Financeiro (FIF) que tem como objetivo a poupança de longo prazo, mas sem garantia de rendimento mínimo. Embora não seja nitidamente um fundo dedicado à previdência privada, permite a formação de poupança dedicada ao período de aposentadoria. Suas características são próximas aos planos de poupança convencionais – têm benefícios fiscais, mas não há incidência da taxa de carregamento.
No Fapi não há carência, assim, o resgate do dinheiro aplicado é permitido a qualquer momento. Ao contrário do que acontece nos planos de previdência, o Fapi cuida apenas do rendimento na fase de acumulação. Ao final do período, o poupador retira todo o capital de uma só vez. Por exemplo: pode usar o dinheiro para comprar a tão sonhada chácara, uma casa ou mesmo comprar à vista um plano de previdência que garanta benefícios mensais como complemento à aposentadoria.
O Fapi não exige que a contribuição seja mensal. É possível fazer depósitos esporádicos. No entanto, lembre-se de que, quanto antes você começar a poupar e quanto mais depositar, maior será a sua tranquilidade durante a aposentadoria.
5. Fundos de pensão
São entidades fechadas de previdência privada e complementar. É tipo de fundo de investimento dedicado à complementação de aposentadoria exclusiva para funcionários de determinada empresa. Os fundos de pensão (ou Entidades Fechadas de Previdência Complementar) são entidades privadas, organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos, independentemente se a empresa patrocinadora for pública ou privada.
Os fundos de pensão são custeados parte pela empresa empregadora e parte pelos próprios funcionários. Os valores de contribuição dos planos oferecidos variam de acordo com a empresa. Os fundos de pensão têm sido usados como um instrumento de política de recursos humanos, fazendo parte do pacote de benefícios oferecidos pelas empresas. Este tipo de instrumento faz com que os funcionários decidam-se mais facilmente pela aposentadoria quando atingem a idade possível para isto.
2º Passo: Entender as diferenças entre os planos de Previdência e o Fapi
Diferenças entre PGBL e VGBL
Embora os dois tipos tenham incidência de Imposto de Renda somente quando houver resgate ou pagamento de renda, a diferença entre os dois tipos de planos é que no PGBL o valor das contribuições pode ser deduzido da sua base de cálculo do Imposto de Renda, com o limite de 12% da sua renda bruta anual. O benefício fiscal é concedido apenas para aqueles que fazem a declaração completa e também contribuem para a Previdência Oficial.
No VGBL as contribuições não são deduzidas do Imposto de Renda anual. A incidência de imposto, em caso de resgate ou pagamento de renda, ocorrerá apenas sobre o ganho de capital (rendimento das aplicações). Por isso, é um plano recomendado para profissionais autônomos, empresários ou aqueles que não pagam Imposto de Renda ou que já alcançaram os 12% permitidos para dedução em contribuições em PGBL na declaração completa.
Diferenças entre PGBL e Fapi
Os dois tipos de planos são bem parecidos com relação a tributação e operação, mas o PGBL é administrado por uma seguradora, que calcula o benefício de aposentadoria com base em cálculos atuariais. No caso do Fapi, é um banco que administra a aplicação, como outra qualquer. Quando chega o momento da aposentadoria, o investidor deve procurar uma seguradora para comprar um tipo de renda.
3º Passo: Conhecer as formas de recebimento
Os planos PGBL e VGBL oferecem aos clientes diversas maneiras de receber os benefícios na aposentadoria. É muito importante no momento de opção por um plano escolher o que mais se adapta às suas necessidades:
1. Renda mensal vitalícia
Recebimento de renda a partir da idade escolhida e pelo restante da vida. Consiste em uma renda mensal a ser paga vitalícia e exclusivamente ao participante. A renda cessa com seu falecimento, sem que seja devida qualquer devolução.
