Norte lidera inadimplência, segundo Serasa Experian

© Copyright 2010 CorbisCorporationO estudo inédito Mapa da Inadimplência no Brasil, feito pela Serasa Experian, mostra que a região que concentra mais inadimplentes no país é a Norte, atingindo 31,1% da população, seguida pelo Centro-Oeste, com 26,4%. Ao se avaliar a taxa de inadimplência por capitais estaduais, Manaus, no Amazonas, é a mais inadimplente: 38,1%, seguida por Porto Velho (RO), com 37,2%, e Macapá (AP), com 36,4% – todas na região Norte do país. Já entre as menos inadimplentes, a liderança é de Florianópolis, em Santa Catarina, com 22,3% de taxa de inadimplência. Em segundo lugar vem São Paulo (SP), com 23,9% de inadimplência. O mapeamento também avaliou a inadimplência por idade. A faixa etária mais representativa é entre 26-30 anos, onde a taxa de inadimplentes chega a 29,9%.

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Qual o nível de inadimplência em todo o Brasil, por regiões e cidades – esta foi a pergunta-base para um levantamento inédito da Serasa Experian, que traçou o Mapa da Inadimplência no país referente ao primeiro semestre do ano. O estudo, realizado de forma abrangente pela primeira vez, tomou como base todos os municípios brasileiros com população acima de 1.000 habitantes, revelando que existem diferentes índices de inadimplência de acordo com a maneira que o tema é avaliado – por cidades e regiões brasileiras.

Quando são avaliadas as dívidas atrasadas há mais de 90 dias e com valores acima de R$ 200,00, os inadimplentes totalizam 35 milhões de pessoas, o equivalente a 24,5% da população. A região que concentra mais inadimplentes é a Norte, atingindo 31,1% da população, seguida pelo Centro-Oeste, com 26,4%.

Em seguida, vem a região Sudeste (24,5%) e a Nordeste (23,6%). Segundo economistas da Serasa Experian, o interior do Nordeste possui baixo índice de inadimplência pois grande parte dessa população ainda não possui acesso ao crédito, o que resulta em poucos endividados em relação ao tamanho da população. A região Sul é a que menos apresenta inadimplentes: 22,4% da população se encontram nessa situação.

Ao se avaliar a taxa de inadimplência por capitais estaduais, Manaus, no Amazonas, é a mais inadimplente: 38,1%, seguida por Porto Velho (RO), com 37,2%, e Macapá (AP), com 36,4% – todas na região Norte do país. Economistas da Serasa Experian explicam que Manaus e outras capitais das regiões Norte e Nordeste tendem a ter inadimplência mais alta pois possuem renda per capita menor que a de capitais do Centro-Sul.

Já entre as menos inadimplentes, a liderança é de Florianópolis, em Santa Catarina, com 22,3% de taxa de inadimplência. Em segundo lugar vem São Paulo (SP), com 23,9% de inadimplência (apesar de ser a capital com maior representatividade no ranking, 8%), e Campo Grande (MS) em terceiro, com 24,4%.
O mapeamento também avaliou a inadimplência por idade. A faixa etária mais representativa é entre 26-30 anos, onde a taxa de inadimplentes chega a 29,9%. Em seguida, estão inadimplentes 29,3% dos consumidores entre 31-35 anos, seguidos por pessoas com idades entre 36 e 40 anos, com 28,2% de inadimplência, e o grupo entre 18 e 25 anos, com pouquíssima diferença – a taxa é de 28,1%. A inadimplência diminuiu, segundo o estudo, à medida que a idade aumenta: acima de 70 anos, a taxa é de 10,3%.

O estudo também avaliou a taxa de inadimplência por grupos da população brasileira, de acordo com a classificação do Mosaic Brasil – metodologia de segmentação da sociedade que leva em conta não só a renda, mas também outros critérios, como educação, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida com o objetivo de entender melhor o mercado, a sociedade. Para saber mais sobre cada um dos 11 grupos identificados no Mosaic Brasil, acesse este link: http://www.serasaexperian.com.br/mosaic/

De acordo com o estudo da Serasa Experian e a classificação Mosaic Brasil, o grupo Jovens Adultos da Periferia representa 23% dos inadimplentes no Brasil. O estudo também mostra que 34% do total de pessoas que compõem esse grupo ficaram inadimplentes em 2014, maior percentual dentro dos grupos. Esse grupo representa 16,8% da população brasileira.

