Iniciativas que integram jovens e idosos são apresentadas no III Fórum Internacional de Longevidade

Release

O relacionamento entre jovens e idosos é um dos pilares de várias iniciativas apresentadas na última etapa do III Fórum Internacional de Juventude, realizado no Centro de Convenções do Grupo Bradesco Seguros, que é o patrocinador do evento. Iniciativas de Israel, Argentina e do Brasil vêm promovendo a integração entre jovens e idosos de forma a contribuir não apenas para quebrar o estigma em relação aos mais velhos, como também para aumentar as ações pela melhoria da qualidade de vida da terceira idade.

A presidente do Centro Internacional de Longevidade de Israel, Sara Carmel, apresentou um projeto, patrocinado pelo Ministério para os Idosos israelense, em parceria com vários colégios, para incluir pessoas com mais de 60 anos nas aulas de vários cursos do ensino fundamental, inclusive técnicos, lado a lado com os jovens. A interação entre a juventude e os idosos, além de prover uma ocupação útil para os mais velhos, recebeu a aprovação de 90% dos alunos adolescentes, em pesquisa realizada pelo projeto. Numa das escolas, um senhor de mais de 90 anos ensinou um jovem a jogar xadrez e passou a ser seu parceiro regular de jogos de videogames.

No Brasil, a Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati), projeto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) iniciado em 1993, recebe regularmente cerca de 3 mil idosos em seus 150 cursos específicos para terceira idade, promovendo sua convivência com os 30 mil adolescentes de suas cadeiras regulares, de acordo com Renato Veras, diretor da Unati.

Já a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que também oferece cursos para pessoas com 60 anos ou mais, criou em 2009 o programa Bairro Amigo do Idoso, para estudar e desenvolver iniciativas para terceira idade na região do entorno da universidade. De acordo com Luiz Roberto Ramos, diretor do Centro de Estudos do Envelhecimento da Escola Paulista de Medicina e coordenador do Departamento de Medicina Preventiva da universidade, o programa – que utilizou recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (F apesp) – virou modelo e vem sendo implantado em outros bairros de São Paulo.

Na Argentina, um programa do Centro Internacional de Longevidade estimula idosos a participar de cursos técnicos. Paralelamente, explicou a presidente do Centro Lia Daichman, alunos das escolas técnicas são orientados a desenvolverem projetos que irão ajudar os idosos no dia a dia, especialmente na área de mobilidade.

O último dia do Fórum teve também relatos de experiências inovadoras da Europa, contadas pelo enviado pela Rainha Sílvia. Ludvig Mörnesten, da Swedish Care International, falou sobre uma microcidade criada na Holanda especialmente para pessoas com demências. A iniciativa, que já está sendo copiada nos Estados Unidos, transformou-se num ambiente protegido para os idosos que sofrem de demência, propiciando inclusive maior autonomia aos pacientes. Outra iniciativa original citada por ele é da Alemanha. Em Dusseldorf, foi criado, em frente a uma instituição para pessoas com demência, um ponto de ônibus fictício, com uma função bastante peculiar. Os pacientes, comumente, têm momentos de estresse quando querem, a qualquer custo, ir embora do local. Assim, eles são levados ao ponto de ônibus (que é igual a qualquer ponto normal), onde o transporte nunca chega. Após algum tempo, um funcionário da instituição vai ao ponto fictício, conversa com o paciente e o convida a tomar um café, já que o ônibus não aparece. O artifício serve para acalmar o paciente de forma mais amena.

Jayant Umranikar, coordenador do ILC da Índia, contou por sua vez a experiência de sucesso da “Helpline”, uma iniciativa em conjunto com a Polícia local, que usa o trabalho de voluntários para manter uma linha telefônica específica, 24 horas por dia, 7 dias por semana, para idosos recorrerem em casos de abusos e violências.
O Fórum foi encerrado pela psicóloga brasileira Lígia Py, que ressaltou que o conceito de longevidade é uma das conquistas da humanidade, juntamente com o aumento da expectativa de vida, e que ele nos mostra que somos interdependentes: as pessoas precisam umas das outras, apesar de a tecnologia estimular o isolamento. Ela defendeu a necessidade de se despertar o cuidado da amizade, de olhar outras pessoas, já no início da formação dos jovens. “Nascemos com a marca da dependência. Desde o nascimento, os seres humanos precisaram se agrupar, senão as forças da natureza teriam exterminado a raça humana”, contou.

O III Fórum Internacional de Longevidade, patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros e realizado na sede da empresa, no Rio de Janeiro, reuniu mais de 250 especialistas do Brasil e do mundo sob o tema “Iniciativas Amigas do Idoso”.

