Queda de índice de roubo e furto de veículos poderá reduzir em até 10% preço do seguro em São Paulo

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A diminuição nos casos de roubo e furto de veículos no Brasil poderá reduzir em até 10% o preço do seguro de automóvel ainda este ano, afirma a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) com base nos dados do Denatran. Em agosto, o número de roubos e furtos caiu 7,83% no País, chegando a 38.628 veículos roubados/furtados contra 41.908 veículos roubados/furtados no mesmo mês do ano passado.

Segundo o diretor executivo da Federação, Neival Freitas, a manutenção desse cenário pode auxiliar na redução do valor da apólice de seguro. “Até dezembro, poderemos analisar se o cenário de queda será contínuo. Se a redução se mantiver, podemos ter uma retração de até 10% no valor da apólice do seguro, que pode variar conforme a região, o modelo de veículo e o perfil do segurado”, afirma.

Em agosto, no Estado de São Paulo, o recuo foi ainda maior – de 8,60%, totalizando 18.048 roubos e furtos contra 19.747 no mesmo mês em 2013. Desde junho, o Estado apresenta índices reduzidos desses crimes, com -6,25% em junho e -6,63% em julho.

Para o executivo da FenSeg, um dos fatores que colaborou para esse cenário em São Paulo foi a aprovação da lei estadual de desmontagem de veículos, que entrou em vigor em julho. “Existe uma lei federal que está em fase de regulamentação e que deverá dar continuidade a essa redução”, afirma, e completa: “Se esses índices se mantiverem em queda em 2015, as seguradoras deverão ajustar os preços ainda mais para baixo”, explica.

Sobre a Lei Estadual (SP):

O Projeto de Lei 23/2011 foi sancionado em 2 de janeiro de 2014 pelo governador Geraldo Alckmin e tornou necessário possuir cadastro no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) e na Secretaria da Fazenda para realizar o comércio de autopeças. O objetivo da lei é acabar com os desmanches irregulares de veículos no estado, principais destinos dos carros roubados. Os nomes das empresas cadastradas estarão disponíveis para o público no site da Secretaria de Segurança Pública, e será criado um sistema de rastreamento das etapas do processo de desmontagem, desde a origem das peças ou partes até o registro de sua saída. Haverá ainda um serviço de web denúncia, incentivando a ação dos cidadãos na identificação de depósitos irregulares de peças.

Sobre a Lei Federal:

A Lei Federal 12.977/14, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres no Brasil, foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 20 de maio de 2014 (publicada no Diário Oficial). A Lei determina a criação de um banco de dados nacional de informações de veículos desmontados e das atividades exercidas pelos empresários, no qual as peças ou conjuntos de peças usadas serão registrados, destinados à reposição e as partes destinadas à sucata ou outra destinação final. Segundo a lei, as novas regras começam a vigorar em um ano.

Sobre a FenSeg:

Criada em 2007 para compor o novo modelo de representação institucional do mercado segurador brasileiro, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), uma das federações da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), está voltada para o desenvolvimento das atividades específicas dos ramos de seguros do segmento denominado “seguros de danos”. A Federação possui 68 associadas, que atuam em todas as carteiras do segmento. Os trabalhos da FenSeg concentram-se, principalmente, nas comissões técnicas que discutem melhorias para cada uma das carteiras do segmento. Atualmente, onze comissões estão ativas e são presididas por representantes das seguradoras associadas.

Cade aprova que BTG e CaixaPar assumam controle direto da Pan Seguros e Pan Corretora sexta-feira

Fonte: Reuters

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, uma reorganização societária pela qual o BTG Pactual, diretamente e através da BTG Pactual Seguradora, e a Caixa Participações, braço de investimentos da Caixa Econômica Federal, passam a deter diretamente o controle que já possuíam de forma indireta sobre a Pan Seguros e a Pan Corretora.

O aval foi indicado em despacho publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. Caixa e BTG são co-controladores do Banco Pan, que, por sua vez, detém a Pan Seguros.

No fim de agosto, o Banco Pan havia anunciado a venda de sua participação na Pan Seguros para a BTGP Seguradora, e a participação na Pan Corretora para o BTG Pactual e para a Caixapar, pelo valor combinado de 580 milhões de reais.

