Conselho Deliberativo do GBOEX comemora 76 anos

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O mês de setembro marca uma das datas mais importantes para o GBOEX – Previdência e Seguro de Pessoas. A entidade comemora os 76 anos do seu Conselho Deliberativo. Para celebrar a ocasião, foi realizada nesta semana uma reunião plenária especial, seguida de um coquetel de confraternização, na sede do GBOEX em Porto Alegre. O evento reuniu em torno de 120 convidados, entre outros,  associados, colaboradores, parceiros e personalidades do mercado segurador.

Considero o Conselho Deliberativo como peça chave para uma boa governança corporativa e órgão fundamental para a perenidade de nossa entidade, sendo, portanto, uma honra e uma enorme responsabilidade fazer parte dos quadros do Conselho”, declara o Presidente do Conselho Deliberativo do GBOEX, Flávio da Cunha Vianna.

Em seu discurso, no evento, o conselheiro Otomar Francisco Umann Azeredo complementa que “os 105 anos do GBOEX e os 76 anos do Conselho Deliberativo concentram a cultura, o conhecimento e a experiência a serviço da garantia da tradição, da solidez e da segurança, pilares de credibilidade e de sustentação para a gestão da entidade, que se destaca no mercado nacional de previdência privada, sem fins lucrativos”.

Na sessão comemorativa, foram homenageados ex-conselheiros e também pessoas que contribuíram com o Conselho Deliberativo e com o GBOEX. Na oportunidade, foi concedido ao ex-conselheiro Ênio Castilhos Ibañez Diploma em reconhecimento à sua dedicação, e conferido o título de Amigo do Conselho Deliberativo ao ex-secretário de Segurança do Estado, General Edson de Oliveira Goularte, e ao Presidente do Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana, Capitão Ivo Izolan.

CONSELHO DELIBERATIVO

Conselho Deliberativo representa os associados do GBOEX. O primeiro foi criado em 1942, tornando-se base organizacional indispensável para o seu funcionamento. Fixa os rumos da organização, traçando as diretrizes para que desenvolva um trabalho coerente com sua missão, além de monitorar as suas atividades. “Os valores da entidade traduzem a sua cultura. E a cultura de uma organização é um fator relevante para o sucesso de um negócio. É por acreditar que uma marca tradicional possa ser também dinâmica, mantendo os valores que lhe servem de alicerce, que a confiança do quadro social, razão de ser do GBOEX, deve ser correspondida por aquele que delibera em seu nome”, salienta o Presidente do Conselho.

ARTIGO: A importância do diálogo para esclarecer o crescimento das despesas per capita na saúde suplementar

por José Cechin, diretor executivo da FenaSaúde

O psicólogo Daniel Kahneman, laureado com o Nobel de economia, conclui por suas pesquisas que pensamos de duas formas, “Rápido e Devagar”, que também é o título de seu livro. A rápida não exige esforços mentais, é instintiva e muito afetada por lembranças recentes ou episódios marcantes, ainda que sem relevância para o assunto pensado. A outra exige raciocínio, concentração, análise, portanto grande esforço mental. Nosso pensamento corriqueiro normalmente se vale da primeira forma e por isso cometemos erros sistemáticos. Refiro-me a esses conceitos de Kahneman porque nossas reações mais comuns ao que ouvimos tendem a ser do tipo rápido de pensar, afetadas pela pressão da crise econômica que estamos vivendo, por lembranças recentes ou visões sedimentadas em nossas mentes ainda que nem sempre corretas ou relevantes. Assim, sentenças vocalizadas por operadoras de planos de saúde são automaticamente “interpretadas” à luz dessas reações instintivas, afetadas pelas imagens arraigadas nas mentes sobre essas entidades. Se apontarem que a despesa cresceu porque aumentou a frequência da utilização, a forma rápida de pensar induz os consumidores a entenderem como as operadoras atribuindo a “culpa” pelo aumento das despesas a eles próprios. Se apontarem para o significativo aumento do custo médio da internação, os hospitais tendem a entender que as operadoras os culpam pelo aumento dos custos. Obviamente, ambos negam qualquer responsabilidade e devolvem a culpa às operadoras que não fiscalizariam nem gerenciariam a utilização, os preços, os materiais utilizados, os protocolos seguidos pelos prestadores etc. etc.. E todos perdem com esse tipo de reação, pois a percepção equivocada, que fica para a sociedade e as autoridades, é de que há um descontrole total não só setor de saúde pública, mas também no setor de saúde suplementar.