Pellon & Associados está entre os melhores escritórios de advocacia de seguros

Foto001 - LFPellonRelease

De acordo com os guias internacionais Chamber and Partners e The Legal 500, o Pellon & Associados é um dos mais conceituados escritórios de advocacia dedicados ao Direito do Seguro da América Latina. Nos rankings Chambers Latin America 2016: Latin America’s Leading Lawyers for Business e The Legal 500 – The client’s guide to the Latin America Legal Profession, recém publicados, ele aparece em segundo lugar em meio a mais de 100 colocações.

De acordo com o The Legal 500, o Pellon & Associados possui uma rede de relacionamento mais ampla que muitas empresas especializadas em seguros. “Além de sua experiência em processos que envolvem seguros, a empresa se destaca em operações transacionais, planos de estruturação de seguros e questões regulatórias”, diz o estudo. O guia aponta o fundador do escritório, Luís Felipe Pellon, como um reconhecido líder no segmento.

O estudo do Chambers and Partners, realizado anualmente, reuniu os mais renomados escritórios de 185 países. A escolha é feita por meio de pesquisas, entrevistas e avaliação rigorosa de 150 editores. Já o The Legal 500 analisa o mérito de escritórios de advocacia em todo o mundo, por meio de pesquisa que conta com a participação de 250 mil profissionais e empresas de 106 países.

Tokio Marine participa do Teleton 2015

Ferrara: investimos cerca de R$ 100 milhões em melhorias e sistemas

tokio ferrara 2release

Para fortalecer suas ações de engajamento social, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, apoia o Teleton pelo quarto ano consecutivo. A iniciativa é realizada anualmente e tem como objetivo arrecadar fundos para os pacientes da AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente. Na 18ª edição da maratona televisiva, que será transmitida pelo SBT em 23 e 24 de outubro, a Companhia vai doar um cheque de R$ 210 mil à Instituição. O Presidente da Seguradora, José Adalberto Ferrara, e o Diretor-Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, farão a entrega simbólica do cheque dia 24, no palco. Como diferencial colaborativo, parte do valor doado pela empresa vem da participação de Corretores e Asessorias, que contribuíram com a ação por meio de doações no Programa Nosso Corretor (PNC), e de seus Colaboradores. Assim como no ano passado, um grupo de 200 Colaboradores voluntários vai trabalhar no Contact Center da Seguradora atendendo às ligações dos telespectadores das 8h de sábado até o final do programa.

“Há quatro anos consecutivos apoiamos o Teleton e é sempre uma honra poder contribuir com a AACD, instituição que realiza um trabalho de extrema importância para as crianças e adultos deficientes. Também reconhecemos e agradecemos o engajamento dos nossos Colaboradores, Corretores e Assessorias que abraçaram a causa da AACD”, afirma Ferrara.

De acordo com o presidente, faz parte da missão e valores da Tokio Marine promover e apoiar ações de caráter social, que proporcionem mais qualidade de vida para as pessoas. “Buscamos sempre nos envolver com atividades sociais, incentivando a cooperação também dos nossos Colaboradores e Parceiros de Negócios”, acrescenta. “É um prazer poder contar mais uma vez com a parceria da Tokio Marine. Ações como essas são de extrema importância para a AACD. Somos uma Instituição filantrópica e todo o recurso arrecadado é mais do que necessário para continuarmos a oferecer um serviço de excelência aos nossos pacientes”, afirma Angelo Franzão, Superintendente de Marketing e Captação de Recursos da AACD.

Além da participação no Teleton 2015, a Companhia promove diversas iniciativas em parceria com a AACD. Neste ano, por exemplo, a empresa apoiou a causa “Acessibilidade – Eu respeito”. Na ocasião, 1.200 Colaboradores voluntários fizeram uma blitz no Shopping Paulista para abordar pedestres e motoristas e orientá-los sobre a necessidade de respeitar as vagas reservadas às pessoas com deficiência.

Zurich convida Romero Britto para presentear comunidade assistida pela ONG Gerando Falcões, em SP

equipeZurichRelease

No mês das crianças, o novo projeto de Responsabilidade Social da seguradora Zurich no Brasil, batizado de “A Vida com Novas Cores”, vai literalmente colorir a vida de 10 mil assistidos pela ONG Gerando Falcões, de Eduardo Lyra, que atua através das artes em comunidades carentes da região de Poá, extremo leste da Grande São Paulo. A seguradora convidou o internacionalmente consagrado Romero Britto para participar da iniciativa. Ele fez uma releitura exclusiva de uma obra sua para ser instalada em um painel de 5m x 10,65 metros na Escola Professor José Antonio Bortolozzo, palco de diversas atividades culturais promovidas pela ONG.

