“Fomento à proteção dos segurados e estabilidade financeira por meio de governança e gestão de risco” é o tema da conferência anual da IAIS

estavelA Conferência Anual da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS) contará com a participação da Susep que será representada pelo superintendente, Roberto Westenberger, a secretária Geral, Natalie Hurtado, e o coordenador de Relações internacionais, William Chaves. O evento, que será realizado em Amsterdã, na Holanda, entre os dias 20 a 25 deste mês, terá como tema “Fomento à proteção dos segurados e estabilidade financeira por meio de governança e gestão de risco”.

A primeira parte do encontro de supervisores internacionais vai reunir diversos comitês da IAIS divididos por temas, entre os quais o de inclusão financeira, operação de supervisão e signatários do memorando de entendimento da IAIS, além dos trabalhos nos comitês Técnico e Executivo da entidade que são instâncias decisórias. O superintendente da Susep deverá participar desses dois últimos comitês como observador.

Entre os dias 22 e 24 será realizada efetivamente a Conferência da entidade quando serão proferidas palestras de representantes de órgãos de grande relevância internacional, entre eles o diretor da Autoridade Europeia de Seguros e Pensões Complementares (EIOPA), Gabriel Bernardino, e o presidente do Escritório Federal de Seguros dos Estados Unidos (Federal Insurance Office – FIO), Michael, Mcraith.

No dia 25, última etapa do evento, será realizada a Assembleia Geral da IAIS, quando deverão ser votadas propostas discutidas nas reuniões dos comitês Técnico e Executivo. Entre os temas que serão apresentados, provavelmente estarão o requerimento básico de capital e o documento sobre a supervisão de conduta de mercado.

Roberto Westenberger deverá aproveitar ainda a viagem para encontros com representantes da EIOPA, para tratar da equivalência de normas e procedimentos com a Susep. Esses entendimentos deverão facilitar a atuação das empresas nos dois mercados e o desenvolvimento do setor de seguros, principalmente no Brasil. Westenberger encontra-se ainda com representantes da Agência de Serviços Financeiros, órgão regulador japonês, do Escritório Federal de Seguros dos Estados Unidos e do Lloyd’s, da Inglaterra.

Funenseg divulga estudo “Seguro de Vida Individual no Brasil: O que precisa ser feito para o seu desenvolvimento?”

O consultor Francisco Galiza chama a atenção dos leitores para o estudo “Seguro de Vida Individual no Brasil: O que precisa ser feito para o seu desenvolvimento?”, divulgado neste mês pela Funenseg

O estudo pode ser acessado no link:

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/ESTUDOS_28_FUNENSEG_VIDA.pdf

Fórum da Longevidade Bradesco Seguros terá transmissão ao vivo a partir das 9h

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Quem quiser acompanhar o evento basta acessar http://espacovivamais.com.br/destaques/ix-forum-da-longevidade/transmissao-ao-vivo-ix-forum-da-longevidade-bradesco-seguros

As diferenças socioculturais no processo de envelhecimento entre homens e mulheres são o tema central do IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que será realizado no próximo dia 15 de outubro, a partir das 9h, no Hotel Unique, em São Paulo, reunindo especialistas nacionais e internacionais sobre o tema. Os números do envelhecimento no Brasil e no mundo, as diferenças entre os gêneros durante esse processo e seus impactos na sociedade estão entre os assuntos a serem abordados.

Participam do evento, entre outras personalidades, o jornalista e escritor Zuenir Ventura; a pesquisadora Mirian Goldenberg, autora de “Coroas: corpo, envelhecimento, casamento e infidelidade”; a professora de Saúde Pública e Envelhecimento da Universidade do Canadá, Maria Victoria Zunzunegui; a pesquisadora e historiadora Mary del Priore, autora de “História das Mulheres no Brasil”; a médica geriatra Cláudia Burlá; e o escritor John Gray, autor do best-seller “Homens são de Marte. Mulheres são de Vênus.”

