SulAmérica lança teste no Facebook que indica qual década combina com o usuário

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Os seguidores da página da SulAmérica no Facebook já podem acessar um divertido teste para descobrir qual década, ao longo dos últimos 120 anos, mais combina com cada perfil. O lançamento do aplicativo Qual década é a sua cara? faz parte das ações de comemoração dos 120 anos de fundação da seguradora.

O resultado do teste é obtido com base em dados e curtidas do usuário no Facebook. Como resultado, o aplicativo exibe fatos marcantes de cada época e as características que aproximam o usuário da década.

“Nesses 120 anos, a SulAmérica viveu o imprevisível em diversos momentos. Vimos muita coisa acontecer e queremos compartilhar algumas dessas descobertas e experiências com nossos seguidores de uma forma interativa e dinâmica”, afirma o diretor de Marketing da companhia, Zeca Vieira.

Além deste aplicativo no Facebook, a seguradora comemora seus 120 anos com a campanha publicitária A vida é imprevisível e, acredite, isso é muito bom e diversas ações ao longo do ano.

Com 7 milhões de clientes em todo o Brasil, mais de 5,3 mil colaboradores e uma rede de distribuição que ultrapassa 30 mil corretores independentes, a SulAmérica contribuiu decisivamente para o desenvolvimento dos setores de seguros, saúde e previdência no país. Sua trajetória foi pontuada por diversas inovações, como a criação do seguro de vida em grupo no país, a Assistência 24 Horas e o Garantia de Aluguel, caução que devolve o dinheiro empenhado, entre outros.

Acesse o aplicativo Qual década é a sua cara?:apps.facebook.com/appsulamerica/

Mapfre Saúde implementa serviço de segunda opinião médica

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Para garantir o máximo de segurança aos seus beneficiários, a Mapfre Saúde oferece o serviço de Segunda Opinião Médica, voltado a pacientes que queiram obter mais informações sobre diagnósticos e alternativas para tratamento. O segurado interessado no serviço pode acessar os canais de relacionamento da MAPFRE Saúde, que serão responsáveis por indicar um médico para guiar o processo, com todas as informações obtidas até então.

Em seguida, um comitê clínico analisa e seleciona profissionais de renome internacional que sejam especialistas na condição médica em questão. Após a avaliação, o paciente recebe um relatório com recomendações dos especialistas consultados, informando sobre os tratamentos alternativos e com respostas às suas questões específicas.

Se o beneficiário escolher a recomendação dos especialistas, poderá contar com os serviços de reabilitação da Mapfre Saúde através de parceiros especializados em medicina e fisioterapia. Estima-se que as especialidades mais procuradas para um segundo diagnóstico são ortopedia, oncologia, neurologia e endocrinologia.

“Com o relatório de Segunda Opinião Médica em mãos, o paciente tem mais ferramentas para tomar uma decisão ponderada, considerando fatores importantes e que o deixem mais tranquilo para os próximos passos, sem que precisem correr riscos à saúde por procedimentos mal indicados ou desnecessários”, diz Claudio Tafla, diretor de Saúde. Além disso, o serviço também pode reduzir os desperdícios motivados por tratamentos que não apresentem eficiência, além de oferecer melhor qualidade de vida aos beneficiários e otimização de recursos por parte das empresas que contratam os planos de saúde.

Em um dos casos atendidos recentemente pelo serviço de segunda opinião médica, um beneficiário teve detectada ruptura de tendão do ombro. O primeiro diagnóstico indicava a necessidade de cirurgia, o que resultaria em repouso e consequente afastamento de todas as atividades. Ao procurar um novo parecer, foi identificada a possiblidade de reabilitação por meio de tratamento fisioterápico, tendo a cirurgia apenas como última opção. Depois de cinco semanas de tratamento, o paciente não sentiu mais dores e pôde retomar as atividades rotineiras.