Segundo documento apresentado pelas partes ao Cade, a operação também contempla, por meio da reorganização, o investimento pela CaixaPar nas atividades da BTGP Seguradora, que tem foco em seguros patrimoniais, de automóveis e riscos financeiros, após sua incorporação pela Pan Seguros.

“O BTG Pactual entende que a operação pretendida oferece ao grupo um melhor posicionamento em novos segmentos do ramo de seguros, com enfoque em clientes de varejo e pequenas e médias empresas”, diz trecho do documento.

As companhias complementaram que, para a CaixaPar, o negócio aprimora sua participação na Pan Seguros e na Pan Corretora, que se demonstram rentáveis, enquanto para o banco Pan, ele representa uma oportunidade de venda de suas fatias nas empresas mencionadas, “de modo a permitir seu enfoque na originação de crédito”.

(Por Marcela Ayres)

CCS-SP discute autorregulação e Simples Nacional em almoço de aniversário

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O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) promoveu um almoço especial na última terça-feira, 7 de outubro, no Terraço Itália, quando comemorou, juntamente com seus associados, 42 anos de existência. “O Clube possui uma trajetória de luta, com muita garra, e esta ocasião não poderia passar sem uma comemoração”, disse o mentor Adevaldo Calegari.

Para marcar a ocasião, o almoço de aniversário contou com a apresentação de dois temas: autorregulação e Simples Nacional. Paulo de Tarso Meinberg, membro da nova gestão do CCS-SP e diretor de Fiscalização da autorreguladora Ibracor, explicou os propósitos da entidade, que se prepara para entrar em operação. Segundo ele, o Ibracor surgiu como alternativa ao Conselho Federal dos Corretores de Seguros.

O ponto de partida foi a Lei Complementar 137/10, que criou as autorreguladoras. Embora o Ibracor seja a primeira autorreguladora de âmbito nacional, já em sua segunda gestão e presidida, atualmente, por Paulo dos Santos, ex-superintendente da Susep, não deverá ser a única no país. Meinberg informou que o Sincor-RJ, um dos três sindicatos que não aderiu ao Ibracor, pretende criar sua própria autorreguladora.

Mantido pelas contribuições dos sindicatos estaduais de corretores de seguros e pela Fenacor, o Ibracor também poderá constituir receita por meio da contribuição associativa de corretores, cuja adesão não é obrigatória, e também por convênios. No momento, a autorreguladora está negociando com a Susep a assinatura de um convênio para assumir a responsabilidade pela emissão da carteira de corretor.

Segundo Meinberg, ao contrário do que pensam alguns, o objetivo da autorreguladora não é partir para “caça às bruxas”, mas orientar a prática dos corretores e propor a elaboração e revisão de normas que venham a facilitar suas atividades. “O propósito da fiscalização não é penalizar, mas orientar”, disse. Outro aspecto que ressaltou é a condição de entidade técnica, sem orientação política.

O contabilista Wilson Francisco Bezutti trouxe inúmeros esclarecimentos aos corretores relacionados à opção ao Simples Nacional. A começar pelo enquadramento das microempresas (ME) com faturamento até R$ 360 mil e das empresas de pequeno porte (EPP) acima de desse patamar e até o limite de R$ 3,6 milhões. Para ambas, a opção pelo Simples Nacional não elimina o recolhimento de cinco tributos (IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, ISS e INSS). Mas, traz a vantagem da utilização de uma única guia recolhimento, com percentuais crescentes de alíquotas proporcionais ao faturamento mensal, conforme a tabela III.

A maior vantagem destacada por Bezutte é o recolhimento do INSS apenas sobre a parte patronal, sem considerar a parte do empregado. “Na folha de pagamento, o INSS representa 26,2% de contribuição da parte da empresa e 22% do pró-labore do corretor. No Simples Nacional, a redução desse tributo foi a mais significativa para as pessoas jurídicas”, disse.

Bezutte apresentou uma lista extensa de situações que impedem a inclusão de corretores PJ ao Simples. Uma delas é o caso de PJ que participe de outra PJ ou do seu capital ou de sócio que participe com mais de 10% do capital. A restrição também se aplica ao sócio que seja administrador de outra PJ com fins lucrativos.

Empresas constituídas sob a forma de sociedade por ações não podem optar pelo Simples Nacional, bem como a PJ remanescente de cisão ou desmembramento de outra empresa nos cinco anos anteriores. Por fim, as empresas que tiverem débitos com a Receita, INSS ou Prefeituras Municipais estarão impedidas de aderir ao Simples.