2. Renda mensal temporária
Recebimento da aposentadoria até uma idade determinada ou até o falecimento do beneficiário. Renda mensal a ser paga temporária e exclusivamente ao participante. A renda cessa com seu falecimento ou término da temporariedade estabelecida na proposta de inscrição – o que ocorrer primeiro, sem que seja devida qualquer devolução.
3. Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido
Recebimento da aposentadoria de forma vitalícia e em caso de falecimento, os beneficiários receberão o benefício durante um prazo determinado. Consiste em uma renda mensal a ser paga de maneira vitalícia ao participante, durante um prazo mínimo garantido. Se, durante o período de pagamento da renda mensal, ocorrer o falecimento do participante, a renda será paga ao beneficiário (ou beneficiários), na proporção de rateio estabelecida pelo período restante do prazo mínimo garantido. No caso de falecimento do participante, após o prazo mínimo garantido, a renda ficará automaticamente cancelada sem que seja devida qualquer devolução, indenização ou compensação de qualquer espécie ou natureza ao beneficiário (ou beneficiários).
4. Renda mensal vitalícia reversível a beneficiário indicado
No caso do falecimento do beneficiário principal, o beneficiário indicado também receberá a aposentadoria pelo restante da vida. Consiste em uma renda mensal a ser paga de maneira vitalícia ao participante e, no caso de seu falecimento, ao beneficiário indicado, no porcentual estabelecido, até a sua morte.
5. Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores
Consiste em uma renda mensal a ser paga de forma vitalícia ao participante, reversível ao cônjuge ou companheiro após o seu falecimento e, na falta deste, reversível temporariamente ao menor (ou menores) até que completem a idade de maioridade definida no plano, conforme o porcentual de reversão estabelecido.
6. Renda mensal por prazo certo
Consiste em uma renda mensal a ser paga por um prazo preestabelecido ao participante. Se, durante o período de pagamento da renda, ocorrer o falecimento do participante antes de ser completado o prazo indicado, a renda será paga ao beneficiário (ou beneficiários), na proporção de rateio estabelecida, pelo período restante do prazo determinado.
4º Passo: Entender o risco e retorno dos planos de previdência
1. Rentabilidade
A remuneração dos planos PGBL e VGBL é dada com base no desempenho da carteira do fundo, resultado da composição entre renda fixa ou composto, podendo ser de até 49% de renda variável.
2. Risco
A responsabilidade pelo plano é da seguradora que o administra. Por isso, busque informações sobre ela.
3. Precauções
O investimento nesses planos exige atenção para alguns aspectos:
a) Retorno: acompanhe constantemente a evolução de cotas e a rentabilidade trazida pelo seu plano.
b) Aplicação: peça muitos esclarecimentos e faça muitos cálculos até ter certeza de que a renda mensal a ser obtida na sua aposentadoria valerá à pena.
c) Rendimento mínimo: não é assegurado rendimento mínimo, nem mesmo com relação à inflação.
d) Morte: em caso de morte do participante durante o período de acumulação, o montante acumulado será distribuído aos beneficiários de acordo com o porcentual de rateio definido no momento da contratação do plano. Caso não exista a indicação de beneficiários, o montante acumulado será pago aos herdeiros legais, conforme legislação vigente.
4. Sucessão familiar
No PGBL e no VGBL, em caso de morte do participante durante o período de acumulação, a reserva acumulada vai diretamente para os beneficiários, sem entrar no inventário. Assim como a renda no período de concessão do benefício, de acordo com o tipo de renda escolhido pelo cliente. No Fapi, o valor acumulado entra no inventário.
Podem ser apontadas algumas vantagens neste caso:
a) Flexibilidade para escolher os beneficiários
Na contratação do plano a indicação dos beneficiários pode ser feita livremente.
b) Liquidez facilitada
O recebimento do benefício é feito em torno de 15 dias após entregue toda a documentação de resgate.
c) Isenção de tributos e redução de custos
Há isenção do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD). Para o recebimento de benefícios nestes planos não há envolvimento de custos advocatícios ou outras despesas judiciais como certidões e gastos com cartórios.
d) Privacidade absoluta
Os valores acumulados não entram em inventário, proporcionando uma sensível diminuição da espera e todo o desgaste com a burocracia e até mesmo evitando algumas brigas familiares.