“Estima-se que 30% dos custos com saúde sejam frutos de desperdício. Ao oferecer uma alternativa de tratamento, as empresas podem realocar recursos para outras iniciativas voltadas à saúde do colaborador”, completa o executivo.

Mondial Assistance Brasil firma parceria exclusiva com a BMW para serviços de assistência 24 horas

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Após um processo de concorrência bastante criterioso, a Mondial Assistance Brasil, líder em serviços de Assistência 24 horas, acaba de conquistar mais uma grande parceria no segmento automotivo. A empresa será responsável pela prestação de serviços a todos os veículos comercializados pelas marcas BMW (carros e motos), Mini e Rolls Royce no Brasil.

Com uma plataforma de atendimento exclusiva em sua sede em São Bernardo do Campo, a Mondial Assistance prestará atendimento aos clientes BMW em todo o território nacional, Mercosul e Chile, para um parque de aproximadamente 58 mil veículos cobertos a partir de 1º de março deste ano.

Segundo Vincent Bleunven, CEO da Mondial Assistance no Brasil, os fatores decisivos para essa importante conquista, além da competitividade nos preços, foram a expertise da empresa no segmento de veículos premium, a parceria global que ambas as companhias já estabeleceram em diversos outros países, as diversas inovações tecnológicas já implementadas pela empresa e a garantia de excelência no atendimento, com os melhores resultados qualitativos do mercado brasileiro.

“Os objetivos da BMW no Brasil são ambiciosos e tornou-se necessário escolher um parceiro preparado para sustentar as estratégias de crescimento da marca em relação ao atendimento dos consumidores, fornecendo serviços premium compatíveis com o segmento de atuação da montadora e seus clientes. A Mondial está preparada para mais esse desafio, levando em conta o que sempre foi a nossa principal missão: ajudar pessoas a qualquer hora em qualquer lugar”, finaliza Bleunven.

Atualmente, a Mondial Assistance conta com 23 montadoras e 18 seguradoras entre seus clientes da área de assistência automotiva 24 horas, atendendo cerca de 9 milhões de consumidores em todo o Brasil.

Perdas marítimas diminuíram 45% na última década de acordo com novo estudo da resseguradora AGCS

mapa marineA Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) lança o relatório anual “Safety & Shipping”, que analisa as perdas no setor de transporte marítimo em cargas acima de 100 toneladas brutas. De acordo com os dados levantados pelo estudo, o registro de ocorrências de navegações seguiu com sua tendência de perda de longo prazo em queda. Em 2015, foram reportados 85 danos em todo o mundo, número 3% menor se comparado com o ano de2014, que registrou 88 casos. Além disso, esta se mostrou a década mais segura para se navegar: desde 2006, as perdas tiveram queda de 45%.

No entanto, as disparidades por região seguem em estatísticas estáveis. Mais de um quarto das ocorrências foram registradas na região do Sul da China, Indochina, Indonésia e Filipinas (22 embarcações). Os dados apontam que a área teve aumento de perdas, se comparados ao ano anterior (18). A categoria de embarcações de carga e pesca foi a que mais apresentou ocorrências globalmente, sendo correspondente a 60% das perdas mundiais, com aumento pela primeira vez em três anos. A causa mais comum para estes dados é afundamento das embarcações (75%), que teve aumento de 25%, normalmente decorrente de más condições climáticas.

No Brasil, segundo dados fornecidos pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é indicado que, em 2015, sinistros envolvendo transporte marítimo de carga acumularam mais de R$ 276 milhões. Relacionados aos danos das embarcações, são registrados cerca de R$ 200 milhões.

Segundo o relatório, globalmente, houve 2.687 acidentes marítimos (incluindo perda total) em 2015 – queda de 4%, comparado ao ano anterior. O Leste Mediterrâneo e o Mar Negro seguem sendo os principais focos de ocorrência, contabilizando 484 perdas. Atividades são registradas todos os dias da semana, quinta-feira sendo o mais recorrente e sábado mais pacífico. Três embarcações compartilham o título de mais reincidente – um Roll-on/Roll-off na região dos Grandes Lagos, um hydrofoil no Leste Mediterrâneo & Mar Negro e uma balsa nas Ilhas Britânicas – acumulando 19 acidentes ao longo da última década.

