A Confederação das Seguradoras (CNseg), ao lado de suas quatro Federações associadas (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap), promove o “23º Encontro de Líderes do Mercado Segurador”- de quinta-feira (1º de março) a sábado (3 de março) – no Recanto Cataratas Resort, em Foz do Iguaçu, no Paraná.
Nesta edição, o tema central dos debates será “A visão de uma agenda para o desenvolvimento”. A pauta, desdobrada em quatro painéis, inclui “Seguro Rural e o desenvolvimento do Agronegócio”; “Big Data, Blockchain e Inteligência Artificial: uma visão do futuro”; “O cenário político”; e as “Perspectivas do Brasil e de ser brasileiro”.
O Encontro dos Líderes, tido como o principal evento do setor, reúne dirigentes das seguradoras, autoridades reguladoras da supervisão e especialistas de diversas áreas para identificar desafios, tendências e perspectivas que prevalecerão em relação a temas como política, economia, sociedade e inovações tecnológicas. Pelo menos 150 líderes de seguradoras, que representam quase a totalidade do PIB de seguros, são aguardados nesse encontro.
O seguro está entre os setores mais resilientes da economia brasileira, detendo mais de R$ 1,2 trilhão em ativos, que são recursos alocados no mercado financeiro e destinados a pagar indenizações e benefícios previdenciários à medida que sejam solicitados. No ano passado, sua arrecadação alcançou R$ 430 bilhões – evolução superior a 6% em relação ao ano anterior. Além da solidez e do nível de empregos formais ofertados, o seguro está entre as atividades mais propensas a crescer de forma acelerada, se houver retomada da recuperação e um cenário mais amigável aos negócios.
A JLT uma das corretoras líderes mundiais em seguros, resseguros e benefícios, adquiriu a International Risk Consultant (IRC), com sede em Columbus, Ohio, e uma das corretoras líderes no segmento de seguro de crédito e risco político, com operação nos Estados Unidos, Brasil e Ásia.
A aquisição cria uma expertise única no segmento, combinando o conhecimento especializado em seguro de Crédito e Risco Político da IRC, com os produtos globais e soluções estruturadas da JLT. A partir de hoje, a IRC Brasil passa a integrar a divisão de CPS (Credit, Political & Security Risks) da JLT Specialty Brasil.
Esta movimentação vem em linha com a estratégia da JLT em consolidar sua posição de especialista, focando em soluções e estruturasdiferenciadas de crédito, que permitam aos clientes crescer com segurança, entregar resultados onde quer que estejam seus investimentos, bem como acessar novas fontes de capital.
Para a diretora da JLT Specialty Brasil CPS, Tatiana Moura, este é um passo importante no desenvolvimento de atuação global de CPS da JLT, proporcionando uma maior escala e alcance nestes mercados, consolidando nossa posição de liderança na Ásia, solidificando a atuação no Brasil e fortalecendo nossa presença nos Estados Unidos. “Com a chegada dos novos colegas da IRC, temos agora uma equipe de especialistas de crédito, com cerca de 180 colaboradores nos Estados Unidos, Brasil e Ásia, capazes de oferecer soluções aos nossos clientes localizados em todos os principais centros financeiros do mundo”, afirma.
Passageiros de voos internacionais que partem do RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim poderão comprar o seguro viagem momentos antes de embarcar. A iniciativa, inédita em aeroportos do Brasil, é resultado de uma parceria entre a Zurich, seguradora global com 78 anos de atuação no mercado brasileiro, e a Bit Pagg, plataforma de venda de seguros online.
Trata-se da primeira venda de seguro viagem no Brasil por meio de totens. O passageiro leva apenas alguns minutos para comprar e fazer o pagamento do seguro pelo totem. O RIOgaleão é o segundo aeroporto internacional mais movimentado do país, com mais de 16 milhões de passageiros por ano e capacidade para 37 milhões de viajantes. “Nosso objetivo é aproveitar o fluxo qualificado de usuários do aeroporto RIOgaleão para oferta e massificação do seguro viagem por meio de ferramentas digitais, mas sem perder a abordagem consultiva, que será feita através de promotores qualificados nesse que é o último momento possível de compra antes da viagem sem que haja carência”, afirma Cesar Lopes de Sousa, CEO da Bit Pagg.