Durante o Fórum, será realizada a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que, este ano, além dos já tradicionais reconhecimentos aos trabalhos de Jornalismo e Histórias de Vida, lançam a modalidade Pesquisa em Longevidade, voltada à comunidade acadêmica.

Na sequência ao IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, acontecerá no Rio de Janeiro, nos dias 16 e 17 de outubro, o II Fórum Internacional da Longevidade, que dará continuidade às discussões sobre o mesmo tema, reunindo acadêmicos, pesquisadores e representantes de entidades de diversos países. Promovido pelo Centro Internacional de Longevidade Brasil, com apoio do Fórum Mundial de Demografia e Envelhecimento (WDA Forum), o evento será organizado, pelo segundo ano consecutivo, pelo Grupo Bradesco Seguros, em suas dependências no Rio.

Segundo o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, consultor e palestrante do Fórum da Longevidade, existem hoje 700 milhões de pessoas no mundo com mais de 60 anos, população que poderá chegar a dois bilhões nas próximas três décadas.

O Brasil é um dos primeiros no ranking dos países que mais envelhecem. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, divulgada pelo IBGE, mostra que as pessoas com 60 anos ou mais correspondem a 13% da população, o que equivale a 26,1 milhões de idosos no país. Em 2050, a projeção é que este grupo alcance 64 milhões, equiparando-se ao Japão em termos de envelhecimento.

A questão do gênero, que será abordada no Fórum, está diretamente relacionada ao papel social desempenhado por homens e mulheres. As mudanças no mercado de trabalho e na perspectiva de longevidade apontam também que as mulheres estão mais ativas economicamente e menos disponíveis para o papel de cuidadoras que exerciam anteriormente.

“As mudanças demográficas provocam impacto em todas as políticas governamentais, incluindo, além da saúde, as áreas da educação, da família, do trabalho, da previdência e da assistência”, ressalta Lúcio Flávio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência.

Ações por uma melhor qualidade de vida

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de aliar proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além dos Prêmios Longevidade, as iniciativas também incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 300 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades brasileiras; e o programa Porteiro Amigo do Idoso, que visa a capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos e já treinou mais de 600 profissionais.

IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

DATA: 15 de outubro de 2014 (quarta-feira)

HORÁRIO: das 8h às 16h10min

LOCAL: Hotel Unique – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 – Jardim Paulista / SP

Seguros no formato ‘gift cards’ criados pela BB e Mapfre estarão a venda a partir de janeiro

Marcos Ferreira_presidente BB MapfreDisposta a conquistar os consumidores de todos os níveis sociais do Brasil, o grupo BB e Mapfre investiu cerca de R$ 10 milhões no desenvolvimento do Projeto Milenium, que tem a pretensão de marcar o início de uma nova era para o mercado segurador. “Queremos conquistar as pessoas que nunca foram abordadas para ter um seguro”, diz Marcos Ferreira, presidente do grupo nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities. Para mostrar o grande potencial que há para ser explorado, ele cita pesquisa do Instituto de Pesquisa Datafolha, que revela dados surpreendentes: 95% das residências no Brasil não possuem seguro, 58% dos automóveis não têm proteção e 88% das pessoas não possuem seguro de vida.

Tais números, quando alinhados a realidade da sociedade, dão uma noção do fértil campo que há para ser explorado. “Cerca de 50 milhões de raios caem todos os anos no Brasil, e milhares de casas pegam fogo. Mais de 4 milhões de celulares foram roubados no país, só no ano passado. Diariamente pessoas são atacadas por cães. Todo mundo sabe que pode acontecer algo com o carro, mas não pensa em imprevistos com a casa”, acrescenta Paulo Rossi, superintendente de marketing do BB Mapfre.