As alíquotas de recolhimento de tributos no Simples Nacional começam em 6% para empresas com faturamento até R$ 180 mil por ano e vão até 17,42% para as que faturarem até R$ 3,6 milhões.

Para demonstrar a redução tributos no Simples Nacional, Bezutte expôs o exemplo de uma empresa com receita mensal de R$ 15 mil e faturamento anual de R$ 180 mil; folha de pagamento de R$ 2 mil e retirada de R$ 1,4 mil de pró-labore do corretor. Pelo regime de lucro presumido, esta empresa recolheria 19,9% sobre o seu faturamento mensal em tributos (4,8% de IR; 2,88 de CSSL; 4% Cofins, 0,65% do PIS, 2% ISS e 5,6% de INSS). Já no Simples Nacional, todos os recolhimentos somariam apenas 6%.

“O Simples é benéfico, mas não atenderá a todos”, alertou Bezutte. Algumas corretoras, segundo ele, podem fazer as contas e concluir que optar pelo lucro presumido ou real poderá ser mais vantajoso. O contabilista explicou que a opção ao Simples Nacional deve ser feita ainda neste mês de outubro, para produzir efeitos a partir de 1º de janeiro de 2015. Para tanto, o acesso ao site da Receita Federal deve ser feito com o uso de certificado digital.

Devido à falta de tempo para esclarecer todas as dúvidas, o mentor Calegari colocou o e-mail do CCS-SP (atendimento@ccssp.org.br) à disposição dos associados para o envio de perguntas a Bezutte. “Este encontro foi muito especial para o Clube dos Corretores e bastante proveitoso para os nossos associados”, concluiu.

Fundos de private equity aumentam a procura por seguro de fusões e aquisições

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Apesar da retração do PIB brasileiro nos últimos dois trimestres, alguns setores da economia conseguem manter-se em alta. Um desses exemplos é o mercado de fusões e aquisições, que permanece aquecido no País. Em 2013, foram registradas 812 transações envolvendo companhias dos mais variados perfis e a perspectiva para esse ano é de que o número fique estabilizado. A fim de minimizar o risco das operações, diversos fundos de private equity – maiores responsáveis pelas transações do mercado – estão adotando em suas práticas a contratação do seguro de M&A (fusões e aquisições).

Lançado neste ano pela AIG no Brasil, o produto tem como objetivo proteger os investidores contra eventuais prejuízos que não são descobertos durante o processo de Due Diligence ou após o fechamento do negócio. O seguro pode ser contratado por empresas em processo de fusão ou aquisição com transações entre US$ 20 milhões e US$ 1 bilhão. A estimativa do prêmio fica entre 3 e 6% da garantia prevista em contrato. O ponto de destaque do produto é a flexibilização, uma vez que o cliente pode escolher as declarações/garantias que integrarão a proteção da apólice. “Especificamente no país, estão entre as mais vulneráveis as garantias para processos trabalhistas, tributários e ambientais”, comenta Maurício Bandeira, gerente de linhas financeiras da Aon, líder mundial em consultoria e corretagem de seguros.

O executivo relata que o seguro de M&A atingiu volume de limites segurados superior a US$ 4 bilhões em todo o mundo no ano passado. Atualmente, EUA e União Europeia são os maiores responsáveis pela contratação da apólice. “Lá fora, o produto está mais difundido, pois já existe há 10 anos e atraiu empresas dos setores de tecnologia, mídia e telecomunicações, indústria farmacêutica, energia, óleo e gás, serviços financeiros, além de companhias ligadas ao mercado consumidor”, argumenta. No Brasil, segundo Bandeira, a Aon já foi procurada por diversos fundos de private equity e advogados especialistas em operações de M&A.

Ainda de acordo com o Maurício Bandeira, a busca pela apólice no país acontece no momento em que investidores estão cada vez mais cautelosos e, consequentemente, pesquisando diversas opções de garantia. “A grande vantagem do produto é que tanto o comprador como o vendedor pode acionar a seguradora, além de não ser necessário que uma das partes tenha que entrar primeiramente com ação na Justiça para registrar o sinistro”, ressalta.