 

Para sairmos desse imbróglio, precisamos recorrer à forma “devagar” de pensar, envolver nossas capacidades analíticas, despender esforço mental e emocional, pois é preciso entender o momento que o país está passando e como a crise afeta a percepção de nossos beneficiários. Medir a variação das despesas e identificar seus fatores e pesos relativos é o primeiro e indispensável passo para entendermos o que está se passando e desenharmos medidas adequadas. Nesse sentido, há equívoco sistemático em tomar os anúncios dos aumentos de frequência de utilização, de custo médio das internações, de preços de materiais, medicamentos e dispositivos implantáveis como repasse de “culpa” por parte das operadoras a quem quer que seja. Não há como desenhar políticas consequentes sem que saibamos o que vem acontecendo. Negar essa avaliação quantitativa ou tomá-la como atribuição de culpa a outro elo da cadeia da saúde é uma atitude pouco estratégica e levar essas contradições com números e estudos conflitantes para a mídia, principalmente em um ano eleitoral atípico, pode colocar em risco a sustentabilidade do setor, já que propicia o surgimento de propostas que não beneficiam nem o setor, nem a saúde do povo brasileiro.

 

Já faz bastante tempo que a FenaSaúde vem alertando para o crescimento sistemático das despesas na saúde suplementar em taxas insustentáveis, porque estão muito acima da inflação de preços ou do crescimento das rendas das pessoas e empresas. A Federação também lista possíveis fatores explicativos, entre eles os aumentos da utilização, particularmente em exames, os aumentos dos diferentes preços que compõe os serviços de assistência à saúde (materiais, medicamentos, taxas e diárias, dispositivos implantáveis, novas tecnologias etc.), e particularmente o expressivo aumento no custo médio da internação, de 80% entre 2011 e 2017, comparado com o IPCA do período de 46%. Como as despesas com internações representam mais 45% do gasto com assistência à saúde pago pelas operadoras, fica difícil entender que os aumentos na utilização respondam por 70% do aumento da despesa, como anunciado nos veículos de comunicação recentemente.

 

É preciso apurar a variação das despesas com assistência à saúde com a técnica adequada e a partir de bases de dados auditadas e de acesso público. Não é exercício simples medir essa variação, a partir de dados agregados, pois vários fatores que nada têm a ver com variação de despesas afetam o resultado obtido dessa forma agregada. Entre eles, o efeito composição que acontece quando planos de alto custo crescem a taxas diferentes de planos de baixo custo ou quando ocorrem alterações de padrão de plano, ambos extensamente utilizados na crise que afeta a economia brasileira. Variações desse tipo estão incluídas na apuração agregada da variação das despesas com saúde, mas nada tema ver com ela. É preciso apartar esses efeitos no cálculo para que se apure efetivamente a variação das despesas com saúde.

 

As associadas à FenaSaúde, preocupadas com o ritmo excessivamente intenso de crescimento das despesas, vem atuando em diversas frentes. A primeira delas é a relativa ao seu custeio administrativo, que no conjunto das seguradoras especializadas em saúde, foi reduzido em 37% nos últimos 10 anos, absorvendo atualmente 5,4% das receitas – um resultado muito expressivo e bem diferente do referido em reportagem recente, que, aliás, confundiu o dispêndio administrativo com margem! Resultado similar foi conseguido por todas as modalidades de operadoras. Vale ainda mencionar que no esforço para contenção de custos, as operadoras mudaram seu relacionamento com fabricantes e passaram a fazer compras diretas de materiais muito dispendiosos e de uso não muito frequente. E ainda que estimulam a segunda opinião médica para os casos de intervenções cirúrgicas complexas e muito invasivas, visando com isso se assegurarem que seu beneficiário tenha acesso ao que há de melhor segundo a evidência médica disponível.

