O Allianz Parque inaugura uma nova fase do futebol brasileiro, afirma Felipe Gomes, diretor da Allianz

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7 perguntas para Felipe Gomes

O futebol brasileiro está se tornando um negócio grande e cada vez mais profissional, analisa o diretor de Gestão de Mercado e Estratégia da Allianz Seguros, Felipe Gomes. Para ele, a inauguração do Allianz Parque começa uma nova fase do esporte nacional. “Vamos trazer o torcedor de volta para o estádio e apresentar a ele também o melhor espaço para shows da cidade de São Paulo”. Confira a entrevista com o executivo.

1) Por que a Allianz investe em naming rights?

O esporte é uma língua internacional que desperta paixões. É por isso que a Allianz está fortemente envolvida no patrocínio esportivo ao redor do mundo e investe em arenas. Atualmente, o grupo possui seis delas com a sua marca: Allianz Arena, na Alemanha; a Allianz Stadium, na Austrália; Allianz Park, na Inglaterra, e Allianz Riviera, na França. Sendo que o quinto anúncio foi o do Allianz Parque, em São Paulo. O mais recente é o Allianz Stadion, em Viena, na Áustria. Dependendo do mercado e dos objetivos relacionados, naming rights pode cumprir diferentes papéis, ajudando a criar conscientização de marca e reconhecimento, por exemplo.

2) Quais benefícios a empresa tem ao aplicar este modelo no Brasil?

A Allianz só investe em naming rights em mercados estratégicos. O Allianz Parque é o maior investimento da seguradora no Brasil até o momento. Esse novo naming rights faz parte de uma série de outros investimentos que a Allianz Seguros está fazendo no país. Por contrato, a marca Allianz Parque permanecerá por 20 anos, pelo menos, com possibilidade de prorrogar por mais dez. Isso mostra que a companhia encara seus aportes no Brasil como um investimento de longo prazo.

3) Quais os benefícios que Allianz espera ter de aplicar este modelo em São Paulo?

O Brasil é um mercado importante e emergente para a Allianz e São Paulo é o centro econômico. Além disso, a região metropolitana abriga a maior população de corretores e grupos-alvo da Allianz. Portanto, o direito de nomear Allianz Parque não só apoia a construção da marca no Brasil e América do Sul, mas também oferece uma série de oportunidades para atividades de negócios com parceiros e com o público final. Com mais de 50 eventos que serão hospedados no estádio a cada ano, a nomeação dá direito também de criar uma forte ligação com o nosso negócio, nos firmando como líderes em seguro de entretenimento.

4) Por que o estádio do Palmeiras foi o escolhido?

A Allianz estudou várias arenas. O Allianz Parque é um novo modelo de negócios, versátil e imponente. É um projeto arquitetônico ousado e a localização geográfica privilegiada, dentro da cidade, dá excelente visibilidade à marca. O espaço é excelente não apenas para partidas de futebol, mas como também para shows nacionais e internacionais, eventos sociais, religiosos e corporativos. Além disso, o Allianz Parque foi a primeira arena de São Paulo construída dentro dos padrões estipulados pela FIFA 2014.

5) Os corretores serão beneficiados neste novo investimento?

O novo estádio será uma importante ferramenta de relacionamento com o corretor. Poderemos promover eventos internos da Allianz na arena. Vamos usar o centro de convenções e, por contrato, teremos o direito a camarotes e quota de convites para jogos, concertos e eventos. A arena propõe um novo modelo de negócios e o contrato prevê também a realização de eventos da Allianz no anfiteatro e o direito a eventos anuais da AEG fora do Brasil. A Allianz acredita que os eventos oferecidos aos corretores são uma oportunidade de conversar fora do ambiente de trabalho. Também vamos comercializar os seguros ligados a arena, e isso vai gerar uma série de oportunidades comerciais para os nossos parceiros.

6) A Allianz se preocupa com a adesão dos torcedores e dos canais de TV à marca?

A Allianz entende que o futebol brasileiro está quebrando vários paradigmas para se profissionalizar. Nossa marca é uma das pioneiras em nomear um estádio no país. Mas essa é uma tendência que veio para ficar. Não teríamos feito nosso maior investimento em marca no naming rights do estádio, adotando o critério mais democrático que existe que é o da votação, se não acreditássemos que o nome vai fazer parte do dia a dia do brasileiro. Conversas já estão acontecendo com as empresas jornalísticas e várias delas já decidiram apoiar as novas marcas dos estádios.