Paulo Rossi_superintendente Marketing BB MapfreDiante de tamanho desafio e oportunidades de negócios, a equipe da BB e Mapfre se debruçou para entender por que tanta gente não contrata seguro. Foram mais de 2 anos de desenovlvimento do projeto, 90% das áreas foram envolvidas, mais de mil horas de reuniões e discusõess, cerca de 15 fornecedores participaram do projeto e mais de 20 pesquisas foram realizadas. Todo esse esforço culminou no projeto “Família Sempre Protegida”, que compõe uma linha de produtos de seguros que passará a ser ofertada em vending machines em pontos de vendas como estações de metro, aeroportos entre outros locais, como também nas gôndolas de lojas de varejo e supermercados. “É um novo modelo de negócios muito mais próximo do consumidor e com uma abordagem diferente de qualquer outro canal de vendas já existente”, afirma Rossi, que também comandou outro projeto vencedor, Traduzindo o segures. “Esse novo projeto só foi possível porque lá atrás fizemos a lição de casa simplificando produtos e serviços”.

O primeiro produto da linha é o seguro residencial, que oferece coberturas de incêndio, queda de raio, aeronave e explosão, por preços que o consumidor poderá escolher: R$ 60, R$ 75 e R$ 85, no pacote anual, para coberturas de R$ 40 mil, R$ 60 mil e R$ 80 mil, respectivamente. O princípio é o do auto-atendimento, como no caso dos gift cards. O consumidor compra uma embalagem e, ao adquiri-la, informa um código no sistema da seguradora, que valida o seguro. Neste mesmo momento, o corretor também é comunicado sobre a venda. O imóvel passa a ser protegido 24 horas após a ativação do seguro em sistema.

Sem poder revelar estimativas e projeções, Ferreira afirma que durante a construção do projeto ficou clara a demanda pelo produto. Um dos desafios a ser vencido a partir de agora é evitar a anti-seleção, ou seja, que apenas consumidores com grande chance de transformar o risco em acidente, como morar em uma área com forte histórico de alagamento, por exemplo, comprem o produto. “A massificação considera esse hipótese nos cálculos atuarias”, informou Ferreira. Quanto ao atendimento pós-venda, caso aconteça um pico de demanda, o executivo se diz tranqüilo. “Temos uma central de atendimento própria, com capacidade para atender milhões de pessoas, além dos nossos corretores e varejistas parceiros”.

10726236_10205349665686361_1293554766_n“Morar do século XXI”.

A divulgação do lançamento também contou com inovação. Em vez de uma coletiva básica, o grupo promoveu uma mesa redonda, com o arquiteto e urbanista Candido Malta, com a diretora de Negócios de Serviços do IBOPE, Silvia Cervellini, e com o psicólogo professor Armando Ribeiro. A jornalista Mônica Waldvogel fez a mediação do debate, abrindo as discussões com a seguinte pergunta: O que é morar no século XXI?

Diante do ponto de vista urbanistico, social e psicológico, ficou claro que a sociedade quer tranquilidade, mas pouco se preocupa em planejar o futuro, o que acaba causando o caos em que vivemos hoje nas grandes cidades. Excesso de carros, falta de segurança, sono prejudicado pelo estresse do dia a dia são alguns dos sintomas que tiram a tranquilidade das pessoas.

Um dos desafios para amenizar essa situação é mudar o padrão mental latino, de viver o hoje sem se preocupar com o amanhã. “Os católicos deixam na mão de Deus e os protestantes tem como base que cada um tem de fazer a sua parte para que momentos de sucesso possam se tornar realidade”, explica o psicólogo.

Ou seja, mudar a mentalidade dos brasileiros. Fazer com que a sociedade se sinta responsável pelo futuro, construindo dia a dia a vida que quer ter no futuro, sem depender de governo, empresas ou família. Cada indivíduo tem de ser conscientizado de que se fizer a sua parte, a chance de ter um futuro tranquilo é bem maior.

Dentro desse conceito, mesmo fazendo a sua parte, há riscos. Como uma doença inesperada, uma morte premature ou mesmo um incêndio. E para mitigar esses riscos existe uma infinidade de produtos e serviços disponibilizados pelas seguradoras.