 

As operadoras não fogem de sua responsabilidade. Mas aqueles que apontam o dedo para elas, como não exercendo o “controle e a fiscalização” que deveriam, precisam reconhecer as dificuldades de aceitação de tais práticas por eles mesmos, pelos próprios beneficiários, pelos órgãos de defesa do consumidor, pelos que fazem do estímulo à judicialização seu ganha pão.

 

É preciso também analisar os principais fatores da variação. Desvendar esses assuntos, reenfatizo, não equivale a buscar culpados pelos aumentos, mas sim encontrar caminhos comuns e compartilhados para que os custos não mais cresçam a taxas insustentáveis e a assistência privada à saúde continue acessível a muitos brasileiros. É importante que diversas entidades, dos mais diferentes interesses legítimos, se dediquem a essa tarefa de forma independente. Que os resultados encontrados por elas sejam amplamente debatidos para assim reduzir as possibilidades de erros ou equívocos.

 

A FenaSaúde persistirá nessa busca e está aberta ao diálogo até que encontremos respostas comumente aceitáveis sobre a questão e a partir daí consigamos desenhar e divulgar caminhos para que o crescimento das despesas não termine por inviabilizar os planos de saúde que tanto podem ajudar os brasileiros na sua busca por saúde.

Evento discute o empoderamento da mulher no mercado de seguros

O empoderamento da mulher no mercado de trabalho, um dos assuntos mais discutidos na atualidade, em todo o mundo, será um dos temas da edição brasileira do Dive In – The Festival for Diversity & Inclusion in Insurance, organizado pela Guy Carpenter – empresa do Grupo MMC – com o apoio do IRB Brasil Re, que acontecerá na próxima terça-feira, dia 25 de setembro, das 09h30min às 12 horas, no auditório do IRB (Av. Marechal Câmara 171, Castelo, Rio de Janeiro).

Idealizado pelo Lloyd’s, o Dive In ocorrerá simultaneamente nas principais capitais do mundo. O objetivo é difundir aspectos relacionados à diversidade e à inclusão, contando com o apoio das principais instituições multinacionais do setor.

Nesse contexto, o foco será direcionado principalmente para a atuação das mulheres no mercado de seguros. Para as profissionais que já atuam na indústria do seguro, esse evento trará outra novidade importante: o anúncio oficial da transformação do Clube das Luluzinhas Executivas de Seguros na Associação de Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS).

Diversas conselheiras dessa nova associação foram, inclusive, convidadas para participar do evento, das quais cinco como palestrantes: Berenice Areias, Liliana Caldeira, Simone Vizani, Márcia Ribeiro e Camila Davoglio. A sexta participante, que fará o encerramento do encontro, será a primeira presidente da AMMS, Margo Black, executiva que, até 2017, comandava as operações da Swiss Re no mercado brasileiro.

Diante da relevância do tema em debate do surgimento de uma nova entidade que representará as mulheres no mercado de seguros, a expectativa é a de um auditório lotado para o evento. A inscrição pode ser feita até quinta-feira (dia 20) pelo endereço eletrônico gcbrasil@guycarp.com

Faturamento do setor de Capitalização avança 4,8% e atinge R$ 12,1 bilhões em sete meses

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Entre os meses de janeiro a julho, o segmento de capitalização registrou receita de R$ 12,1bilhões, o que representa um crescimento 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), que reúne as 16 empresas autorizadas a comercializar títulos de capitalização no país.

As reservas técnicas, composta pelos recursos que serão resgatados pelos clientes com títulos de capitalização ativos, também registraram crescimento de 3%, somando R$ 29,3 bilhões.