Além das coberturas com assistência médica e despesas farmacêuticas, o seguro viagem também cobre outros tipos de serviços, como localização de bagagem extraviada, remarcação de passagem, assistência jurídica e até repatriação do corpo em caso de morte. “Alguns países obrigam o turista a contratar a proteção antes de viajar, caso dos europeus que integram o Tratado de Schengen e exigem cobertura mínima de 30 mil euros por pessoa, mas muitos viajantes desconhecem isso”, lembra Simone Libonati, Superintendente de Seguro Viagem da Zurich
Fonte: Blog Sonho Seguro com agências internacionais
Três temas preocupam a indústria de seguros britânica no médio e longo prazo: envelhecimento e longevidade; engajamento e digitalização do cliente; e diversidade e inclusão nas empresas de seguros. “Parece-me que nosso mundo continua a mudar cada vez mais rápido em torno de nós. Estamos no meio de uma revolução digital que, na minha opinião, é a maior tendência macro que vimos há muito tempo”, comentou Andy Briggs, presidente da Association of British Insurers (ABI), similar a CNseg no Brasil, em seu discurso durante o evento anual da entidade realizado no último dia 27, em Londres.
Tais temas, pelo jeito, são os que preocupam toda a indústria mundial. Não por acaso esses também são os temas das discussões no 23º Encontro de Líderes do Mercado Segurador, que começa amanhã e termina no dia 4 de março, no Recanto Cataratas Resort, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Como nas edições anteriores, o encontro planeja discutir desafios, tendências e perspectivas em relação a temas como política, economia e inovações tecnológicas. O tema principal do encontro será “A visão de uma agenda para o desenvolvimento”. Márcio Coriolano, pr esidente da CNseg, entidade que reúne as seguradoras, destacará a importância do setor como um dos maiores investidores institucionais do país, ao deter mais de R$ 1,2 trilhão em ativos garantidores.
Andy Briggs, presidente da ABI: “Precisamos nos envolver e nos comunicar mais com os clientes”
Segundo o chairman da ABI, que também é diretor da Aviva, uma das seguradoras britânicas consideradas mais inovadora, a digitalização representa uma grande oportunidade, mas também um grande desafio. “Afetará todos os aspectos do nosso trabalho e todos os pontos de contato, desde relacionamentos de clientes até subscrição com marketing. Nós precisamos entender isso”, assegurou.
Sobre a longevidade, outra grande tendência que merece a atenção do mundo, Briggs afirmou: “Precisamos agir para garantir que os consumidores tenham informações, orientações e conselhos apropriados sobre suas economias e seus investimentos. Isso não é uma tarefa fácil. É um desafio crítico que devemos assumir”.
Ilustrando a tendência de longevidade, ele disse em 1917, quando a monarquia britânica começou a enviar telegramas para centenários, enviou 24 telegramas. Este ano, a Rainha enviará 10 mil cartas. Apesar da automaticidade em incluir as pessoas em planos previdenciários, as pessoas ainda não economizam o suficiente para sua aposentadoria, disse ele, o que deixa claro que é preciso ajudar que a sociedade pense mais na necessidade de poupar para garantir um futuro mais tranquilo e mostrar a ela mais o que o mercado oferece para ajuda-la a ter investimentos que façam frente a tal necessidade. “Precisamos nos envolver e nos comunicar mais com os clientes”, disse ele.
Briggs recomendou que as seguradoras trabalhem com o Financial Conduct Authority (FCA) , órgão responsável por regular e certificar profissionais financeiros no Reino Unido, para descobrir como servir melhor seus clientes. “Nós, como indústria, precisamos conversar com a FCA [para obter respostas às perguntas que recebemos de clientes que simplesmente não podemos responder, coisas simples que farão a diferença para os clientes”, comentou ele durante sua fala no evento.
“2017 não foi fácil e suspeito que 2018 não será mais fácil, mas devemos manter o foco principal da nossa indústria, de proporcionar tranquilidade aos nossos clientes, permitindo que eles invistam, protejam e tenham tranquilidade para viver “.