A inauguração do painel acontece no próximo dia 25, a partir das 10h, e contará com as presenças do CEO de Seguros Gerais da Zurich, David Colmenares, executivos da seguradora, de Romero Britto, vindo especialmente de Miami, onde reside, e de membros da comunidade, a exemplo do diretor da ONG, Eduardo Lyra, além de autoridades da região. Até o momento está confirmada a participação do Prefeito de Poá, Marcos Borges.

O projeto da Zurich foi batizado de “A Vida com Novas Cores” porque a companhia acredita que o envolvimento com a arte pode levar os jovens e crianças carentes a vislumbrarem um futuro mais próspero. “O lema da ONG Gerando Falcões é incentivar crianças e adolescentes a acreditar na própria força e capacidade de realizar sonhos. A Zurich é acostumada a trabalhar em projetos de médio e longo prazo, e este é um dos nossos mais valiosos projeto de Responsabilidade Social no Brasil. Estamos bastante orgulhosos e felizes por oferecer esta iniciativa aos jovens que, afinal, são o futuro do país”, define David Colmenares, CEO de Seguros Gerais da Zurich.

Legado social de Romero Britto

Reconhecido internacionalmente pela sua identidade artística, Romero Britto se demonstra animado pela participação nesta importante ação. O artista, de infância humilde e que atingiu sucesso através da arte, afirma que, com a participação no projeto tem a chance de entregar um importante legado social ao seu País. Para ele, a obra que será entregue à comunidade de Poá tem um valor social incalculável. Esta será o maior painel de Romero Britto instalado em espaço aberto e público. De acordo com o artista, o desenho de uma família embaixo de um guarda-chuva significa proteção, acolhimento, cuidado, carinho envolvendo uma família e amigos engajados em uma ação de benfeitoria, significado esse que se relaciona diretamente com o projeto idealizado pela Zurich e as atividades da ONG Gerando Falcões.

A ONG e a Escola

Feliz com a oportunidade, o diretor da ONG Gerando Falcões, Eduardo Lyra, afirma que essa é uma grande oportunidade de colocar a periferia como criadora de agenda positiva através da arte. “Arte é uma ferramenta de mudança, capaz de transformar a comunidade com experiências inspiradoras”, comenta Lyra. “A iniciativa da Zurich mostra a estes jovens que eles estão sendo vistos, e isto os estimula. A vinda do Romero é uma coisa mágica na nossa história”, completa ao lembrar que Poá é a quinta cidade mais violenta da região metropolitana, e a escola torna-se um terriotório de paz dentro da comunidade. “É a arte sendo usada para largar arma e voltar para a escola”, afirma Lyra.

A Escola Professor José Antonio Bortolozzo é usada como ponto cultural da região, onde a ONG Gerando Falcões representa o berço social da comunidade. O diretor da EMEF, Marcelo Paiva, reforça o grupo dos que acreditam que a arte é capaz de mudar o futuro de crianças e adolescentes. “Há cerca de dez anos a escola tinha vidros quebrados e aspecto de mal cuidada. Pela arte, e com o apoio da Gerando Falcões, hoje o espaço é respeitado e cuidado por todos. E os alunos passaram a ter notas melhores, também”, diz. “O painel do Romero trará empoderamento para a comunidade, pois ela será mais vista. Nossa escola passa a ser ponto turístico e pedagógico da nossa comunidade”, acredita Paiva.

A arte oferece uma paisagem agradável, um cenário positivo. Isto reflete na auto-estima destes jovens e leva à projeção de um futuro melhor. “A Zurich entende que um bom estímulo a esses ‘falcões’ em potencial é aproximá-los de um brasileiro de expressividade internacional que teve uma infância difícil, mas conseguiu superar as dificuldades”, diz o CEO David Colmenares.

Além do projeto ‘A Vida com Outras Cores’, a Zurich mantém também uma gincana solidária entre suas ações de responsabilidade social. A ‘Missão Z’ foi criada para honrar os compromissos da Zurich com as comunidades com o objetivo de estimular os profissionais da empresa a organizarem ações culturais, recreativas, educacionais, de cidadania, ou doações de diversos produtos, como alimentos e roupas, que promovam a inclusão social das pessoas assistidas de entidades selecionadas pelas equipes participantes.

Fundación Mapfre traz ao Brasil campanha para prevenir a morte súbita no futebol

Release

Mais de 150 pessoas da comunidade médica e esportiva, além de convidados, participaram nesta terça-feira, 20, no Museu do Futebol, em São Paulo, do lançamento da campanha Jogue Seguro – uma iniciativa com foco na promoção da saúde organizada pela Fundación Mapfre para trazer mais segurança na prática de esportes, prevenindo as mortes súbitas.