Ainda de acordo com o levantamento feito pela Federação, no período foram distribuídos R$ 627,5 milhões em sorteios, o equivalente a R$ 4,2 milhões pagos, por dia útil, a clientes com títulos contemplados em todo o país.

Os resgates antecipados, parciais e finais realizados por clientes no período somaram R$ 10,0 bilhões. “Esses recursos retornam para o mercado e ajudam a movimentar a economia, sejam eles destinados ao consumo ou à quitação de dívidas, por exemplo. Esse é um fator relevante em um cenário de retração da renda e desemprego”, avalia Marcos Coltri, presidente da FenaCap.

Segundo Coltri, os resgates antecipados ocorrem, geralmente, quando o cliente precisa fazer frente a alguma situação emergencial, pois a tendência, ainda mais no cenário atual de incertezas, tem sido a de manter as economias guardadas até o prazo final de vigência dos títulos, o que também garante a participação em todos os sorteios programados até o vencimento. “O título de capitalização é um poderoso instrumento de educação financeira. É um produto que estimula uma mudança de comportamento fundamental: a de juntar dinheiro primeiro para depois gastar, evitando o endividamento das famílias e estimulando o consumo consciente”, diz Coltri.

AXA apresenta corpo diretivo e nova plataforma para PMEs

Delphine Maisonneuve, uma das poucas mulheres no comando de uma seguradora no Brasil, se reuniu nesta manhã com jornalistas para contar um pouco sobre a nova “AXA”. Veja o novo corpo diretivo:

A AXA apresentou crescimento de 3,7% no primeiro semestre deste ano, comparado ao mesmo período do ano anterior, com prêmios de R$ 554 milhões. Desse total, 40% são provenientes de riscos industriais, 14% do segmento de afinidade e 10% em apólices de vida. Transporte, responsabilidade civil, garantia, riscos de engenharia, aviação e cascos compõem o mix de produtos da subsidiária local do grupo francês. São 10 filiais, 4 mil corretores cadastrados e São Paulo responde por 50% do volume de vendas. “Em 10 anos, queremos estar entre as ‘top 5’ em todas as linhas de negócios em que atuamos”, disse Delphine aos jornalistas.

Com as operações de grandes riscos e afinidades consolidadas, a AXA no Brasil pretende conquistar espaço também no segmento de seguros para Pequenas e Médias Empresas. Para isso, aprimorou sua plataforma digital com soluções para sete segmentos de negócios e dois pacotes de seguros: EmpresaSmart, vendido em apenas três cliques, e o EmpresaFlex, que permite customização de coberturas e limites.

No pacote EmpresaSmart o corretor precisa percorrer apenas três passos para cotar e fechar a contratação do seguro na plataforma digital. A plataforma entrega mais do que uma cotação. Em breve, informa a empresa, terá um pipeline de negócios, através do qual o corretor receberá leads e poderá fazer o acompanhamento da venda, gerenciando objeções e os próximos passos.

“Gostaria de convidar os corretores a conhecerem nossa plataforma, para fazer uma simulação de venda. Assim, poderão experimentar os benefícios, como a venda em três cliques, e conhecer o modelo de trabalho de nossa consultoria digital. Queremos nos posicionar nesse mercado e vamos nos aproximar cada vez mais de pequenos e médios corretores”, afirma Erika Medici, vice-presidente comercial e marketing da AXA no Brasil.

Liberty Seguros reúne 7 dicas de vendas para corretores do segmento de Comércio e Serviços

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Com o crescimento do empreendedorismo em todo o país, novos negócios de diferentes mercados são criados a cada dia, o que também traz oportunidades para os seguros empresariais. De acordo com o relatório GEM (Global Entrepreneurship Monitor) de 2017, conduzido pelo IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade) com apoio do SEBRAE, o número total de empreendedores no Brasil já ultrapassa a marca dos 49 milhões de pessoas.

