Danos em vitrines e fachadas impulsionam busca por seguro

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Prejuízos gerados por imprevistos, como estragos nas estruturas internas e externas, roubo e até incêndio, podem desequilibrar o caixa e prejudicar o futuro do negócio. No segmento de vestuário, considerando as pequenas e médias empresas, um levantamento da BB Mapfre concluiu que está crescendo o acionamento da cobertura de “Quebra de vidros e espelhos”. Nos últimos dozes meses (entre julho de 2015 e agosto de 2016), a cobertura foi responsável por 18% dos chamados, enquanto no mesmo período do ano anterior a média foi de 9%.

O diretor geral de Automóveis e Massificados do grupo, Jabis Alexandre, explica que cada ramo de atuação tem riscos específicos que devem ser avaliados antes da contratação da apólice. “Levantar os possíveis prejuízos de cada mercado, com o apoio do corretor e/ou do gerente do banco, é fundamental para realizar uma compra com preços justos e garantir a perenidade da empresa, em caso de imprevistos”.

Quando vale a pena contratar um seguro? O primeiro passo é avaliar o montante que a empresa tem poupado para arcar com prejuízos causados por situações inesperadas e quais situações que podem ocorrer (assaltos, incêndios etc.). “O seguro é recomendado para todos os tipos de negócios, mas, se a empresa não contar com uma reserva financeira destinada aos imprevistos, a apólice é ainda mais necessária. A dica para o empresário é identificar os riscos mais suscetíveis e contratar um produto compatível com as suas necessidades”, explica Alexandre.

O contrato básico do seguro patrimonial prevê o pagamento de indenização em caso de incêndio, explosão, implosão, queda de raio, impacto de veículos e queda de aeronave. Para o comércio varejista, localizado em centros de compras ou na rua, a seguradora oferece ainda coberturas para acidentes em anúncios luminosos instalados no estabelecimento segurado, bem como perdas por tumultos. Também é possível incluir a proteção para casos de responsabilidade civil, danos elétricos e até lucros cessantes – que repõe as despesas fixas do negócio ou o valor que o comerciante deixou de faturar em virtude do incidente.

Quanto custa uma apólice? O preço varia conforme o tipo de comércio e as coberturas escolhidas. Após a realização do mapeamento de riscos do negócio, o empresário deve avaliar o montante necessário para repor danos e perdas. “O empreendedor deve avaliar as coberturas escolhidas e qual indenização seria ideal. Por exemplo, a apólice conta com a cobertura de ‘perda/pagamento de aluguel’ que garante reembolso ao segurado, por determinado prazo, do aluguel de um novo local enquanto seu endereço ‘sinistrado’ se restabeleça e tenha condições para acomodar a operação novamente”, explica Alexandre.

Sincor-SP oferece curso preparatório gratuito para atuação em corretora de seguros

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O Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), por meio da Unisincor, oferece de 12 a 15 de setembro, na sede da entidade (Rua Líbero Badaró, 293, Centro – São Paulo, SP), um curso preparatório para atuar em uma corretora de seguros.

Com a duração de quatro manhãs, o curso tem por objetivo transmitir aos participantes os conceitos básicos da atividade como apólice, proposta, prêmio, sinistro, indenização, fluxo de documentação numa corretora, principais entidades do setor, ética profissional e atendimento ao cliente. “Nossa proposta é disponibilizar ao mercado profissionais familiarizados com a rotina de uma corretora de seguros, possibilitando seu início imediato, dispensado a etapa de treinamento na corretora”, explica o diretor da Unisincor e 2º Tesoureiro do Sincor-SP, Carlos Aparecido Cunha.

“O nível de desemprego é alto, o que leva muitas pessoas a buscarem trabalho em atividades totalmente distintas das anteriores. Nesse sentido, ao proporcionar capacitação, o curso também contribuirá para a rápida recolocação no mercado de trabalho”, completa o coordenador do departamento Social do Sincor-SP e responsável pelo portal, Luiz Morales.