7) Do que depende o sucesso desta parceria?

Eu diria que esta parceria já é um sucesso pelo próprio potencial. O direito de exploração do nome de arenas esportivas é pouco utilizado no Brasil. A média atual de torcedores por partida de futebol no país é de 15 mil pessoas. Na Alemanha, a maior média de público do futebol europeu, é de 45 mil pessoas, por jogo. Mesmo assim, de acordo com dados da consultoria Crowe Horwarth RCS, a receita dos doze maiores clubes do Brasil teve uma evolução de 128%, em cinco anos. E especialistas apontam que a arrecadação dos clubes brasileiros tem muito ainda a crescer.

Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo divulga finalistas de 2014

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O 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo divulga seus 45 finalistas. Os trabalhos foram escolhidos entre mais de duas mil matérias participantes. O júri, responsável pela análise e escolha das reportagens, foi composto por 23 especialistas em sustentabilidade e seguros. Participam da 8ª edição reportagens do Brasil todo, veiculadas entre os meses de setembro de 2013 e agosto de 2014.

Felipe Gomes, diretor de Gestão de Mercado e Estratégia da Allianz Seguros, fala da importância do Prêmio para a seguradora: “Nós percebemos o concurso como uma oportunidade de estimular matérias que contribuam para o desenvolvimento da sociedade e do setor de seguros. Chegamos a nossa 8ª edição com 9.458 trabalhos inscritos em toda a história do concurso, o que reforça a amplitude nacional que o Prêmio ganhou, ano após ano”.

Nessa etapa, foram escolhidas cinco reportagens de cada uma das oito subcategorias dos temas Seguros e Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, além das melhores da Categoria Especial Comunicação Corporativa.

Todas as matérias foram escolhidas após criteriosa análise, debate e votação do corpo de jurados do Comitê de Seleção e Julgamento, divididos por tema, categoria e subcategoria, de acordo com suas especialidades, sem qualquer interferência ou participação da Allianz Seguros.

No tema Seguros, os trabalhos foram avaliados e julgados por um júri independente composto por seis jornalistas com vasta experiência em Seguros, Economia e Finanças.

Em Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, o Comitê foi formado por pesquisadores e professores de instituições como Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas em Agricultura (CEPAGRI) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Universidade Metodista de São Paulo, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de jornalistas atuantes ou que já atuaram na grande imprensa e em organizações como o World Wide Fund for Nature (WWF) e SOS Mata Atlântica. Confira aqui o nome dos jurados e visualize os currículos completos.

Agora, está sendo formado um novo júri, que irá definir os vencedores da 8ª edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. A divulgação dos ganhadores ocorrerá na segunda quinzena de outubro, durante cerimônia de premiação. Os vencedores de cada subcategoria irão receber R$ 15 mil, além de troféu e certificado. Para a Categoria Especial Comunicação Corporativa será concedida menção honrosa ao vencedor.

Criado em 2007, o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo foi lançado para incentivar e valorizar o trabalho da imprensa na cobertura do setor de seguros. O tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais passou a integrar o concurso a partir de 2008, quando a unidade brasileira aderiu à marca mundial e seus compromissos. O Grupo Allianz comprometeu-se em reduzir suas emissões de CO2 – 35% até 2015 – e realizar demais ações socioambientais. Como reconhecimento desse esforço, a seguradora é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade.

Conheça os 45 finalistas do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo:

TEMA SEGUROS
Categoria Linguagem Escrita Impresso Nacional e Regional
O lado oculto das contas de hospital – Cristiane Segatto- Época

Seguro de celular avança, mas custo pode chegar a 50% do valor do aparelho
Fernando Scheller = Luísa Leite – O Estado de S.Paulo

Seguro cobrado por Correios é irregular
Mariana Sallowics/Marco Antônio Martins – Folha de S.Paulo

Sua lavoura não tem seguro. Por quê?
Raphael Salomão – Globo Rural

Lei que regulamenta desmanches abre espaço para ‘seguro popular’
Rodrigo Lares – Folha de S.Paulo

Impresso Especializado em Seguros

Mercado em chamas
Carol Rodrigues -nCobertura Mercado de Seguros

A saúde no banco dos réus
Elaine Lisbôa – Jornal dos Corretores de Seguros

Quem paga a conta?
Jamille Niero – Apólice

Veículos mais informatizados e os novos riscos
Karin Fuchs – Cobertura Mercado de Seguros