No outro extremo, o grupo Experientes Urbanos de Vida Confortável apresentou o menor percentual de endividados, representando 2% dos inadimplentes do Brasil. O segundo grupo com maior representatividade entre o total de inadimplentes do Brasil é o Massa Trabalhadora Urbana, que responde por 17% dos devedores. Segundo o estudo, 30% do total de pessoas que compõem esse grupo ficaram inadimplentes em 2014. A Massa Trabalhadora Urbana representa 14,32% da população do país.

O grupo com o terceiro maior percentual de inadimplentes do país é o de Adultos Urbanos estabelecidos, que representam 14% do total de devedores do Brasil. Do total de indivíduos que compõem este grupo, 33% está inadimplente.
Quando consideramos apenas os percentuais de endividamento dentro dos grupos, os Donos de Negócio se destacam com o maior número: 41% dos indivíduos estão inadimplentes.

Veja a pesquisa completa aqui: www.serasaexperian.com.br/estudo-inadimplencia

Dicas para limpar o nome

1. Faça as contas

Comece avaliando cuidadosamente as contas, de preferência, coloque tudo no papel ou na tela do computador: qual sua renda mensal e quanto já está comprometido com despesas que não podem ser cortadas ou reduzidas? O objetivo desse processo é simples: descobrir o valor disponível mensalmente passível de ser utilizado no pagamento de dívidas.

2. Quantas pendências?

Acesse o Limpa Nome Online (www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online) e verifique quantas pendências financeiras existem – estudos da Serasa Experian indicam que cada consumidor inadimplente possui, em média, quatro dívidas. Anote a proposta que foi feita pelas empresas credoras.

3. Se achar necessário, peça ajuda a alguém confiável

O processo de acertar as contas e pagar dívidas exige cuidado. Avalie quanto você pode pagar em cada pendência. Se achar necessário, peça ajuda para parentes ou amigos. É importante que seja alguém de sua confiança. A presença de outra pessoa nesse momento ajuda a dar segurança na hora de avaliar, de forma mais racional, ajudando a definir quanto pagar, se a proposta do credor é boa e se é possível honrar o pagamento.

4. Eleja as prioridades e renegocie suas dívidas

Após saber exatamente quanto pode pagar, comece a negociar suas dívidas pelo site. Lembre-se de que o total das prestações não deve ultrapassar o valor disponível de sua renda. Caso exista mais de uma pendência, tente negociar de forma que todas as prestações juntas caibam nesse orçamento. Estabeleça prioridades usando como critério as dívidas com juros mais elevados.

5. Controle seus gastos

Enquanto estiver pagando as dívidas negociadas, controle seus gastos e, se possível, tente reduzir despesas. Por meio do link http://www.serasaconsumidor.com.br/guia-orientacao/capitulo-3.php você tem acesso ao Guia de Orientação ao Cidadão Serasa Experian, desenvolvido para ajudar o consumidor a controlar melhor sua vida financeira.

Metodologia

O Mapa da Inadimplência no Brasil foi realizado levando em consideração as informações disponibilizadas pelas empresas concedentes de crédito à Serasa Experian, com base nos municípios com população superior a 1.000 (mil) habitantes. Para a consideração de inadimplência, foram avaliadas dívidas atrasadas há mais de 90 dias e com valores acima de R$ 200,00.

Os registros de inadimplência foram classificados de acordo com o Mosaic Brasil, solução da Serasa Experian para análise da sociedade em função da renda, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida, que organiza a população em 11 grupos e 40 segmentos.

Mais informações em http://noticias.serasaexperian.com.br

Liberty Seguros lança Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana

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A Liberty Seguros lança o Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana com o tema “Como a sua iniciativa contribui para uma cidade ideal?”. Podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas em todo o território nacional que tenham iniciativas engajadas na questão da mobilidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.premiosinallivre.com.br entre os dias 30 de outubro e 30 de novembro. O prêmio é uma ação da seguradora em conjunto com o Projeto Sinal Livre, iniciativa que tem como principal objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura ancoradas nos pilares da Mobilidade Verde, Fluidez e Segurança no Trânsito.