Pressões econômicas desafiam os avanços de segurança

Economia fraca, condições do mercado, preços de commodities e excesso de embarcações estão pressionando custos e aumentando preocupações com segurança. De acordo com observações da AGCS, a frequência de perdas no último ano podem indicar reflexos deste cenário. Manutenções de embarcações sendo prolongadas por conta de custos, investimentos para condições básicas de tripulação e segurança de passageiros, equipamentos de resgate e falta de treinamento complementar com navegação eletrônica se apresentam como alguns fatores que tem se apresentado abaixo do padrão ideal para segurança, elevando os riscos. “A reativação de embarcações antigas em um mercado já avançado tecnologicamente pode resultar em um exercício doloroso. Existe necessidade de uma padronização de procedimentos de reativação”, afirma o Capitão Jarek Klimczak, consultor êênior em Riscos Marítimos da AGCS.

Problemas no regaste de “Mega navios” e embarcações afundando em super-tempestades

Foi notado que a demanda por capacidade de carga tem estado maior nas grandes embarcações, tendo registro com aumento de 70% nos últimos dez anos, chegando à capacidade de +19.000 containers. Há preocupações de que pressões comerciais reduzam fácil acesso aos resgatadores para trabalhos de recuperações nesta escala. Levando isto em conta, a indústria pode precisar se preparar para um cenário com mais de US$1 bi em perdas. Outro fenômeno observado no estudo é que condições excepcionais do clima estão cada vez mais recorrentes, trazendo mais riscos às redes de distribuição. É esperado que, neste ano, o fenômeno ‘Super’ El Niño traga ainda mais ocorrências. Além disso, as condições climáticas foram responsáveis por três dos cinco piores acidentes registrados no último ano, incluindo o El Faro, um dos piores desastres ocorridos no comércio marítimo dos EUA na última década.

Riscos cibernéticos evoluem, enquanto as ameaças da pirataria crescem

Perda de dados já não são as maiores preocupações cibernéticas, dado o fato de que a indústria marítima conta cada vez mais com a interconectividade tecnológica. Os avanços na navegação eletrônica e a “Internet das Coisas” mostram que a indústria precisará se adaptar para novos riscos em poucos anos, como os avanços das ameaças na pirataria. “Piratas já estão criando ‘buracos’ em redes de segurança cibernética, buscando roubar cargas específicas”, explica o Capitão Andrew Kinsey, consultor Ssênior em Riscos Marítimos da AGCS. Pela primeira vez em cinco anos, os ataques piratas não tiveram queda em suas estatísticas. No Sudeste Asiático, os ataques subiram, sendo responsáveis por 60% dos incidentes registrados. Além disso, os ataques no Vietnã têm crescido de ano em ano.

Outros riscos:

Além da pressão econômica aumentando os riscos apresentados à manutenção e tribulação das embarcações, assim como as possibilidades atuais dos cyber-ataques, a redução de emissões de combustível também se apresentou como um risco em potencial, que poderia resultar em problemas de potência, conforme a AGCS pôde notar. O problema decorre do uso de combustíveis com teor ultra-baixo de enxofre. Além disso, as águas do ártico se provaram mais perigosas em 2015, com 70 casos reportados no local. É o maior índice da década, com aumento de quase 30% ano-a-ano.

