Bradesco Saúde Concierge lança plataforma on-line “Saúde em Equilíbrio”

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O Bradesco Saúde Concierge – um conjunto de serviços especiais que oferece mais tranquilidade e bem estar ao segurado e sua família – acaba de lançar o “Saúde em Equilíbrio”, plataforma on-line desenvolvida para que o segurado possa cuidar de sua saúde de forma conveniente e interativa.

Dentre as comodidades oferecidas estão: sugestões de refeições saudáveis, autoavaliação do estado nutricional, contador de calorias, orientações alimentares diversas e conteúdo informativo sobre alimentação saudável e alimentos funcionais. Os segurados também poderão interagir com nutricionistas para tirar dúvidas sobre alimentação, possibilitando o recebimento de relatórios com orientações nutricionais mais específicas.

Além do “Saúde em Equilíbrio”, o Bradesco Saúde Concierge oferece segunda opinião médica internacional; importação de medicamentos; vacinas do viajante; atendimento móvel para realização ou coleta de exames; coleta expressa de documentos para solicitação de reembolso de despesas médicas; suporte para internação no exterior; central para marcação de exames especiais; lista de referências médicas; assistência pessoal com cobertura para o Tratado de Schengen*; orientação médica por telefone; central de suporte à obtenção de vagas; prontuário eletrônico e Welcome Home.

Os clientes dos planos corporativos que contam com os serviços exclusivos do Bradesco Saúde Concierge podem usufruir de salas Vips, como as que estão localizadas nos hospitais Sírio-Libanês, Hospital do Coração (HCOR) e Albert Einstein (São Paulo) e na Casa de Saúde São José (Rio de Janeiro).

Para ter acesso aos serviços do Bradesco Saúde Concierge e obter mais informações sobre o “Saúde em Equilíbrio”, o segurado pode acessar o site www.bradescosaudeconcierge.com.br.

*Países signatários: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Portugal, República Checa, Romênia, Suécia e Suíça.

Susep divulga normativo para cálculo da CSLL

A Susep publicou nesta sexta-feira a Instrução Normativa nº 1.591 que regulamenta a forma de apuração do imposto. Ficou definido que 20% no período compreendido entre 1º de setembro de 2015 e 31 de dezembro de 2018, e 15% a partir de 1º de janeiro de 2019, no caso das pessoas jurídicas de seguros privados, das de capitalização, das agências de fomento; 17% no período compreendido entre 1º de outubro de 2015 e 31 de dezembro de 2018, e 15% a partir de 1º de janeiro de 2019, no caso das pessoas jurídicas referidas no inciso IX do § 1º do art. 1º da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001; e 9% no caso das demais pessoas jurídicas.

Veja a íntegra:

Secretaria da Receita Federal do Brasil

Instrução Normativa nº 1.591 de 5 de novembro de 2015

Dispõe sobre a forma de apuração e a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido aplicável aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de setembro de 2015 ou 1º de outubro de 2015, nos casos em que especifica e nos termos do art. 70 da Lei nº 12.715, de 2012.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 1º da Lei nº 13.169, de 6 de outubro de 2015, resolve:

Art. 1º A alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), instituída pela Lei nº 7.689, de 15 de dezembro de 1988, é de:

I – 20% (vinte por cento), no período compreendido entre 1º de setembro de 2015 e 31 de dezembro de 2018, e 15% (quinze por cento) a partir de 1º de janeiro de 2019, no caso das pessoas jurídicas de seguros privados, das de capitalização, das agências de fomento referidas no art. 1º da Medida Provisória nº 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, e das referidas nos incisos I a VII e X do § 1º do art. 1º da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001;

II – 17% (dezessete por cento), no período compreendido entre 1º de outubro de 2015 e 31 de dezembro de 2018, e 15% (quinze por cento) a partir de 1º de janeiro de 2019, no caso das pessoas jurídicas referidas no inciso IX do § 1º do art. 1º da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001; e

III – 9% (nove por cento), no caso das demais pessoas jurídicas.