Seguros populares ajudam a democratizar o mercado
Kelly Lubiato – Apólice

Impresso Economia e Finanças

Custo de plano de saúde diminui com prevenção
Beth Koike – Valor Econômico

Porta de entrada para outros produtos
Guilherme Meirelles – Valor Financeiro

Especial – Um mundo mais arriscado
Janes Rocha – Época Negócios

Especial – Tudo sobre o seguro do seu carro
Sílvio Menezes/Edilson Vieira e Filipe Farias – Jornal do Commercio – PE

Seguradoras têm perdas com estádios da Copa
Thais Folego – Valor Econômico

On-line
Com forte concorrência no Brasil, resseguradoras locais miram América Latina
Aline Bronzati – Agência Estado

As novas regras da garantia estendida
Luisa Purchio – IstoÉ Online

Mercado de seguros aposta no futuro promissor dos canais digitais
Márcia Alves – CVG-SP

As 7 mentiras mais absurdas usadas para fraudar seguros
Priscila Yazbek – Exame.com

Seguro pirata deixa clientes na mão e multas dobram em um ano
Tais Laporta – iG

SUSTENTABILIDADE – MUDANÇAS AMBIENTAIS

Especial – A peleja da água
Cláudio Ribeiro/Ana Mary C. Cavalcante, Demitri Túlio, Émerson Maranhão e Fátima Sudário
O Povo

Série – Na pegada do carbono
Ed Wanderley/Anamaria Nascimento – Diario de Pernambuco

Especial – O mar avança
Fernando Maia – Diário do Nordeste

Série – Ameaçados ao nascer
Mateus Parreiras – Leandro Couri = Estado de Minas

Envenenados
Tiago Mali – Galileu

On-line

2000 e Água – Reportagem Hipermídia
Daniela Osvald Ramos – Carolina Santa Rosa, Frederico Gabre, Guilherme Speranzini, Luiza Guerra, Nicolas Gunkel e Otávio Lino

2000 e Água
Série – Piquiá de Baixo
Fabíola Ortiz – O Eco

Especial – Caatinga – os desafios do desenvolvimento sustentável
Felipe Lima – Tiago Leite – Tribuna do Ceará

Especial – Um problema estrutural
Fred Bottrel
Ana Letícia Leão, Fernando Braga, Jacqueline Saraiva, Luisa Ikemoto, Maria Julia Mendonça, Marianna Rios, Michelle Macedo e Mirelle Pinheiro
Correio Braziliense

Especial – Um mineroduto que passou em minha vida
Queila Ariadne /Ana Paula Pedrosa e Mariela Guimarães – O Tempo Online

LINGUAGEM AUDIOVISUAL

Radiojornalismo

Série – Indústrias extraem sustentabilidade das terras do Pará
Celso Freire
Cira Pinheiro
O Liberal CBN Rural CBN

Série – Ocupação irregular em áreas de mananciais
Joyce Ribeiro
CBN 1a Edição CBN

Sustentabilidade na construção civil
Minéia Gomes – Vanderley Santana – Foco Brasil Central

A busca por uma alimentação mais saudável provoca mudanças na produção de alimentos nas grandes cidades
Riva Kran – Marcus Leandro e Vânia Savioli – Foco Brasil Central

Série – E-lixo – A herança da era digital
Thalyta Almeida/Leandro Aislan, Luana Souza, Rodrigo Orengo e Weverton Borges
Gente Brasília Band News FM

Telejornalismo

Violência contra ativistas ambientais
André Trigueiro
Cássius Afonso, Cleber Santos, Jefson Dourado, Klara Duccini, Luiz Alberto, Renato Knopp, Rita Araújo, Roberto Wertman e Sâmia Roberta
Cidades e Soluções Globo News

Desperdício de alimentos, quem paga essa conta?
Conchita Rocha, com reportagem de Carina Dourado
Alexandre Souza, André Rodrigo, Carina Dourado, Davi Nascimento, Diego Ramos, Edivan Viana, Mariana Fabre, Mauro Zambrotti, Milene Nunes, Osvaldo dos Santos, Robson Moura, Thyago Castro e Wagner Junior
Caminhos da Reportagem TV Brasil