O estudo pode ser acessado no link

http://www.agcs.allianz.com/insights/white-papers-and-case-studies/safety-and-shipping-review-2016/

Mercado segurador brasileiro deverá crescer entre 9% e 10% em 2016, diz presidente da CNseg

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O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araújo Coriolano, disse ontem, quinta-feira, durante evento promovido pelo Sindicato das Seguradoras no Rio Grande do Sul, que, nos próximos anos, o setor de seguros deverá trabalhar com cinco requisitos para uma nova jornada: a estabilidade regulatória, a regulação contra cíclica, a redução dos custos de observância, a ampliação dos canais de acesso ao consumidor e o aperfeiçoamento da comunicação com foco na educação em seguros. Para 2016, segundo ele, diante do atual cenário conjuntural do país, a projeção é de que o mercado cresça entre 9% e 10% em relação ao ano passado.

Marcio Coriolano destacou que os desafios para os próximos anos têm muito a ver com regulação que pesa sobre o setor, e que conduzirá as propostas de atuação da CNseg para apoiar o mercado diante da atual conjuntura do país. “É um setor estritamente regulado, mas não podemos confundir regulação com aprisionamento. É chegada a hora de o Governo fazer despertar o instinto animal do empreendedor.” Com relação à estabilidade regulatória, Marcio Coriolano enfatizou que o Brasil está convergindo, efetivamente, para padrões internacionais de solvência e contabilidade. Mas, a seu ver, aproximar-se de regras internacionais agora implica em uma pressão relevante sobre capital e patrimônio exatamente em período de ciclo baixo. “Precisamos mesmo caminhar em ritmo acelerado em nossas empresas com um cenário desses e um mercado solvente que nós temos?”, questionou.

“A decisão das pessoas de poupar, de proteger o seu patrimônio, a sua família, a sua saúde, se faz com certo atraso depois destas conquistas terem sido alcançadas”, explicou, salientando que o mercado segurador brasileiro sempre respondeu ao ciclo da economia de forma atrasada. Tanto é verdade, segundo ele, que, mesmo em 2012, quando o Brasil apresentou queda do PIB expressiva, o mercado segurador continuou crescendo. “Agora, está acontecendo justamente o contrário. O Brasil conseguiu resistir em 2014, mas, já no final de 2015 se notou um esgotamento dos fundamentos econômicos, nos atingindo duramente.” O executivo lembrou ainda que o mercado segurador evoluiu muito ao longo dos últimos anos, na esteira do ciclo inédito de prosperidade pelo qual passou o país.

A respeito da ampliação dos canais de acesso aos produtos, o presidente da CNseg frisou que a legislação e a regulação atual engessam a oferta por meios remotos. Nesse sentido, chamou a atenção para o fato de que, quando se defende meios digitais, não se quer dizer afastar, de forma alguma, o corretor de seguros. “É exatamente nesse momento de fragilidade do consumidor, por ele estar com renda menor e ter que exercer escolha difícil com recursos limitados, que a presença do corretor torna-se cada vez mais importante.” Esclareceu o executivo, completando que, a seu ver, uma sociedade que atingiu um grau de maturidade de desenvolvimento em comunicação não pode mais ficar só se comunicando por papel.

Susep será a anfitriã da XXVII Assembleia da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina

roberto pwcA Superintendência de Seguros Privados (Susep) está organizando, e será a anfitriã, da XXVII Assembleia da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (Assal), que será realizada entre os dias 18 e 21 de abril, no Rio de Janeiro. “Esse evento representa uma reafirmação da estratégia de internacionalização da Susep, defendida como um dos quatro pilares de minha gestão”, afirma o superintendente Roberto Westenberger.

Fundada em 1991, a Assal é formada por 19 países latino-americanos e tem Portugal e Espanha como membros convidados (sem direito a voto). Com sede no Chile, a Associação tem, entre seus objetivos, trocar informações sobre legislação dos mercados, métodos de controle e fiscalização, promoção de cooperação entre seus associados e incentivo à educação financeira.

Em abril de 2015, a Susep foi eleita para a Diretoria da Assal com apoio dos principais países da região. “O Brasil, como maior mercado de seguros da América Latina e com as boas relações que mantém com todos no Continente, ficou bastante honrado com essa participação”, afirma Westenberger. A Susep, de acordo com o superintendente, vem buscando uma maior participação internacional e, consequentemente, vem se aproximando das entidades internacionais que congregam os órgãos supervisores de vários países.