De olho nessa tendência, a Liberty Seguros, reuniu sete dicas para seus corretores parceiros, com o objetivo de desenvolver e reconhecer os profissionais, além de proporcionar condições e conhecimento para que eles conquistem cada vez mais o público empreendedor.

Confira abaixo as dicas da seguradora:

1. Fale a língua do empreendedor

Vender um seguro para um empreendedor não é como negociar com uma grande empresa, tampouco como orçar para um Seguro Auto ou Seguro Vida para pessoas físicas. Para convencer esse público a contratar um serviço, é necessário falar sua língua. Os corretores devem entender que estão ajudando a proteger um patrimônio que é a realização de um sonho e é o sustento do segurado e de sua família. O cliente empreendedor busca tranquilidade e perspectiva de futuro, e um bom seguro como o da Liberty tem a tudo a ver com isso, além de custar menos do que ele imagina: outra coisa a ser valorizada.

Na prática Liberty: Você que tem ou trabalha em uma corretora, sabe que é fundamental estar com os salários em dia. A cobertura de Despesas Extras do Liberty Pet Shop, por exemplo, inclui salários temporários para funcionários que precisam ficar afastados por mais de 15 dias por doença ou acidente. Um imprevisto que não vai mais morder o orçamento.

2. Protegendo um sonho

Ter o próprio negócio é considerado um sonho realizado na vida dessas pessoas empreendedoras. Por mais que o baixo orçamento seja um ponto racional levado em consideração, o aspecto emocional também influencia bastante no momento da tomada de decisões, principalmente das que afetam diretamente o futuro do empreendimento. Neste caso, corretores podem mostrar que proteger um sonho custa bem menos do que empreendedores imaginam e é um bom negócio!

Na prática Liberty: Clientes que têm um bar ou restaurante e investiram tanto na escolha do ponto, em equipamentos, além de outros pontos, podem ver um incêndio levar tudo de uma hora para outra. Quem tem um Liberty Restaurantes e Bares pode, ao menos contar com um apoio importante para reerguer esse sonho.

3. Planejamento é tudo
Na rotina de quem empreende há muita negociação e planejamento, e é provável que este comportamento se repita na hora de escolher um seguro empresarial. Se possível, corretores devem apresentar dados que justifiquem a importância do seguro no início das atividades de um negócio, levantar os riscos de não poder contar com certas coberturas e oferecer mais de um orçamento para o cliente avaliar todas as opções.

Na prática Liberty: Para clientes donos de salões de beleza, deve-se levar em conta riscos de queimaduras por secador de cabelos, alergia a colorações e acidentes com veículos em seu estacionamento, por exemplo. O Liberty Salões de Cabeleireiros já prevê indenizações para esses e muitos imprevistos específicos.

4. Custo-benefício

A maioria das pessoas com um negócio próprio tem o orçamento apertado pois precisam investir em materiais, localização, impostos e provavelmente estão trabalhando para manter o ritmo da empresa enquanto o lucro é pequeno. Por isso, oferecer opções econômicas é fundamental.

Para este perfil de cliente, mais importante do que obter um seguro em conta, é investir em algo que vai trazer retorno positivo. Para este fim, os corretores devem trabalhar seus argumentos de venda valorizando a relação custo-benefício de cada seguro.

Na prática Liberty: Uma cafeteria vai investir seus recursos para entregar o melhor café aos seus clientes, e o produto deve ser o carro-chefe do negócio. No entanto, é difícil dizer qual será a margem de lucro de um cafezinho – feito de água, pó de café e eletricidade -, pois não há como definir qual a porcentagem de rendimento de cada componente do produto vendido. Por isso, o argumento de venda principal é: independente da margem de lucro do empresário, estar protegido é um investimento importante para o sucesso dos negócios.

5. Não subestime o cliente

Montar um negócio próprio envolve muito contato com fornecedores e networking com outros profissionais. Isso quer dizer que, provavelmente, clientes empreendedores sabem identificar quando estão (ou não) diante de um bom negócio. Investir em um relacionamento de confiança é sempre um ótimo caminho para negócios duradouros.