Série – A Grande Enchente
Fábio Menegatti
Eduardo Prestes Diefenbach, José Neder e Rosana Teixeira
Jornal da Record Record

Chico Mendes, sua luta e seu legado
Flávia Lima, com reportagem de Ana Graziela Aguiar
Ana Graziela
Aguiar, Hugo Carmelo, Jairon Rio Branco, Márcio Stuckert, Paulo Barbosa e Robson Moura
Caminhos da Reportagem TV Brasil

Série – O desafio da água
Rosana Teixeira
Ângela Canguçú, Catarina Hong, Cleisla Garcia, Jean Brandão e Luis Gustavo
Jornal da Record Record

CATEGORIA ESPECIAL COMUNICAÇÃO CORPORATIVA Linguagem Escrita e Audiovisual

Pneu não é lixo
Adriana Rosa Pascoal Ferreira
Ana Carolina Contri, Fernanda Mendonça, Maria Helena Bellini e Mirella Stivani
Ponto de Encontro Drogaria São Paulo

Case – Projeto de compostagem/ Telhado verde
Cristina Leite Fernandes
Shopping Eldorado

Campanha – Guardião das Águas
Karen Eloise de Oliveira Matos
Adriano Candido Stringhini, Andréa Costa, Carolina Sena, Carlos Eduardo Hashish, Carlos Eduardo Rodrigues, Henrique de Brito Garcia, Karla Ichiba, Luzia Helena Pereira Almeida, Marcello Mussa do Amaral, Marcus Vinicius Romanelli, Maria Del Carmen Vasquez, Vicentina Coelho e Viviane Mikie Ida
Sabesp

Eles não aguentam mais o trânsito
Larissa de Souza Garcia
Conexão Real Banco Central do Brasil
Programa Hobby

Ricardo Cazarino
Bruno Soares, Eny Elisa Caldo, Flávia Fonseca, Jéssica Barbosa, Jéssica Tabuti e Milene Pinheiro
TV Corporativa EDP


Liberty Seguros marca presença no XVI Conec em São Paulo

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A Liberty Seguros participa, entre os dias 9 e 11 de outubro, do XVI Conec, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. O evento reunirá profissionais e especialistas do mercado. Em paralelo será realizada a Exposeg (Feira Internacional de Segurança) que apresentar as novas tecnologias para segurança, como equipamentos de monitoramento, segurança blindada e serviços de transporte de valores.

Durante o evento os corretores terão a oportunidade de interagir com os executivos da seguradora, entre eles o presidente Pablo Barahona; o vice-presidente Comercial, Marcos Machini; a diretora de Marketing, Patrícia Chacon; o diretor da Regional São Paulo – Capital, Francisco Alvarez; o diretor da Regional Sul, João Maranhão Neto; o diretor da Regional São Paulo – Interior, Sergio Gobis; o diretor Regional do Rio de Janeiro, Andre Lewkovitch; o diretor da Regional Minas Gerais e Centro Oeste, Alexandre Moreira; o diretor da Regional Norte e Nordeste, Emerson Passos e a diretora do Canal Affinity, Silvia Ramos.

Os participantes do XVI Conec encontrarão um clima de descontração no estande da Liberty Seguros, que distribuirá brindes com mensagens da campanha Esse é o #meuexemplo. Os corretores poderão participar de um game da seguradora formado por perguntas e respostas que estarão em um painel touchscreen de 42 polegadas. Os participantes terão que responder a cinco perguntas sobre os temas: futebol, segurança no trânsito e Liberty Seguros. No último dia de evento, o embaixador da seguradora, o capitão Cafu escolherá três corretores que irão participar de um evento do pentacampeão no dia 31 de outubro, em São Paulo.

VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada destaca a revolução do consumidor

Osvaldo_Nascimento cnsegFonte: Portal CNseg

O VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, que será promovido pela FenaPrevi, dias 28 e 29 de outubro, em São Paulo, reunirá mais de 500 executivos e especialistas do setor para debater tendências do mercado de previdência complementar aberta e de seguros de vida, que está em franco desenvolvimento no Brasil e no mundo. Nesta entrevista, o presidente da FenaPrevi, Osvaldo Nascimento, antecipa os principais temas que serão discutidos na sétima edição do Fórum.

Qual a importância da realização do VII Fórum de Vida e Previdência Privada?