Na ocasião, foram apresentados o aplicativo CPR11, que traz um guia com 11 passos básicos sobre como agir durante os primeiros minutos de uma parada cardiorrespiratória, e o vídeo oficial da campanha, que conta com a participação de grandes nomes do futebol como os jogadores Kaká, Alexandre Pato, Marcelo, Elias, além da jogadora Formiga, do jogador de futsal Falcão, do técnico Tite, do ex-goleiro Marcos e do ex-jogador Roberto Rivelino.

A campanha já foi lançada na Espanha e em Portugal e agora chega ao Brasil com a parceria do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que é um dos centros médicos de excelência da FIFA no Brasil.

Nos países onde foi lançada, a campanha contou com o apoio de jogadores de destaque no futebol mundial como Sérgio Ramos, jogador do Real Madrid e da seleção espanhola; Luís Figo, ex-capitão da Seleção de Portugal; Tiago, jogador do Atlético de Madrid e da seleção portuguesa; Pepe e Fábio Coentrão, jogadores do Real Madrid e da seleção portuguesa. Outro importante nome a aderir à campanha na Espanha foi Rubem de la Red, jovem revelação espanhola que defendia o Real Madrid, mas que teve aposentadoria precoce em 2009, aos 24 anos, após um desmaio em uma partida.

No lançamento na Espanha, realizado em dezembro de 2014, o aplicativo CPR 11 atingiu 16 milhões de pessoas apenas no Twitter. Já a versão portuguesa do vídeo, lançado em março deste ano, alcançou mais de 100.000 visualizações na primeira semana.

Desenvolvido em parceria com especialistas do Centro Médico de Excelência FIFA Ripoll e De Prado Sport Clinic e do Centro FIFA F-MARC (Medical Assessment and Research Center), o aplicativo foi criado para ajudar a salvar vidas, evitando a chamada morte súbita que acomete atletas durante a prática desportiva, principalmente o futebol. Disponível para iOS, Android e Windows Phone, o app é gratuito e está disponível para download nas lojas virtuais de cada sistema operacional. Os usuários que baixarem o aplicativo também poderão compartilhar o conteúdo com seus contatos por meio das redes sociais, via Whatsapp, e-mail ou SMS.

“Em todo o mundo, são alarmantes os altos índices de morte causados por paradas cardiorrespiratórias súbitas, provocadas muitas vezes pela prática esportiva sem acompanhamento médico. Para prevenir essas ocorrências e tornar os hábitos saudáveis de vida ainda mais seguros, a Fundación Mapfre uniu-se aos mais respeitados especialistas em medicina esportiva para oferecer recomendações simples e didáticas que possam salvar vidas”, diz Wilson Toneto, CEO MAPFRE Regional Brasil

No futebol profissional, por exemplo, nos últimos 10 anos foi registrada ao menos uma parada cardíaca a cada mês em todo o mundo. Logo após o lançamento oficial no Brasil, a campanha Jogue Seguro será apresentada no dia 22 de outubro para a classe médica durante o 27º Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e do Esporte, realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Mitsui, a número “1” do Japão, busca parceiros no Brasil

mitsuiMais um grupo estrangeiro com apetite de investir no Brasi, seja na compra ou na parceria com seguradoras locais. “Estamos em busca de potenciais candidatos, que compartilhem a nossa filosofia”, disse Yasuyoshi Karasawa, CEO mundial do grupo Mitsui Sumitomo & Aioi Dowa (MS&AD), demostrando o grande interesse dos acionistas em crescer no Brasil, país que tem como destino estar entre as cinco maiores economias do mundo até 2050, afirma. “O Brasil é uma base importante para avançarmos na estratégia internacional do grupo Mitsui”, ressalta. “Apesar da recessão, são 200 milhões de pessoas, a população é jovem e o país ainda tem uma baixa penetração de seguros. Também sabemos que os investimentos são necessários e vão acontecer. Isso nos faz estimar um crescimento significativo a médio e longo prazo no Brasil”, afirmou o executivo que comanda a seguradora número um do Japão, da Ásia e oitava maior do mundo.

No balanço do final de março de 2015, o grupo divulgou dados de 2014, com faturamento de US$ 24 bilhões e lucro líquido de US$ 1,1 bilhão. Com tal resultado, o plano ambicioso de quatro anos, que se finaliza em 2017, foi elevado. “A chave para crescermos está na expansão das operações internacionais, que estão indo muito bem e nos possibilitaram a elevar nossa meta do plano”, afirmou.

O executivo entende que a economia brasileira enfrenta uma situação bastante crítica. “Valorizamos a grande riqueza de recursos naturais, um país preponderante no fornecimento agrícola e, do ponto de vista de uma seguradora, olhamos de 40% da população é formada por pessoas abaixo de 40 anos. Com isso, em meados do século, 2050, o Brasil será a quinta maior economia do mundo a medida que forem adotados transparência politica, parcerias públicos privadas e reformas necessárias. Com tudo isso, temos certeza de que subirá no ranking das maiores economias do mundo. Em seguro, ainda que compararmos ao Japão, com penetração do setor equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB), vemos um grande potencial no Brasil, que ainda não chega a 4%”, acrescentou.