Art. 2º As pessoas jurídicas de que trata o inciso I do caput do art. 1º, tributadas com base no lucro apurado trimestralmente, deverão observar, relativamente ao 3º (terceiro) trimestre de 2015, os seguintes procedimentos:

I – verificar a relação percentual entre o total das receitas brutas do mês de setembro e o total das receitas brutas computadas no trimestre;

II – aplicar o percentual calculado na forma prevista no inciso I sobre a base de cálculo da CSLL apurada no trimestre;

III – sobre o valor apurado na forma prevista no inciso II, aplicar a diferença entre a alíquota atual e a anterior, de 5% (cinco por cento);

IV – adicionar o valor calculado na forma prevista no inciso III à CSLL apurada por meio da aplicação da alíquota anterior de 15% (quinze por cento) sobre a base de cálculo total do trimestre, determinando assim o valor da CSLL relativa ao período de apuração.

Art. 3º As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, que estiverem efetuando o pagamento da CSLL por estimativa, conforme disposto no art. 30 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, deverão apurar a CSLL devida mensalmente até 31 de dezembro de 2015 mediante a aplicação das alíquotas de:

I – 20% (vinte por cento), a partir de 1º de setembro de 2015, na hipótese prevista no inciso I do caput do art. 1º; ou

II – 17% (dezessete por cento), a partir de 1º de outubro de 2015, na hipótese prevista no inciso II do caput do art. 1º. Parágrafo único. Relativamente aos balanços ou balancetes encerrados a partir de 1º de setembro de 2015, na hipótese prevista no inciso I do caput do art. 1º, ou a partir de 1º de outubro de 2015, na hipótese prevista no inciso II do caput do art. 1º, até 31 de dezembro de 2015, serão adotados os seguintes procedimentos:

I – verificar a relação percentual entre o total das receitas brutas do mês de setembro de 2015, na hipótese prevista no inciso I do caput do art. 1º, ou do mês de outubro de 2015, na hipótese prevista no inciso II do caput do art. 1º, até o último mês abrangido pelo período de apuração e o total das receitas brutas computadas no balanço desse período;

II – aplicar o percentual calculado na forma prevista no inciso I sobre a base de cálculo da CSLL apurada no balanço ou balancete do período, ajustada na forma prevista na legislação específica;

III – sobre o valor apurado na forma prevista no inciso II, aplicar a diferença entre a alíquota atual e a anterior, de 5% (cinco por cento), na hipótese prevista no inciso I do caput do art. 1º, ou de 2% (dois por cento), na hipótese prevista no inciso II do caput do art. 1º;

IV – adicionar o valor calculado na forma prevista no inciso

III à CSLL apurada por meio da aplicação da alíquota anterior de 15% (quinze por cento) sobre a base de cálculo ajustada relativa ao período abrangido pelo balanço ou balancete, determinando assim o valor da CSLL relativa ao período de apuração.

Art. 4º As pessoas jurídicas optantes pelo regime de estimativa, que apurarem resultados mensais mediante balanços ou balancetes de suspensão ou redução, poderão calcular a CSLL devida, referente ao mês-calendário de cada balanço ou balancete:

I – à alíquota de 20% (vinte por cento), aplicada sobre a diferença entre a base de cálculo ajustada relativa ao balanço do mês calendário e a relativa ao balanço do mês-calendário imediatamente anterior, a partir de setembro de 2015, na hipótese prevista no inciso I do caput do art. 1º; ou

II – à alíquota de 17% (dezessete por cento), aplicada sobre a diferença entre a base de cálculo ajustada relativa ao balanço do mês-calendário e a relativa ao balanço do mês-calendário imediatamente anterior, a partir de outubro de 2015, na hipótese prevista no inciso II do caput do art. 1º.

Parágrafo único. Se a base de cálculo ajustada resultar valor inferior ao apurado a partir do último balanço ou balancete levantado, observado o disposto no parágrafo único do art. 3º, ou os recolhimentos efetuados até essa data forem iguais ou superiores ao valor devido com base no balanço de suspensão ou redução levantado no mês-calendário, a CSLL referente a esse mês-calendário não será devida ou poderá ser reduzida, conforme o caso.

Art. 5º Fica revogada a Instrução Normativa nº 810, de 21 de janeiro de 2008.

Art. 6º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

Seguros da Sete Brasil também têm problemas

plataforma1Fonte: O Financista (http://www.financista.com.br/noticias/sete-brasil-denuncia-a-lava-jato-irregularidades-em-seu-bilionario-programa-de-seguros)

A empresa de sondas de exploração de petróleo Sete Brasil identificou irregularidades cometidas na contratação de seu programa de seguros envolvendo pessoas já investigadas na Operação Lava Jato. A companhia fez uma denúncia ao Ministério Público Federal pedindo a investigação do caso, que está sendo apurado pela força tarefa do órgão ligada à operação da Polícia Federal. O Financista teve acesso ao documento de 31 páginas contendo o teor da denúncia.