Flexibilidade versus segurança – Aqui no Reino Unido tem uma questão a mais e de suma importância. os desafios impostos com a saída da Gra-Bretanha da União Europeia, conhecido pela sigla Brexit, a partir de março de 2019. Um dia antes do evento, a ABI realizou um jantar de gala que contou com políticos, membros do governo, especialistas, seguradores entre outros.
“Eu queria abordar três áreas críticas que afetam todas as partes desta indústria, que afetam todos os tipos de clientes, varejo e comercial, e que estão no cerne do que o ABI está trabalhando. O primeiro é o Brexit e o que o segue depois desta medida. O processo de saída da UE e de criação de um novo caminho é inevitavelmente complicado e desafiador para todos os interessados, qualquer que seja a nossa opinião sobre a conveniência do resultado. É urgente a necessidade de um acordo de transição para nos levar além de março de 2019. Precisamos de uma transição direta e nós precisamos disso agora para ajudarmos empresas a terem um plano de contingência”, disse Huw Evans, diretor-geral da ABI aos presentes no jantar.
Ele afirmou que as discussões sobre a transição do Brexit são “excessivamente complicadas” e que deverão durar até dois anos após março do ano que vem. Ele destacou dados da ABI que mostram que a atividade de seguros adiciona £ 40 bilhões por ano à economia e emprega 320 mil pessoas em 145 comunidades em todo o país (dois terços delas fora de Londres), além de ser a terceira maior indústria de exportações do Reino Unido.
“Podemos avaliar a diferença entre o feedback sobre uma falha técnica genuína e o lobby generalizado para uma regulamentação mais leve”, afirmou Woods
No dia seguinte veio a resposta clara e direta do vice-governador Sam Woods, um dos palestrantes. E ele foi enfático: “O Banco da Inglaterra não vai “ficar soft” na aplicação das regras de capital da União Europeia para as seguradoras, mas irá procurar maneiras de facilitar a entrada de novos concorrentes na indústria”. Ou seja, um sinal e tanto para que todos se reinventem diante dos desafios que a economia digital tem trazido para o mundo.
A Prudential Regulation Authority (PRA), órgão regulador de serviços financeiros do Reino Unido formado como um dos sucessores da FSA após a crise financeira de 2008, que Woods também dirige, estuda sobre como aliviar o ônus das regras de Solvência II, que as seguradoras dizem ser excessivamente onerosas. Num jantar realizado um dia antes do evento, no dia 26, as companhias criticaram o excesso de regulação e também os desafios impostos com a saída da Gra-Bretanha da União Europeia, conhecido pela sigla Brexit, a partir de março de 2019.
Woods reagiu as críticas e afirmou que “não mora em uma torre de marfim” e que está disposto a fazer algumas mudanças, mas não seria apressado em fazer grandes alterações. “Podemos avaliar a diferença entre o feedback sobre uma falha técnica genuína e o lobby generalizado para uma regulamentação mais leve”, afirmou Woods. O objetivo da regulação é não deixar a indústria de seguros perder de vista o consumidor, o que compra uma apólice, e evitar problemas como as falhas ocorridas no caso da Equitable Life, que afetou milhares de idosos e levou o grupo a falência.
Segundo Woods, até o momento não há evidência convincente para comprovem que as regras de solvência da União Europeia tenham reduzido a rentabilidade ou o crescimento das seguradoras britânicas. Nem mesmo impulsionado elevação dos prêmios para os segurados. Para a PRA, os principais focos da autarquia estão em manter a segurança e a solidez das seguradoras, bem como tornar o Reino Unido competitivo no cenário global. Sendo assim ser competitivo também significa estimular o mercado na busca por melhores produtos e serviços.
A Grã-Bretanha está deixando a UE no próximo ano, com termos comerciais incertos para as empresas financeiras que podem ter que confiar em um sistema de “equivalência” para acesso ao mercado do bloco. Na verdade, mudar a substância das regras da UE poderia tornar mais difícil para a Grã-Bretanha argumentar a equivalência, disse à Reuters um regulador de seguros de outros países da UE.