O processo de internacionalização da Susep, afirma Roberto Westenberger, pretende se estender a outros continentes. “A Susep começa a caminhar de forma decisiva no sentido de participar mais dos fóruns internacionais de seguros e ampliar a colaboração com os órgãos supervisores de outros países. Seguindo nessa linha, lembra Roberto, a Superintendência passou a integrar, em setembro de 2015, dois dos principais comitês da Associação Mundial dos Supervisores de Seguros (IAIS), Comitê Técnico e de Implementação.

A abertura da XXVII Reunião da ASSAL será conduzida por Roberto Westenberger. Estão convidados para o evento o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e com presenças já confirmadas do presidente da ASSAL, Carlos Pavez, e do representante da IAIS, Conor Donaldson.

BB Mapfre patrocina mostra sobre o Pós-Impressionismo mudará, com 75 obras inéditas

marcos ferreiraPara comemorar seus cinco anos de operação, o grupo BB Mapfre traz ao país a exposição de um dos maiores museus da Europa, o D´Orsay, dando continuidade à mostra sobre o impressionismo: “O triunfo da cor. O Pós-Impressionismo: obras-primas do Musée d’Orsay e do Musée de l’Orangerie”. “Apoiar eventos culturais faz parte do nosso posicionamento que busca fomentar a educação, a cultura e o desenvolvimento do país a partir da realização de grandes manifestações artísticas, capazes de beneficiar um número cada vez maior de pessoas”, afirma Marcos Ferreira, presidente do grupo nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities.

“Para nós é um grande orgulho viabilizar a vinda ao Brasil de exposições que são sucesso de crítica e público. Isso evidencia a relevância da arte na vida das pessoas e também a importância do seguro, uma vez que o transporte de obras de arte de valor monetário inestimável só é possível por meio dele”, destaca Roberto Barroso, presidente nas áreas de Vida, Habitacional e Rural.

Com curadoria de Pablo Jiménez Burillo, diretor geral de Cultura da Fundación Mapfre; de Guy Cogeval, presidente do Musée d’Orsay; e de Isabelle Cahn, curadora do Musée d’Orsay, a mostra reunirá 75 obras inéditas no Brasil de artistas como Van Gogh, Matisse, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Seurat, entre outros. As telas sairão das paredes das salas do Museu d’Orsay e do Musée de l’Orangerie, na França, e viajarão ao Brasil, primeiramente, rumo a São Paulo.

Considerado o período de transição entre o Impressionismo e o expressionismo, o Pós-Impressionismo conecta-se ao trabalho de pintores que, entre 1880 e 1890, exploram as possibilidades abertas pelo impressionismo, em direções muito variadas.

A mostra ficará em cartaz entre 04 de maio e 07 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil (CBBB-SP). Depois, seguirá para o Rio de Janeiro, onde ficará aberta ao público de 20 de julho a 17 de outubro no CCBB-RJ, durante o período dos Jogos Olímpicos. Em ambos os locais, a entrada é gratuita.

Desde a sua formação, o grupo tem viabilizado a realização de iniciativas culturais, sucessos de público e crítica, como as exposições sobre os Mestres do Renascimento (2013), com mais de 400 mil visitantes; sobre o pintor catalão Salvador Dalí (2014), que atraiu 1,4 milhão de pessoas; e sobre Pablo Picasso e a Modernidade Espanhola (2015), que reuniu um público superior a 800 mil visitantes.