O Fórum de Vida e Previdência Privada é realizado a cada dois anos, que é o período onde ocorrem mudanças significativas para o setor de seguros e previdência. Nesta sétima edição o tema central é a revolução do consumidor, que é quem determina de fato como a indústria de previdência complementar aberta e de seguros deve evoluir em termos de transparência e oferta de produtos. Esta revolução do consumidor está diretamente ligada à revolução tecnológica, que é o desafio estratégico desse século, principalmente por causa da proximidade das pessoas com os novos dispositivos móveis como tablets e smartphones, por exemplo. Por essa razão, a discussão do Fórum é centrada neste consumidor contextualizado em um ambiente de grande mudança tecnológica e a grande influência que ele tem sobre o desenvolvimento e distribuição dos produtos. Nesse cenário, o setor está se reinventando e projetando como será o amanhã. Para isso, traremos para o evento renomados especialistas internacionais em medicina de seguros, medicina regenerativa, em canais de distribuições e novas tecnologias. A importância do VII Fórum é justamente mostrar os impactos de tudo isso no setor e debater com profundidade essa questão.

Como o setor vem acompanhando essas mudanças?

Dentro da evolução tecnológica e de uma nova dinâmica do mercado, a previdência se antecipou, por exemplo, na questão da portabilidade. No setor, ela ocorre de forma muito flexível e sem ônus algum ao investidor. O consumidor pode trocar de seguradora e de produto com muita facilidade. Nesse sentido de flexibilização e modernização, a FenaPrevi trabalha juntamente com a Susep (Superintendência de Seguros Privados) para simplificar os processos para atender as novas demandas dos consumidores. Já temos 60% de capacidade de oferecer previdência complementar aberta e seguros com mais flexibilidade, mas precisamos avançar. Hoje, por exemplo, o consumidor ainda precisa se adaptar ao produto. O ideal é termos produtos que se adaptem às necessidades do consumidor.

Um dos temas discutidos no VII Fórum é o aumento da expectativa de vida. Qual o efeito dessa longevidade no mercado segurador?

As pessoas estão vivendo mais e realmente é preciso pensar de forma estratégica como vamos atender esse consumidor. No Brasil ainda não temos o mercado de rendas programadas. Esta é inclusive uma prioridade da Susep, que está trabalhando para desenvolver e viabilizar uma família de rendas programadas, que começam com rendas financeiras e chegam às rendas vitalícias, passando por diversas modalidades voltadas à atender às necessidades dos cidadãos. Esse certamente será o mercado que mais vai crescer na próxima década. A tendência mundial é ter renda com parte do seu valor fixa e outra variável. O mercado deve caminhar para um cenário em que o consumidor fique na renda financeira até certa idade, enquanto ele pode administrá-la, e depois opte pela renda vitalícia.

As ações de educação financeira vão de encontro com as inciativas de relacionamento com consumidor?

O atual consumidor hoje se educa mais pela Internet. Ele pesquisa mais e questiona mais. Por isso, a educação financeira e a transparência passam a ter um peso ainda maior na oferta de produtos e as empresas precisam investir mais em novas tecnologias. Quando o consumidor escolhe um produto, seja de seguro ou de previdência, ele já vem com uma bagagem de informação, vem muito mais informado que há alguns anos. Os jovens de hoje já nasceram na era da Internet e o setor precisa saber como lidar com esse novo consumidor, que tem muito mais acesso a informação, com agilidade. É preciso estar preparado para esse novo cenário e saber lidar com este consumidor muito bem informado. Atualmente, o consumidor acompanha o seu plano de previdência ou seguro no seu dia a dia ou semanalmente, por exemplo, porque é muito fácil fazer isso graças à tecnologia que ele tem acesso. Por isso, o Brasil tem muito a avançar na dimensão regulatória do setor.

Houve um recuo na arrecadação da previdência no início deste ano. Qual a expectativa do setor para este ano?

O mercado de previdência recuou no segundo trimestre do ano passado por causa da alta volatilidade dos juros. Muitas pessoas pararam de contribuir e outras resgataram seus planos de previdência preocupados com a volatilidade e a rentabilidade caindo. Depois de um longo trabalho de educação financeira realizado pela FenaPrevi juntamente com as seguradoras, as pessoas entenderam um pouco melhor a importância do pensamento de longo prazo, como funcionam investimentos de longo prazo e que eles podem estar sujeitos a estas variáveis como qualquer outra modalidade de investimento. Por causa desse período de dúvidas, houve uma queda na arrecadação. Em 2013, a previdência enfrentou sua maior crise em 20 anos, com os resgates superando as contribuições, em determinado período. O alongamento na aplicação de recursos torna os investimentos voláteis, porque o Brasil não tem estabilidade na curva de juros de longo prazo. Agora, depois que a situação foi contornada no curto prazo, a proposta agora é aprovar junto ao governo regras de alongamento e desindexação para aplicação de recursos em fundos de investimento e em modalidade de renda fixa.

O VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada será realizado entre os dias 28 e 29 de outubro, das 8 às 19 horas, no Hotel Unique, localizdo na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 4700, Jardim Paulista.

Bradesco, Itaú, BB Mapfre, Unimed Seguros e Tokio Marine compraram camarotes do Allianz Parque, nova casa do Palmeiras

0002050024162_imgFonte: Blog Bastidores das Empresas – Portal da Revista IstoÉ

Quando a WTorre fechou com a seguradora alemã Allianz para batizar o novo estádio do Palmeiras, muitos analistas avaliaram que bancos e seguradoras não investiriam na nova arena, lembra Rogério Dezembro, diretor de novos negócios da WTorre. No evento teste que aconteceu sábado 27 no Allianz Parque, Dezembro brincava com a situação. “Dá para fazer um evento da Fenaseg aqui”, disse ele, referindo-se a federação que representa as seguradoras.

Não é para menos. Os principais bancos e seguradoras compraram camarotes no Allianz Parque. Entre eles estão Bradesco, Itaú, BB Mapfre, Unimed Seguros e Tokio Marine. Cada camarote custa entre R$ 200 mil e R$ 500 mil por ano. A WTorre contava com 80 camarotes para vender, sendo que 75 deles já está comercializados.

O Allianz Parque conta também uma extensa lista de patrocinadores. Além da Allianz, que pagou R$ 300 milhões para ter o direito de dar nome a nova arena por 20 anos, a WTorre fechou também com a cerveja Itaipava, a sorveteria Dileto, a montadora francesa Citroën e a corena Samsung. A alemã Mercedes-Benz, de carros de luxo, negocia com a WTorre. Um grande banco também está prestes a fechar uma cota de patrocínio.

Pesquisa da Fenacor aponta nova queda do Índice de Confiança do mercado

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O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela FENACOR, voltou a cair em setembro, para 78,7%, o que representa queda de 3,1 pontos percentuais em relação aos 81,8% apurados em agosto.

Ao contrário do que foi sinalizado pela pesquisa referente agosto, quando os indicadores de confiança permaneceram estáveis em comparação a julho – possivelmente na expectativa dos movimentos econômicos externos e internos -, em setembro a tendência de baixa voltou a ser estabelecida, sobretudo nas respostas das resseguradoras e grandes corretoras.

No caso do ICGC, que apura o grau de expectativa das grandes corretoras de seguros, houve uma redução bastante expressiva, de 79,7% para 73,9%, indicando um pessimismo maior no segmento. Em menor grau, mas também significativa, foi a queda da confiança dos resseguradoras, medida pelo ICER, que passou de 86,9% para 82,7%.

Em contrapartida, o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras) teve ligeiro aumento em setembro, de 79% – menor percentual apurado desde que esse indicador foi criado, há dois anos – para 79,9%.

Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, diante das circunstâncias, esses dados podem ser considerados uma boa notícia. “É a primeira vez que isso acontece em sete meses, o que sinalizaria uma resistência a maiores quedas”, observa. No entanto, como os indicadores ainda estão abaixo de 100, o pessimismo permanece.

AIG divulga o mercado de seguros para jovens profissionais

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A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, esteve presente em diversas feiras de estudantes para apresentar o mercado segurador e suas oportunidades oferecidas para jovens profissionais.

O setor que possui vagas de empregos para diversas áreas, ainda não é amplamente conhecido pelos jovens. Por este motivo, a AIG participou de eventos dentro de universidades e apresentou aos estudantes as oportunidades de carreiras que podem ser construídas no segmento e também na AIG.

“Durante as feiras, tivemos a chance de mostrar aos jovens que diversas carreiras são desejadas no nosso setor e que o mercado de seguros pode ser um ótimo local para se construir uma carreira longa e bem sucedida”, afirma Nélia Soares, Diretora de Recursos Humanos da AIG Brasil.