Com o tema “Transformar o mundo resolvendo problemas”, o Lean Sumit 2018, que acontece dias 5 e 6 de junho, em São Paulo, já está com a programação pronta e conta com mais de 40 empresas participantes. Duas seguradoras participam do evento, SulAmérica e Liberty Seguros. “A jornada de transformação passa obrigatoriamente pela mentalidade Lean e este evento é de altissima relevância para entender e praticar esta filosofia”, diz Augusto Fonseca, ex- Zurich e que atualmente é gerente de projetos do Lean.
A filosofia “Lean” é definida como uma gestão inspirada em práticas e resultados do Sistema Toyota. Ao longo das últimas décadas, organizações de praticamente todos os setores têm usado lean como meio fundamental para transformar realidades gerenciais, potencializar resultados e melhor aproveitar o potencial humano.
A Liberty participará da palestra “Como construir resultados e sustentar a transformação: aprendendo com pioneiros’, juntamente com Alcoa, Embraer e Mercedes. O objetivo deste painel é destacar empresas que adotam lean há mais uma década mostram como a filosofia tornou-se parte indissociável de suas estratégias competitivas e como têm organizado esforços para sustentar a transformação ao longo do tempo.
A SulAmérica aparece em dois painéis. O primeiro é “Como o líder integra novas práticas e tecnologias”, que pretende discutir como o comportamento da liderança pode definir o sucesso da transformação das empresas, associando práticas gerenciais inovadoras com as novas tecnologias que estão modificando drasticamente os ambientes de negócio.
Outra participação da SulAmérica, ao lado de Fleury e Derco, é na palestra “Potencializando resultados aperfeiçoando a experiência do cliente”. Quando o real propósito da transformação é aperfeiçoar a experiência do cliente, cria-se condições únicas para verdadeiros saltos de performance. Especialmente quando o cliente encontra-se próximo ou está envolvido nas etapas do fluxo de valor.
Elevar a participação do seguro de vida no mix de produtos é uma das metas do IRB Brasil Re para 2018, mantendo o ritmo de crescimento registrado no ano passado. Em 2017, as receitas totais do IRB somaram R$ 5,8 bilhões (+17,4%), sendo R$ 3,7 bilhões em prêmios emitidos no Brasil e R$ 2,1 bilhões no exterior. A venda de resseguro de vida se destacou em ambos, com crescimento de 7,9% no Brasil e de 35,1% no exterior.
Daniel Veiga, diretor de subscrição de riscos especiais do IRB, conta que contratar a telesubscrição, em 2013, foi um marco no crescimento do segmento para o ressegurador. “A subscrição mais especializada trouxe mais segurança, com entrevistas com profissionais de saúde especializados para o preenchimento do questionário de saúde, foi uma das estratégias para encorajar a atuação em segmentos novos, como doenças graves e diária por internação hospitalar. Quatro anos depois, esses produtos de vida caíram no gosto do brasileiro. “Isso permitiu o crescimento da carteira de forma saudável e hoje já temos uma experiência que nos permite praticar preços competitivos”, afirma o diretor do IRB.
Para respaldar o crescimento das vendas de vida, o IRB transformou a gerência de vida em uma diretoria, que se dedica não só aos clientes instalados no Brasil, como também na América Latina. Para 2018, o otimismo é grande. Além das seguradoras de vida, o IRB também aposta no apetite das seguradoras de riscos patrimoniais, que passam a priorizar a venda cruzada, com a oferta de seguro de vida, doenças graves e internação hospitalar para clientes de seguros patrimoniais, como carro, residencial, empresarial e saúde.
Outra frente de crescimento é incluir a subscrição para capitais menores, segundo Veiga. Isso é possível porque o custo de ofertar às seguradoras a telesubscrição está diluído no volume já alcançado nesses quatro anos de atuação. Em 2017, o grupo contabilizou 15 mil entrevistas na área de vida. A tecnologia também ajuda a reduzir o custo e entrar em novos mercados.
Uma das ferramentas em estudo é usar o Agility, uma plataforma que traz subscrição automática online para facilitar a venda por meio de corretores, lançada em janeiro pela Samplemed. “Trata-se de uma subscrição automática em coberturas de valor menor, dentro do conceito paperless (sem papel), Só isso já traz uma redução significativa de custo para as seguradoras.