Todos os projetos passarão por uma triagem de um júri que escolherá cinco finalistas. As iniciativas classificadas serão disponibilizadas no site para voto popular. A votação ocorrerá entre os dias 6 a 12 de dezembro. Os internautas precisarão se cadastrar no site para votar, garantindo que cada voto seja computado uma única vez, de acordo com o CPF.

Os cinco finalistas participarão do evento de premiação, que será realizado em São Paulo no dia 18 de dezembro. O vencedor receberá R$ 10 mil. Durante o evento, aberto apenas para convidados, também haverá um debate para promover a discussão sobre mobilidade urbana. “A premiação, além de reconhecer a importância da causa, é um estimulo para que o projeto possa ser ampliado e até mesmo reproduzido em outras locais onde há a necessidade ações de iniciativa de mobilidade”, explica a superintendente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros, Karina Louzada.

A busca por uma cidade mais sustentável em termos de locomoção é um sonho do brasileiro. Uma pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano pela Liberty Seguros, em parceria com a Teor Marketing, identificou que 47% dos 950 entrevistados de seis grandes centros urbanos (Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro), utiliza o carro como principal meio de transporte. Índice que contrasta com a perspectiva de um futuro ideal para os moradores das regiões, em que menos de 7% da população optaria pelo uso do carro no dia a dia, 49% daria prioridade a transportes públicos como ônibus, trens e metrôs e 44% usaria bicicletas ou andaria a pé. “Podemos concluir que há um grande desejo na população em propor e implementar mudanças que tornem as cidades mais humanas e com maiores facilidades no deslocamento”, diz o superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação, José Mello.

BB Seguridade lucra R$ 822 milhões no 3o. tri e R$ 2,3 bi em nove meses

bb-segurosA BB Seguridade apresentou lucro líquido de R$ 822,3 milhões no terceiro trimestre de 2014, crescimento de 50,1% sobre o mesmo período de 2013. O resultado foi impulsionado pelo forte desempenho operacional e pela evolução do resultado financeiro. O lucro líquido acumulado em nove meses alcançou R$ 2,3 bilhões. No período, foram emitidos R$11,9 bilhões em prêmios de seguros, além de receitas de R$ 21,6 bilhões em contribuições de previdência e R$ 4,7 bilhões arrecadados com planos de capitalização.

A Brasilprev, líder de mercado em arrecadação e captação líquida e segunda maior companhia de previdência complementar aberta em termos de recursos administrados no país, ultrapassou a marca de R$100 bilhões em ativos sob gestão. Nos nove primeiros meses do ano, a arrecadação chegou a R$ 21,6 bilhões, o que representa expansão de 38,0% sobre o mesmo perío- do do ano anterior, em linha com as estimativas divulgadas pela BB Seguridade ao mercado. Destaque também para a captação líquida, que atingiu R$ 13,9 bilhões, valor equivalente a 61,7% de todo o mercado.

A BB Seguridade apresentou, através de suas coligadas, receitas recordes em todos os segmentos de negócio nos primeiros nove meses do ano. Destaque para o avanço das contribuições em planos de previdência privada (Brasilprev), seguros de vida, habitacional e rural (BB MAPFRE SH1) e seguros de auto e danos (MAPFRE BB SH2). O desempenho contribuiu para a consoli- dação da liderança de mercado em segmentos importantes, como seguros de vida, rural, previdência e capitalização.

Segundo divulgação do grupo, o bom desempenho das vendas e o forte controle de despesas, associados a uma melhora do resultado financeiro, impulsiona- ram o crescimento em todos os segmentos de negócio em que a BB Seguridade atua.

O lucro líquido do segmento de vida, habitacional e rural apresentou crescimento de 56,1% sobre os nove meses do ano anteri- or, com desempenho favorável tanto do resultado operacional como financeiro. Destaque também para o crescimento do re- sultado nos segmentos de auto e danos (41,8%), capitalização (69,9%) e na BB Corretora (46,9%), que atua na distribuição de produtos de seguridade na rede de agências do Banco do Brasil.

No acumulado de janeiro a setembro de 2014, a BB Seguridade também registrou R$67,8 milhões em receitas de investimento provenientes do segmento de resseguros. A Companhia adquiriu, em agosto de 2013, participação de 20,5% no IRB-Brasil Re, líder no mercado brasileiro de resseguros.