Serviço

O Triunfo da Cor. O Pós-Impressionismo: Obras-primas do Musée d’Orsay e do Musée de l’Orangerie

Entre 4 de maio e 07 de julho no CCBB- SP (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro)

Entre 20 de julho a 17 de outubro no CCBB-RJ (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)

De quarta a segunda, das 9h às 21h

Entrada gratuita com reserva pelo Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br)

Lucro da Generali avança 21%, para 2 bilhões de euros

A seguradora italiana Generali anunciou hoje lucro líquido de 2 bilhões de euros, avanço de 21,6%. Os prêmios brutos avançaram 4,6%, para 74 bilhões de euros, com grande participação do bom desempenho das vendas de seguros de vida. A Generali anunciou o francés Philippe Donnet para substituir Mario Greco, que deixou o grupo para retornar para a Zurich Insurance.

Assimetrias regulatórias e hub de resseguro voltam ao debate

Fonte: CNseg

O 2º Seminário Anglo-Brasileiro de Seguros e Resseguros, realizado nesta quarta-feira, em São Paulo, reuniu algo entre 150 e 200 participantes. Promovido pelo UK Trade& Investiment, da British General Consulate, a ideia foi avaliar as perspectivas dos mercados de seguros e resseguros brasileiros e discutir aspectos do marco regulatório do País e as principais características do mercado de Londres. Luciana Dall’Agnol, da Superintendência de Acompanhamento Técnico da CNseg, representou a entidade no encontro.

O diretor de Autorizações da Susep, Flávio Girão Guimarães, participou da solenidade de abertura do encontro. Ele afirmou que o foco da autarquia, além de zelar pela solvência do mercado, é patrocinar o desenvolvimento do mercado e focar na desburocratização do setor.

Na sequência, Dave Matcham, chief executive da International Underwriting Association de Londres, afirmou que o mercado de Londres é extremamente capacitado e possui expertise técnica. Mas reconheceu que Londres ainda carece de maior agilidade e precisa se tornar menos complexo. Segundo ele, o London Market Group vem trabalhando fortemente para tornar o mercado londrino mais competitivo, oferecendo produtos que atendam às necessidades dos clientes.

Há a percepção, segundo Matcham, de que o mercado brasileiro possui a capacidade e expertise para suprir a demanda local. Contudo, a ideia é estreitar o relacionamento dos mercados brasileiro e londrino, por meio de parcerias que venham a fomentar negócios e a criar produtos específicos que se enquadrem às necessidades brasileiras.

Em Londres, a negociação presencial (face to face negotiation) está sendo substituída por processos de subscrições eletrônicas, suportados por solução tecnológica customizada para esse fim, adiantou.
Já Margo Black, presidente da Swiss Re Brasil Resseguros SA, afirmou que, apesar da má fase política pela qual o País passa atualmente, seu potencial de influência no mercado latino-americano não pode ser ignorado. O Brasil ainda conta com baixa penetração de seguros, e consequentemente resseguros, representando um cenário de oportunidade para aqueles que pretendam investir no País. Hoje, o Brasil é responsável por 48% dos prêmios de seguro e por 19% dos prêmios de resseguro do mercado latino-americano. Em termos de crescimento econômico, prêmio e cessão de resseguro, os resultados brasileiros influenciam fortemente o restante do mercado latino-americano.

O desafio, segundo Black, é tornar os produtos de seguro e resseguro mais acessíveis à população que tanto carece de proteção. Neste sentido, empresas internacionais, a exemplo da Swiss Re, podem trazer ao país soluções e produtos inovadores, mão de obra especializada, treinamentos técnicos, tecnologia e conhecimento. Em sua opinião, o Brasil, que possui excelente localização geográfica, poderia se tornar um importante hub de resseguro, se mudasse sua carga tributária.

A pauta temática tratou sobre as regras de cessão de resseguro e cessão intragrupo. Foi oferecido relato sobre o processo de abertura do mercado de resseguro brasileiro, a partir da publicação da Lei Complementar 126, cabendo a Flávio Girão explicar a diferença entre a oferta preferencial de resseguro e a contratação obrigatória.