De acordo com post da jornalista Thais Fôlego, do portal O Financista, o foco da queixa é a relação entre Pedro Barusco, delator da Lava Jato e ex-diretor de operações da Sete Brasil, e Marcelo Vicentini, contratado como consultor e, posteriormente, corretor de seguros e resseguros para a formatação do bilionário programa de seguros da companhia.

Thais conta que a Sete Brasil foi criada em 2011 para construir sondas de águas profundas que seriam alugadas pela Petrobras. Tem entre seus acionistas a própria Petrobras, bancos (BTG Pactual, Bradesco e Santander) e fundos de pensão (Previ, Petros e Funcef e Valia). A empresa tem atualmente problemas de caixa desde que os escândalos da Lava Jato envolvendo a Petrobras e algumas das principais empreiteiras paralisaram a compra de plataformas e equipamentos.

Segue a íntegra publicada pelo O Financista:

A Sete Brasil começou a investigar internamente o caso de seu programa de seguros após o conteúdo de um dos depoimentos de Barusco ter vindo a público, em que ele contou que recebeu “um depósito de US$ 800 mil da Trillium Assets, negócio de seguros de plataforma feito com Marcelo Vicentini, não se tratando de propina [da Petrobras]”.

Os advogados da Sete Brasil, os escritórios Vilardi Advogados e Ernesto Tzirulnik Advocacia, afirmam na denúncia que o fato de o diretor de uma empresa ter recebido de um prestador de serviços uma expressiva quantia no exterior, por meio de uma empresa offshore em conta na Suíça não declarada às autoridades brasileiras, merece investigação.

A partir do depoimento, a Sete Brasil promoveu investigações internas e verificou fatos “ainda mais graves” no processo de contratação de 16 apólices de seguros para a construção de 16 plataformas de perfuração, com valor de cobertura de US$ 22,225 bilhões. A seguradora líder da apólice é a Itaú Seguros (cuja carteira de riscos corporativos foi vendida para a Ace Seguros no ano passado), em cosseguro com Bradesco Auto RE, Mapfre Seguros e Fairfax Seguros Corporativos, e o ressegurador nacional é o IRB.

Segundo a companhia, uma série de questões relacionadas aos custos e às práticas na contratação e no gerenciamento dos seguros estão fora das práticas de mercado e, na avaliação dos advogados, podem se caracterizar em crimes de ação penal pública.

Entre elas estão a contratação de Vicentini, um consultor “aparentemente inexperiente” para a contratação de seguros complexos, a inexistência de registros de pesquisa de mercado entre corretores e a “falta de evidências de concorrência entre as seguradoras e resseguradoras” e a descoberta de que Vicentini contratou uma corretora de seguro da qual também é sócio, um potencial conflito de interesses, uma vez que já atuava como assessor do mesmo negócio para a Sete Brasil.

Marcelo é dono da MPV Trusted Advisor Consultoria, que foi contratada pela Sete Brasil para assessorar a contratação do seguro. Esta, por sua vez, contratou como corretora de seguros a Rexseg Corretora de Seguro, que tem Vicentini como principal sócio, segundo o documento, e como corretora de resseguros a UIB Internacional Limited, empresa da qual Vicentini também viria a se tornar sócio, e a Jardine Lloyd Thompson (JLT).

A Sete Brasil também questiona o valor pago pelo seguro, que costuma ser um percentual do valor total de cobertura do seguro – neste caso, pouco mais de US$ 22 bilhões. O seguro da Sete Brasil foi contratado a uma taxa de seguro de 0,92866%, “muito superior àquela que seria normal”, segundo a empresa, já que a Petrobras pagava 0,569% por seguros do mesmo tipo.

“Apurações revelam que a Sete Brasil, de fato, pagou um sobrepreço nos seguros BAR [“builders all risk”] contratados por [João] Ferraz [ex-presidente da Sete Brasil] e Barusco nos moldes sugeridos por Vicentini”, diz o documento enviado ao MPF. Segundo os advogados, Vicentini negociou em seu próprio favor as taxas de comissão, uma vez que atuou como assessor e corretor.