Diversas profissões encontram oportunidade no setor de seguros, pois é um segmento que demanda expertise de diversas áreas. Advogados podem trabalhar na parte jurídica das Companhias, engenheiros na avaliação de riscos, e profissionais de comunicação, como os graduados em marketing e jornalismo, podem ocupar posições do departamento de comunicação das empresas. Já para a área de ciências atuariais, o profissional analisará e quantificará o risco presente nas operações, avaliando as possibilidades de danos e perdas da empresa.

No total, 21.000 alunos passaram pelas feiras que aconteceram na Universidade Federal do ABC (UFABC), na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli USP) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Entenda a importância do Seguro de Riscos de Engenharia

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O seguro de Riscos de Engenharia tem por finalidade garantir a indenização de danos ocasionados durante a construção de obras civis (rodovias, portos, aeroportos, túneis, pontes e indústrias em geral), por meio da contratação de coberturas básicas e adicionais. Os prejuízos cobertos são causados por eventos de origem súbita e imprevista. Conceitualmente trata-se de um seguro do tipo ‘all risks’ (todos os riscos, em inglês), ou seja, todo e qualquer evento está coberto, à exceção daqueles que são expressamente citados na apólice como excluídos.

As modalidades do Seguro de Riscos de Engenharia são: Obras Civis em Construção (OCC), Instalação e Montagem (IM) e Quebra de Máquinas (QM). Dependendo da complexidade da instalação e montagem de uma obra, podem ser contratadas em uma mesma apólice as modalidades de OCC e IM. A modalidade “Quebra de Máquinas” cobre a quebra (acidental e repentina) de máquinas e equipamentos de produção de uma empresa já em operação regular. Nessa modalidade, é possível ainda contratar uma cobertura específica para equipamentos eletrônicos, que oferece proteção contra todos os riscos de danos internos e externos nas instalações eletrônicas e de informática.

A cobertura básica do Seguro de Riscos de Engenharia garante a indenização contra danos ocasionados por ações da natureza (alagamentos, inundações, desmoronamentos), incêndios, roubo e furto qualificado dos materiais que fazem parte da obra, impacto de veículos ou queda de aeronaves na obra, erros de execução e até mesmo perda de lucro esperado. Já as coberturas adicionais podem incluir danos a obras temporárias ou provisórias, honorário de peritos, manutenção ampla, riscos do fabricante (aos bens em montagem), despesas extraordinárias, gastos com desentulho, prejuízos em função de tumultos, greves e lockout, erros de projeto (em obras civis em construção), danos a propriedades circunvizinhas, incêndio após a entrega da obra, danos de causa externa a equipamentos móveis ou estacionários dentro do canteiro de obras, bem como a equipamentos de escritório instalados provisoriamente dentro do canteiro e ferramentas de pequeno e médio utilizadas na obra.

Segundo Arthur Teixeira, engenheiro civil e especialista em seguros de grandes obras, Gerente Corporate da área de infraestrutura da AD Corretora de Seguros, contratar uma apólice para riscos de engenharia é importante, principalmente, pela possibilidade do segurado – que pode ser o construtor ou o proprietário da obra – mitigar possíveis prejuízos que a construção de um determinado empreendimento possa gerar. “Apesar de todas as medidas de segurança tomadas, os riscos em construções sempre existem. Por isso, o Seguro de Riscos de Engenharia se torna uma forma de viabilizar um projeto ou empreendimento com muito mais traquilidade”, garante.

Indenização

Para não ter problemas com a indenização, é de extrema importância que o segurado siga corretamente as normas técnicas de construção e de segurança vigentes. Em alguns casos, as seguradoras apontam a necessidade da adoção de medidas necessárias, de acordo com o seu entendimento, para a mitigação dos riscos cobertos. Além disso, o segurado tem ainda a obrigação de informar todas as alterações relevantes no projeto, método construtivo, paralisação da obra e ou alteração de cronograma. “Se essas ações não forem tomadas, na ocasião de um sinistro pode haver entendimento de agravação ou alteração do risco, podendo resultar em uma negativa na cobertura”, alerta Teixeira.

Análise de riscos

Uma detalhada análise de riscos é essencial tanto durante o processo de contratação do seguro, quanto durante a execução da obra com o propósito de definir as coberturas e importâncias necessárias para cada tipo de obra, de acordo com seus métodos construtivos, tipo de fundações, localização, número de funcionários, vizinhanças, entre outras variáveis e características a serem avaliadas.