De acordo presidente do Sincor-SP Alexandre Camillo, o curso faz parte de um conjunto de ações que o Sindicato vem desenvolvendo para incentivar as pessoas a ingressarem na corretagem de seguros, um segmento que a despeito da crise, vem demonstrando sua pujança. Nesse sentido, a iniciativa está em perfeita harmonia com o portal Empregos Seguros lançado em abril pelo Sincor-SP e que já conta com mais de mil currículos cadastrados.

Gratuito, o curso é aberto aos profissionais cadastrados no portal Empregos Seguros www.empregosseguros.com.br e terá como docente Angélica Martins Valverde, profissional das áreas de Administração e Marketing, com mais de 20 anos de atuação no mercado de seguros e também professora no Sindicato dos Securitários do Estado de São Paulo.

Serviço:

Curso: Preparatório para Atuar em uma Corretora de Seguros

Data: 12 a 15 de setembro

Horário: das 9h às 12h,

Local: Sede do Sincor-SP

Endereço: Rua Líbero Badaró, 293, 29º andar

Investimento: Gratuito para profissionais cadastrados no portal Empregos Seguros

Dicas para proteger o celular de danos extras com a febre Pokemon Go

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Os jogos interativos para celular saíram do ambiente virtual e tomaram conta das ruas em diversos países, atraindo cada vez mais adeptos. E por conta de toda essa empolgação, se tornou comum ver pessoas distraídas e vulneráveis andando pela cidade grudadas em seu dispositivo móvel enquanto jogam. Não é difícil concluir que o cuidado com o aparelho celular e a garantia de uma proteção extra se tornaram imprescindíveis para garantir muitas e muitas horas de jogo. Afinal ao caçar monstrinhos pelas ruas os jogadores podem ter seus smartphones roubados, ou quebrados em razão de uma queda, ou mesmo sobrecarregados por causa das longas horas de jogo.

Embora grande parte do desempenho do celular e de sua vida útil esteja ligada à qualidade e sistema operacional, algumas dicas podem contribuir de forma significativa para que o smartphone seja mantido em boas condições por um período maior. Segundo Pascoal Carrazzone, diretor da área Digital e Mobile do grupo Assurant, há medidas simples e conhecidas, porém, ainda assim, pouco adotadas na prática. “Boa parte das pessoas sabe como proteger o celular, no entanto, por distração, custo ou até por acreditar que problemas não ocorrerão, acabam não priorizando tal cuidado”, afirma o profissional.

Confira abaixo algumas das principais ações preventivas para prolongar a vida útil e proteger sua principal ferramenta de jogo:

É importante para evitar que o display do smartphone seja danificado com riscos ou até mesmo com trincos. Hoje, os consumidores encontram a película de vidro, que mantém a boa aparência do aparelho mesmo após bastante tempo de uso. Outras alternativas, ainda que menos eficientes, são as películas plásticas, foscas e brilhantes.

Fundamentais contra quedas, às quais os celulares estão sempre expostos, as chamadas “capinhas” protegem a carcaça do smartphone e evitam riscos, batidas e outros danos mais graves. Com isso, tanto a boa aparência quanto a funcionalidade do aparelho serão prolongadas.

Podem ser dividido em dois: aplicativos que devem ser usados e os que devem ser excluídos. Os primeiros são aqueles que ajudam no desempenho do celular e trazem segurança para navegação. Alguns exemplos são os aplicativos para poupar bateria, os de avaliação de funcionamento e os famosos antivírus.

Já os excluídos, são aqueles que não são mais usados, ocupam a memória do celular e, consequentemente, afetam diretamente no desempenho do dispositivo.

Tanto o sol quanto a umidade são condições prejudiciais para o celular. Evitar manusear o aparelho com as mãos molhadas é a principal dica. Também é importante ficar o mínimo possível em ambientes que apresentam umidade em excesso, já que isso pode contribuir para corrosão ou oxidação do celular. A exposição ao sol está relacionada ao aquecimento do dispositivo e da bateria, o que pode, inclusive, culminar na explosão do aparelho.