Na prática Liberty: Um dono de farmácia, por exemplo, deve ter um vasto conhecimento de riscos bem específicos ligados à saúde, pois um remédio errado entregue ao cliente pode causar sérios problemas de ordem jurídica. Para estes casos, os corretores devem entender as particularidades de cada negócio junto aos empresários, para então oferecer seguros que possam cobri-las.

Além disso, os parceiros devem explicar a importância dos seguros de Responsabilidade Civil e como esse tipo de produto pode amparar os segurados em caso de danos causados à saúde por erros de receita médica, aplicação de curativo ou injeção.

6. Pense em como gostaria de ser atendido

Todo corretor é um pouco empreendedor. Muitos são autônomos, têm sua própria corretora, ou mesmo os que trabalham como funcionários em uma corretora têm uma rotina bastante independente. Por isso, antes de ficar quebrando a cabeça tentando decifrar como os clientes empreendedores pensam, corretores devem colocar-se no lugar deles e pensar em como gostariam de ser atendidos. Antecipar as dúvidas que teriam se estivessem escolhendo um seguro empresarial é uma ótima fórmula para conquistar um novo cliente.

Na prática Liberty: Todo mundo já foi hóspede de um hotel ou pousada. E, por melhor que sejam os atendimentos oferecidos, sempre há alguma reclamação ou nota-se algum tipo de falha de serviço ou instalação. Pensando neste problema, a Liberty Seguros lançou o Liberty Hotéis e Pousadas que oferece coberturas para roubo de bens dos hóspedes, deterioração de mercadorias do frigorífico, responsabilidade civil da hospedagem, entre outras.

7. Adapte sua estratégia para negócios e objetivos diferentes

Empreendedores diferentes demandam mensagens e produtos diferentes. Cada vez mais, nossa sociedade está vivendo em nichos com necessidades específicas. Vender seguros contra incêndio para todos eles não é mais o caminho – isso é o mínimo que um seguro deve oferecer. Então, a sugestão é que corretores mapeiem suas regiões, separarem os segmentos que buscam atender e preparar bons argumentos racionais e emocionais para apresentar a cada um desses empreendedores.

Na prática Liberty: O maior bem de uma escola não é o prédio onde se localiza, nem a casa onde funciona a creche. O patrimônio das instituições de ensino são os alunos e a confiança dos pais. Por isso, a Liberty desenvolveu o Liberty Escolas, desenhado para tranquilizar a todos com coberturas de Responsabilidade Civil, Veículos em Estacionamento da escola, além de serviços diferenciados como gerador, auxílio nutricional e conserto de eletrodomésticos, inclusive bebedouros.

A Liberty Seguros trabalha para desenvolver cada vez mais seus corretores e parceiros, para que eles se tornem especialistas nos seguros que vendem. Pensando nisso, a companhia já desenvolveu mais de 20 produtos na categoria de seguros patrimoniais em diferentes nichos, com coberturas específicas para a necessidade de cada negócio.

As dicas acima contribuem para que esses profissionais possam se tornar referência no setor, além de manter uma relação próxima com a companhia, e, acima de tudo, com sua carteira de clientes.

Berkley anuncia mudanças

A Berkley informa algumas importantes mudanças em sua estrutura organizacional que entraram em vigor no mês de setembro. O executivo Eduardo Viegas deixa a função de diretor de Riscos Financeiros da Berkley e assume o cargo de vice-presidente técnico operacional, sendo responsável pela gestão do portfólio dos produtos Transportes, Garantia, Riscos de Engenharia, RD Equipamentos, Acidentes Pessoais, Entretenimento, E&O, D&O, RCG, Fiança Locatícia, Gestão Técnica/Negócios e Sinistros.

O atual COO (Chief Operating Officer) da companhia, Leandro Okita, assume o cargo de vice-presidente executivo da Berkley e será responsável pelas áreas Financeiro, Contábil, Resseguro, Sinistros, Administrativo, Recursos humanos, Jurídico, Tecnologia.