5º Passo: Compreender os custos e tributos
1. Taxas
Nos planos PGBL e VGBL há dois tipos de taxas, a taxa de administração e a taxa de Carregamento.
a) Taxa de administração
É a taxa cobrada pela administradora do plano pelos serviços de gestão dos recursos. Esta taxa varia de acordo com a seguradora e com a modalidade escolhida. Os planos de previdência têm taxas de administração altas, se comparados a outros tipos de fundos. Essas taxas variam dentro do mercado. É muito importante o investidor pesquisar as taxas cobradas pelos planos de previdência antes de investir.
b) Taxa de carregamento
É uma taxa que incide sobre cada depósito que é feito no plano. Ela serve para cobrir despesas de corretagem e administração. Na maioria dos casos, a cobrança dessa taxa não ultrapassa 5% sobre o valor de cada contribuição. No mercado há três formas de taxa de carregamento, dependendo do plano contratado. São elas:
– Taxa de carregamento sobre prêmios: é a taxa cobrada de todos o valores aplicados mensal ou esporadicamente.
– Taxa de carregamento sobre resgates e transferências: é a taxa cobrada sobre os valores resgatados ou transferidos para outra seguradora.
Exemplo de cobrança de taxas nos planos de previdência:
Taxa de carregamento de 5% quer dizer que em cada R$ 100 depositados, somente R$ 97 serão aplicados para rendimento.
A taxa de administração é cobrada anualmente sobre o valor total aplicado. Caso você tenha R$ 100.000 e taxa de administração de 2,5%, após a cobrança o seu saldo passa a R$ 97.500.
2. Tributação
Os planos de podem são tributados com base em duas tabelas. No momento de contratação do plano de previdência o investidor deve optar entre as duas tabelas possíveis.
a) Tabela progressiva
O cálculo do tributo segue a mesma regra do Imposto de Renda anual, com cinco faixas de renda e alíquotas crescentes conforme maior renda tributável.
b) Tabela regressiva
Apresenta seis faixas de alíquotas decrescentes conforme o prazo de acumulação de cada contribuição.
Começou a temporada de troca de executivos. Lá fora e aqui no Brasil. Geralmente é neste mês que os acionistas trocam aqueles que não atingiram as metas. Ou cortam agora, antes do dissídio em dezembro, para recontratar em janeiro, com um quadro político definido, o que ajudará a ter um mínimo de previsibilidade para investimentos. Hoje a principal notícia neste sentido veio da gigante alemã Allianz.
Fonte: Bloomberg/Valor
A seguradora Allianz nomeou Oliver Baete para substituir Michael Diekmann no cargo de executivo-chefe. A indicação ocorre menos de uma semana após a turbulência que atingiu sua controlada Pacific Investment Management (Pimco) com a saída do rei dos bônus, Bill Gross.
Baete – 49 anos, membro do conselho de administração responsável por seguros de bens e contra acidentes, e por seguros para o sul e a região ocidental da Europa – vai assumir o cargo em maio, disse a seguradora em comunicado divulgado ontem. Diekmann, de 59 anos, cujo contrato expira em dezembro, ocupou o cargo por 12 anos.
Os investidores retiraram bilhões de dólares dos fundos da Pimco desde 26 de setembro, quando a Allianz informou que Gross, seu diretor de investimentos, estava se retirando da empresa para ingressar na Janus Capital Group, com sede em Denver. Analistas do Deutsche Bank estavam entre os que previram mais de US$ 200 bilhões em resgates. As ações da Allianz, que controla o maior fundo mútuo do mundo desde 2000, tiveram sua maior queda de quase três anos no dia em que a saída de Gross foi anunciada, o que subtraiu € 3 bilhões de valor de mercado da empresa.