Em investimentos, em outubro do ano passado, o grupo aportou 15 bilhões de iene (R$ 340 milhões), o que reforçou a capacidade de subscrição e ampliar a presença. “Temos perseguido nosso objetivo de ser uma das dez maiores do mercado segurador brasileiro de forma orgânica. Mas podemos adquirir empresas, caso tenhamos acesso a negócios que estejam dentro da filosofia e estratégia do grupo”, disse. Enquanto não há negociações, o grupo investe na nossa equipe local, que segundo ele vai muito bem sob o comando de Hélio Kinoshita, vice-presidente e COO da Mitsui Sumitomo.

O grupo tem apostado na expansão internacional, com compras relevantes em várias partes do mundo. A América Latina, diz o CEO mundial, é importante pois há países, como o Brasil, livres de catástrofes. “Além da diversificação regional, também mitigamos os riscos do negócio, especialmente os causados pelas catástrofes naturais”, disse o executivo que participou pessoalmente do atendimento a milhões de segurados que perderam tudo ou quase tudo em 2013, com o terremoto seguido de tsunami que arrasou regiões do Japão e gerou uma revolução nas apólices de seguros, que passaram a considerar indenizações por perdas em todas as partes do mundo, mesmo que o acidente tenha ocorrido do outro lado do planeta. Montadoras como Honda e Toyota, por exemplo, deixaram de fornecer peças para vários países, causando prejuízos para terceiros, que não tinham como atender seus clientes. “Hoje os riscos são globais e tudo isso é levado em consideração pelos clientes, corretores e seguradoras”, comenta Hélio Kinoshita.

Segundo ele, a estratégia para a expansão internacional visa conquistar clientes de forma geral. “No início, focamos nossa atuação em atender clientes japoneses em sua jornada internacional. Mas agora expandimos nossa atuação e em busca de clientes em todos os mercados, desenvolvendo produtos inovadores para atender as necessidades das empresas brasileiras e com serviços diferenciados”, finalizou Yasuyoshi Karasawa.

Ele chegou ontem ao Brasil, participa hoje de um coquetel com cerca de 500 executivos, entre corretores, clientes e personalidades políticas do setor e do país, e volta ao Japão amanhã. Entre os convidados, o presidente da Fides e da CNseg, Marco Antonio Rossi, que mesmo com o XXXV Conferência Hemisférica de Seguros, a Fides Chile 2015, realizada de 25 a 28 de outubro, em Santiago do Chile, abriu a agenda para participar do evento da Mitsui de 50 anos nesta noite.

Liberty Seguros lança www.mulheresseguras.com.br

mulheressegurasCoragem para seguir sua paixão. Mover o mundo para frente. Do seu próprio jeito. Esses são alguns conceitos femininos captados pela Liberty Seguros para o lançamento da plataforma Mulheres Empreendedoras (www. mulheresseguras.com.br). Esse mais um projeto que nasce pequeno mas que deve ficar gigante, uma vez que dá voz a mulheres e também por poder ser usado pela matriz. “Queremos dar suporte às mulheres, para que elas se capacitem a tornar seus sonhos realidade e ser reconhecida como uma seguradora que presta serviço e está ao lado do segurado na hora que ele precisar. Esse é o objetivo da Liberty, que usou diversas pesquisas de mercado, de Sebrae a Ibope, para criar o portal de relacionamento”, diz Rosy Brode Herzka, diretora de riscos patrimoniais.

Mulheres Seguras é um projeto que a Liberty criou para apoiar mulheres que decidiram encarar o desafio de vida e abrir o próprio negócio. Nas pesquisas, ficou claro que várias mulheres se viram sem seus maridos, ou os companheiros não apoiavam o desejo de empreender das esposas, bem como meninas já plugadas em ter seus próprios negócios. “Muitas também já acreditam que já esgotaram suas contribuições no mundo corporativo e sentem que podem partir para empreender seus sonhos de forma mais detalhista e focada”, conta Rosy Brode Herzka.

A linha editorial do portal tem três pilares : empodeiramento das mulheres, com capacitação técnica, chances de igualdade de ascensão diante do público masculino; e dar um basta ao perfeccionismo, principalmente no quesito “ser linda e magra”, pois elas estão cansadas de atrelar seu sucesso a beleza ; e o terceiro é autosuficiência, entregando a sociedade o que elas acreditam como negócios sustentáveis.

“Temos certeza de que esse projeto vai crescer”, afirma Larissa, “o que é um grande orgulho para a equipe brasileira, que tem o ex-presidente da subsidiária brasileira no comando das operações da América Latina de um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos estimulando toda a equipe a troca de experiência para aprimorar o grupo de forma global”.