Além disso, proteger seu celular garante mais tranquilidade para andar com ele pelas ruas. Melhor não arriscar, né? Para isso, existem no mercado os seguros de celular que tem cobertura contra roubo, furto qualificado e também quebra acidental e queda de líquidos, com custos que cabem no bolso.

O seguro de celular pode ser adquirido pela internet, por meio do portal da Bem Mais Seguro, empresa do grupo Assurant. A aquisição deste seguro pode ser feita em até 12 meses da data de compra do aparelho. Basta um clique aqui para saber mais e se proteger.

Conectar para segurar – A revolução das fintechs

14102480_1238638036171018_7274344114963494809_nJá está disponível a revista com as novidades do CIAB Febraban realizado em junho. Muitas novidades e uma matéria só sobre a Trilha de Seguros. Leia, compartilhe e participe mandando sugestões!!!! Tem também entrevista exclusiva com Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, e o debate sobre a aproximação dos bancos com as fintechs, empresas desbravadoras de um novo horizonte tecnológico do setor financeiro, são os grandes destaques da edição 64 da revista Ciab FEBRABAN, que está disponível a partir de hoje. Outros temas importantes relacionados à tecnologia, como o uso do blockchain pelo setor bancário, sistemas de inteligência artificial e os desdobramentos da 4ª Revolução Industrial para o segmento, também são temas de reportagens da nova edição da revista.

Quer saber mais? Acesse o link: https://issuu.com/revistaciab/docs/revista_ciab_64_ago16/1

André Gregori faz a abertura do Bintech 2016, fórum de tecnologia para bancos e seguradoras

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Acontece nesta quinta-feira (dia 25), o fórum BINTECH 2016 em São Paulo. Ao longo de todo o dia, CEOs, diretores e gerentes dos principais bancos e seguradoras do País abordam diferentes temas, dentre os quais, o que é ser um banco ou uma seguradora digital, novos canais para captação de público, soluções antifraude, governança de tecnologia da informação, além de apresentações de estudos de casos por diferentes líderes do setor.

A programação começa às 9 horas com o pronunciamento do CEO da thinkseg André Gregori, apresentando o tema “A Quarta Revolução Industrial e o Real Impacto das Tecnologias nos Negócios de Bancos e Seguradoras: Update e Perspectivas Práticas”. Durante o primeiro painel, o CEO da thinkseg vai mencionar os principais desafios e as oportunidades proporcionados pela tecnologia nas seguradoras e nos bancos no mundo todo.

BINTECH 2016
Local: Hotel Golden Tulip – Rua Frei Caneca 1199, São Paulo

Credenciamento: 8h30
Mais Informações: (31) 3243 2672

Sobre a thinkseg:

A thinkseg é uma seguradora 100% mobile e digital. Somente as pessoas convidadas por um amigo thinkseg e um corretor da rede social da empresa terão o acesso online para a aquisição do seguro. A plataforma thinkseg vai inovar ao trazer o conceito do seguro “pague pelo uso” e ainda vai classificar o perfil de cada motorista de forma online e gamificá-lo junto a sua comunidade. Como resultado, oferecerá um produto com preço adequado ao comportamento de cada pessoa no seu dia a dia.

Sobre André Gregori:

CEO da Thinkseg. Em 2010, iniciou o negócio de Seguros do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.

A reforma da Previdência Social em debate

cnseg marcio forumFonte: CNseg

Cerca de 400 executivos do mercado segurador participam nesta terça-feira (23), em São Paulo, dos debates do VIII Fórum Nacional de Seguros de Vida e Previdência Privada, tradicional evento do calendário da FenaPrevi. A reforma da Previdência Social é o tema central desta edição. Lideranças do setor, autoridades do governo federal e especialistas, inclusive estrangeiros, discutem durante todo o dia as consequências para o sistema público de previdência das mudanças demográficas globais; as alterações já realizadas, em razão disso, no regime previdenciário de alguns países; as perspectivas para a previdência brasileira; e o que deveria ser feito e o que será possível fazer no modelo brasileiro de previdência pública.