A pesquisadora Silva deseja que vire moda se planejar. “O planejamento garante a tranquilidade e conforto para as conquistas e abre oportunidades para o futuro”, ressalta. Entre os perfis de consumidores detectados nas pesquisas feitas para o grupo BB e Mapfre, Silva cita que há os metódicos, que se planejam e compram seguros, os jovens com menos de 30 anos que afirmam ser muito jovens para pensar em seguro; os idosos, que olham o seguro como um produto para jovens e não para eles que já correm poucos riscos. E tem o grupo da “negação defensiva”. “São aqueles que acreditam que melhor não pensar em coisa ruim para não atrair, evitando assim um planejamento e se depara com o risco. Eis aqui o grande desafio das seguradoras: se aproximar de todos esses públicos”.

Para finalizar o debate, Ferreira comentou que o setor de seguros vem crescendo no Brasil a dois dígitos anuais desde, pelo menos, 2004, resultado, principalmente, da chamada ascensão da classe C, do consequente acesso a seguros e de uma nova consciência, entre essa população, de que “há o que proteger”. Ainda assim, os índices de penetração são pequenos. Um universo de milhões de clientes potenciais, de todas as faixas de renda, que hoje simplesmente desconhecem a importância dos seguros para proteger seu patrimônio.

O grande passo da BB e Mapfre está em divulgar a cultura do seguro, expondo os produtos para a população de forma simples, transparente e com preços acessíveis. “Aproximar o consumidor do mercado segurador, tornar tangíveis os seguros e desenvolver produtos com excelente relação custo-benefício foram algumas das conquistas do projeto, que ainda contribui para o desenvolvimento do mercado de seguros e atrai os milhões de não possuidores de seguros, independentemente de sua classe”, afirma Ferreira, acrescentando que a missão desse novo canal é fazer com que os seguros “toquem” essa população desprotegida, fomentando a “cultura do seguro”.

SulAmérica inova no formato da 4ª edição do Analyst Day

sulamericaA inovação tomou conta do mercado segurador. Cada dia uma notícia de algo velho feito de forma nova. A SulAmérica inovou na forma de realizar encontro com analistas. A 4ª edição do Analyst Day, em 25 de novembro de 2014, das 8h30 às 13h30, no hotel Grand Hyatt, em São Paulo, acontecerá no conceito de cocriação: a agenda será determinada público participante.

Como funciona: No hotsite utilizado para a inscrição no evento (www.sulamerica.com.br/analystday2014), analistas e investidores terão a oportunidade de escolher seus temas de interesse. Os assuntos mais votados determinarão a agenda. Adicionalmente, perguntas aos executivos também poderão ser submetidas na inscrição. Os questionamentos mais submetidos serão utilizados nas discussões com os executivos no dia do evento, com 100% do tempo das sessões dedicados a Q&A.

Esse formato permitirá que os executivos da empresa conduzam suas conversas com base nos temas que mais interessam ao público. Cada um dos grupos de analistas e investidores participará de até três sessões de perguntas e respostas durante todo o período, informa a seguradora.

Allianz recebe prêmio internacional por sua contribuição à música e a cultura no mundo

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O Grupo Allianz recebeu o “International Sponsoring Award” na categoria patrocínio cultural pelo conceito e ativação da parceria global com o aclamado pianista chinês Lang Lang e sua Fundação Internacional de Música. O prêmio anual tem o objetivo de promover a excelência da indústria do patrocínio e é organizado pela FASPO, principal entidade representativa do setor nos países de língua alemã.

“Estamos muito orgulhosos de ter recebido o prêmio deste ano. Lang Lang acrescentou uma nova dimensão ao nosso portfólio de patrocínios e é maravilhoso ver que como um parceiro de confiança dos esportes, da cultura e da juventude, também fomos capazes de chegar aos amantes da música de todas as idades, tornando assim, a nossa marca mais tangível e emocional”, afirma Joseph K. Gross, Diretor Global de Gestão de Mercado da Allianz SE.