Das cinco metas que tem para o ano, a BB Seguridade revisou duas: para a operação de seguros patrimoniais (Mapfre BB SH2) a meta de crescimento no ano foi reduzida para uma faixa de 12% a 15%, ante 19% a 26%; e o avanço da operação de títulos de capitalização (Brasilcap) caiu para 3% a 6%, ante 10% a 15% na projeção anterior. A companhia não cumpriu, no acumulado dos nove meses do ano, a meta para a operação de seguros de vida e rural (BB Mapfre SH1). O guidance foi mantido em crescimento de 24% a 32% e a coligada apresentou avanço de 16,7% até setembro.

Para mais informações sobre a atuação da BB Seguridade, favor consultar www.bancodobrasilseguridade.com.br

Thomaz Menezes está de volta na corretora It’s Seg

thomazThomaz Menezes está de volta. Depois de quase dois anos, incluindo um sabático, ele divulga ao jornal Valor Econômico o resultado dos últimos 18 meses de trabalho, na qual teve a sorte de contar com os erros e acertos das primeiras consolidações de corretoras.

Segue um resumo das novidades que Thomaz e seus investidores contaram aos repórteres Vinícius Pinheiro e Thais Folego do Valor Econômico:

A gestora de fundos de private equity britânica Actis fechou um investimento de US$ 100 milhões (R$ 250 milhões) na criação de uma holding de corretoras de seguros no país. Batizada de It’s Seg, a companhia será comandada por Thomaz Menezes, ex-presidente da SulAmérica e da corretora americana Marsh. O executivo também é sócio da holding, formada inicialmente da associação de três corretoras: Torres Benefícios, Grupo Raduan e Barela Seguros, cujas marcas serão mantidas no mercado.

Com foco em planos de benefícios para clientes corporativos, incluindo seguros saúde e odontológico, as empresas possuem pelo menos duas décadas de atuação no mercado. A participação individual dos sócios não foi revelada. A combinação dos negócios formou uma companhia com R$ 1 bilhão em prêmios de seguros intermediados e um total de 400 mil beneficiários. O objetivo é dobrar a receita em um período de três anos, segundo Chu Kong, sócio e responsável pelo escritório local da Actis.

Do investimento de US$ 100 milhões, uma parcela foi destinada à compra de parte das ações dos sócios das corretoras, que permanecem no negócio, agora com participação na holding. A maior parte dos recursos, porém, foi alocada na companhia para tocar o projeto de crescimento via aquisições, o que permitirá a expansão para outros segmentos, como apólices voltadas para pessoas físicas, entre elas de seguro de automóveis. A expectativa é que o primeiro negócio seja anunciado “no curto prazo”, diz Kong. A It’s Seg, que já nasce como uma das dez maiores corretoras de seguros do mercado, foi resultado de um projeto de 18 meses, segundo o executivo.

Com um universo de cerca de 70 mil empresas, trata-se de um segmento extremamente fragmentado. “Isso é música para os ouvidos de um private equity”, afirma. Os executivos da It’s Seg fizeram questão de ressaltar que o seu projeto é bem distinto da iniciativa da Brasil Insurance, a começar pelo número bem menor de corretoras, o que ajudaria no alinhamento de interesses. Outra diferença é que cada sócio entrou com o seu ativo no negócio e já recebeu sua participação na holding, sem resultados futuros atrelados à performance da sua companhia individualmente dentro do grupo, como ocorria no modelo de aquisição da Brasil Insurance. “Todos compartilham da mesma geração de resultado”, diz Kong.

No país, a Actis detém participações em empresas como a rede de ensino superior Cruzeiro do Sul e a escola de idiomas CNA, além da corretora XP Investimentos. A Actis considera duas possibilidades de saída: a venda para uma grande corretora multinacional ou uma abertura de capital. “Já estamos entre as maiores corretoras e planejamos dobrar de tamanho em três anos. Vamos ter escala para qualificar a companhia para um IPO em até cinco anos”, diz Kong.

Pesquisa da Fenacor indica nova queda na confiança do mercado

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O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela FENACOR, voltou a cair em outubro, para 73,1%, ficando 5,6 pontos percentuais abaixo dos 78,7% apurados em setembro.

Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, em outubro, o pessimismo cresceu entre as empresas do setor de seguros. “Os rumos da economia brasileira e as dúvidas com relação às novas medidas do governo reeleito ainda são fatores de preocupação para as companhias”, frisa o consultor. Ele revela ainda que o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), teve, em outubro, o seu menor valor em dois anos: 76,9%.