O painel abordou a diferença regulatória entre os mercados brasileiro e inglês, detalhando também as mudanças iniciadas em 2015, no Brasil, estabelecendo diminuição gradual dos percentuais de oferta obrigatória aos resseguradores locais e o aumento gradual dos percentuais de cessão entre empresas do mesmo conglomerado, conhecida como cessão intragrupo.

No mercado inglês, não há interferência do órgão regulador na definição dos clausulados de seguro padronizados, lembraram os especialistas. Já no caso brasileiro, segundo Girão, a Susep atuará na definição das condições gerais dos produtos até que o mercado atinja a maturidade necessária. A ideia é que a Susep venha a desenvolver condições gerais padronizadas para outros ramos que não contam com tal prerrogativa atualmente.

Margo Black informou que este assunto foi pauta de discussão da Comissão Consultiva de Resseguros do CNSP, comissão formada por integrantes do mercado segurador, ressegurador e representantes do governo, ocasião em que o mercado demonstrou preocupação em relação à morosidade no processo de aprovação de novos produtos pela Susep.

A autarquia, por sua vez, vem trabalhando para diferenciar aqueles riscos massificados, em que existe a hipossuficiência de uma das partes, daqueles riscos especializados, de grande porte, em que a relação é business to business.

Dave Matcham comentou os possíveis impactos da saída da Inglaterra da União Europeia, prevista para ser votada em plebiscito em junho de 2016, para o mercado mundial de seguros e resseguro. Segundo ele, esse assunto está nas principais manchetes dos jornais de Londres, e importantes instituições, a exemplo do Lloyds, vêm trabalhando fortemente para manutenção da Inglaterra na União Europeia. Especula-se que levaria anos para a adequação dos contratos de seguros e resseguro, caso o país se desligasse da UE.

Saiba o que muda no seguro viagem a partir do dia 23 de março

A partir do dia 23 de março, começam a valer oficialmente as novas regras do seguro viagem propostas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e já aprovadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Com as mudanças da Resolução 315, as despesas médicas, hospitalares e odontológicas passam a integrar a lista de coberturas obrigatórias que deverão ser oferecidas aos consumidores na contratação do seguro viagem para o exterior. Nas viagens nacionais, essa cobertura será opcional. Além disso, nos casos de viagens para fora do País, o seguro deverá cobrir também a volta do consumidor em caso de impedimento de retorno como passageiro regular; traslado médico e traslado de corpo. Antes, o seguro viagem tinha apenas duas coberturas obrigatórias: para os casos de morte e invalidez permanente.

minuto8665-manesbVeja o que Manes Erlichman, sócio-diretor da Minuto Seguros, tem a dizer sobre o assunto.

O mercado já está preparado para atender essa demanda?

É esperado que sim. A Resolução 315, que trouxe as novas regras para o seguro viagem, deveria ter entrado em vigor no início de outubro de 2015, mas foi adiada em 180 dias a pedido das seguradoras, justamente para que o mercado se preparasse para oferecer o produto adequado. Vale ressaltar que algumas companhias já estavam prontas desde a divulgação da resolução.

Os preços das apólices de seguro viagem vão aumentar com essas mudanças?

Com a adequação às regras, ampliação do produto e novas coberturas é provável que o seguro sofra alterações de preço, mas isso dependerá de cada seguradora e da forma como cada uma montará seus produtos. A questão da concorrência deve ser levada em consideração. Como algumas companhias já adequaram seus planos à nova regulamentação, essas não devem mexer nos seus preços.

O que muda para o consumidor?

O consumidor sai ganhando com as novas regras. Anteriormente, os planos eram comercializados sob a forma de “assistência” e não havia obrigatoriedade de coberturas mínimas. A partir de agora, os planos são comercializados como seguros, sob a fiscalização da Susep e com coberturas obrigatórias, como a de despesas médicas, hospitalares e odontológicas e traslado médico no local. Além disso, todas as companhias deverão oferecer atendimento em português, independente do local da viagem.