A cobrança de comissões de corretagem praticadas também foram fora dos padrões de mercado, de acordo com a petição. A comissão ao corretor de seguros foi de 15% em cada uma das 16 apólices, totalizando US$ 18,6 milhões. Já a comissão para o corretor de resseguros foi de 20%, num total de US$ 20 milhões. Segundo a empresa, as remunerações para programas desse tipo não ultrapassam de 2% a 2,5%, segundo informações de mercado.

Procurados pelo O Financista, os advogados da Sete Brasil disseram que não poderiam prestar esclarecimentos porque o tema é objeto de apuração do Ministério Público Federal. O Ministério Público do Paraná não retornou ao pedido de entrevista até o momento, assim como Vicentini, que foi contatado por meio de seus 3 e-mails corporativos: da MPV, da UIB e o que possui da própria Sete Brasil. A Ace Seguros disse que não comenta casos que podem estar relacionados com clientes e o IRB informou que não foi notificado sobre o processo até o momento.

AIG divulga prejuízo de US$ 231 milhões no terceiro trimestre

aig logoO American International Group divulgou perda de US$ 231 milhões no terceiro trimestre, comparado a lucro de US$ 2,2 bilhões em mesmo periodo do ano passado. Em nove meses, o lucro liquido recuou 41,3%, para US$ 4 bilhões, Os prêmios líquidos caíram 3%, para US$ 15,8 bilhões, com índice combinado de 99.6%.

Pela dificuldade em acessar o portal da AIG nos EUA por remeter ao portal do grupo no Brasil, que não tem o balanço, segue link da Business Insurance:

http://www.businessinsurance.com/article/20150804/NEWS06/150809964/aig-profit-drops-41-4-in-second-quarter?tags=%7C83%7C329%7C302

Dilma sanciona regra alternativa ao fator previdenciário; veta desaposentação

Fonte: Reuters – Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro

A presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei que cria uma regra alternativa ao fator previdenciário para as aposentadorias, mas vetou a chamada desaposentação, informou o Diário Oficial da União desta quinta-feira.

As novas regras para aposentadoria, aprovadas pelo Congresso em outubro, estabelecem a nova fórmula 85/95, em que a idade do trabalhador é somada a seu tempo de contribuição até que se alcance 85 para mulheres e 95 para homens.

Com a sanção de Dilma, a fórmula passa a ser uma alternativa ao fator previdenciário, mecanismo que penaliza as aposentadorias precoces. A regra vale até 2018 e, a partir de então, começa a avançar um ponto a cada dois anos, alcançando 90/100 em 2027.

Dilma, no entanto, vetou, entre outros, o artigo aprovado pelos parlamentares que previa que pessoas que continuassem a trabalhar depois de aposentadas poderiam pedir o recálculo da aposentadoria depois de cinco anos de trabalho, a chamada desaposentação.

Segundo justificativa para o veto publicada no Diário Oficial, a desaposentação “contraria os pilares do sistema previdenciário brasileiro, cujo financiamento é intergeracional e adota o regime de repartição simples”.

O governo estima que a desaposentação, se sancionada, teria um custo de pelo menos 70 bilhões de reais em 20 anos.

Em 2014, a Previdência fechou o ano com um déficit de 56,7 bilhões de reais.

Willis conclui compra da Miller

Luis Maurette 2_divulgacaoRelease

A Willis Brasil, parte da Willis Group Holdings plc (NYSE: WSH), consultoria de riscos, corretora de seguros e resseguros e empresa de capital humano & benefícios, anunciou hoje a conclusão da aquisição da Miller do Brasil Corretora de Resseguros Ltda (“Miller do Brasil “).

A Miller do Brasil atua, especificamente, em resseguros, tanto facultativos quanto contratos. A Miller Insurance Services é uma corretora especialista líder do mercado de Londres em wholesale, operando internacionalmente em no Lloyds. A Miller atua em operações de seguros comerciais de grande porte e complexas.

Luis Maurette, CEO Regional da Willis na América Latina, diz: “A bem-sucedida conclusão desta transação combina o talento excepcional e as capacidades de ambas, Willis e Miller do Brasil, e posiciona a nossa plataforma já existente para crescimento ainda maior. A união de nossas empresas elevará nossa presença no mercado, especialmente no segmento de resseguros “.