O ICGC, que apura o grau de expectativa das grandes corretoras de seguros, também apresentou uma redução bastante expressiva, de 73,9% para 69,4%, indicando um pessimismo maior no segmento. Ainda mais significativa, foi a queda da confiança dos resseguradoras, medida pelo ICER, que passou de 82,7% para 73,1%.

Grupo Marsh & McLennan Companies cresce 7% no terceiro trimestre

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O grupo Marsh & McLennan Companies, multinacional de serviços profissionais especializada em consultoria e soluções nas áreas de riscos, estratégia e capital humano, que engloba as empresas Marsh, Mercer, Oliver Wyman e Guy Carpenter, obteve lucro de US$ 445 milhões no terceiro trimestre deste ano, um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas do grupo, obtidas através de consultoria e desenho de soluções para riscos, estratégica e capital humano, cresceram cerca de 7%, fechando o período com 3.100 milhões de dólares. A corretora Marsh, empresa do grupo Marsh & McLennan Companies, líder mundial no gerenciamento de riscos e corretagem de seguros, registrou expansão de 8%, fechando o terceiro trimestre com uma receita de 1.300 milhões de dólares.

A Marsh América Latina e Caribe (LAC) voltou a se destacar com maior crescimento dos negócios, apresentado aumento de 11% na receita durante o terceiro trimestre de 2014. “Pelo oitavo trimestre consecutivo, nossa região cresceu a um ritmo de dois dígitos, o que demonstra a solidez de nossa operação, o excelente trabalho de colaboração que temos e os serviços prestados por nossos profissionais, além das boas perspectivas de mercado para nossos clientes”, afirma Ricardo Brockmann, CEO para a Marsh na região.

Para o CEO da Marsh na região, em uma era na qual riscos e incertezas crescem a uma grande velocidade, os clientes enfrentam a cada dia, maiores desafios e assim, a experiência e consultoria da Marsh, exercem maior relevância do que nunca. “Na Marsh América Latina e Caribe, estamos preparados para colocar nossa experiência centenária e nossa inteligência coletiva a serviço de nossos clientes, antecipando suas necessidades e trabalhando com eles para encontrar as melhores soluções e desenhar as melhores estratégias para gerenciar eficazmente seus riscos e contribuir para seu sucesso e proteção de seus bens”, diz.

FenaSaúde comemora adesão de nova associada, a Hapvida

marcio coriolanoRelease

Com liderança expressiva nas regiões Norte e Nordeste, com mais de três milhões de beneficiários em todo o território nacional, a operadora de planos Hapvida Sistema de Saúde passa a fazer parte, neste fim de ano, da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), organização que representa, a partir de agora, 41,5% de todo o mercado em número de clientes. Com a entrada da Hapvida, a Federação reunirá 17 grupos líderes no segmento, com 27 operadoras ao todo – das quais 11 seguradoras especializadas em saúde, dez medicinas de grupo e seis odontologias de grupo.

A fundação do Sistema Hapvida remonta a mais de 30 anos de experiência em assistência à saúde. A “pedra fundamental” da empresa foi o Hospital Antonio Prudente, lançado, em 1979, pelo oncologista Candido Pinheiro de Lima. Desde o início das operações, a unidade é considerada uma das mais equipadas do Ceará, sendo referência em Fortaleza. Em 1993, o doutor Candido, como é conhecido o fundador, criou a operadora de saúde, que se estabeleceu como a mais importante do setor no Nordeste e também na Região Norte.

Presidente da FenaSaúde, Marcio Coriolano comemorou o ingresso da Hapvida na Federação, enfatizando que, “sendo bem-sucedido na verticalização dos serviços médico-hospitalares, o Sistema Hapvida tem a maior rede própria de atendimento das regiões, figurando como uma das duas maiores operadoras com capital próprio nacional e posicionando-se como a terceira maior do País, em número de beneficiários”.

O Sistema Hapvida, atualmente, atende a 1,9 milhão de beneficiários de planos médicos hospitalares, 300 mil clientes em contratos por administração e a quase 870 mil clientes de planos exclusivamente odontológicos. O Grupo prevê encerrar 2014 com uma receita líquida de R$ 2,4 bilhões.