“O primeiro desafio do novo executivo-chefe será colocar a Pimco de novo nos eixos e conter as retiradas”, disse Werner Schirmer, analista do Landesbank Baden-Württemberg, que recomenda aos investidores a manutenção das ações da Allianz. “É uma tarefa difícil. Eles agiram com tanta independência por tanto tempo.”
As ações da Allianz recuavam 1,7%, para € 125,15 no fim da tarde de ontem em Frankfurt, ampliando suas perdas deste ano para 4% e atribuindo à empresa o valor de € 57,2 bilhões. O Índice Bloomberg 500 de Seguros Europeus recuou 1,5% ontem.
Baete ingressou na empresa em 2008, vindo da McKinsey, e foi também diretor operacional e diretor financeiro.
A direção da Allianz tenta tranquilizar os maiores investidores da empresa, como BlackRock e Deutsche Bank, de que é capaz de conter as perdas decorrentes da saída abrupta de Gross – um mito do setor que ajudou a consolidar a Pimco como uma das maiores gestoras de investimentos em renda fixa do mundo. A agência de classificação de risco Moody’s disse ontem que o aumento dos saques na Pimco implicará uma redução dos lucros da Allianz. A empresa, que administra quase US$ 2 trilhões em ativos de clientes, é responsável por 25% do lucro operacional da seguradora.
Mesmo antes da saída de Gross, a Pimco andava causando estranheza entre os investidores da Allianz. Seu carro-chefe, o Total Return Fund, sofreu resgates por 17 meses consecutivos até o fim de setembro, entre os fundos da Pimco que tiveram desempenho inferior à média dos congêneres. Em janeiro, a Pimco foi obrigada a reformular sua equipe de direção após a saída de seu ex-executivo-chefe Mohamed El-Erian.
“Baete é uma das principais pessoas que asseguraram à Allianz a superação das dificuldades da crise financeira e da crise da dívida dos governos europeus”, disse o analista Ben Cohen, da Canaccord Genuity, que recomenda aos investidores a compra das ações da seguradora. “A pergunta que muitas pessoas devem estar se fazendo agora é se ele vai levar uma prática de enfrentamento mais direto das questões na Pimco.”
A Pimco também está sendo acompanhada de perto pela SEC, o órgão regulador do mercado de capitais americano, sobre a maneira pela qual atribui preços aos ativos no Total Return Exchange-Traded Fund da Pimco, que gere fundos de índice negociados em bolsa.
Diekmann disse aos analistas no início da semana que a Allianz continua comprometida com a Pimco, adquirida em 2000. O diretor financeiro, Dieter Wemmer, disse que a previsão do lucro operacional da Allianz para este ano não mudou. Poucas horas após da saída de Gross, a Pimco anunciou que Daniel Ivascyn, um dos seis vice-diretores de investimentos nomeados após o afastamento de El-Erian, substituirá Gross como diretor de investimentos.
Além de estabilizar a Pimco, Baete enfrenta desafios como administrar a queda dos retornos decorrentes das baixas taxas de juros. A exemplo da maioria das seguradoras, a Allianz tem a maior parte de seus investimentos em renda fixa, como bônus governamentais e corporativos. E a empresa está reformulando o Fireman’s Fund, sua divisão americana de bens e acidentes, que enfrenta dificuldades para continuar lucrativa.
A Allianz também está sendo pressionada pelos investidores, entre os quais a Union Investment de Frankfurt, a distribuir uma parcela de seus lucros maior que os 40% habitualmente repartidos. sob a forma de dividendos. “Que Baete era um dos candidatos sabia-se há tempos”, disse o analista Thomas Seidl, da Sanford C Bernstein, de Londres. “A pergunta é: este é o momento certo?”