A plataforma também proporciona maior capacidade de aceitação de novos clientes, utilização de regras inteligentes e seleção contra fraudes”, cita o o médico e proprietário do grupo Samplemed Soluções Médicas, Jairo Waitman.
“Nos diferenciamos com a participação de equipe de subscrição própria para sugestão de pareceres de aceitação, treinamento continuo dos nossos colaboradores com empresa da área de comunicação e pelo uso de tecnologia de ponta em telefonia (ligações randômicas) e na transferência de dados, com cabo exclusivo com a operadora e por ofertarmos a possibilidade de conexão com outras áreas para realização de procedimentos complementares tais como exames laboratoriais, relatórios dos médicos pessoais”, afirma o médico e proprietário do grupo Samplemed Soluções Médicas, Jairo Waitman.
A Samplemed Soluções Médicas está há mais de 30 anos no mercado, com atendimentos médicos para avaliação de riscos em seguros de vida. Há 30 anos, o grupo criou a área de exames médicos, exames diagnósticos e atualmente, além desses produtos atua na área de treinamento e elaboração de pareceres na área de subscrição. A tele-entrevista surgiu há seis anos e em 2017 os investimentos foram canalizados para a criação da Synergy, braço de tecnologia da Samplemed. O grupo também atua com atendimento a companhias recrutadoras na área de cruzeiros marítimos há 10 anos.
Duas operadoras de saúde, um dos segmentos que enfrenta grandes desafios nos últimos anos, protocolaram pedidos de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM): Notredame Intermédica e Hapvida.
A NotreDame Intermédica pretende fazer uma emissão primária, em que os recursos vão para o caixa da empresa, e secundária, com venda de participação dos atuais acionistas. O prospecto preliminar ainda não traz o volume pretendido, mas o Valor Econômico noticiou que apurou que o IPO deve girar cerca de R$ 3 bilhões. Segundo o documento, os recursos levantados serão usados para reforço do caixa de forma a permitir investimentos nas subsidiárias operacionais da companhia.
A emissão da Hapvida, que segundo o Valor deve movimentar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões, inclui ofertas primária (papéis novos, cujos recursos da venda vão para o caixa da empresa) e secundária (ações detidas por atuais sócios), será coordenada por Bank of America Merrill Lynch, BTG Pactual e Goldman Sachs. O objetivo é usar os recursos da oferta para expansão de atividades, “que podem ocorrer por meio de aquisições de carteiras de clientes, aquisições de hospitais ou investimentos orgânicos para ampliação geográfica da sua atual estrutura de atendimento”. Para 2018, a aposta do grupo está na conclusão da construção de um hospital em Joinville (SC), marcando sua entrada na região Sul do país.
A Hapvida teve receita líquida de R$ 3,85 bilhões em 2017, alta de 26,7% sobre o ano anterior. O lucro subiu 42,5%, para R$ 650,6 milhões. O prospecto não detalha quem serão os vendedores na oferta secundária. Segundo o documento, a Hapvida encerrou 2017 com cerca de 55 mil empresas em carteira e 1,6 milhão de clientes individuais, atendidos por uma rede própria de 25 hospitais, 74 clínicas, 17 unidades de pronto atendimento, 72 laboratórios e unidades de diagnósticos por imagem.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) suspendeu o início do prazo de recadastramento para as sociedades corretoras de seguros pessoa jurídica, antes estipulado em 1º de março. Segundo nota da autarquia, a medida ocorre em função do aprimoramento do sistema interno de recadastramento da autarquia. Tão logo as adequações no sistema sejam realizadas, a Susep informará a nova data para o início do processo.
O recadastramento de corretores pessoa física foi concluído em 2017 por 50 mil dos 70 mil que constavam como ativos.