Lang Lang é uma estrela internacional e um Mensageiro da Paz das Nações Unidas, o que representa um ajuste ideal para a Allianz como empresa multinacional e aos seus valores de marca. O pianista viaja pelo mundo com mais de 120 performances a cada ano e lançou uma lista de gravações célebres. Suas apresentações regulares com as orquestras mais importantes do mundo, incluindo a Filarmónica de Berlim e a Filarmônica de Viena, faz dele uma das estrelas da música mais aclamadas da atualidade.

“Lang Lang é uma personalidade marcante e um modelo inspirador para unir as pessoas em todo o mundo “, diz Oliver Bate, Membro do Conselho de Administração da Allianz SE. “Estamos orgulhosos da parceria com Lang Lang. Como uma empresa global, nós acreditamos no poder de música como uma língua global”, disse.

Inovação

A Lang Lang é “embaixador da marca” Allianz e “embaixador da música” para envolver ativamente jovem músicos e grupos-alvo mais amplos. A abordagem do patrocínio inclui uma campanha global premiada chamada de “Chaves para Inspiração” e “Junior Music Camp”, um tipo inovador de acampamento de música criado para inspirar a próxima geração de músicos clássicos. Todas as atividades são conectadas através de campanhas digitais.

O júri FASPO ficou especialmente impressionado pela ligação estabelecida entre o tema cultura e juventude através da abordagem inovadora do “Junior Music Camp”, bem como a boa comunicação em torno da iniciativa.

Grupo BB e Mapfre lança Projeto Millenium

1959283_760536680661637_7502318094279983074_nHoje acontece o debate “Morar do século XXI”, promovido pela BB e Mapfre, em São Paulo. O debate acontecerá durante o lançamento do Projeto Família Sempre Protegida que inaugura, em nível mundial, uma nova forma de ofertar e contratar seguros. A mesa redonda contará com a participação do arquiteto e urbanista Candido Malta, que comentará sobre a relação da sociedade com o maior patrimônio físico das famílias: a residência. Mediada peça jornalista Mônica Waldvogel, a mesa redonda também conta com a participação da diretora de Negócios de Serviços do IBOPE, Silvia Cervellini, o psicólogo professor Armando Ribeiro e o presidente do Grupo BB e Mapfre, Marcos Ferreira.

AssinaSeg: mais agilidade e proteção ao transmitir e armazenar documentos digitais

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O Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) apresentou durante o XVI Conec (Congresso dos Corretores de Seguros), promovido no último fim de semana, uma solução baseada na utilização de certificação digital para modernização e redução de papéis no setor: o Portal de Assinaturas do Mercado de Seguros – AssinaSeg.

O produto, que possibilita assinatura de qualquer tipo de documento, com validade jurídica por meio do Certificado Digital ICP-Brasil, foi elaborado pela Autoridade Certificadora Sincor em parceria com a Certisign. Nesta plataforma, o usuário, além de assinar, pode transmitir e armazenar arquivos no sistema com apenas alguns cliques e total segurança nos processos.

A iniciativa beneficiará tanto os corretores de seguros como o mercado. “As apólices e documentos, como declarações de saúde, por exemplo, precisam ser assinados pelo segurado. Com o sistema, o corretor de seguros faz o upload do arquivo e envia para que as partes assinem o documento com um certificado digital, de maneira muito mais simples e fácil. E este é apenas um exemplo de utilização, pois o sistema poderá ser acessado por todo o setor, para assinar qualquer documento”, destacou o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

O Sincor-SP também prevê impulsionar o negócio dos corretores de seguros que atuam como Autoridades de Registro intermediando a emissão de certificados digital. “Os corretores de seguros que são ARs terão mais um motivo para vender o certificado digital a seus clientes: a comodidade de assinar suas apólices e documentos através da internet”, acrescenta Camillo.