Márcio Corrêa, CEO da Miller do Brasil, afirma: “Estamos muito entusiasmados com a conclusão desta transação. Estou confiante de que a combinação do talento de nossas equipes, com nossa experiência de mercado, resultarão em uma empresa ainda mais forte e impulsionará o nosso sucesso futuro”.

Expectativa de vida aumenta 10 anos desde 1970 em países da OCDE

idososFonte: Agência Brasil

A expectativa de vida aumentou mais de dez anos desde 1970 nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), atingindo 80 anos e meio, em média, em 2013. Segundo relatório da organização, divulgado hoje (4), persistem, no entanto, diferenças importantes entre os países.

Na área da OCDE, que integra 34 países, muitos ricos e alguns emergentes, como o México, o Chile e a Turquia, a esperança de vida “continua a aumentar regularmente” de três a quatro meses por ano em média e “nada indica uma desaceleração”.

O estudo anual Panorama da Saúde 2015 mostra que os países onde a expectativa de vida mais aumentou são o Japão, a Espanha, a Suíça, a Itália e a França, com os valores, tanto no sexo feminino quanto no masculino, ultrapassando os 82 anos (cálculo válido para 2013).

O Japão aparece em primeiro lugar, com 83,4 anos, e a Espanha em segundo, com 83,2 anos.

Na parte inferior da lista encontram-se o México (74,6 anos), a Hungria (75,7 anos), a Eslováquia (76,5 anos) e a Turquia (76,6 anos), embora este último país tenha registrado “importantes ganhos de longevidade” e se aproxime rapidamente da média, destaca a OCDE.

Os Estados Unidos, em primeiro lugar nas despesas de saúde por habitante, aparecem em 28º lugar entre os 34, com esperança de vida de 78,8 anos.

O aumento nos Estados Unidos no período foi “muito mais modesto” do que em outros países ricos, e a esperança de vida é atualmente “inferior à da maioria dos outros países da OCDE devido a taxas de mortalidade mais elevadas ligadas a comportamentos” nefastos, diz a organização.

A OCDE mostra que os Estados Unidos apresentam taxas de obesidade mais elevadas, maior consumo de medicamentos e de drogas ilícitas e taxas mais elevadas de vítimas de acidentes rodoviários e de homicídios. A má classificação deve-se ainda à “difícil situação socioeconômica de grande parte da população e a problemas de acesso e de coordenação dos cuidados para alguns grupos populacionais”.

Mapfre registra queda de 12% no lucro líquido até setembro

Captura de Tela 2015-11-04 às 17.02.38A Mapfre, maior grupo segurador da Espanha, registrou um lucro líquido de 591 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, decréscimo de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado na Comissão Nacional de Mercado de Ações (CNMV). O fraco desempenho foi creditado ao pagamento de indenizações como das tempestades de neve no início deste ano nos Estados Unidos, e as taxas de imposto mais elevadas em alguns países, como o Brasil e a Colômbia. Apesar da queda no lucro líquido global, as receitas de Mapfre cresceram 6,8% entre janeiro e setembro, para 20,5 bilhões de euros, enquanto o volume de prêmios avançou para 17,3 bilhões de euros, aumento de 5,4% nos primeiros nove meses de 2014, sendo a área de seguro com 13,7 bilhões e a de vida com 3,5 bilhões de euros.

O Brasil novamente é destaque no grupo, com 3,711 bilhões (-9%, ou 4,4% em moeda local) em prêmios, o que representa 20% do faturamento do grupo no mundo, segundo apurou o blog Sonho Seguro. A queda nas vendas foi creditada a desvalorização do real e a desaceleração do seguro agrícola. No entanto, o ramo vida cresceu 4,7% em moeda local, e automóvel 3,3%. O resultado antes de impostos cresceu 19,3%, para 650 milhões de euros, (+37,5% em moeda local) em relação ao mesmo período do ano passado. A Mapfre mantém uma posição de liderança neste mercado, com crescimento nos principais ramos, o que torna a operação altamente diversificada e bem posicionada para enfrentar o ciclo econômico atual, diz o comunicado distribuído pela matriz à imprensa.