A Mongeral Aegon cresceu 6% em arrecadação em 2017, em comparação a 2016, superando R$ 1,2 bilhão, enquanto o mercado registrou alta de 4,4%. Este resultado é consequência do crescimento de 19% nas vendas em 2017. Considerando as receitas das operações da SICOOB Seguradora de Vida e Previdência, seguradora em sociedade com o Banco Cooperativo do Brasil (BANCOOB). Em 2017, a SICOOB Seguradora teve suas operações iniciadas e, consequentemente, receitas que estavam anteriormente alocadas na Mongeral Aegon foram transferidas para a nova seguradora. Em 2017, o total de arrecadação registrado na SICOOB Seguradora foi de R$ 154 milhões, o que faria o crescimento da arrecadação da Mongeral Aegon atingir 19%.
As provisões técnicas superaram R$ 1 bilhão, registrando 9,6% de aumento em relação ao ano de 2016. O capital total segurado superou R$ 334 bilhões, alta de 8,2%. O lucro foi de R$ 26.9 milhões, um aumento de 4,1% em relação a 2016. As despesas com benefícios totalizaram R$ 366 milhões, e representam o retorno da companhia para a sociedade.
“Os resultados de 2017 são reflexo dos investimentos da companhia em infraestrutura, tecnologia, treinamento, inovação, adequação de portfólio e na busca constante de melhoria no atendimento aos nossos mais de 2,2 milhões de clientes”, comenta Raphael Barreto, diretor financeiro da Mongeral Aegon.
Para 2018, a companhia tem como objetivo crescer 20% em vendas e chegar a R$ 40 milhões de lucro. A empresa também disponibilizou, para este ano, 650 novas vagas para seu curso de formação de corretor de seguros de vida e previdência, elaborado em parceria com a Escola Nacional de Seguros. “Neste ano vamos consolidar a digitalização do nosso processo de vendas. Esperamos encerrar o ano com 80% das vendas sendo realizadas sem o uso do papel”, finaliza Barreto.
Em 2017, houve o lançamento do espaço físico da Universidade Mongeral Aegon, no Rio de Janeiro, com capacidade para receber um público de 120 pessoas. Pelo segundo ano consecutivo a seguradora ficou em 7º lugar na lista das melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro. Neste ano também foi lançado o Insurtech Innovation Program, em parceria com a PUC-Rio e com o IRB Brasil RE.
Outro destaque foi o reconhecimento das atas da Mongeral Aegon como patrimônio da humanidade, pela Unesco. Também merece citação a revitalização da região do entorno da sede da companhia, no Rio de Janeiro. Na Travessa Belas Artes, a empresa instalou a reprodução do portal da Escola Nacional de Belas Artes, que no século XIX ficava neste endereço.
A Caixa Seguradora apresentou lucro de R$ 2,04 bilhões em 2017, resultado 7,2% maior do que o do ano anterior. A empresa, que atua nas áreas de seguro, previdência, consórcio, capitalização e seguro saúde, fechou o ano com faturamento de R$ 20,4 bilhões.
O presidente da holding Caixa Seguradora, Laurent Jumelle, comemorou: “Batemos recorde de faturamento e de lucro líquido graças a nossa experiência em seguros associada à força da rede do banco”.
Em seguros, a empresa mantém a liderança no seguro hipotecário, com mais de 60% de participação de mercado. A seguradora também teve excelente desempenho no seguro prestamista, seguro de vida e seguro residencial. Somando todos os ramos, o segmento de seguros faturou R$ 6,1 bilhões. A Caixa Seguradora apresentou rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio de 46,1% e encerrou o exercício com o lucro líquido de R$ 1,2 bilhão.
Em previdência, a empresa manteve seus produtos atrativos para os investidores, com boa rentabilidade frente aos concorrentes. Foi observado um aumento na demanda espontânea por planos de previdência privada como opção complementar à previdência social. O faturamento da área foi de R$ 11,9 bilhões, resultado 62,3% superior ao observado em 2016. Em consórcios, foram mais de 21 mil bens entregues, entre imóveis e automóveis. A área teve faturamento de R$ 403 milhões, combinando a força da rede bancária com a consolidação de parcerias que atuam no mercado aberto.
Os títulos de capitalização da empresa contemplaram cerca de 7 mil clientes em 2017, distribuindo R$ 42,7 milhões em prêmios. O faturamento da área foi de R$ 1,2 bilhão.
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