Para prestar seus serviços de saúde, a nova associada à FenaSaúde conta com 15 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 20 hospitais próprios, 70 Hapclínicas, 16 prontos atendimentos, 55 centros de diagnóstico por imagem e 49 laboratórios com postos de coleta distribuídos pelos 11 estados onde atua com rede própria. As sedes administrativas da Hapvida ficam em Manaus (AM); Belém (PA); Teresina (PI); São Luiz (MA); Fortaleza (CE); Natal (RN); Recife (PE); Salvador (BA); Maceió (AL); João Pessoa (PB) e Aracaju (SE).

Na área social, o Sistema Hapvida desenvolve ações por meio da Fundação Ana Lima. Presente nos estados do Ceará, do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, da Bahia, do Pará e, em breve, do Amazonas, a Fundação leva projetos sociais a 18.650 pessoas, sendo 1.700 crianças e adolescentes. Na lista de projetos, destacam-se Sopão da Vida Projeto Ilhas, Meninas dos Olhos de Deus, Embarcação, Dragões do Mar, Quero Ser Alfabetizado e Café da Manhã.

Problemas com encanamento estão entre os principais serviços emergenciais nas residências

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Problemas no sistema de encanamento estão entre os principais incidentes nas residências. Segundo estudo realizado pela Liberty Seguros, com base na análise de 15,8 mil serviços emergenciais de assistência residencial, 37,21% das chamadas foram para realização de reparos emergenciais no encanamento de casas e apartamentos. “Vazamento, infiltração e entupimento estão entre as principais dores de cabeça nas residências. São problemas que trazem transtornos porque em alguns casos é necessário quebrar paredes ou pisos para realizar a manutenção”, explica Vilma Monteiro, gerente de seguro residência da Liberty Seguros.

O estudo analisou outras causas frequentes que trazem transtornos aos moradores. Os danos causados por vazamentos e entupimentos são seguidos de problemas com eletroeletrônicos, eletrodomésticos e ar condicionado. Dos 15,8 mil serviços de assistência residencial solicitados, 24,72% foram para reparos destes equipamentos. “Muitas vezes os danos aos equipamentos são causados devido ao desgaste ou até mesmo à oscilação de energia”, diz.

O terceiro mais frequente incidente nas residências é o dano elétrico: 20,27% dos serviços realizados foram para troca e reparo na rede elétrica, troca de fusível, disjuntor, chuveiro, entre outros. “Os danos elétricos nas residências ocorrem devido à falta de manutenção preventiva, fiação envelhecida e também à oscilação de energia da rede externa, principalmente em dias chuvosos, gerando uma alta demanda por serviços de eletricista”, afirma.

Os demais incidentes que aconteceram nas residências foram para serviços de chaveiro (5,31%), cobertura provisória de telhado (1,74%), desentupimento (1,42%) e retorno para conclusão de serviços (6,75%). E o total das demais solicitações de serviços (2,57%) foram de marceneiro, vidraceiro, limpeza, entre outros.

Análise por Estado
O estudo mostra também que São Paulo é o estado com o maior número de solicitações de serviços para reparos emergenciais nas residências: 31% das chamadas foram de moradores de São Paulo (capital e interior). Em segundo lugar ficou o Paraná com 29,7%; em terceiro, Santa Catarina, com 8,59% e, em quarto lugar, Minas Gerais, 6,98%.

REPAROS EMERGIAIS MAIS SOLICITADOS

Serviço de Encanador – 37,21%

Conserto de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, ar condicionado – 24,73%

Serviço de Eletricista – 20,27%

Retorno para a conclusão de serviços solicitados – 6,75%

Serviço de Chaveiro – 5,31%

Serviço de Cobertura provisória de telhado – 1,74%

Serviço de Desentupimento – 1,42%

Outros (marceneiro, vidraceiro, limpeza) – 2,57%

Fonte: Estudo da Liberty Seguros com base na análise de 15,8 mil serviços emergenciais realizados de janeiro a julho de 2014

Investir parte ou totalidade do 13º salário em previdência privada traz benefícios para quem pensa no longo prazo

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O fim do ano se aproxima e muitos já estão pensando no que fazer com o 13º salário. Quitar dívidas e fazer compras estão entre os desejos do consumidor. Porém, especialistas em educação financeira recomendam poupar uma parte do montante. Dentre as opções de poupança para o longo prazo, a previdência privada é uma das mais recomendadas, pois é a única alternativa que oferece benefícios fiscais. A pessoa que destinar parte do seu 13º salário para um plano de previdência, até 31/12/2014, pode ter dedução na Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) de 2015, exercício 2014.