O sistema também traz economia de papel. “Por ano, são emitidas mais de 40 milhões de apólices de seguros, cada uma com cerca de seis páginas, o que totaliza 240 milhões de impressões. O gasto apenas com a compra de papel representa no setor, em média, R$ 7 milhões. Imagine se acrescentarmos o custo com impressão, motoboy, postagem, armazenamento etc? Vale ressaltar que há também o impacto no meio ambiente”, afirma o diretor do Sincor-SP responsável pela AC Sincor, Manuel Matos.

São muitas as vantagens de migrar os processos físicos para o eletrônico. Com o uso do Portal AssinaSeg, os processos de assinatura começam e terminam no meio eletrônico com muito mais agilidade.

Com a validade jurídica assegurada pelo uso do Certificado Digital ICP-Brasil, o Portal AssinaSeg também é uma solução destinada à proteção dos documentos da corretora de seguros ou seguradora, ao permitir o armazenamento de forma eletrônica, muito mais segura do que em papel, com pastas para cada cliente.

O Portal de Assinaturas do Mercado de Seguros, AssinaSeg, está disponível em www.assinaseg.com.br .

Sistema de previdência do Brasil mantém sua posição intermediária no Índice Global de Previdência Melbourne Mercer

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O MMGPI avaliou os sistemas de renda na aposentadoria de 25 países, em relação a mais de 50 indicadores, abordando os sub-índices adequação, sustentabilidade e integridade

Brasil ocupa 18ª posição num ranking composto por 25 países. Novos países incluídos nesta nova análise e com melhor perfil fizeram Brasil perder quatro posições de um ano para o outro.

O Índice olha objetivamente tanto os componentes financiados publicamente quanto os privados de cada sistema, bem como os ativos e poupanças pessoais externos ao sistema de previdência. É publicado pelo Australian Centre for Financial Studies – ACFS (Centro Australiano de Estudos Financeiros) em parceria com a Mercer, e é financiado pelo Governo Estadual de Victoria.

A Dinamarca segue mantendo a primeira colocação em 2014, com uma pontuação geral de 82,4.

O sistema de previdência do Brasil, incluindo a previdência social e a complementar, manteve-se em uma posição intermediária no ranking divulgado pelo Melbourne Mercer Global Pension Index de 2014. No estudo deste ano, o Brasil ocupa a 18ª posição no ranking global, de um total de 25 países, enquanto que em 2013, ocupava a 14ª posição entre 20 países participantes. Embora não tenha havido mudança significativa no índice calculado para o Brasil – de 52,8 em 2013 para 52,4 em 2014, em uma escala até 100 – a inclusão de novos países com sistemas de previdência melhor avaliados fez com o Brasil perdesse algumas posições nesse ranking.

Esta classificação coloca o Brasil logo abaixo da média geral de 60, mas significa a manutenção da classificação ‘C’ que indica um sistema com algumas características consideradas boas, mas também apresenta consideráveis riscos e deficiências que devem ser solucionados.

O MMGPI avaliou os sistemas de renda na aposentadoria de 25 países, em relação a mais de 50 indicadores, abordando os sub-índices adequação, sustentabilidade e integridade. O índice global de cada país representa a média ponderada dos três sub-índices. As ponderações utilizadas são de 40% para adequação, 35% para sustentabilidade e 25% para integridade. As diferentes ponderações são usadas para refletir a importância primordial do sub-índice adequação, que representa os benefícios que estão sendo fornecidas em conjunto com algumas características importantes de desenho do benefício. O sub-índice sustentabilidade tem um foco no futuro e mede diversos indicadores que irão influenciar em uma maior probabilidade de que o sistema atual seja capaz de fornecer esses benefícios no futuro. O sub-índice integridade considera vários itens que influenciam a governança e as operações do sistema e que afetam o nível de confiança que os cidadãos de cada país têm em seu sistema. Este estudo confirmou que há uma grande diversidade entre os sistemas em todo o mundo, com pontuação variando de 43,5 para a Índia a 82,4 para a Dinamarca.