Capitalização da Bradesco Seguros distribui cerca de R$ 5,4 milhões em setembro

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O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribuiu cerca de R$ 5,4 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio no mês de setembro. Foram 136 títulos contemplados, sendo 57 em São Paulo; 16 na Bahia; 11 em Minas Gerais; 10 em Pernambuco e no Rio de Janeiro; 7 no Paraná; 4 no Ceará e em Santa Catarina; 3 no Rio Grande do Sul; 2 no Amazonas e no Pará; e 1 nos estados de Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba e Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal.

O site bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.

Susep aprova integração e Yasuda Marítima “nasce”com faturamento superior a R$ 3 bilhões

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) concedeu aprovação definitiva para o processo de incorporação da Yasuda Seguros pela Marítima Seguros, ambas subsidiárias do Grupo Sompo Japan Nipponkoa. Com a medida publicada hoje no Diário Oficial da União (Portaria nº 6.045, Seção 1, pág. 41), a companhia passa a atuar como uma empresa única, com expectativa de faturamento acima de R$ 3 bilhões em 2014 (incluindo a subsidiária Marítima Saúde), o que representa um valor 15% superior à soma do que foi obtido pelo Grupo Marítima (Marítima Seguros e Marítima Saúde) e Yasuda Seguros. Além disso, a companhia conta hoje com cerca de 1 milhão de segurados e registra aproximadamente R$ 1,2 bilhão em ativos totais, Patrimônio Líquido de R$ 990 milhões e 42 filiais em todo o território nacional.

A partir desta aprovação, Mikio Okumura passa a ser membro do conselho de administração do Grupo no Brasil e Francisco Caiuby Vidigal Filho será o presidente da Yasuda Marítima. Como um grupo único, que contempla a Yasuda Marítima Seguros e a subsidiária Marítima Saúde Seguros, a companhia está entre os dez maiores grupos seguradores do Brasil e atua com uma ampla gama de produtos, desde os seguros pessoais (Automóvel, Residência, Acidentes Pessoais etc) e Corporativos (Auto Frotas, Transportes, Pessoas, Empresarial, Equipamentos, Responsabilidade Civil, entre outros), além das modalidades de Seguro Saúde que integram a carteira da Marítima Saúde Seguros.

A companhia trabalha agora no processo de integração de sistemas e produtos com o objetivo de obter mais eficiência e gerar mais benefícios aos segurados e corretores de seguros. Inicialmente devem ser incrementados produtos na área Corporativa, tais como Auto Frota, Transportes, Riscos Nomeados, Riscos Operacionais, Lucros Cessantes e Roubo.

Em 2009, a Marítima Seguros, uma companhia fundada em Santos (SP) há 71 anos, vendeu 50% de sua participação acionária à Yasuda Seguros, que atua no Brasil desde 1959 e é subsidiária do Grupo Sompo Japan (hoje, Grupo Sompo Japan Nipponkoa). No início de 2013, o Grupo Sompo Japan Nipponkoa, por intermédio da Yasuda Seguros S.A., aumentou sua participação, assumindo o controle acionário da Marítima Seguros S.A. Já em abril de 2014, a companhia obteve a aprovação prévia da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, para se chamar Yasuda Marítima Seguros. A aprovação final do órgão regulador foi concedida e publicada no dia 7 de outubro de 2014.

Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Yasuda Marítima Seguros: “Vimos conduzindo o processo de integração com muita tranquilidade. Afinal, essa é uma parceria que começou há cinco anos e nada mais natural que evoluísse. A companhia já investiu na implementação em tecnologia de ponta e em melhorias de processos, o que vai trazer um incremento ainda mais significativo na eficiência e qualidade dos serviços prestados aos segurados e parceiros corretores de seguros”.

Icatu Seguros lança seguro para profissionais liberais

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Com objetivo de atingir um mercado representativo e em expansão, a Icatu Seguros lança um seguro de vida focado nos profissionais que trabalham por conta própria. O novo produto, chamado Profissional Liberal, foi desenvolvido especialmente para esse público e conta com diferentes combinações de coberturas e franquias para a Diária por Incapacidade Temporária (DIT), possibilitando uma solução adequada ao cliente

“Sabemos como a renda do profissional liberal é impactada quando ele fica impossibilitado de trabalhar devido à doença ou a um acidente. Por isso que desenvolvemos um seguro especialmente para quem exerce sua atividade de forma autônoma” – afirma Bernardo Dieckmann, diretor de Produtos de Vida da Icatu Seguros. O executivo comenta que o produto possui um diferencial para contratação por médicos ou dentistas, que é a escolha de uma indenização majorada, ou seja, com pagamento integral, para a cobertura de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA). Bernardo ainda cita dois destaques do produto: a opção de incluir as doenças ocupacionais de L.E.R , D.O.R.T e L.T.C. na cobertura do D.I.T., além da possibilidade de escolha da franquia de 15 dias ou reduzida de 7 dias, para eventos decorrentes de doença.