Baete nasceu em Bensberg, na Alemanha, e tem MBA da Faculdade Leonard Stern de Administração de Empresas, da Universidade de Nova York. Ele trabalhou como diretor operacional após entrar na empresa, em 2008, e se tornou diretor financeiro em 2009. Diekmann comanda a Allianz desde 2003, quando a seguradora teve seu primeiro prejuízo anual desde a Segunda Guerra Mundial, devido a baixas contábeis patrimoniais e ao acúmulo de créditos de liquidação duvidosa no Dresdner Bank, banco adquirido em 2001. Ele reconduziu a empresa à lucratividade e organizou a venda emergencial do Dresdner em agosto de 2008, poucas semanas antes do colapso do Lehman Brothers.
Líder mundial em consultoria e corretagem de seguros, a Aon anuncia um novo posicionamento em âmbito global. Com uma única marca e nova assinatura Empower Results®, a companhia vai potencializar a missão de gerar possibilidades econômicas e humanas para clientes, colaboradores e comunidades ao redor do mundo. As unidades de negócio Aon Risk Solutions, Aon Hewitt, Aon Benfield e Aon Affinity permanecem desempenhando normalmente suas atividades, mas agora com uma única identidade.
Luis Felipe Barranco, diretor de marketing da Aon Brasil, afirma que a decisão de ter todas as unidades sob uma marca tem como objetivo auxiliar na identificação dos serviços prestados pela empresa, além de mostrar ao mercado de uma forma mais direta a essência da organização, que consiste em fazer a diferença a cada momento, todos os dias e em qualquer lugar. Ainda segundo o executivo, com o reposicionamento, a Aon pretende ser reconhecida em premiações Top of Mind como uma das 1.000 maiores empresas do Brasil no prazo de sete anos.
Barranco esclarece também que a companhia irá desenvolver uma comunicação visual para capturar a atenção de seu público-alvo, fazer com que reflitam sobre a mensagem transmitida e, assim, criem em suas mentes a recorrência sobre a empresa. “Com uma linguagem extremamente humana e positiva, demonstraremos algumas situações cotidianas em que a Aon é capaz de oferecer as soluções mais criativas e inovadoras”, diz.
De acordo com Marcelo Munerato, CEO da Aon Brasil, o reposicionamento da marca pode ser considerado como uma filosofia tanto profissional como pessoal. “Para alcançar os objetivos almejados, investiremos nos colaboradores para que compreendam de forma minuciosa as ambições tanto dos atuais como futuros clientes, assim como das comunidades menos favorecidas que estão inseridas em nosso dia-a-dia”, revela.
Munerato informa que diferentes métodos serão adotados para auxiliar as lideranças da empresa a obterem a máxima inspiração, motivação e produtividade de suas equipes. “Além de oferecer melhores condições de trabalho e remuneração, aperfeiçoaremos nossas ferramentas, tecnologias, o conhecimento técnico e o relacionamento com o mercado segurador, para que o nosso time tenha toda a energia necessária a fim de entregar propostas de valor diferenciadas aos nossos clientes”, comenta.
Para fortalecer esse processo, Marcelo Munerato compreende que as ações realizadas pelo Instituto Aon continuarão tendo papel fundamental no cotidiano da companhia. A entidade sem fins lucrativos da empresa, que alcançou resultados expressivos ao longo dos últimos 2 anos de existência, vai apoiar cada vez mais organizações filantrópicas, além de promover e acompanhar de perto projetos de inclusão social. Um dos exemplos é o programa de capacitação Jovem Seguro, que conseguiu formar e inserir 15 jovens carentes para atuar no mercado segurador, sendo 11 deles na própria Aon. “Toda empresa consciente tem que ter envolvimento próximo com as comunidades e, portanto, as demonstrações de união, atitude e solidariedade serão cada vez mais estimuladas internamente”, finaliza.