A Dinamarca segue mantendo a primeira colocação em 2014, com uma pontuação geral de 82,4. O bem capitalizado sistema de previdência da Dinamarca, com sua boa cobertura, elevado nível de ativos e contribuições, benefícios adequados e um sistema privado de aposentadoria com regulamentação bem desenvolvida, são as principais razões para a sua posição no topo.

O MMGPI mais uma vez constatou que não existe um sistema perfeito que possa ser aplicado universalmente em todo o mundo, porém existem muitas características em comum que podem ser compartilhadas, para um melhor resultado para as pessoas. O MMGPI agora abrange 25 países e perto de 60% da população mundial. A primeira edição contemplou 11 países em 2009 e é hoje a mais abrangente comparação entre os sistemas de previdência em todo o mundo.

A Professora Debora Ralston, Diretora Executiva do ACFS, declarou que a expansão do Índice reflete o fato de que a maioria dos países está enfrentando os efeitos sociais e econômicos do envelhecimento de suas populações. Assim, acredita que comparações globais podem conduzir a lições globais para os governos, indústria e meio acadêmico, no debate sobre como melhor prover para uma população em processo de envelhecimento.

“Embora o sistema de renda na aposentadoria de cada país reflita uma história única, existem alguns temas comuns, uma vez que muitos países enfrentam problemas similares para as próximas décadas e o Índice tem o objetivo de destacar as melhores soluções e compartilhá-las globalmente,” declarou a Professora Ralston.

“É gratificante observar que as pontuações médias estão aumentando ao longo do tempo, sugerindo que a reforma da previdência ao redor do mundo está tendo um efeito positivo. A pontuação média para os 14 países, em 2010, foi de 61,7 em comparação a 64,3, para os mesmos países, em 2014,” declarou ela.

Além das classificações do Índice, o MMGPI 2014 examinou a importância da confiança e da transparência nos sistemas de renda na aposentadoria. “Em muitos países, a real responsabilidade pela garantia de segurança financeira na aposentadoria está se deslocando do Estado e dos empregadores para os indivíduos. Essa tendência continuará à medida que a expectativa de vida segue aumentando e muitos governos reduzem o gasto per capita com suas populações de idosos. Essa mudança significa que a comunicação aos participantes nunca foi tão importante ou nunca esteve tão clara e necessária aos olhos participantes, reguladores, empregadores, grupos de consumidores, políticos e mídia,” afirmou Eduardo Correia, consultor sênior da Mercer no Brasil.

“Os governos, reguladores e a indústria financeira têm de garantir boas estruturas de governança e práticas que promovam comunicação regular de fácil compreensão, projeções claras de benefícios e acesso a informações comparativas, de uma forma eficaz em termos de custo.” “A indústria de previdência precisa desenvolver métodos eficientes para que seja transparente, de uma forma significativa e relevante para todas as partes interessadas. Não existe outra alternativa,” conclui Eduardo.

Como o sistema de poupança para aposentadoria no Brasil pode melhorar?

“Muito embora no cômputo geral o Brasil esteja posicionado na 18ª colocação desse ranking, há alguns itens, de grande peso nesta avaliação, em que o Brasil ficou entre os primeiros colocados”, explica o consultor de aposentadoria Leandro Ribeiro, um dos responsáveis por este estudo. “A cobertura do benefício da previdência social em relação ao salário médio, bem como a regulação e supervisão para os setores privados são exemplos de indicadores em que o Brasil se destacou. Por outro lado, houve itens importantes em que o Brasil ficou muito aquém, em comparação com os outros países, como a baixa participação da população em planos de previdência privados e o fraco nível de poupança previdenciária em relação ao PIB.”, conclui Leandro Ribeiro.