Sobre o Produto Profissional Liberal

O produto, que pode ser contratado por pessoas entre 18 e 64 anos, engloba as seguintes coberturas:

– Diária por Incapacidade Temporária (DIT): o segurado recebe o pagamento de diárias para proteger sua renda mensal caso comprove sua total, contínua, porém temporária, impossibilidade de exercer sua atividade remunerada durante o período do tratamento médico, em consequência de doença ou acidente pessoal coberto. E ainda pode escolher se deseja contratar franquia reduzida de 7 ou normal de 15 dias para eventos decorrentes de doença. Não há franquia para acidente. Além disso, o cliente pode optar por contratar cobertura para eventos decorrentes de L.E.R, D.O.R.T e L.T.C. (Lesões por Esforço Repetitivo, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho e Lesão por Trauma Continuado);

– Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA): o segurado recebe uma indenização, proporcional ao grau de invalidez, em caso de perda, redução ou impotência funcional definitiva – total ou parcial – de um membro ou órgão, decorrente de acidente pessoal coberto. O público de médicos e dentistas pode optar por contratar a majoração da cobertura de IPA, garantindo o pagamento integral da indenização de 6 membros ou órgãos;

– Indenização Especial de Morte por Acidente (IEA): o beneficiário do segurado recebe uma indenização caso o segurado venha a falecer por motivo de acidente pessoal coberto;

– Serviço de Assistência Funeral (SAF) , podendo o segurado escolher se deseja contratar cobertura Individual ou Familiar.

Além dessas coberturas, que são obrigatórias, o cliente pode também contratar a cobertura opcional de Indenização por Morte. O produto oferece ainda benefícios como as assistências Qualidade de Vida e Viagem Familiar 24 horas além de um sorteio mensal de R$ 100 mil.

Benefícios para o corretor

O corretor tem a liberdade para definir a comissão mais adequada, com autonomia para fechar suas vendas. São três opções de carregamento comercial para sua livre escolha. Além disso, foi elaborada uma ferramenta de cotação off line, que auxiliará o corretor no fechamento de seus negócios, permitindo diversas simulações.

Allianz revela plano de exposição da marca no Allianz Parque

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Quarta-feira, 08 de outubro de 2014 – Batizar o Allianz Parque com seu nome tem se mostrado um investimento com retorno melhor que o esperado, afirmou nesta terça-feira, 7, o diretor de Gestão de Mercado e Estratégia da seguradora. O executivo explicou que os benefícios em termos de marketing começaram desde o anúncio da parceria, com a exposição espontânea da marca na imprensa.

Como exemplo das exposições da marca Allianz na arena, ele contou que a maior parte das aplicações será nas fachadas internas e externas do espaço. Os visitantes puderam conferir várias delas, que já integram o interior do estádio. “O Allianz Parque tem o maior letreiro entre as arenas do grupo no mundo. Até mesmo que o do Allianz Arena, de Munique, que é o maior da Europa”, explicou o executivo.

Gomes destaca ainda que a decisão de conceder a marca à arena ocorreu baseada em três pilares: exposição de marca, plataforma de relacionamento e geração de negócios. Pesquisa realizada pela empresa americana Performance Research, mostrou que 90% dos entrevistados recordavam sem pestanejar qual era a empresa patrocinadora das arenas esportivas da sua cidade, sendo que 61% sentiam que o naming rights valorizou as respectivas comunidades.

“Somos especialistas em criar identificação com o público de um jeito não tradicional, mas muito eficiente”, declarou o executivo se referindo a expertise da seguradora em naming rights, já que além do membro brasileiro, possui ainda a Allianz Arena, em Munique, o Allianz Riviera, em Nice, o Allianz Stadium, em Sydney, o Allianz Park, em Londres, e o mais novo integrante da Família de Arenas, o Allianz Stadion, em Viena.