Rosy se emociona ao apresentar o projeto para um grupo de jornalistas nesta manhã. “Sou de uma geração de que quando mulheres começavam algum projeto causava um grande impacto na sociedade. Que bom que tudo mudou”, diz. O projeto começou com uma pesquisa sobre cases femininos. A seguradora escolheu a história de vida Alcione de Albanesi, 54 anos, fundadora e presidente da FLC, líder do mercado brasileiro de lämpadas, para mostrar a força feminine.

Aos oito anos ela rifava os presentes do aniversário para arrecadar dinheiro para estudar. Aos 14 anos partiu para melhorar sua educação nos EUA. Voltou ao Brasil com ideias empreendedoras, típicas de homens, e por recomendação da mãe fez um curso de modelo. Mas ela não queria só a passarela. Ela queria ser a dona da confeccção. Aos 17 tinha sua própria empresa com 80 funcionários. Vendeu a indústria têxtil no auge e partiu para um novo desafio.

Montou a primeira loja de auto-serviço na Santa Efigênia, uma das ruas mais movimentadas do centro de São Paulo. Em 1992, foi para China negociar com fornecedores de lâmpadas e comprou 3 containers, na tentativa de replicar o que tinha visto nos EUA. Quando a encomenda chegou, percebeu que as lâmpadas não eram compatíveis. Não se fez de vítima e voltou ao centro do mundo “Made in China”. Negociou novas lâmpadas, vendidas “a jato”, pois foi justamente quando o Brasil teve um apagão e risco do fornecimento de energia.

Ter coragem de seguir suas paixões. É isso que queremos estimular”, finaliza Rosy, citando alguns dados das pesquisas: 52% dos empreendedores no Brasil são mulheres. Esse número cresce rápido. 80% nos últimos dez anos. A intenção não é lançar produtos e sim dar suporte e estabelecer vinculo de relacionamento. Mas certamente as ideais para criação de produtos sob medida vão surgir”, acrescenta Larissa Vecchi, gerente de comunicação e marca da Liberty Seguros. “Elevar o número de mulheres no mix de clientes da seguradora talvez seja uma consequência, mas não é esse o objetivo”, afirma. Natalia Castilho, especialista de relações públicas e conteúdo da seguradora, a ideia surgiu da agência de comunicação do grupo, a SmartPR, com o foco de aprimorar o relacionamento da seguradora com seus públicos alvos.

Mais informações divulgadas pela seguradora:

De acordo com dados do Global Entrepreneurship Monitor, 52% dos novos empreendedores no Brasil são mulheres. Elas também são maioria entre as pessoas que ainda não empreendem, mas desejam começar um negócio próprio. Com foco neste público, que encara diariamente o desafio de ter um negócio próprio ou que deseja começar a trilhar este caminho, a Liberty Seguros lança hoje uma nova plataforma online, o Mulheres Seguras (www.mulheresseguras.com.br).

Com o objetivo de se aproximar ainda mais desse universo, a plataforma vai oferecer às leitoras conteúdo útil para o seu cotidiano profissional e pessoal. O conteúdo foi distribuído em editorias e seguirá as tendências de empoderamento, não ao perfeccionismo e autossuficiência. O Mulheres Seguras será um ponto de encontro para o compartilhamento de conquistas, aprendizados e dificuldades, além de um espaço para a troca de ideias sobre melhores práticas.

“A Liberty Seguros está constantemente buscando novos caminhos para se relacionar com seus públicos. E esta busca foi uma das inspirações para a criação do Mulheres Seguras”, diz Larissa Vecchi, gerente de comunicação e marca institucional da Liberty Seguros “Além de notícias, a plataforma abordará temas diversos, como educação, histórias inspiradoras e entretenimento. As leitoras poderão se informar sobre uma série de assuntos que vão desde como se alimentar bem para encarar o dia de trabalho até como administrar as finanças”, explica.

O Mulheres Seguras pode ser acessado no endereço: www.mulheresseguras.com.br. O conteúdo também será compartilhado em uma newsletter mensal e nos canais da Liberty Seguros no Facebook, Instagram, Google+ e YouTube.

X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros reúne cerca de 600 pessoas em SP

Release

O X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que aconteceu hoje (20 de outubro), no Hotel Unique, em São Paulo, reuniu quase 600 pessoas, incluindo geriatras, médicos, psicólogos e estudiosos de longevidade, nacionais e estrangeiros, que discutiram o tema “Inspirando um mundo melhor para todas as idades”.