O release completo, na versão espanhol, está disponível no link: https://www.salaprensa.mapfre.com/ficha-nota-prensa/1745/mapfre-aumenta-sus-ingresos-casi-un-7-por-ciento-hasta-superar-los-20500-millones-y-su-beneficio-neto-se-situa-en-591-millones

Atualização em 6 de novembro, com o envio de release enviado à imprensa pela subsidiária brasileira:

O Brasil foi responsável por 20% dos prêmios e 22,4% dos resultados líquidos de sócios externos da Mapfre no mundo. O Grupo Mapfre obteve receita global de R$73,3 bilhões (20,6 bilhões de euros) e lucro bruto de R$ 4,1 bilhões (1,1 bilhões de euros).

A Mapfre obteve no Brasil, nos nove primeiros meses deste ano, um resultado antes de impostos e participações de R$ 2,3 bilhões (650 milhões de euros), o que representa um aumento de 38,2% em reais e 19,5% em euros. O volume de prêmios foi de R$ 13,2 bilhões (3,7 bilhões de euros), ou seja, 4,4% maior que no ano anterior (-9% em euros afetado pela depreciação do real no período). O Brasil foi o segundo país com o maior volume de receitas no Grupo, perdendo somente para a Espanha.

Segundo o CEO Regional do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “os resultados demonstram que, mesmo em um período de crise, estamos bem posicionados em nossas linhas de negócios, mantendo a solidez e rentabilidade”.

Nos negócios em que a Mapfre mantém parceria estratégica com a BB Seguros, também registrou-se crescimento no volume de vendas: na BB MAPFRE SH1 os prêmios cresceram 4,7 %, e na Mapfre BB Sh2 o crescimento foi 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Há que se destacar, que apesar do crescimento menor do que em períodos anteriores, o desempenho do resultado antes de impostos e participações até setembro da BB Mapfre SH1 e da Mapfre BB SH2 foi de 36,6% e 42,4%, respectivamente. A melhora operacional, redução de gastos e expressivos resultados financeiros são fatores positivos. .

Em Previdência Privada, o importante crescimento de 23,4 % no volume de contribuições propiciou encerrar o período com reservas de R$ 2,4 bilhões, 13,3% superior ao mesmo período do ano anterior.

América Latina

Na América Latina, a Mapfre contabilizou prêmios de 7 bilhões de euros nos nove primeiros meses de 2015, 0,8% a menos que no mesmo período do ano anterior, em razão da desvalorização de quase todas as moedas da região. O lucro antes dos impostos cresceu 9,2%, atingindo 785 milhões de euros. A América Latina já é responsável pelo aporte de 38% dos prêmios e 29% dos lucros antes de impostos da MAPFRE no mundo.

Cifras Globais

A receita da Mapfre até setembro atingiu 20,6 bilhões de euros, aumento de 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios cresceram 5,4%, chegando a 17,3 bilhões de euros. Vale destacar o desempenho dos seguros de danos e resseguro, assim como a contribuição do negócio Direct Line na Itália e Alemanha, que aportam 207 milhões de euros em receitas.

O lucro antes de impostos chegou a 1,1 bilhão de euros, enquanto o lucro líquido ficou em 591 milhões de euros, uma queda de 12%, gerada pelo aumento da sinistralidade, especialmente das nevadas do início do ano nos Estados Unidos, e incremento de impostos sobre lucro em alguns países, como por exemplo o Brasil. Mesmo com o aumento da sinistralidade nos principais mercados, o índice combinado do Grupo melhorou 4 décimos em relação ao trimestre anterior, encerrando o período com 98,7%.

Festa de posse marca o início de nova fase na APTS

Osmar BertaciniPor Márcia Alves

A emoção deu o tom da festa de posse da nova diretoria da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), realizada na noite de 29 de outubro, no Circolo Italiano, na capital paulista. Com a presença de 250 pessoas, entre associados, convidados e autoridades, o evento marcou o retorno de Osmar Bertacini à presidência da APTS, 18 anos depois de ter cumprido duas gestões consecutivas, entre 1993 e 1997. Quarto presidente em 32 anos de existência da entidade, Bertacini foi eleito por aclamação, em setembro, juntamente com sua diretoria, para cumprir a gestão 2015/2017.