Segundo o presidente da Berkley, José Marcelino Risden, a nova estrutura operacional é resultado da evolução da companhia e do reconhecimento ao trabalho de Eduardo Viegas e Leandro Okita. “Essa reformulação visa otimizar os nossos processos, utilizando o conhecimento e experiência dos dois executivos para reforçar e apoiar o trabalho dos demais colegas da equipe, sempre com vistas à melhoria dos nossos serviços, de forma a privilegiar os nossos parceiros de negócios”, ressalta.

ARTIGO: Um lugar no topo das organizações

Tulio Fumis

por Túlio Fumis, Associate Partner na Page Executive

Dando sequência à série de assuntos abordados no estudo da Page Executive sobre as oito maiores preocupações dos executivos para 2018, compartilho com vocês o segundo artigo que fala sobre a participação das mulheres nos conselhos (“A Place at the Top Table”).

O tema “diversidade de gêneros e igualdade” vem tomando, nos últimos anos, uma importância cada vez mais relevante na agenda da sociedade e dos executivos. Não é surpresa, então, que faça parte da lista das maiores fontes de atenção por parte das organizações, incluindo dentro disto um olhar bastante apurado para o Conselho das empresas.

De acordo com um extenso relatório da Deloitte, publicado no ano passado, as mulheres respondem por 15% dos assentos nos conselhos, globalmente. Embora represente um avanço de 3% em comparação a 2015, ainda existe uma diferença gigantesca entre os gêneros. Noruega lidera com 42% das vagas de conselho preenchidas por mulheres mas notem que em nenhum país do mundo, ocorre um equilíbrio saudável de 50/50.

Metas ambiciosas tem sido determinadas para que as organizações cheguem a uma representação equilibrada nos conselhos. O Fórum de Mulheres de Nova York, por exemplo, tem uma meta mínima de 40% de mulheres nos conselhos de todas as empresas Fortune 1000 e S&P 500, em 2025. Independentemente se as metas são voluntárias ou impostas, achar maneiras de alcançar os objetivos e mensurar a evolução, é uma tarefa bem mais complexa.

Um dos aspectos principais nesta discussão é como que as mulheres podem chegar aos conselhos com legitimidade e não apenas devido à regras, cotas ou imposições. Sugestões de práticas de equilíbrio entre trabalho e família, mentoria, desenvolvimento de carreira específicos e criação de um ambiente organizacional onde a mulher se sinta valorizada são medidas que podem ajudar neste desafio, porém estas ações requerem medidas novas e inovadoras para adicionar mais diversidade ao grupo de talentos.

Executivas líderes dentro do PageGroup concordam que a melhoria da cultura de diversidade e inclusão nas empresas está diretamente relacionada com comportamentos apropriados da liderança no sentido de adotar um ambiente de justiça, transparência e segurança psicológica. Se os profissionais em meio de carreira estiverem seguros de que não serão punidos se cometerem um erro ou assumirem um risco calculado, poderão desafiar de maneira saudável o status quo e estarão se desenvolvendo cada vez mais para assumir posições futuras de maior responsabilidade e futuramente assumirem cadeiras em conselhos.

Trazendo este importante assunto para o setor de seguros, observamos que os desafios mencionados acima retratam de maneira precisa o que ocorre nas seguradoras, resseguradoras e corretoras. O número de mulheres em cadeiras de conselhos e posições de alta liderança, é ainda muito baixo na comparação, embora tenha crescido nos últimos anos.

Uma pesquisa da Escola Nacional de Seguros, feita no início de 2016, com empresas que representam de 80% a 90% do mercado nacional, somando 27 mil funcionários, mostrou que em 2012 a cada 10 executivos, 2 eram mulheres e em 2015 para cada 10 executivos, 3 são mulheres.