Entre os palestrantes, a antropóloga norte-americana Ruth Finkelstein, professora da Universidade de Columbia, em New York (EUA), e coordenadora do programa Cidade Amiga do Idoso, do prefeito Michael Bloomberg (2012), e Michael Hodin, ex-executivo sênior da multinacional Pfizer – que se notabilizou por atuar em programas de valorização do idoso e assina o blog “Age and Reason”, no site jornalístico The Huffington Post – trouxeram um pouco de suas experiências e práticas em longevidade.

Entre os palestrantes brasileiros, estiveram presentes o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, quepor 13 anos dirigiu o Programa Global de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS) e é consultor do Grupo Bradesco Seguros para assuntos relacionados à longevidade; a escritora Márcia Tavares, autora do livro “Trabalho e Longevidade: como o novo regime demográfico vai mudar a gestão de pessoas e a organização do trabalho”; e o cineasta Gabriel Martinez, diretor do elogiado documentário “Evelhescência”.

Na abertura do evento, o Diretor de Vida e Previdência da Bradesco Seguros, Jair Lacerda, lembrou que, quando o Fórum começou, em 2006, o tema “longevidade” era um tabu. “A cada edição, porém, percebo que o mundo está encarando o tema com mais seriedade e profissionalismo”. O Diretor da Bradesco Seguros Alexandre Nogueira acrescentou que o Fórum “também está se tornando longevo”, que o Grupo Segurador tem seu DNA voltado para a longevidade e acredita nisso como um “elo de transformação da sociedade”.

Com apresentação da jornalista Sonia Bridi, correspondente internacional da TV Globo, o X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros contou, ainda, com palestras da jornalista Mara Luquet, que trabalhou em “Veja”, “Valor Econômico”, “Folha de S. Paulo”, “Exame” e “Gazeta Mercantil” e é autora do livro “Aposentada ficava a sua avó”; do cineasta Gabriel Martínez, diretor do elogiado documentário “Envelhescência”; e do psicólogo Claudemir Oliveira, ex-executivo de Treinamento da The Walt Disney Company, que mostrou como uma das líderes mundiais do ramo do entretenimento se esforça para encantar clientes de todas as idades.

O evento terminou com o bate-papo “Encontro de Gerações”, reunindo a colunista de “O Globo” Cora Rónai e sua mãe, Nora Rónai – que, aos 90 anos, bateu o recorde mundial dos 100 metros borboleta na Natação Master, com tempo de 3 minutos e 51 segundos.

Durante o X Fórum da Longevidade, também foi realizada a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que visam despertar a sociedade para o tema, reconhecendo trabalhos nas categorias de “Jornalismo”, “Histórias de Vida” e “Pesquisa em Longevidade”. Em sua quinta edição, a premiação recebeu 298 inscrições, sendo 153 para categoria “Jornalismo”; 111 para “Histórias de Vida” e 34 em “Pesquisa em Longevidade”.

Na categoria Jornalismo – Mídia Impressa – a “Revista Folha” arrebatou o primeiro lugar, ficando o “Valor Investimento” na segunda colocação e a revista “Cláudia” com a terceira. Já em Mídia Eletrônica, o SBT conquistou o primeiro lugar, a rádio CBN Recife em segundo e a TV Bahia na terceira colocação.

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de aliar proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, conjunto de provas de corrida e caminhada realizadas em diversas cidades do Brasil desde 2007, e que já reuniu mais de 300 mil participantes; e o programa Porteiro Amigo do Idoso, cujo objetivo é capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos e já treinou mais de 1.000 profissionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Mulheres podem gerar US$ 1,7 bi para a indústria mundial de seguros

mulheres 3Fonte: Com agências internacionais

Em 2030, a indústria mundial de seguros estima vender até US$ 1,7 bilhão apenas para as mulheres, sendo 50% delas pertencentes a dez economias emergentes. Ou seja, mais um ponto a favor do Brasil, que está incluído nesta lista, segundo estudo divulgado pela francesa AXA, pelo braço financeiro do Banco Mundial, o IFC, e pela consultoria Accenture. Além do Brasil, o estudo analisou os mercados de seguros da China, Colômbia, Índia, Indonésia, México, Marrocos, Nigéria, Tailândia e Turquia.

O relatório global, “Segurar a mulher para proteger a todos”, divulgado pelas agências de notícias internacionais, identifica que as seguradoras têm negligenciado as mulheres como um segmento-chave de clientes, apesar do seu potencial de crescimento significativo. O estudo destaca que envolver de forma mais efetiva as mulheres permitiria à indústria de seguros aumentar significativamente sua participação na economia e também apoiar o desenvolvimento social e econômico nos mercados emergentes.

O estudo enfatiza também a contribuição que este grupo pode ter como um agente em relação ao cliente, como líderes de marketing e vendas, geralmente como profissionais da distribuição, ajudando a expandir a cobertura de proteção dos clientes, tanto homens como mulheres a nível mundial.