Na festa de posse, um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem surpresa que o novo presidente preparou para o seu antecessor, Luis López Vázquez, fundador da APTS. “Meu caro amigo, que, oriundo da Espanha, construiu em território brasileiro sua história, com muita capacidade e inteligência, contribuindo com o mercado de seguros”, disse. Em seguida, também registrou a presença de seu antigo professor na Funenseg, José Francisco de Miranda Fontana. “Obrigado por sua honrosa presença”, disse.

Para completar a surpresa, Bertacini fez suspense sobre a entrega da placa. “Será realizada por uma pessoa muito especial”, disse. Em seguida, ao som de Canção da América, surgiu no salão o filho de Vázquez, Luis Octávio López Vázquez, acompanhado da esposa. Sob muitos aplausos, ele leu a placa, cujos dizeres iniciavam com uma frase do filósofo alemão Goethe, em espanhol:

“No basta con saber, también hay que aplicar. No basta con querer, también hay que actuar”. “A Associação Paulista dos Técnicos de Seguro nasceu, há 32 anos, do seu sonho de disseminar o conhecimento técnico. Desde então, a APTS vem promovendo o saber e colaborando para o desenvolvimento do mercado de seguros. Muito obrigado por sonhar, acreditar e realizar. Que a sua obra se perpetue e o seu exemplo inspire gerações futuras”.

Outra grata surpresa da noite foi a apresentação da cantora lírica Giovanna Maira, que perdeu a visão ainda na infância. Bertacini contou que a conheceu em um evento do setor e ficou emocionado com a sua bela voz e o seu exemplo de superação. “Fiz de tudo para trazê-la à minha posse”, disse. Giovanna cantou o hino nacional e alguns sucessos internacionais, encantando a plateia.

Entre as diversas seguradoras representadas na festa, três prestaram homenagens ao atual presidente da APTS. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, e outros diretores entregaram placas a Bertacini e a Vázquez. Representando o presidente da Chubb Seguros, Nivaldo Venturini, a diretora Priscila Magni se juntou a outros colaboradores da empresa para render homenagem ao novo presidente. Cristina Lopes, da SulAmérica, presenteou o presidente da APTS com um arranjo de flores.

Em seu discurso de posse, o novo presidente manifestou a satisfação de voltar ao comando da APTS. “É momento especial, em que aceitei o desafio profissional de conduzir, juntamente com minha diretoria, a APTS, uma entidade querida”, disse. Ele aproveitou a ocasião para fazer uma retrospectiva dos seus 54 anos de carreira na área, iniciada em 7 de junho de 1962, na Companhia Internacional de Seguros, até a fundação da sua própria empresa, a Humana Seguros, em 1991.

Na área associativa, Bertacini foi fundador e presidente do CVG-SP por duas gestões (2009 a 2012); primeiro presidente da Aconseg-SP; sócio fundador da UCS e diretor do CCS-SP (2012 a 2013). Atualmente, é o 2º Secretário do Sincor-SP, diretor da Camaracor-SP, da SBCS da ANSP, presidente do Conselho Administrativo do CVG-SP e diretor do Lions Clube de Santana.

No encerramento do evento, o presidente da APTS transmitiu uma mensagem aos jovens: “Não se deixem levar pela idade, continuem trabalhando, porque o trabalho faz bem, enobrece. Eu poderia estar descansando, mas me sinto confortável em fazer o que gosto. Enquanto Deus permitir, continuarei trabalhando em prol do mercado de seguros”.

Diretoria da APTS – Gestão 2015/2017

Presidente: Osmar Bertacini

Secretário: Evaldir Barboza de Paula

Tesoureiro: Hélio Opípari Junior

Conselho Administrativo

Efetivos: Paulo de Tarso Meinberg, Pedro Barbato Filho e Luiz Gustavo Miranda de Souza. Suplentes: José Cesar Caiafa Junior, Josafá Ferreira Primo e Maria Amélia Saraiva.

Porto Seguro tem lucro líquido de R$209 milhões no terceiro trimestre

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A Porto Seguro registrou, no terceiro trimestre de 2015, crescimento de 5% das receitas totais e de 10% no 9M15. O desempenho operacional e financeiro do trimestre foi menor em comparação ao mesmo período do ano anterior. O resultado operacional foi impactado principalmente pelo aumento das despesas de tributos de seguros, enquanto o resultado financeiro foi prejudicado pela alta volatilidade do mercado no período. Entretanto, no acumulado do ano a Companhia continua com uma rentabilidade superior (vs. 9M14).