Na solenidade de abertura do evento, ao explicar a escolha do tema central do oitavo Fórum, o presidente da FenaPrevi, Edson Franco, disse que a reforma da previdência é estrategicamente relevante para os segmentos representados pela entidade. “Primeiro porque é um tema (a reforma) de interesse direto do nosso mercado e tem implicação na definição do potencial de seu crescimento e de seu perímetro de atuação. Depois, temos de ter em conta que a reforma da Previdência Social representa um pilar fundamental para o desenvolvimento de todos os setores da economia, já que o consenso é de que o País não retomará um regime fiscal responsável sem resolver a questão da previdência pública. E sem uma regime fiscal responsável, o País não criará um ambiente de negócios favorável, não poderá rever sua política monetária atual nem alcançar a esperada retomada do crescimento econômico. A discussão é oportuna e a necessidade de dar transparência a este debate, urgente. Ainda mais em uma sociedade em que há uma grande desinformação sobre a reforma da previdência pública”.

Ao participar da solenidade de abertura, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, lembrou que o Fórum da FenaPrevi consolidou-se como um dos eventos mais importantes do calendário do mercado segurador, ao debater temas de grandes relevância para o desenvolvimento do setor de seguros e para o futuro do País.

Coriolano assinalou também que o mercado segurador, na condição de grande investidor institucional, detém mais de R$ 800 bilhões em ativos garantidores de riscos atualmente, tornando-se tais recursos valiosas fontes de financiamento dos setores públicos e privados, contribuindo para o desenvolvimento econômico e de progresso social. Tendo em vista, porém, o difícil quadro do País, o presidente da CNseg reconheceu que o mercado de seguros está sendo colocado à prova, com impactos diretos no desempenho de algumas modalidades. Apesar disso, comparando-se a outros indicadores da economia, o mercado segurador demonstra resiliência, oferecendo uma contribuição contra-cíclica para a economia. No primeiro semestre, informou, a arrecadação do mercado segurador totalizou R$ 113,9 bilhões nos seis primeiros do ano, taxa de expansão de 6,4%, enquanto outros setores importantes seguem no terreno negativo, como a produção industrial, com queda de 9%, ou o recuo de 22% na produção de veículos no mesmo período.

Referindo ao segmento de Previdência e Vida, que não estão imunes à crise, mas podem potencializar negócios, dependendo da efetividade da reforma da Previdência Social, disse Coriolano: “Sabemos que temos muitos desafios pela frente no cenário de longo prazo. O envelhecimento populacional é uma questão a ser exaustivamente debatida e equacionada por todos nós, por representar uma grande oportunidade para o desenvolvimento de produtos que atendam às novas necessidades da sociedade”. O presidente da CNseg ainda acrescentou que o aumento da expectativa de vida da população precisa ser encarado de forma sistêmica dentro do setor segurador, por ter impactos em diversas modalidades de seguros, como nas apólices de Vida, Previdência e nos planos de saúde. Por fim, afirmou que a CNseg e as Federações associadas estão alinhadas no propósito de “serem reconhecidas como importante instrumento de política macroeconômica para a ampliação da proteção das empresas e da população; instrumento de formação de poupanças e de investimento para a retomada do ciclo de crescimento e de progresso do país”.