A economista-chefe da Icatu Seguros, Vitória Werneck (foto), é direta e contundente. Para ela, seja quem for o ganhador das eleições presidenciais, vai encontrar o país em uma “encruzilhada”. “Minha projeção é de que teremos um crescimento de 0,27% nesse ano, o que reflete uma economia praticamente estagnada. Estamos crescendo muito pouco e com a inflação alta, e essa é uma situação bastante complicada para se resolver”, declarou em entrevista coletiva que antecedeu a sua palestra para associados da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (1º).
A necessidade de realinhar os preços dos combustíveis, energia e transporte urbano, que foram congelados para que a inflação não ultrapassasse o teto da meta, é um dos fatores que mais preocupam a economista. “Os preços foram artificialmente represados pelo governo e talvez não seja possível ajustá-los ao mesmo tempo, para não aumentar muito a inflação, mas isso terá de ser feito o quanto antes”, avisou Vitória
A fórmula para que o país entre novamente nos trilhos, defende, é voltar à política macroeconômica dos governos Lula e FHC. “Eles passavam ao Banco Central o mandato para cumprir a meta de inflação estabelecida pelo próprio governo. E o BC cumpria. A política fiscal do Ministério da Fazenda gerava superávit primário, que funciona como a poupança do governo. Então, tendo esta poupança, não era necessária emissão de dívida pública para financiar gastos”, explicou.
Na visão da economista-chefe da Icatu Seguros, a explicação para o momento difícil da economia brasileira não passa mais pela crise externa, uma vez que os últimos registros sobre a economia americana são bastante positivos e até os países europeus, que enfrentaram recessão, já estão reagindo. “Vai ser duro o ano de 2015, mas se quem ganhar a eleição der um choque de credibilidade duro no começo, e mostrar que vai cumprir o estipulado caso faça chuva ou faça sol, já poderemos esperar novos investimentos. Esse choque vai fazer o investidor estrangeiro pensar no Brasil e o empresário brasileiro voltar a investir”, indicou a economista. E salientou: “Se for a Dilma quem for eleita, ela vai ter que se convencer de que é bom retomar o que o Lula fazia”.
O Produto Mapfre Educacional MUltiflex, da Mapfre Seguros, uma das marcas do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, conquistou, pela terceira vez consecutiva, o Prêmio TOP Educação, na categoria Seguro Educacional. O TOP Educação é uma pesquisa quantitativa de participação espontânea que tem como objetivo apontar as marcas mais lembradas entre as empresas que atuam na área de educação.
As empresas interessadas inscrevem-se em até duas categorias, das 32 listadas, como sistema de ensino, escola de idiomas, editora de livros, instituição de ensino, e outras. Após a fase de inscrição, é aberta uma votação para ao público geral. Promovido pela revista Educação, da editora Segmento, desde 2006, o prêmio é concedido às marcas mais lembradas no setor de produtos e serviços ligados ao setor educacional.
O Mapfre Educacional MUltiflex foi pelo terceiro ano consecutivo o produto mais lembrado. O produto é voltado ao setor privado (escolas) e tem como viés o caráter social de possibilitar ao estudante a continuidade dos estudos nas situações de morte natural do responsável financeiro, invalidez permanente total e parcial por acidente, incapacidade física total e temporária e desemprego involuntário sem justa causa. Para Bento Zanzini, diretor geral de Seguros de Pessoas do BB e Mapfre, o prêmio é um reconhecimento da importância do seguro para a Sociedade e da qualidade do Produto Mapfre Educacional.
“O seguro educacional é uma proteção financeira e tem por finalidade o pagamento de mensalidades escolares, pelo período contratado, nos casos de morte do responsável por aquele pagamento. Trata-se, portanto, de um importante mecanismo de proteção social, uma vez que contribui, direta ou indiretamente, para minimizar dificuldades que os titulares desses seguros e respectivos beneficiários possam vir a enfrentar caso ocorra algum infortúnio ao segurado. Além disso, protege também as escolas dos riscos de sua responsabilidade”, comenta.
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