Na operação de seguros, os prêmios auferidos cresceram 4% e 9% no 9M15, impulsionados pelo crescimento do número de itens segurados (ex: +6% na frota de automóveis segurada). No Automóvel, principal carteira da empresa, o aumento de prêmios do trimestre desacelerou em relação ao primeiro semestre (3% vs. 9%), influenciado pela retração na economia e pelo ambiente competitivo, com maior pressão nos preços. No entanto, o crescimento da companhia superou a média de mercado (evolução menor que 1%), e a frota segurada atingiu R$ 5,2 milhões. Também, foram introduzidos ajustes na marca Azul para recuperar produção e proteger renovações, preservando as margens. Além disso, houve crescimento de 2 dígitos do segmento Patrimonial (marca Porto Seguro) e dos produtos de Vida e Odontológico.

No trimestre, o desempenho operacional de seguros foi menor, sendo que o índice combinado atingiu 96,3% (+1 p.p.), associado principalmente ao retorno do pagamento do imposto Cofins em 2015. Porém, no acumulado do ano, o desempenho operacional permaneceu melhor (vs. 9M14) em 0,3 p.p..

Nos negócios financeiros e de serviços, as receitas cresceram respectivamente 11% e 18% no 3º trimestre de 2015 e 9M15, intensificadas pela expansão da carteira das operações de crédito (Cartão de Crédito e Financiamento) e pela evolução do produto Consórcio.

O resultado financeiro manteve-se ligeiramente menor no trimestre. Os movimentos adversos de mercado impactaram os investimentos em títulos pré-fixados e ações, gerando uma performance abaixo do índice de referência. A rentabilidade trimestral da carteira foi de 2,06% (60% do CDI) e de 8,31% (87% do CDI) no ano, excluindo-se os recursos previdenciários.

Finalmente, o lucro líquido no trimestre foi de R$ 209 milhões (-11%) e de R$ 715 milhões (+18%) no acumulado do ano. O ROAE trimestral foi de 15,0% e o acumulado atingiu 17,6%. Entretanto, nesse trimestre a Porto Seguro obteve crédito tributário referente ao ativo diferido gerado pelo aumento da CSLL no valor de R$ 51 milhões, que foi parcialmente compensado pelo incremento da provisão de devedores duvidosos nas operações de crédito no valor líquido de R$ 23 milhões, decorrente de uma política mais conservadora. Assim, o lucro líquido trimestral recorrente foi de R$ 181 milhões.

Principais destaques

· Crescimento das receitas totais de 5% no 3T15 e de 10% no 9M15 em comparação ao mesmo período do ano anterior;

· Aumento de 4% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre e de 9% no acumulado do ano (2015 x 2014);

· Lucro líquido no 3T15 de R$ 209 milhões (-11%) e de R$ 715 milhões no 9M15 (+18%). O ROAE atingiu 15,0% (-3,5 p.p.) no trimestre e 17,6% (+1,9 p.p.) no acumulado do ano – sem business combination;

· Lucro líquido recorrente no 3T15 de R$ 181 milhões (-23%) e de R$ 687 milhões no 9M15 (+13%). O ROAE atingiu 13,1% (- 5,4 p.p.) no trimestre e 16,9% (+1,2 p.p.) no acumulado do ano – sem business combination;

· Índice combinado de seguros alcançou 96,3% em ambos períodos com uma variação de +1 p.p. no trimestre e de -0,3 p.p. no ano – o índice combinado ampliado foi de 90,2% (+0,5 p.p.) no 3T15 e de 89,6% (-1,0 p.p.) no 9M15;

· Resultado financeiro de R$ 210 milhões no 3T15 (-1% vs. 3T14) e de R$ 764 milhões no 9M15 (+18% vs. 9M14). No trimestre, a rentabilidade total atingiu 1,85% (54% do CDI) e a rentabilidade (ex. previdência) foi de 2,06% (60% do CDI). No acumulado do ano, a rentabilidade total foi de 8,18% (86% do CDI) e de 8,31% (87% do CDI), sem considerar os recursos de previdência;

· Ajustando (pró-forma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido alcançaria R$ 254 milhões (+5%) no trimestre e R$ 751 milhões (+24%) no acumulado do ano e o ROAE atingiria 18,2% (-0,8 p.p.) no 3T15 e 18,4% (+2,7 p.p.) no 9M15.