O MMGPI identificou possíveis áreas para reforma em cada país, que proporcionariam benefícios de aposentadoria mais adequados, aumentariam a sustentabilidade e levariam a uma maior confiança no sistema de previdência. As medidas sugeridas para aperfeiçoar o sistema no Brasil incluem:

Introdução de uma idade mínima de acesso aos recursos, de modo a preservar os benefícios com foco na aposentadoria

Aumento da cobertura dos empregados em programas de previdência complementar, aumentando assim o nível de contribuições e de ativos

Aumento da participação dos empregados nos programas de previdência complementar por meio de participação ou adesão automática

Introdução de um nível mínimo de contribuições obrigatórias em um plano de aposentadoria

Aumento da idade de aposentadoria provida pelo Estado (previdência social) ao longo do tempo

Introdução de regras que protejam os direitos e interesses das partes em um processo de divórcio, também no que se refere aos recursos dos planos de previdência

Possibilidade das pessoas se aposentarem gradualmente, recebendo uma pensão parcial

Os desafios comuns a muitos países incluem a necessidade de:

•Elevar a idade de aposentadoria para refletir o aumento da expectativa de vida
•Promover maior participação da força de trabalho com idades mais avançadas
•Encorajar níveis mais elevados de poupança privada
•Aumentar a cobertura do sistema de previdência privada por meio de um elemento de obrigatoriedade ou inscrição automática
•Reduzir os resgates de recursos antes da aposentadoria
•Aperfeiçoar a governança dos planos de previdência privada e exigir maior transparência

Guia da Gestante esclarece dúvidas sobre planos de saúde

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A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) lança o Guia da Gestante, nesta terça-feira (14/10), na conferência internacional sobre parto normal: Ecos da 9th International Research Conference. O evento, que acontece no Rio de Janeiro, é voltado para pesquisadores, profissionais e comunidade.

O guia apresenta 46 respostas esclarecedoras sobre as coberturas dos planos e seguros de saúde no período da gestação ao nascimento do bebê, como tipos de parto, contratação e direitos da gestante e do recém-nascido. O conteúdo também é voltado às mães que vão adotar.

“Percebemos a necessidade de criar mais um material didático e abrangente, desmistificando as principais dúvidas sobre os planos de saúde. O Guia da Gestante utiliza linguagem o máximo possível simples. É muito útil para o planejamento do parto e dar mais segurança à gestante,” explica o presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Marcio Coriolano.

O Guia da Gestante faz parte da plataforma de comunicação Plano de Saúde – O Que Saber, desenvolvida pela FenaSaúde, que conta com hotsite www.planodesaudeoquesaber.com.br; página do Facebook; Guia do Consumidor e boletins trimestrais. O Guia da Gestante está disponível na página www.fenasaude.org.br/fenasaude/publicacoes\

Veja algumas dicas do Guia da Gestante:

Por qual tipo de parto a mulher deve optar?

A maioria das mulheres tem gravidez normal e pode ter seus bebês de parto normal ou natural. Estes tipos de parto são os mais recomendados pela Organização Mundial de Saúde por trazerem muitos benefícios e implicarem menos riscos para a mãe e o bebê.

Quais são as coberturas do plano hospitalar com obstetrícia?

Além das coberturas do plano hospitalar sem obstetrícia, estão garantidos: pré-natal, atendimento pediátrico à gestante (a partir do 3º trimestre de gestação), parto e pós-parto, acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto, atendimento integral ao recém-nascido (sala de parto, berçário e UTI), assistência ao recém-nascido durante os primeiros 30 dias após o parto e a inscrição do recém-nascido como dependente do plano sem o cumprimento de carência, em até 30 dias do nascimento ou adoção.

O pai do bebê tem plano com obstetrícia. Quais são os direitos do bebê?

Para o bebê, o importante é que você, o pai ou o responsável legal, tenha um plano com cobertura obstétrica e que a carência de 180 dias tenha sido cumprida. Nessas condições, os direitos do recém-nascido serão os mesmos: cobertura assistencial nos primeiros 30 dias após o nascimento, adoção, guarda ou tutela; inclusão no plano como dependente, sem carência ou alegação de doença ou lesão preexistente, desde que a inscrição seja feita até o 30º dia do nascimento ou adoção.