“A crescente participação das mulheres com certificações acadêmicas, de mulheres que trabalham que são proprietárias ou gerem empresas, de mulheres com níveis de renda crescentes, está provocando uma mudança e ampliando o panorama das necessidades de proteção”, afirmou Denis Duverne, CEO adjunto do grupo segurador francês.

No Brasil, esse mercado poderá crescer até 12 vezes, atingindo US$ 122 bilhões.

São Paulo, 17 de setembro de 2015 – A AXA, em parceria com o IFC e a Accenture, realizou um estudo em dez economias emergentes, que mostra que em 2030 o mercado global de seguros deverá faturar entre US$ 1,4 a US$ 1,7 trilhão comserviços adquiridos por mulheres. Em 2013, esse montante era de US$ 777 bilhões.

O estudo aponta que 50% desse crescimento será proveniente das dez economias emergentes pesquisadas[1]. No Brasil, a estimativa é de que esse mercado cresça entre oito e 12 vezes, quando comparado ao valor em prêmios pagos por mulheres em 2013, US$ 10 bilhões, atrás apenas da indústria indonésia que deverá crescer entre dez e 16 vezes.

No Brasil, as razões apontadas para essa expansão são o crescimento da renda; da participação da mulher no mercado de trabalho, da expectativa de vida e da quantidade de anos de aposentadoria, segundo release distribuído pela subsidiária local. Também fazem parte da lista o aumento do poder de barganha das mulheres em seus domicílios – fortemente relacionado ao incremento da renda -, da quatidade de mulheres solteiras – que, por isso, devem prover suas necessidades – e o enorme déficit de proteção para pequenas e médias empresas, das quais 43% tem mulheres como proprietárias.

O estudo revela ainda que as brasileiras são as mais dispostas a gastar maiores quantias em seguros, principalmente relacionados a riscos que ameacem seu lar e sua família – especialmente no ramo de saúde. No entanto, na contra-mão dessa tendência, três motivos são apontados como entraves para concretização desse potencial: conhecimento insipiente dos benefícios do seguro, relacionada à falta de proatividade no processo de venda; insegurança em relação à tomada de decisões financeiras; e a percepção de que seguro é caro.

Para Philippe Jouvelot, presidente da AXA no Brasil, “o reporte evidencia a mulher como um motor de desenvolvimento econômico. Em relação aos seguros, há um traço comportamental importante: elas tendem a ser mais conscientes em relação a riscos. Para aproveitar essa oportunidade, temos de ser bem-sucedidos na oferta, que deve levar em consideração as suas necessidades como mulher, mas também como geradoras de sua riqueza e tomadoras de decisão”.​

Link para o estudo completo: http://goo.gl/jWTWf3

Baden Baden: Resseguradores pressionados por redução de custos

baden badenA grande aposta em Baden Baden é de que a concorrência vai continuar empurrando as empresas para fusões e aquisições, que os ataques cibernéticos devem gerar perdas significativas, que o seguro de carro vai sobreviver mesmo com sistema de compartilhamento ou sem motoristas e que a inovação é o caminho mais suave para manter o crescimento da indústria.

As resseguradoras enfrentam pressão por custos menores de todos os lados. Além dos clientes e corretores pressionarem por acordos mais enxutos, agora as seguradoras e os países decidiram negociar em bloco para ganhar poder de barganha, informam as agências internacionais que acompanham o tradicional encontro anual de resseguros na cidade alemã.

Os países da “Aliança do Pacífico”, bloco comercial formado pela Colômbia, Chile, México e Peru, pretendem adquirir, de maneira conjunta, um seguro para enfrentar eventuais riscos catastróficos no futuro, informou o titular do Ministério da Economia e Finanças (MEF), Alonso Segura, informam as agências internacionais. Ele disse que os ministros de Finanças da “Alianza del Pacífico”, em breve avaliarão as propostas que estavam na mesa de negociações em rodadas que aconteceram em Lima, paralelamente as reuniões anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), entre 5 e 12 de outubro. Devido às suas características complexas, ainda mais envolvendo países com riscos catastróficos causados pela natureza, o tema requer mais tempo por envolver políticas nacionais.

Também as seguradoras europeias estão centralizando riscos e comprando menos resseguros, de acordo com um relatório divulgado segunda-feira pela Standard & Poor ‘s (S&P) no tradicional encontro de resseguradores na elegante cidade alemã. No entanto , alguns estão aproveitando as condições de concorrência no mercado de resseguros para comprar cobertura multianual para riscos catastróficos, diz a agência. Também estão centralizando a compra de todas as unidades do grupo para conseguir melhor preço com as resseguradoras, revela o estudo “The Latest Twists In the Co-Evolution of European Insurers and Reinsurer”.