Cabe às empresas do setor refletirem sobre as estratégias a serem implementadas e os caminhos a serem traçados de modo que se tornem exemplos positivos para corporações de outros setores. Fica aqui o estímulo para que em breve possamos verificar mudanças significativas.

Em resumo:
· No atual mercado global, os benefícios de uma força de trabalho e de liderança diversas são mais marcantes do que nunca;
· A evolução da mídia social facilita para os colaboradores compartilharem suas histórias de práticas discriminatórias em ambientes de trabalho;
· Através de um trabalho de base, existe uma oportunidade enorme de mudanças radicais nos ambientes de conselhos;
· Para melhorar a diversidade em conselhos, as organizações precisam rever todos os aspectos relacionados às suas estratégias de diversidade e inclusão.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive (PageGroup), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre tendências, carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!

Riscos cibernéticos é tema de palestra da Zurich na Câmara Espanhola de Comércio

No dia 19 de setembro, a Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil irá realizar o evento Gestão de Seguros e o Impacto Financeiro para Organizações. A seguradora Zurich estará presente no painel Cyber, em que Hellen Deungaro Fernandes, gerente de Linhas Financeiras da Zurich, irá apresentar a palestra Riscos cibernéticos e as diferentes responsabilidades dentro da organização.

A apresentação irá abordar o seguro de risco cibernético do ponto de vista de gerenciamento, ressaltando a responsabilidade de todos os membros de uma companhia na prevenção. Também serão abordados por Hellen temas como perda de produtividade, custos de compliance, lucros cessantes e outros prejuízos que a falta de cuidado na rede pode acarretar às empresas.

“Nossos tempos são marcados por uma intensa troca de informações, principalmente entre indivíduos e empresas. A relevância para o assunto vem da necessidade das empresas em proteger os dados de seus clientes e funcionários, frente à sua responsabilidade quanto à privacidade e segurança desses dados, que são cada vez mais alvo de ataques cibernéticos”, explica Hellen.

A conferência, em sua primeira edição, irá contar com a participação dos principais players de seguros para o compartilhamento de visões e experiências do setor. É aguardada a presença de um público de perfil variado, que possua interesse no setor de seguros. Os demais temas abordados serão: Gestão de riscos; Saúde e Vida: Métodos práticos das empresas para controle de custos em saúde; Garantias: seguros garantia, depósito recursal e performance bond.

REUTERS: Allianz será patrocinadora de Jogos Olímpicos de 2021 a 2028

FONTE: Reuters

A seguradora alemã Allianz fechou acordo para se tornar patrocinadora global de quatro edições dos Jogos Olímpicos entre 2021 e 2028, se tornando a mais recente integrante do programa de patrocinadores de primeiro escalão do Comitê Olímpico Internacional (COI).

A Allianz, que almeja a audiência jovem internacional dos Jogos e a comunidade esportiva em geral, verá seu logotipo usado nas Olimpíadas de Paris 2024 e Los Angeles 2028, e também nas Olimpíadas de Inverno de 2022 em Pequim e de 2026 em cidades ainda a ser decidida.

“Essa nova parceria demonstra o apelo e a força globais do movimento olímpico”, disse o presidente do COI, Thomas Bach, em comunicado. “Estamos felizes por estar trabalhando juntos com a Allianz no longo prazo para apoiar o esporte em todo o mundo. A Allianz construiu um negócio global fundado na confiança”.

A seguradora, que se tornará a 14ª patrocinadora do COI, terá direitos de marketing na China, França e Espanha já a partir de 2019.

O COI disse que a Allianz trabalhará para proporcionar “soluções de seguro inovadoras e integradas para apoiar o movimento olímpico, incluindo os comitês organizadores dos Jogos Olímpicos, com a ambição de proporcionar estas soluções de seguro aos Comitês Olímpicos Nacionais de todo o mundo e suas equipes e seus atletas olímpicos”.

Os detalhes financeiros do acordo não foram divulgados, mas reportagens disseram que o COI estava pleiteando cerca de 50 milhões de dólares por ano.