A secretária-adjunta de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Priscila Grevoc, representou o ministro Henrique Meirelles, convidado para a abertura e impossibilitado de comparecer. Ela disse que a reforma da Previdência Social, em razão do envelhecimento da população, aumento da longevidade e queda na taxa de natalidade, precisa ser realizada, porque o déficit previdenciário precisa ser contido. Já a diretora de Supervisão de Conduta da Susep, Helena Venceslau, outra participante da solenidade de abertura, detalhou o perfil da nova diretoria da autarquia, que faz parte de uma mudança importante na busca de equilíbrio no ritmo de fiscalização e aprovação de produtos. Helena anunciou, ainda, que a regulamentação do Universal Life deverá ser enviada para aprovação pela CNSP logo, representando uma revolução no mercado.

Fachin nega pedido para interromper CPI que apura fraudes no DPVAT

Fonte: CONSULTOR JURÍDICO

Por considerar que o objeto de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito do DPVAT é juridicamente determinado, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu liminar no Mandado de Segurança 34.229.

Na ação, o Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo pretende interromper o funcionamento da CPI, que foi instaurada pela Câmara dos Deputados para investigar alegadas irregularidades na concessão de seguro de danos pessoais decorrentes de acidentes automobilísticos entre 2000 e 2015.

O sindicato alega a inexistência dos pressupostos constitucionais para a criação de CPI, pois não haveria fato ou conjunto de fatos determinados a serem investigados, o que violaria o artigo 58, parágrafo 3º da Constituição Federal. Afirma, ainda, que a investigação, indevida, representaria uma afronta aos direitos dos investigados. No mérito, pede a anulação do ato de criação da comissão.

Ao indeferir o pedido de liminar, o ministro Fachin destacou que a CPI foi instaurada para investigar fato determinado. Ele observa que o requerimento de criação da comissão discorre sobre denúncias de que o DPVAT tem sido objeto de ação de quadrilhas, que atuariam como falsos despachantes e intermediários no processo de cobranças das indenizações, com o objetivo de lesar os verdadeiros beneficiários do seguro, registrando, inclusive, notícia de operação de investigação deflagrada pela Polícia Federal para apuração dos fatos.

Segundo relator, a análise do requerimento de instauração da CPI e da justificativa demonstra que o objeto de investigação, apesar de formado de múltiplos atos, não é juridicamente indeterminado, pois a investigação abrange denúncias de irregularidades na concessão do seguro DPVAT, instituído pela Lei 6.194/1974, cuja adesão é obrigatória a todos os proprietários de veículos automotores sujeitos a registro e licenciamento.

O ministro salienta que, em análise de pedido contra a criação da CPI para investigar a atuação da Funai e do Incra na demarcação de terras indígenas e de remanescentes de quilombos, decidiu de maneira semelhante. Isso porque segundo a jurisprudência do Tribunal, a CPI não está impedida de investigar fatos que se liguem intimamente com o fato principal.

Ressaltou, também, que as CPIs estão sujeitas ao controle jurisdicional de seus atos, não dispondo de poderes absolutos. O ministro afirma que, em qualquer etapa, a atuação fiscalizatória da CPI pode ser objeto de questionamento junto ao STF para que se limite ao previsto na Constituição. Entretanto, não verificou até o momento a ocorrência de abusos que justifiquem a interrupção dos trabalhos.

“Sendo assim, ao menos num primeiro olhar acerca do caso em tela, considerando que os fatos objeto da CPI têm abrangência nacional e reconhecendo o caráter social do DPVAT, entendo que a investigação proposta está inserida nas competências fiscalizatórias do Congresso, de modo que não verifico, por ora, a presença de elementos suficientes a indicar se tratar de investigação tendente a incorrer em ilegítima atuação parlamentar”, concluiu o ministro ao indeferir a liminar. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

AN-Re quer desmistificar o resseguro e fomentar parcerias com seguradoras

Paulo BottiPor Márcia Alves

Passados oito anos desde a abertura, o mercado de resseguros brasileiro está mais estabilizado. “Agora, devemos pensar em como aprimorar esse mercado e incentivar o seu crescimento. E estes são os propósitos da AN-Re”, disse Paulo Botti, presidente da recém-criada Associação Nacional das Resseguradoras Locais, durante sua participação em almoço do CVG-SP, dia 17 de agosto, no Terraço Itália.

A princípio, a AN-Re, que é composta por quatro das 16 resseguradoras locais que operam no setor – Austral Re, IRB-Brasil Re, BTG Pactual e Terra Brasis –, assumiu a difícil missão de mudar a imagem do resseguro perante o mercado de seguros. Para tanto, pretende trabalhar para melhorar a assimetria de informações entre seguradoras, corretores e resseguradores. Botti acredita que este seja o caminho para diminuir a mística que existe em torno do resseguro. Ele frisou que “resseguro não é um mistério e tampouco faz milagres, reduzindo a sinistralidade e aumentando o lucro das seguradoras”.

Para o presidente da AN-Re, essa visão deturpada tem complicado o relacionado entre seguradoras e resseguradoras. “O ressegurador pode ser o sócio perfeito da seguradora, oferecendo o seu capital para que esta possa aceitar riscos e incrementar sua produção, e também pode atuar como um bom segurador para grandes riscos ou eventos catastróficos”, explicou.

Evolução do resseguro

Botti analisou a trajetória do resseguro brasileiro, desde a criação do IRB em 1939 até os dias atuais, reconhecendo que o monopólio teve seus méritos na evolução e criação das bases do mercado. O período mais difícil, segundo ele, ocorreu logo após a abertura, em 2008. Naquela época, os desafios eram incentivar a criação de empresas de resseguro no Brasil e ao mesmo tempo manter a oferta de capacidade do exterior necessária para suprir as demandas adicionais do mercado local.

Para tanto, foram criadas duas regras básicas. A partir da definição do capital mínimo de R$ 60 milhões para operar no país, foi fixada a oferta preferencial de 40% dos prêmios ao mercado local. Já para evitar operações de fronting no resseguro, foi definida a obrigatoriedade de retenção de 50% dos prêmios recebidos pelas resseguradoras.

Hoje, em sua opinião, o mercado obteve m bastante sucesso e conta com 16 resseguradoras locais e mais de cem empresas com licença para operar no resseguro offshore, como admitidas ou eventuais. Mas, apesar de competitivo, o mercado de resseguro de seguro de vida ainda é pequeno se comparado ao de outros países.

Dados apresentados por Botti revelam que nos últimos doze meses até março, as seguradoras brasileiras cederam ao resseguro cerca de R$ 10 bilhões em prêmios, dos quais 30% foram colocados diretamente no exterior e 70% em resseguradoras locais. Estas últimas, por sua vez, também retrocederam para o mercado exterior, de modo que em torno de 55% dos prêmios foram para fora do país e 45% permaneceram no mercado nacional.

Resseguro no ramo de vida

Dos R$ 105 bilhões faturados em prêmios pelo mercado de seguros em 2015 (sem considerar previdência privada, saúde e capitalização), R$ 35 bilhões corresponderam ao ramo de seguro de vida. Nos cálculos de Botti, deste volume, o ramo vida cedeu ao resseguro cerca de R$ 400 milhões, o que representa pouco mais de 1% dos prêmios. Segundo ele, no mercado mundial o ramo vida costuma ceder menos resseguro que o property. Porém, a diferença está na proporção.

Enquanto no Brasil o ramo vida corresponde a 1% do total de resseguros, em outros países mais desenvolvidos a proporção chega a 30%. Até mesmo nos países vizinhos a proporção é maior: Argentina e Chile, 3% cada, e Colômbia e México, 5% cada. “Por outro lado, significa que o seguro e o resseguro de vida no Brasil têm muito a crescer”, disse.

Botti acredita que o mercado brasileiro de seguros e resseguros continuará crescendo, seguindo a tendência de expansão dos mercados emergentes. Ele aponta, ainda, a tendência de descentralização empresarial, apesar da concentração que ainda existe no mercado de vida no Brasil. Sua expectativa é que produtos mais sofisticados cheguem ao mercado e que sejam operados predominantemente por seguradoras menores, mais especializadas, contando com a alavancagem do resseguro.

“Depois de oito anos, creio que as resseguradoras estão em dívida com o mercado e podem colaborar muito mais. A AN-Re tem muito trabalho pela frente para colaborar no desenvolvimento desse mercado, principalmente, na área de vida, na qual a oportunidade é muito grande”, disse.

O presidente do CVG-SP comentou a importância da atividade de resseguro para a indústria de seguros. “Além de um instrumento de apoio à capacidade de absorção de riscos pelas seguradoras e empresas de previdência, o resseguro também possibilita, por meio das resseguradoras, o acesso a produtos diferenciados, que auxiliam a incrementar o portfólio de opções aos segurados”, disse Dilmo B. Moreira.

Liberty Seguros lança aplicativo sobre portfólio de produtos

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A Liberty Seguros lança um novo aplicativo para apresentar seu portfólio para corretores e clientes. A ferramenta, inovadora no setor de seguros, traz todas as informações sobre os produtos da seguradora de maneira clara e simplificada. Em um só canal e de maneira dinâmica, estão disponíveis informações atualizadas sobre todas as linhas de produtos oferecidos pela Liberty Seguros, desde Auto, Vida e Residência até os seguros para pequenas e médias empresas.

“Nosso objetivo é oferecer aos nossos clientes e corretores uma experiência digital cada vez mais completa”, diz Etienne Gonçalves, gerente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros. “Desde o momento da escolha do produto mais adequado para suas necessidades até aquele em que precisar da nossa assistência, eles têm a segurança de que podem contar com a Liberty por meio dos canais de sua preferência”.

A Liberty Seguros já disponibiliza dois aplicativos nos quais segurados e corretores podem consultar informações sobre apólices, oficinas referenciadas, sinistros e o Clube Liberty. Para fazer o download do novo aplicativo, basta acessar a Apple Store ou a Play Store e buscar por Liberty Portfólio de Produtos.

Brasilprev registra lucro líquido de R$ 464,7 milhões no primeiro semestre de 2016

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A Brasilprev, especialista no mercado de previdência privada, divulga os seus resultados do primeiro semestre de 2016. Os ativos sob gestão da companhia subiram 30,8% em comparação aos primeiros seis meses de 2015, de R$ 132,9 bilhões para R$ 173,8 bilhões. A arrecadação total foi de R$ 21,9 bilhões, 13,4% a mais que no mesmo período de 2015, quando fechou os primeiros seis meses do ano com R$ 19,3 bilhões. Este desempenho fez com que a empresa apresentasse lucro líquido de R$ 464,7 milhões, um aumento de 8,2% frente ao lucro ajustado do mesmo período de 2015 (R$ 429,6 milhões).

O Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) continua sendo o de maior arrecadação, responsável por R$ 20,6 bilhões, crescimento de 14,5% em relação ao ano passado, quando arrecadou R$ 18,0 bilhões. O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o plano Tradicional mantiveram os resultados anteriores, arrecadando R$ 1,1 bilhão e R$ 200 milhões, respectivamente.

“O ano de 2016 vem sendo bastante positivo para a Brasilprev, que manteve as lideranças conquistadas, atestando seu protagonismo no setor. O aumento crescente da consciência da população sobre a importância de acumular recursos para o futuro tem impulsionado o mercado nos últimos anos. Esse movimento ganha ainda mais força com a aprovação da resolução CMN nº 4.444, que traz maiores possibilidades em termos de diversificação, tornando os produtos ainda mais atrativos”, comenta o diretor de planejamento e controle da Brasilprev Nelson Katz.

A Brasilprev figura, mais uma vez, na liderança em captação líquida, segundo dados da Quantum Axis. A empresa alcançou R$ 13,3 bilhões no semestre, com 57,6% de participação de mercado no acumulado do ano.