Segundo Gomes, o mercado está descobrindo agora o potencial do naming rights adotado pela Allianz há quase dez anos. Para ele, o tamanho de investimento necessário para se conquistar o mesmo grau de exposição conseguido através do modelo, nas mídias tradicionais, justifica seu sucesso. Citando pesquisa do Sports Business Daily, o valor pode chegar a 10 vezes mais, ou seja, quase inviável. A AT&T, que batiza o AT&T Park, nos EUA, deixou de gastar US$ 4,1 bilhões em dois anos para investir US$ 43 milhões e ter o mesmo números de menções na televisão, no mesmo período. Além do que, perto da relação física que o consumidor estabelece com a marca, a propaganda passiva se mostra limitada.

No caso do Allianz Parque, o espaço será usado como a principal plataforma de relacionamento da seguradora para firmar a marca perante seus públicos-alvo: clientes, consumidores em geral, e especialmente o corretor. “Temos o direito de promover eventos internos na arena, no Centro de Convenções, uso dos camarotes, cadeiras VIP para jogos, concertos, eventos, etc, e o principal beneficiário desse pacote de serviços é o corretor”, disse Gomes.

Além dos benefícios tradicionais, a Allianz tem, por contrato, a preferência de escolha nos seguros ligados aos eventos realizados no espaço, e as obras realizadas pela construtora WTorre, pelos próximos anos. “É um modelo de negócios único no país”, resumiu o diretor.

AGCS realiza pela primeira vez fórum sobre tendências no mercado de resseguros

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A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) realizará pela primeira vez no Brasil o AGCS Academy, fórum sobre as principais tendências do setor de resseguros, no dia 13 de outubro, em São Paulo. Voltado exclusivamente para clientes da empresa e corretores, o evento apresentará três visões sobre o mercado de seguros brasileiro: o das resseguradoras, o panorama econômico e a perspectiva do cliente.

Para tratar dos temas, a AGCS convidou o economista Alexandre Schwartsman e Pedro Janot, presidente do conselho da Azul Linhas Aéreas, que vão mostrar um panorama sobre a economia brasileira e ainda sobre a gestão de riscos corporativos na visão do cliente, respectivamente.

O Membro do Conselho Global da AGCS, Harmut Mai, fará uma apresentação sobre o papel das resseguradoras na inovação em produtos e soluções que atendam atuais demandas do mercado. “O AGCS Academy tem como objetivo promover um debate atualizado sobre tendências no mercado. Esse evento faz parte de uma iniciativa global da AGCS , que tem o compromisso de transferir conhecimento e inovar nos mercados onde atua”, diz Angelo Colombo, CEO Regional da América do Sul.

Além dos executivos citados, o AGCS Academy contará com apresentação da diretora de Responsabilidade Civil da AGCS, Juliana Alves, e da diretora de Linhas Financeiras da AGCS, Fabiana Campos, que vão falar sobre estruturação de soluções internacionais de resseguros para clientes brasileiros com unidades em diferentes países. Durante o evento, o diretor de Riscos Patrimoniais da AGCS, Wilson Saliba, introduzirá um conceito de vanguarda para os seguros de interrupção de negócios.

Porto Seguro está entre as ações recomendadas para evitar a volatilidade do período eleitoral

Fonte: Infomoney

O cenário eleitoral tem trazido altas emoções para a bolsa brasileira nas últimas semanas. Primeiro houve uma disparada com as chances da candidata Marina Silva (PSB) ser eleita presidente. Depois, com a queda de Marina nas pesquisas, houve a ressaca e o Ibovespa recuou 11,7% no mês de setembro. No entanto, como se proteger de tamanha volatilidade na bolsa? O analista Flávio Conde, da Gradual Investimentos lista quatro ações para quem está preocupado com esse cenário: Porto Seguro, Eternit, Telefonica e AES Tietê.

Segundo o texto, a seguradora é a quarta maior do Brasil e líder nos segmentos de automóveis e residência. Conde afirma que os resultados da empresa têm sido crescentes com retornos sobre patrimônio líquido acima de 25%. “A Porto Seguro tende a passar mais tranquila que a média do mercado porque vende produtos pouco afetados pela eleição e pode aumentar seus resultados caso os juros subam. Ademais, o investidor deve receber 6,1% em dividendos ao longo dos próximos doze meses bem acima dos 2,7% da média das ações brasileiras”, relata o especialista.