Especialista há mais de 30 anos na modalidade, a AD Corretora de Seguros trabalha desde meados de sua fundação – na década de 80 – com o seguro de Riscos de Engenharia. Nossa equipe é formada por profissionais treinados e capacitados para oferecer a melhor solução para sua empresa, por meio do estudo das reais necessidades do segurado e análise cuidadosa das cláusulas do seguro.

Sob a ótica das melhores práticas de gestão, a AD também oferece soluções diferenciadas por meio do Núcleo de Engenharia Avançada (NEA), que é responsável por acompanhar as obras de engenharia, focalizando a identificação e mapeamento dos cenários de riscos existentes e o andamento do cronograma previsto e realizado.

Responsabilidade Civil para obras civis em construção

Em complemento ao Seguro de Riscos de Engenharia, pode ser contratado o seguro de Responsabilidade Civil Obras Civis que garante as quantias pelas quais o segurado vier a ser responsável civilmente a indenizar, devido a danos corporais e materiais causados involuntariamente a terceiros em decorrência da execução da obra. Esse seguro pode ser contratado como cobertura adicional no próprio Seguro de Riscos de Engenharia, onde normalmente as condições são mais restritas, mas com menor custo, ou na carteira especifica de Responsabilidade Civil na Modalidade Obras Civis e Instalação e Montagem, onde as coberturas são mais abrangentes, mas com custo maior.

Filme Batman, da Campanha “Vai que…” do Grupo Bradesco Seguros, supera 4,8 milhões de visualizações no YouTube

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Lançado em 5 de agosto último, o filme Batman, nova etapa da premiada campanha publicitária “Vai que…” da Bradesco Seguros, superou 4,8 milhões de visualizações no YouTube – média de 85 mil cliques diários. O Filme mostra uma motorista que, após tentar ligar o carro – e constatar que a ignição não funciona -, pede ajuda pelo celular ao…Batman. O super-herói, no entanto, está muito ocupado enfrentando seu arqui-inimigo Coringa. Para não ficar na mão, ela aciona o serviço especializado do Bradesco Seguro Auto. O endereço no Youtube é https://www.youtube.com/watch?v=GKJ422wxe2U

A campanha “Vai que…”, desenvolvida em 2010 pela agência AlmapBBDO para o Grupo Bradesco Seguros, atraiu a atenção dos consumidores ao inserir humor e leveza à comunicação por meio de personagens conhecidos do público, mostrando a importância de ter um seguro da marca Bradesco Seguros e estar preparado para imprevistos. Em 2011, a campanha venceu o prêmio “Profissionais do Ano”, da TV Globo (melhor campanha em 2011), e com a peça criada para iPad, conquistou o primeiro Leão de Ouro brasileiro na categoria “Mobile” do Festival de Cannes, o mais importante do mundo na área de comunicação comercial.

Liberty Seguros apresenta case de mídias sociais em evento do Grupo Informa

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A Liberty Seguros participa no próximo dia 14 de outubro, às 17h, do evento Estratégias de Marketing para o Mercado de Seguros e Produtos Financeiros, realizado pelo Grupo Informa, no Hotel Pergamon, em São Paulo. A gerente de Marketing Digital, Etienne Gonçalves, será uma das palestrantes e apresentará o case de mídias sociais da companhia e o sucesso de suas ações nas redes durante esse ano, principalmente na Copa do Mundo da FIFA2014™.

“Nos últimos dois anos os investimentos em plataformas online ganharam mais destaque na companhia. Em 2014, 36% da verba de mídia foi direcionada para iniciativas online. Atualmente temos mais de 620 mil seguidores no Facebook e quase 12 milhões de visualizações no nosso canal oficial no Youtube”, destaca Etienne.

Entre os tópicos abordados na palestra, Etienne irá expor as vantagens de investir nas mídias sociais; a importância das redes sociais como linha de contato da Liberty Seguros com seus clientes; o planejamento necessário pra desenvolver essa ação e quais os resultados.

O evento Estratégias de Marketing para o Mercado de Seguros e Produtos Financeiros acontece nos dias 14 e 15 de outubro. Inscrições e informações podem ser obtidas pelo site www.informagroup.com.br, pelo e-mail customer.service@informa.com ou pelo telefone (11) 3017-6888.