“Os planos de previdência devem ser incluídos na declaração de IRPF. Os da modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) permitem que os participantes deduzam as contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual tributável. É por isso que os PGBL são voltados às pessoas que declaram o IRPF no formulário completo”, explica o superintendente Comercial da Brasilprev, Guilherme Rossi.

“Para utilizar essa dedução das contribuições na declaração de IRPF é preciso que a pessoa contribua também para o INSS ou Regime Próprio de Previdência Complementar”, esclarece Rossi, que ressalta, também, que nessa modalidade de plano a tributação nos resgates e rendas incide sobre o valor total (contribuições + rendimentos); por isso, considera esta possibilidade como estratégia de diferimento fiscal.

É importante lembrar que, desde 2013, com as mudanças trazidas pela Medida Provisória 597/2012, os valores de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) são tributados exclusivamente na fonte com base em uma tabela progressiva específica. Com isso, os valores recebidos a título de PLR não devem entrar na conta dos 12% da renda bruta anual.

Já para quem faz a declaração pelo modelo simplificado, a melhor opção de plano de previdência é a modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que não permite a dedução das contribuições da base de cálculo do IRPF, porém, no momento do resgate, a cobrança do tributo incide apenas sobre os rendimentos.

Em relação à tributação dos planos, Rossi esclarece que há dois sistemas de recolhimento do tributo. “No regime Progressivo, os resgates estarão sujeitos ao Imposto de Renda (IR) de 15% na fonte e compensação na declaração anual. As rendas serão tributadas com base na Tabela Progressiva do IR em vigor. Já no sistema Regressivo, o que conta é o tempo de contribuição e a alíquota vai de 35%, inicialmente, chegando a 10% depois de 10 anos. Assim, quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor a alíquota”, finaliza.

Brasilprev disponibiliza ferramenta para orientação do investidor

Com o objetivo de orientar o investidor a compreender os benefícios tributários de um plano de previdência privada, a Brasilprev disponibiliza em seu site um simulador. O endereço é:

http://www2.brasilprev.com.br/ImpostoDeRenda/beneficiofiscal/Paginas/default.aspx.

“É comum que as pessoas tenham dúvidas sobre as vantagens de aportar o dinheiro em um plano de previdência privada. Pensando nisso, disponibilizamos uma página dedicada ao assunto ‘Imposto de Renda’ no portal da Brasilprev. Além de auxiliar na declaração, o usuário encontra informações sobre o incentivo fiscal do PGBL e também de como destinar uma parte do 13º salário, ou de outros recursos, pode ser benéfico à reserva de um plano de previdência”, diz o gerente de Canais Digitais da Brasilprev, Francisco José Molnar Casseb.

ANSP debate previdência privada e relações de consumo

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A Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP realiza no dia 19 de novembro, em São Paulo, o tradicional Café com Seguro, que terá como tema “Previdência Privada e relação de consumo: súmula 321 do STJ”.

O evento será conduzido pelo coordenador da cátedra de Previdência da ANSP, Wagner Balera, e contará com a participação de Affonso Heleno de Oliveira Fausto, Ana Paula Oriola de Raeffray, Daisson Silva Portanova, Daniel Pulino, Fábio Lopes Vilela Berbel, Jarbas Antonio de Biagi e Maria da Glória Chagas Arruda. Além do Acadêmico e Diretor da ANSP, Fernando Simões.

A súmula em questão afirma que o Código de Defesa do Consumidor é aplicável à relação jurídica entre a entidade de previdência privada e seus participantes, porém as relações entre os participantes e as entidades de previdência fechada e aberta são diferentes e o debate na comunidade jurídica e de previdência é justamente sobre a revisão, manutenção ou revogação desta súmula.

O Café com Seguro será o primeiro evento da ANSP em seu novo endereço: Avenida Paulista 1294 – 4º andar, conjunto 4B – Auditório do Sindseg – SP. As inscrições estão abertas e podem ser confirmadas até 14 de novembro pelo e-mail luciane@anspnet.org.br ou pelo telefone (11) 3333-4067. O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas.