Tokio Marine adota robo Marina para atendimento

A Tokio Marine anuncia a implantação da Marina, Inteligência Artificial que realizará atendimentos no Departamento de Recursos Humanos. Desenvolvida através de um software baseado no supercomputador Watson, a Marina é capaz de aprender, identificar expressões diversas e interpretar contextos, sendo inicialmente responsável por realizar cerca de 2 mil atendimentos mensais referentes a assuntos do dia a dia dos mais de 1,7 mil colaboradores da companhia.

Sua mecânica é mais simples do que parece: a captação de conhecimento pela Inteligência Artificial se dá mediante abastecimento com conteúdo fornecido pela equipe de Recursos Humanos, de forma que antes do lançamento foi feito um trabalho extenso no sentido de alimentar a Marina com todas as possíveis perguntas que poderiam ser feitas pelos colaboradores, e quais as possíveis respostas para cada pergunta.

“Estamos muito satisfeitos com a implantação dessa nova tecnologia, na medida em que, a partir do momento em que a Marina passa a ser responsável por realizar esses atendimentos mais corriqueiros, a equipe de Recursos Humanos pode dedicar o tempo economizado em atividades mais estratégicas para a Tokio Marine, como o desenvolvimento de novos projetos e o aprimoramento de processos que já existem. Dessa forma, a Inteligência Artificial acaba sendo mais uma ferramenta que nos permite valorizar nosso Capital Humano” explica a gerente de Recursos Humanos da Tokio Marine, Juliana Zan.

Em sua fase inicial, a Marina estará disponível para atendimentos via chat, dentro do Portal de Recursos Humanos da Companhia. Numa segunda etapa, a previsão é que ela passe a atender também dúvidas de Corretores e Clientes, através de canais como telefone, vídeo e chats de redes sociais como Facebook e Twitter.

“A beleza do sistema está exatamente no fato da capacidade de aprendizado dessa ferramenta ser diretamente proporcional à quantidade de informações fornecidas por nossas equipes. a Marina será muito bem vinda ao nosso time!” analisa Juliana.

Prudential do Brasil amplia foco na educação financeira

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A Prudential do Brasil acaba de lançar o primeiro episódio da segunda temporada de sua websérie sobre o seguro de vida individual. O episódio de estreia aborda o produto “Vida Inteira”, uma das soluções mais completas oferecidas pela companhia, uma vez que oferece proteção por toda a vida do segurado. O vídeo está disponível no canal do YouTube da seguradora (https://youtu.be/3sSNCsyxKvw).

“Nesta temporada traremos três novos episódios, cujo objetivo é proporcionar ao público informações essenciais sobre a função do seguro de vida no planejamento das famílias e, consequentemente, expandir o conhecimento sobre educação financeira”, explica o diretor de Marketing de Office da Prudential do Brasil, Marcelo Eboli, destacando que a cultura do seguro de vida ainda é pouco disseminada no país.

Com duração de cerca de dois minutos cada um, os episódios são apresentados com linguagem simples e conteúdo ágil e serão divulgados semanalmente. A nova temporada expande os temas abordados na primeira, lançada em março deste ano, e ganha tom mais informativo.

Desta forma, o segundo episódio, dessa nova temporada, abordará de forma mais detalhada o seguro de vida resgatável, demonstrando o seu funcionamento, operação e objetivos. Já o último visa esclarecer as diferenças entre o seguro de vida e os produtos financeiros, como previdência privada e poupança.

“Queremos ajudar no esclarecimento das principais dúvidas dos consumidores e reforçar a importância do seguro na proteção da vida das pessoas, oferecendo, principalmente, informações de qualidade e de simples compreensão” comenta Eboli.

Os tópicos abordados na primeira temporada foram: “Seguro de Vida em Minutos”, (episódio 1); “Seguro de Vida como Ferramenta para Sucessão Comercial” (episódio 2); “Seguro de Vida como Ferramenta para Sucessão Pessoal” (episódio 3) e “Seguro de Vida como Ferramenta de Proteção Financeira” (episódio 4).

Os vídeos mantêm a mesma unidade visual da primeira temporada, repetindo a narração com imagens em formato de desenho produzido pelo ilustrador Rodrigo Pádua, também responsável pelos vídeos anteriores. A produção é da SquarePixel, premiada no Festival de Cannes 2017.

Octavio de Lazari deseja que em 2018 cada correntista tenha dois produtos de seguros

Que cada um dos 35 milhões dos correntistas do Bradesco tenham dois produtos do braço segurador. Esse é um dos desejos de Octavio de Lazari, CEO do grupo Bradesco Seguros, para 2018. Em 2017, a média foi de 1,6 por cliente, sendo títulos de capitalização, seguros de carro, vida e saúde os mais demandados. “Imaginam o ganho para todo o conglomerado de apenas chegarmos a dois produtos por cliente?”, diz o executivo de carreira do banco para assumir o comando da seguradora neste ano aos jornalistas durante almoço na sede paulista, em Alphaville (SP).

O Brasil pode não mostrar um céu de brigadeiro para tal conquista, uma vez que seguro e previdência são atividades que dependem do bom desempenho da economia e do poder de aquisição das famílias. “Temos em mente crescer dois dígitos como em 2017, com projeção de encerrarmos este ano com alta de 10%”, afirma. De janeiro a setembro, o grupo acumulou faturamento de R$ 55,1 bilhões, avanço de 9,8% comparado ao mesmo período do ano anterior. Vida cresceu 19,2% e previdência 12,6%. O lucro líquido do período foi de R$ 4,1 bilhões, com retorno anualizado sobre o PLA de 19,4%. As provisões técnicas totalizaram R$ 240 bilhões.

Questionado se esse crescimento de dois dígitos desejado para 2018 — um ano eleitoral geralmente marcado por volatilidade nos mercados financeiros e na economia — viria do aumento de preço, Lazari é categórico: “Isso seria fazer mais do mesmo. Nosso propósito é agregar. Tal previsão tem o ganho de escala como base, pois com a inflação a 3% o bolso do consumidor não suporta qualquer reajuste de preço de produtos. Ao ofertar produtos inovadores, com preços acessíveis e serviços que agregam valor ao consumidor, conseguimos conquistar mais consumidores para o mercado de seguros”, garante ele.

Segundo ele, o crescimento das vendas é condição “sine qua non” para que as empresas do grupo compensem a queda de receita financeira, uma vez que a taxa básica de juros entrou num ciclo de queda, encerrando 2017 em 7% ao ano, com viés de nova baixa em fevereiro. “Todos estão focados na geração de receita que compense a redução do ganho financeiro, seja com ganho de eficiência, seja com lançamento de produtos, entrada em novos mercados e canais de distribuição, venda cruzada na base de clientes e outras parcerias e ideias que agregam valor ao cliente, citou.

Lazari e executivos do grupo receberam jornalistas no prédio do grupo. Tal visita estava agendada há dois anos, quando o prédio foi inaugurado. No entanto, a morte de Marco Antonio Rossi chacoalhou o dia a dia do grupo, sendo só agora possível uma visitação. O Bradesco Seguros Alpha Building é um empreendimento Triple A, de alto padrão tecnológico, com 80 mil metros quadrados de construção e 18 pavimentos. A construção segue as melhores práticas de eficiência energética, reuso de água, acessibilidade, Compliance e controle de risco. O primeiro item colocado no prédio foi um grande telão alimentado com todas as estatísticas que ajudam o grupo a gerenciar riscos. Ou seja, a matéria prima de qualquer seguradora.

Alexandre Nogueira mostra a central de inteligência do grupo, com dados em D+1

ARTIGO: Insurtechs são bem-vindas e envolvem desafios

FONTE: Estado de São Paulo

Por Márcio Coriolano, presidente da CNseg

A emergência das fintechs e insurtechs – startups dos setores financeiro e de seguros – tem dominado o cenário de um novo empresariamento no Brasil. As incubadoras de jovens candidatos a empresários são uma realidade que despertou o interesse de investidores e já conta com a participação direta de companhias consolidadas. São várias as modalidades de incubadoras de fintechs e insurtechs, bem como os esquemas de desenvolvimento, financiamento e participação societária nesta onda de modernização e transformação produtiva.

No setor de seguros, em que consiste a transformação? Que oportunidades e ameaças traz? O que ganha o consumidor? Para além de apressadas projeções de um modo de produção disruptivo radical, parece que o atual estágio do tema trilha mais um formidável aumento de produtividade.

Há razões para deduzir que o avanço reside mais no encurtamento de processos, via tecnologias de informação, e na oportunidade de desintermediar atividades que se transformaram em “cotovelos” entre a oferta de produtos e serviços e o consumidor. Tais atributos já são uma brutal mudança de paradigma.

A emergência das insurtechs e fintechs atende a um desejo da sociedade, sobretudo dos jovens, que não toleram mais processos longos e ineficientes. Os “techs” contrapõem ao conservadorismo a vontade da população, que quer sua própria produtividade, numa era de comunicação, escolha e satisfação instantâneas.

No campo em que as insurtechs se colocam, o risco do negócio persiste nas seguradoras. O jovem empresário tem consciência da complementaridade de propósitos. Não é trivial pôr capital em risco, investir em complexas operacionalidades, num setor tão regulado. Nada disso, é óbvio, está no radar dos candidatos.

A desintermediação é irremediável e virtuosa, mas, no campo dos seguros, a transformação não deve alcançar o papel dos corretores, ao menos nos produtos em que a assimetria de informações e o nível de complexidade de escolha colocam o consumidor em córner no processo de escolha.

No caso do Obamacare, nos EUA, por exemplo, o núcleo da desintermediação da oferta do novo produto de saúde foi uma insurtech fabricada e residente no governo. Uma plataforma tecnológica (exchanges), pela qual quem desejasse comprar ou trocar seu seguro individual podia fazer escolhas sem “cotovelos” com as operadoras de saúde. Na prática, milhões de pessoas recorreram a corretores e agentes de planos de saúde. Nada funcionou sem a boa e experiente intermediação especializada.

Brasilcap tem novo diretor Administrativo-Financeiro, de Riscos e Compliance

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Marcelo Farinha tomou posse como o novo diretor Administrativo-Financeiro,
de Riscos e Compliance da Brasilcap – empresa referência no mercado de
capitalização. Com 30 anos de carreira no Banco do Brasil (BB), começou sua
trajetória na Agência 0413-8 de Mococa, no interior de São Paulo. No banco,
solidificou sua carreira na Diretoria de Finanças.

Farinha é engenheiro eletricista formado pela Universidade Federal de
Uberlândia, com especialização em Administração Financeira (USP/FIA) e
mestrado em Economia (Universidade Católica de Brasília). Seu cargo anterior
foi como diretor Financeiro e de Benefícios no Instituto Economus, entidade
fechada de Previdência Complementar e de Assistência à Saúde dos
funcionários do Banco Nossa Caixa, incorporado pelo BB.

Ele acredita que o caminho para uma boa gestão passa pelo investimento em
soluções simples e eficientes. “Sinto orgulho em poder integrar uma companhia
que há mais de 20 anos preza pela inovação. Quero me adaptar rapidamente
para superar os desafios que temos pela frente”, ressalta Farinha, sobre seu
novo cargo na Brasilcap.

Presidente do SindSeg-SP prevê bons ventos para o mercado segurador

Pesos pesados do mercado segurador estiveram reunidos ontem em almoço de confraternização de final de ano organizado pelo Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP). Apesar da reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro último e que coloca por terra a obrigatoriedade de contribuição sindical, boa parte dos membros não se preocupa com tema. Ao que tudo indica, para 2018 as soluções já foram encaminhadas para garantir a receita da entidade que se dedica a muitos temas, entre eles a redução de acidentes de trânsito e a educação de seguros em escolas públicas. “Mas o trabalho do sindicato durante 2018 será determinante para ter receita em 2019”, disse um dos membros que pediu confidencialidade.

“2017 foi um ano de grandes realizações, com a execução de novos programas e uma forte atuação em questões caras à sociedade, como a prevenção de acidentes”, disse Mauro Batista, presidente do SindSeg-SP. Ele destacou a atuação da entidade junto do Estado, com parcerias para combater o crime organizado, a Lei do Desmonte e o Projeto Vida Segura. “Houve um intercâmbio intenso de informações, que ajudam no combate ao crime”, disse.

O programa Vida Segura foi desenvolvido em parceria com a Secretaria da Educação e rendeu até mesmo uma homenagem ao secretário José Renato Nalini. O projeto pretende atingir ao longo de uma década 5 mil escolas, nas quais os alunos de ensino fundamental terão oportunidade de descobrir as proteções ofertadas pelo mercado segurador. Batista também acrescentou que 2018 traz bons ventos para seguros e que o segmento seguirá crescendo. “Todos nós estamos animados com os sinais promissores emitidos pelos indicadores econômicos e temos projeções que o setor crescerá entre 3 e 4% acima da inflação. Além de divulgar ao mercado que o setor tem proteções para cobrir riscos evidentes que assustam a todos, as seguradoras também exercem a cidadania ao fazerem a gestão de risco”.

Márcio Coriolano, presidente da CNseg, seguiu o mesmo tom otimista. “Estamos otimistas com o próximo ano do ponto de vista da economia. Temos queda de juros 2018, inflação sob controle, desemprego em queda. Por isso temos confiança e estamos preparados. Pragmaticamente será u m ano difícil do ponto de vista político, como Congresso mais travado. Temos de nos unir para o programa mínimo de reformas microeconômicas que não dependam tanto do Congresso. Essa agenda será divulgada no almoço de final de ano do setor, no dia 13, no Rio de Janeiro”, disse ele durante discurso no almoço.

Semana traz aquisições bilionárias em saúde

O setor de saúde está em ebulição no mundo todo. Nesta semana, duas notícias importantes. A CVS Health, maior rede de farmácias dos EUA, fechou acordo para a compra da seguradora de saúde Aetna por cerca de US$ 68 bilhões. O negócio cria um novo gigante na indústria de medicamentos sob prescrição e pode desencadear um processo de consolidação no setor. No Brasil, a CVS é dona da rede de farmácias Onofre.

O fato foi visto pelo setor como “o rabo abana o cachorro”, evidenciando que fornecedores passam a ser protagonistas no setor de saúde diante da crise vivenciada nos EUA, com Donald Trump querendo por fim ao Obamacare. No Brasil, a crise vem de uma regulação que precisa ser urgentemente revista para acomodar interesses do governo, empresas privadas, fornecedores, prestadores e o consumidor. Isso feito, a tendência é de uma grande onda de fusões e aquisições, bem como a entrada de novas empresas partindo do zero.

Entre as mais interessadas em atuar em saúde no Brasil estão AXA e Mapfre. A própria Aetna, que já atuou no Brasil numa parceria com a SulAmérica no passado, reavaliava seu retorno ao Brasil e estava em conversas com grandes players locais, citam fontes. Agora, com a venda para a CVS, as negociações devem ser revistas.

Outra notícia da semana veio da UnitedHealth, gigante americana do setor de planos de saúde e controladora da Amil no Brasil, que anunciou um acordo para a compra da DaVita, provedora de tratamento renal e um dois maiores grupos de médicos dos EUA, por cerca de US$ 4,9 bilhões em dinheiro. O acordo vem na mesma semana em que a rede de farmácias CVS Health fechou uma transação no valor de US$ 69 bilhões para adquirir a Aetna, que também atua na área de planos de saúde. A DaVita dispõe de cerca de 280 clínicas, além de 35 centros de tratamento urgente e seis centros de cirurgia. A empresa opera em vários Estados americanos, incluindo Califórnia, Washington e Flórida, e emprega cerca de 2.200 profissionais de saúde.

Marcio Coriolano e Christopher Garman debatem conjuntura brasileira

Fonte: CNseg

A perspectiva de crescimento econômico em 2018, os efeitos do ano eleitoral, o perfil dos candidatos à disputa presidencial, a volta do apetite do investidor estrangeiro são alguns dos assuntos discutidos em novo episódio do programa “Papo Seguro Especial”, do Canal Seguro, no YouTube. Desta vez, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, entrevista o cientista político Christopher Garman, diretor-executivo do Grupo Eurásia para as Américas.

Marcio Coriolano lembra que, há alguns anos, o Brasil viveu um crescimento vigoroso antes da profunda crise em que mergulhou o País, perguntando a Garman as razões da profunda recessão superada apenas neste ano. Para o cientista político, a resposta está em uma conjunção de fatores. O Brasil, assim como outros países emergentes, se beneficiou com o alto preço das commodities no mercado mundial, algo que teve relação direta com o forte crescimento da China, antes da desaceleração da economia asiática. “Mas, ao mesmo tempo, as decisões tomadas por vários governos brasileiros, principalmente pelo ex-presidente Lula e pela ex-presidente Dilma Rousseff, exacerbaram um problema estrutural que iria estourar em algum momento”, explica o cientista político.

Ele afirma que a crise fiscal, uma decorrência de gastos públicos crescentes nos últimos 30 anos, uniu-se à crise política e aos recentes escândalos de corrupção. “Isso fez com que a crise no Brasil fosse muito mais dramática do que em outros países que também sofreram com a queda dos preços das commodities, à medida que a China começou a desacelerar e isso levou a um período de desencanto com o Brasil”, esclarece Garman.

Porém, o momento atual é de uma volta do otimismo, como afirma o diretor-executivo, uma vez que há muitos investidores interessados no Brasil, uma sinalização de que a profunda crise econômica está chegando ao fim. “Nós estamos em um ciclo de reformas transformativas, pois grandes crises geram grandes reformas. É claro que o grande nó fiscal ainda tem que ser atacado e temos um leque de reformas microeconômicas que estão dando grandes oportunidades para investimentos em setores regulados da economia. Os investidores estão de olho também em 2018”, afirma Christopher.

Marcio Coriolano reconhece que o País tem mostrado uma resiliência formidável no plano econômico este ano, ainda que o quadro político continue conturbado. Mas este ambiente produz incerteza em torno do prosseguimento das reformas propostas pelo atual governo em 2018.

Para Garman, a crise política do atual presidente Michel Temer e o escândalo da empresa JBS frustraram uma ampla Reforma da Previdência. “Talvez uma reforma mais enxuta possa ser aprovada e há uma grande expectativa de que ela aconteça após as próximas eleições. O problema é que a reforma é impopular, ou seja, os eleitores estão com muita raiva da classe política. Por isso, creio que não seja uma demanda para um candidato reformista, e sim para um candidato que represente algo diferente do que está aí”, explica o cientista.
Em seguida, os executivos fazem uma análise sobre os possíveis candidatos à presidência da República e a possiblidade da aprovação de reformas estruturais na economia brasileira.

O novo episódio está disponível no Youtube

Corretores se unem e criam a Aliança Brasil Group, com meta de chegar a R$ 300 milhões em prêmios no primeiro ano

O Aliança Brasil Group pretende fechar o primeiro ano de operações com uma arrecadação de mais de R$ 300 milhões de prêmios

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O Rio de Janeiro será palco de uma iniciativa original para alavancar os negócios de seguro na cidade. Na contramão da crise do estado, quatro grandes corretoras – Conset, Hold, RBM e Segplus – responsáveis por uma produção superior a R$ 250 milhões em 2016, criaram a Aliança Brasil Group (ABG). A aposta é que, juntas, as quatro potências da corretagem de seguros possam gerar novos e rentáveis negócios, elevando em até 25% a produção do Grupo em 2018.

A bandeira do antigo Grupo Aliança Rio, que durante 16 anos teve uma atuação marcante no mercado do estado, foi mantida, “porque entendemos ser uma marca de sucesso, reconhecida pelas seguradoras e muito respeitada pelos clientes e pelo mercado em geral”, acredita Marco Aurélio Marques, sócio e executivo principal do ABG. Além disso, duas corretoras (RBM Corretora e Hold Corretora) entre as quatro já pertenceram ao antigo Grupo.

Na empreitada estão os sócios Adélia Ribeiro e Fernando Castro (Conset), Sergio Marinatto e Maurizio Masci (RBM Corretora), Carlos Figueiredo (Segplus), Claudio Gonçalves (Hold Corretora) e Marco Aurélio Marques (ABG). Todos têm mais de 20 anos de experiência no mercado, liderando empresas consolidadas. Hoje, apostam na junção de forças em um grupo capaz de oferecer as melhores soluções em seguros tanto para seus futuros parceiros como para o consumidor final.

A sede do conglomerado fica no Centro do Rio, mas conta com filiais em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, onde as operações também já foram iniciadas. “No momento, os sócios estudam o mercado, visando agregar novos parceiros para 2018”, explica Adélia Ribeiro. “Trabalhamos com as principais seguradoras do mercado, nos mais diversos segmentos de seguro, com especialização em riscos corporativos, além de grande produção em seguros massificados”, acrescenta Fernando Castro.

O Aliança Brasil Group pretende fechar o primeiro ano de operações com uma arrecadação de mais de R$ 300 milhões de prêmios.

Tendência – A solução de unir operações e experiência para formar corporações de porte é um movimento natural em tempos de economia compartilhada. Essa é a base do projeto inicial do Grupo, que tem como objetivo fortalecer o cross selling entre os sócios, criar produtos com a marca ABG e apoiar futuros parceiros em seus negócios. “Para isso, estamos preparados para fornecer treinamento especializado aos nossos colaboradores, na busca por um atendimento de excelência aos nossos clientes e parceiros”, argumenta Marco Aurélio Marques.

Corretores – Na análise de Sergio Marinatto, o segmento de corretores atual “está extremamente competitivo, exigindo mais preparo, especialização e profissionalismo da categoria”. Um investimento contínuo para atender às necessidades de um consumidor empoderado, cada vez mais consciente de seus direitos e necessidades. “O que exige”, completa Claudio Gonçalves, “uma busca constante no aprimoramento dos processos operacionais e praticas inovadoras na área comercial”.

Para Carlos Figueiredo, “o corretor é um consultor do cliente, apresentando soluções com custos de acordo com seu perfil. Temos que ter mais qualidade, velocidade de resposta e utilizar todas as formas de comunicação disponíveis”.

Tecnologia – Além dos investimentos na capacitação dos colaboradores, o Grupo deseja investir nas mídias digitais, “peça fundamental para os corretores estreitarem a relação com o consumidor, difundir a cultura do seguro e facilitando a oferta de produtos e serviços”, afirma Maurizio Masci.

Se depender dos executivos do Aliança Brasil Group, os canais digitais serão ferramentas importantes de comunicação com o cliente, “principalmente na faixa abaixo dos 35 anos de idade, que utiliza a internet para adquirir bens e serviços dos mais variados tipos. Estamos analisando cases de sucesso nessa área para buscar as melhores soluções ao nosso modelo de negócio, pensando sempre na melhoria do atendimento ao consumidor”, conclui Marco Aurélio Marques.

IESS divulga vencedores do VII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar

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A coordenação do VII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar, promovido pelo Instituto de Saúde Suplementar (IESS), divulgou nesta manhã (7) os vencedores da edição 2017. A premiação destacou os melhores trabalhos acadêmicos com foco em saúde suplementar no Brasil durante o “Seminário Qualidade e Eficiência na Saúde”, no complexo Aché Cultural, no Instituto Tomie Ohtake.

“O Prêmio busca fomentar a pesquisa nacional e é uma importante colaboração do IESS com o objetivo de garantir uma melhor compreensão e a sustentabilidade da saúde suplementar no País. As categorias de Promoção da Saúde, Economia e Direito contemplam os desafios mais latentes do setor”, comenta o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro. “A cada edição do Prêmio IESS, é notável o avanço na profundidade dos trabalhos e no debate que geram na sociedade”, conclui.

O Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar tem como objetivo incentivar a pesquisa e valorizar estudos com qualidade técnica e que contribuem para a melhoria do setor. São premiados os dois melhores trabalhos de conclusão de cursos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) nas três categorias que compõem o prêmio. Os trabalhos ficam disponíveis no site do IESS: www.iess.org.br.

Na categoria Promoção de Saúde e Qualidade de Vida, a grande vencedora foi Eulalia Martins Fraga com o trabalho “Atenção Primária na Saúde Suplementar: estudo de caso de uma Operadora de Saúde de Belo Horizonte”, trabalho de especialização na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). O segundo lugar ficou com Fernando de Rezende Francisco, que desenvolveu o estudo “Aplicação de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) na Tomada de Decisão em Hospitais” no Mestrado em Administração de Empresas, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O estudo vencedor na categoria Economia foi “Assimetria de informação a partir da Regulação do Mercado de Saúde Suplementar no Brasil: Teoria e Evidências”, de Luís Carlos Moriconi de Melo, do Mestrado Profissional em Economia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). Já a segunda colocação foi conquistada por Samara Lauar Santos, do Mestrado em Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com o trabalho “Envelhecimento Populacional e Gastos com Saúde: Uma Análise das Transferências Intergeracionais e Intrageracionais na Saúde Suplementar Brasileira.

Na categoria Direito, apenas um estudo preencheu os requisitos que configuram medidas cabíveis aos desafios do setor. O trabalho vencedor foi “Processo decisório e motivação no âmbito das normas sobre o rol de procedimentos e eventos em saúde”: uma análise exploratória”, de Bruno Araújo Ramalho, aluno do Mestrado em Direito da Regulação, da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

A programação do “Seminário Qualidade e Eficiência na Saúde” também apresentou o novo IESSdata, que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira e as palestras especiais “Revolucionando a saúde por meio da eficiência e qualidade”, com Maureen Lewis, CEO da Aceso Global; e “Mensuração e Melhoria da Qualidade Assistencial na Saúde” com a Doutora em Medicina Preventiva Ana Maria Malik, da Fundação Getúlio Vargas.